TCM suspende licitação dos transportes de São Paulo

Ônibus em São Paulo. TCM suspende licitação

Órgão está com dúvidas quanto a diversas cláusulas dos editais

ADAMO BAZANI

O Tribunal de Contas do Município de São Paulo suspendeu na noite desta quarta-feira, 11 de novembro de 2015, a licitação dos transportes de ônibus da cidade de São Paulo por dez dias.

Com isso, a previsão de entrega de propostas das empresas e das antigas cooperativas que era entre os dias 18 e 19 desse mês fica comprometida.

É a maior licitação de transportes do mundo pelo número de frota e valores envolvidos.

O Tribunal de Contas do município tem dúvidas em relação à regularidade jurídica diversos aspectos do edital. A prefeitura deve responder aos questionamentos do Tribunal de Contas. Com a decisão, ficará para o final do ano ou início de 2016, a entrega das propostas .

Os questionamentos foram feitos pelo conselheiro Edson Simões, apontado como rival político do prefeito Fernando Haddad.

Ao todo, são questionados cerca de 40 pontos.

A licitação é avaliada em 140 bilhões de reais em contratos de 20 anos que podem ser prorrogados por mais 20. Serão três grupos de linhas, entre estrutural, local de articulação e local de distribuição. As empresas devem se organizar em Sociedades de Propósito Específico. A frota deve ser reduzida, mas o número de viagens ampliado, de acordo com a prefeitura.

Dos atuais 14 mil 878 ônibus a frota deve ter 13 mil 057 veículos.

Ainda de acordo com o poder público, haverá mesmo com a redução de frota aumento na oferta de lugares pelo fato de os ônibus ficarem mais rápidos em viagens curtas e pela ampliação da quantidade de veículos de maior porte como articulados e superarticulados no lugar de ônibus convencionais e midiônibus e convencionais no lugar de micros.

O total de viagens deve subir 17%. Hoje são atuais 186 mil por dia e devem passar para 217 mil. Já os lugares disponíveis nos ônibus deve subir 14% de 996 mil para 1,1 milhão.

Em nota, o SPurbanuss, que representa as empresas de ônibus, diz que vai analisar o tero da decisão do TCM e acrescenta que reuniões são feitas entre os empresários para discutir os pontos do edital.

O SPUrbanuss – Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Passageiros de São Paulo informa que as empresas concessionárias associadas ainda não conhecem o teor completo da decisão do Tribunal de Contas do Município, que determinou a suspensão do processo de licitação do sistema de transporte público municipal. O sindicato analisou, detalhadamente, as questões operacionais, tecnológicas, econômicas e jurídicas do edital e tem promovido constantes reuniões com suas associadas, para avaliar todos os pontos da licitação. A entidade considera necessária a criação de instrumentos para o monitoramento da circulação da frota e acompanhamento da operação de cada linha e avalia que a licitação trará uma evolução no transporte por ônibus no município  de São Paulo.

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

A LICITAÇÃO DOS TRANSPORTES EM SÃO PAULO:

A concessão é por 20 anos renováveis por mais 20 anos, num valor de R$ 140 bilhões. A prefeitura promete reformular linhas, eliminando sobreposições, quando mais de uma linha faz trajetos semelhantes. Com isso, devem aumentar a quantidade de baldeações que o passageiro terá de fazer para conseguir terminar seu itinerário diário.

A extensão de algumas linhas deve diminuir. Na apresentação dos editais, a prefeitura informa que hoje a “extensão média das linhas é de 27,5 km, considerando a soma de ambos os sentidos. A diferença da extensão média das linhas locais para as estruturais é da ordem de 9 km, com uma média em torno de 31 km para as estruturais e de 22 km para as locais”

Por causa desta racionalização das linhas, a prefeitura propõe nos editais o aperfeiçoamento das integrações dentro dos terminais e nos chamados pontos de conexão que são paradas de ônibus nas principais vias da cidade que devem ser identificadas por letras de A a D, localizadas próximas de cruzamentos. Segundo a prefeitura, a identificação das paradas seguirá uma lógica para o passageiro não se confundir na hora de trocar o ônibus e prosseguir a viagem

O sistema vai ser dividido em três grupos, de acordo com o tipo de linha que vai ser prestada.

GRUPOS DE LINHAS:

– Grupo Estrutural, que vai contar com as linhas de maior demanda ligando as regiões da cidade até o centro (linhas radiais) e a linhas ligando regiões diferentes em corredores de ônibus ou vias de grande movimento (linhas perimetrais).

– Grupo Local de Articulação Regional, que vai ter linhas entre as centralidades de regiões diferentes ou entre as regiões e o centro da cidade sem passar por corredores ou vias de maior fluxo.

– Grupo Local de Distribuição, com linhas dentro das regiões, normalmente ligando os bairros aos terminais locais de ônibus ou estações do Metrô e da CPTM. Neste grupo também serão incluídas as redes rurais.

REDUÇÃO DE FROTA E AUMENTO DE VIAGENS E LUGARES:

Os editais confirmam a redução de frota no sistema de transportes já anunciada. Dos atuais 14 mil 878 ônibus a frota deve ter 13 mil 057 veículos. Segundo a prefeitura, isso será possível pelo fim das sobreposições de linhas. A reserva técnica deve ser de 7%, que corresponderão aos ônibus-reserva que devem estar prontos para ser acionados em caso de necessidade.

Ainda de acordo com o poder público, haverá mesmo com a redução de frota aumento na oferta de lugares pelo fato de os ônibus ficarem mais rápidos em viagens curtas e pela ampliação da quantidade de veículos de maior porte como articulados e superarticulados no lugar de ônibus convencionais e midiônibus e convencionais no lugar de micros.

O total de viagens deve subir 17%. Hoje são atuais 186 mil por dia e devem passar para 217 mil. Já os lugares disponíveis nos ônibus deve subir 14% de 996 mil para 1,1 milhão.

Grupo Estrutural – Cinco lotes e frota referência de 4 mil 171 ônibus

Grupo Local de Articulação Regional nove lotes e frota referência de 3 mil 879 ônibus

Grupo Local de Articulação Regional treze lotes e frota referência de 5 mil 007 ônibus

TARIFA:

O menor valor de tarifa proposto pelas concorrentes será o principal critério para definir as empresas que vão operar os transportes na cidade de São Paulo pelo próximos 20 anos ou 40 anos, se o contrato for prorrogado pelo prazo máximo permitido nos editais. Não significa, no entanto, que esta menor tarifa seja repassada para o usuário. Ela se refere à remuneração por passageiro transportado e varia de acordo com o lote dentro dos grupos operacionais. Itens como experiência, disponibilidade de frota e documentação também serão considerados para definir os vencedores.

REDES DE SERVIÇOS DE ÔNIBUS:

Haverá também redes de serviços, a exemplo da atual Rede da Madrugada. São linhas que operam de forma contínua na cidade, da Rede Referência, ou em ocasiões específicas, como nos horários de pico ou aos fins de semana:

REDES DE SERVIÇOS:

Serão quatro tipos de serviços, classificados como redes:

– Rede de Referência: Dias úteis e sábados

– Rede de Reforço: Com linhas que só vão operar nos horários de pico

– Rede de Domingos e Feriados: Com linhas e horários específicos para estes dias

– Rede da Madrugada: Já em vigor, hoje com 151 linhas que operam entre a meia noite e quatro da manhã.

OPERAÇÃO CONTROLADA / CCO:

Para acompanhamento e gestão dos serviços de ônibus, os editais prevêem a criação de uma Operação Controlada por meio de um CCO – Centro de Controle Operacional, cujos investimentos devem partir das empresas vencedoras da licitação. O centro vai monitorar em tempo real os ônibus na cidade, além de ajudar na tomada de decisões rápidas, como desvios de linhas em casos de eventualidades e readequações dos horários, vai ser um instrumento para fiscalização do sistema, detectando problemas como atrasos ou não realização das viagens.

A operação controlada, de acordo com a SPTrans, teve os primeiros testes, mesmo sem o CCO exigido, na rede de linhas de ônibus da madrugada.

IDADE DE FROTA:

Os ônibus, midiônibus e vans do Atende devem ter no máximo dez anos de fabricação do chassi e a frota por empresa uma média de cinco anos. Trólebus e outros tipos de ônibus elétricos vão poder ter até 15 anos de fabricação. Já os mini e micro-ônibus podem ter até sete anos de fabricação :

É vedada a qualquer tempo a prestação dos serviços com veículo cuja idade de fabricação do chassi seja superior a 10 (dez) anos. A frota para prestação dos serviços deverá ter idade média de, no máximo, 05 (cinco) anos. 3.27.1. Para a frota com tração elétrica, a idade máxima do veículo será de 15 (quinze) anos, não se aplicando, neste caso, as regras referentes à idade média da frota prevista no item 3.27. 3.27.2. Considerando o ano em que o(s) veículo(s) atingir(em) a vida útil máxima, a respectiva concessionária deverá proceder da seguinte forma: 3.27.2.1. Deverá apresentar, até o mês de setembro do ano que anteceder o ano de vencimento da vida útil do(s) veículo(s), um cronograma de substituição deste(s) por veículo(s) novo(s); 3.27.2.2. Deverá apresentar também o(s) pedido(s) de compra do(s) veículo(s) de acordo com o cronograma estipulado no subitem 3.27.2.1 com antecedência mínima de 03 (três) meses da(s) inclusão(ões) do(s) novo(s) veículo(s);3.27.2.3.A operação do(s) veículo(s) será permitida até o penúltimo dia do ano em que este atingir sua vida útil máxima. A partir de então será(ão) automaticamente excluido(s) do Sistema de Transporte Coletivo Público de Passageiros.

É vedada a qualquer tempo a prestação dos serviços com veículo cuja idade de fabricação do chassi seja superior a 10 (dez) anos para ônibus, midiônibus, ATENDE e superior a 07 (sete) anos para os miniônibus.
3.28.1. Para a prestação dos serviços, a frota de ônibus e midiônibus deverá ter idade média de, no máximo, 05 (cinco) anos.
3.28.2. Para o início da operação do Serviço ATENDE, a frota deverá ter idade máxima de 05 (cinco) anos. Admitir-se-á a operação com veículos de até 10 (dez) anos, excepcionalmente, por um período de 270 (duzentos e setenta) dias, a contar da assinatura do contrato.

Cada empresa vai ser obrigada a disponibilizar um guincho por garagem. Os guinchos não contam na idade média da frota, mas devem passar por vistoriais como as dos ônibus.

WI-FI E AR-CONDICIONADO:

As empresas vão ter de colocar acesso à internet nos ônibus. Todos os ônibus zero quilômetro terão de possuir ar-condicionado, como já ocorre no sistema. Já o Wi-Fi, no entanto, deve ser instalado obrigatoriamente, mesmo nos ônibus usados:

A concessionária deverá providenciar a instalação do sistema Wi-FI, pontos de carga de baterias de celulares e letreiros eletrônicos nos novos veículos. Para os veículos que estejam dentro da sua idade máxima de uso, terão o prazo de até 08 (oito) meses, contados a partir da assinatura do contrato, para a implantação do WI-FI.

ISOS:

Outra obrigação, de acordo com os editais, é que as empresas tenham certificações de qualidade e respeito ao meio ambiente:

“A concessionária deverá obter certificação de qualidade série NBR ISO – 9001-2000 e Ambiental série NBR ISO/14001-2004. 3.40.1. O Plano para obtenção da Certificação deverá ser apresentado, para aprovação do Poder Concedente, no prazo de 06 (seis) meses, contados a partir da assinatura do contrato.”

REMUNERAÇÃO:

A TIR – Taxa Interna de Retorno das empresas será de 9,97%. Hoje está em torno de 16%. Além de ganhar por passageiro transportado, critérios como pesquisa de satisfação do passageiro e cumprimento das viagens vão influenciar nos ganhos dos empresários. Ao contrário de hoje que a SPTrans multa as empresas por atrasos e descumprimento de partidas, pelos editais, a penalização por estes problemas será pelo desconto no pagamento da remuneração. Assim, segundo a prefeitura, quem prestar um serviço inadequado, vai ganhar menos.

Os critérios para a remuneração das empresas terão os seguintes pesos:

50% pelos passageiros transportados

25% pelo cumprimento de viagens

15% pelos custos fixos do investimento do operador com veículos e equipamentos.

10% pela disponibilização da frota e opinião dos passageiros.

As empresas recebem por dia de operação: “O pagamento da operação diária será efetuado em até 05 (cinco) dias úteis após a operação.”

VALORES DE CONTRATOS E CAPITAL EXIGIDO:

Esta licitação de transportes é a maior do gênero dentre as já realizadas no País, devendo movimentar em torno de R$ 140 bilhões. Serão R$ 7 bilhões por ano pagos aos vencedores.

No entanto, os valores dos contratos e os capitais sociais estipulados nos editais variam de acordo com o lote operacional dentro de cada grupo de linhas

MODELO É DE SPEs e COOPERATIVAS FORAM EXCLUÍDAS:

O modelo exclui o sistema de cooperativas, o que já era sabido no mercado. Tanto é que as cooperativas se transformaram em empresas. A prefeitura vai assinar os contratos com SPEs – Sociedades de Propósito Específico, que vão reunir os empresários de acordo com a área de operação. Cada lote representa uma SPE, portanto serão 27 SPEs, sendo 5 no Grupo Estrutural, 9 no Grupo Local de Articulação e 13 no Grupo Local de Distribuição.  Consórcios e empresas podem participar da licitação desde que integrem uma SPE. Uma empresa que esteja numa SPE de um lote também pode estar na SPE de outro lote.

No caso de participação em consórcio, pelo menos uma das empresas dele integrante deve possuir em seu objeto social atividade que permita a operação de transporte coletivo urbano de passageiros, ficando a participação do consórcio condicionada a essa exigência, e ainda ao atendimento dos seguintes requisitos: 5.3.1. Compromisso público ou particular de constituição do consórcio, na forma estabelecida na Lei Federal nº 6.404/76 e alterações, subscrito pelos consorciados para participar no certame, devendo conter: 5.3.1.1. Denominação do Consórcio;

5.3.1.2. Qualificação das consorciadas; 5.3.1.3. Composição do consórcio, respectivas participações dos integrantes e compromisso futuro à participação de cada integrante na sociedade constituída com a finalidade de prestar os serviços desta concessão;

5.3.1.4. Organização e objetivo do consórcio; 5.3.1.5. Declaração à empresa líder de amplos poderes para representar as consorciadas, ativa e passivamente, em todos os atos necessários durante a licitação, com exclusividade, podendo, inclusive, assumir obrigações pelas demais, sem prejuízo da responsabilidade solidária das empresas consorciadas.

5.3.1.6. Definição da responsabilidade solidária das empresas consorciadas, pelos atos praticados em consórcio, durante a licitação e até a data da assinatura do contrato pela Empresa Concessionária (SPE) a ser constituída pelos membros do consórcio;

5.3.1.7. Compromisso das empresas integrantes do consórcio em constituírem uma Sociedade de Propósito Específico – SPE, nos termos do item 15.1 deste Edital.

EMPRESÁRIOS:

Apesar das mudanças das linhas e de parte da frota, o mercado aposta que a estrutura empresarial dos transportes na cidade deva passar por poucas alterações. Na prática, a aposta é de que os mesmos empresários continuem operando. Como o novo sistema não vai admitir mais as cooperativas, estas entidades se transformaram em empresas para participar da disputa. Tanto as atuais viações como as ex-cooperativas devem se organizar em SPE – Sociedade de Propósito Específico.

Hoje, o sistema é dividido em estrutural e local:

EMPRESAS DO SUBSISTEMA ESTRUTURAL:

– Viação Santa Brígida Ltda:

Principais Sócios: Belchior Saraiva, Luiz Augusto Saraiva, Marcio Arduin Saraiva, Mario Luiz Saraiva, Mauricio Daniel Saraiva, Silvia Helena Saraiva Gomes, Antonio Carlos Lourenco Marques, Julio Luiz Marques, Luiz Antonio De Paulo Marques, Manuel Lourenco Marques, Rita De Cassia Marques Mesa Campos

– Viação Gato Preto Ltda:

Principais Sócios: Ricardo Luis Gatti Moroni, Catharina Anna Gatti Moroni, Anita Cecilia Gatti Moroni de Padua Lima, Joao de Padua Lima Neto

– Sambaíba Transportes Urbanos Ltda:

Principais Sócios: Belarmino de Ascenção Marta, Bampar Participações Ltda, Vilar do Rei Participacoes Ltda, Comercial Sambaíba de Viaturas Ltda

– VIP Transportes Urbanos Ltda:

Principais Sócios:  José Ruas Vaz, Carlos de Abreu, Armelim Ruas Figueiredo, Vitorino Teixeira da Cunha,  Eduardo Caropreso Vaz Gomes, Antonio Roberto Berti, Carlos Alberto Risso Alexandre Videira, Claudio Jose Figueiredo Alves, Delfim Alves de Figueiredo, Jose Alves de Figueiredo, Luis do Nascimento Rodrigues, Marcos Jose Monzoni Prestes

– Ambiental Transportes Urbanos Ltda:

Principais Sócios: Eduardo Ciola, Jose Eduardo Caldas Goncalves, participação do Grupo Ruas

– Via Sul Transportes Urbanos Ltda:

Principais Sócios: Jose Ruas Vaz, Carlos De Abreu, Armelim Ruas Figueiredo, Ricardo Vaz Pinto, Vicente Dos Anjos Diniz Ferraz, Marcelino Antonio Da Silva, Manuel Bernardo Pires De Almeida, Francisco Pinto, Francisco Parente Dos Santos, Morgado De Mateus, Elvira Risso Alexandre Videira

– Viação Cidade Dutra Ltda:

Principais Sócios: Jose Ruas Vaz, Armelin Ruas Figueiredo, Francisco Pinto, Joao Goncalves Goncalves, Joaquim De Almeida Saraiva, Marcelino Antonio Da Silva, Vicente Dos Anjos Dinis Ferraz

– Tupi – Transportes Urbanos Piratininga Ltda:

Principais Sócios:  Gustavo Luiz Zampol Pavani, Paulo Eduardo Zampol Pavani

– Mobi Brasil Transportes São Paulo Ltda:

Principais Sócios: Niege Chaves, Tatiana Chaves Suassuna, Honorio Goncalves Da Silva Neto, Terra Participacoes E Patrimonio Eireli

– Viação Campo Belo Ltda:

Principais Sócios: Jose Ruas Vaz, Armelim Ruas Figueiredo, Francisco Pinto, Vicente Dos Anjos Dinis Ferraz

– Viação Gatusa Transportes Urbanos Ltda:

Principais Sócios: Jose Saad Neto, Livonpride S/A.,

– Transkuba Transportes Gerais Ltda:

Principais Sócios: Sergio Kuba, Cafetur Transportes Ltda.,

– Transppass Transportes de Passageiros Ltda:

Principais Sócios: Antonio Dos Santos Pereira, Antonio Joao Pinto Dos Santos, Simone Batista Dos Santos

EMPRESAS DO SUBSISTEMA LOCAL – ANTIGAS COOPERATIVAS:

– Consórcio Spencer Transporte (antiga Cooper Fênix)

Principais Sócios: Manoel Edson Barbosa, Roberson De Nobrega

– Norte Buss Transporte (antiga Transcooper)

Principais Sócios: Guilherme Correa Filho, Jeremias Jose Pereira, Luiz Fernando Silva Dos Santos, Paulo Sato, Valdi Batista De Figueiredo

– Consórcio Qualibus (antiga garagem 2 da Associação Paulistana)

Principais Sócios: Luiz Carlos Calegari, Marcelo Paschoal Cardoso, Ubiratan Antonio Da Cunha,

– Transunião Transportes (antiga garagem 3 da Associação Paulistana):

Principais Sócios: Wilson Pereira Da Costa, Ubirata Batista De Oliveira, Osiel Bernardino Pinto, Jose Edson Accioly Lins, Adauto Soares Jorge, Adao Lino Dos Santos,

– MOVE SP Soluções em Mobilidade Urbana Ltda (antiga Aliança Cooperpeople – Garagem Coopertranse – denominação anterior Transpeople Soluções em Mobilidade Urbana).

Principais Sócios: Agenor Alexandre da Silva Filho,  Antônio Alves de Oliveira, Marcelo Cavallini Colli, Wagner dos Santos

– Express Transportes Urbanos (proveniente da cooperativa Nova Aliança e da Empresa Novo Horizonte):

Principais Sócios: Agnaldo Dias Gomes, Angela Roberta Da Silva Agoston, Vanessa Rodrigues Da Silva,

– Allianz Transportes (antiga garagem 1 da Associação Paulistana) – Denominação Atual:

Allibus Transportes Ltda

Principais Sócios: Anderson Barbosa Da Silva, Paulo Henrique Cipriano, Sandra Pinho Da Silva,

– Pêssego Transportes (antiga Transcooper Leste):

Principais Sócios: Antonio Carlos Da Silva, Danilo Morilio Da Silva, Fabio Dos Santos, Marcio Borges Parente

– Transwolff Transportes (antiga Cooper Pam) 

Principais Sócios: Luiz Carlos Efigenio Pacheco, Moises Gomes Pinto,

– Consórcio Auto Viação Transcap (antiga Unicoopers):

Principais Sócios: Ronaldo Tadeu De Oliveira, Valter Da Silva Bispo

– Alfa Rodobus Transportes

Principais Sócios: Aliomar Rocha Junior, Aurineide Moura Andrade Santos, Edson Bernardo Da Silva, Ezequias De Oliveira, Ezequiel De Oliveira, Jose Lenildo De Lima, Patricia Olegario De Lira, Reginaldo Gomes Da Silva, Sara Oliveira Cavalcante, Silberto Soares Ferreira, Willamys Da Silva Bezerra

DIVISÃO POR ÁREA DE OPERAÇÃO:

  • Empresas do Subsistema Estrutural:
  • Área 1 – Zona Noroeste – verde claro: Consórcio Bandeirantes (Viação Santa Brígida Ltda e Viação Gato Preto Ltda)
  • Área 2 – Zona Norte – azul escuro: Sambaíba Transportes Urbanos Ltda.
  • Área 3 – Zona Nordeste – amarelo: Consórcio Plus (VIP Transportes Urbanos Ltda).
  • Área 4 – Zona Leste – vermelho: Ambiental Transportes Urbanos S.A – incluindo a rede de trólebus
  • Área 5 – Zona Sudeste – verde escuro: Consórcio Via Sul (Via Sul Transportes Urbanos Ltda) – incluindo o BRT (corredor de ônibus) Expresso Tiradentes
  • Área 6 – Zona Sul – azul claro: Consórcio Unisul (Viação Cidade Dutra Ltda; Tupi Transportes Urbanos Piratininga Ltda; MobiBrasil Transportes São Paulo Ltda; VIP Transportes Urbanos Ltda).
  • Área 7 – Zona Sudoeste – vinho: Consórcio Sete (Viação Campo Belo Ltda, Viação Gatusa Transportes Urbanos Ltda; Transkuba Transportes Gerais Ltda; VIP Transportes Urbanos Ltda).
  • Área 8 – Zona Oeste – laranja: Consórcio Sudoeste (Transppass Transportes de Passageiros Ltda e Viação Gato Preto Ltda.)
  • Empresas (ex-cooperativas) do Subsistema local:
  • Área 1 – Zona Noroeste – verde claro: Consórcio Spencer Transporte (antiga Cooper Fênix) e Norte Buss Transporte (antiga Transcooper)
  • Área 2 – Zona Norte – azul escuro: Consórcio Spencer Transporte (antiga Cooper Fênix) e Norte Buss Transporte (antiga Transcooper)
  • Área 3 – Zona Nordeste – amarelo: Consórcio Qualibus (antiga garagem 2 da Associação Paulistana) e Transunião Transportes (antiga garagem 3 da Associação Paulistana).
  • Área 4 – Zona Leste – vermelho: Express Transportes Urbanos (proveniente da cooperativa Nova Aliança e da Empresa Novo Horizonte), Allianz Transportes (antiga garagem 1 da Associação Paulistana) e Pêssego Transportes (antiga Transcooper Leste).
  • Área 5 – Zona Sudeste – verde escuro: Consórcio Move São Paulo  (antigo Consórcio Aliança Cooperpeople – Garagem Coopertranse) e Imperial Transportes (antiga cooperativa Nova Aliança).
  • Área 6 – Zona Sul – azul claro: Transwolff Transportes (antiga Cooper Pam)e  A2 Transportes (antiga Cooper Líder).
  • Área 7 – Zona Sudoeste – vinho: Transwolff Transportes (antiga Cooper Pam).
  • Área 8 – Zona Oeste – laranja: Consórcio Auto Viação Transcap (antiga Unicoopers) e  Alfa Rodobus Transportes

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

MATÉRIAS RELACIONADAS À LICITAÇÃO:

CONFIRA OS PRINCIPAIS PONTOS DOS EDITAIS DEFINITIVOS – LICITAÇÃO DOS TRANSPORTES DE SÃO PAULO: Propostas devem ser entregues a partir de 18 de novembro

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Haddad diz que licitação dá “condições máximas de competição”

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Frota de trólebus deve aumentar com licitação:

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URGENTE – TCM SUSPENDE LICITAÇÃO DOS TRANSPORTES DE SÃO PAULO:

http://wp.me/p18rvS-5pf

CONFIRA AS MINUTAS DO EDITAL DE LICITAÇÃO EM SÃO PAULO:

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DECRETO PARA LICITAÇÃO É PUBLICADO OFICIALMENTE:

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LICITAÇÃO EM SÃO PAULO VAI ALTERAR 30% DAS LINHAS DE ÔNIBUS NA CIDADE:

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O QUE AS EMPRESAS DE ÔNIBUS ESPERAM DA LICITAÇÃO DOS TRANSPORTES EM SÃO PAULO:

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EMPRESAS DE ÔNIBUS DE SÃO PAULO CONTESTAM EDITAL DE LICITAÇÃO:

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PREFEITURA DE SÃO PAULO PRORROGA ATÉ 31 DE AGOSTO PRAZO PARA CONSULTA PÚBLICA DE EDITAL DE LICITAÇÃO:

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FROTA LIMPA – LEI DE MUDANÇAS CLIMÁTICAS NÃO FOI LEVADA A SÉRIO:

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LICITAÇÃO DOS TRANSPORTES: MENOS MICROS E MAIS MIDIS. Maior número de Viagens:

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LICITAÇÃO DE SÃO PAULO: ENTIDADES NACIONAIS E INTERNACIONAIS FORMALIZAM PEDIDO DE FROTA LIMPA PARA EDITAL:

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LICITAÇÃO SÃO PAULO – ENTIDADES PENDEM MAIS 60 DIAS DE CONSULTA PÚBLICA E FRENTE PARLAMENTAR VAI DISCUTIR EDITAL E MEIO AMBIENTE:

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LICITAÇÃO DOS TRANSPORTES – TATTO SE REÚNE COM TCM PARA EDITAL NÃO SER BARRADO:

https://blogpontodeonibus.wordpress.com/2015/07/30/licitacao-dos-transportes-em-sao-paulo-tatto-se-reune-com-tcm-para-edital-nao-ser-barrado/

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AR CONDICIONADO: LICITAÇÃO DOS TRANSPORTES DE SÃO PAULO VAI SER MODELO PARA O PAÍS:

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LICITAÇÃO DOS TRANSPORTES DE SÃO PAULO: Cartas marcadas ou mercado difícil de competir?

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LICITAÇÃO EM SÃO PAULO: ESTRANGEIROS SÓ COM EMPRESAS BRASILEIRAS:

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ADAMO BAZANI

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

25 comentários em TCM suspende licitação dos transportes de São Paulo

  1. Bom dia Àdamo.

    Parabéns pela excelente cobertura do assunto, como de seu costume.

    Desejo que já tenhas se recuperado, ou, à caminho.

    Causa espanto, o Sr. Ruas, ainda conseguir se manter de pé. Não o enxergo como mau empresário, mas, já foi melhor.

    Ademais, caso um certo “empresário”, consiga se manter no “jogo”, o status quo, realmente não mudará, v.g., o caso da Leblon.

    O ramo do transporte de passageiros no Brasil, está precisando de um choque de profissionalismo e eficiência. Menos pastéis.

    Abraço.

  2. Os Tribunais de Contas são os órgãos mais inúteis da república. Só servem para fazer politicagem e encher a paciência.

  3. aumentar o numero de baldeações tranquilo com tanto que possamos pegar mais de 4 onibus em 3horas

  4. fazer mais baldeações tranquilo com tanto que possamos pegar mais de 4 conduções em 3 horas

    • Existe o bilhete único mensal, que permite que você use por 31 dias corridos quantos ônibus precisar, exceto o mesmo veiculo no período de 1h, para evitar fraldes. Basta fazer a solicitação junto a SPTrans, ai você compra a cota de 140,00. No primeiro onibus a utilizar, começara a contar os dias. Há também a opção do Semanal, Diário (raro encontrar) e o convencional que paga 3,50 por 4 conduções em 3 horas (comum) e 2hs (vt).
      Eu como vendedor autônomo, uso o mensal. É muito vantajoso pra mim.

  5. Eu analisei a parte operacional contida nesse edital:
    O discurso é muito lindo, o que está no papel é perfeito,porém o que acontecerá na prática é preocupante e a grande maioria da população ainda não se deu conta. Vai perceber isso quando realmente acontecer, se acontecer.
    O que está desenhado no edital é o seguinte:

    – O grupo local leva os passageiros do bairro até os terminais e as estações de transferência ou estações de trem e metrô. Com veículos midi a básico.
    – O grupo regional transporta os passageiros entre regiões, alimentando os corredores e terminais em um trecho maior que o local. Com veículos básico à articulado de 18 metros.
    – E o Grupo estrutural pega todos esses passageiros e transporta para a região central e outros terminais compondo linhas troncais ou perimetrais com grande capacidade de oferta.
    Com isso elimina-se sobreposição de linhas e otimiza frota atendendo melhor. colocando a oferta adequada aos interesses da demanda.

    Isso é lindo, é perfeito, mas quando analisamos a composição da frota e das linhas distribuídos nesses grupos constatamos que não é bem assim.
    No grupo estrutural tem um grande número de veículos padron (13 metros), que deveriam operar apenas nas linhas regionais. Esses veículos não atendem a demanda que será deixada nos terminais ou corredores alimentados pelo grupo regional e local. E o pior de tudo é que a quantidade de veículos, sequer atendem a demanda. E se for colocar o número que atende congestiona os corredores.
    Esse é só um exemplo, entre muitos outros que não teremos como dimensionar aqui.

    Na verdade, a prefeitura se preocupou em reduzir os custos (tirando 2.000 ônibus de circulação). Mas ela não está repondo essa oferta. Não será possível cumprir todo esse número de viagens que eles estão afirmando com a frota proposta no edital e o tempo de viagem descrito no mesmo.

    Cancelaram muitas linhas (sobrepostas) mas não adequaram a oferta para atender todos os passageiros e as linhas designadas para cobrir as mesmas em vários casos não atendem sequer 50% do trecho da linha cancelada. O usuário vai pegar ônibus mais lotado, isso quando conseguir pegar. E ainda vai precisar descer e pegar mais um ou dois ou três veículos para chegar ao seu destino. Imagine isso nos horários de pico.

    Em resumo: A ideia é genial, o modelo de operação proposto é espetacular. Mas na hora de desenhar isso, ou seja, trazer isso para o papel, não souberam adequar à realidade do município de São Paulo. Suponho vários motivos:
    – Quem fez não conhece a fundo a realidade da nossa cidade:
    – Essas mudanças requerem grandes investimentos do poder público (em construção de mais terminais e corredores, ou seja, em toda a infra-estrutura);
    – Essas mudanças requerem grandes investimentos dos empresários, e para isso eles precisam ter o retorno.

    Afinal, não sabemos, mas a população não pode pagar por isso.

  6. TA NA CARA QUE FOI UMA ATITUDE POLITICA, A MENOS DE 10 DIAS DA ABERTURA DOS ENVELOPES, CHEIRA A EU NÃO RECEBI A MINHA PARTE ENTÃO MELO O NEGOCIO, UAM VERGONHA O PAIS ESTA EM COMA PROFUNDO, VAI FICAR NESTE ENROLEIXO ATÉ O DIA DE SÃO LUCAS, UMA PENA.

    • PARECE MESMO !! SINTO UM FEDOR HORRIVEL DE PROPINODUTO FURADO E VAZANDO…E DO ENXOFRE TMB… O TRANSPORTE PUBLICO DE SP/SP, BEM COMO OS NEGÓCIOS DA CET E A COLETA DO LIXO…SEMPRE SERÃO FONTES DE CORRUPÇÃO, E DE MUITO TRABALHO PRAS FORÇAS DE SEGURANÇA…E PROS JUÍZES!

  7. Vereador Adilson Amadeu

  8. boa tarde,o que o Gabriel disse é a pura verdade,uma coisa é no papel,outra na pratica,moro na zona leste área 4, sabemos que esta área, desde as mudanças do sistema,é a mesma coisa, precária de ônibus, temos centenas de lotação apertadas,principalmente no metrô itaquera,linhas que já passou da hora de por ônibus normal, e não temos,o consórcio plus (vip) opera na área 3 e 7 da cidade também,como a antiga transcooper opera na 2 e 4 hoje atual norte bus e pêssego transportes,como está faltando 1 empresa de ônibus na área 4 a idéia era a sambaíba atender a área 2 e 4 também,porque a leste é a mais populosa não tem 1 corredor de ônibus na esquerda ,agora imagina vai eliminar mais linhas vai sobrecarregar a outra,tudo mundo na mesma linha,falar é fácil,escrever no papel também,duro é na pratica,não funciona mesmo,só PROMESSAS NÃO CUMPRIDAS.

  9. Enviamos pedidos de suspensão de edital Processos 2015-0.051.573-2, 2015.0.051.596-4, e 2015.0.5051.557-8 no dia 27 de outubro Destacamos o modelo inusual de exigir a menor tarifa sem pagamento de qualquer outorga; ao deixar o CCO ficar na mãos das empresas será o mesmo que deixar a raposa tomando conta do galinheiro, entre outras questões.

  10. Parabéns pela cobertura Adamo! Foi ótima, acho que nesta gestão está licitação vai acabar em pizza até as eleições do ano que vem…

  11. Essa licitação é a maior piada da história de SP (como esse prefeito e o secretário também são). O modelo seria funcional, primeiro, se os deslocamentos na maior parte não fossem do começo ao final da linha, mas sim com as pessoas descendo (ou subindo) no meio do trajeto também. Sabemos que a maior parte da população de SP “se muda” dos extremos para o centro e vice-versa ao final do dia, não existe o “pinga pinga”. também deveria haver primeiro corredores realmente segregados, que dariam condições para linhas troncais serem de fato troncais (coisa que não vai acontecer tão cedo também). Essa licitação esta colocando “o carro na frente dos bois”, pra variar…

  12. Como sempre uns metendo o pau achando que o sistema atual esta uma maravilha,onde as empresas fazem o que querem,atrasam partidas,não fazem partidas e lucram muito,enquanto o povo e carregado como gado,quanto a matéria publicada atualizada eles eu eu já previa o TCM intervir,picuinha política com o PT evidente da nisso,e o Haddad faz parte e não escapa.

  13. TCM…Ja não chega a incompetência, a arrogancia e o “CATOLICISMO DE VITRINE” e as putarias do Prefeito e seu maldito partido e seus malditos aliados…e dessa oposição fraquíssima…e vendida…Ainda vem vcs e ATRASAM AINDA MAIS a nossa sofrida vida…Pra q vcs servem afinal ?? TCU, TCE (do qual quase nunca ouço falar…) TCM E AFINS ?? q saco!! Parem de picuínha!

  14. Amigos, bo noite.

    Ate que enfim uma medida sensata.

    PREVISIVELLLLLLLLLLLLLLL

    Era so uma questao de tempo, ou antes ou depois do certame, aguardem…

    Sem falar na ausencia de tecnica.

    O edital apresenta aos novas linhas ou serao elaboradas apos a homologacao.

    Em breve contrato emergencial e Pi$$a.

    Att,

    Paulo Gil

  15. Rodrigo Santos, boa noite.

    Sao duas coisas diferentes:

    1) O sistema atual que todo mundo ja sabe os problemas que existem.

    2) Em linhas gerais comentei sobre o edital que contem pontos que eu descordo e o TCM tambem, embora eu nao li os 40 e tantos questionamentos, mas os citados no post sao os mais contundentes.

    Devido a nao construcao de BRT’s de verdade, nao vejo com bons olhos o novo sistema, ats poraue nao tem o CCO e a remuneracao por satisfacao nao vejo comk sera aplicada uma vez que a fiscalizadora faz vistas grossas as reclamacoes, nox levando a crer que este quesito sempre sera pago, haja visto que o TCM tambem nao viu logica nesse calculo.

    Assim sendo primeiro temos de ter um edital coerente, seguido de projetos e obras con luidas que deem sustentacao tecnica ao novo modelo operacional.

    Lembro tambem que os buzoes hoje tem GPS e ainda existem os carros “botas”, ontem a tarde eu vi 8019 colado na bota do 8705 e sem ai da ter o CCO este e varios erros crassos ainda continuarao a ocorrer.

    Portanto, primeiro tem que corrigir o edital e este tem de conter um modelo operacional compativel com a real malha viaria que a cidade possui nao adianta contemplar sistema estrutura se temos um unico BRT em Sampa e muitos Aerotrens para operar em breve.

    Att

    Paulo Gil

  16. como fica os salários dos motoristas das cooperativa,s, que viraram empresas, novembro/2015

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