Licitação dos Transportes em São Paulo: O que as empresas atuais esperam da concorrência?

ônibus São Paulo

Ônibus em São Paulo. Empresas atuais devem se reestruturar para nova divisão do sistema de transportes na cidade. Todas vão participar da licitação. Foto: Adamo Bazani

Presidente do SPUrbanuss, Francisco Christovam confirma que todas as viações têm o interesse em permanecer no sistema. Para ele, operar transporte em São Paulo não é “tarefa para amadores” e nem para novatos

ADAMO BAZANI

A prefeitura de São Paulo promete com a licitação dos transportes na cidade oferecer uma nova estrutura de linhas, com grupos de serviços estruturais, com ônibus maiores em corredores, locais de articulação, ligando regiões diferentes, e locais de distribuição, dentro dos bairros.

Uma das expectativas é em relação à estrutura empresarial de quem comanda os ônibus na cidade. Com medidas como a declaração para fins de utilidade pública das atuais garagens, para eventuais desapropriações, a prefeitura também promete uma maior concorrência na licitação, esperando a participação de grupos empresariais que não atuam na cidade.

Mas se depender dos atuais grupos operadores, o páreo vai ser difícil.

Em entrevista exclusiva ao Blog Ponto de Ônibus, o presidente do SPUrbanuss – Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Passageiros de São Paulo, Francisco Christovam confirma: “Todas as atuais empresas concessionárias têm interesse em continuar prestando serviços de transporte à população.”

O SPUrbanuss reúne as empresas que hoje operam o chamado sistema estrutural da cidade de São Paulo: Viação Santa Brígida Ltda, Viação Gato Preto Ltda, Sambaíba Transportes Urbanos Ltda, VIP Transportes Urbanos Ltda, Ambiental Transportes Urbanos Ltda, Via Sul Transportes Urbanos Ltda, Viação Cidade Dutra Ltda, Tupi – Transportes Urbanos Piratininga Ltda, Mobi Brasil Transportes São Paulo Ltda, Viação Campo Belo Ltda, Viação Gatusa Transportes Urbanos Ltda, Transkuba Transportes Gerais Ltda, Transppass Transportes de Passageiros Ltda.

Apesar do número aparentemente grande de empresas, os serviços são considerados concentrados. Juntas, famílias como de José Ruas Vaz, de Belarmino de Ascenção Marta, Saraiva, Abreu, Pavani, Saad, Kuba, além da empresária de Recife, Niege Chaves, à frente da Mobibrasil, controlam quase a totalidade das linhas do sistema estrutural.

Muitas destas famílias, com exceção de Niege Chaves, atuam há mais de cinquenta anos na cidade de São Paulo.

Se depender da disposição destas famílias, a estrutura empresarial da cidade não muda nos próximos 20 anos, que é a duração dos contratos que devem ser assinados com a nova licitação.

Engenheiro e profissional de transportes que atuou na gestão pública, como na CMTC – Companhia Municipal de Transportes Coletivos, Francisco Chistovam fala dos estudos para a elaboração das divisões de linhas propostas nas minutas do edital, que tiveram acompanhamento de uma empresa contratada pelas viações.

Christovam também aborda a “estatização das garagens”. Segundo ele, preterir as atuais operadoras de transportes para facilitar a entrada de outras empresas é uma “operação arriscada”.

Sobre a Lei de Mudanças Climáticas, que prevê cem por cento da frota de ônibus que não depende de combustíveis fósseis a partir de 2018, o presidente do SPUrbanuss ainda fala que a meta será impossível de ser cumprida por causa dos custos e da “indisponibilidade de combustíveis não-fósseis, em quantidade suficiente para abastecer toda a frota de ônibus da cidade.”

Confira abaixo a íntegra da entrevista:

Blog Ponto de Ônibus: No início deste mês de julho, a SMT – Secretaria Municipal de Transportes divulgou as minutas do edital de licitação do sistema de ônibus da cidade. Qual a avaliação que o SPUrbanuss faz das propostas apresentadas pelo poder público?

Francisco Christovam: O edital disponibilizado para consulta pública apresenta algumas novidades, a saber:

1)    O estudo detalhado de uma nova rede de transporte para a cidade é o ponto de partida para a discussão de novas propostas operacionais. A divisão das linhas em estruturais e perimetrais, de articulação regional e de distribuição local nos pareceu interessante (lembrete: o estudo foi feito pela empresa Oficina, contratada pela SPTrans, com acompanhamento pela empresa Logit, contratada pelo SPUrbanuss);

2)    A exigência da implantação de um CCO por parte das concessionárias é um avanço muito importante para a melhoria da eficiência operacional e para a melhoria da qualidade do serviço oferecido à população (lembrete: todos os ônibus são equipados com GPS –AVL);

3)    A exigência de constituição de SPE’s (Sociedade de Propósito Específico), muito provavelmente, forçará as empresas a melhorar os seus sistemas de gestão empresarial.

Blog Ponto de Ônibus: O novo modelo proposto pelo certame divide o sistema em três grupos (estrutural, local de articulação e local de distribuição). Como as empresas devem se organizar para a disputa diante deste novo modelo de linhas?

Francisco Christovam: As empresas deverão se organizar para atender às exigências do poder público. Isso significa rever a tipologia da frota, o modelo operacional, o modelo de monitoramento da operação e a busca do melhor desempenho, no sentido de otimizar os recursos humanos e materiais e obter o melhor resultado econômico-financeiro.

Blog Ponto de Ônibus:  Hoje a cidade é dividida em oito consórcios. A estrutura empresarial agora deve ser de SPEs – Sociedades de Propósito Específico. As empresas já esboçam como vão se juntar para estas sociedades. Do ponto de vista geográfico, deve haver mudanças na área de atuação territorial das empresas? Quais?

Francisco Christovam: Para a operação dos cinco lotes, das linhas estruturais e perimetrais, as atuais empresas deverão se compor para a constituição das novas SPE’s; mas, ainda não há definições a respeito. No que se refere aos nove lotes das linhas de articulação regional, muito provavelmente, as empresas deverão constituir as SPE’s a partir das empresas existentes.

Blog Ponto de Ônibus:  A TIR – Taxa Interna de Retorno, hoje em torno de 18%, de acordo com a verificação independente do sistema feita pela Ernest & Young, vai ser reduzida para 9,97%. As empresas concordam com este novo percentual?

Francisco Christovam: A Taxa Interna de Retorno – TIR de um empreendimento demonstra a sua viabilidade econômico-financeira, levando em conta os investimentos, as despesas e as receitas, ao longo de um determinado período. Neste momento, com base nas informações colocadas à disposição, as empresas estão fazendo as devidas avaliações, para verificar se o projeto é viável ou quais mudanças são necessárias para se trabalhar com a TIR determinada pelo poder público.

Blog Ponto de Ônibus:  Fontes ligadas ao mercado de transportes, ouvidas pelo Blog Ponto de Ônibus, dizem que as empresas que hoje atuam no sistema estão muito tranquilas quanto à sua manutenção no sistema. Tanto é que às vésperas da licitação realizam compras de veículos de alto valor, como os superarticulados, cada um custando mais de R$ 800 mil. Realmente existe esta expectativa de permanência no sistema?

Francisco Christovam: Operar transporte público por ônibus, na cidade de São Paulo, não é tarefa para neófitos e, muito menos, para amadores. As empresas que atualmente operam transporte por ônibus na Capital o fazem por décadas e conhecem muito bem o ambiente institucional, as condições operacionais, o perfil dos usuários e outras características inerentes à produção desse serviço. Não há o quê temer, numa competição isonômica e imparcial.

Blog Ponto de Ônibus:  Há alguma empresa hoje associada ao SPUrbanuss que não demonstrou interesse em continuar atuando na cidade? Qual? As empresas que atuam hoje foram procuradas por algum grupo que não opera em São Paulo para possíveis parcerias na licitação?

Francisco Christovam: Todas as atuais empresas concessionárias têm interesse em continuar prestando serviços de transporte à população. Não chegou ao nosso conhecimento nenhuma informação sobre eventuais futuras parcerias com empresas de fora.

Blog Ponto de Ônibus:   A Lei de Mudanças Climáticas prevê uma frota total de ônibus na cidade que não depende de combustível fóssil. Hoje são comprados superarticulados e outros modelos a diesel que devem ficar mais dez anos no sistema. Assim, em 2018, não será possível o cumprimento da Lei. Mas o que as empresas estão fazendo para adquirir ou testar ônibus não poluentes, em especial elétricos? Faltam opções de modelo no mercado?

Francisco Christovam: As empresas contrataram a elaboração de um detalhado estudo técnico, conduzido por renomado especialista na matéria, e encaminharam o relatório final ao poder público. Não se tata de uma questão tecnológica; mas, de um problema de oportunidade e que demanda recursos financeiros impossíveis de serem viabilizados. Não há a menor possibilidade de aplicação da lei vigente, pela indisponibilidade de combustíveis não-fósseis, em quantidade suficiente para abastecer toda a frota de ônibus da cidade. Não há, também, recursos financeiros disponíveis para a eletrificação de todo o transporte por ônibus da cidade.

Blog Ponto de Ônibus:  Já há uma estimativa de como será o padrão visual dos ônibus na cidade?

Francisco Christovam: Ainda não.

Blog Ponto de Ônibus:  Haverá uma reorganização de linhas que deve aumentar o número de baldeações. Mas para que isso funcione adequadamente, será necessário ampliar a extensão de vias exclusivas, como corredores de ônibus. Como o SPUrbanuss vê a questão da infraestrutura para os transportes na cidade?

Francisco Christovam: Sem uma infraestrutura adequada, não há como o poder público exigir transporte de qualidade, a preços razoáveis. É preciso ampliar as faixas exclusivas, bem como o número de corredores e de terminais de integração. É de suma importância que o poder público invista pesado na manutenção das vias destinadas à circulação dos veículos.

Blog Ponto de Ônibus: Com algumas propostas do edital, por exemplo, a criação das SPEs, de um CCO – Centro de Controle Operacional mais moderno, a gestão integrada das linhas, redução de frota, bilhetagem operada pelas empresas, etc., a postura do empresário de ônibus, que hoje é considerado ainda conservador, vai ter de mudar? Em quais pontos?

Francisco Christovam: Basicamente, na gestão empresarial, no aprimoramento da mão-de-obra do setor e na comunicação com os seus “clientes”. Daqui para frente, teremos que atuar num ambiente competitivo, com clientes mais exigentes e condições bastantes adversas para a produção dos serviços.

Blog Ponto de Ônibus: Quais as dificuldades de operar transporte hoje em São Paulo que podem ser reduzidas com a licitação e quais pontos que foram deixados de lado ou abordados ainda de maneira insuficiente pelas propostas contidas na minuta?

Francisco Christovam: O poder público precisa ter consciência que a qualidade do serviço prestado à população não depende exclusivamente das empresas operadoras. O poder público é, e por muito tempo, ainda será, o responsável pelas condições de circulação dos ônibus, pela semaforização das vias, pelo espaçamento entre os pontos de parada, pela remoção dos veículos envolvidos em acidentes na via pública e etc… Tudo isso interfere na qualidade do serviço oferecido à população.

Blog Ponto de Ônibus:   E a questão da “estatização” das garagens. Quais os efeitos práticos das possíveis desapropriações dos espaços para o sistema?

Francisco Christovam: Na verdade, até agora, nenhum efeito prático pode ser percebido. Há que se considerar que facilitar a entrada de novas empresas no setor, preterindo as atuais empresas, pode ser uma operação muito arriscada. É trocar o certo pelo duvidoso.

Blog Ponto de Ônibus:  A tarifa de ônibus em São Paulo é marcada por um paradoxo. É realmente cara para o passageiro e empregadores, mas os custos dos operadores são muito altos, necessitando até de subsídios. Do ponto de vista das viações, como fazer com que a tarifa cobre os custos e deixem margem para investimentos e não seja tão pesada para o usuário?

Francisco Christovam: Em nenhuma grande cidade do mundo, o transporte público prescinde de subsídio aos usuários. Repito: o subsídio é ao usuário e não às empresas.  É preciso esclarecer que a conta do transporte sempre é paga pelo usuário ou pelo contribuinte. Na medida em que o poder público aumenta as gratuidades e não melhora as condições operacionais, não há como produzir serviços de maneira eficiente e mais econômica.

Blog Ponto de Ônibus: O senhor tem experiência como gestor público de transportes, já tendo atuado, por exemplo, na CMTC – Companhia Municipal de Transportes Coletivos. Conte um pouco desta história e hoje, como é estar do “outro lado do balcão”, ou seja, atuando na iniciativa privada.

Francisco Christovam: Passei quase que toda a minha vida profissional do lado do poder público. Vi e vivi várias experiências de sucesso na condução dos serviços públicos, sob a ótica da iniciativa privada. Hoje, procuro tomar minhas decisões, no setor privado, sem perder a noção de como as coisas são vistas e conduzidas pelos administradores públicos. Sem falsa modéstia, são poucos os profissionais que tiveram essa oportunidade que conseguem conciliar os dois lados da mesma moeda.

Blog Ponto de Ônibus:  A cidade de São Paulo tem o maior sistema de ônibus da América Latina: são cerca de 15 mil ônibus atualmente que transportam 9 milhões de pessoas por dia (contando com integrações). Apesar das carências e necessidades de melhoria, os transportes funcionam. Como é operar esta estrutura todos os dias?

Francisco Christovam: Fazendo uso do dito popular, é mais ou menos como matar um leão por dia. Realizar mais de 10 milhões de viagens por dia, com uma frota de cerca de 15 mil ônibus, operando em condições adversas, é desafio para gigantes. Costumo dizer que comparar São Paulo com Londres ou Paris é covardia… Se for para fazer comparações, vamos dar uma olhada no transporte por ônibus em cidades do porte de São Paulo, ou seja, Xangai, Lagos, Karashi, Istambul, Mumbai, Moscou, Pequim, Tóquio e Cidade do México. Ah, importante verificar a rede de transporte por trilhos nessas cidades.

ALGUMAS MUDANÇAS E COMO SÃO HOJE OS TRANSPORTES:

FROTA:

Como é

14.770 veículos, entre miniônibus, micro-ônibus, ônibus midi, ônibus convencionais, ônibus padron, ônibus articulados, ônibus superarticulados, ônibus biarticulados

Como deve ser

12.898 veículos – frota referência. Segundo a prefeitura, a racionalização das linhas e a colocação de ônibus maiores vai possibilitar a redução da frota. Continuam as configurações entre miniônibus, micro-ônibus, ônibus midi, ônibus convencionais, ônibus padron, ônibus articulados, ônibus superarticulados, ônibus biarticulados.

LINHAS:

Como é

Total: 1.386

Concessão: 869
Permissão: 517

Como deve ser:

1200 – aproximadamente, com a reformulação de trajetos.
DIVISÃO DOS SERVIÇOS NA CIDADE:

Como deve ser

Continuam os subsistemas estrutural e local, mas as linhas vão ser divididas em três grupos que somam 27 lotes operacionais.

Grupo Estrutural – Subsistema estrutural: compreende as linhas que trafegam em corredores exclusivos ou vias de grande movimento com ônibus de maior capacidade. Terá linhas radiais, ligando as regiões da cidade até o centro ou perimetrais, ligando diferentes regiões sem passar pelo centro histórico.  Serão cinco lotes operacionais: Lote Estrutural 1 (E1) – Área Operacional Norte, Lote Estrutural 2 (E2) –  Área Operacional Leste,  Lote Estrutural 3 (E3) – Área Operacional Sul, Lote Estrutural 4 (E4) – Área Operacional Oeste, Lote Estrutural 5 (E5) –  Lote Especial Trólebus (Zona Leste ao Centro)

Grupo Local de Articulação Regional – Subsistema Local: Reúne as linhas que vão unir diferentes regiões da cidade ou vão até o centro sem passar por vias de grande movimento. Reúne nove lotes operacionais:  Lote Local de Articulação Regional 0 –zero –(AR0)-  Área Operacional Central, Lote Local de Articulação Regional 1 (AR1) – Área Operacional Noroeste,  Lote Local de Articulação Regional 2 (AR2)-  Área Operacional Norte,  Lote Local de Articulação Regional 3 (AR3) – Área Operacional Nordeste,   Lote Local de Articulação Regional 4 (AR4)- Área Operacional Leste, Lote Local de Articulação Regional 5 (AR5) –  Área Operacional Sudeste,  Lote Local de Articulação Regional 6 (AR6) –  Área Operacional Sul, Lote Local de Articulação Regional 7 (AR7) – Área Operacional Sudoeste, Lote Local de Articulação Regional 8 (AR8) -Área Operacional Oeste

Grupo “Local de Distribuição” – Subsistema Local: Com ônibus menores deve fazer ligações dentro das regiões, normalmente até estações de trem, estações de metrô, corredores de ônibus e terminais de ônibus. São trezes lotes de operação: Lote Local de Distribuição 1 (D1) –  Área Operacional Noroeste, Lote Local de Distribuição 2 (D2) –  Área Operacional Norte, Lote Local de Distribuição 3 (D3) – Área Operacional Nordeste 1,  Lote Local de Distribuição 4 (D4) –  Área Operacional Nordeste 2, Lote Local de Distribuição 5 (D5)- Área Operacional Leste 1,  – Lote Local de Distribuição 6 (D6) – Área Operacional Leste 2, – Lote Local de Distribuição 7 (D7)-  Área Operacional Sudeste, –  Lote Local de Distribuição 8 (D8) –  Área Operacional Sul 1, –  Lote Local de Distribuição 9 (D9) – Área Operacional Sul 2, – Lote Local de Distribuição 10 (D10) – Área Operacional Sul 3, Lote Local de Distribuição 11 (D11) –  Área Operacional Sudoeste 1,  Lote Local de Distribuição 12 (D12) –  Área Operacional Sudoeste 2,  Lote Local de Distribuição 13 (D13)  – Área Operacional Oeste.

Como é

São oito áreas operadas por empresas de ônibus no subsistema estrutural e por empresas, que eram cooperativas, no subsistema local (linhas de bairro)

Subsistema Estrutural (concessionárias – empresas de ônibus)

Área 1 – Zona Noroeste – verde claro: Consórcio Bandeirantes (Viação Santa Brígida Ltda e Viação Gato Preto Ltda)

Área 2 – Zona Norte – azul escuro: Sambaíba Transportes Urbanos Ltda.

Área 3 – Zona Nordeste – amarelo: Consórcio Plus (VIP Transportes Urbanos Ltda).

Área 4 – Zona Leste – vermelho: Ambiental Transportes Urbanos S.A – incluindo a rede de trólebus

Área 5 – Zona Sudeste – verde escuro: Consórcio Via Sul (Via Sul Transportes Urbanos Ltda) – incluindo o BRT (corredor de ônibus) Expresso Tiradentes

Área 6 – Zona Sul – azul claro: Consórcio Unisul (Viação Cidade Dutra Ltda; Tupi Transportes Urbanos Piratininga Ltda; MobiBrasil Transportes São Paulo Ltda; VIP Transportes Urbanos Ltda).

Área 7 – Zona Sudoeste – vinho: Consórcio Sete (Viação Campo Belo Ltda, Viação Gatusa Transportes Urbanos Ltda; Transkuba Transportes Gerais Ltda; VIP Transportes Urbanos Ltda).

Área 8 – Zona Oeste – laranja: Consórcio Sudoeste (Transppass Transportes de Passageiros Ltda e Viação Gato Preto Ltda.)

Subsistema local (empresas de ônibus formadas a partir de cooperativas)

Área 1 – Zona Noroeste – verde claro: Consórcio Spencer Transporte (antiga Cooper Fênix) e Norte Buss Transporte (antiga Transcooper)

Área 2 – Zona Norte – azul escuro: Consórcio Spencer Transporte (antiga Cooper Fênix) e Norte Buss Transporte (antiga Transcooper)

Área 3 – Zona Nordeste – amarelo: Consórcio Qualibus (antiga garagem 2 da Associação Paulistana) e Transunião Transportes (antiga garagem 3 da Associação Paulistana).

Área 4 – Zona Leste – vermelho: Express Transportes Urbanos (proveniente da cooperativa Nova Aliança e da Empresa Novo Horizonte), Allianz Transportes (antiga garagem 1 da Associação Paulistana) e Pêssego Transportes (antiga Transcooper Leste).

Área 5 – Zona Sudeste – verde escuro: Consórcio Move São Paulo  (antigo Consórcio Aliança Cooperpeople – Garagem Coopertranse) e Imperial Transportes (antiga cooperativa Nova Aliança).

Área 6 – Zona Sul – azul claro: Transwolff Transportes (antiga Cooper Pam)e  A2 Transportes (antiga Cooper Líder).

Área 7 – Zona Sudoeste – vinho: Transwolff Transportes (antiga Cooper Pam).

Área 8 – Zona Oeste – laranja: Consórcio Auto Viação Transcap (antiga Unicoopers) e  Alfa Rodobus Transportes

OS “DONOS” DOS TRANSPORTES NA CIDADE DE SÃO PAULO:

Pelos dados da Junta Comercial de São Paulo, com possibilidades de alterações, é possível perceber a concentração dos serviços de transportes em especial nas empresas do sistema estrutural. Já nas empresas que se originaram de cooperativas, os sócios se tratam de ex-diretores ou pessoas a eles ligadas. Isso porque, muitos destes diretores são investigados pelo Ministério Público e Polícia Civil por suspeitas de crimes ligados às atividades de transportes ou não. Assim, algumas empresas estão apenas nos nomes de pessoas relacionadas a eles. Desta forma, alguns empresários são proprietários das companhias ou ex-cooperativas, mas não figuram nos quadros societários oficiais. A consulta por parte da reportagem foi feita nesta segunda-feira, dia 20 de julho de 2015

EMPRESAS DO SUBSISTEMA ESTRUTURAL:

– Viação Santa Brígida Ltda:

Principais Sócios: Belchior Saraiva, Luiz Augusto Saraiva, Marcio Arduin Saraiva, Mario Luiz Saraiva, Mauricio Daniel Saraiva, Silvia Helena Saraiva Gomes, Antonio Carlos Lourenco Marques, Julio Luiz Marques, Luiz Antonio De Paulo Marques, Manuel Lourenco Marques, Rita De Cassia Marques Mesa Campos

– Viação Gato Preto Ltda:

Principais Sócios: Ricardo Luis Gatti Moroni, Catharina Anna Gatti Moroni, Anita Cecilia Gatti Moroni de Padua Lima, Joao de Padua Lima Neto

– Sambaíba Transportes Urbanos Ltda:

Principais Sócios: Belarmino de Ascenção Marta, Bampar Participações Ltda, Vilar do Rei Participacoes Ltda, Comercial Sambaíba de Viaturas Ltda

– VIP Transportes Urbanos Ltda:

Principais Sócios:  José Ruas Vaz, Carlos de Abreu, Armelim Ruas Figueiredo, Vitorino Teixeira da Cunha,  Eduardo Caropreso Vaz Gomes, Antonio Roberto Berti, Carlos Alberto Risso Alexandre Videira, Claudio Jose Figueiredo Alves, Delfim Alves de Figueiredo, Jose Alves de Figueiredo, Luis do Nascimento Rodrigues, Marcos Jose Monzoni Prestes

– Ambiental Transportes Urbanos Ltda:

Principais Sócios: Eduardo Ciola, Jose Eduardo Caldas Goncalves, participação do Grupo Ruas

– Via Sul Transportes Urbanos Ltda:

Principais Sócios: Jose Ruas Vaz, Carlos De Abreu, Armelim Ruas Figueiredo, Ricardo Vaz Pinto, Vicente Dos Anjos Diniz Ferraz, Marcelino Antonio Da Silva, Manuel Bernardo Pires De Almeida, Francisco Pinto, Francisco Parente Dos Santos, Morgado De Mateus, Elvira Risso Alexandre Videira

– Viação Cidade Dutra Ltda:

Principais Sócios: Jose Ruas Vaz, Armelin Ruas Figueiredo, Francisco Pinto, Joao Goncalves Goncalves, Joaquim De Almeida Saraiva, Marcelino Antonio Da Silva, Vicente Dos Anjos Dinis Ferraz

– Tupi – Transportes Urbanos Piratininga Ltda:

Principais Sócios:  Gustavo Luiz Zampol Pavani, Paulo Eduardo Zampol Pavani

– Mobi Brasil Transportes São Paulo Ltda:

Principais Sócios: Niege Chaves, Tatiana Chaves Suassuna, Honorio Goncalves Da Silva Neto, Terra Participacoes E Patrimonio Eireli

– Viação Campo Belo Ltda:

Principais Sócios: Jose Ruas Vaz, Armelim Ruas Figueiredo, Francisco Pinto, Vicente Dos Anjos Dinis Ferraz

– Viação Gatusa Transportes Urbanos Ltda:

Principais Sócios: Jose Saad Neto, Livonpride S/A.,

– Transkuba Transportes Gerais Ltda:

Principais Sócios: Sergio Kuba, Cafetur Transportes Ltda.,

– Transppass Transportes de Passageiros Ltda:

Principais Sócios: Antonio Dos Santos Pereira, Antonio Joao Pinto Dos Santos, Simone Batista Dos Santos

EMPRESAS DO SUBSISTEMA LOCAL – ANTIGAS COOPERATIVAS:

– Consórcio Spencer Transporte (antiga Cooper Fênix)

Principais Sócios: Manoel Edson Barbosa, Roberson De Nobrega

– Norte Buss Transporte (antiga Transcooper)

Principais Sócios: Guilherme Correa Filho, Jeremias Jose Pereira, Luiz Fernando Silva Dos Santos, Paulo Sato, Valdi Batista De Figueiredo

– Consórcio Qualibus (antiga garagem 2 da Associação Paulistana)

Principais Sócios: Luiz Carlos Calegari, Marcelo Paschoal Cardoso, Ubiratan Antonio Da Cunha,

– Transunião Transportes (antiga garagem 3 da Associação Paulistana):

Principais Sócios: Wilson Pereira Da Costa, Ubirata Batista De Oliveira, Osiel Bernardino Pinto, Jose Edson Accioly Lins, Adauto Soares Jorge, Adao Lino Dos Santos,

– Express Transportes Urbanos (proveniente da cooperativa Nova Aliança e da Empresa Novo Horizonte):

Principais Sócios: Agnaldo Dias Gomes, Angela Roberta Da Silva Agoston, Vanessa Rodrigues Da Silva,

– Allianz Transportes (antiga garagem 1 da Associação Paulistana) – Denominação Atual:

Allibus Transportes Ltda

Principais Sócios: Anderson Barbosa Da Silva, Paulo Henrique Cipriano, Sandra Pinho Da Silva,

– Pêssego Transportes (antiga Transcooper Leste):

Principais Sócios: Antonio Carlos Da Silva, Danilo Morilio Da Silva, Fabio Dos Santos, Marcio Borges Parente

– Transwolff Transportes (antiga Cooper Pam)e  A2 Transportes (antiga Cooper Líder)

Principais Sócios: Luiz Carlos Efigenio Pacheco, Moises Gomes Pinto,

– Consórcio Auto Viação Transcap (antiga Unicoopers):

Principais Sócios: Ronaldo Tadeu De Oliveira, Valter Da Silva Bispo

– Alfa Rodobus Transportes

Principais Sócios: Aliomar Rocha Junior, Aurineide Moura Andrade Santos, Edson Bernardo Da Silva, Ezequias De Oliveira, Ezequiel De Oliveira, Jose Lenildo De Lima, Patricia Olegario De Lira, Reginaldo Gomes Da Silva, Sara Oliveira Cavalcante, Silberto Soares Ferreira, Willamys Da Silva Bezerra

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

MAIS DETALHES DA LICITAÇÃO DOS TRANSPORTES EM SÃO PAULO – CONFIRA NESTES LINKS:

CONFIRA O EDITAL DE LICITAÇÃO DOS TRANSPORTES DE SÃO PAULO

e

LICITAÇÃO DE ÔNIBUS EM SÃO PAULO – DECRETO PARA O EDITAL É PUBLICADO OFICIALMENTE

Adamo Bazani

 

15 comentários em Licitação dos Transportes em São Paulo: O que as empresas atuais esperam da concorrência?

  1. Ótima reportagem Adamo. Pelo que li, a Express não faz parte da SPUrbanus, é verídico isso ? Você sabe como as empresas vêem a permanência ou não dela na nova licitação ? Obrigado !

  2. Luciano dos Santos // 21 de julho de 2015 às 12:59 // Responder

    É, tá mais que certo que a licitação não vai mudar em nada. Transporte virou isso. Se você tem dinheiro e influencia no poder público, sua permanência é vitalícia no sistemas.
    Não que eu deseje que os empresários de hoje saiam ou fiquem. Como cidadão eu queria concorrência de verdade. Mas isso não existe em transporte urbano.
    Já advoguei para empresas no interior de São Paulo. É assim, quem quer concorrer se dá mal, a não ser que seja extremamente poderoso. E tem lugares, como São Paulo e Paraná que grupos de outras regiões sequer se atrevem.
    O negócio mesmo é pensar em gestão de linhas e do sistema, porque ninguém quer largar o filé.

  3. William de Jesus // 21 de julho de 2015 às 13:31 // Responder

    Bom dia.

    Era mais fácil dizer que as coisas continuarão como estão e pronto! Dizer que empresas “novatas” não são capazes de operar em SP chega a ser uma afronta.

    Ok, então que continue como está. Larguei mão de ver uma Leblon, Nobel ou Metra da vida em SP.

  4. Marcos E. cardoso // 21 de julho de 2015 às 16:50 // Responder

    E cade a Move SP, na relação das antigas cooperativas? quais os sócios principais?

  5. Roberto Carlos Camargo // 21 de julho de 2015 às 21:34 // Responder

    Essa reportagem é para nós um documento que deve ser guardado para a posteridade, em relação a quem fica e quem sai do sistema paulistano, deixa claro que os velhos “tubarões da Catraca” permanecerão no sistema e ainda mais fortalecidos, afinal o sistema estará todo nas mãos deles novamente. interessante quando o SPurbanus diz” não é lugar para aventureiros” me fez lembrar na época da privatização da CMTC quando entraram nos sistema “novas” empresas, essas por sua vez eram oriundas de empresários do ramo de construção civil que foram incentivados pelo então prefeito da época Paulo Maluf (engenheiro)que quis “dar uma forcinha , pros amigos” epelo secretário dos transportes Getulio Hanashiro que soltou a seguinte pérola “é muito luxo pobre andar em ônibus vazio, numa crítica á municipalização. Pois bem não deu certo as empresas que assumiram linhas e algumas garagens da CMTC sucumbiram em poucos anos e suas empresas acabaram sendo absorvidas pelos antigos do sistema. Enfim essa fala é pertinente, basta lembrar o que aconteceu com a Leblon na cidade de Mauá recentemente. Uma outra coisa é que a impressão de que nada irá mudar, mas temos hoje um público mais exigente e atento á qualidade, resta saber se esses empresários estão dispostos investir em qualidade do serviço sobretudo nas regiões mais afastadas da cidade onde parece terra de ninguém, pois o poder público não vai até lá e o SPtrans inexiste, impera a lei de empresas e cooperativas que fazem o que bem entende visando apenas o lucro pela quantidade de passageiros transportados em poucos e péssimos veículos (micros, mini e midi bus) que vivem lotados e abarrotados nos horários de maior demanda e o serviço de ônibus é péssimo, lotação, sujeira, quebras e veículos velhos que ja deveriam estar fora do sistema, mas ainda permanecem pela omissão do orgão gerenciador e comodismo de empresas. Vamos aguardar

    • Você fala sem conhecimento de nada, não sabe que as cooperativas transportam quase 50 porcento, dos passageiros de são paulo com uma frota de pouco mais de 3 mil carros PEQUENOS, contra 9 mil ônibus GRANDES, sendo que as cooperativas recebem R$1,60 por passageiros transportado, enquanto os ônibus, recebem R$3,00 por passageiro transportado, e se não fosse as tarifa de baixo valor pago as cooperativas a passagem cobrada dos usuários estarim bem mais caras!, e não é que os micros que são velhos! isso você pode conferir pelo ano de fabricação marcado nas laterais dos ônibus, na verdade o que ocorre é o desgastes do mesmo devido ao grande peso em que eles carregam, isso devido ao fato da forma em que é feito o repasse da prefeitura, as empresas e as cooperativas! devido ao baixo valor repassado as cooperativas elas são obrigadas correr atras de puxar muitos passageiros para cobrir seus custos, os ônibus colocam seus carros somente em horários de picos, recolhendo nos entre picos sobrando todos passageiros para cooperativas transportarem, dessa forma economizam em diesel mão de obra e manutenção, tendo altos lucros! e perto dos donos das empresas os bandidos das cooperativas, é só ladrão de galinha!

      • Roberto Carlos Camargo // 26 de julho de 2015 às 19:08 //

        Tai uma coisa que realmente eu não sabia amigo, o valor do repasse para empresas e cooperativas, realmente desfavorável, obrigado mesmo pela informação. Mas quando eu falei sobre a lotação dos micros e midi bus falei porque convivo com isso diariamente, pois no bairro onde moro só temos esse tipo de atendimento. Quando me referi á sujeira, lotação e quebras me referi á algumas empresas de ônibus, pois é visível que nas cooperativas a idade e conservação da frota é melhor, porém o desgaste dos veículos acaba sendo maior mesmo devido aos fatores que você citou. Outra questão é o que nessa nova licitação será feito em relação a esse repasse? Se as empresas grandes são privilegiadas pelo poder público significa que há algo de errado nisso, sendo assim penso que se o serviço será igual, todos devem ser remunerados pelo mesmo valor. E pra finalizar quero deixar claro que não quis de forma alguma polemizar, condenar, mas sim fazer uma crítica sob o ponto de vista de quem depende e usa o serviço de ônibus.

  6. Fernando Neves de Medeiros // 21 de julho de 2015 às 22:13 // Responder

    Parabéns pela reportagem. Infelizmente a Grande São Paulo perde mais uma oportunidade de unificar suas linhas, mais pra aumentar o leque gostaria que fizesse uma reportagem sobre o transporte no ABC, empresas e empresários.

  7. Que não ia mudar eu já sabia,pois SP e monopólio e sempre foi infelizmente,só não podemos jogar a culpa somente em empresas e cooperativa,porque a SPtrans finge que trabalha,veremos.

  8. Espero que não mude a pintura dos ônibus

  9. Amigos, boa noite.

    Resumindo:

    “O buzão atrasa porque a licitação não sai”

    OU

    “Ou a licitação não sai porque o buzão atrasa”

    Esse é o efeito “TOSTBUS”

    É apenas mais uma reprise do filme que todos nós já assistimos muitas vezes.

    Depois de assinados os novos contratos (se isso ocorrer um dia), após um tempo razoável será pedida em juízo o aumento da Taxa de Retorno, afinal se ainda estão estudando a questão é porque o futuro será negro como a fumaça do buzão.

    Ou alguém tem uma fórmula mágica para pagar e custear os articuladinhos trucadinhos sucesso, seu ar condicionado e a reposição de vidros colados.

    PREVISÍVELLLLLLLLLLLLLLLLLL

    Att,

    Paulo Gil

  10. Gostaria de saber , como vai ser tudo novo, como vai ficar as indenização dos funcionários?

  11. POIS,ELES SÃO FORMADOS PARA ISSO,ENTÃO,EU TENHO A CRITICAR E A RECLAMAR.POIS,A INVEJA MATA

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