Licitação dos transportes em São Paulo: cartas marcadas ou mercado muito grande?

ônibus

Ônibus superarticulados continuam sendo comprados, mesmo antes da conclusão da licitação dos transportes. Veículos custam entre R$ 800 mil a R$ 1 milhão cada.

Expectativa é que haja readequações de linhas e tipos de serviço, mas veículos que valem até R$ 1 milhão continuam sendo adquiridos pelos atuais operadores

ADAMO BAZANI

Imagine que você esteja morando numa casa e seu contrato de aluguel está para vencer e você não tem certeza de que será renovado. Acaso, você investiria, por exemplo, numa mobília cara planejada para esta residência diante desta incerteza sobre sua permanência ou não na casa?

É mais ou menos assim, do ponto de vista da estrutura empresarial, que está sendo vista por interlocutores do setor de transportes a licitação dos serviços municipais de ônibus na cidade de São Paulo.

Às vésperas da divulgação do edital definitivo de concorrência pública, as atuais operadoras têm feito grandes investimentos para a renovação de frota. Até mesmo as ex-cooperativas, hoje que se transformaram em empresas, estão comprando veículos novos.

Tratam-se de investimentos na ordem de R$ 350 mil até R$ 1 milhão por ônibus novo. As ex-cooperativas compram ônibus mídis ou até mesmo ônibus convencionais com ar-condicionado, conforme determina a prefeitura, em substituição aos micro-ônibus. Já as empresas têm comprado os gigantes superarticulados de quase R$ 1 milhão, com 23 metros de comprimento, serviço de wi-fi, ar-condicionado, iluminação de led, etc.

Se um carro de passeio zero quilômetro já perde muito valor ao colocar a primeira roda fora da concessionária, imagine um ônibus cuja depreciação é maior. Afinal, entre outras questões, está o valor de revenda do veículo de transporte coletivo. Se nem em São Paulo todas as ruas suportam um superarticulado, imagine em outras cidades com estrutura mais precária?

Como não tem mercado de venda de usados, ao final de sua vida útil um ônibus grande de R$ 1 milhão pode ser achado por R$ 25 mil, nos valores de hoje.

Mas não são apenas as compras de veículos que evidenciam a certeza de que quem está vai ficar.

É só dar uma olhada nas minutas do edital. O sistema será dividido em três grupos de linhas: Estrutural (linhas maiores e de mais demanda, entre as regiões da cidade e o centro por grandes vias), Local de Articulação (unindo regiões diferentes ou até o centro por vias menores) e Local de Distribuição (de bairros até estações e terminais locais, além de linhas rurais). São 27 lotes no total que devem ter uma frota em torno de 12 mil 898 ônibus.

O lote menor , o Distribuição 13, deve ter uma frota de referência de 193 ônibus. O maior é o Estrutural 4, com 1.036 ônibus.

Cada um dos 27 lotes vai representar uma SPE – Sociedade de Propósito Específico, que vai reunir companhias de ônibus. A pergunta é: que empresa hoje, além das que estão operando, terá esta frota e no padrão exigido pela SPTrans, para participar? Lembrando que a fabricação de um ônibus é por encomenda, e, dependendo do modelo, pode ficar pronto entre 3 meses e 6 meses depois de ter sido encomendado.

Entre frota nova e a implantação de um CCO – Centro de Controle Operacional devem ser realizados após a assinatura dos contratos investimentos em torno de R$ 1 bilhão. O contrato de licitação é de 20 anos, renováveis por mais 20 se houver justificativa para isso, e deve movimentar R$ 70 bilhões por período.

Quais grupos empresariais fora de São Paulo teriam esta condição? Pouquíssimos, isso sem contar com eventuais disputas jurídicas das atuais operadoras que não vão aceitar sair.

A prefeitura diz que ao tornar os terrenos das garagens como áreas de utilidade pública para fins de desapropriação, deve estimular a entrada de outros grupos empresariais. Mas atenção: as garagens não foram desapropriadas, só foram decretadas como utilidade. Será que a medida é suficiente para estimular outros grupos empresariais?

Diante deste quadro, muitos dizem que a licitação de São Paulo é de cartas marcadas. Não dá para afirmar isso, mas, pelo tamanho e dinâmica do mercado de transportes da cidade, é difícil alguém oferecer uma estrutura maior que grandes empresários hoje, como José Ruas Vaz, Belarmino de Ascenção Marta e família Saraiva, que juntas detém mais de 70% das linhas das viações (excluindo as áreas das ex-cooperativas).

São Paulo é o maior sistema de transportes da América Latina, não dá para competir com que está por aqui. A expectativa é que, no máximo, alguém pode se associar a quem já está.

O fato de continuar os mesmos empresários não significa incialmente um problema. Mas a concorrência sempre é importante para que melhores propostas sejam apresentadas. Além disso, a população de outras cidades sofre com maus empresários, como no caso do ABC Paulista, onde alguns têm o nome envolvido em escândalos de corrupção que já resultaram na morte até de altos servidores públicos executivos ou são grandes devedores da União.

Por isso, a população saber da estrutura empresarial dos transportes é importante.

A expectativa em relação à licitação deve ficar mesmo em torno do novo modelo de serviços. A frota deve ser reduzida dos atuais 14 mil 874 ônibus para 12 mil 898 veículos, aproximadamente. Mas a prefeitura promete ampliação da oferta de lugares dos atuais 1,2 milhão para 1,35 milhão e aumento no número de viagens que deve saltar de 245 milhões para 280 milhões por mês. A receita para isso é a ampliação do número de veículos de maior porte, como os ônibus micrões e convencionais substituindo os micro-ônibus e a mais ônibus superarticulados no sistema que devem chegar a 2 mil 500 unidades até 2017.

A eliminação da sobreposição de linhas deve aumentar a oferta na medida em que pode tornar as viagens mais rápidas. Não tem mais sentido o fato de vários ônibus vazios, batendo lata, como se diz no setor, seguindo pelas mesmas vias.

As baldeações com certeza vão aumentar e quem antes usava um ou dois ônibus por sentido pode precisar de até três ou quatro. Isso não será problema, apesar de uma adaptação necessária da população que vai reclamar no início, se as baldeações forem eficientes. Mas aí surge outra questão: Com uma malha pequena de corredores de ônibus, que são melhores que as faixas, há dúvidas sobre o sucesso imediato deste sistema tronco-alimentador. Afinal, não adiantará em nada uma linha de ônibus seguir rapidamente e depois o passageiro ficar muito tempo no local de baldeação porque o ônibus da segunda linha, sem corredor e estrutura viária, vai demorar para chegar pelo fato de estar preso no trânsito.

E a estrutura dos terminais de hoje, vai comportar este novo modelo? Ou o passageiro vai ficar em longas filas e andar por várias plataformas até achar sua outra linha para seguir viagem?

A criação de redes de linhas, como da Madrugada, é outra novidade que deve ser positiva. Estão esperadas a rede básica, a das linhas “normais”, a rede de reforço para os horários de pico e a rede de domingos e feriados. Esta, inclusive, é a mais interessante e pode começar a ser implantada antes mesmo do resultado final da licitação. É muito importante, porque hoje em dia, depender de ônibus aos domingos e feriados não é nada fácil e desestimula muitas pessoas a aproveitarem mais a cidade e se deslocarem além das obrigações do estudo e trabalho.

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

ônibus

Ex-cooperativas, que hoje se tornaram empresas, também vão às compras antes da licitação. Micro-ônibus são substituídos por veículos mídis ou convencionais, com ar-condicionado, maiores e mais caros.

O QUE É IMPORTANTE SABER SOBRE A LICITAÇÃO:

A licitação deve remodelar os transportes na cidade e desenhar o modelo de frota e serviços pelos próximos vinte anos, prazo dos contratos com as empresas de ônibus que ganharem a concorrência.

As linhas devem ser alteradas. O edital propõe a criação de três grupos de serviços:

GRUPOS DE LINHAS:

– Grupo Estrutural, que vai contar com as linhas de maior demanda ligando as regiões da cidade até o centro (linhas radiais) e a linhas ligando regiões diferentes em corredores de ônibus ou vias de grande movimento (linhas perimetrais).

– Grupo Local de Articulação Regional, que vai ter linhas entre as centralidades de regiões diferentes ou entre as regiões e o centro da cidade sem passar por corredores ou vias de maior fluxo.

– Grupo Local de Distribuição, com linhas dentro das regiões, normalmente ligando os bairros aos terminais locais de ônibus ou estações do Metrô e da CPTM. Neste grupo também serão incluídas as redes rurais.

REDES DE SERVIÇOS:

Serão quatro tipos de serviços, classificados como redes:

– Rede de Referência: Dias úteis e sábados

– Rede de Reforço: Com linhas que só vão operar nos horários de pico

– Rede de Domingos e Feriados: Com linhas e horários específicos para estes dias

– Rede da Madrugada: Já em vigor, hoje com 151 linhas que operam entre a meia noite e quatro da manhã.

FROTA, VIAGENS E REMUNERAÇÃO:

A frota de ônibus da cidade deve ser reduzida dos atuais 14 mil 770 veículos para 12 mil 898 entre micro-ônibus, midibus (micrões), ônibus básicos motor dianteiro, ônibus padron motor traseiro, ônibus padron 15 metros motor traseiro, ônibus articulados (18,6 metros a 21,3 metros), ônibus superarticulados (23 metros) e ônibus biarticulados (25 metros a 28 metros).

Apesar da redução da frota, o secretário municipal de transportes, Jilmar Tatto, disse que o número de lugares no sistema vai aumentar dos atuais 1,2 milhão para 1,35 milhão.

Segundo ele, isso será possível pela colocação de mais ônibus de maior capacidade. Os mini-ônbus devem passar dos atuais 4 mil para 250. Já os midis (micrões) devem ir de mil para 2 mil veículos e o total de superarticulados passar dos atuais 500 para 2.500.

Com a reorganização das linhas, eliminando as sobreposições e ampliando serviços em corredores de alta demanda, o total de partidas por mês deve aumentar de 245 milhões para 280 milhões.

A TIR – Taxa Interna de Remuneração para as empresas de ônibus deve ser reduzida dos atuais 18% para 9,97% ao ano.

EMPRESÁRIOS:

Apesar das mudanças das linhas e de parte da frota, o mercado aposta que a estrutura empresarial dos transportes na cidade deva passar por poucas alterações. Na prática, a aposta é de que os mesmos empresários continuem operando. Como o novo sistema não vai admitir mais as cooperativas, estas entidades se transformaram em empresas para participar da disputa. Tanto as atuais viações como as ex-cooperativas devem se organizar em SPE – Sociedade de Propósito Específico.

Hoje, o sistema é dividido em estrutural e local:

EMPRESAS DO SUBSISTEMA ESTRUTURAL:

– Viação Santa Brígida Ltda:

Principais Sócios: Belchior Saraiva, Luiz Augusto Saraiva, Marcio Arduin Saraiva, Mario Luiz Saraiva, Mauricio Daniel Saraiva, Silvia Helena Saraiva Gomes, Antonio Carlos Lourenco Marques, Julio Luiz Marques, Luiz Antonio De Paulo Marques, Manuel Lourenco Marques, Rita De Cassia Marques Mesa Campos

– Viação Gato Preto Ltda:

Principais Sócios: Ricardo Luis Gatti Moroni, Catharina Anna Gatti Moroni, Anita Cecilia Gatti Moroni de Padua Lima, Joao de Padua Lima Neto

– Sambaíba Transportes Urbanos Ltda:

Principais Sócios: Belarmino de Ascenção Marta, Bampar Participações Ltda, Vilar do Rei Participacoes Ltda, Comercial Sambaíba de Viaturas Ltda

– VIP Transportes Urbanos Ltda:

Principais Sócios:  José Ruas Vaz, Carlos de Abreu, Armelim Ruas Figueiredo, Vitorino Teixeira da Cunha,  Eduardo Caropreso Vaz Gomes, Antonio Roberto Berti, Carlos Alberto Risso Alexandre Videira, Claudio Jose Figueiredo Alves, Delfim Alves de Figueiredo, Jose Alves de Figueiredo, Luis do Nascimento Rodrigues, Marcos Jose Monzoni Prestes

– Ambiental Transportes Urbanos Ltda:

Principais Sócios: Eduardo Ciola, Jose Eduardo Caldas Goncalves, participação do Grupo Ruas

– Via Sul Transportes Urbanos Ltda:

Principais Sócios: Jose Ruas Vaz, Carlos De Abreu, Armelim Ruas Figueiredo, Ricardo Vaz Pinto, Vicente Dos Anjos Diniz Ferraz, Marcelino Antonio Da Silva, Manuel Bernardo Pires De Almeida, Francisco Pinto, Francisco Parente Dos Santos, Morgado De Mateus, Elvira Risso Alexandre Videira

– Viação Cidade Dutra Ltda:

Principais Sócios: Jose Ruas Vaz, Armelin Ruas Figueiredo, Francisco Pinto, Joao Goncalves Goncalves, Joaquim De Almeida Saraiva, Marcelino Antonio Da Silva, Vicente Dos Anjos Dinis Ferraz

– Tupi – Transportes Urbanos Piratininga Ltda:

Principais Sócios:  Gustavo Luiz Zampol Pavani, Paulo Eduardo Zampol Pavani

– Mobi Brasil Transportes São Paulo Ltda:

Principais Sócios: Niege Chaves, Tatiana Chaves Suassuna, Honorio Goncalves Da Silva Neto, Terra Participacoes E Patrimonio Eireli

– Viação Campo Belo Ltda:

Principais Sócios: Jose Ruas Vaz, Armelim Ruas Figueiredo, Francisco Pinto, Vicente Dos Anjos Dinis Ferraz

– Viação Gatusa Transportes Urbanos Ltda:

Principais Sócios: Jose Saad Neto, Livonpride S/A.,

– Transkuba Transportes Gerais Ltda:

Principais Sócios: Sergio Kuba, Cafetur Transportes Ltda.,

– Transppass Transportes de Passageiros Ltda:

Principais Sócios: Antonio Dos Santos Pereira, Antonio Joao Pinto Dos Santos, Simone Batista Dos Santos

EMPRESAS DO SUBSISTEMA LOCAL – ANTIGAS COOPERATIVAS:

– Consórcio Spencer Transporte (antiga Cooper Fênix)

Principais Sócios: Manoel Edson Barbosa, Roberson De Nobrega

– Norte Buss Transporte (antiga Transcooper)

Principais Sócios: Guilherme Correa Filho, Jeremias Jose Pereira, Luiz Fernando Silva Dos Santos, Paulo Sato, Valdi Batista De Figueiredo

– Consórcio Qualibus (antiga garagem 2 da Associação Paulistana)

Principais Sócios: Luiz Carlos Calegari, Marcelo Paschoal Cardoso, Ubiratan Antonio Da Cunha,

– Transunião Transportes (antiga garagem 3 da Associação Paulistana):

Principais Sócios: Wilson Pereira Da Costa, Ubirata Batista De Oliveira, Osiel Bernardino Pinto, Jose Edson Accioly Lins, Adauto Soares Jorge, Adao Lino Dos Santos,

– MOVE SP Soluções em Mobilidade Urbana Ltda (antiga Aliança Cooperpeople – Garagem Coopertranse – denominação anterior Transpeople Soluções em Mobilidade Urbana).

Principais Sócios: Agenor Alexandre da Silva Filho,  Antônio Alves de Oliveira, Marcelo Cavallini Colli, Wagner dos Santos

– Express Transportes Urbanos (proveniente da cooperativa Nova Aliança e da Empresa Novo Horizonte):

Principais Sócios: Agnaldo Dias Gomes, Angela Roberta Da Silva Agoston, Vanessa Rodrigues Da Silva,

– Allianz Transportes (antiga garagem 1 da Associação Paulistana) – Denominação Atual:

Allibus Transportes Ltda

Principais Sócios: Anderson Barbosa Da Silva, Paulo Henrique Cipriano, Sandra Pinho Da Silva,

– Pêssego Transportes (antiga Transcooper Leste):

Principais Sócios: Antonio Carlos Da Silva, Danilo Morilio Da Silva, Fabio Dos Santos, Marcio Borges Parente

– Transwolff Transportes (antiga Cooper Pam) 

Principais Sócios: Luiz Carlos Efigenio Pacheco, Moises Gomes Pinto,

– Consórcio Auto Viação Transcap (antiga Unicoopers):

Principais Sócios: Ronaldo Tadeu De Oliveira, Valter Da Silva Bispo

– Alfa Rodobus Transportes

Principais Sócios: Aliomar Rocha Junior, Aurineide Moura Andrade Santos, Edson Bernardo Da Silva, Ezequias De Oliveira, Ezequiel De Oliveira, Jose Lenildo De Lima, Patricia Olegario De Lira, Reginaldo Gomes Da Silva, Sara Oliveira Cavalcante, Silberto Soares Ferreira, Willamys Da Silva Bezerra

DIVISÃO POR ÁREA DE OPERAÇÃO:

  • Empresas do Subsistema Estrutural:Área 1 – Zona Noroeste – verde claro: Consórcio Bandeirantes (Viação Santa Brígida Ltda e Viação Gato Preto Ltda)

    Área 2 – Zona Norte – azul escuro: Sambaíba Transportes Urbanos Ltda.

    Área 3 – Zona Nordeste – amarelo: Consórcio Plus (VIP Transportes Urbanos Ltda).

    Área 4 – Zona Leste – vermelho: Ambiental Transportes Urbanos S.A – incluindo a rede de trólebus

    Área 5 – Zona Sudeste – verde escuro: Consórcio Via Sul (Via Sul Transportes Urbanos Ltda) – incluindo o BRT (corredor de ônibus) Expresso Tiradentes

    Área 6 – Zona Sul – azul claro: Consórcio Unisul (Viação Cidade Dutra Ltda; Tupi Transportes Urbanos Piratininga Ltda; MobiBrasil Transportes São Paulo Ltda; VIP Transportes Urbanos Ltda).

    Área 7 – Zona Sudoeste – vinho: Consórcio Sete (Viação Campo Belo Ltda, Viação Gatusa Transportes Urbanos Ltda; Transkuba Transportes Gerais Ltda; VIP Transportes Urbanos Ltda).

    Área 8 – Zona Oeste – laranja: Consórcio Sudoeste (Transppass Transportes de Passageiros Ltda e Viação Gato Preto Ltda.)

  • Empresas (ex-cooperativas) do Subsistema local:Área 1 – Zona Noroeste – verde claro: Consórcio Spencer Transporte (antiga Cooper Fênix) e Norte Buss Transporte (antiga Transcooper)

    Área 2 – Zona Norte – azul escuro: Consórcio Spencer Transporte (antiga Cooper Fênix) e Norte Buss Transporte (antiga Transcooper)

    Área 3 – Zona Nordeste – amarelo: Consórcio Qualibus (antiga garagem 2 da Associação Paulistana) e Transunião Transportes (antiga garagem 3 da Associação Paulistana).

    Área 4 – Zona Leste – vermelho: Express Transportes Urbanos (proveniente da cooperativa Nova Aliança e da Empresa Novo Horizonte), Allianz Transportes (antiga garagem 1 da Associação Paulistana) e Pêssego Transportes (antiga Transcooper Leste).

    Área 5 – Zona Sudeste – verde escuro: Consórcio Move São Paulo  (antigo Consórcio Aliança Cooperpeople – Garagem Coopertranse) e Imperial Transportes (antiga cooperativa Nova Aliança).

    Área 6 – Zona Sul – azul claro: Transwolff Transportes (antiga Cooper Pam)e  A2 Transportes (antiga Cooper Líder).

    Área 7 – Zona Sudoeste – vinho: Transwolff Transportes (antiga Cooper Pam).

    Área 8 – Zona Oeste – laranja: Consórcio Auto Viação Transcap (antiga Unicoopers) e  Alfa Rodobus Transportes

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

MATÉRIAS RELACIONADAS À LICITAÇÃO:

CONFIRA AS MINUTAS DO EDITAL DE LICITAÇÃO EM SÃO PAULO:

https://blogpontodeonibus.wordpress.com/2015/07/09/confira-o-edital-de-licitacao-dos-transportes-de-sao-paulo/

DECRETO PARA LICITAÇÃO É PUBLICADO OFICIALMENTE:

https://blogpontodeonibus.wordpress.com/2015/07/03/licitacao-de-onibus-em-sao-paulo-decreto-do-edital-e-publicado-oficialmente/

LICITAÇÃO EM SÃO PAULO VAI ALTERAR 30% DAS LINHAS DE ÔNIBUS NA CIDADE:

https://blogpontodeonibus.wordpress.com/2015/07/11/licitacao-em-sao-paulo-vai-alterar-quase-30-das-linhas/

O QUE AS EMPRESAS DE ÔNIBUS ESPERAM DA LICITAÇÃO DOS TRANSPORTES EM SÃO PAULO:

https://blogpontodeonibus.wordpress.com/2015/07/21/licitacao-dos-transportes-em-sao-paulo-onibus/

EMPRESAS DE ÔNIBUS DE SÃO PAULO CONTESTAM EDITAL DE LICITAÇÃO:

https://blogpontodeonibus.wordpress.com/2015/08/17/licitacao-dos-transportes-empresas-de-onibus-questionam-edital/

PREFEITURA DE SÃO PAULO PRORROGA ATÉ 31 DE AGOSTO PRAZO PARA CONSULTA PÚBLICA DE EDITAL DE LICITAÇÃO:

https://blogpontodeonibus.wordpress.com/2015/08/11/licitacao-dos-transportes-prefeitura-de-sao-paulo-decide-prolongar-ate-31-de-agosto-prazo-para-consulta-publica/

FROTA LIMPA – LEI DE MUDANÇAS CLIMÁTICAS NÃO FOI LEVADA A SÉRIO:

https://blogpontodeonibus.wordpress.com/2015/07/15/frota-limpa-lei-de-mudancas-climaticas-nao-foi-levada-a-serio/

LICITAÇÃO DOS TRANSPORTES DE SÃO PAULO PREVÊ ÔNIBUS A GÁS NATURAL:

https://blogpontodeonibus.wordpress.com/2015/07/20/licitacao-dos-transportes-em-sao-paulo-edital-preve-onibus-a-gas-natural/

LICITAÇÃO DOS TRANSPORTES: MENOS MICROS E MAIS MIDIS. Maior número de Viagens:

https://blogpontodeonibus.wordpress.com/2015/07/03/licitacao-de-sao-paulo-menos-mini-onibus-mais-microes-e-maior-numero-de-viagens/

LICITAÇÃO DE SÃO PAULO: ENTIDADES NACIONAIS E INTERNACIONAIS FORMALIZAM PEDIDO DE FROTA LIMPA PARA EDITAL:

https://blogpontodeonibus.wordpress.com/2015/08/04/licitacao-de-sao-paulo-organizacoes-elaboram-documento-para-frota-limpa/

LICITAÇÃO SÃO PAULO – ENTIDADES PENDEM MAIS 60 DIAS DE CONSULTA PÚBLICA E FRENTE PARLAMENTAR VAI DISCUTIR EDITAL E MEIO AMBIENTE:

https://blogpontodeonibus.wordpress.com/2015/08/06/licitacao-dos-transportes-entidades-querem-mais-30-dias-de-consulta-e-frente-parlamentar-discute-impactos-ambientais/

LICITAÇÃO DOS TRANSPORTES RECEBE SUGESTÕES ATÉ DIA 10 DE AGOSTO:

https://blogpontodeonibus.wordpress.com/2015/07/08/licitacao-em-sao-paulo-recebe-sugestoes-ate-o-dia-10-de-agosto/

LICITAÇÃO DOS TRANSPORTES – TATTO SE REÚNE COM TCM PARA EDITAL NÃO SER BARRADO:

https://blogpontodeonibus.wordpress.com/2015/07/30/licitacao-dos-transportes-em-sao-paulo-tatto-se-reune-com-tcm-para-edital-nao-ser-barrado/

LICITAÇÃO DOS TRANSPORTES DEVE AJUDAR A DESTRAVAR VENDAS DE CARROCERIAS:

https://blogpontodeonibus.wordpress.com/2015/06/29/licitacao-de-sao-paulo-deve-ajudar-a-destravar-vendas-de-carrocerias/

AR CONDICIONADO: LICITAÇÃO DOS TRANSPORTES DE SÃO PAULO VAI SER MODELO PARA O PAÍS:

https://blogpontodeonibus.wordpress.com/2015/07/24/ar-condicionado-licitacao-de-sao-paulo/

LICITAÇÃO DOS TRANSPORTES DE SÃO PAULO: Cartas marcadas ou mercado difícil de competir?

https://blogpontodeonibus.wordpress.com/2015/09/28/licitacao-dos-transportes-em-sao-paulo-cartas-marcadas-ou-mercado-muito-grande/

LICITAÇÃO EM SÃO PAULO: ESTRANGEIROS SÓ COM EMPRESAS BRASILEIRAS:

https://blogpontodeonibus.wordpress.com/2015/07/10/licitacao-de-sao-paulo-estrangeiros-so-com-empresas-brasileiras/

ADAMO BAZANI

35 comentários em Licitação dos transportes em São Paulo: cartas marcadas ou mercado muito grande?

  1. Sempre leio esse blog, já elogiei várias vezes e por isso fico a vontade para criticá-lo. Não gostei do título. Induz o leitor a pensar que há cartas marcadas. Se há, o texto deveria ter apresentado provas. Do contrário, é leviano.

    • Obrigado pela crítica. Mas, há uma interrogação no título e não se resume a falar de cartas marcadas e sim cita também a dimensão no mercado.
      Uma coisa é escrever: Cartas Marcadas? e outra é escrever Cartas Marcadas ou Mercado muito grande?
      Assim, o texto não precisa “provar nada”, como você sugere, pois não há acusações. Logo, se não há acusações, não há necessidades de provas.
      Acredito que você leu a frase: “Diante deste quadro, muitos dizem que a licitação de São Paulo é de cartas marcadas. Não dá para afirmar isso, mas, pelo tamanho e dinâmica do mercado de transportes da cidade, é difícil alguém oferecer uma estrutura maior que grandes empresários hoje … ”
      São trazidos dados, e quem acompanha sabe que são reais, para reflexão.
      O Blog é independente, sem precisar falar mal ou bem de alguém por direcionamento.
      A conclusão é do leitor. Sugiro uma releitura.
      Abraços

      • A questão é que comunicação não é apenas o que se diz, mas o que os outros entendem. Quando você coloca a interrogação, dá a entender de que existem elementos para justificar cartas marcadas, mas que pode ser contraditos. Mas nem elementos há.

      • Mas Júlio Lopes, como não é uma notícia e sim uma questão para reflexão, cada leitor pode ter seu entendimento, sua conclusão.
        Elementos para questionamentos e debates, portanto, interrogação, obviamente que existem. E quando digo interrogação, não é só desconfiança, mas também análise da dimensão de mercado. Tanto que as outras pessoas estão dando opiniões diferentes umas das outras sobre o assunto em si porque compreenderam o intuito da reflexão.
        Continuo sugerindo, respeitosamente, a releitura.
        Att
        Adamo

    • na verdade não só cartas marcadas como manobra,dentro das cooperativas,é só verificar junto ao ministério publico, qual o critério para excluir trabalhadores e tomar posse de bens indevidamente dos cooperados, o transporte é uma mine lava jato pra sua ciência,

  2. Não acredito em carta marcada mas com certeza nenhum empresário que já esta no sistema invadira a área do outro e continuarão a dominar seus redutos operacionais e quanto as ex-cooperativas ficaram com com o serviço de bairros como é hoje . Agora já imaginaram que com este novo sistema você ter que trocar até 03 de ônibus para poder chegar ao seu destino?? Pega o primeiro vem sentadinho até terminal desce, pega fila e entra noutro bem cheio, de novo a mesma coisa ate chegar ao seu destino, não será nada fácil para o usuário aceitar isso.

  3. Porque a move, antiga cooperpeople, copertranse, nunca é mencionada nas reportagem como empresas do sistema atual???

    • Porque não achamos os dados dela na Jucesp. A relação é de empresas e seus proprietários. Ainda estamos na pesquisa. Preferimos não publicar informações erradas.

      • Marcos E. cardoso // 30 de setembro de 2015 às 12:22 //

        Estranho sua resposta, pois em minha pesquisa consta a sua matricula na jucesp! basta procurar move-sp soluções em mobilidade urbana ltda! cnpj 21 578 642/0001-42! existe alguma coisa errada com essa empresa?

      • Não precise estranhar amigo. Na época da pesquisa, não encontramos. Com os dados fornecidos pelo senhor, aos quais agradecemos, podemos fazer a pesquisa com mais exatidão. Se houver algo de errado na empresa, aí que colocaremos mesmo, é só dar uma olhada nos outros posts do Blog que não se omitem em noticiar quando há algum problema ou investigações, inclusive sobre grandes e poderosos grupos.
        Grato

    • já foi acrescentado ao texto, obrigado.

  4. Acredito que essa licitação, seja bem de cartas marcadas mesmo, só para o digníssimo secretario dos transportes dizer “fizemos licitação, as claras”. Obvio que empresa nenhuma iria investir sabendo que não iria ficar.

  5. Acho que o Adamo expôs bem a realidade. Para um mercado como de São Paulo que ao longo dos anos se concentrou nem precisa ter cartas marcadas.
    Complicado enfrentar os empresários de hoje.
    Como tá na cara que vão ficar, poderiam trabalhar melhor.

    • É justamente essa a questão também: Quando se tem um serviço que já etá “fixado”, por mais ruim que seja, é dificil de tirar. Os empresários estão acomodados, sabem que nada acontecerá com eles, então eles continuam suas operações como estão. Todo dia há reclamações, mas é mais facil para a prefeitura botar “panos quentes” do que chamar o empresário para a bronca. Prova disso é a pesquisa de que os usuários preferem os carros com ar-condicionado (matéria essa que o próprio Adamo já publicou aqui): Eles falam dos pontos positivos, mas esquecem que atrasos de partida e duração de percurso, motoristas mal-educados e etc. ainda existem

      A própria Santa Brigida, que já foi e continua sendo na concepção de muitos a melhor empresa da cidade, teve uma queda em qualidade. Quem andou nos ônibus dela há 3, 4 anos e anda hoje sente a diferença.

  6. ACHO Q INFELIZMENTE PRA QUEM DEPENDE DE ÔNIBUS SPTrans, COMO EU…E DE METRÔ E AS VEZES DA CPTM …nada vai mudar mesmo! e acho muito esquisita a postura dos agora lotes 68 e 78…TRANSWOLF…nas areas 06 e 07…os veículos dos caras agora são caros, novos…com menos de 02 meses de uso, com ar condicionado e tal…E JA PINTADOS COMO OS DE EMPRESAS COMO ELES AGORA SÃO…COMO SE A LICITAÇÃO JA TIVESSE OCORRIDO…ESQUISITO! NA AREA 2 E NA AREA 1 AONDE MORO…AS EX FÊNIX E TRANSCOOPER NÇAO ANDAM PINTANDO SEUS VEÍCULOS COMO OS DA SAMBAÍBA…OU OS DA BRIGIDA/GATO PRETO-1…Não vos parece estranho??? QUANTO AS CARTAS MARCADAS…SIM EU ACREDITO!…E ACHO ATÉ Q VÃO QUERER “PUXAR O TAPETE” DA MOBIBrasil…Só espero q as linhas da area 04 q estão sob a responsabilidade do Grupo Ruas fiquem com ele…mesmo! pois seria o fim da picada dar linhas q hj operam com super-articulados novos e semi-novos desde antes da Copa do Mundo 2014 da Ostentação da Dima e do Lula…pra essas ex cooperativas…e toso sabemnos bem o q acontece nessa Area – 04! desde q a Marta tirou o Constantino dos Tranportes de SP/SP…

  7. Olha, como diz o texto, carta marcada não tem como afirmar, mas tá na cara que só os empresários e ex perueiros vão continuar.
    Mas antes Belarmino e Ruas que Baltazar e Ronan.
    Tem muita cooperativa (ou ex) em São Paulo que é melhor que a Suzantur e a EAOSA

  8. Otima materia..
    Para quem acompanha o transporte coletivo da Cidade de São Paulo há 60 anos, como eu, já pôde verificar as diversas formas de trabalhar com empresas transportadoras servindo os municipes.
    No inicio, a partir da CMTC, as empresas ofereciam o serviço por linhas.
    Assim, pequenos empresários podiam trabalhar apenas 1 linha, com total dedicação e capricho.
    Gradativamente, aqueles que alcançavam sucesso incorporavam outras linha e foram crescendo.
    Vejam o exemplo da Brasil Luso do Grupo Belarmino.
    Começou nos anos 50 fazendo linhas para a zona norte em direção ao Horto florestal, expandiu para a região do Imirim e não parou mais de crescer incorporando cada vez mais empresas e hoje domina uma região.
    A qualidade que era exercida e controlada por mais de 50 proprietários ficou restrita a apenas um. E cada vez mais se restringe o controle e a operação.
    O poder é tanto que criou Dependência.
    Na minha opinião a Cidade deveria ser dividida em mais regiões para permitir o acesso a novas empresas.e melhorar a qualidade.
    Na nova licitação estão fazendo alterações, mas, servindo a interesses que desconhecemos.
    Por exemplo: Trolebus sem expansão – Não seria a melhor hora de se dar oportunidades a criação ou retorno de linhas eletrificadas.

    No terminal Campo Limpo – estão tirando a Transpass/GatoPreto, que segundo comentários de usuários em pesquisa, executam o melhor atendimento para entregar a empresas com desempenho criticado. Por coincidência está linha 8700 é uma das 3 maiores em número de passageiros da Cidade.Pode?
    Assim, também acho que o título da materia está corretissimo.
    abraços

    • Muito bem lembrada, Jair, a questão histórica da incorporação de linhas e formação de grandes grupos, o que nos ajuda a entender mais ainda a dinâmica dos transportes paulistanos.
      Obrigado pela contribuição

    • Jair, boa noite.

      Perfeito seu comentário.

      Agora, essa de tirar a Transpass e Gato Preto da 8700, pra mim foi novidade.

      E mesmo tirando as duas “nesse mato” fica um BECHANO ENORME.

      MEAUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU

      Mas essa divisão da pizza, não vai parar por ai, o prejuízo de sair 8700 será enorme, mas ninguém sairá n prejú, aguarde, a massa dessa da pizza do acerto, já está crescendo.

      E será da boa, afinal a 8700 não será trocada por uma linhazinha qualquer.

      Abçs,

      Paulo Gil

  9. João Ayrton Lambiase // 28 de setembro de 2015 às 19:33 // Responder

    Desculpe, mas está na cara que são cartas marcadas, os emresários de onibus não tem uma emprêsa só, são varias servindo varios bairros (vide Grupo Ruas) , uniu Taboão, Bristol, Tânia,(Viasul), Penha-São Miguel, Viação Urbana Penha(Consórcio Plus), ´ e a uns meses atrás montou a Ambiental e sei lá eu mais quantas, voces acham que uma força financeira como essa vai querer perder ? Se eu estiver errado , me corrija, por favôr.

  10. Amigos, boa noite.

    Nem se juntarmos todas as melhores fábricas de aeronaves e aviões do mundo, incluindo ai as agências aeroespaciais, está equipe allllllllllllllllllllllltamente especializada não conseguirá fazer uma “caixa preta” tão eficiente, eficaz e lucrativa como a “caixa preta” do buzão de Sampa, isso é fato.

    O que me deixa mais triste (mas triste mesmo) é:

    1) Licitação é um modelo falido para o buzão; portanto penso que o CNJ tem obrigação de intervir nessa questão.

    Agora se for entrar na celeuma da competência, não vejo nem mais um órgão com competência para tal (Lembrem-se não é competência técnica e sim de matéria).

    2) O novo sistema do buzão de Sampa que será implantado após “essa” licitação; tecnicamente está ERRADO, pois não há infra estrutura para aplicá-lo com eficiência.

    Não é necessário formação em nenhuma modalidade de engenharia pertinente ao buzão e a infra e muito menos ser especialista na área para saber disso ou ser graduado em nível superior ou técnico.

    3) SPE´s será outra aberração, o que de antemão todos já sabemos que será “ingerenciável” como diria o ex Ministro Magri.

    Diante disso e por outras “cositas mas”; a Gestão Pública e Politica do Brasil está falida e isso não é novidade pra nenhum brasileiro ou paulistano.

    Vamos fazer errado e “quase” que legalmente.

    O mesmo ocorreu com verba do PAC para “embelezar” o corredor Santo Amaro ou 9 de Julho em detrimento da carência do buzão na zona leste e outras, somente porque o empenho e a dotação se referem para aplicação nos corredores Santo Amaro ou 9 de Julho.

    Já estamos em 2020, não é mais possível administrar o Brasil com base na letra morta da lei e na cara de pau.

    O truco será se a Leblon participar dessa licitação, ai não seria mais o buzão que iria pegar fogo…

    Mas depois daquela experiência laboratorial não creio que teremos esse prazer.

    Mas os investimentos nos “articuladinhos trucadinhos sucesso” pode ter um destino pré definido, caso negativo prejuízo não dará nunca nem se o mundo acabar.

    Como diz um irmão de um amigo meu:

    “Quer me enganar me da ouro”

    RESPEITÁVELLLLLLLLLLLLLLLLL PÚBLICO…

    Att,

    Paulo Gil

    • Corrigindo e complementando:

      O buzão da foto amarelo e laranja é a Leste Oeste do século XXi – Penha (amarelo) Lapa (laranja).

      Se as duas cores está no mesmo buzão; bingo.

      “RESPEITÁVELLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLL CONTRIBUINTES …

      Att,

      Paulo Gil

  11. Sem duvida e marcada,uma empresa com anos em SP e investindo em carros novos,dificilmente sairá,entrar outra de fora acho difícil de onde viria?O problema e o monopólio da Caio e Mercedes,e a licitação e necessária as empresas prestam um péssimo serviço atualmente.

  12. Adamo, se existe cartas marcadas não temos provas, mas que existe evidencias, não tenho duvidas, a maioria das empresas já tem centenas de ônibus novos guardado em suas garagens, esperando so o que todos já sabem, a VIP por exemplo com os seus super articulados, alguem tem duvida que ela será uma das operadoras da nova licitação, as cartas marcadas podem ser por que não há concorrentes, não precisa ser criminosa.

  13. Escrevo em relação a uniformização obrigatória da farda de motoristas e cobradores e fiscais na qual não vem sendo respeitada pelas viações. Vejo colegas de profissão reclamando que a PORTARIA 63/2014 SMTU/SP não vem sendo respeitada, na qual obriga as empresas a fornecer uniforme padrão. Creio que não esteja sendo fiscalizado pela SPTRANS, por isso as empresas não se preocupam em respeitar a portaria. Acompanhamos o BLOG e nunca vimos qualquer reportagem a respeito. Obrigado amigos.

  14. Adamo,parabéns pelo trabalho,gostaria de deixar que concordo com a matéria,pois não enxerga que não quer, que vai ser difícil outras empresas entrar no sistema de transporte em são paulo, a não ser empresários conhecido como grupo Constantino ou Baltazar que na gestão da marta foram excluídos do sistema. Obrigado pela oportunidade!

  15. Ótima matéria Adamo, e sentiviu para esclarecer como esta a licitação do transporte público de São Paulo. Na minha opinião para desbancar o atual monopólio do transporte coletivo seria o Grupo Constantino o que você acha?

  16. O que nós estamos vendo é que esse cidadão não reune condições para ser Prefeito da Cidade de São Paulo. Ciclovias que liga de lugar algum a parte alguma, industrias da multa, licitação sem começo meio e fim, como foi bem comentado na reportagem que nos faz fazermos uma reflexão, as obras necessárias estão se arrastando sem dizer do abandono da cidade como na praça da Sé, Parque Dom Predro totalmente abandonado é a maneira do PT governar!!

  17. Nesse novo contrato como vao ficar os repasses os Baroes sempre vao ganhar mais do que Ex cooperativas sendo q o onibus sao iguais ,despesas,diesel chega dessas desigualdades

  18. antonio ribeiro parente // 24 de novembro de 2015 às 12:29 // Responder

    seria muito melhor investir em ônibus articulados pois cabe mais usuários e o conforto e incomparável as peruas são muito barulhentas

  19. O Ministério Público, deveria investigar os diretores das cooperativas que hoje se diz dono de empresa,de que forma conquistaram estes bens, Qual o critério,está sendo tomado senhor secretario de transporte,foi um passe de magica.

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