LICITAÇÃO DE SÃO PAULO: Menos mini-ônibus, mais micrões e maior número de viagens

CONFIRA A MATÉRIA COM AS MINUTAS DO EDITAL NA ÍNTEGRA CLICANDO NESTE LINK LOGO ABAIXO:

https://blogpontodeonibus.wordpress.com/2015/07/09/confira-o-edital-de-licitacao-dos-transportes-de-sao-paulo/

mini ônibus

Frota de ônibus menores será reduzida com licitação. Foto – Internet

Licitação deve diminuir mini-ônibus e aumentar número de micrões e de viagens

Taxa de retorno para os empresários será de 9,9%

ADAMO BAZANI

O prefeito de São Paulo, Fenando Haddad, e o secretário municipal de transportes, Jilmar Tatto, explicaram na tarde desta sexta-feira como deve ficar o sistema de ônibus da capital após a licitação que deve ter o edital lançado na próxima semana. Nesta sexta, o Blog Ponto de Ônibus informou logo no início do dia, em primeira mão, detalhes do decreto da prefeitura que dá bases para a nova configuração dos serviços. Confira em: https://blogpontodeonibus.wordpress.com/2015/07/03/licitacao-de-onibus-em-sao-paulo-decreto-do-edital-e-publicado-oficialmente/

Na parte da tarde, Haddad e Tatto trouxeram mais detalhes.

VALOR DO CONTRATO, RETORNO E REMUNERAÇÃO:

O valor do contrato com as empresas será de R$ 140 bilhões por 20 anos.

A TIR – Taxa Interna de Retorno para os empresários será de 9,9% em vez dos atuais 18%.

A remuneração vai levar também indicadores de qualidade em consideração e deve ser dividia da seguinte maneira: 50% por passageiros transportados; 40% pelo cumprimento regular das viagens; e 10% por disponibilidade pontual da frota, item que inclui custo da prestação do serviço, as horas operadas, os quilômetros percorridos, por exemplo.

MENOS MINI-ÔNIBUS E MAIS MIDIS:

A composição da frota deve mudar.

Mini-ônbus devem passar dos atuais 4 mil para 250.

Midi (micrões) devem ir de mil para 2 mil veículos.

Superarticulados: deve ir dos atuais 500 para 2.500

Os demais modelos, como Padron e Básico devem ter poucas alterações.

Com o uso de veículos maiores, Tatto estima que a quantidade de lugares no sistema passe dos atuais 1,2 milhão para 1,35 milhão.

MAIS VIAGENS:

Tatto também prometeu um aumento no número de viagens por causa dos enxugamentos das extensões das linhas. Das atuais 245 milhões de partidas por mês, o número deve passar para 280 milhões mensais.

TIPOS DE LINHAS DE ÔNIBUS EM SÃO PAULO:

A previsão do decreto é classificar as linhas para a licitação em: Estruturais Radiais, Estruturais Perimetrais, Locais de Articulação Regional, Locais de Distribuição, Linhas Locais Rurais.

As características de cada uma delas são:

  1. Linhas Estruturais Radiais (LER): são as linhas do Subsistema Estrutural, que atendem as ligações dos Setores de Ônibus com a Região Central da Cidade, bem como aquelas queatendem as Centralidades Regionais Urbanas ao longo dos eixos viários que compõem a ligação com a Região Central;
  2. Linhas Estruturais Perimetrais (LEP): são as linhas do Subsistema Estrutural, que articulam as ligações radiais estruturais de ônibus, ligam as centralidades urbanas regionais e Setores de Ônibus, com trajetos não radiais, sem passar pelo Centro Histórico da Cidade, ligando regiões dispostas nos anéis viários da cidade;

III. Linhas Locais de Articulação Regional (LLA): são as linhas que ligam os Setores de Ônibus às centralidades urbanas de alcance regional, que interligam os Setores de Ônibus situados em Áreas Operacionais distintas, que atendem à ligação com a Região Central com percurso predominantemente fora do VEIO, e as linhas cuja função da ligação se configure como de atendimento de natureza regional;

  1. Linhas Locais de Distribuição (LLD): são as linhas que realizam as ligações internas aos Setores de Ônibus, atendendo as centralidades de bairro e centralidades urbanas de alcance regional inseridas no Setor de Ônibus ou que realizam algumas ligações externas ao Setor de Ônibus, cumprindo a função de alimentação do Subsistema Estrutural, mediante atendimento aos terminais de ônibus e às estações da rede metroferroviárias localizadas em outro Setor, desde que observem características complementares, como: a) os Terminais e Estações de Metrô não estejam inseridos na área de influência de uma centralidade urbana de alcance regional; b) possuam traçados com maior capilaridade, com abrangência de atendimento típica de áreas residenciais; c) possuam traçados que requeiram o uso de veículos de pequena capacidade em razão das características geométricas das vias e topográficas dos traçados;
  2. Linhas Locais Rurais (LLR): são as linhas enquadradas na categoria de Serviços Complementares que atendem as regiões da Macroárea de Contenção Urbana e Uso Sustentável e Macroárea de Preservação de Ecossistemas Naturais, definidas no Plano Diretor Estratégico.

As centralidades urbanas de alcance regional definidas acima compreendem as áreas de ocupa- ção predominantemente comercial e de serviços, de alta atração de viagens, que polarizam uma determinada região geográfica da cidade, concentrando vários pontos de controle de linhas, e que oferecem conexões entre elas para vários destinos, a seguir relacionadas: I. Penha; II. Vila Prudente; III. Santo Amaro; IV. Pinheiros; V. Lapa; VI. Barra Funda; VII. Santana. 3.3. Na ocorrência de dúvidas de classificação

REDES DE LINHAS DE ÔNIBUS:

O decreto prevê quatro redes:  Referência (dias úteis e sábado), Reforço (horários de pico de dias úteis), Madrugada e Domingo, conforme especifica a publicação desta sexta-feira:

  1. TIPOLOGIA DE REDES 4.1. O conjunto de linhas do Serviço Integrado terá características diferenciadas adequadas às varia- ções de demanda e aos padrões de deslocamento dos usuários conforme os dias da semana (dias úteis, sábados e domingos) e períodos do dia, estabelecendo conjuntos personalizados de linhas, classificadas da seguinte forma:
  2. Rede de Referência de Dia Útil e Sábados: conjunto de linhas definidas para o atendimento, com oferta em rede, da demanda de fora dos horários de pico de dias úteis; II. Linhas de Reforço (Horários de Pico dos Dias Úteis): conjunto de linhas para complementa- ção do atendimento da Rede de Referência de Dia Útil nos horários de pico, ou em outros horários específicos, caracterizadas por linhas com traçado que ofereça atendimento direto dos bairros à região do Centro Histórico da Cidade e às centralidades urbanas de âmbito regional, estabelecidas de forma a evitar saturações dos equipamentos públicos de integração e deseconomias decorrentes de transferência de elevados fluxos de passageiros entre linhas em condi- ções pouco confortáveis;

III. Rede da Madrugada (dia útil, sábado e domingo): conjunto de linhas definidas para o atendimento, com oferta em rede, da demanda específica do período das 0h:00min às 4h:00 min, para o atendimento de trabalho, lazer e entretenimento deste período do dia;

  1. Rede de Domingo: conjunto de linhas definidas para o atendimento, com oferta em rede, da demanda específica de dias de domingo e feriados, para atendimento de trabalho, lazer e entretenimento destes tipos de dia.

4.2. Em correspondência à classificação dos conjuntos de linhas definidos acima, as linhas do Sistema Integrado de Ônibus, além de sua classificação funcional, se diferenciam quanto à sua jornada operacional ao longo do tempo, da seguinte forma:

  1. Linhas de Referência da Rede, ou simplesmente Linhas de Referência: todas as linhas estruturais ou locais que compõem uma das três redes especificadas acima (Rede de Referência de Dia Útil e Sábados, Rede da Madrugada, Rede de Domingo);
  2. Linhas de Reforço de Pico: toda linha com operação limitada aos períodos de pico, manhã ou tarde, destinada a complementar a operação de uma Linha de Referência, no interesse da regulação da oferta à demanda;

III. Linhas Especiais: toda linha que seja estabelecida em caráter permanente ou transitório, para atendimento de demandas pontuais de comunidades ou de polos de atração em horários específicos do dia, bem como em eventos da Cidade.

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

14 comentários em LICITAÇÃO DE SÃO PAULO: Menos mini-ônibus, mais micrões e maior número de viagens

  1. Tiago Barbosa de Alencar Andrade // 3 de julho de 2015 às 23:51 // Responder

    Essa proposta da Sptrans parece boa, o ônus é a extinção, o seccionamento e o encurtamento de várias linhas tradicionais de São Paulo.
    Mal superei o encurtamento das linhas 1726-10 e 175T-10 no Metrô Santana em 2008, agora sete anos depois, terei que superar o encurtamento das linhas 179X-10 e 172U-10 no Metrô Tucuruvi.

  2. André Rodrigues // 4 de julho de 2015 às 00:01 // Responder

    Só espero que nos bairros não fiquemos refém das lotacoes, pois quando era o ônibus de empresas se levava de 30 à 40 minutos até da Cidade Tiradentes ao metrô Itaquera, depois que passou para essas malditas lotações se leva de 01:10 a 01:30 hs, conclusão hoje se sai mais cedo de casa por incapacidade de quem gerência a porcaria do sistema e não fiscalizam as cagadas que fazem e outra nem consuntam os usuários pois aposto e ganho que esses tais especialistas de transportes públicos nem se quer anda de onibus, igualmente a esse babaca desse prefeito que anda de carro oficial e de helicóptero pago com o meu dinheiro, e que só vem fazendo o que da na cabeça dele, e outra espero que a tal Express suma daqui pois se eu tiver que acordar mais cedo por causa das merdas que essa prefeitura vem fazendo posso dizer que vai haver mais carro circulando na cidade porque se for para eu acordar mais cedo eu perco meu tempo dentro do meu carro que é bem mais confortavel, sem contar que o Metrô está uma merda tambem. Esse tal monotrilho que nunca chega, promessa do Governado Geraldo Alckmin, que só está no papel, pois nem se quer se levantou uma pilastra aqui na Cidade Tiradentes, e vem com desculpa que é culpa do governo federal, o engraçado e que o Metrô dos bairros mais ricos está seguindo em frente normalmente.
    Só sei de uma coisa se me prejudicar igual já vem me prejudicando essas mudanças, vai ser mais um carro na rua, pois estou cansado de Madrugar e sofrer com essa merda de transporte público de São Paulo, agora eu quero conforto.
    Um exemplo: de que não se sabe oque estão fazendo foi a retirada das linhas 3781 – 10 e 3793 – 10 ambas Cidade Tiradentes – Metrô Penha, colocando as pessoas para ir até o já saturado Terminal, e ao chegar no mesmo esperar para embarcar na mesma linha que se linha que se embarcava aqui na Av. Dos Têxteis, conclusão espera a porcaria do Circular de dez a vinte minutos e depois se quiser ir sentado mais 20 a 30 minutos, quanto tempo já se perdeu aí? Gostaria muito que o senhor prefeito Fernando Haddad, juntinho com a mãe dele fizessem esse trajeto todos os dias de ônibus para ver se ele gosta. Cito a mãe dele pois a minha também sofre com essa mudança.

    • Concordo com você André Rodrigues, um péssimo exemplo de que não sabem o que estão fazendo foi a troca de empresa para lotação na linha 3785 – 10 Metrô Itaquera – Barro Branco. Quando era os ônibus de empresa gastava – se 35 minutos para se chegar no metrô Itaquera hoje com as lotações se leva cerca de 01:20 hs, para se chegar em Itaquera, e vai falar alguma coisa para o motorista dessas latas de sardinha para ver oque acontece.
      Ficamos largados as traças nas mãos desses que só pensa em lucros.
      Também concordo que a empresa Express não deve continuar pois não tem capacidade e n competência para transportar passageiros. (Deve transportar gados ironia).
      Hoje para conseguir chegar no horário em meu serviço tive que mudar totalmente o meu trajeto por duas vezes, antes de Itaquera para Metrô Penha, hoje para Guaianazes, utilizando a linha 3790 – 10 Metrô Guilhermina – Barro Branco, pois nem pensar em ultilizar a linha 3064 – 10 Guainazes – Cidade Tiradentes, pois 20 minutos de sono meu, vale muito, que é o tempo a mais que eu tenho que acordar se tiver que embarcar nessa linha. Com essas mudanças só mostra que a prefeitura de Haddad retira o problema da SPtrans ou seja da Prefeitura e o transfere para o Estado, afogando ainda mais os já saturados trens da CPTM e do Metrô.
      E já que estou comentando sobre essa linha 3064 -10, gostaria de saber se a SPtrans faz a fiscalização da mesma na Estação de Guaianases, pois no horário de pico das 17:00 as 19:00 o fiscal, obriga a os passageiros preferenciais a embarcar por ultimo, se a palavra preferencial é uma palavra que indica prioridade porque embarcar por ultimo? E a lei federal não vale para lotações? Gostaria muito que alguém da SPtrans me respondesse a essas perguntas. Faço essas perguntas pois as poucas vezes que ultilizei essa linha por motivo de força maior pela demora da linha 3790 – 10, observei alguns passageiros preferenciais sofrendo constrangimentos.
      E digo que não vai ser mais automóvel nas ruas e sim, mais dois porque se tiver que acordar mais cedo eu também vou passar a ultilizar o automóvel, aí eu pegunto será que só nois dois pensa dessa maneira? Se não, quantos automóveis a mais vai haver nas ruas. O prefeito ao invez de retira os carros das ruas vai está colocando muito mais.

  3. pedro elias de medeiros filho // 4 de julho de 2015 às 03:05 // Responder

    EU ACHO QUE ESSES SENHORES FERNANDO HADDAD E JILMA TATTO NAO CONHECE O TAMAMHO DESTA CIDADE PARA FICAR CRIANDO MODA E NAO ANDA DE ONIBUS

  4. Não vejo fundamento lógico na postura da prefeitura de reestruturar as linhas e dar fim às cooperativas. São Paulo nunca teve um sistema tão eficiente tal qual o atual. Bem ou mal, FUNCIONA. Me lembro da época da finada CMTC… mais de hora a fio no ponto de ônibus esperando a condução… A única atitude acertada do prefeito foram as linhas noturnas, louvável esta atitude.

    É um erro crasso fazer o pobre trabalhador que depende do transporte coletivo tomar 2 / 3 / 4 até 5 / 6 conduções para chegar ao seu destino, seccionamento de linhas é isso, redução de custos no sistema é isso, só não enxerga quem não quer; não existe mágica, existe um enganado e um enganador; resultado: Quem mora na periferia é quem mais sofre… mais perda de tempo para o trabalhador, estudante; menor qualidade de vida, menos tempo de descanso/com a família, menos tempo de estudo… LAMENTÁVEL.

    Querendo ou não, as cooperativas transportavam quase 4 milhões de passageiros/dia. Levam SP nas costas. LITERALMENTE. Transportam muito mais do que empresas regulares. Isso é FATO, e sempre receberam menos por isso. Por que a auditoria que custou milhões não mostrou isso? Por que a auditoria não mostrou onde vai parar boa parte da tarifa que não fica com os operadores do sistema? Muitas questões, pouca transparência efetiva… pouca atitude acertada… muitos planos mirabolantes.

    Se as cooperativas fossem remuneradas tão bem quanto as empresas/consórcios não haveriam motivos para irregularidades acerca de direitos trabalhistas. As cooperativas sempre foram transporte barato, de baixo custo para a prefeitura, interessante e eficiente para o poder público. Cooperados recebem em média 1,80/2,00 por passageiro. Lhes pergunto, onde vai parar o restante da tarifa? Quem carrega o piano é sempre quem recebe menos; e suporta os altos gastos: prestação do carro, diesel, pneus, óleo, manutenção no motor e câmbio, molas, amortecedor…. … etc… etc… O que a prefeitura/sptrans faz para justificar garfar boa parte da tarifa? Não se preocupam com transporte de qualidade a preço justo para o povo. Está claro.

    Se o poder público se preocupasse realmente com o custo da tarifa para o usuário final, colocaria a passagem a 2,25 por exemplo, ao meu ver, um valor justo para quem paga e para aqueles que recebem… Se os cooperados recebessem esse valor integral por passageiro é possível arcar com os custos do sistema e registrar seus funcionários, conceder direitos e benefícios. Todos trabalhando e sendo transportados com dignidade para SP crescer e se mover… Mas a realidade não nos mostra isso, a conta não fecha! A lógica não nos mostra outra coisa! Como sempre foi, no nosso querido Brasil, cria-se a dificuldade, para vender-se a facilidade… Vide o mar de corrupção que estamos afundados. É este o país que deixaremos para nossos filhos, futuras gerações???

    Existem muitos pais de família, tanto empregados como cooperados, que estão sofrendo e muito com essas mudanças no sistema. Muitos não recebem os pagamentos das atuais ”empresas” estão literalmente vendendo o almoço para poder jantar. De que adianta ser registrado e não ter salário no bolso, comida na mesa???

    Estão arrancando de nós a nossa profissão, nosso investimento, nossa paixão… Este é o apelo e desabafo de um perueiro apaixonado por ônibus, pela profissão, que realmente ama o que faz e deseja deixar uma SP melhor para os nossos descendentes.

    Deixo claro: Não tenho a intenção de atacar/ofender ninguém, não postei isso para fomentar discussão/discórdia. Apenas compartilho aquilo que martela a minha cabeça há muito tempo, os olhos vêem aquilo que não deveriam enxergar…

    POR UM BRASIL MELHOR PARA NÓS E NOSSOS FILHOS.

    Obrigado Ádamo por esse espaço!

  5. Quero ver se ruas mais largas vão ser realmente atendidas pelas linhas locais…seja com micrões ou micros! é muito chato ter q andar da minha casa até a Avenida principal ou até a Avenida Guapira.. junto ao TP dessa li nha da foto…(172R/10)…pra pegar uma condução! precisamos de mais opções! e as linhas 1765/10 e 1766/10…são umas porcarias! principalmente a 1766/10! poucos veículos! e a SPTrans não permite q a SAMBAÍBA q as opera…coloque mais carros!

  6. Amigos, boa noite.

    PREVISIVELLLLLLLLLLLLLL

    E esta previsao e matematica.

    Sistema natimorto.

    Impossivel num pais inflacionario algo com uma raxa de retorno MENOR dar certo.

    Porque nao se reduz a taxa de retorno dos impistos ?????

    Reavaliacao de custos a cada 4 anos, so pode ser piada e de mal gosto, afinal a inflacao esta ai firme e forte.

    Reduzir micros e prova que nao estao considerando as rddes do AEROTREM e extensoes do Metro.

    Desnecessario comentar o resto, afinal nao ha sustentacao financeira.

    Nesse modelo so estatizando, afinal nenhum empresario ooera a fundo perdido ou filantropia.

    Att,

    Paulo Gil

  7. Complementando:

    No telejornal Hoje foi ao ar uma reprtagem sobre os bondes que ligam as cidades altas as cidades baixas em Portugal.

    Os percursos sao pequenos e a tarifa custa € 3,60 (Euros), mais de R$ 12,00.

    Nao precisa falar mais nada.

    E o “haveire” menos o “deveire” e igual ao quanto vai para o bolso.

    Simples assim.

    At,

    Paulo Gil

  8. Eu espero que não acabe com a categoria os cobradores tem muito pai de família aí que depende só sustento eu acho isso uma verdadeira vergonha acabar com a categoria

  9. Eu moro na casa verde e ouvi dizer que a linha de lotação 138y hospital cachoeirinha metro barra funda vai acabar!!!!! Isso procede?

  10. Esse Fernando Haddad e esses pulha do Tatto são dois cegos tentando guiar um ao outro!O sistema de transporte de SP está um verdadeiro CAOS!Sou motorista e vejo e ouço muito absurdo sobre transportes por parte de “especialistas” em transporte que,sequer andam de ônibus!Não estão aqui,bem no meio do olho do furacão como nós,que somos forçados à horas de trabalho duro,somos desdenhados e ameaçados constantemente por parte dos empresários,da SPtrans,louca como sempre,usuários que não entendem como funciona o sistema,culpando MOTORISTAS E COBRADORES pelas,desculpem,cagada desses dois INCOMPETENTES!Só não saltei fora porque amo o que faço,fico aqui torcendo para que um dia,tudo isso funcione melhor.

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