Ícone do site Diário do Transporte

Licitação dos transportes em São Paulo: cartas marcadas ou mercado muito grande?

Ônibus superarticulados continuam sendo comprados, mesmo antes da conclusão da licitação dos transportes. Veículos custam entre R$ 800 mil a R$ 1 milhão cada.

Expectativa é que haja readequações de linhas e tipos de serviço, mas veículos que valem até R$ 1 milhão continuam sendo adquiridos pelos atuais operadores

ADAMO BAZANI

Imagine que você esteja morando numa casa e seu contrato de aluguel está para vencer e você não tem certeza de que será renovado. Acaso, você investiria, por exemplo, numa mobília cara planejada para esta residência diante desta incerteza sobre sua permanência ou não na casa?

É mais ou menos assim, do ponto de vista da estrutura empresarial, que está sendo vista por interlocutores do setor de transportes a licitação dos serviços municipais de ônibus na cidade de São Paulo.

Às vésperas da divulgação do edital definitivo de concorrência pública, as atuais operadoras têm feito grandes investimentos para a renovação de frota. Até mesmo as ex-cooperativas, hoje que se transformaram em empresas, estão comprando veículos novos.

Tratam-se de investimentos na ordem de R$ 350 mil até R$ 1 milhão por ônibus novo. As ex-cooperativas compram ônibus mídis ou até mesmo ônibus convencionais com ar-condicionado, conforme determina a prefeitura, em substituição aos micro-ônibus. Já as empresas têm comprado os gigantes superarticulados de quase R$ 1 milhão, com 23 metros de comprimento, serviço de wi-fi, ar-condicionado, iluminação de led, etc.

Se um carro de passeio zero quilômetro já perde muito valor ao colocar a primeira roda fora da concessionária, imagine um ônibus cuja depreciação é maior. Afinal, entre outras questões, está o valor de revenda do veículo de transporte coletivo. Se nem em São Paulo todas as ruas suportam um superarticulado, imagine em outras cidades com estrutura mais precária?

Como não tem mercado de venda de usados, ao final de sua vida útil um ônibus grande de R$ 1 milhão pode ser achado por R$ 25 mil, nos valores de hoje.

Mas não são apenas as compras de veículos que evidenciam a certeza de que quem está vai ficar.

É só dar uma olhada nas minutas do edital. O sistema será dividido em três grupos de linhas: Estrutural (linhas maiores e de mais demanda, entre as regiões da cidade e o centro por grandes vias), Local de Articulação (unindo regiões diferentes ou até o centro por vias menores) e Local de Distribuição (de bairros até estações e terminais locais, além de linhas rurais). São 27 lotes no total que devem ter uma frota em torno de 12 mil 898 ônibus.

O lote menor , o Distribuição 13, deve ter uma frota de referência de 193 ônibus. O maior é o Estrutural 4, com 1.036 ônibus.

Cada um dos 27 lotes vai representar uma SPE – Sociedade de Propósito Específico, que vai reunir companhias de ônibus. A pergunta é: que empresa hoje, além das que estão operando, terá esta frota e no padrão exigido pela SPTrans, para participar? Lembrando que a fabricação de um ônibus é por encomenda, e, dependendo do modelo, pode ficar pronto entre 3 meses e 6 meses depois de ter sido encomendado.

Entre frota nova e a implantação de um CCO – Centro de Controle Operacional devem ser realizados após a assinatura dos contratos investimentos em torno de R$ 1 bilhão. O contrato de licitação é de 20 anos, renováveis por mais 20 se houver justificativa para isso, e deve movimentar R$ 70 bilhões por período.

Quais grupos empresariais fora de São Paulo teriam esta condição? Pouquíssimos, isso sem contar com eventuais disputas jurídicas das atuais operadoras que não vão aceitar sair.

A prefeitura diz que ao tornar os terrenos das garagens como áreas de utilidade pública para fins de desapropriação, deve estimular a entrada de outros grupos empresariais. Mas atenção: as garagens não foram desapropriadas, só foram decretadas como utilidade. Será que a medida é suficiente para estimular outros grupos empresariais?

Diante deste quadro, muitos dizem que a licitação de São Paulo é de cartas marcadas. Não dá para afirmar isso, mas, pelo tamanho e dinâmica do mercado de transportes da cidade, é difícil alguém oferecer uma estrutura maior que grandes empresários hoje, como José Ruas Vaz, Belarmino de Ascenção Marta e família Saraiva, que juntas detém mais de 70% das linhas das viações (excluindo as áreas das ex-cooperativas).

São Paulo é o maior sistema de transportes da América Latina, não dá para competir com que está por aqui. A expectativa é que, no máximo, alguém pode se associar a quem já está.

O fato de continuar os mesmos empresários não significa incialmente um problema. Mas a concorrência sempre é importante para que melhores propostas sejam apresentadas. Além disso, a população de outras cidades sofre com maus empresários, como no caso do ABC Paulista, onde alguns têm o nome envolvido em escândalos de corrupção que já resultaram na morte até de altos servidores públicos executivos ou são grandes devedores da União.

Por isso, a população saber da estrutura empresarial dos transportes é importante.

A expectativa em relação à licitação deve ficar mesmo em torno do novo modelo de serviços. A frota deve ser reduzida dos atuais 14 mil 874 ônibus para 12 mil 898 veículos, aproximadamente. Mas a prefeitura promete ampliação da oferta de lugares dos atuais 1,2 milhão para 1,35 milhão e aumento no número de viagens que deve saltar de 245 milhões para 280 milhões por mês. A receita para isso é a ampliação do número de veículos de maior porte, como os ônibus micrões e convencionais substituindo os micro-ônibus e a mais ônibus superarticulados no sistema que devem chegar a 2 mil 500 unidades até 2017.

A eliminação da sobreposição de linhas deve aumentar a oferta na medida em que pode tornar as viagens mais rápidas. Não tem mais sentido o fato de vários ônibus vazios, batendo lata, como se diz no setor, seguindo pelas mesmas vias.

As baldeações com certeza vão aumentar e quem antes usava um ou dois ônibus por sentido pode precisar de até três ou quatro. Isso não será problema, apesar de uma adaptação necessária da população que vai reclamar no início, se as baldeações forem eficientes. Mas aí surge outra questão: Com uma malha pequena de corredores de ônibus, que são melhores que as faixas, há dúvidas sobre o sucesso imediato deste sistema tronco-alimentador. Afinal, não adiantará em nada uma linha de ônibus seguir rapidamente e depois o passageiro ficar muito tempo no local de baldeação porque o ônibus da segunda linha, sem corredor e estrutura viária, vai demorar para chegar pelo fato de estar preso no trânsito.

E a estrutura dos terminais de hoje, vai comportar este novo modelo? Ou o passageiro vai ficar em longas filas e andar por várias plataformas até achar sua outra linha para seguir viagem?

A criação de redes de linhas, como da Madrugada, é outra novidade que deve ser positiva. Estão esperadas a rede básica, a das linhas “normais”, a rede de reforço para os horários de pico e a rede de domingos e feriados. Esta, inclusive, é a mais interessante e pode começar a ser implantada antes mesmo do resultado final da licitação. É muito importante, porque hoje em dia, depender de ônibus aos domingos e feriados não é nada fácil e desestimula muitas pessoas a aproveitarem mais a cidade e se deslocarem além das obrigações do estudo e trabalho.

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

Ex-cooperativas, que hoje se tornaram empresas, também vão às compras antes da licitação. Micro-ônibus são substituídos por veículos mídis ou convencionais, com ar-condicionado, maiores e mais caros.

O QUE É IMPORTANTE SABER SOBRE A LICITAÇÃO:

A licitação deve remodelar os transportes na cidade e desenhar o modelo de frota e serviços pelos próximos vinte anos, prazo dos contratos com as empresas de ônibus que ganharem a concorrência.

As linhas devem ser alteradas. O edital propõe a criação de três grupos de serviços:

GRUPOS DE LINHAS:

– Grupo Estrutural, que vai contar com as linhas de maior demanda ligando as regiões da cidade até o centro (linhas radiais) e a linhas ligando regiões diferentes em corredores de ônibus ou vias de grande movimento (linhas perimetrais).

– Grupo Local de Articulação Regional, que vai ter linhas entre as centralidades de regiões diferentes ou entre as regiões e o centro da cidade sem passar por corredores ou vias de maior fluxo.

– Grupo Local de Distribuição, com linhas dentro das regiões, normalmente ligando os bairros aos terminais locais de ônibus ou estações do Metrô e da CPTM. Neste grupo também serão incluídas as redes rurais.

REDES DE SERVIÇOS:

Serão quatro tipos de serviços, classificados como redes:

– Rede de Referência: Dias úteis e sábados

– Rede de Reforço: Com linhas que só vão operar nos horários de pico

– Rede de Domingos e Feriados: Com linhas e horários específicos para estes dias

– Rede da Madrugada: Já em vigor, hoje com 151 linhas que operam entre a meia noite e quatro da manhã.

FROTA, VIAGENS E REMUNERAÇÃO:

A frota de ônibus da cidade deve ser reduzida dos atuais 14 mil 770 veículos para 12 mil 898 entre micro-ônibus, midibus (micrões), ônibus básicos motor dianteiro, ônibus padron motor traseiro, ônibus padron 15 metros motor traseiro, ônibus articulados (18,6 metros a 21,3 metros), ônibus superarticulados (23 metros) e ônibus biarticulados (25 metros a 28 metros).

Apesar da redução da frota, o secretário municipal de transportes, Jilmar Tatto, disse que o número de lugares no sistema vai aumentar dos atuais 1,2 milhão para 1,35 milhão.

Segundo ele, isso será possível pela colocação de mais ônibus de maior capacidade. Os mini-ônbus devem passar dos atuais 4 mil para 250. Já os midis (micrões) devem ir de mil para 2 mil veículos e o total de superarticulados passar dos atuais 500 para 2.500.

Com a reorganização das linhas, eliminando as sobreposições e ampliando serviços em corredores de alta demanda, o total de partidas por mês deve aumentar de 245 milhões para 280 milhões.

A TIR – Taxa Interna de Remuneração para as empresas de ônibus deve ser reduzida dos atuais 18% para 9,97% ao ano.

EMPRESÁRIOS:

Apesar das mudanças das linhas e de parte da frota, o mercado aposta que a estrutura empresarial dos transportes na cidade deva passar por poucas alterações. Na prática, a aposta é de que os mesmos empresários continuem operando. Como o novo sistema não vai admitir mais as cooperativas, estas entidades se transformaram em empresas para participar da disputa. Tanto as atuais viações como as ex-cooperativas devem se organizar em SPE – Sociedade de Propósito Específico.

Hoje, o sistema é dividido em estrutural e local:

EMPRESAS DO SUBSISTEMA ESTRUTURAL:

– Viação Santa Brígida Ltda:

Principais Sócios: Belchior Saraiva, Luiz Augusto Saraiva, Marcio Arduin Saraiva, Mario Luiz Saraiva, Mauricio Daniel Saraiva, Silvia Helena Saraiva Gomes, Antonio Carlos Lourenco Marques, Julio Luiz Marques, Luiz Antonio De Paulo Marques, Manuel Lourenco Marques, Rita De Cassia Marques Mesa Campos

– Viação Gato Preto Ltda:

Principais Sócios: Ricardo Luis Gatti Moroni, Catharina Anna Gatti Moroni, Anita Cecilia Gatti Moroni de Padua Lima, Joao de Padua Lima Neto

– Sambaíba Transportes Urbanos Ltda:

Principais Sócios: Belarmino de Ascenção Marta, Bampar Participações Ltda, Vilar do Rei Participacoes Ltda, Comercial Sambaíba de Viaturas Ltda

– VIP Transportes Urbanos Ltda:

Principais Sócios:  José Ruas Vaz, Carlos de Abreu, Armelim Ruas Figueiredo, Vitorino Teixeira da Cunha,  Eduardo Caropreso Vaz Gomes, Antonio Roberto Berti, Carlos Alberto Risso Alexandre Videira, Claudio Jose Figueiredo Alves, Delfim Alves de Figueiredo, Jose Alves de Figueiredo, Luis do Nascimento Rodrigues, Marcos Jose Monzoni Prestes

– Ambiental Transportes Urbanos Ltda:

Principais Sócios: Eduardo Ciola, Jose Eduardo Caldas Goncalves, participação do Grupo Ruas

– Via Sul Transportes Urbanos Ltda:

Principais Sócios: Jose Ruas Vaz, Carlos De Abreu, Armelim Ruas Figueiredo, Ricardo Vaz Pinto, Vicente Dos Anjos Diniz Ferraz, Marcelino Antonio Da Silva, Manuel Bernardo Pires De Almeida, Francisco Pinto, Francisco Parente Dos Santos, Morgado De Mateus, Elvira Risso Alexandre Videira

– Viação Cidade Dutra Ltda:

Principais Sócios: Jose Ruas Vaz, Armelin Ruas Figueiredo, Francisco Pinto, Joao Goncalves Goncalves, Joaquim De Almeida Saraiva, Marcelino Antonio Da Silva, Vicente Dos Anjos Dinis Ferraz

– Tupi – Transportes Urbanos Piratininga Ltda:

Principais Sócios:  Gustavo Luiz Zampol Pavani, Paulo Eduardo Zampol Pavani

– Mobi Brasil Transportes São Paulo Ltda:

Principais Sócios: Niege Chaves, Tatiana Chaves Suassuna, Honorio Goncalves Da Silva Neto, Terra Participacoes E Patrimonio Eireli

– Viação Campo Belo Ltda:

Principais Sócios: Jose Ruas Vaz, Armelim Ruas Figueiredo, Francisco Pinto, Vicente Dos Anjos Dinis Ferraz

– Viação Gatusa Transportes Urbanos Ltda:

Principais Sócios: Jose Saad Neto, Livonpride S/A.,

– Transkuba Transportes Gerais Ltda:

Principais Sócios: Sergio Kuba, Cafetur Transportes Ltda.,

– Transppass Transportes de Passageiros Ltda:

Principais Sócios: Antonio Dos Santos Pereira, Antonio Joao Pinto Dos Santos, Simone Batista Dos Santos

EMPRESAS DO SUBSISTEMA LOCAL – ANTIGAS COOPERATIVAS:

– Consórcio Spencer Transporte (antiga Cooper Fênix)

Principais Sócios: Manoel Edson Barbosa, Roberson De Nobrega

– Norte Buss Transporte (antiga Transcooper)

Principais Sócios: Guilherme Correa Filho, Jeremias Jose Pereira, Luiz Fernando Silva Dos Santos, Paulo Sato, Valdi Batista De Figueiredo

– Consórcio Qualibus (antiga garagem 2 da Associação Paulistana)

Principais Sócios: Luiz Carlos Calegari, Marcelo Paschoal Cardoso, Ubiratan Antonio Da Cunha,

– Transunião Transportes (antiga garagem 3 da Associação Paulistana):

Principais Sócios: Wilson Pereira Da Costa, Ubirata Batista De Oliveira, Osiel Bernardino Pinto, Jose Edson Accioly Lins, Adauto Soares Jorge, Adao Lino Dos Santos,

– MOVE SP Soluções em Mobilidade Urbana Ltda (antiga Aliança Cooperpeople – Garagem Coopertranse – denominação anterior Transpeople Soluções em Mobilidade Urbana).

Principais Sócios: Agenor Alexandre da Silva Filho,  Antônio Alves de Oliveira, Marcelo Cavallini Colli, Wagner dos Santos

– Express Transportes Urbanos (proveniente da cooperativa Nova Aliança e da Empresa Novo Horizonte):

Principais Sócios: Agnaldo Dias Gomes, Angela Roberta Da Silva Agoston, Vanessa Rodrigues Da Silva,

– Allianz Transportes (antiga garagem 1 da Associação Paulistana) – Denominação Atual:

Allibus Transportes Ltda

Principais Sócios: Anderson Barbosa Da Silva, Paulo Henrique Cipriano, Sandra Pinho Da Silva,

– Pêssego Transportes (antiga Transcooper Leste):

Principais Sócios: Antonio Carlos Da Silva, Danilo Morilio Da Silva, Fabio Dos Santos, Marcio Borges Parente

– Transwolff Transportes (antiga Cooper Pam) 

Principais Sócios: Luiz Carlos Efigenio Pacheco, Moises Gomes Pinto,

– Consórcio Auto Viação Transcap (antiga Unicoopers):

Principais Sócios: Ronaldo Tadeu De Oliveira, Valter Da Silva Bispo

– Alfa Rodobus Transportes

Principais Sócios: Aliomar Rocha Junior, Aurineide Moura Andrade Santos, Edson Bernardo Da Silva, Ezequias De Oliveira, Ezequiel De Oliveira, Jose Lenildo De Lima, Patricia Olegario De Lira, Reginaldo Gomes Da Silva, Sara Oliveira Cavalcante, Silberto Soares Ferreira, Willamys Da Silva Bezerra

DIVISÃO POR ÁREA DE OPERAÇÃO:

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

MATÉRIAS RELACIONADAS À LICITAÇÃO:

CONFIRA AS MINUTAS DO EDITAL DE LICITAÇÃO EM SÃO PAULO:

https://diariodotransporte.com.br/2015/07/09/confira-o-edital-de-licitacao-dos-transportes-de-sao-paulo/

DECRETO PARA LICITAÇÃO É PUBLICADO OFICIALMENTE:

https://diariodotransporte.com.br/2015/07/03/licitacao-de-onibus-em-sao-paulo-decreto-do-edital-e-publicado-oficialmente/

LICITAÇÃO EM SÃO PAULO VAI ALTERAR 30% DAS LINHAS DE ÔNIBUS NA CIDADE:

https://diariodotransporte.com.br/2015/07/11/licitacao-em-sao-paulo-vai-alterar-quase-30-das-linhas/

O QUE AS EMPRESAS DE ÔNIBUS ESPERAM DA LICITAÇÃO DOS TRANSPORTES EM SÃO PAULO:

https://diariodotransporte.com.br/2015/07/21/licitacao-dos-transportes-em-sao-paulo-onibus/

EMPRESAS DE ÔNIBUS DE SÃO PAULO CONTESTAM EDITAL DE LICITAÇÃO:

https://diariodotransporte.com.br/2015/08/17/licitacao-dos-transportes-empresas-de-onibus-questionam-edital/

PREFEITURA DE SÃO PAULO PRORROGA ATÉ 31 DE AGOSTO PRAZO PARA CONSULTA PÚBLICA DE EDITAL DE LICITAÇÃO:

https://diariodotransporte.com.br/2015/08/11/licitacao-dos-transportes-prefeitura-de-sao-paulo-decide-prolongar-ate-31-de-agosto-prazo-para-consulta-publica/

FROTA LIMPA – LEI DE MUDANÇAS CLIMÁTICAS NÃO FOI LEVADA A SÉRIO:

https://diariodotransporte.com.br/2015/07/15/frota-limpa-lei-de-mudancas-climaticas-nao-foi-levada-a-serio/

LICITAÇÃO DOS TRANSPORTES DE SÃO PAULO PREVÊ ÔNIBUS A GÁS NATURAL:

https://diariodotransporte.com.br/2015/07/20/licitacao-dos-transportes-em-sao-paulo-edital-preve-onibus-a-gas-natural/

LICITAÇÃO DOS TRANSPORTES: MENOS MICROS E MAIS MIDIS. Maior número de Viagens:

https://diariodotransporte.com.br/2015/07/03/licitacao-de-sao-paulo-menos-mini-onibus-mais-microes-e-maior-numero-de-viagens/

LICITAÇÃO DE SÃO PAULO: ENTIDADES NACIONAIS E INTERNACIONAIS FORMALIZAM PEDIDO DE FROTA LIMPA PARA EDITAL:

https://diariodotransporte.com.br/2015/08/04/licitacao-de-sao-paulo-organizacoes-elaboram-documento-para-frota-limpa/

LICITAÇÃO SÃO PAULO – ENTIDADES PENDEM MAIS 60 DIAS DE CONSULTA PÚBLICA E FRENTE PARLAMENTAR VAI DISCUTIR EDITAL E MEIO AMBIENTE:

https://diariodotransporte.com.br/2015/08/06/licitacao-dos-transportes-entidades-querem-mais-30-dias-de-consulta-e-frente-parlamentar-discute-impactos-ambientais/

LICITAÇÃO DOS TRANSPORTES RECEBE SUGESTÕES ATÉ DIA 10 DE AGOSTO:

https://diariodotransporte.com.br/2015/07/08/licitacao-em-sao-paulo-recebe-sugestoes-ate-o-dia-10-de-agosto/

LICITAÇÃO DOS TRANSPORTES – TATTO SE REÚNE COM TCM PARA EDITAL NÃO SER BARRADO:

https://diariodotransporte.com.br/2015/07/30/licitacao-dos-transportes-em-sao-paulo-tatto-se-reune-com-tcm-para-edital-nao-ser-barrado/

LICITAÇÃO DOS TRANSPORTES DEVE AJUDAR A DESTRAVAR VENDAS DE CARROCERIAS:

https://diariodotransporte.com.br/2015/06/29/licitacao-de-sao-paulo-deve-ajudar-a-destravar-vendas-de-carrocerias/

AR CONDICIONADO: LICITAÇÃO DOS TRANSPORTES DE SÃO PAULO VAI SER MODELO PARA O PAÍS:

https://diariodotransporte.com.br/2015/07/24/ar-condicionado-licitacao-de-sao-paulo/

LICITAÇÃO DOS TRANSPORTES DE SÃO PAULO: Cartas marcadas ou mercado difícil de competir?

https://diariodotransporte.com.br/2015/09/28/licitacao-dos-transportes-em-sao-paulo-cartas-marcadas-ou-mercado-muito-grande/

LICITAÇÃO EM SÃO PAULO: ESTRANGEIROS SÓ COM EMPRESAS BRASILEIRAS:

https://diariodotransporte.com.br/2015/07/10/licitacao-de-sao-paulo-estrangeiros-so-com-empresas-brasileiras/

ADAMO BAZANI

Sair da versão mobile