Metrô de São Paulo não obtém sucesso na licitação de naming rights das estações Santana e Brigadeiro

Estação Brigadeiro se localiza na icônica avenida Paulista, símbolo da cidade de São Paulo. Reprodução Google Maps

A companhia não chegou ao entendimento de valores com a empresa que fez proposta

WILLIAN MOREIRA

Mais uma vez o Metrô de São Paulo fracassou na licitação para concessão de naming rights (direito ao uso) do nome das estações Santana e Brigadeiro, respectivamente das linhas 1-Azul e 2-Verde.

A empresa estatal recusou as propostas de R$ 40 mil por mês para cada estação efetuadas pela DSM Digital Sports Multimédia Ltda, a única que vem fazendo ofertas nestes leilões.

Com a recusa, a DSM ainda aumentou o preço de remuneração mensal a ser pago, oferecendo R$ 110 mil para Santana e R$ 130 mil para Brigadeiro, mas estes valores também acabaram por ser rejeitados.

No processo de naming rights realizado pelo Metrô, a empresa vencedora pode associar um nome (geralmente marca comercial) ao nome da estação, algo que já acontece em tres estações que passaram a se chamar, Saúde-Ultrafarma na Linha 1-Azul e Penha-Lojas Besni e Carrão-Assaí Atacadista, ambas da linha 3-vermelha.

Como mostrou o Diário do Transporte, em agosto deste ano, após o primeiro insucesso na licitação das duas estações, a companhia publicou novo edital, esperando receber propostas.

Na ocasião, a DSM Digital, também ofereceu uma remuneração mensal pelo espaço, mas a oferta foi recusada.

Relembre: https://diariodotransporte.com.br/2022/08/19/metro-lanca-novas-licitacoes-de-naming-rights-direito-de-uso-das-estacoes-brigadeiro-e-santana/





Willian Moreira para o Diário do Transporte


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