Crise de falta de componentes automotivos e setor de ônibus só devem melhorar de fato em 2022, diz Fenabrave
Publicado em: 4 de novembro de 2021
Como mostrou Diário do Transporte, segmento de transporte coletivo é o único que regista queda acumulada no em 2021
ADAMO BAZANI
A indústria de veículos em geral, tanto de leves como de pesados, ainda tem sido fortemente impactada pela crise de falta de peças e insumos em geral e, de acordo com previsão do setor, num olhar mais otimista, a situação só deve melhorar a partir de meados de 2022.
A opinião é do presidente da Fenabrave – Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores, Alarico Assumpção Júnior, que, nesta quinta-feira, 04 de novembro de 2021, divulgou o balanço dos emplacamentos entre janeiro e outubro de 2021.
Para Assumpção Júnior, há demanda por veículos, mas a espera por peças tem desacelerado as vendas. Algumas montadoras tiveram de dar férias coletivas, o que impede que os resultados de emplacamentos sejam melhores.
“Os emplacamentos de todos os segmentos automotivos vêm oscilando, de acordo com o fluxo de produção. A demanda se mantém alta, por parte do consumidor, mas há segmentos em que a espera por um veículo pode levar meses, em função dos baixos estoques das Concessionárias, que não estão conseguindo ter todos os pedidos atendidos pelas fábricas, devido à falta de insumos e componentes. Esperamos pela normalização da produção, mas acreditamos que isso só ocorra em meados de 2022, na melhor das hipóteses”, disse por meio de nota.
Como mostrou o Diário do Transporte, a federação mostrou os resultados de todos os segmentos entre janeiro e outubro e apenas o setor de ônibus registou um resultado negativo.
A queda acumulada no ano é de 0,44% em comparação ao mesmo período de 2020.
Relembre:
Na nota, o presidente da entidade diz que acredita que somente em 2022 o setor de ônibus terá recuperação de fato.
“A vacinação avançou bastante no Brasil, há perspectivas de retomada do turismo e alguns programas de transportes públicos podem ser retomados no ano que vem, como o Caminho da Escola. Caso se confirmem estas tendências, será uma mudança boa para o segmento”.
Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes




NUNCAAAAAAA!!!!JAMAAAAAISS!!!!Aceita que o mundo acabou e DEEEEEEEUUUU!!!!!!Esse universo não tem nem nunca nem jamais teve nem terá legitimidade nenhumaaaaaaaaa!!!!!!Só tem farsa,crime e mentiras.
Boa noite!
Já sabemos o desfecho a continuidade… 125 Veículos usados, surrados, Ex-RJ, da mesma forma que a BR7 fez em 2019, trazendo carros que até eram seminovos, porém muito ruins.
Espero que, pelo menos façam (ou mandem fazer), uma reforma, como fizeram com os 20 CAIO APACHE VIP IV, ano 2016, Ex-Mobibrasil, que ficaram excelentes!
A mudança tão esperada e divulgada para o transportes no ABC não será tão plena, infelizmente… Teremos mais dos mesmos, em frota, gestão (ou falta dela), dentre outros.
Att,
Gerson Carvalho
Administrador de Empresas e Bancário.