Paranapiacaba ganha exposição permanente de ferromodelismo

Publicado em: 26 de julho de 2019

Vila história agora abriga a sede do Ferreoclube do ABC, ao lado da estação do Trem Turístico

JESSICA MARQUES

A vila de Paranapiacaba, em Santo André, no ABC Paulista, ganhou uma exposição permanente de ferromodelismo. A sede do Ferreoclube do ABC foi transferida e agora está ao lado da estação do Trem Turístico, com diversos itens que enchem os olhos de quem ama ferrovias.

A exposição estará aberta ao público em todos os dias do Festival de Inverno, das 10h às 18h. Após o evento, que se encerra neste fim de semana, a exposição poderá ser visitada aos domingos, das 10h às 16h. A entrada é franca e não são comercializados itens no local.

Atualmente, a sede do clube está com uma maquete ferroviária em escala 1:87. Os itens representam diversos locais e tipos de trem, conforme contou Renato Gigliotti, membro da diretoria administrativa do Ferreoclube, ao Diário do Transporte.

“É uma maquete que representa os diversos locais das ferrovias. Tem cidade, campo, túnel, viaduto, ponte, pátio de manobra, construções de Paranapiacaba, como o relógio e cabines de sinalização”, disse.

Além disso, estão expostos vagões, locomotivas e carros de passageiros de várias concessionárias, como da São Paulo Railway e MRS, por exemplo.

“Nosso objetivo é a divulgação da prática do modelismo ferroviário, apreciação das ferrovias e preservação da memória ferroviária”, afirmou Gigliotti.

“O modelismo ferroviário é a construção de miniaturas em escala, cujo tema básico são as ferrovias. Seguindo esse conceito, fazemos as construções, locomotivas, vagões, carros de passageiros, tudo referente à ferrovia”, explicou.

A maquete é modular e pode ser montada em diversos tamanhos. Gigliotti afirmou que há planos para acrescentar mais itens para expor ao público.

Durante a abertura do Festival de Inverno de Paranapiacaba, logo após a inauguração da Torre do Relógio, o prefeito Paulo Serra inaugurou a exposição permanente da maquete de ferromodelismo, que foi instalada em um espaço próximo à antiga Garagem das Locomotivas, onde funcionava a área administrativa das oficinas da ferrovia.

Relembre: https://diariodotransporte.com.br/2019/07/02/com-investimento-de-r-12-milhao-replica-do-big-ben-e-restaurada-em-paranapiacaba/

TREM TURÍSTICO

A intenção do clube é atender ao público que desembarca do Expresso Turístico da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos). O trem é o único serviço ferroviário de transporte de passageiros até a vila e funciona apenas nos fins de semana.

O preço unitário da passagem para qualquer um dos três roteiros é de R$ 50,00 (ida e volta), exceto para o embarque na Estação Prefeito Celso Daniel-Santo André, com destino a Paranapiacaba, que sai por R$ 44,00.

No entanto, os descontos podem chegar até 25% na compra de quatro passagens. O valor para transporte de bicicletas é de R$ 7,00, lembrando que o serviço é exclusivo do roteiro para Mogi, conforme informado pela CPTM.

O bilhete é vendido das 9h às 18h, todos os dias, nas bilheterias das estações da Luz e Prefeito Celso Daniel-Santo André. Cabe ressaltar que o bilhete da CPTM contempla somente a viagem de trem até um dos destinos escolhidos. Roteiros complementares, podem ser consultados nos sites dos municípios visitados.

“O embarque para qualquer um dos três roteiros ocorre às 8h30 da plataforma 4 da Estação da Luz e o retorno das cidades visitadas, às 16h30. No caso de Paranapiacaba, o trem faz uma pausa para embarque na Estação Prefeito Celso Daniel-Santo André”, informou a CPTM, em nota.

São 174 poltronas para acomodar confortavelmente os turistas, além de espaço reservado para cadeira de rodas (com cinto de segurança e ancoragem da cadeira). Os interessados podem obter mais informações e conferir a abertura de novas datas para viagens no site http://cptm.sp.gov.br/sua-viagem/ExpressoTuristico/Pages/Vagas-e-Calendario.aspx.

FESTIVAL DE INVERNO

Depois de receber cerca de 60 mil pessoas no primeiro fim de semana, o 19º Festival de Inverno de Paranapiacaba prossegue no próximo sábado (27) e domingo (28), das 10h às 22h.

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Confira a programação divulgada pela Prefeitura:

Os shows, exposições e intervenções culturais acontecerão em dez pontos diferentes da vila inglesa. A Orquestra Sinfônica de Santo André (OSSA) encerrará o evento com concerto no domingo, às 18h, no Clube União Lyra-Serrano (ULS).

No sábado o Espaço Locobreque, dedicado ao circo, receberá o grupo El General (12h), Cia. das Dores (14h) e Daniel Cosenza (16h). O grupo Los Cunhados, direto de São Luis do Paraitinga, abrirá a programação da tarde no palco do Mercado, às 13h. Em seguida o espaço apresentará Ana Cacimba (15h), Xaxado Novo (17h) e Amauri Falabella (19h). O endereço é avenida Rodrigues Alves, s/n.

No palco da rua Direita as atrações serão Samba de Roda Nega Duda (12h), Trio Beijo de Moça (14h), Monkey Jhayam (16h) e Microdub (18h). O espaço Sesc, no Clube ULS, abrigará série de atrações a partir das 12h com oficinas e muita música com o Motown Songs, Toca Raul (com Grupo Ôncalo) e Dom Paulinho Lima, respectivamente às 15h, 17h e 18h. O clube fica na avenida Antonio Olyntho, s/n.

O palco do Mercado receberá no domingo apresentações do conjunto Trem de Doido, às 13h, Wallace Oliveira Trio, às 15h, e do Filó Machado Sexteto, às 17h. A cantora de fados Ciça Marinho encerra a programação do local às 19h. A Banda The Forest se apresentará no Palco da Rua Fox, às 13h. O Bardo e o Banjo e Os Brutus serão as atrações do espaço às 15h e 17h. Neste dia o Clube ULS contará com série de atividades como oficinas, vivência e muita música.

O destaque do domingo fica para o concerto da OSSA, a partir das 18h. Sob a batuta do maestro Abel Rocha, os músicos interpretarão a abertura Festiva Op. 96, de Dmitri Shostakovsky, ‘O Jardim de Lady Walton’, concerto para viola, orquestra e tanguero, de Roberto Molinelli, com a participação da musicista russa Anna Serova, que além de tocar viola, dançará tango com o bailarino Vagner Ferreira. Após o intervalo a apresentação prossegue com a obra ‘Sheherazade’, de Nikolai Rimsky-Korsakov.

Nos dois dias, quem for à vila ferroviária poderá conferir ainda série de oficinas, vivências, saraus, exposições e atividades de lazer, além de feiras como as de Artes e Antiguidades, no Galpão das Oficinas, de Vinil, no Galpão da Elétrica e a de produtos de Cambuci, no Antigo Mercado. O espaço Locobreque abrigará as apresentações de circo. E a webrádio Rádio Plano B fará a transmissão ao vivo do evento.

COMO CHEGAR DE CARRO OU TRANSPORTE PÚBLICO

Durante o Festival de Inverno, a entrada de veículos não será autorizada na Parte Baixa. Por isso, quem for ao festival terá de deixar o veículo no estacionamento que funcionará na rodovia SP-122. No local estará disponível um serviço de ônibus de ida até a Parte Alta e o retorno ao estacionamento.

O valor do serviço será o mesmo cobrado no ano passado: R$ 30 para motos, R$ 45 para veículos, R$ 70 para vans e R$ 150 para ônibus.

O valor inclui o estacionamento, com seguro para o veículo e o serviço de ida até a vila e a volta ao estacionamento, também com seguro para os usuários. Quatro vans farão o translado exclusivamente para pessoas com deficiência, segundo a Prefeitura.

Duas linhas intermunicipais gerenciadas pela EMTU (Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos) atendem a região. Uma delas é a 040, que parte do Terminal Prefeito Saladino, em Santo André e custa R$ 7.

A outra linha intermunicipal é a 424, que liga Rio Grande da Serra a Paranapiacaba e tem tarifa de R$ 4,55. O ônibus sai de um ponto próximo à estação Rio Grande da Serra, da linha 10-Turquesa da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) e chega à vila inglesa em cerca de 25 minutos. O intervalo entre as linhas varia de 30 minutos a 1 hora, segundo a EMTU.

A Prefeitura de Santo André informou, em nota, que, a linha 040, que normalmente conta com três veículos, receberá mais quatro para complementar a operação. A linha 424, que também possui três coletivos em dias comuns, contará com 14 ônibus em atividade neste fim de semana.

Com o aumento da frota e de partidas, o intervalo médio vai cair dos habituais 60 minutos para 8 minutos na linha 424, e de 40 minutos para 20 minutos na linha 040, segundo a administração municipal.

“Juntas, as duas linhas recebem uma média de 1.400 passageiros diariamente. Durante o festival e com a nova oferta, a expectativa é de que sejam transportadas cerca de 5 mil pessoas por dia”, informou a Prefeitura, em nota.

HISTÓRIA DA VILA

Lugar de onde se avista o mar: Este é o significado da palavra Paranapiacaba, em tupi-guarani. A vila foi criada pelos ingleses entre 1865 e 1867 para moradia dos ferroviários da linha Santos – Jundiaí, uma das ligações ferroviárias pioneiras do Brasil.

Pertencente a Santo André, no ABC Paulista, a vila é cercada por belezas naturais, sendo possível do “planalto” ver mesmo o mar no litoral sul, desde que a característica neblina da Serra do Mar não baixe e deixe o clima com um ar tipicamente londrino.

A vila também é marcada por diversas histórias que envolvem de grandes empreendedores a ferroviários.

Leia a história de Romão Justo Filho:
https://diariodotransporte.com.br/2019/03/10/historia-paranapiacaba-e-um-modesto-heroi-da-ferrovia/

Confira a história de Paranapiacaba, conforme divulgado pela Prefeitura de Santo André:

Em 1850 Irineu Evangelista de Souza, o Barão de Mauá, empenhou-se na construção de uma Estrada de Ferro e, em 1856, um Decreto Imperial concedeu a ele o privilégio da construção e o prazo de 90 anos para sua exploração. Em 1860 conseguiu reunir capital suficiente e formou a empresa The São Paulo Railway Company Ltd. – SPR para construí-la. Paranapiacaba surge como acampamento para os trabalhadores que construíram o trecho da Serra do Mar. Com a inauguração da ferrovia, em 1867, a empresa viu-se obrigada a manter operários no local para a operação dos serviços e manutenção das obras. Posteriormente à duplicação da ferrovia edificou-se uma nova vila no Alto da Serra, a Martin Smith, de ruas arborizadas com alinhamentos regulares e sistemas de água e esgoto.

Na década de 1940 a Vila sofreu duas marcantes intervenções: em 1945 passou a chamar-se Paranapiacaba e, no ano seguinte, a São Paulo Railway Co. foi incorporada ao Patrimônio da União e passou a ser administrada pela Estrada de Ferro Santos a Jundiaí – EFSJ, terminando assim a presença dos ingleses na região. Ao receber o patrimônio, em 1946, o governo federal esforçou-se em manter a qualidade no transporte de carga e de passageiros que os ingleses tinham até então.

No tempo dos ingleses a Vila de Paranapiacaba apresentava certo ar europeu, romântico, com casas de madeira, quintais separados por cercas vivas e ruas calmas, ladeadas de pinheiros, em contraste com a Parte Alta, que recebeu uma ocupação urbana marcada pela herança portuguesa, com ruas estreitas e casas de pequenas frentes edificadas junto ao alinhamento. Unindo a Parte Alta à Parte Baixa há uma ponte metálica destinada exclusivamente aos pedestres e bicicletas, que se mantém até hoje após algumas reformas.

Em 1982 o Sistema Funicular construído pelos ingleses deixou de funcionar. Foi o fim de uma era de glamour e o começo de uma luta pela preservação do que ainda restava da História da ferrovia inglesa. Iniciava-se um movimento para a redestinação de Paranapiacaba a fim de transformá-la num polo turístico que mostrasse a beleza de seu casario, matas, águas e trilhas, que envolvesse as pessoas em seu clima mágico, histórico e cultural. Em 1987 foi elaborado pela Emplasa, empresa estadual de planejamento metropolitano, o Plano Integrado de Preservação e Revitalização de Paranapiacaba e, nesse mesmo ano, o Condephaat, órgão estadual de preservação do patrimônio, publica seu tombamento histórico, abrangendo a área do núcleo urbano, os equipamentos ferroviários e a área natural ao seu redor, selando legalmente o local como de interesse público. Em abril de 2000 Paranapiacaba tornou-se oficialmente um dos núcleos do programa da Reserva da Biosfera da UNESCO, que engloba a proteção de 329 áreas de floresta em 83 países.

Em 2001 a Prefeitura de Santo André deu o primeiro passo para assumir definitivamente a administração da Vila ao criar a Subprefeitura de Paranapiacaba e Parque Andreense e, em 2002, foi formalizada a compra da Vila de Paranapiacaba da Rede Ferroviária Federal S.A. – RFFSA. O contrato de compra e venda foi assinado no interior do Castelinho, testemunha inglesa do negócio, que mudaria o destino de Paranapiacaba.

Em 05 de junho de 2003, Dia Mundial do Meio Ambiente, foi criado o Parque Natural Municipal Nascentes de Paranapiacaba, área verde com cerca de 4,2 km² de Mata Atlântica no entorno da Vila.

Hoje Paranapiacaba conta com dois museus: o Castelinho, construção vitoriana que serviu de residência para o Engenheiro Superintendente, autoridade máxima da ferrovia inglesa, que guarda a memória dos tempos de funcionamento da São Paulo Railway Co., e o Funicular, que consiste em três galpões situados no pátio ferroviário, onde é possível ver as locomotivas, o carro fúnebre, as máquinas fixas e peças menores, como a azeitadeira, utilizada para lubrificar as máquinas. Ao ar livre podem ser vistos o trem ambulância, já bem enferrujado e o trem guindaste a vapor.

Paranapiacaba é cercada por três importantes Unidades de Conservação: o Parque Nascentes, citado acima, a Reserva Biológica do Alto da Serra de Paranapiacaba e o Parque Estadual da Serra do Mar. As matas, Parques e quedas d’água existentes no entorno da Vila compõem um cenário natural fantástico, que pode ser percorrido por trilhas de trajetos fáceis ou difíceis e requerem acompanhamento de guia habilitado e cadastrado pela Prefeitura. Dentre elas as mais conhecidas são as trilhas da Pontinha, do Mirante e da Água Fria.

Em 2001 realizou-se na Vila o 1º Festival de Inverno de Paranapiacaba, com muita expectativa. Os visitantes chegavam pela passarela metálica, que liga a Parte Alta à Vila Nova; os espetáculos se concentravam no Clube União Lyra-Serrano, outrora palco de grandes bailes e espetáculos. O Festival continua ocorrendo anualmente, se expandiu, com vários artistas se apresentando em palcos espalhados pela Vila e atualmente é um dos eventos mais conhecidos do Município. Durante o Festival vários atrativos, além dos artísticos e culturais, são oferecidos ao visitante.

Em abril acontece o Festival do Cambuci, fruta nativa da Mata Atlântica que é marca registrada da região e patrimônio imaterial de Santo André desde 2013, onde são oferecidos diversos pratos, doces e bebidas que utilizam o fruto como principal elemento.

Outros eventos, como a Convenção de Bruxas e Magos, a Festa do Padroeiro e a Feira de Artes e Antiguidades acontecem no decorrer do ano.

Jessica Marques para o Diário do Transporte

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Comentários

  1. Seria do Irineu, mas….. lá atrás Dom Pedro II de tanto ver que ele (o Barão) sempre lhe pedia mais e mais apoio e investimentos do império, o imperador fez-se de mouco, e então Irineu foi obrigado a procurar os ingleses para que sua realização fosse em frente, como foi, ou seja ele deixou de ser o executivo de sua obra passando às mãos de um inglês, chamado Robert Stephenson e James Brunlee…A unica coisa que ficou hoje, foi a casa do administrador/supervisor da obra Sr, Daniel M.Fox na serra do mar, em Paranapiacaba,, Quando decidi ler sobre o assunto, juntei a época do imperador (1822-1889), a biografia de Irineu Evangelista (vale a pena ler), mais o livro com as fotos do único fotógrafo da construção, Militão Augusto Azevedo, na Serra do Mar (obra riquíssima de fotos) prá entender melhor a criação da estrada de Ferro de nosso estado. Tirei minhas conclusões sobre atuação entre o imperador e o Barão. Foram rusgas ressentidas entre os dois..só lendo pra saber.

  2. Paulo Gil disse:

    Amigos, boa noite.

    Agradeço e parabenizo o Diário do Transporte e a Srta. Jessica Marques pela excelente matéria e prestação de serviço, trazendo a todos esta informação.

    Farei estre passeio com a minha família no domingo, graças ao Diário.

    Mas fica uma sugestão para a CPTM:

    No festival de inverno de Paranapiacaba tem de suspender o trem turístico e deixar o CPTM da Linha 10 Turquesa ir até a Estação de Paranapiacaba.

    Este é um passeio para ser efetuado de trem (o famoso subúrbio); sem carro e nem buzão.

    Muiiiiiiiiiiiiiiiiito menos buzão da EMTOSA, com grandes intervalos e tempo de percurso.

    Por isso que eu digo, buzão é coisa do passado.

    CPTM, faça jus a sua origem na Linha 10 Turquesa à EFSJ, espero que no ano que vem a linha 10 Turquesa atenda o festival de inverno de Paranapiacaba, pois ir a Paranapiacaba de EMTOSA, ninguém merece; e nem de carro.

    O legal é ir só de CPTM – Linha 10 Turquesa.

    CPTM pense com carinho nesta sugestão a lá Paulo Gil.

    Att,

    Paulo Gil

  3. Paulo Gil disse:

    Amigos, boa noite.

    Hoje, fizemos esse passeio e foi muito legal.

    Apenas alguns itens precisam ser melhorados.

    – A identificação dos locais culturais e exposição (apesar do mapa);

    – Treinamento das pessoas que estavam atuando nas informações.

    – Quanto aos buzões da EMTOSA previsíveLLLLLLLLLLL, desorganizado, sem letreiro corretos, sem tarifas identificadas, sem cobrador e sem pré cobrança.

    Fomos premiados, além de ficarmos preso no metro que parou na linha vermelha, fomos e voltamos, pela estrada, de EAOSA sambados do RJ, e na volta com o cardanzão véio roncando como sempre.

    O EAOSA da volta tinha placa de São Bernardo do Campo iniciando com a letra L.

    Tem EAOSA em S. B. Campo, ou este buzão é mais uma das magias da EAOSA.

    Realmente está provado que o poder público não pode gerir o buzão do Barsil, por uma simples questão.

    O PODER PÚBLICO NO BARSIL NÃO TEM MOBILIDADE, É ENGESSADO; PORTANTO NÃO TEM PERFIL PARA GERIR O BUZÃO DO BARSIL.

    Att,

    Paulo Gil

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