Depredações no BRT do Rio de Janeiro resultam em prejuízo de R$ 1,4 milhão por mês

Entre os reparos que precisam ser feitos mensalmente, estão vidros quebrados, catracas com defeito, portas que não fecham e danos nas próprias estações. Foto: BRT Rio

Nova legislação, sem data para começar a ser aplicada, prevê multa de R$ 5 mil a quem praticar o ato de vandalismo

JESSICA MARQUES

O Consórcio BRT Rio informou que as depredações nos veículos do sistema resultam em um prejuízo de R$ 1,4 milhão por mês. Entre os reparos que precisam ser feitos mensalmente, estão vidros quebrados, catracas com defeito, portas que não fecham e danos nas próprias estações.

Do total calculado como prejuízo, R$ 800 mil são gastos no corredor Transoeste. No local, o problema é mais evidente nas estações Cesarão 3 e Vila Paciência, que foram fechadas por atos de vandalismo. Com isso, os ônibus articulados são afetados e a população enfrenta superlotação nos coletivos.

O prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, sancionou a Lei Nº 6.380, de 26 de junho de 2018, que “estabelece normas de manutenção e penalidade por depredação das instalações e veículos do BRT – Transporte Rápido por Ônibus” da cidade do Rio de Janeiro.

Relembre: Crivella sanciona lei para punir depredação de ônibus ou estação de BRT no Rio

O projeto de Lei, de autoria do vereador Felipe Michel, prevê multa de R$ 5.000,00, mais o valor do reparo. Os valores deverão ser pagos em até dez dias úteis após a notificação do infrator.

Apesar de a legislação ter sido estabelecida, não há data para que entre em vigor e comece a ser aplicada.

Jessica Marques para o Diário do Transporte

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