Comitê do Clima e Ecoeconomia vai debater licitação dos ônibus em São Paulo

Poucos ônibus em São Paulo de fato não poluem durante a operação

Evento é gratuito e deve ter a participação do secretário de Transportes e Mobilidade, Sérgio Avelleda

ADAMO BAZANI

Em aproximadamente um mês, a Prefeitura de São Paulo deve lançar o edital de licitação dos transportes da capital paulista.

O certame deveria ter sido realizado em 2013, mas depois de manifestações contra os valores da tarifa, a prefeitura recuou e só em 2015 apresentou um modelo de edital, barrado pelo Tribunal de Contas do Município, que diz ter visto irregularidades na proposta de concessão.

As entidades que defendem o meio ambiente apontaram como um defeito da licitação lançada pelo prefeito anterior, Fernando Haddad, a ausência de metas para estipular a substituição de ônibus poluentes por modelos que têm um menos impactos ambientais.

A Lei de Mudanças Climáticas, de 2009, determina que no ano que vem todos os ônibus municipais em São Paulo não dependam apenas de óleo diesel para se movimentar.

A troca deveria ter sido feita gradualmente, 10% ao ano, mas hoje nem 7% dos 14.800 ônibus municipais conseguiriam atender à Lei de Mudanças Climáticas.

O temor dessas entidades e da indústria de ônibus menos poluentes é que o tema não seja novamente levado em consideração no edital, que deve ser apresentado nos próximos dias.

Nesta terça-feira, 25 de abril de 2017, às 9h30, o Comitê Municipal de Mudança do Clima e Ecoeconomia do Município de São Paulo vai debater a licitação de transportes.

O encontro corre na Universidade Aberta do Meio Ambiente e da Cultura da Paz – UMAPAZ, na Avenida Quarto Centenário 1268, no parque Ibirapuera portão 7 A.

De acordo com a programação do evento, deve fazer parte das discussões nesta terça o secretário Municipal de Transportes e Mobilidade de São Paulo, Sérgio Avelleda.

Avelleda admitiu que a Lei de Mudanças Climáticas não será cumprida e que a prefeitura estuda não estipular o tipo de tecnologia de ônibus, mas metas de reduções de poluentes, cabendo à iniciativa privada escolher os modelos dos coletivos.

https://diariodotransporte.com.br/2017/03/27/avelleda-diz-que-prefeitura-deve-estipular-metas-de-restricao-a-poluicao-mas-nao-definir-tipo-de-onibus-nao-poluentes/

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

4 comentários em Comitê do Clima e Ecoeconomia vai debater licitação dos ônibus em São Paulo

  1. Amigos, boa noite.

    Será que este edital sai daqui um mês ??

    Se amanhã ainda vai se debater licitação e buzão verde …

    Não há mais tempo hábil para discutir buzão verde.

    Att,

    Paulo Gil

  2. como foi a reunião de hoje?

  3. Amigos, boa noite.

    Já dei a sugestão dos corredores “a lá Paulo Gil”.

    Agora vou dar a sugestão da “Licitação Flex a lá Paulo Gil”.

    E simples:

    Para que este “Frenkenstein” de licitação desencalhe de uma vez por todas, eu tenho uma sugestão que vale a pena ser analisada e aplicada.

    Lembrem-se o mundo mudou.

    A dinâmica do mundo contemporânea é muito grande, zap zap, celular computadorizado, implosões, transformações de areas urbanas em função de “n” fatores e tantos outros que não vou elencar aqui para não ser cansativo.

    Pois bem, o homem foi na lua em 1970 (se é que é verdade) e a roda redonda além de já ter sido inventada, há séculos, está ai em pleno uso.

    Pensem comigo como deverá ser a “Licitação Simples e Flex a lá Paulo Gil”, a solução do problemas do buzão de Sampa

    1) Esqueçam aquelas fórmulas complexas para cálculo de tarifa e remunere por números de buzão rodando, buzão reserva e pelos KM percorridos.

    2) Não precisa especificar as linhas, nem se é estrutural, local, alimentadora, esfomeadora e o escambal;

    3) O perfil de quem trabalha com o Sistema de Buzão tem de mudar de teóricos para práticos, a turma da “FAZEDORIA” ( (© by Paulo Gil), que gosta de fazer as coisas acontecerem;

    4) Simplifiquem o Edital de um zilhão de páginas e anexos deixem somente com 10 páginas e olha que é muito.

    5) Deixem em aberto a possibilidade de se firmar Aditivos para as correções de percuso.

    CALMA, EU SEI QUE NÃO É TÃO SIMPLES, MAS VAMOS LÁ, POIS SOU UM CARA PRÁTICO.

    Fazendo-se desta forma teremos um custo operacional mais preciso e as linhas podem ser alteradas a qualquer momento em função das contingências supra citadas.

    É inconcebível mudar uma linha ou um sistema operacional, somente após uma licitação e ter linhas fixas por 20 anos ou mais.

    Hoje não tem Aerotrem, amanhã tem, pronto todas as linhas do buzão ao redor do Aerotrem tem de ser alteradas e não podem esperar uma nova licitação.

    Fizeram um Aeroleve magnético entre o Terminal BUTA e a Cidade Universitária, pronto a 8012 e a 8022 podem deixar de ciircular na Vital Brasil e parar de atrapalha o fluxo dos buzões nesta via.

    E tantos outros exemplos em Sampa todinha.

    MAS DEIXEM AS EMPRESAS TRABALHAREM QUE ELAS ESTÃO CARECAS DE SABER, PAREM DE INTERFEIR.

    Pronto a solução e a sugestão está ai “Licitação Flex a lá Paulo Gil”.

    Agora se ganharem premio internacional, pelo menos me convidem para o coktail.

    ACORDA SAMPA, MUDA BRASIL !

    Att,

    Paulo Gil

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