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	<title>Diário do Transporte</title>
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	<description>Página destinada à cobertura jornalística dos principais fatos relacionados aos transportes, com notícias, informações de última hora, coberturas exclusivas, opinião, estudos técnicos e história.</description>
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    <title>Demanda de passageiros do transporte público em Londrina cresce 9,31% em 2025 com investimentos em frota, tecnologia e gestão</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/01/01/demanda-de-passageiros-do-transporte-publico-em-londrina-cresce-931-em-2025-com-investimentos-em-frota-tecnologia-e-gestao/</link>
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    <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 03:53:52 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao Diário do Transporte que recuperação é superior à média nacional ADAMO BAZANI Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="623" height="407" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?fit=623%2C407&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?w=623&amp;ssl=1 623w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=300%2C196&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=150%2C98&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=400%2C261&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 623px) 100vw, 623px" /> <p><em>Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao <strong>Diário do Transporte</strong> que recuperação é superior à média nacional</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><em><strong>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</strong></em></p>
<div style="width: 480px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-494300-1" width="480" height="848" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4?_=1" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4</a></video></div>
<p>A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros do transporte público, após quedas sucessivas em decorrência da pandemia de covid-19.</p>
<p>Em 2025, o crescimento da demanda foi de 9,31%.</p>
<p>Em 2024, o total registrado foi de 1,4 milhão (1.482.380) de passageiros equivalentes. Em 2025, essa média subiu para 1,6 milhão (1.620.394), considerando a apuração dos últimos quatro meses.</p>
<p>O conceito “passageiros equivalentes” significa o número real de pagantes de um sistema de transportes. Ou seja, são usuários que não foram atraídos por benefícios ou gratuidades.</p>
<p>Ao repórter e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, nesta última semana de dezembro de 2025, o diretor de uma das concessionárias de transportes do município, Paulo Sergio Bongiovanni, da TCGL (Transportes Coletivos Grande Londrina,) conta que a média de recuperação de demanda de usuários no pós-pandemia, em Londrina tem sido superior à nacional, com os números totais quase se igualando ao período anterior da crise sanitária.</p>
<p><strong><em>“Em 2025, o total de passageiros em Londrina cresceu mais de 9,31%. Enquanto no restante do País, em relação a 2019, no pré-pandemia, os sistemas de transportes operam com 80% a 81% do que era transportado antes da covd-19, nós estamos em torno de 90%. Então, as respostas vêm quando o transporte é bom.&#8221;</em></strong> – disse Paulo Bongiovanni.</p>
<p>O sistema de transportes de Londrina é operado por duas empresas de ônibus: a TCGL (Transporte Coletivo Grande Londrina), com 244 veículos, e a Londrisul, com 138 coletivos.</p>
<p>Bongiovanni acredita que o crescimento do total de usuários acima do ritmo da média nacional não ocorreu simplesmente pela volta das atividades econômicas que foram desaquecidas com a pandemia ou pela redução dos dias trabalhados pela população em sistema de <em>“home office”.</em></p>
<p>O empresário citou investimentos feitos em tecnologia, com sistemas de gerenciamento inteligentes e informações aos passageiros, ampliação do acesso à bilhetagem eletrônica, modernizações dos terminais de ônibus e renovação de frota.</p>
<p><strong><em>“Hoje temos mais de 85 telas informativas, mais de 550 câmeras espalhadas em todos os nove terminais da cidade, onde todo mundo brinca que o lugar mais seguro da cidade é o Terminal Central. Nós temos internet dentro dos ônibus e nos terminais, alguns viraram um coworking, onde as pessoas vão para trabalhar” –</em></strong> contou.</p>
<p>Somente a TCGL, por exemplo, fez recentemente um investimento mais amplo em ônibus 0 km. Foram 96 coletivos novos entre 2023 e 2024 e mais 92 unidades entre 2024 e 2025.</p>
<p>Segundo Bongiovanni, quase 60% da frota da companhia em operação, possuem ar-condicionado.</p>
<p>Os mais recentes são ônibus novos têm chassis Mercedes-Benz OF-1726L, com suspensão a ar, vidro colado, e motores com o padrão tecnológico obrigatório no Brasil, Euro 6, com emissões de poluentes de 75%, em média, em comparação com os veículos a diesel com a norma anterior Euro 5, cuja produção para o mercado interno foi descontinuada em 2023.</p>
<p>Os coletivos ainda contam com quatro câmeras de segurança cada, tomadas USB-C tipo A e tipo C para recarga de celulares, entre outros itens de conforto e segurança.</p>
<p>O empresário ainda destacou a necessidade de gestores públicos e empresas de transportes atuarem em conjunto para ampliar o nível de satisfação dos usuários. Segundo Bongiovanni, parte dos custos operacionais é subsidiada pela prefeitura.</p>
<p><strong><em>“Em junho deste ano de 2025, fizemos atualizações em 100 linhas simultaneamente num dia só e não tivemos uma só reclamação. A qualidade no transporte atrair a população e transporte de qualidade é aquele onde a prefeitura sabe investir. Londrina foi muito bem nisso”</em></strong> – disse o empresário.</p>
<p>Os contratos atuais foram assinados no fim de 2019, prestes ao pior da pandemia.</p>
<p>Alguns investimentos durante a crise sanitária tiveram de ser postergados, mas quando ocorreram, segundo o empresário, tiveram efeito positivo na percepção do passageiro do sistema.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
<p><strong><em>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</em></strong></p>
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  </item>
  <item>
    <title>Esteira rolante na Estação Paulista Pernambucanas de metrô será interditada a partir desta quarta-feira (3)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2024/01/02/esteira-rolante-na-estacao-paulista-pernambucanas-de-metro-sera-interditada-a-partir-desta-quarta-feira-3/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 02 Jan 2024 19:01:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metrô]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8) VINÍCIUS DE OLIVEIRA A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8). A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="739" height="415" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?fit=739%2C415&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?w=739&amp;ssl=1 739w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 739px) 100vw, 739px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8)</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha 2-Verde, estará temporariamente interditada </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os ajustes têm como intuito manter o conforto e a segurança dos passageiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os serviços acontecem nesta semana em razão do menor fluxo de pessoas nas estações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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    <title>Artesp renova dez registros de fretamento e indefere pedidos de Viação Sul de Minas e Pryslla Transportes em São Paulo</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/14/artesp-renova-dez-registros-de-fretamento-e-indefere-pedidos-de-viacao-sul-de-minas-e-pryslla-transportes-em-sao-paulo/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Wed, 14 Oct 2026 16:30:33 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Decisões incluem cinco renovações de fretamento contínuo e eventual, quatro de estudantes e uma de Serviço Especial Conveniado; prazos variam de um a cinco anos ADAMO BAZANI A Artesp publicou a renovação de dez registros de empresas e operadores de fretamento em São Paulo, com prazos de um ou cinco anos, conforme a modalidade. Na [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="676" height="484" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/pryscilla.jpg?fit=676%2C484&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/pryscilla.jpg?w=676&amp;ssl=1 676w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/pryscilla.jpg?resize=300%2C215&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/pryscilla.jpg?resize=150%2C107&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/pryscilla.jpg?resize=400%2C286&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 676px) 100vw, 676px" /> <p><em>Decisões incluem cinco renovações de fretamento contínuo e eventual, quatro de estudantes e uma de Serviço Especial Conveniado; prazos variam de um a cinco anos</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A Artesp publicou a renovação de dez registros de empresas e operadores de fretamento em São Paulo, com prazos de um ou cinco anos, conforme a modalidade. Na mesma edição do Diário Oficial, a agência indeferiu o registro da Viação Sul de Minas e não autorizou o pedido de fretamento contínuo e eventual da Pryslla Transportes.</p>
<p>As renovações abrangem transporte de estudantes, fretamento contínuo e eventual e Serviço Especial Conveniado. Os indeferimentos dizem respeito aos pedidos de registro perante a agência paulista; os atos não anunciam extinção de linhas regulares nem estabelecem uma proibição nacional de atuação das duas empresas.</p>
<h3>Cinco empresas têm renovação para fretamento contínuo e eventual</h3>
<p>Bruma, F. S. Tur Vans, Ideal Expresso Transporte e Turismo, Karitur e São Paulo/Jabaquara Turismo tiveram seus registros renovados por cinco anos nas modalidades contínua e eventual.</p>
<p>O fretamento contínuo atende deslocamentos contratados de forma recorrente. O eventual corresponde a serviços contratados para ocasiões específicas, conforme as condições da autorização.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Empresa identificada no ato</th>
<th>CNPJ</th>
<th>Início do período de cinco anos</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Bruma Locadora e Transportes Ltda.</td>
<td>07.540.659/0001-80</td>
<td>27/10/2026</td>
</tr>
<tr>
<td>F. S. Tur Vans Ltda.</td>
<td>13.353.184/0001-15</td>
<td>07/10/2026</td>
</tr>
<tr>
<td>Ideal Expresso Transporte e Turismo Ltda.</td>
<td>34.821.147/0001-64</td>
<td>07/10/2026</td>
</tr>
<tr>
<td>Karitur Transportadora Turística Ltda.</td>
<td>07.784.656/0001-91</td>
<td>23/11/2026</td>
</tr>
<tr>
<td>São Paulo/Jabaquara Turismo Ltda. – ME</td>
<td>02.895.479/0001-05</td>
<td>30/09/2026</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>A Bruma Locadora e Transportes utiliza o nome fantasia Bruma. A Karitur Transportadora Turística, de CNPJ 07.784.656/0001-91, é identificada como Karitur.</p>
<p>A São Paulo/Jabaquara Turismo consta no cadastro da EMTU com o nome fantasia São Vicente/São Mateus. A identificação pelo CNPJ permite distinguir a operadora de outras empresas com nomes semelhantes.</p>
<p>No caso da Ideal Expresso Transporte e Turismo, o cadastro da EMTU identifica o mesmo CNPJ 34.821.147/0001-64 com o nome fantasia Ideal Bus. A razão social utilizada no ato da Artesp é Ideal Expresso Transporte e Turismo Ltda.</p>
<h3>Quatro registros de estudantes e um de Serviço Especial Conveniado</h3>
<p>Na modalidade de estudantes, foram renovados por um ano os registros de 35.477.805 Flavio Salgado, Edilaine de Albuquerque Landim, José Afonso Viana Vasconcelos e Margareth Rosan.</p>
<p>O operador Flavio Salgado aparece registrado como empresa, sob o CNPJ 35.477.805/0001-05. Os outros três atos identificam os operadores por CPF parcialmente oculto.</p>
<p>Também foi renovado por um ano o registro de Luis Carlos N. de Oliveira Transportes Ltda., CNPJ 03.406.682/0001-25, no Serviço Especial Conveniado, identificado pela sigla SEC.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Operador</th>
<th>Modalidade</th>
<th>Prazo desde a publicação</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>35.477.805 Flavio Salgado</td>
<td>Estudantes</td>
<td>Um ano</td>
</tr>
<tr>
<td>Edilaine de Albuquerque Landim</td>
<td>Estudantes</td>
<td>Um ano</td>
</tr>
<tr>
<td>José Afonso Viana Vasconcelos</td>
<td>Estudantes</td>
<td>Um ano</td>
</tr>
<tr>
<td>Margareth Rosan</td>
<td>Estudantes</td>
<td>Um ano</td>
</tr>
<tr>
<td>Luis Carlos N. de Oliveira Transportes Ltda.</td>
<td>Serviço Especial Conveniado</td>
<td>Um ano</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<h3>Viação Sul de Minas tem registro indeferido</h3>
<p>A Viação Sul de Minas Ltda., CNPJ 11.109.318/0001-21, teve indeferido o registro para prestação de transporte coletivo de passageiros sob regime de fretamento perante a Artesp.</p>
<p>A decisão consta do processo 134.00007836/2026-11 e produz efeitos a partir da publicação. O extrato não especifica a razão do indeferimento.</p>
<h3>Pryslla Transportes tem pedido contínuo e eventual não autorizado</h3>
<p>A Pryslla Logística em Transportes Ltda., identificada comercialmente como Pryslla Transportes e inscrita no CNPJ 08.303.756/0001-11, não teve autorizado seu registro nas modalidades contínua e eventual.</p>
<p>A agência informa que a decisão decorre do descumprimento de dispositivos legais, mas não discrimina, no extrato, quais exigências deixaram de ser atendidas. O procedimento está no processo 134.00029560/2026-22.</p>
<p>As dez renovações e os dois indeferimentos estão na página 72 do Caderno Executivo, Atos Normativos, do Diário Oficial do Estado de 7 de outubro.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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  </item>
  <item>
    <title>China terá ônibus autônomos a cada 15 minutos ligados ao metrô durante feira internacional com 32 mil empresas</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/14/china-tera-onibus-autonomos-a-cada-15-minutos-ligados-ao-metro-durante-feira-internacional-com-32-mil-empresas/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Wed, 14 Oct 2026 16:01:19 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Eletromobilidade]]></category><category><![CDATA[Meio ambiente]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Cidade de Guangzhou também amplia linhas convencionais, cria ligações especiais com hotéis e aeroporto e facilita pagamento direto nas catracas do metrô com cartões internacionais; evento começa nesta quinta-feira (15) ADAMO BAZANI A cidade de Guangzhou, no sul da China, vai colocar em operação uma linha experimental de ônibus autônomos com intervalos de 15 minutos [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="547" height="365" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/images-10.jpg?fit=547%2C365&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/images-10.jpg?w=547&amp;ssl=1 547w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/images-10.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/images-10.jpg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/images-10.jpg?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 547px) 100vw, 547px" /> <p><em>Cidade de Guangzhou também amplia linhas convencionais, cria ligações especiais com hotéis e aeroporto e facilita pagamento direto nas catracas do metrô com cartões internacionais; evento começa nesta quinta-feira (15)</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A cidade de Guangzhou, no sul da China, vai colocar em operação uma linha experimental de ônibus autônomos com intervalos de 15 minutos para transportar visitantes da 140ª Feira de Cantão, que começa nesta quinta-feira, 15 de outubro de 2026. O serviço circulará entre hotéis, estações de metrô e o centro de exposições, das 11h às 16h, como parte de um esquema de mobilidade que também inclui reforço das linhas convencionais, ônibus especiais, ligações com o aeroporto internacional e ampliação das facilidades de pagamento no transporte público.</p>
<p>O evento, que reunirá cerca de 32 mil empresas até 4 de novembro, terá medidas de transporte preparadas pelas autoridades municipais para atender visitantes, expositores e moradores. Além dos ônibus com condução automatizada, Guangzhou contará com serviços especiais para hotéis, reforço do metrô, linhas para o Aeroporto Internacional de Baiyun e organização de áreas para táxis e veículos solicitados por aplicativos. A proposta combina diferentes modalidades de transporte para distribuir a demanda de passageiros e reduzir a concentração de veículos nas proximidades do centro de exposições.</p>
<p>A nova linha de ônibus autônomos fará um circuito pela região de Pazhou, onde está localizado o complexo da Feira de Cantão.</p>
<p>O trajeto anunciado pelas autoridades de transportes começa no Hotel Shangri-La Guangzhou, passa pela saída E da estação de metrô Pazhou, pela parada de ônibus do centro de exposições, pela estação de Modiesha e pela parada de Pazhou, retornando ao hotel.</p>
<p>A circulação está programada para todos os dias de realização da feira, entre 11h e 16h, com partidas a cada 15 minutos.</p>
<p>É a primeira vez que o evento contará com uma linha demonstrativa desse tipo, incorporada ao esquema de atendimento aos visitantes.</p>
<p>A iniciativa permite avaliar a utilização de veículos automatizados em deslocamentos relativamente curtos, com pontos de embarque definidos e conexão com a rede convencional.</p>
<p>Para o transporte coletivo, uma das aplicações possíveis dessa tecnologia é a ligação entre estações de alta capacidade e destinos próximos, função que normalmente é realizada por linhas circulares, serviços alimentadores e veículos de menor porte.</p>
<h3>Ônibus convencionais terão reforço e linhas especiais para hotéis</h3>
<p>A operação preparada para a Feira de Cantão também prevê uma linha especial de ônibus entre o centro de exposições e a região da Rua Liuhua.</p>
<p>O serviço atenderá áreas comerciais e hotéis situados ao longo do percurso, incluindo os arredores de Tianhe, uma das principais regiões de atividades comerciais de Guangzhou.</p>
<p>A linha funcionará das 15h às 19h nos quatro primeiros dias de cada etapa do evento. No último dia de cada fase, o atendimento será realizado das 13h às 17h.</p>
<p>Além desse serviço, as empresas municipais de transporte deverão reforçar as linhas regulares que passam pela área da feira.</p>
<p>Entre os serviços contemplados estão as linhas 137, 229, 239, 262, 304, 461, 582, 762 e B7, além de outras ligações urbanas.</p>
<p>A programação prevê aumento da frequência conforme a demanda e o envio de ônibus vazios para pontos específicos quando houver concentração de passageiros.</p>
<p>Esse tipo de operação permite ampliar a oferta onde o volume de usuários aumenta temporariamente, principalmente na saída de grandes eventos.</p>
<p>As medidas também procuram manter o atendimento cotidiano da população, que utiliza as mesmas vias e parte das linhas que servem à região de Pazhou.</p>
<h3>Aeroporto terá ônibus especiais e metrô aceitará cartões internacionais diretamente nas catracas</h3>
<p>Outra medida será a oferta de uma linha especial entre o centro de exposições e o Aeroporto Internacional de Baiyun.</p>
<p>No sentido aeroporto–feira, o serviço funcionará das 9h às 16h. No sentido contrário, das 11h às 18h.</p>
<p>Durante os períodos de movimento regular, a programação prevê intervalos de 30 a 45 minutos, com partidas adicionais conforme a concentração de passageiros.</p>
<p>A ligação atenderá terminais aeroportuários e pontos de embarque relacionados ao centro de exposições, facilitando o deslocamento de visitantes que chegam à cidade por avião.</p>
<p>No metrô, as autoridades municipais ampliarão as orientações para utilização de cartões internacionais diretamente nas catracas.</p>
<p>O sistema aceita cartões das bandeiras Visa, Mastercard, American Express e JCB nas condições previstas pela operadora, permitindo que visitantes estrangeiros utilizem o transporte sem a necessidade de adquirir previamente bilhetes convencionais.</p>
<p>Também serão oferecidos bilhetes temáticos de um, três e cinco dias, voltados aos participantes do evento.</p>
<p>A utilização de cartões bancários no acesso ao transporte é uma das formas de integração entre bilhetagem e meios eletrônicos de pagamento. Esse modelo facilita o uso do sistema por passageiros ocasionais e visitantes que desconhecem a estrutura tarifária local.</p>
<p>Para os operadores, a tecnologia também representa uma alternativa aos cartões exclusivos de transporte e aos sistemas que exigem cadastro ou instalação de aplicativos específicos.</p>
<h3>Táxis terão orientação de preços e mecanismo de ressarcimento</h3>
<p>A organização também preparou medidas para os serviços de táxis convencionais e veículos solicitados por aplicativos.</p>
<p>As autoridades municipais estabeleceram pontos especiais de embarque e desembarque nas proximidades do centro de exposições.</p>
<p>Entre 17h e 18h, horário de encerramento das atividades, haverá reforço de táxis convencionais para atender à concentração de visitantes.</p>
<p>O município também disponibilizará um cartão informativo bilíngue, em chinês e inglês, com acesso a ferramentas para estimar o preço das viagens e registrar reclamações.</p>
<p>Os passageiros poderão consultar o valor aproximado antes do deslocamento e comunicar problemas como cobrança irregular, desvios injustificados de percurso, utilização inadequada do taxímetro ou encerramento indevido da viagem.</p>
<p>O sistema municipal prevê mecanismos de devolução antecipada de valores em situações de irregularidade, com análise inicial e ressarcimento, em princípio, no prazo de um dia pelas empresas responsáveis.</p>
<p>Essas medidas procuram atender especialmente visitantes estrangeiros, que podem ter dificuldades para compreender as regras locais de cobrança e contratação de transporte.</p>
<h3>Inteligência artificial também será utilizada para orientar visitantes</h3>
<p>A mobilidade é uma das áreas contempladas pelas soluções tecnológicas preparadas para a edição de 2026.</p>
<p>A organização anunciou mais de 50 medidas destinadas ao atendimento dos visitantes, incluindo aplicações digitais e sistemas com inteligência artificial.</p>
<p>Entre os recursos apresentados está um sistema de localização dentro do complexo de exposições, capaz de orientar visitantes até os estandes, com precisão anunciada de até um metro.</p>
<p>Também estão previstas ferramentas de realidade aumentada para consulta de informações sobre os expositores e localização de serviços.</p>
<p>O complexo terá mais de 75 mil estandes, distribuídos em uma área de exposições de aproximadamente 1,55 milhão de metros quadrados.</p>
<p>Esses sistemas podem facilitar os deslocamentos internos, especialmente para participantes que precisam visitar diferentes setores ao longo do dia.</p>
<p>A utilização de inteligência artificial em eventos de grande porte também oferece possibilidades para orientar passageiros, identificar pontos de maior concentração de pessoas e apoiar a distribuição de serviços de transporte.</p>
<p>No caso da Feira de Cantão, o uso de veículos autônomos para ligação entre o evento e o metrô representa uma aplicação específica da automação no transporte urbano.</p>
<h3>Evento terá espaço para veículos de novas energias e mobilidade inteligente</h3>
<p>A Feira de Cantão, oficialmente denominada Feira de Importação e Exportação da China, é promovida pelo Ministério do Comércio chinês e pelo governo da província de Guangdong, com organização do Centro de Comércio Exterior da China.</p>
<p>Criada em 1957, a feira chega à 140ª edição em 2026, distribuída em três etapas:</p>
<div>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Etapa</th>
<th>Datas</th>
<th>Principais áreas</th>
</tr>
<tr>
<td>Primeira</td>
<td>15 a 19 de outubro</td>
<td>Indústria, veículos, novas energias, mobilidade inteligente e componentes</td>
</tr>
<tr>
<td>Segunda</td>
<td>23 a 27 de outubro</td>
<td>Artigos para o lar, mobiliário e materiais de construção</td>
</tr>
<tr>
<td>Terceira</td>
<td>31 de outubro a 4 de novembro</td>
<td>Têxteis, vestuário, saúde e bens de consumo</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p>A primeira etapa terá setores dedicados a veículos de novas energias, mobilidade inteligente, componentes automotivos, equipamentos elétricos e tecnologias industriais.</p>
<p>Para fabricantes e fornecedores do setor de transportes, esses segmentos permitem acompanhar o desenvolvimento de veículos, sistemas de automação, eletrificação e componentes utilizados pela indústria automobilística.</p>
<p>A China reúne fabricantes de ônibus, baterias, motores elétricos e sistemas eletrônicos que também atuam ou buscam ampliar a presença em mercados internacionais, incluindo o Brasil.</p>
<p>A iniciativa de Guangzhou mostra uma aplicação prática dessas tecnologias na organização do transporte para eventos de grande circulação de pessoas.</p>
<p>Ao combinar ônibus convencionais, serviços especiais, metrô, ligações aeroportuárias e uma linha autônoma demonstrativa, a cidade também apresenta uma experiência de integração entre diferentes modalidades de deslocamento.</p>
<p>Para gestores públicos e operadores brasileiros, os aspectos que podem ser observados incluem a utilização de ônibus alimentadores, a programação de serviços conforme a demanda, a integração com o transporte sobre trilhos e a facilidade de pagamento das viagens.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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  <item>
    <title>C40 inicia nova etapa do Mutirão Brasil com Salvador planejando 100 ônibus elétricos; programa prepara cidades para eletrificação e melhorias no transporte coletivo</title>
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    <pubDate>Wed, 14 Oct 2026 15:16:46 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Eletromobilidade]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Reportagens Especiais]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Iniciativa internacional reúne apoio técnico, planejamento de corredores, projetos de infraestrutura e busca de financiamento. Experiência de São Paulo, que ultrapassou 2 mil ônibus elétricos, mas enfrenta limitações na rede de energia, mostra desafios para expansão das frotas ADAMO BAZANI A rede internacional de cidades C40 e o Pacto Global de Prefeitos pelo Clima e [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="826" height="478" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/brt-salvadfro.jpg?fit=826%2C478&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/brt-salvadfro.jpg?w=826&amp;ssl=1 826w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/brt-salvadfro.jpg?resize=300%2C174&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/brt-salvadfro.jpg?resize=150%2C87&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/brt-salvadfro.jpg?resize=768%2C444&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/brt-salvadfro.jpg?resize=400%2C231&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 826px) 100vw, 826px" /> <div><em>Iniciativa internacional reúne apoio técnico, planejamento de corredores, projetos de infraestrutura e busca de financiamento. Experiência de São Paulo, que ultrapassou 2 mil ônibus elétricos, mas enfrenta limitações na rede de energia, mostra desafios para expansão das frotas</em></div>
<div>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A rede internacional de cidades C40 e o Pacto Global de Prefeitos pelo Clima e Energia (GCoM) iniciaram uma nova etapa do programa Mutirão Brasil, voltado à preparação de projetos de mobilidade sustentável, eletrificação de ônibus e infraestrutura urbana. Uma das cidades participantes é Salvador (BA), que abriu nesta terça-feira, 13 de outubro de 2026, uma programação de atividades com representantes de organizações internacionais e do poder público municipal. A capital baiana pretende incorporar 100 ônibus elétricos em 2027, ampliando a experiência iniciada em 2022 no BRT, e contará com apoio técnico para estudar novas faixas exclusivas e preparar a expansão do transporte coletivo de baixa emissão.</p>
<p>O programa, desenvolvido com apoio da Bloomberg Philanthropies e participação de parceiros técnicos, procura enfrentar dificuldades que se tornaram evidentes à medida que cidades brasileiras passaram a substituir ônibus a diesel por elétricos. Entre os desafios estão a disponibilidade de energia nas garagens, a implantação de carregadores, o financiamento dos veículos, a adaptação dos corredores, a estruturação de contratos e a capacidade das prefeituras de transformar metas ambientais em operações regulares de transporte. A experiência de São Paulo, que chegou a 2.009 ônibus elétricos em setembro, mas reconheceu dificuldades para manter o ritmo de implantação por limitações na distribuição de energia, mostra a importância de preparar a infraestrutura juntamente com a aquisição das frotas.</p>
<p>O Mutirão Brasil também contempla projetos de mobilidade ativa, requalificação viária, segurança no trânsito, adaptação climática, gestão de resíduos e instrumentos de planejamento e financiamento ambiental.</p>
<p>O programa foi estruturado no contexto da mobilização climática brasileira e da articulação entre administrações municipais, governos estaduais, Governo Federal e organizações internacionais. A Frente Nacional de Prefeitas e Prefeitos (FNP) participa da iniciativa, que utiliza assistência técnica especializada para ajudar as cidades a desenvolver projetos e buscar condições para sua execução.</p>
<p>Na frente de eletromobilidade, os trabalhos estão inseridos em um ciclo de projetos de 2025 a 2027. A C40 prevê apoio à modelagem técnica e econômica, preparação de licitações e acesso a financiamento. O Conselho Internacional de Transporte Limpo (ICCT) atua como parceiro técnico, contribuindo com estudos para os projetos selecionados.</p>
<h3>Salvador quer 100 ônibus elétricos em 2027 e inicia programação com a C40</h3>
<p>A Prefeitura de Salvador iniciou na terça-feira (13) as atividades locais do Mutirão Brasil, com programação prevista até sexta-feira (16).</p>
<p>O encontro envolve representantes da administração municipal e das organizações internacionais em discussões sobre transporte coletivo, mobilidade ativa, ações climáticas e gestão de resíduos.</p>
<p>Na abertura, foi instalado o Comitê de Governança Climática de Salvador, instituído por decreto municipal para coordenar a atuação das diferentes secretarias e acompanhar as políticas ambientais da cidade.</p>
<p>O secretário municipal de Sustentabilidade, Resiliência, Bem-Estar e Proteção Animal, Ivan Euler, afirmou que o transporte é o principal responsável pelas emissões de gases de efeito estufa em Salvador, segundo o inventário municipal.</p>
<p>A expansão dos ônibus elétricos está entre as medidas propostas pela administração municipal para reduzir essas emissões.</p>
<p>O secretário afirmou que a Prefeitura trabalha com a perspectiva de chegar a 100 ônibus elétricos em 2027.</p>
<p>A meta está relacionada ao projeto de ampliação da eletrificação do BRT, acompanhado pelo Diário do Transporte desde os primeiros veículos e das negociações com instituições de financiamento.</p>
<p>O município também está revisando o Plano Municipal de Mitigação e Adaptação às Mudanças Climáticas, elaborado em 2020. A expectativa apresentada por Ivan Euler é concluir uma versão revisada em dezembro de 2026, antes da realização de audiência pública.</p>
<p>O planejamento climático estabelece como objetivo alcançar a neutralidade de carbono até 2049.</p>
<p>Outra frente do Mutirão Brasil em Salvador envolve o aproveitamento de resíduos orgânicos da Feira de São Joaquim. A programação inclui visitas e estudos para organizar a coleta e a compostagem desses materiais, reduzindo seu encaminhamento aos aterros sanitários.</p>
<h3>Compra de 100 ônibus e investimento de US$ 94 milhões já estavam nos planos de Salvador</h3>
<p>Em 18 de agosto de 2026, o Diário do Transporte mostrou que a Prefeitura de Salvador havia intensificado as negociações com o Banco Mundial para uma operação de crédito de US$ 94 milhões, destinada à aquisição de aproximadamente 100 ônibus elétricos e à preparação da infraestrutura necessária à ampliação do BRT.</p>
<p>O projeto contempla a compra de veículos, inclusive articulados, intervenções na infraestrutura de recarga e melhorias nas condições de acesso às estações.</p>
<p>Na ocasião, representantes da Secretaria Municipal de Mobilidade (Semob) e do Banco Mundial discutiram cronogramas, aspectos técnicos, questões orçamentárias e as etapas da contratação.</p>
<p>A operação dependia da autorização do Senado Federal para a assinatura do contrato de financiamento.</p>
<p>Os novos ônibus são planejados tanto para substituir parte da frota existente quanto para atender à ampliação do BRT em regiões ainda não alcançadas pelo sistema.</p>
<p>Entre as ligações previstas está a conexão entre a Estação Pirajá e a Orla, utilizando corredores e avenidas importantes para os deslocamentos da população.</p>
<p>O planejamento também envolve os eixos das avenidas Gal Costa, Pinto de Aguiar, Anita Garibaldi e Milton Santos, com possibilidades de atendimento a regiões como Itapuã, São Cristóvão, São Marcos, Pau da Lima, Sussuarana, Novo Horizonte, Aeroporto e Barra.</p>
<p>Os ônibus articulados são importantes nesse planejamento porque permitem transportar mais passageiros por viagem, característica especialmente relevante em corredores de maior demanda.</p>
<p>A articulação com o Mutirão Brasil pode contribuir para o desenvolvimento das condições operacionais necessárias a essa expansão.</p>
<p>Em documento técnico publicado em junho de 2026, a própria C40 já havia incluído Salvador em um processo de contratação de estudos para implantação de novas faixas exclusivas destinadas ao transporte coletivo, considerando a operação de ônibus elétricos.</p>
<p>Esse trabalho prevê pesquisas de tráfego, simulações da circulação dos veículos e capacitação de profissionais municipais, de maneira a apoiar a definição dos corredores que receberão o transporte coletivo eletrificado.</p>
<p>Relembre a reportagem de 18 de agosto de 2026:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/08/18/salvador-prepara-compra-de-100-onibus-eletricos-para-ampliar-brt-investimento-de-us-94-milhoes-preve-articulados-e-novas-ligacoes/">https://diariodotransporte.com.br/2026/08/18/salvador-prepara-compra-de-100-onibus-eletricos-para-ampliar-brt-investimento-de-us-94-milhoes-preve-articulados-e-novas-ligacoes/</a></p>
<h3>Eletrificação de Salvador começou em 2022 com ônibus de tecnologia brasileira</h3>
<p>A ampliação pretendida pela capital baiana tem como ponto de partida a experiência dos oito ônibus elétricos que começaram a ser incorporados ao BRT em 2022.</p>
<p>Os veículos utilizam tecnologia de integração elétrica desenvolvida pela Eletra Industrial, fabricante brasileira localizada em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista.</p>
<p>São ônibus de 12,5 metros, com carroceria Caio eMillennium, plataforma Mercedes-Benz O500 U de piso baixo e sistemas elétricos com componentes da WEG.</p>
<p>A primeira unidade foi apresentada em 30 de setembro de 2022, pouco antes do início da operação assistida dos trechos 1 e 3 do BRT.</p>
<p>Com capacidade para 72 passageiros, os ônibus possuem portas dos dois lados, ar-condicionado e recursos de acessibilidade.</p>
<p>O projeto também envolveu a preparação de um eletroterminal nas proximidades da Estação Rodoviária, inicialmente planejado com 20 pontos de recarga e investimento estimado em pouco mais de R$ 9 milhões.</p>
<p>Essa estrutura permitiu que Salvador começasse a acumular experiência na operação diária dos elétricos, incluindo consumo de energia, recarga, autonomia, manutenção e disponibilidade dos veículos.</p>
<p>A cidade também realizou testes com outras configurações e fabricantes.</p>
<p>Em setembro de 2024, por exemplo, foi testado um articulado elétrico com capacidade superior a 150 passageiros.</p>
<p>Em 2025, um Mercedes-Benz eO500 U elétrico passou aproximadamente 30 dias em avaliação na linha B1 do BRT, entre a Rodoviária e a Pituba.</p>
<p>Uma pesquisa QualiÔnibus, desenvolvida pelo WRI Brasil, identificou que 80% dos passageiros consultados apoiavam a ampliação da frota elétrica de Salvador.</p>
<p>A experiência ajuda a explicar por que o programa da C40 trata a eletrificação como parte de uma transformação mais ampla do transporte coletivo. Além da escolha dos veículos, são necessários estudos de demanda, definição dos itinerários, planejamento das recargas, preparação dos terminais e compatibilidade entre a infraestrutura disponível e as exigências da operação.</p>
<h3>C40 prepara estudos para aproximadamente 30 quilômetros de corredores em Salvador</h3>
<p>Os documentos técnicos do Mutirão Brasil detalham como a assistência internacional poderá contribuir para a expansão dos ônibus elétricos da capital baiana.</p>
<p>Em junho de 2026, a C40 publicou uma solicitação de propostas para contratar estudos de implantação de faixas exclusivas, incluindo a operação de ônibus elétricos em novos trechos do sistema BRS.</p>
<p>O planejamento envolve aproximadamente 30 quilômetros de vias, considerando as futuras linhas B6 e B7.</p>
<p>A proposta prevê comparar as condições atuais do trânsito com diferentes configurações de circulação dos ônibus, incluindo operação mista de veículos elétricos e a diesel e implantação de faixas exclusivas.</p>
<p>Para isso, o trabalho técnico estabelece a realização de contagens de veículos, levantamento das características do tráfego e simulações que permitam estimar os efeitos das mudanças.</p>
<p>Uma das exigências é utilizar imagens de 12 câmeras da Superintendência de Trânsito de Salvador (Transalvador) e realizar contagens em pelo menos 27 pontos estratégicos.</p>
<p>As pesquisas presenciais devem abranger seis horas por dia, durante três dias típicos, com registros dos movimentos de veículos a cada 15 minutos.</p>
<p>Os resultados serão utilizados em simulações pelo programa PTV Vissim, uma ferramenta empregada no planejamento de sistemas viários.</p>
<p>Entre os indicadores que deverão ser avaliados estão o tempo das viagens, as velocidades médias, a formação de filas, o consumo de combustível e as emissões atmosféricas.</p>
<p>O trabalho também prevê capacitação de 20 horas para até seis profissionais indicados pela Secretaria Municipal de Mobilidade.</p>
<p>A previsão original do edital é entregar o relatório consolidado até 15 de dezembro de 2026.</p>
<p>A proposta demonstra uma preocupação que vai além da troca de tecnologia dos motores. Um ônibus elétrico permanece sujeito aos congestionamentos quando circula nas mesmas condições de um coletivo convencional.</p>
<p>A implantação de faixas exclusivas pode melhorar a regularidade das viagens, reduzir o tempo de percurso e permitir maior utilização de cada veículo ao longo do dia. Para os operadores, essas condições também influenciam o consumo energético, a autonomia necessária e a programação das recargas.</p>
<h3>São Paulo ultrapassou 2 mil ônibus elétricos, mas dificuldades na rede de energia mostram importância do planejamento</h3>
<p>Uma das principais referências brasileiras para a ampliação da eletromobilidade é São Paulo, que possui a maior frota de ônibus elétricos do País e acumulou experiências técnicas, operacionais e financeiras ao longo da implantação dessa tecnologia.</p>
<p>Em 30 de setembro de 2026, a Prefeitura apresentou mais 250 ônibus elétricos, elevando a frota municipal para 2.009 veículos dessa modalidade, incluindo trólebus.</p>
<p>A quantidade representa aproximadamente 15% dos mais de 13 mil ônibus do sistema municipal.</p>
<p>Mesmo com essa expansão, o processo enfrenta dificuldades.</p>
<p>Nesta quarta-feira, 14 de outubro de 2026, o Diário do Transporte mostrou que a própria administração municipal reconheceu uma redução temporária no ritmo de implantação de novos ônibus elétricos, relacionada principalmente às condições de fornecimento de energia e à infraestrutura de recarga.</p>
<p>A informação consta de registro de reunião sobre políticas climáticas publicado no Diário Oficial da Cidade de São Paulo.</p>
<p>Durante a apresentação, o coordenador-geral das políticas de mudanças climáticas, Alessandro Bender, da Secretaria Executiva de Mudanças Climáticas, explicou que a necessidade de adequações na rede de energia representa um dos principais obstáculos para ampliar a frota.</p>
<p>O problema aparece especialmente nas garagens.</p>
<p>A substituição de dezenas ou centenas de ônibus a diesel por elétricos altera as necessidades de abastecimento de energia das instalações.</p>
<p>Além dos carregadores, podem ser necessários transformadores, subestações, adequações na distribuição interna de eletricidade e obras na rede externa.</p>
<p>Essas intervenções dependem de investimentos, prazos técnicos, projetos de engenharia e coordenação com a concessionária responsável pela distribuição de energia.</p>
<p>A disponibilidade de potência também precisa considerar os horários de retorno dos ônibus às garagens.</p>
<p>Se muitos veículos precisarem ser carregados simultaneamente, a demanda elétrica pode superar a capacidade disponível naquele ponto da rede.</p>
<p>As consequências operacionais podem atingir a programação das viagens, a quantidade de ônibus disponíveis para circular e o cumprimento das obrigações das concessionárias.</p>
<p>São aspectos que precisam ser considerados ainda na preparação dos investimentos.</p>
<p>A experiência paulista também demonstra a necessidade de compatibilizar os cronogramas de fabricação e entrega dos veículos com os prazos de preparação das garagens.</p>
<p>A capacidade de produção da indústria, a disponibilidade de financiamento e as obras de infraestrutura precisam acompanhar o mesmo planejamento.</p>
<p>O aprendizado é especialmente relevante para municípios que pretendem sair de projetos iniciais com poucos ônibus elétricos e alcançar frotas com dezenas ou centenas de unidades.</p>
<p>Em São Paulo, mesmo com os resultados alcançados, a administração municipal estabeleceu como meta chegar a 3.300 ônibus elétricos até o encerramento da atual gestão, em 2028.</p>
<p>Considerando o balanço de setembro de 2026, faltam 1.291 veículos para alcançar esse objetivo.</p>
<p>Outro aspecto da experiência paulista é o financiamento das operadoras.</p>
<p>A compra de ônibus elétricos envolve valores superiores aos de veículos convencionais a diesel e depende de mecanismos financeiros capazes de distribuir os investimentos ao longo do período de operação.</p>
<p>As condições de crédito, a remuneração contratual, a segurança jurídica e a situação econômico-financeira das empresas também influenciam a velocidade da renovação.</p>
<p>O Diário do Transporte acompanha as preocupações do setor financeiro decorrentes das investigações sobre possível infiltração do crime organizado em empresas de ônibus da capital paulista, envolvendo suspeitas relacionadas ao Primeiro Comando da Capital (PCC).</p>
<p>Esse cenário acrescenta uma questão de integridade e segurança financeira ao processo de renovação da frota.</p>
<p>O conjunto de experiências de São Paulo pode servir de referência para outras administrações municipais, tanto pelas soluções implantadas quanto pelas dificuldades encontradas durante o crescimento da operação.</p>
<p>Relembre a reportagem publicada nesta quarta-feira, 14 de outubro de 2026:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/10/14/prefeitura-de-sao-paulo-admite-reducao-no-ritmo-da-eletrificacao-dos-onibus-por-dificuldades-na-rede-de-energia-meta-e-de-3-300-veiculos-ate-o-fim-da-gestao/">https://diariodotransporte.com.br/2026/10/14/prefeitura-de-sao-paulo-admite-reducao-no-ritmo-da-eletrificacao-dos-onibus-por-dificuldades-na-rede-de-energia-meta-e-de-3-300-veiculos-ate-o-fim-da-gestao/</a></p>
<h3>Ricardo Nunes foi homenageado pela C40 durante entrega de 250 ônibus elétricos</h3>
<p>A participação de São Paulo na agenda internacional de eletromobilidade também foi reconhecida pela própria C40.</p>
<p>Durante a entrega dos 250 ônibus elétricos, realizada em 30 de setembro de 2026, na Zona Norte da capital paulista, o prefeito Ricardo Nunes recebeu uma homenagem da organização internacional.</p>
<p>O reconhecimento destacou a atuação municipal em políticas climáticas, incluindo eletrificação de veículos, orçamento climático e iniciativas voltadas à redução de emissões.</p>
<p>A homenagem ocorreu no evento que marcou a superação de 2 mil ônibus elétricos na cidade.</p>
<p>Na ocasião, a Prefeitura também mencionou a participação da C40 na estruturação de iniciativas de eletromobilidade, incluindo o programa ZEBRA, voltado à aceleração da adoção de ônibus de emissão zero na América Latina.</p>
<p>A experiência de São Paulo ocupa posição relevante no cenário internacional. Em agosto de 2026, a C40 e o Conselho Internacional de Transporte Limpo anunciaram que a América Latina havia alcançado 10 mil ônibus elétricos em operação, considerando mais de 80 cidades de 13 países.</p>
<p>São Paulo figurava como a segunda maior operação de ônibus elétricos da região, atrás do conjunto das cidades chilenas.</p>
<p>A dimensão da frota paulista também contribui para o desenvolvimento de fornecedores e fabricantes, com efeitos sobre a produção nacional de ônibus, componentes elétricos, carregadores e serviços especializados.</p>
<p>Ao mesmo tempo, as limitações identificadas ao longo do processo fornecem informações que podem ser utilizadas por municípios em fases anteriores de eletrificação.</p>
<p>O planejamento antecipado da rede elétrica, por exemplo, pode evitar que ônibus já adquiridos tenham sua entrada em operação condicionada a intervenções ainda pendentes nas instalações.</p>
<h3>Belo Horizonte também participa do Mutirão Brasil com projeto voltado à recarga</h3>
<p>A capital mineira é outro exemplo de como o programa pode apoiar a preparação da infraestrutura necessária para ampliar o número de ônibus elétricos.</p>
<p>Em março de 2026, a Prefeitura de Belo Horizonte anunciou que havia sido selecionada para o Mutirão Brasil com o projeto de assessoria técnica para fiscalização da implantação da infraestrutura de recarga da frota.</p>
<p>A seleção foi anunciada durante uma reunião da Frente Nacional de Prefeitas e Prefeitos, realizada em Curitiba (PR).</p>
<p>O trabalho está relacionado à preparação e ao acompanhamento técnico da infraestrutura necessária para operar os veículos.</p>
<p>Belo Horizonte possui um projeto de aquisição de 100 ônibus elétricos, com investimento contratado de aproximadamente R$ 307,68 milhões e previsão de fornecimento ao longo de 20 meses.</p>
<p>A preparação da recarga constitui parte importante dessa transição, especialmente para que a disponibilidade de energia e dos equipamentos acompanhe a entrada dos veículos na operação.</p>
<p>O projeto de Belo Horizonte e a experiência de São Paulo mostram duas etapas complementares da eletrificação: o planejamento da infraestrutura antes da ampliação e a necessidade de resolver problemas técnicos que aparecem quando a frota cresce.</p>
<h3>Mutirão Brasil também contempla Belém, Contagem, Maranguape e Serra</h3>
<p>O termo de referência da C40, datado de 13 de outubro de 2026, detalha outra frente do programa, dedicada à mobilidade sustentável e à adaptação climática.</p>
<p>Nessa modalidade estão contempladas cinco cidades: Belém (PA), Contagem (MG), Maranguape (CE), Salvador (BA) e Serra (ES).</p>
<p>Os municípios receberão apoio para desenvolver intervenções em áreas prioritárias, com projetos de melhoria dos deslocamentos a pé e de bicicleta, acesso ao transporte coletivo, segurança viária e adaptação dos espaços urbanos às mudanças climáticas.</p>
<p>O documento estabelece que o WRI Brasil atua como parceiro técnico, participando da capacitação das equipes municipais, da elaboração das soluções viárias e do acompanhamento dos projetos.</p>
<p>O termo de referência apresentado nesta semana trata especificamente da contratação de consultoria para preparar projetos básicos e orçamentos de intervenções em Maranguape e Serra.</p>
<p>São iniciativas diferentes da aquisição de ônibus elétricos, mas que integram a mesma estratégia de preparação das cidades para a mobilidade sustentável.</p>
<h3>Maranguape terá projeto para 2,7 quilômetros de vias ligando parques e equipamentos públicos</h3>
<p>Em Maranguape, na Região Metropolitana de Fortaleza (CE), a iniciativa recebeu o nome de Entre Parques.</p>
<p>O projeto prevê a criação de corredores de mobilidade ativa para conectar parques, áreas verdes e equipamentos públicos por meio de trajetos com infraestrutura para pedestres e ciclistas.</p>
<p>O trecho piloto possui 2,7 quilômetros e compreende a Avenida Doutor Stênio Gomes e as ruas Chico Anísio e Capitão Jeová Colares.</p>
<p>A intervenção foi selecionada pela conexão entre o centro urbano e os parques municipais, além da proximidade de unidades de saúde, escolas e da rodoviária.</p>
<p>Entre as melhorias previstas estão requalificação das vias, implantação de infraestrutura cicloviária, padronização de calçadas, arborização e soluções para adaptação às condições climáticas.</p>
<p>Também está planejada uma intervenção experimental no entorno da Escola Francisca Gomes Fernandes Vieira, com modificações temporárias no espaço urbano para avaliar soluções antes da implantação definitiva.</p>
<p>Esse tipo de experiência permite observar o comportamento de pedestres, ciclistas e motoristas e verificar a adequação das mudanças propostas.</p>
<h3>Serra terá melhorias em avenida de 2,1 quilômetros e acesso ao transporte coletivo</h3>
<p>Em Serra, no Espírito Santo, o projeto recebeu o nome de Corredores Climáticos do Cotidiano.</p>
<p>A intervenção contempla uma área dos bairros Feu Rosa e Vila Nova de Colares, caracterizada pela presença de comunidades que dependem dos deslocamentos a pé, de bicicleta e de transporte coletivo.</p>
<p>O trecho selecionado é a Avenida Colares Júnior, principal via de Vila Nova de Colares, com aproximadamente 2,1 quilômetros de extensão.</p>
<p>O projeto pretende melhorar as condições de circulação e acesso a escolas, praças e outros equipamentos públicos.</p>
<p>Também estão previstas infraestrutura cicloviária, soluções de arborização e adaptação climática e a transformação da circulação viária em um sistema binário com a Rua Iguatemi.</p>
<p>O termo de referência estabelece que o projeto deverá considerar as exigências do Fundo Cidades, do Governo do Espírito Santo.</p>
<p>Além da segurança no trânsito, o planejamento deverá levar em conta problemas associados a chuvas intensas, altas temperaturas e condições de acessibilidade.</p>
<h3>Projetos de Maranguape e Serra poderão receber até US$ 90 mil para elaboração técnica</h3>
<p>A C40 abriu a seleção de uma consultoria especializada para preparar os projetos básicos das intervenções em Maranguape e Serra.</p>
<p>O orçamento máximo estabelecido é de US$ 90 mil para o conjunto dos serviços nas duas cidades.</p>
<p>O valor corresponde à contratação de estudos, desenhos técnicos, especificações e orçamentos, e não ao custo previsto para a execução das obras.</p>
<p>A consultoria deverá desenvolver projetos geométricos, sinalização, calçadas, ciclovias, soluções de drenagem e arborização, além de identificar interferências com redes de energia e outros elementos da infraestrutura urbana.</p>
<p>As soluções deverão observar as normas brasileiras de acessibilidade e segurança viária.</p>
<p>O contrato terá duração inicial até abril de 2027, com prazo de 165 dias após a assinatura para entrega das últimas representações gráficas dos projetos.</p>
<p>A C40 prevê que a contratação seja formalizada na primeira quinzena de novembro de 2026.</p>
<p>As empresas interessadas deverão apresentar propostas até 23 de outubro de 2026.</p>
<p>O termo também prevê projetos com orçamento detalhado, de maneira que as prefeituras tenham condições de buscar recursos e preparar futuras contratações das obras.</p>
<h3>Projetos devem considerar acessibilidade, segurança e mudanças climáticas</h3>
<p>Outra característica do Mutirão Brasil é a exigência de integrar o planejamento de transportes às condições de segurança e acessibilidade.</p>
<p>Os projetos deverão considerar as necessidades de crianças, idosos, mulheres, pessoas com deficiência e usuários com mobilidade reduzida.</p>
<p>As intervenções também precisam observar as condições de circulação de pedestres e ciclistas, com atenção especial às proximidades de escolas, unidades de saúde e equipamentos públicos.</p>
<p>Na área ambiental, o termo de referência prevê a avaliação de soluções como jardins de chuva, biovaletas, canteiros pluviais, pavimentos permeáveis e arborização.</p>
<p>Esses recursos podem contribuir para o escoamento das águas, a redução das temperaturas e a melhoria das condições de circulação, especialmente em cidades expostas a períodos de chuvas intensas e calor.</p>
<p>As propostas serão analisadas pelas equipes municipais, pelo WRI Brasil e pela C40, com etapas de validação antes da conclusão dos projetos.</p>
<p>O programa estabelece ainda participação da população, com atividades de escuta e avaliação das necessidades locais.</p>
<p>Em Maranguape, as equipes já iniciaram atividades com crianças da região do projeto.</p>
<p>Em Serra, foram realizadas consultas em escolas e uma atividade em praça pública, incluindo fechamento temporário de uma via e coleta de opiniões dos moradores sobre as condições de circulação.</p>
<h3>Planejamento da infraestrutura pode determinar a velocidade da eletrificação dos ônibus brasileiros</h3>
<p>A ampliação dos projetos da C40 no Brasil ocorre em um momento no qual diferentes administrações municipais passaram a incorporar ônibus elétricos em maior quantidade.</p>
<p>O crescimento do mercado envolve fabricantes de ônibus, fornecedores de baterias, sistemas de tração e equipamentos de recarga, empresas operadoras, distribuidoras de energia, instituições financeiras e gestores públicos.</p>
<p>Para os fabricantes, a continuidade dos investimentos depende de encomendas e de cronogramas capazes de sustentar a produção.</p>
<p>Para as empresas de ônibus, a transição envolve a aquisição dos veículos, a preparação das garagens, a capacitação das equipes de manutenção e a organização das recargas.</p>
<p>Para as prefeituras, o desafio inclui a definição das metas, o financiamento, a estruturação dos contratos e a coordenação das intervenções necessárias à operação.</p>
<p>A disponibilidade de energia precisa ser avaliada de acordo com as características das linhas, a quantidade de ônibus, as distâncias percorridas, a autonomia dos veículos e os períodos reservados para carregamento.</p>
<p>A tecnologia também influencia o dimensionamento das operações. Ônibus convencionais, articulados e superarticulados podem apresentar diferentes necessidades de energia e capacidades de transporte.</p>
<p>A melhoria da infraestrutura viária constitui outra parte desse planejamento, porque a prioridade para o transporte coletivo permite transportar mais passageiros com maior regularidade e aproveitar melhor a frota disponível.</p>
<p>A experiência de São Paulo mostra que uma cidade pode alcançar resultados expressivos na substituição dos veículos e, ao mesmo tempo, enfrentar dificuldades para continuar ampliando a operação.</p>
<p>Salvador procura aumentar uma frota ainda pequena, aproveitando os testes e a infraestrutura preparados desde 2022, enquanto Belo Horizonte busca apoio especializado para acompanhar a implantação dos sistemas de recarga.</p>
<p>Os diferentes estágios dessas cidades mostram como a assistência técnica e a troca de experiências podem contribuir para evitar problemas, reduzir riscos e preparar investimentos.</p>
<p>O Mutirão Brasil reúne parte dessas atividades ao apoiar administrações municipais na elaboração de estudos, no planejamento da infraestrutura e na preparação de projetos que poderão receber financiamento.</p>
<p>A efetiva expansão dos ônibus elétricos dependerá da execução das intervenções, da contratação dos veículos, da disponibilidade dos recursos financeiros e da capacidade de colocar as novas frotas em circulação regular.</p>
<p>Para os passageiros, os resultados deverão ser percebidos na qualidade do serviço, na regularidade das viagens, na acessibilidade, na redução do ruído e das emissões locais e na melhoria das condições de deslocamento pelas cidades.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
</div>
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    <title>Tatuzão Cora Coralina inicia escavação rumo à futura estação Guilherme Giorgi, que integra o projeto de expansão da linha 2-Verde do Metrô</title>
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    <pubDate>Wed, 14 Oct 2026 14:45:20 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metrô]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Tuneladora partiu do VSE Júlio Colaço na noite da última terça-feira (13) e segue para a penúltima estação do trecho após escavar 1,1 quilômetro de túneis VINÍCIUS DE OLIVEIRA O tatuzão Cora Coralina iniciou na noite da última terça-feira, 13 de outubro, após as 19h, uma nova etapa das obras de expansão da Linha 2-Verde [&#8230;]]]></description>
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<p><em><strong>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</strong></em></p>
<p>O tatuzão Cora Coralina iniciou na noite da última terça-feira, 13 de outubro, após as 19h, uma nova etapa das obras de expansão da Linha 2-Verde do Metrô. Após chegar ao VSE (Ventilação e Saída de Emergência) Júlio Colaço, a agora segunda maior tuneladora em operação na América Latina segue em direção à futura estação Guilherme Giorgi, a penúltima do trecho de ampliação entre Vila Prudente e Penha.</p>
<p>Antes de iniciar essa nova jornada, a máquina já alcançou marcas expressivas na obra. Desde sua partida da estação Penha em dezembro, o equipamento escavou pouco mais de 1km de túneis e instalou 1.115 anéis de concreto que compõem o revestimento definitivo do túnel. Com quase 100 metros de comprimento, cerca de 2.700 toneladas e operação ininterrupta 24 horas por dia, a tuneladora avança continuamente na expansão da nova linha.</p>
<p>Após concluir o trecho até a estação Guilherme Giorgi, o tatuzão seguirá para sua última etapa de escavação, em direção à futura estação Santa Isabel, a última do segundo trecho. Na sequência, chegará ao Complexo Rapadura, encerrando a construção dos túneis do trecho de expansão da Linha 2-Verde entre Vila Prudente e Penha (Linha 3-Vermelha).</p>
<p>A ampliação da Linha 2-Verde é uma das maiores obras de mobilidade urbana em andamento no país e vai acrescentar 8,3 quilômetros de vias e oito novas estações à rede metroviária. Quando concluída, a expansão conectará a Linha 2-Verde à Linha 3-Vermelha na Penha, ampliando a capacidade de transporte sobre trilhos na zona leste e proporcionando viagens mais rápidas e confortáveis para a população.</p>
<p><strong>Trajetórias que marcam São Paulo</strong></p>
<p>No início de julho, a bisneta da escritora Cora Coralina, Gisela Sales, visitou as obras de expansão da Linha 2-Verde para conhecer a tuneladora batizada com o nome da poetisa. Como idealizadora de iniciativas de preservação do legado de Cora Coralina, Gisela percorreu o canteiro de obras, acompanhou a operação do equipamento e conheceu as equipes responsáveis pela escavação dos túneis entre Vila Prudente e Penha. Nessa visita, ela também conheçou a primeira operadora mulher do país, Sherry Ramanholi, responsável pela &#8220;Cora&#8221;.</p>
<p>Durante a visita, Gisela destacou a dimensão humana presente no empreendimento, traçando paralelos entre a construção da linha ao simbolismo da obra da escritora goiana.</p>
<p><strong>Expansão da Linha 2-Verde</strong></p>
<p>A expansão da Linha 2-Verde entre Vila Prudente e Penha contempla oito novas estações: Orfanato, Santa Clara, Anália Franco, Vila Formosa, Santa Isabel, Guilherme Giorgi, Aricanduva e Penha. Quando concluída, a ampliação vai facilitar o deslocamento dos moradores da zona leste, ampliar a integração da rede metroferroviária e redistribuir a demanda de passageiros entre as linhas do sistema. A futura conexão com a Linha 3-Vermelha beneficiará cerca de 1,2 milhão de pessoas diariamente, reduzindo tempos de viagem e ampliando o acesso ao transporte público de alta capacidade.</p>
<p>Na fase 2, a expansão vai levar a Linha 2-Verde até Guarulhos com cinco novas estações e um pátio de trens para a nova frota. Entre elas estão as estações Penha de França, Gabriela Mistral, Fernão Dias, Ponte Grande e Dutra, além do Pátio Paulo Freire de trens. O Metrô também encomendou mais uma tuneladora para iniciar a escavação até Guarulhos ainda em outubro, batizada de Hebe Camargo.</p>
<p><em><strong>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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  <item>
    <title>SPTrans homologa contratação de R$ 99,37 milhões para modernizar sistemas de tecnologia em duas unidades de São Paulo</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/14/sptrans-homologa-contratacao-de-r-9937-milhoes-para-modernizar-sistemas-de-tecnologia-em-duas-unidades-de-sao-paulo/</link>
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    <pubDate>Wed, 14 Oct 2026 14:31:54 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Reportagens Especiais]]></category><category><![CDATA[SPTrans]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Omega Tecnologia da Informação venceu licitação para fornecimento de soluções computacionais, migração de sistemas, suporte e manutenção; contrato terá duração de cinco anos e abrangerá as unidades Boa Vista e Santa Rita ADAMO BAZANI A SPTrans (São Paulo Transporte), responsável pela gestão dos ônibus municipais da capital paulista, homologou uma licitação de R$ 99.379.000,00 para [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="768" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260714_1517143.jpg?fit=1024%2C768&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260714_1517143.jpg?w=4096&amp;ssl=1 4096w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260714_1517143.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260714_1517143.jpg?resize=1024%2C768&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260714_1517143.jpg?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260714_1517143.jpg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260714_1517143.jpg?resize=1536%2C1152&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260714_1517143.jpg?resize=2048%2C1536&amp;ssl=1 2048w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260714_1517143.jpg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260714_1517143.jpg?w=3000&amp;ssl=1 3000w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Omega Tecnologia da Informação venceu licitação para fornecimento de soluções computacionais, migração de sistemas, suporte e manutenção; contrato terá duração de cinco anos e abrangerá as unidades Boa Vista e Santa Rita</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A SPTrans (São Paulo Transporte), responsável pela gestão dos ônibus municipais da capital paulista, homologou uma licitação de R$ 99.379.000,00 para modernizar sua infraestrutura tecnológica nas unidades Boa Vista, no Centro, e Santa Rita, no Pari. A empresa vencedora é a Omega Tecnologia da Informação Ltda., que deverá fornecer e implantar uma solução computacional integrada, além de executar serviços de configuração, migração de sistemas, suporte técnico e manutenção.</p>
<p>A contratação terá duração de 60 meses, o equivalente a cinco anos, e está entre as movimentações de maior valor da edição do Diário Oficial da Cidade de São Paulo desta quarta-feira, 14 de outubro de 2026, relacionadas à gestão do transporte coletivo. O investimento abrange serviços destinados ao ambiente tecnológico utilizado pela empresa municipal, cuja atuação inclui o gerenciamento da operação de aproximadamente 13 mil ônibus, a fiscalização dos contratos das concessionárias e os sistemas de apoio ao transporte de passageiros.</p>
<p>O ato publicado corresponde à homologação da Licitação nº 014/2026, vinculada ao procedimento administrativo PALC 2026/0279.</p>
<p>A decisão foi assinada pelo diretor de Administração e de Infraestrutura da SPTrans, Mauro Antônio Gumiero Voltarelli, em 6 de agosto de 2026.</p>
<p>A homologação formaliza o resultado do julgamento e autoriza a contratação da Omega, que foi classificada em primeiro lugar pelo pregoeiro.</p>
<h2>O que será contratado pela SPTrans</h2>
<p>O objeto abrange a modernização do ambiente tecnológico das unidades Boa Vista e Santa Rita.</p>
<p>De acordo com a publicação, a contratação contempla:</p>
<ul>
<li>Fornecimento de solução computacional integrada.</li>
<li>Implantação e configuração do ambiente contratado.</li>
<li>Migração dos sistemas e recursos abrangidos pela contratação.</li>
<li>Serviços de garantia.</li>
<li>Operação assistida.</li>
<li>Suporte técnico.</li>
<li>Manutenção durante o período contratual.</li>
<li>Demais obrigações estabelecidas no termo de referência.</li>
</ul>
<p>O conjunto de serviços cobre tanto a implantação quanto o acompanhamento técnico da nova estrutura.</p>
<p>A migração constitui uma etapa especialmente importante em projetos dessa natureza, porque envolve a transferência de recursos e informações entre ambientes tecnológicos e a preparação das estruturas para a continuidade dos serviços.</p>
<p>A operação assistida, por sua vez, corresponde ao acompanhamento técnico durante a fase de utilização da solução contratada, com apoio na identificação e resolução de problemas.</p>
<p>A manutenção e o suporte integram a estrutura de atendimento ao longo dos cinco anos de contrato.</p>
<p>O valor total autorizado equivale a uma média aritmética de aproximadamente R$ 19,88 milhões por ano, ou R$ 1,66 milhão por mês, quando distribuído igualmente pelos 60 meses. Esses valores representam apenas uma divisão do montante global, pois os pagamentos efetivos obedecerão às etapas e condições contratuais.</p>
<h2>Unidades Boa Vista e Santa Rita têm funções importantes na estrutura de gestão dos ônibus</h2>
<p>A contratação envolve duas instalações da SPTrans que fazem parte da estrutura administrativa e operacional do transporte municipal.</p>
<p>A unidade Boa Vista fica na região central da capital, onde a empresa mantém parte de sua organização administrativa.</p>
<p>Já o complexo Santa Rita, no Pari, tem uma história diretamente ligada ao funcionamento do transporte coletivo paulistano.</p>
<p>Antiga instalação da CMTC (Companhia Municipal de Transportes Coletivos), o complexo abriga atividades técnicas, administrativas e operacionais relacionadas ao sistema de transporte.</p>
<p>Em reportagem realizada em agosto de 2017, o <em><strong>Diário do Transporte</strong></em> mostrou a estrutura de monitoramento da SPTrans instalada na Santa Rita.</p>
<p>Na época, a central contava com salas equipadas com computadores e painéis utilizados para acompanhar a circulação dos ônibus municipais e dos veículos do Atende, serviço de transporte destinado a pessoas com deficiência com alto grau de comprometimento da mobilidade.</p>
<p>A estrutura permitia acompanhar ocorrências operacionais, problemas de circulação, acidentes, manifestações e outras situações com repercussão no funcionamento das linhas.</p>
<p>O complexo também abrigava equipes de planejamento e engenharia da empresa.</p>
<p>A modernização tecnológica prevista na nova contratação ocorre em um momento de mudanças na operação do sistema municipal.</p>
<p>A eletrificação da frota amplia as necessidades de acompanhamento dos veículos, enquanto os sistemas de planejamento, programação e fiscalização continuam sendo essenciais para organizar as viagens e verificar o cumprimento dos serviços pelas concessionárias.</p>
<p>Na prática, ambientes computacionais de gestão precisam atender às necessidades de processamento, disponibilidade e segurança das informações utilizadas pelas equipes técnicas.</p>
<h2>Tecnologia e qualidade do transporte</h2>
<p>Os sistemas de informação são parte da estrutura utilizada para manter e acompanhar o funcionamento dos ônibus.</p>
<p>A operação depende de informações sobre localização dos veículos, programação de viagens, horários, cumprimento das partidas, atendimento às linhas e ocorrências que exigem intervenção dos gestores.</p>
<p>Esses dados servem para orientar medidas operacionais e apoiar a fiscalização dos contratos.</p>
<p>A modernização dos ambientes computacionais pode contribuir para a confiabilidade dos serviços digitais que sustentam essas atividades, conforme as funcionalidades e os níveis de serviço previstos na contratação.</p>
<p>O resultado para os passageiros depende da integração entre os recursos tecnológicos e as decisões operacionais adotadas pela SPTrans e pelas empresas concessionárias.</p>
<p>A contratação de R$ 99,37 milhões passa agora à etapa de formalização e execução, nos termos da homologação publicada.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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  <item>
    <title>Itapemirim: presidente do STJ rejeita pedido da ANTT para suspender arrendamento de linhas à Suzantur e aponta tentativa de antecipar julgamento</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/14/itapemirim-presidente-do-stj-rejeita-pedido-da-antt-para-suspender-arrendamento-de-linhas-a-suzantur-e-aponta-tentativa-de-antecipar-julgamento/</link>
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    <pubDate>Wed, 14 Oct 2026 14:01:25 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Ministro Luis Felipe Salomão considera inadequado o instrumento utilizado pela agência, questiona alegação de urgência e mantém discussão sob responsabilidade de outro relator; em processo diferente, Justiça de São Paulo chamou Ministério Público após contestações de Águia Branca, Penha e Suzantur ao leilão ADAMO BAZANI O presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Luis [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="768" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260822_1830282.jpg?fit=1024%2C768&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260822_1830282.jpg?w=3950&amp;ssl=1 3950w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260822_1830282.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260822_1830282.jpg?resize=1024%2C768&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260822_1830282.jpg?resize=150%2C112&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260822_1830282.jpg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260822_1830282.jpg?resize=1536%2C1152&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260822_1830282.jpg?resize=2048%2C1536&amp;ssl=1 2048w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260822_1830282.jpg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260822_1830282.jpg?w=3000&amp;ssl=1 3000w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <div><em>Ministro Luis Felipe Salomão considera inadequado o instrumento utilizado pela agência, questiona alegação de urgência e mantém discussão sob responsabilidade de outro relator; em processo diferente, Justiça de São Paulo chamou Ministério Público após contestações de Águia Branca, Penha e Suzantur ao leilão</em></div>
<div>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>O presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Luis Felipe Salomão, rejeitou um pedido da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) para suspender as decisões judiciais que permitiram o arrendamento das linhas de ônibus interestaduais da massa falida da Viação Itapemirim e da Viação Caiçara à Suzantur (Transportadora Turística Suzano). Na decisão, assinada em 8 de outubro de 2026, o ministro considerou que a agência tentou utilizar um procedimento excepcional para antecipar a análise de questões que já são discutidas em outro recurso no próprio STJ. Salomão também questionou a urgência alegada pela autarquia, uma vez que o arrendamento foi autorizado em 2022 e mantido pelo Tribunal de Justiça de São Paulo em 2023.</p>
<p>A decisão ocorre em meio a uma disputa que envolve a Suzantur, atual operadora das linhas, a Viação Águia Branca, que obteve autorização judicial para substituir a empresa no arrendamento, e outras companhias interessadas na aquisição dos ativos, como a Empresa de Ônibus Nossa Senhora da Penha, do Grupo Comporte. Em outro processo, na Justiça de São Paulo, uma decisão de 11 de outubro de 2026 determinou a manifestação do Ministério Público sobre questionamentos ao edital do leilão da Itapemirim, apresentados por Águia Branca, Penha, Suzantur e ANTT. Esse desdobramento foi noticiado pelo Diário do Transporte nesta quarta-feira (14). As duas decisões tratam de aspectos diferentes da mesma falência e mantêm em discussão o futuro da operação interestadual, a situação das empresas e a destinação dos recursos aos credores.</p>
<h3>Ministro afirma que agência tentou utilizar pedido de suspensão como atalho para outro recurso</h3>
<p>Ao analisar o pedido de suspensão de liminar e de sentença nº 3.819/SP, apresentado pela ANTT, o ministro Luis Felipe Salomão concluiu que o procedimento não poderia ser utilizado para substituir a análise de um recurso especial já em andamento.</p>
<p>A agência pretendia suspender os efeitos das decisões da Justiça de São Paulo que determinaram o cumprimento do contrato de arrendamento da antiga operação da Itapemirim à Suzantur.</p>
<p>Também solicitava que a Justiça responsável pela falência deixasse de praticar atos que, segundo a autarquia, impedissem o exercício de suas competências regulatórias.</p>
<p>A ANTT defendia a retomada integral da gestão regulatória dos mercados e sustentava que as autorizações para explorar linhas interestaduais não poderiam ser tratadas como bens pertencentes às empresas falidas.</p>
<p>Ao examinar o caso, Salomão reconheceu que a agência é destinatária das determinações judiciais questionadas e que essa condição poderia, excepcionalmente, permitir a utilização do instrumento de suspensão, mesmo sem a ANTT figurar como ré na ação original.</p>
<p>Entretanto, considerou que o conteúdo do pedido procurava rediscutir o acerto das decisões anteriores.</p>
<p>Para o presidente do STJ, essa análise compete ao ministro responsável pelo recurso especial que discute diretamente a matéria.</p>
<p>A decisão ressalta que já existe um magistrado designado para examinar as questões jurídicas e eventuais pedidos urgentes relacionados ao arrendamento.</p>
<h3>STJ questiona urgência apresentada pela ANTT após quase quatro anos de arrendamento</h3>
<p>Um dos principais fundamentos utilizados pelo ministro Luis Felipe Salomão foi a diferença entre a data das decisões originais e o momento em que a ANTT apresentou o novo pedido.</p>
<p>O arrendamento emergencial foi autorizado em setembro de 2022, quando a recuperação judicial do Grupo Itapemirim foi convertida em falência.</p>
<p>Em agosto de 2023, o Tribunal de Justiça de São Paulo manteve parcialmente a decisão, determinando que a agência observasse o contrato de arrendamento em favor da Suzantur.</p>
<p>Somente em setembro de 2026 a ANTT apresentou o pedido de suspensão à Presidência do STJ, alegando agravamento da insegurança jurídica e regulatória.</p>
<p>Salomão afirmou que a agência não demonstrou um acontecimento recente que justificasse a urgência apresentada.</p>
<p>O ministro também registrou que não identificou iniciativa da ANTT para provocar o relator do recurso especial já existente a examinar a suposta urgência.</p>
<p>Na avaliação expressa na decisão, a situação descrita pela agência procurava obter, por outro caminho processual, o efeito suspensivo pretendido para o recurso ainda pendente de julgamento.</p>
<p>Por esse motivo, o presidente do tribunal decidiu não conhecer do pedido, encerrando sua análise naquele procedimento.</p>
<p>A decisão foi assinada eletronicamente às 17h36 de quinta-feira, 8 de outubro de 2026.</p>
<h3>ANTT menciona 126 linhas, 769 mercados, 233 municípios e aproximadamente 1,2 milhão de passagens</h3>
<p>No pedido encaminhado ao STJ, a ANTT apresentou dados sobre a dimensão da operação rodoviária objeto da controvérsia.</p>
<p>Segundo os números informados pela agência, a discussão envolve 126 linhas e 769 mercados, distribuídos por 233 municípios de 19 unidades da Federação.</p>
<p>A autarquia também apontou que 443 mercados possuem atendimento exclusivo, condição que aumenta a importância da continuidade da operação para passageiros que dependem dessas ligações.</p>
<p>Entre setembro de 2025 e agosto de 2026, segundo os dados apresentados, foram emitidos aproximadamente 1,2 milhão de bilhetes e realizadas 40.070 viagens.</p>
<p>Os números foram utilizados pela ANTT para sustentar que a manutenção do modelo de arrendamento judicial produz efeitos relevantes sobre a organização e a fiscalização do transporte interestadual.</p>
<p>A agência argumenta que as autorizações deveriam seguir integralmente o regime estabelecido pela legislação federal e pela Resolução nº 6.033/2023, incluindo as condições relacionadas à Janela Extraordinária nº 01/2024.</p>
<p>A autarquia também sustenta que uma interrupção abrupta ou uma transição desordenada poderia prejudicar passageiros e municípios atendidos.</p>
<p>Os quantitativos apresentados neste pedido são diferentes daqueles utilizados em outras etapas da disputa, nas quais foram mencionadas 125 linhas e 746 mercados. Os dados desta decisão correspondem à abrangência informada pela ANTT no procedimento examinado pelo presidente do STJ.</p>
<h3>Recurso sobre competência regulatória continua sob responsabilidade do ministro Sérgio Kukina</h3>
<p>A decisão também esclarece a situação dos processos que tramitam no Superior Tribunal de Justiça.</p>
<p>A discussão central apresentada pela ANTT está relacionada ao recurso especial nº 2.214.576/SP.</p>
<p>Esse recurso teve origem na contestação da agência à decisão paulista que determinou o cumprimento do arrendamento da Suzantur.</p>
<p>Inicialmente, o processo foi distribuído ao ministro Humberto Martins. Posteriormente, a competência foi encaminhada à Primeira Seção, com redistribuição ao ministro Sérgio Kukina, em junho de 2025.</p>
<p>A controvérsia sobre a competência interna do STJ deu origem ao conflito de competência nº 216.552/SP.</p>
<p>Segundo Salomão, esse conflito não impede que sejam examinadas medidas urgentes relacionadas ao caso.</p>
<p>O presidente do tribunal destacou que a ministra Isabel Gallotti, relatora do conflito de competência, designou provisoriamente Sérgio Kukina para decidir questões urgentes dos processos relacionados.</p>
<p>Dessa forma, o ministro Kukina permanece como responsável pela apreciação das medidas urgentes pertinentes, enquanto a competência definitiva é discutida no tribunal.</p>
<p>A rejeição do pedido apresentado à Presidência do STJ preserva essa organização processual e deixa a análise das questões regulatórias para a via judicial correspondente.</p>
<h3>Em outro processo, Justiça de São Paulo chama Ministério Público após questionamentos de Águia Branca, Penha e Suzantur</h3>
<p>A decisão de Salomão se soma a outro desdobramento judicial acompanhado pelo Diário do Transporte nesta quarta-feira, 14 de outubro de 2026.</p>
<p>Na Justiça de São Paulo, responsável pelo processo de falência da Itapemirim, uma decisão proferida em 11 de outubro determinou a manifestação do Ministério Público sobre as impugnações ao edital do leilão dos ativos.</p>
<p>Nesse processo, a Viação Águia Branca reafirmou possuir condições técnicas, operacionais, regulatórias e financeiras para substituir a Suzantur.</p>
<p>A companhia capixaba, entretanto, argumentou que a efetivação da troca de operadora precisa considerar a possibilidade de realização do leilão definitivo nas próximas semanas.</p>
<p>A Empresa de Ônibus Nossa Senhora da Penha, integrante do Grupo Comporte, questionou as condições financeiras do edital, as exigências de garantia, os critérios de avaliação dos ativos e os prazos de pagamento e transição operacional.</p>
<p>A Suzantur também apresentou objeções à realização do leilão neste momento e defendeu a previsão de três meses para uma eventual transição.</p>
<p>A ANTT reiterou que os direitos de exploração dos serviços interestaduais estão sujeitos à regulamentação federal e não podem ser automaticamente transferidos ao comprador de ativos de uma empresa falida.</p>
<p>Já a EXM Partners, administradora judicial, defendeu o prosseguimento da alienação dos ativos, enquanto o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) exigiu a previsão de análise concorrencial da operação vencedora.</p>
<p>Trata-se de uma discussão diferente daquela examinada pelo ministro Salomão.</p>
<p>No STJ, o pedido rejeitado envolvia a tentativa da ANTT de suspender decisões anteriores sobre o arrendamento e a competência regulatória da agência.</p>
<p>Na Justiça de São Paulo, o procedimento está relacionado às condições do leilão e às manifestações das empresas interessadas na operação.</p>
<p>O Diário do Transporte publicou a reportagem sobre essa movimentação judicial nesta quarta-feira (14).</p>
<p>RELEMBRE:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/10/14/itapemirim-justica-chama-ministerio-publico-apos-aguia-branca-penha-e-suzantur-questionarem-leilao-e-antt-contestar-transferencia-de-linhas/">Itapemirim: Justiça chama Ministério Público após Águia Branca, Penha e Suzantur questionarem leilão e ANTT contestar transferência de linhas</a></p>
<h3>Disputa entre Suzantur e Águia Branca também teve julgamento no STJ em junho</h3>
<p>A situação do arrendamento possui outro capítulo judicial.</p>
<p>Em 9 de junho de 2026, a Primeira Turma do STJ decidiu, por três votos a dois, restabelecer os efeitos da decisão que havia autorizado a substituição da Suzantur pela Viação Águia Branca.</p>
<p>A decisão representou uma mudança na disputa pelo arrendamento temporário das linhas anteriormente exploradas pelo Grupo Itapemirim.</p>
<p>A Suzantur apresentou recursos contra o julgamento, incluindo embargos de declaração em agosto.</p>
<p>A discussão sobre a substituição da empresa e o recurso regulatório da ANTT possuem objetos processuais distintos, embora estejam relacionados à mesma operação rodoviária.</p>
<p>O julgamento de junho tratou da disputa entre as empresas pelo arrendamento. O pedido agora rejeitado por Salomão buscava suspender decisões anteriores que impuseram à ANTT o cumprimento do arrendamento judicial em favor da Suzantur.</p>
<p>Assim, a decisão da Presidência do STJ não constitui um novo julgamento sobre qual empresa deve operar as linhas nem revoga o resultado da Primeira Turma.</p>
<p>A definição prática da transição continua relacionada às decisões aplicáveis em cada processo e aos procedimentos necessários para a operação.</p>
<h3>Continuidade dos serviços, futuro leilão e direitos dos credores seguem relacionados</h3>
<p>A disputa judicial envolve interesses que ultrapassam as empresas diretamente participantes.</p>
<p>Para os passageiros, a continuidade da operação é especialmente relevante nos mercados em que há poucos prestadores de serviço ou atendimento exclusivo.</p>
<p>Para os credores da massa falida, os valores arrecadados com o arrendamento e a futura alienação dos ativos representam fontes de recursos destinadas ao pagamento de obrigações reconhecidas no processo falimentar.</p>
<p>Para as empresas interessadas, o resultado dos processos interfere nas condições de participação no leilão, no investimento necessário e na organização de uma eventual transição.</p>
<p>A controvérsia também envolve o alcance das atribuições da Justiça responsável pela falência e da ANTT sobre a exploração de linhas interestaduais.</p>
<p>Com a decisão de 8 de outubro, o presidente do STJ manteve a discussão regulatória na esfera do recurso especial já distribuído, enquanto a Justiça de São Paulo deverá prosseguir na análise das contestações ao edital após a manifestação do Ministério Público.</p>
<h1><strong>CONFIRA O HISTÓRICO RECENTE:</strong></h1>
<p>A Primeira Turma do STJ (Superior Tribunal de Justiça) decidiu em 09 de junho de 2026, que a Viação Águia Branca, do Espírito Santo, deve assumir o novo arrendamento das 125 linhas e 746 mercados de ônibus interestaduais correspondentes à malha que era de responsabilidade do Grupo Itapemirim, que faliu em 2022. Foram 3 votos em favor da Águia Branca e dois em favor da Suzantur, que deve sair.</p>
<p>Cabe recurso. A decisão ocorreu pelo provimento das alegações do empresa capixaba.</p>
<p>A troca não é imediata. Além de haver a possibilidade de recurso, há transições a seguir.</p>
<p>O julgamento teve início com a manifestação do ministro Gurgel de Faria, tinha pedido vistas, que divergiu do relator ministro Sergio Kukina, sendo favorável para que o novo arrendamento seja válido para a Viação Águia Branca assumir as linhas. Gurgel de Faria seguiu o entendimento do Tribunal de Justiça de São Paulo.</p>
<p>Sergio Kukina destacou que ainda tem dúvidas sobre a competência da Primeira Turma sobre o assunto, mas compreendeu que o tema necessita de uma análise urgente. O relator ainda reconheceu que a proposta econômica da Águia Branca ser mais vantajosa aos credores, mas se disse preocupado se a troca de empresas poderia prejudicar os serviços e o que ocorreria com os funcionários registrados pela Suzantur.</p>
<p>Em seguida, a ministra Regina Helena Costa se manifestou e acompanhou a divergência de Faria, sendo favorável a Viação Águia Branca.</p>
<p>O ministro Paulo Sérgio Domingues foi o terceiro e se manifestou também em prol da Águia Branca no arrendamento. O ministro Benedito Gonçalves foi a favor da Suzatur.</p>
<p>Todos os ministros manifestaram estranheza no fato de que o recurso foi remetido à Primeira Turma, mas entenderam a necessidade de votar.</p>
<p>Como havia mostrado em primeira-mão o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, a continuação do julgamento ocorreu nesta terça-feira após três adiamentos.</p>
<p>O STJ suspendeu o julgamento porque os ministros pediram destaque de vistas, ou seja, mais tempo para analisar. Em 02 de março de 2026, o pedido foi do ministro Benedito Gonçalves e, em 07 de abril de 2026, foi a vez do ministro Gurgel de Faria.</p>
<p>Não tinham votado ainda a ministra Regina Helena Costa e os ministros Paulo Sérgio Domingues e Benedito Gonçalves.</p>
<p>A data do leilão não foi definida, mas como mostrou o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, a administradora judicial da falência EXM Partners apresentou uma nova proposta de edital, que ainda será julgada.</p>
<p>O ministro-relator do processo, Sérgio Kukina, votou por atender um recurso da atual arrendatária Suzantur (Transportadora Turística Suzano) contra uma decisão da Justiça de São Paulo que autorizou um novo arrendamento que teve a Viação Águia Branca, do Espírito Santo, como selecionada, após um processo de concorrência judicial.</p>
<p>VEJA OS VOTOS:</p>
<p><div style="width: 1040px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-538911-2" width="1040" height="576" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/JULGAMENTO-STJ-090626.mp4?_=2" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/JULGAMENTO-STJ-090626.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/JULGAMENTO-STJ-090626.mp4</a></video></div></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Como havia mostrado em primeira-mão o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, a continuação do julgamento foi remarcado para esta terça-feira após três adiamentos.</p>
<p>O STJ suspendeu o julgamento porque os ministros pediram destaque de vistas, ou seja, mais tempo para analisar. Em 02 de março de 2026, o pedido foi do ministro Benedito Gonçalves e, em 07 de abril de 2026, foi a vez do ministro Gurgel de Faria.</p>
<p>Não tinham votado ainda a ministra Regina Helena Costa e os ministros Paulo Sérgio Domingues e Benedito Gonçalves.</p>
<p>A data do leilão não foi definida, mas como mostrou o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, a administradora judicial da falência EXM Partners apresentou uma nova proposta de edital, que ainda será julgada.</p>
<p>O ministro-relator do processo, Sérgio Kukina, votou por atender um recurso da atual arrendatária Suzantur (Transportadora Turística Suzano) contra uma decisão da Justiça de São Paulo que autorizou um novo arrendamento que teve a Viação Águia Branca, do Espírito Santo, como selecionada, após um processo de concorrência judicial.</p>
<p>Como tinha mostrado o <strong><em>Diário do Transporte,</em></strong> o contrato de arrendamento para a Viação Águia Branca pela operação das linhas referentes à malha que era operada pelo Grupo Itapemirim renderia para os credores, em um ano, 3,5 vezes mais que todo o período de três anos e meio do contrato atual da Suzantur. O período considera desde quando a proposta foi homologada pela Justiça paulista, em abril de 2025, até 16 de abril de 2026, e desde quando a Suzantur começou a fazer os depósitos, em setembro de 2022, até 16 de abril de 2026 – levantamento mais recente finalizado.</p>
<p>De 16 de abril de 2025 a 16 de abril de 2026, o arrendamento pela proposta da Águia Branca, de R$ 3,02 milhões mensas, já teria acumulado R$ 42,2 milhões (R$ 42.280.000,00) em 12 meses. Já em 42 meses do arrendamento para a Suzantur, toda a arrecadação foi de R$ 11,9 milhões (R$ 11.935.436,57).</p>
<p>O arrendamento para a Suzantur, empresa de ônibus do ABC Paulista, das 125 linhas e 746 mercados na malha de ônibus interestaduais correspondente às operações do Grupo Itapemirim, que faliu em 2022, prevê depósitos mensais de R$ 200 mil ou 1,5% das vendas físicas de passagens pela companhia, que atua no segmento de transporte por ônibus urbanos. Vale o que for mais vantajoso.</p>
<p>O primeiro depósito ocorreu, em setembro de 2025, desde quando ocorreu a autorização pela ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) das operações, que de fato ocorreram a partir de 04 de março de 2023.</p>
<p>Entre setembro de 2022 e outubro de 2024, de acordo com as folhas do processo, os depósitos mensais sempre foram de R$ 200 mil. Os valores começaram a ser maiores a partir de novembro de 2024, quando foram depositados R$ 292.405,02, ainda de acordo com os dados no STJ.</p>
<p>O maior valor, ainda de acordo com o andamento processual, foi em janeiro de 2025: R$ 474.513,55</p>
<p>Já o contrato com a Águia Branca, cujos efeitos tinham sido suspensos, prevê o pagamento fixo mensal de R$ 3,02 milhões pela operação.</p>
<p>O Grupo Comporte (família de Constantino de Oliveira) e Viação Águia Branca, do Espírito Santo, ofereceram valores maiores que os pagos pela Suzantur para um novo arrendamento.</p>
<p>Comporte ofereceu R$ 1,71 milhão por mês ou 5,01% sobre a receita líquida de vendas de passagens. A Viação Águia Branca ofereceu R$ 3,02 milhões por mês. A Íntese Empreendimentos, do dono da Frotanobre, Luiz Ferreira Marangon Macedo, <strong><u>&#8211; QUE ADORA INTIMIDAR JORNALISTAS  &#8211;</u></strong> que propôs R$ 3,05 milhões, mas que não atendeu critérios técnicos. Marangon tem o hábito de acionar a Justiça contra matérias jornalísticas por supostos erros, sendo que poderia poupar dinheiro e tempo do judiciário só mandando uma nota de resposta.</p>
<p>O contrato com a Suzantur, com validade prevista inicialmente para ser se dois anos contanto a partir de 27 de fevereiro de 2023, no entendimento da Justiça, prevê um valor mínimo de R$ 200 mil ou 1,5% sobre as vendas físicas de passagens, sem contar as comercializações por meios virtuais, como em aplicativo ou site.</p>
<p><strong>O PASSO A PASSO EM RESUMO:</strong></p>
<p><strong>09 de junho de 2026:</strong> A Primeira Turma do STJ (Superior Tribunal de Justiça) decidiu nesta terça-feira, 09 de junho de 2026, que a Viação Águia Branca, do Espírito Santo, deve assumir o novo arrendamento das 125 linhas e 746 mercados de ônibus interestaduais correspondentes à malha que era de responsabilidade do Grupo Itapemirim, que faliu em 2022. Foram 3 votos em favor da Águia Branca e dois em favor da Suzantur, que deve sair. Cabe recurso</p>
<p>Relembre: <a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/06/09/stj-decide-que-viacao-aguia-branca-deve-assumir-linhas-da-itapemirim-e-que-a-suzantur-deve-sair/">https://diariodotransporte.com.br/2026/06/09/stj-decide-que-viacao-aguia-branca-deve-assumir-linhas-da-itapemirim-e-que-a-suzantur-deve-sair/</a></p>
<p><strong>18 de maio de 2026: </strong>O <strong><em>Diário do Transporte,</em></strong> com exclusividade, revelou que contrato de arrendamento para a Viação Águia Branca pela operação das linhas referentes à malha que era operada pelo Grupo Itapemirim renderia para os credores, em um ano, 3,5 vezes mais que todo o período de três anos e meio do contrato atual da Suzantur. O período considera desde quando a proposta foi homologada pela Justiça paulista, em abril de 2025, até 16 de abril de 2026, e desde quando a Suzantur começou a fazer os depósitos, em setembro de 2022, até 16 de abril de 2026 – levantamento mais recente finalizado.</p>
<p>De 16 de abril de 2025 a 16 de abril de 2026, o arrendamento pela proposta da Águia Branca, de R$ 3,02 milhões mensas, já teria acumulado R$ 42,2 milhões (R$ 42.280.000,00) em 12 meses. Já em 42 meses do arrendamento para a Suzantur, toda a arrecadação foi de R$ 11,9 milhões (R$ 11.935.436,57).</p>
<p>O arrendamento para a Suzantur, empresa de ônibus do ABC Paulista, das 125 linhas e 746 mercados na malha de ônibus interestaduais correspondente às operações do Grupo Itapemirim, que faliu em 2022, prevê depósitos mensais de R$ 200 mil ou 1,5% das vendas físicas de passagens pela companhia, que atua no segmento de transporte por ônibus urbanos. Vale o que for mais vantajoso.</p>
<p>O primeiro depósito ocorreu, em setembro de 2025, desde quando ocorreu a autorização pela ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) das operações, que de fato ocorreram a partir de 04 de março de 2023.</p>
<p>Entre setembro de 2022 e outubro de 2024, de acordo com as folhas do processo, os depósitos mensais sempre foram de R$ 200 mil. Os valores começaram a ser maiores a partir de novembro de 2024, quando foram depositados R$ 292.405,02, ainda de acordo com os dados no STJ.</p>
<p>O maior valor, ainda de acordo com o andamento processual, foi em janeiro de 2025: R$ 474.513,55</p>
<p>Já o contrato com a Águia Branca, cujos efeitos tinham sido suspensos, prevê o pagamento fixo mensal de R$ 3,02 milhões pela operação.</p>
<p>O Grupo Comporte (família de Constantino de Oliveira) e Viação Águia Branca, do Espírito Santo, ofereceram valores maiores que os pagos pela Suzantur para um novo arrendamento.</p>
<p>Comporte ofereceu R$ 1,71 milhão por mês ou 5,01% sobre a receita líquida de vendas de passagens. A Viação Águia Branca ofereceu R$ 3,02 milhões por mês. A Íntese Empreendimentos, do dono da Frotanobre, Luiz Ferreira Marangon Macedo, <strong><u>&#8211; QUE ADORA INTIMIDAR JORNALISTAS  &#8211;</u></strong> que propôs R$ 3,05 milhões, mas que não atendeu critérios técnicos. Marangon tem o hábito de acionar a Justiça contra matérias jornalísticas por supostos erros, sendo que poderia poupar dinheiro e tempo do judiciário só mandando uma nota de resposta.</p>
<p>O contrato com a Suzantur, com validade prevista inicialmente para ser se dois anos contanto a partir de 27 de fevereiro de 2023, no entendimento da Justiça, prevê um valor mínimo de R$ 200 mil ou 1,5% sobre as vendas físicas de passagens, sem contar as comercializações por meios virtuais, como em aplicativo ou site.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/05/18/arrendamento-das-linhas-da-itapemirim-para-suzantur-rendeu-r-119-milhoes-com-proposta-da-agua-branca-seriam-r-422-milhoes-diz-dado-no-stj/">https://diariodotransporte.com.br/2026/05/18/arrendamento-das-linhas-da-itapemirim-para-suzantur-rendeu-r-119-milhoes-com-proposta-da-agua-branca-seriam-r-422-milhoes-diz-dado-no-stj/</a></p>
<p><strong>14 de maio de 2026: </strong>O criador e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte,</em></strong> Adamo Bazani, com a colaboração do repórter Yuri Sena trazem em primeira mão nesta quinta-feira, 14 de maio de 2026: acaba de ser marcada a retomada do julgamento pelo STJ sobre o arrendamento das linhas, mercados e estruturas da Viação Itapemirim, que será a partir de 09 de junho de 2026. Será julgamento presencial.</p>
<p><strong>07 de abril de 2026:</strong> Retomado o julgamento do recurso da Suzantur contra decisão da Justiça de São Paulo que permitiu que a Águia Branca, após um procedimento de concorrência judicial, assumisse um novo. Mas de novo foi adiada decisão sobre se a Viação Águia Branca assume arrendamento da Itapemirim no lugar da Suzantur. Em sessão que ocorreu em 07 de abril de 2026, o ministro Gurgel de Faria pede de novo vistas. Uma nova data será marcada. Já foi o segundo adiamento. A ministra Regina Helena Costa levantou na sessão dúvidas sobre se o processo deveria mesmo ser pela Primeira Turma, por ser de natureza falimentar.</p>
<p><strong>12 de março de 2026:</strong> Remarcado o julgamento</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/03/12/exclusivo-no-diario-do-transporte-stj-marca-nova-data-para-julgar-se-e-a-suzantur-ou-a-aguia-branca-que-vao-atuar-a-frente-das-linhas-da-itapemirim/">https://diariodotransporte.com.br/2026/03/12/exclusivo-no-diario-do-transporte-stj-marca-nova-data-para-julgar-se-e-a-suzantur-ou-a-aguia-branca-que-vao-atuar-a-frente-das-linhas-da-itapemirim/</a></p>
<p><strong>02 de março de 2026:</strong> Ministro Gurgel de Faria, do STJ, pediu vistas para melhor análise do processo, suspendendo a sessão virtual que teve início em 23 de fevereiro de 2026.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/03/12/exclusivo-no-diario-do-transporte-stj-marca-nova-data-para-julgar-se-e-a-suzantur-ou-a-aguia-branca-que-vao-atuar-a-frente-das-linhas-da-itapemirim/">https://diariodotransporte.com.br/2026/03/12/exclusivo-no-diario-do-transporte-stj-marca-nova-data-para-julgar-se-e-a-suzantur-ou-a-aguia-branca-que-vao-atuar-a-frente-das-linhas-da-itapemirim/</a></p>
<p><strong>24 de fevereiro de 2026:</strong> o ministro-relator do processo, Sergio Kukina, votou favoravelmente a permanência da Suzantur frente às operações arrendadas da Itapemirim até o leilão das linhas, marcas e guichês, mas ainda faltam outros ministros para votar.</p>
<p>Relembre: <a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/02/24/stj-kukina-vota-pela-permanencia-da-suzantur-frente-ao-arrendamento-da-itapemirim-ate-leilao-mas-outros-magistrados-ainda-nao-se-manifestaram/">https://diariodotransporte.com.br/2026/02/24/stj-kukina-vota-pela-permanencia-da-suzantur-frente-ao-arrendamento-da-itapemirim-ate-leilao-mas-outros-magistrados-ainda-nao-se-manifestaram/</a></p>
<p><strong>09 de setembro de 2025</strong>: De forma monocrática (sozinho) e em liminar (decisão provisória) o ministro relator Sérgio Kukina atendeu ao pedido da Suzantur e manteve a viação no arrendamento até o julgamento por parte da corte, justamente este concluído em 03 de março de 2026, e noticiado <strong>em primeira-mão pelo DIÁRIO DO TRANSPORTE.</strong></p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2025/09/10/exclusivo-no-diario-do-transporte-stj-atende-suzantur-e-determina-continuidade-das-operacoes-na-itapemirim-e-que-seja-marcado-leilao-definitivo/">https://diariodotransporte.com.br/2025/09/10/exclusivo-no-diario-do-transporte-stj-atende-suzantur-e-determina-continuidade-das-operacoes-na-itapemirim-e-que-seja-marcado-leilao-definitivo/</a></p>
<p><strong>07 de abril 2025:</strong>  O juiz Marcelo Stabel de Carvalho Hannoun, da 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais, do TJSP (Tribunal de Justiça de São Paulo atendeu recurso da Águia Branca e decidiu homologar a proposta da empresa para assumir no lugar da viação de urbanos do ABC.</p>
<p>As propostas foram:</p>
<p>&#8211; <strong>Viação Águia Branca</strong> ofereceu R$ 3,02 milhões por mês, independentemente da receita;</p>
<p>&#8211; <strong>Grupo Comporte,</strong> pela Expresso União, ofereceu R$ 1,71 milhão por mês ou 5,01% sobre a receita líquida de vendas de passagens</p>
<p>&#8211; <strong>Íntese Empreendimentos</strong>, do dono inoperante Frotanobre, Luiz Ferreira Marangon Macedo, que propôs R$ 3,05 milhões, mas que não atendeu critérios técnicos. O empresário tem o hábito de acionar a Justiça contra jornalistas. Funcionários, entretanto, reclamam de falta de pagamento.</p>
<p><strong>04 de março de 2023:</strong> Da garagem provisória da Suzantur, em Santo André, parte o primeiro ônibus da fase de retomada de linhas. O veículo, de dois andares e quatro eixos, fez a linha São Paulo x Curitiba, inaugurando a era da administração do diretor da Suzantur, Claudinei Brogliato, frente às operações interestaduais com o nome Nova Itapemirim.</p>
<p>O <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> acompanhou a saída da garagem provisória de Santo André (SP) com exclusividade. Relembre: <a href="https://diariodotransporte.com.br/2023/03/04/em-primeira-mao-videos-e-entrevista-confira-o-primeiro-onibus-e-o-primeiro-motorista-que-marcam-o-retorno-da-viacao-itapemirim-kaissara-sob-arrendamento-da-suzantur-sao-pauloxcuritiba/">https://diariodotransporte.com.br/2023/03/04/em-primeira-mao-videos-e-entrevista-confira-o-primeiro-onibus-e-o-primeiro-motorista-que-marcam-o-retorno-da-viacao-itapemirim-kaissara-sob-arrendamento-da-suzantur-sao-pauloxcuritiba/</a></p>
<p><strong>27 de fevereiro de 2023:</strong> Depois de longa batalha jurídica contra a ANTT e empresas de ônibus concorrentes, como as que formam o Grupo Comporte (família Constantino de Oliveira), Grupo Garcia Brasil Sul (Paraná) e Grupo Águia Branca (Espírito Santo), a Suzantur (São Paulo) consegue liberação da ANTT para gradativamente retomar as operações de todas as 125 linhas de ônibus interestaduais que haviam sido paralisadas entre as gestões da família do fundador da Itapemirim, Camilo Cola, e do empresário Sidnei Piva de Jesus (que era dono da Itapemirim na data da falência)</p>
<p><strong>05 de outubro de 2022</strong>: A administradora judicial da falência do Grupo Itapemirim, EXM Partners, protocola o contrato de arrendamento das linhas de ônibus interestaduais junto à ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres).</p>
<p><strong>29 de setembro de 2022</strong>: É assinado o contrato de arrendamento entre a Suzantur e a massa falida do Grupo Itapemirim. O objetivo do arrendamento é gerar recursos para a massa falida.</p>
<p><strong>21 de setembro de 2022:</strong> As viações Itapemirim e Kaissara pertencem ao Grupo Itapemirim, que teve falência decretada pela Justiça, em 21 de setembro de 2022. Na mesma decisão, o juiz João de Oliveira Rodrigues Filho, da 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais, até então responsável pelo processo em primeira instância, aceitou proposta da empresa de ônibus urbanos, Suzantur, de Santo André, no ABC Paulista, a operar por dois anos as linhas por arrendamento como forma de angariar recursos para os credores. O Grupo Itapemirim acumulou dívidas demais de R$ 3 bilhões.</p>
<p><strong>LEILÃO NÃO VAI NEM &#8220;ARRANHAR A SUPERFÍCIE&#8221; DE DÍVIDAS DO GRUPO ITAPEMIRIM</strong></p>
<p>O leilão do Grupo Itapemirim é para garantir recursos aos credores da falência que foi decretada pela Justiça em 21 de setembro de 2022, mas a estimativa de arrecadação não vai nem “arranhar a superfície” do endividamento deixado pelas administrações anteriores, como a família do fundador Camilo Cola e, posteriormente, os empresários Sidnei Piva e Camila Valdívia (que se retirou da sociedade antes da falência). As dívidas deixadas, com fornecedores, trabalhadores, bancos, passivos judiciais e impostos se aproximam de R$ 3 bilhões. A mais recente avaliação da EXM Partners, publicada em outubro de 2025, cotava a UPI em R$ 101,1 milhões como lance mínimo, mas o valor deve ser revisto.</p>
<p>Também para garantir parte dos recursos, já foram realizados leilões de ônibus usados e imóveis com arrecadação estimada de R$ 77,2 milhões (Relembre: <a href="https://diariodotransporte.com.br/2024/03/06/oficial-leilao-da-itapemirim-tem-arrecadacao-estimada-de-r-772-milhoes-com-os-lances-encerrados-nesta-quarta-06/">https://diariodotransporte.com.br/2024/03/06/oficial-leilao-da-itapemirim-tem-arrecadacao-estimada-de-r-772-milhoes-com-os-lances-encerrados-nesta-quarta-06/</a> ), mas há contestações judiciais sobre alguns bens. Além disso, em 27 de outubro de 2022 passou a valer o arrendamento por dois anos das linhas para a empresa de ônibus urbanos Suzantur, de Santo André (SP), cujo contrato estipula um pagamento mínimo de R$ 200 mil à massa falia ou 1,5% sobre as vendas físicas de passagens (guichês e agências) – o que for maior. Diante da não realização do leilão o contrato foi postergado. A Viação Águia Branca, de Cariacica (ES), obteve na Justiça o reconhecimento de que o contrato com a Suzantur havia acabado e, também, conseguiu que fosse homologada sua proposta de R$ 3,02 milhões por mês para um novo arrendamento. Mas a Suzantur recorreu e o SJT (Superior Tribunal de Justiça) determinou que a empresa ficasse no arrendamento até a conclusão do leilão.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
</div>
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  </item>
  <item>
    <title>Metrô e CPTM abrem licitações em São Paulo para peças de engate, cordoalhas e testes de equipamentos elétricos</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/14/metro-e-cptm-abrem-licitacoes-em-sao-paulo-para-pecas-de-engate-cordoalhas-e-testes-de-equipamentos-eletricos/</link>
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    <pubDate>Wed, 14 Oct 2026 13:31:53 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[CPTM]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Metropolitano SP]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Companhias ferroviárias recebem propostas para três contratações com sessões previstas para 29 e 30 de outubro; fornecimentos e serviços integram atividades técnicas e de manutenção ADAMO BAZANI O Metrô de São Paulo e a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) publicaram três licitações destinadas à contratação de materiais e serviços utilizados em seus sistemas ferroviários. [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="768" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260930_1219442.jpg?fit=1024%2C768&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260930_1219442.jpg?w=4096&amp;ssl=1 4096w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260930_1219442.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260930_1219442.jpg?resize=1024%2C768&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260930_1219442.jpg?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260930_1219442.jpg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260930_1219442.jpg?resize=1536%2C1152&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260930_1219442.jpg?resize=2048%2C1536&amp;ssl=1 2048w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260930_1219442.jpg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260930_1219442.jpg?w=3000&amp;ssl=1 3000w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Companhias ferroviárias recebem propostas para três contratações com sessões previstas para 29 e 30 de outubro; fornecimentos e serviços integram atividades técnicas e de manutenção</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>O Metrô de São Paulo e a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) publicaram três licitações destinadas à contratação de materiais e serviços utilizados em seus sistemas ferroviários. Os procedimentos abrangem o fornecimento de cordoalhas, a aquisição de peças usinadas para sistemas de engate e a realização de ensaios elétricos em equipamentos de manobra e detecção de tensão. As sessões públicas estão marcadas para os dias 29 e 30 de outubro de 2026.</p>
<p>Os avisos constam do Diário Oficial do Estado de São Paulo desta quarta-feira (14). Duas licitações são conduzidas pelo Metrô, enquanto a terceira é de responsabilidade da CPTM. As contratações envolvem componentes e equipamentos empregados na infraestrutura ferroviária e nas atividades de manutenção, com reflexos na conservação dos sistemas, nas condições de segurança dos trabalhos técnicos e na disponibilidade de equipamentos utilizados nas operações.</p>
<h3>Confira as licitações abertas pelo Metrô e pela CPTM</h3>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Companhia</th>
<th>Objeto</th>
<th>Sessão pública</th>
</tr>
<tr>
<td>Metrô de São Paulo</td>
<td>Fornecimento de cordoalhas</td>
<td>29/10, às 9h</td>
</tr>
<tr>
<td>Metrô de São Paulo</td>
<td>Fornecimento de peças usinadas para sistema de engate</td>
<td>30/10, às 9h</td>
</tr>
<tr>
<td>CPTM</td>
<td>Ensaios elétricos em varas de manobra isolantes e detectores de tensão</td>
<td>30/10, às 9h</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Os três procedimentos serão realizados por pregão eletrônico, por meio do sistema federal de compras públicas.</p>
<h3>Metrô contratará fornecimento de cordoalhas e componentes de sistemas de engate</h3>
<p>A Companhia do Metropolitano de São Paulo abriu o Pregão Eletrônico nº 10024261 para aquisição de cordoalhas.</p>
<p>A sessão pública está programada para 29 de outubro, às 9h.</p>
<p>O procedimento também está identificado no sistema federal de compras pelo número 400/2026.</p>
<p>As cordoalhas são componentes formados por fios metálicos reunidos e empregados em diferentes aplicações técnicas, conforme as características e especificações de cada produto.</p>
<p>No setor de infraestrutura, podem ser utilizadas em sistemas que exigem resistência mecânica e condições específicas de instalação.</p>
<p>O edital completo, previsto para disponibilização em 15 de outubro, estabelece as características e exigências técnicas dos materiais que serão adquiridos pelo Metrô.</p>
<p>A segunda licitação da companhia envolve o fornecimento de peças usinadas para sistemas de engate.</p>
<p>Nesse caso, a sessão pública está marcada para 30 de outubro, também às 9h.</p>
<p>O procedimento está identificado como Pregão Eletrônico nº 10024039, correspondente ao número 393/2026 no sistema federal de compras, com UASG 373301.</p>
<p>Peças usinadas são componentes produzidos por processos industriais de conformação mecânica e retirada controlada de material, de acordo com dimensões e tolerâncias especificadas em projeto.</p>
<p>Os sistemas de engate ferroviário envolvem conjuntos mecânicos empregados na conexão de veículos e outros equipamentos, conforme sua aplicação.</p>
<p>A aquisição desses componentes está relacionada à necessidade de manter peças disponíveis para atividades técnicas e de manutenção.</p>
<p>O edital completo também estará disponível a partir de 15 de outubro.</p>
<h3>CPTM fará testes elétricos em varas de manobra e detectores de tensão</h3>
<p>A CPTM publicou o Pregão Eletrônico PE09226 para contratar serviços de ensaios elétricos em varas de manobra isolantes e detectores de tensão.</p>
<p>A sessão pública será realizada no dia 30 de outubro, às 9h. O recebimento das propostas eletrônicas começa nesta quarta-feira (14).</p>
<p>O procedimento consta do aviso UASG 373201, nº 148/2026, vinculado ao processo administrativo 386.00008051/2026-31.</p>
<p>Os equipamentos abrangidos pela licitação são utilizados em atividades técnicas que envolvem instalações elétricas.</p>
<p>As varas de manobra isolantes permitem a realização de determinadas operações em equipamentos elétricos, respeitadas as condições de utilização, os procedimentos de segurança e as características de isolamento.</p>
<p>Já os detectores de tensão são empregados para identificar a presença de tensão elétrica, conforme os limites e as especificações de cada equipamento.</p>
<p>Os ensaios elétricos permitem avaliar o desempenho e as condições técnicas desses dispositivos, verificando suas características de isolamento e funcionamento.</p>
<p>Em sistemas ferroviários eletrificados, a manutenção de equipamentos destinados a trabalhos com eletricidade tem importância para a segurança dos profissionais e para os procedimentos operacionais.</p>
<p>A contratação integra as atividades de verificação das condições de uso dos equipamentos empregados pelas equipes técnicas.</p>
<h3>Licitações fazem parte das rotinas de conservação dos sistemas ferroviários</h3>
<p>O Metrô e a CPTM dependem de programas permanentes de manutenção, inspeção e reposição de componentes para conservar seus sistemas em condições de operação.</p>
<p>Além das intervenções de grande porte em trens, estações, vias e equipamentos de alimentação elétrica, as companhias realizam compras e contratações específicas de materiais utilizados nos serviços cotidianos.</p>
<p>A disponibilidade de peças pode contribuir para a realização das atividades de manutenção, enquanto os testes de equipamentos elétricos fazem parte dos cuidados necessários à execução de procedimentos técnicos.</p>
<p>As três licitações anunciadas nesta quarta-feira abrangem objetos distintos, mas relacionados à conservação dos sistemas e à estrutura de apoio às operações ferroviárias metropolitanas.</p>
<h3>Datas e identificação dos procedimentos</h3>
<p>Para consulta dos fornecedores e acompanhamento dos pregões, os procedimentos são identificados da seguinte forma:</p>
<p>Metrô de São Paulo — Pregão nº 10024261, Compras.gov nº 400/2026, para fornecimento de cordoalhas, com sessão em 29 de outubro, às 9h.</p>
<p>Metrô de São Paulo — Pregão nº 10024039, Compras.gov nº 393/2026, para fornecimento de peças usinadas para sistema de engate, com sessão em 30 de outubro, às 9h.</p>
<p>CPTM — Pregão PE09226, UASG 373201, aviso nº 148/2026, para prestação de serviços de ensaios elétricos em varas de manobra isolantes e detectores de tensão, com sessão em 30 de outubro, às 9h.</p>
<p>Os procedimentos são realizados eletronicamente pelo sistema Compras.gov.br.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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  </item>
  <item>
    <title>Projeto de lei propõe revisão anual das tarifas de táxi em São Paulo com base na inflação e nos custos dos veículos</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/14/projeto-de-lei-propoe-revisao-anual-das-tarifas-de-taxi-em-sao-paulo-com-base-na-inflacao-e-nos-custos-dos-veiculos/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/14/projeto-de-lei-propoe-revisao-anual-das-tarifas-de-taxi-em-sao-paulo-com-base-na-inflacao-e-nos-custos-dos-veiculos/#comments</comments>
    <pubDate>Wed, 14 Oct 2026 13:01:52 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Proposta apresentada pelo vereador Adilson Amadeu prevê participação de taxistas, divulgação dos cálculos e análise de regime especial da Bandeira 2 em dezembro; Prefeitura continuaria responsável pela definição dos valores ADAMO BAZANI Um projeto de lei apresentado na Câmara Municipal de São Paulo propõe estabelecer revisões anuais das tarifas dos táxis da capital, considerando a [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="679" height="452" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/images-9-1.jpg?fit=679%2C452&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/images-9-1.jpg?w=679&amp;ssl=1 679w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/images-9-1.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/images-9-1.jpg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/images-9-1.jpg?resize=400%2C266&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 679px) 100vw, 679px" /> <p><em>Proposta apresentada pelo vereador Adilson Amadeu prevê participação de taxistas, divulgação dos cálculos e análise de regime especial da Bandeira 2 em dezembro; Prefeitura continuaria responsável pela definição dos valores</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>Um projeto de lei apresentado na Câmara Municipal de São Paulo propõe estabelecer revisões anuais das tarifas dos táxis da capital, considerando a inflação, os preços dos combustíveis, os custos de manutenção e a renovação dos veículos. A proposta foi publicada no Diário Oficial desta quarta-feira, 14 de outubro de 2026, e pretende criar um calendário mais previsível para a atualização dos valores cobrados dos passageiros.</p>
<p>De autoria do vereador Adilson Amadeu (União Brasil), o Projeto de Lei 757/2026 também prevê a participação de representantes dos taxistas nas discussões tarifárias, a divulgação dos estudos que fundamentarem os reajustes e a possibilidade de revisões extraordinárias diante de aumentos relevantes dos custos operacionais. Outro ponto é o estabelecimento de diretrizes para um regime diferenciado da Bandeira 2 durante dezembro, período de maior movimentação comercial e de viagens na capital paulista.</p>
<p>A proposta mantém com o Poder Executivo municipal a responsabilidade pela definição dos valores máximos cobrados pelos táxis.</p>
<p>O objetivo é organizar o processo de revisão, estabelecendo critérios técnicos, prazos e mecanismos de participação dos profissionais.</p>
<p>O texto também trata da necessidade de equilibrar a remuneração dos taxistas com a manutenção da qualidade, da segurança e da disponibilidade do serviço para a população.</p>
<h2>Revisão anual deverá considerar inflação, combustível, manutenção e renovação dos veículos</h2>
<p>O projeto estabelece que a revisão ordinária das tarifas seja realizada anualmente, com base na evolução dos custos necessários à prestação do serviço.</p>
<p>Entre os indicadores previstos estão o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), apurado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, e os preços dos combustíveis e de outras fontes de energia utilizadas pelos veículos.</p>
<p>A avaliação também deverá considerar os gastos com manutenção preventiva e corretiva, pneus, peças, lubrificantes, seguros, licenciamento e demais despesas vinculadas à atividade.</p>
<p>Outro componente será a aquisição e a depreciação dos automóveis.</p>
<p>Esse ponto tem importância para a categoria porque o veículo utilizado pelo taxista representa um investimento que precisa ser recuperado ao longo de sua vida útil, além dos gastos cotidianos com a operação.</p>
<p>A evolução tecnológica e as exigências regulatórias também integram os critérios previstos.</p>
<p>Assim, a análise poderá considerar mudanças no mercado automobilístico, incluindo a incorporação de automóveis híbridos e elétricos e os investimentos exigidos para atender às regras municipais.</p>
<p>O projeto estabelece que o IPCA será uma referência obrigatória para avaliar a recomposição do valor real da tarifa.</p>
<p>A aplicação de um reajuste superior à inflação deverá ser fundamentada em estudos que demonstrem a evolução efetiva dos custos.</p>
<p>As revisões também poderão resultar em alterações diferentes para os componentes da tarifa, conforme os critérios técnicos adotados pela Prefeitura.</p>
<h2>Projeto prevê conclusão das análises nos primeiros três meses do ano</h2>
<p>O texto estabelece um calendário para a análise tarifária.</p>
<p>A revisão ordinária deverá ser concluída preferencialmente nos três primeiros meses de cada ano, permitindo a publicação do ato com os novos valores.</p>
<p>A redação prevê vigência a partir de 1º de maio do exercício seguinte.</p>
<p>O projeto determina ainda que eventuais dificuldades técnicas para o cumprimento do calendário sejam justificadas no procedimento administrativo.</p>
<p>A intenção é estabelecer uma rotina de avaliação dos custos, em substituição a atualizações realizadas em intervalos irregulares.</p>
<p>A proposta também prevê que entidades representativas dos taxistas possam apresentar estudos, informações e demonstrativos de despesas para subsidiar as decisões.</p>
<h2>Taxistas poderão participar das discussões e passageiros terão acesso aos cálculos</h2>
<p>Outra mudança proposta envolve a participação dos profissionais na revisão tarifária.</p>
<p>O texto prevê a manifestação da Câmara Temática do Serviço de Táxi do Conselho Municipal de Trânsito e Transporte (CMTT), ou de instância participativa que venha a substituí-la.</p>
<p>As entidades representativas e os profissionais poderão apresentar estudos e demonstrativos de custos.</p>
<p>A participação terá caráter consultivo, permanecendo com a Prefeitura a decisão sobre os valores.</p>
<p>O projeto também determina a elaboração de uma nota técnica com a metodologia utilizada, o período de referência, os indicadores econômicos e os critérios adotados para cada componente tarifário.</p>
<p>A documentação deverá incluir os resultados da participação da categoria e os fundamentos da decisão administrativa.</p>
<p>A memória de cálculo e os demais elementos utilizados na definição das tarifas serão disponibilizados ao público, conforme as regras de transparência e acesso à informação.</p>
<p>O mecanismo poderá permitir que passageiros e profissionais acompanhem os critérios utilizados para chegar aos novos valores.</p>
<h2>Bandeira 2 em dezembro também está prevista na proposta</h2>
<p>O projeto dedica uma parte específica à cobrança da Bandeira 2 durante dezembro.</p>
<p>A proposta estabelece como diretriz a adoção de um regime diferenciado nesse período, considerando a sazonalidade da procura por táxis, o aumento da movimentação urbana e as condições operacionais.</p>
<p>A justificativa está relacionada à intensificação dos deslocamentos de fim de ano, especialmente em regiões comerciais, terminais de transporte, aeroportos, hospitais e outros locais que concentram viagens.</p>
<p>O texto determina que o Poder Executivo estabeleça o percentual, a forma de incidência e as condições aplicáveis à Bandeira 2.</p>
<p>A definição caberá à Prefeitura, por meio do ato tarifário correspondente.</p>
<p>A proposta também prevê que a cobrança seja compatibilizada com as regras municipais existentes.</p>
<h2>Reajustes extraordinários poderão ser analisados diante de aumentos de custos</h2>
<p>Além da revisão anual, o projeto permite a abertura de um procedimento extraordinário quando ocorrer uma alteração relevante e excepcional na estrutura dos custos dos táxis.</p>
<p>A medida poderá ser iniciada pela Prefeitura ou mediante pedido fundamentado de entidade representativa da categoria.</p>
<p>Entre as situações que podem justificar esse tipo de avaliação estão mudanças expressivas nos preços dos combustíveis, nos custos de manutenção ou em outros componentes necessários à prestação do serviço.</p>
<p>O procedimento deverá ser acompanhado de uma nota técnica que apresente os fatos, os impactos econômicos e os fundamentos da decisão.</p>
<p>Também serão aplicadas as regras de participação e transparência previstas para as revisões ordinárias.</p>
<h2>O que a proposta representa para taxistas e passageiros</h2>
<p>Para os taxistas, a revisão periódica poderá oferecer maior previsibilidade na avaliação dos custos da atividade, especialmente diante das despesas com combustível, manutenção, seguro e substituição dos veículos.</p>
<p>Para os passageiros, a proposta estabelece mecanismos de divulgação e acompanhamento das decisões sobre os valores cobrados.</p>
<p>A revisão das tarifas também está relacionada à concorrência entre diferentes modalidades de transporte individual, incluindo os serviços intermediados por aplicativos.</p>
<p>Enquanto os táxis estão sujeitos a tarifas máximas estabelecidas pela administração municipal, os aplicativos trabalham com modelos próprios de formação de preços, que podem variar conforme as condições de oferta e demanda.</p>
<p>A definição dos valores dos táxis também influencia sua utilização em viagens de conexão com o transporte coletivo, deslocamentos para aeroportos e terminais rodoviários e atendimento de pessoas que dependem do transporte individual.</p>
<p>O Projeto de Lei 757/2026 será analisado pela Câmara Municipal. A eventual implantação das medidas dependerá da tramitação legislativa e dos procedimentos legais necessários à entrada em vigor de uma nova lei municipal.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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  </item>
  <item>
    <title>Expresso Santa Rita e Viação Sertões pedem transferência de duas linhas de ônibus em Minas Gerais; Estado também aprova solicitação do Consórcio Linha Verde para ligação com Aeroporto de Confins</title>
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    <pubDate>Wed, 14 Oct 2026 12:31:08 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Publicações desta quarta-feira (14) envolvem serviços intermunicipais de Patos de Minas e transporte metropolitano entre Pedro Leopoldo e o aeroporto; Conselho de Transporte abre prazo de dez dias para manifestações sobre transferência de concessões ADAMO BAZANI O Governo de Minas Gerais publicou nesta quarta-feira, 14 de outubro de 2026, duas movimentações envolvendo empresas de ônibus [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="939" height="645" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/srtroee.jpg?fit=939%2C645&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/srtroee.jpg?w=939&amp;ssl=1 939w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/srtroee.jpg?resize=300%2C206&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/srtroee.jpg?resize=150%2C103&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/srtroee.jpg?resize=768%2C528&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/srtroee.jpg?resize=400%2C275&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 939px) 100vw, 939px" /> <p><em>Publicações desta quarta-feira (14) envolvem serviços intermunicipais de Patos de Minas e transporte metropolitano entre Pedro Leopoldo e o aeroporto; Conselho de Transporte abre prazo de dez dias para manifestações sobre transferência de concessões</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>O Governo de Minas Gerais publicou nesta quarta-feira, 14 de outubro de 2026, duas movimentações envolvendo empresas de ônibus e serviços regulares de transporte de passageiros. A primeira é um pedido de anuência prévia para transferência de contratos de concessão das linhas Patos de Minas–Lagoa Grande e Patos de Minas–Presidente Olegário, envolvendo a Expresso Santa Rita Ltda. e a Viação Sertões Transporte Ltda. O Conselho de Transporte Coletivo Intermunicipal e Metropolitano abriu prazo de dez dias corridos para manifestações de interessados antes da análise da solicitação.</p>
<p>Na mesma edição do Diário Oficial, a Secretaria de Estado de Infraestrutura, Mobilidade e Parcerias (Seinfra) publicou decisão favorável a um pedido do Consórcio Linha Verde, relacionado à linha metropolitana Pedro Leopoldo–Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, em Confins, via Lapa Vermelha. As publicações dizem respeito a procedimentos diferentes: no caso das linhas de Patos de Minas, está em análise uma transferência contratual; na ligação com o aeroporto, houve o deferimento de uma solicitação administrativa anteriormente submetida ao Estado.</p>
<h3>Expresso Santa Rita e Viação Sertões: transferência de linhas passa por análise do Conselho</h3>
<p>O Conselho de Transporte Coletivo Intermunicipal e Metropolitano de Minas Gerais publicou o Aviso nº 026/2026, colocando à disposição dos interessados o processo sobre a transferência de contratos de concessão envolvendo a Expresso Santa Rita Ltda. e a Viação Sertões Transporte Ltda.</p>
<p>O procedimento abrange duas ligações:</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Linha</th>
<th>Ligação</th>
</tr>
<tr>
<td>3696</td>
<td>Patos de Minas – Lagoa Grande</td>
</tr>
<tr>
<td>3893</td>
<td>Patos de Minas – Presidente Olegário</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>As duas linhas atendem municípios da região do Alto Paranaíba, tendo Patos de Minas como um dos principais polos de comércio, serviços, educação e atendimento médico.</p>
<p>A existência de serviços regulares nessas ligações é importante para passageiros que dependem dos ônibus intermunicipais para deslocamentos entre cidades da região.</p>
<p>O pedido apresentado pelas empresas envolve a anuência prévia do poder concedente para transferência dos contratos.</p>
<p>Esse procedimento é utilizado quando se pretende alterar a responsabilidade pela exploração de um serviço concedido, observadas as condições regulatórias e contratuais aplicáveis.</p>
<p>A transferência depende de análise administrativa, incluindo a avaliação das condições necessárias à continuidade da prestação dos serviços.</p>
<p>O processo está registrado na Secretaria de Estado de Infraestrutura, Mobilidade e Parcerias sob o número 1300.01.0004722/2026-71.</p>
<h3>Prazo para manifestações é de dez dias corridos</h3>
<p>O Conselho estabeleceu prazo de dez dias corridos, contado do primeiro dia útil posterior à publicação, para que interessados apresentem manifestações por escrito e fundamentadas sobre a solicitação.</p>
<p>As contribuições podem ser encaminhadas presencialmente à Cidade Administrativa, em Belo Horizonte, no Edifício Gerais, Rodovia Papa João Paulo II, nº 4143, primeiro andar, bairro Serra Verde.</p>
<p>Também é possível protocolar os documentos na Unidade de Atendimento Integrado (UAI) da Praça Sete, na região central de Belo Horizonte, ou pelo Sistema Eletrônico de Informações (SEI).</p>
<p>O aviso é assinado pela secretária do Conselho de Transporte Coletivo Intermunicipal e Metropolitano, Neiva da Glória de Alcântara Miranda Marinho, e pela presidente do colegiado, Lorena Milagres Peron.</p>
<p>Após essa etapa, o procedimento poderá seguir para apreciação administrativa do pedido de anuência prévia.</p>
<p>Para os passageiros, a questão central é a continuidade das viagens e o cumprimento das condições de operação previstas para as duas linhas, independentemente da eventual alteração da empresa responsável pelos serviços.</p>
<h3>Estado defere pedido do Consórcio Linha Verde para linha entre Pedro Leopoldo e Aeroporto de Confins</h3>
<p>Outra publicação da Seinfra envolve a Região Metropolitana de Belo Horizonte.</p>
<p>A Subsecretaria de Transportes e Mobilidade deferiu solicitação do Consórcio Linha Verde relacionada à linha 01012, que liga Pedro Leopoldo ao Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, em Confins, passando por Lapa Vermelha.</p>
<p>A decisão foi formalizada por meio do ato Seinfra/DGTM nº 030/2026, vinculado ao contrato metropolitano nº 008/2008 e à comunicação nº 5119.</p>
<p>O serviço está enquadrado como operação direta de transporte comercial metropolitano.</p>
<p>O deferimento corresponde à matéria submetida ao Estado no Aviso nº 030/2026, publicado no Diário Oficial de Minas Gerais em 1º de outubro de 2026.</p>
<p>A ligação é importante para a mobilidade da população de Pedro Leopoldo e das localidades próximas ao aeroporto, permitindo deslocamentos metropolitanos relacionados a trabalho, serviços e atividades econômicas.</p>
<p>A região de Confins concentra atividades ligadas ao transporte aéreo, serviços de apoio aeroportuário e operações logísticas, além dos deslocamentos cotidianos dos moradores dos municípios próximos.</p>
<p>Por isso, as condições de atendimento das linhas metropolitanas de acesso ao aeroporto interessam não apenas aos passageiros de voos, mas também aos trabalhadores e demais usuários do transporte coletivo regional.</p>
<h3>Decisões envolvem etapas distintas da regulação dos ônibus em Minas Gerais</h3>
<p>Os dois procedimentos publicados pelo Governo de Minas Gerais envolvem atribuições da estrutura estadual de regulação do transporte coletivo intermunicipal e metropolitano.</p>
<p>No caso da Expresso Santa Rita e da Viação Sertões, o Estado está recebendo manifestações sobre a pretendida transferência de contratos.</p>
<p>Na ligação Pedro Leopoldo–Aeroporto de Confins, a decisão da Subsecretaria de Transportes e Mobilidade acolhe a matéria apresentada pelo Consórcio Linha Verde em aviso anterior.</p>
<p>As duas movimentações foram divulgadas no Diário do Executivo de Minas Gerais desta quarta-feira (14).</p>
<p>O pedido de transferência das linhas do Alto Paranaíba consta da página 35, enquanto a decisão relacionada ao transporte metropolitano do aeroporto aparece na página 36.</p>
<p>A tramitação dos processos integra a fiscalização e o acompanhamento de serviços de ônibus que atendem diferentes regiões mineiras, incluindo a organização das concessões, as condições de operação e as obrigações das empresas responsáveis pelo transporte de passageiros.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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  <item>
    <title>Ponte Nova (MG) compra 15 ônibus Mercedes-Benz por R$ 11,43 milhões utilizando licitação feita pela Prefeitura de Salvador (BA)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/14/ponte-nova-mg-compra-15-onibus-mercedes-benz-por-r-1143-milhoes-utilizando-licitacao-feita-pela-prefeitura-de-salvador-ba/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Wed, 14 Oct 2026 12:01:08 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Carrocerias]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Município mineiro aderiu a uma ata de registro de preços da capital baiana para adquirir veículos urbanos Euro 6; contratação prevê R$ 762 mil por unidade e mostra como uma licitação pode atender diferentes prefeituras ADAMO BAZANI A Prefeitura de Ponte Nova, em Minas Gerais, homologou a compra de 15 ônibus urbanos Mercedes-Benz por R$ [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="521" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/img-8921-20250708-165629-723-D3D8-20250708-165426-351-212B_capa-novo-site-desktop.jpg.webp?fit=1024%2C521&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/img-8921-20250708-165629-723-D3D8-20250708-165426-351-212B_capa-novo-site-desktop.jpg.webp?w=1160&amp;ssl=1 1160w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/img-8921-20250708-165629-723-D3D8-20250708-165426-351-212B_capa-novo-site-desktop.jpg.webp?resize=300%2C153&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/img-8921-20250708-165629-723-D3D8-20250708-165426-351-212B_capa-novo-site-desktop.jpg.webp?resize=1024%2C521&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/img-8921-20250708-165629-723-D3D8-20250708-165426-351-212B_capa-novo-site-desktop.jpg.webp?resize=150%2C76&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/img-8921-20250708-165629-723-D3D8-20250708-165426-351-212B_capa-novo-site-desktop.jpg.webp?resize=768%2C391&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/img-8921-20250708-165629-723-D3D8-20250708-165426-351-212B_capa-novo-site-desktop.jpg.webp?resize=400%2C203&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Município mineiro aderiu a uma ata de registro de preços da capital baiana para adquirir veículos urbanos Euro 6; contratação prevê R$ 762 mil por unidade e mostra como uma licitação pode atender diferentes prefeituras</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A Prefeitura de Ponte Nova, em Minas Gerais, homologou a compra de 15 ônibus urbanos Mercedes-Benz por R$ 11,43 milhões, utilizando os preços e as condições de uma licitação realizada anteriormente pela Prefeitura de Salvador, na Bahia. A aquisição foi publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira, 14 de outubro de 2026, e envolve veículos básicos com motores enquadrados no padrão Proconve P8, equivalente ao Euro 6, que estabelece limites mais rigorosos para a emissão de poluentes.</p>
<p>Cada ônibus foi previsto pelo valor de R$ 762 mil. A Prefeitura de Ponte Nova utilizou um procedimento conhecido como adesão à ata de registro de preços, que permite a um órgão público adquirir produtos ou serviços com base em uma licitação conduzida por outra administração, desde que sejam atendidas as exigências legais. Nesse caso, a referência foi a Ata de Registro de Preços nº 001/2025, da Secretaria Municipal de Mobilidade de Salvador.</p>
<p>A contratação foi adjudicada e homologada em 8 de outubro de 2026, com publicações no Diário Oficial da União nesta quarta-feira.</p>
<p>A fornecedora é a Mercedes-Benz do Brasil Ltda., CNPJ 59.104.273/0001-2, identificada nos atos oficiais como a empresa contratada.</p>
<p>O procedimento de Ponte Nova consta como Pregão Eletrônico nº 95/2026, vinculado à Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Transportes.</p>
<h3>Como Ponte Nova pode comprar ônibus utilizando uma licitação de Salvador?</h3>
<p>O mecanismo utilizado é conhecido na administração pública como adesão à ata de registro de preços. Também recebe, informalmente, o nome de “carona” em uma licitação.</p>
<p>Nesse modelo, um órgão público realiza uma disputa para registrar preços e condições de fornecimento de determinados produtos ou serviços. Posteriormente, outros órgãos ou municípios podem utilizar essa ata para fazer suas próprias contratações, observadas as condições estabelecidas na legislação.</p>
<p>Foi esse o caminho escolhido por Ponte Nova.</p>
<p>A licitação que serviu de referência foi conduzida pela Secretaria Municipal de Mobilidade de Salvador, mas os veículos adquiridos serão destinados à contratação da prefeitura mineira.</p>
<p>A adesão permite aproveitar as condições comerciais registradas na disputa original, mediante os procedimentos necessários para demonstrar a vantagem da contratação.</p>
<p>Pelas regras da Lei Federal nº 14.133/2021, a administração interessada deve justificar a vantagem da adesão, demonstrar a compatibilidade dos preços com os praticados no mercado e obter as manifestações necessárias do órgão responsável pela ata e do fornecedor, além de respeitar os limites legais de contratação.</p>
<p>O processo também exige que os veículos adquiridos correspondam às especificações do registro de preços utilizado.</p>
<p>Para os municípios, esse mecanismo pode reduzir o tempo necessário para uma aquisição, principalmente quando os produtos apresentam características padronizadas e já foram objeto de disputa competitiva.</p>
<p>No setor de transportes, esse tipo de contratação pode ser utilizado para veículos destinados a operações municipais, escolares ou outras atividades de transporte público, conforme as características de cada edital.</p>
<p>No caso de Ponte Nova, a adesão foi direcionada a ônibus urbanos básicos, dentro das especificações estabelecidas na ata de Salvador.</p>
<h3>Investimento de R$ 11,43 milhões prevê ônibus urbanos Euro 6</h3>
<p>Os veículos da contratação estão enquadrados na classificação de ônibus básicos e deverão atender às exigências ambientais do Proconve P8.</p>
<p>O padrão entrou em vigor para novos veículos pesados no Brasil em 2023 e trouxe limites mais restritivos para emissões de óxidos de nitrogênio e material particulado, entre outros poluentes.</p>
<p>A utilização de ônibus dessa geração pode contribuir para reduzir as emissões locais em comparação com veículos de gerações anteriores, especialmente na substituição de modelos mais antigos.</p>
<p>O investimento também representa uma oportunidade para renovação da frota de transporte urbano, dependendo da destinação operacional definida pelo município.</p>
<p>Os valores registrados para a contratação são:</p>
<div>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Informação</th>
<th>Dados</th>
</tr>
<tr>
<td>Município comprador</td>
<td>Ponte Nova (MG)</td>
</tr>
<tr>
<td>Origem da ata de preços</td>
<td>Prefeitura de Salvador (BA)</td>
</tr>
<tr>
<td>Fornecedor</td>
<td>Mercedes-Benz do Brasil</td>
</tr>
<tr>
<td>Quantidade</td>
<td>15 ônibus</td>
</tr>
<tr>
<td>Tipo</td>
<td>Urbano básico</td>
</tr>
<tr>
<td>Padrão de emissões</td>
<td>Proconve P8 (Euro 6)</td>
</tr>
<tr>
<td>Valor por ônibus</td>
<td>R$ 762.000</td>
</tr>
<tr>
<td>Valor total</td>
<td>R$ 11.430.000</td>
</tr>
<tr>
<td>Ata utilizada</td>
<td>001/2025</td>
</tr>
<tr>
<td>Homologação</td>
<td>8 de outubro de 2026</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p>A quantidade e o preço unitário constam do registro da contratação no Portal Nacional de Contratações Públicas, reproduzido em bases públicas de acompanhamento de licitações. O Diário Oficial da União confirma o valor total, o fornecedor e a utilização da ata de Salvador.</p>
<h3>Compra aproxima mercados de ônibus de Minas Gerais e Bahia</h3>
<p>A utilização da licitação de Salvador por Ponte Nova mostra uma possibilidade de contratação conjunta ou compartilhada de condições comerciais entre administrações de cidades e estados diferentes.</p>
<p>No mercado de ônibus urbanos, a padronização de especificações pode facilitar aquisições públicas, especialmente quando os veículos precisam atender a requisitos semelhantes de acessibilidade, emissões, segurança e capacidade.</p>
<p>Ao mesmo tempo, a escolha da configuração dos veículos depende das condições de circulação e das necessidades do sistema de transporte de cada município.</p>
<p>A contratação de Ponte Nova também coloca a Mercedes-Benz entre as fornecedoras de um investimento municipal de R$ 11,43 milhões em renovação de veículos, por meio de um procedimento cuja origem está em uma disputa conduzida pela Prefeitura de Salvador.</p>
<p>A homologação é uma etapa importante do processo de compra pública e antecede os procedimentos necessários ao fornecimento e à entrega dos veículos.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
<div></div>
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