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	<title>Diário do Transporte</title>
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	<description>Página destinada à cobertura jornalística dos principais fatos relacionados aos transportes, com notícias, informações de última hora, coberturas exclusivas, opinião, estudos técnicos e história.</description>
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    <title>Demanda de passageiros do transporte público em Londrina cresce 9,31% em 2025 com investimentos em frota, tecnologia e gestão</title>
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    <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 03:53:52 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao Diário do Transporte que recuperação é superior à média nacional ADAMO BAZANI Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="623" height="407" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?fit=623%2C407&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?w=623&amp;ssl=1 623w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=300%2C196&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=150%2C98&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=400%2C261&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 623px) 100vw, 623px" /> <p><em>Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao <strong>Diário do Transporte</strong> que recuperação é superior à média nacional</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><em><strong>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</strong></em></p>
<div style="width: 480px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-494300-1" width="480" height="848" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4?_=1" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4</a></video></div>
<p>A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros do transporte público, após quedas sucessivas em decorrência da pandemia de covid-19.</p>
<p>Em 2025, o crescimento da demanda foi de 9,31%.</p>
<p>Em 2024, o total registrado foi de 1,4 milhão (1.482.380) de passageiros equivalentes. Em 2025, essa média subiu para 1,6 milhão (1.620.394), considerando a apuração dos últimos quatro meses.</p>
<p>O conceito “passageiros equivalentes” significa o número real de pagantes de um sistema de transportes. Ou seja, são usuários que não foram atraídos por benefícios ou gratuidades.</p>
<p>Ao repórter e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, nesta última semana de dezembro de 2025, o diretor de uma das concessionárias de transportes do município, Paulo Sergio Bongiovanni, da TCGL (Transportes Coletivos Grande Londrina,) conta que a média de recuperação de demanda de usuários no pós-pandemia, em Londrina tem sido superior à nacional, com os números totais quase se igualando ao período anterior da crise sanitária.</p>
<p><strong><em>“Em 2025, o total de passageiros em Londrina cresceu mais de 9,31%. Enquanto no restante do País, em relação a 2019, no pré-pandemia, os sistemas de transportes operam com 80% a 81% do que era transportado antes da covd-19, nós estamos em torno de 90%. Então, as respostas vêm quando o transporte é bom.&#8221;</em></strong> – disse Paulo Bongiovanni.</p>
<p>O sistema de transportes de Londrina é operado por duas empresas de ônibus: a TCGL (Transporte Coletivo Grande Londrina), com 244 veículos, e a Londrisul, com 138 coletivos.</p>
<p>Bongiovanni acredita que o crescimento do total de usuários acima do ritmo da média nacional não ocorreu simplesmente pela volta das atividades econômicas que foram desaquecidas com a pandemia ou pela redução dos dias trabalhados pela população em sistema de <em>“home office”.</em></p>
<p>O empresário citou investimentos feitos em tecnologia, com sistemas de gerenciamento inteligentes e informações aos passageiros, ampliação do acesso à bilhetagem eletrônica, modernizações dos terminais de ônibus e renovação de frota.</p>
<p><strong><em>“Hoje temos mais de 85 telas informativas, mais de 550 câmeras espalhadas em todos os nove terminais da cidade, onde todo mundo brinca que o lugar mais seguro da cidade é o Terminal Central. Nós temos internet dentro dos ônibus e nos terminais, alguns viraram um coworking, onde as pessoas vão para trabalhar” –</em></strong> contou.</p>
<p>Somente a TCGL, por exemplo, fez recentemente um investimento mais amplo em ônibus 0 km. Foram 96 coletivos novos entre 2023 e 2024 e mais 92 unidades entre 2024 e 2025.</p>
<p>Segundo Bongiovanni, quase 60% da frota da companhia em operação, possuem ar-condicionado.</p>
<p>Os mais recentes são ônibus novos têm chassis Mercedes-Benz OF-1726L, com suspensão a ar, vidro colado, e motores com o padrão tecnológico obrigatório no Brasil, Euro 6, com emissões de poluentes de 75%, em média, em comparação com os veículos a diesel com a norma anterior Euro 5, cuja produção para o mercado interno foi descontinuada em 2023.</p>
<p>Os coletivos ainda contam com quatro câmeras de segurança cada, tomadas USB-C tipo A e tipo C para recarga de celulares, entre outros itens de conforto e segurança.</p>
<p>O empresário ainda destacou a necessidade de gestores públicos e empresas de transportes atuarem em conjunto para ampliar o nível de satisfação dos usuários. Segundo Bongiovanni, parte dos custos operacionais é subsidiada pela prefeitura.</p>
<p><strong><em>“Em junho deste ano de 2025, fizemos atualizações em 100 linhas simultaneamente num dia só e não tivemos uma só reclamação. A qualidade no transporte atrair a população e transporte de qualidade é aquele onde a prefeitura sabe investir. Londrina foi muito bem nisso”</em></strong> – disse o empresário.</p>
<p>Os contratos atuais foram assinados no fim de 2019, prestes ao pior da pandemia.</p>
<p>Alguns investimentos durante a crise sanitária tiveram de ser postergados, mas quando ocorreram, segundo o empresário, tiveram efeito positivo na percepção do passageiro do sistema.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
<p><strong><em>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</em></strong></p>
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    <title>Esteira rolante na Estação Paulista Pernambucanas de metrô será interditada a partir desta quarta-feira (3)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2024/01/02/esteira-rolante-na-estacao-paulista-pernambucanas-de-metro-sera-interditada-a-partir-desta-quarta-feira-3/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 02 Jan 2024 19:01:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metrô]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8) VINÍCIUS DE OLIVEIRA A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8). A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="739" height="415" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?fit=739%2C415&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?w=739&amp;ssl=1 739w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 739px) 100vw, 739px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8)</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha 2-Verde, estará temporariamente interditada </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os ajustes têm como intuito manter o conforto e a segurança dos passageiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os serviços acontecem nesta semana em razão do menor fluxo de pessoas nas estações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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    <title>ABTEC chega para fortalecer a tecnologia brasileira aplicada à mobilidade</title>
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    <pubDate>Tue, 11 Aug 2026 00:00:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Nova associação reúne oito empresas com atividades de pesquisa e desenvolvimento no Brasil e cria uma agenda institucional voltada à inovação,&#160;à integração, ao padrão e&#160;governança de dados e à transformação digital da mobilidade VINÍCIUS DE OLIVEIRA O setor brasileiro de mobilidade passa a contar com uma nova representação institucional. A&#160;Associação Brasileira de Tecnologia para a [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="579" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/59094755-7393-4610-ba97-43c4a144a648-1.jpg?fit=1024%2C579&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/59094755-7393-4610-ba97-43c4a144a648-1.jpg?w=1600&amp;ssl=1 1600w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/59094755-7393-4610-ba97-43c4a144a648-1.jpg?resize=300%2C170&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/59094755-7393-4610-ba97-43c4a144a648-1.jpg?resize=1024%2C579&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/59094755-7393-4610-ba97-43c4a144a648-1.jpg?resize=150%2C85&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/59094755-7393-4610-ba97-43c4a144a648-1.jpg?resize=768%2C434&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/59094755-7393-4610-ba97-43c4a144a648-1.jpg?resize=1536%2C869&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/59094755-7393-4610-ba97-43c4a144a648-1.jpg?resize=400%2C226&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Nova associação reúne oito empresas com atividades de pesquisa e desenvolvimento no Brasil e cria uma agenda institucional voltada à inovação,&nbsp;à integração, ao padrão e&nbsp;governança de dados e à transformação digital da mobilidade</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>



<p class="s5 wp-block-paragraph">O setor brasileiro de mobilidade passa a contar com uma nova representação institucional. A&nbsp;Associação Brasileira de Tecnologia para a Mobilidade (ABtecMobilidade)&nbsp;inicia suas atividades reunindo oito empresas que desenvolvem soluções para diferentes áreas da infraestrutura tecnológica dos sistemas de transporte: Bus2, Cittati, Empresa1,&nbsp;Onboard, Planeta Informática, Prodata Mobility Brasil,&nbsp;Sonda&nbsp;e Transdata.</p>



<p class="s8 wp-block-paragraph">A nova entidade, sem fins lucrativos, nasce para fortalecer o ecossistema brasileiro de tecnologia para&nbsp;o transporte público e a mobilidade, promover a cooperação institucional, estimular o desenvolvimento técnico e ampliar o diálogo entre empresas, operadores, gestores públicos, universidades, centros de pesquisa e demais organizações do setor.</p>



<p class="s8 wp-block-paragraph">Juntas, as associadas reúnem competências em bilhetagem e meios de pagamento, gestão, monitoramento e planejamento operacional, informação ao passageiro, inteligência de dados, segurança e integração de sistemas, além do desenvolvimento de hardware e software para a mobilidade.</p>



<p class="s8 wp-block-paragraph">A criação da&nbsp;ABtec&nbsp;Mobilidade&nbsp;ocorre em um momento no qual a tecnologia deixou de ser apenas um recurso de apoio e passou a integrar a infraestrutura essencial da mobilidade. Diariamente, sistemas digitais produzem informações sobre demanda, oferta, localização dos veículos, regularidade das viagens, pagamentos, gratuidades, integrações tarifárias, desempenho operacional e experiência dos passageiros.&nbsp;Absolutamente todos os insumos tecnológicos que fazem&nbsp;com que a mobilidade exista de maneira organizada.</p>



<p class="s8 wp-block-paragraph">Transformar esse volume de informações em inteligência, entretanto, exige governança, segurança, qualidade dos dados e capacidade de integração entre soluções desenvolvidas em diferentes períodos e por diferentes fornecedores.</p>



<p class="s8 wp-block-paragraph">“A ABTEC chega para criar um espaço permanente de diálogo sobre essas questões. O Brasil possui empresas, profissionais e conhecimento técnico capazes de desenvolver soluções para problemas complexos da mobilidade. Queremos transformar essascompetências e experiências&nbsp;em uma agenda institucional que fortaleça o setor, qualifique as decisões e contribua para serviços melhores para&nbsp;quem usa o transporte”,&nbsp;afirma Gustavo Balieiro, diretor-presidente da ABTEC e diretor da Bus2.</p>



<p class="s13 wp-block-paragraph"><strong>Tecnologia a serviço das pessoas</strong></p>



<p class="s8 wp-block-paragraph">A atuação da&nbsp;ABtec Mobilidade&nbsp;parte do entendimento de que a inovação deve responder a problemas concretos das cidades, dos operadores, dos gestores públicos e das pessoas que utilizam os sistemas de mobilidade.</p>



<p class="s8 wp-block-paragraph">A entidade defende a coexistência de diferentes tecnologias&nbsp;e a&nbsp;adoção de padrões.&nbsp;“A inovação não acontece apenas com a substituição de equipamentos ou com a adoção da tecnologia mais recente. Ela também depende da capacidade de integrar soluções, preservar investimentos, organizar os dados e criar&nbsp;condições para uma evolução tecnológica contínua. É nesse ponto que a cooperação entre empresas, poder público, operadores e academia se torna fundamental”, acrescenta Balieiro.</p>



<p class="s13 wp-block-paragraph"><strong>Frentes&nbsp;de atuação</strong></p>



<p class="s8 wp-block-paragraph">A agenda inicial da&nbsp;ABtec Mobilidade&nbsp;está estruturada em cinco&nbsp;eixos estratégicos.</p>



<p class="s8 wp-block-paragraph">O primeiro&nbsp;é a representação e a articulação institucional do setor, com a construção de canais permanentes de diálogo com órgãos públicos, entidades setoriais, operadores, universidades e organizações nacionais e internacionais.</p>



<p class="s8 wp-block-paragraph">O&nbsp;segundo,&nbsp;envolve inovação, pesquisa, desenvolvimento e padrões técnicos, com estímulo à produção de conhecimento, à formação de profissionais e à criação de referências que favoreçam a&nbsp;integração&nbsp;de sistemas&nbsp;e a qualidade das soluções.</p>



<p class="s8 wp-block-paragraph">A transformação digital e a segurança constituem&nbsp;o terceiro eixo de atuação, abrangendo temas como governança e proteção de dados, segurança cibernética, digitalização de processos e integração das informações produzidas pelos sistemas de mobilidade.</p>



<p class="s8 wp-block-paragraph">O quarto eixo estratégico&nbsp;está relacionada às políticas públicas, à ética e às boas práticas. A&nbsp;ABtec Mobilidade&nbsp;pretende contribuir tecnicamente para debates regulatórios, processos de contratação, modernização dos contratos e políticas de inovação, observando princípios de integridade, transparência e concorrência leal.</p>



<p class="s8 wp-block-paragraph">A quinta frente é a sustentabilidade, compreendida de forma ampla: ambiental, econômica, operacional e social. Para a associação, a tecnologia pode contribuir para utilizar melhor os recursos disponíveis, reduzir desperdícios, qualificar o planejamento, ampliar a previsibilidade dos serviços e melhorar a experiência das pessoas.</p>



<p class="s13 wp-block-paragraph"><strong>Pesquisa e desenvolvimento no Brasil</strong></p>



<p class="s8 wp-block-paragraph">Um dos critérios centrais para a participação na&nbsp;associação&nbsp;é a realização de atividades de pesquisa, desenvolvimento e inovação tecnológica no Brasil. A exigência busca valorizar o conhecimento técnico e a capacidade de desenvolvimento existentes no país.&nbsp;Mais do que identificar a origem empresarial de cada organização, o objetivo é reconhecer e fortalecer as equipes que pesquisam, projetam, desenvolvem, testam, adaptam e mantêm tecnologias para as condições específicas da mobilidade brasileira.</p>



<p class="s8 wp-block-paragraph">O posicionamento institucional da ABTEC se traduz em dois documentos: a Carta à Mobilidade Brasileira, que apresenta as razões para a criação da associação, e o Manifesto ABTEC, que reúne os princípios que orientarão sua atuação.</p>



<p class="s15 wp-block-paragraph"><strong>Iniciativa</strong></p>



<p class="s8 wp-block-paragraph">A entidade prepara a primeira reunião técnica aberta,&nbsp;na qual será apresentado&nbsp;o projeto de construção do&nbsp;Glossário&nbsp;de Verbetes&nbsp;e Definições da Mobilidade Brasileira&nbsp;para a padronização das nomenclaturas utilizadas nas tecnologias aplicadas à mobilidade&nbsp;e ao transporte público. A proposta pretende contribuir para uma compreensão mais precisa dos conceitos técnicos empregados em projetos, contratos, editais, especificações e debates setoriais.&nbsp;A reunião acontecerá&nbsp;no&nbsp;Mesanino do Pavilhão 4, Sala 208-A,&nbsp;às 15h,&nbsp;na&nbsp;<a href="https://otmeditora.com/eventos/lat-bus">Lat.Bus 2026</a>. A participação marca o início de uma agenda de encontros técnicos, articulação institucional, produção de conhecimento e aproximação com novos associados.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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    <title>EXCLUSIVO: ANTT diz ao STF que sistema da “janela” de ônibus é seguro, auditável e foi aprimorado e pede revogação da liminar que suspendeu novos mercados</title>
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    <pubDate>Mon, 10 Aug 2026 23:26:49 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[ANTT]]></category><category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Agência afirma que respondeu tecnicamente aos pontos que levaram ministro André Mendonça a interromper procedimento e aponta prejuízos à concorrência, expansão dos serviços e investimentos com paralisação; julgamento que começa em 14 de agosto foi antecipado com exclusividade pelo Diário do Transporte ADAMO BAZANI A ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) apresentou ao STF (Supremo [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="768" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/20260419_160004-e1786404231835.jpg?fit=1024%2C768&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><em>Agência afirma que respondeu tecnicamente aos pontos que levaram ministro André Mendonça a interromper procedimento e aponta prejuízos à concorrência, expansão dos serviços e investimentos com paralisação; julgamento que começa em 14 de agosto foi antecipado com exclusividade pelo <strong>Diário do Transporte</strong></em></p>
<p><strong>ADAMO BAZANI</strong></p>
<p>A ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) apresentou ao STF (Supremo Tribunal Federal) uma manifestação na qual sustenta que o sistema eletrônico usado na chamada Janela Extraordinária nº 1/2024 possui mecanismos de segurança, rastreabilidade e auditoria e que recebeu aprimoramentos desde os questionamentos técnicos que fundamentaram a decisão do ministro André Mendonça de suspender o procedimento.</p>
<p>Com estes argumentos, a agência pede a reconsideração da liminar e a retomada da janela, que pode resultar na abertura de milhares de novos mercados — na prática, possibilidades de transporte de passageiros entre cidades de diferentes Estados.</p>
<p>A manifestação, à qual o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> teve acesso, foi apresentada na Reclamação Constitucional nº 86.498, proposta pela Anatrip (Associação Nacional das Empresas de Transportes Rodoviários de Passageiros).</p>
<p>O documento é assinado pelo procurador federal André Rufino do Vale, que atua na representação judicial da ANTT. A agência sustenta que os esclarecimentos técnicos apresentados são suficientes para que o STF reavalie a necessidade de manter a cautelar.</p>
<p>O julgamento que pode manter, modificar ou derrubar a suspensão começa nesta sexta-feira, 14 de agosto de 2026, na Segunda Turma do STF.</p>
<p>Como o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> informou com exclusividade em 04 de agosto de 2026, o que estará em julgamento agora não é o mérito definitivo da Reclamação Constitucional. Os ministros vão decidir se referendam ou não a liminar concedida individualmente pelo ministro André Mendonça.</p>
<p>A Segunda Turma é formada pelos ministros André Mendonça, Gilmar Mendes, Dias Toffoli, Luiz Fux e Nunes Marques.</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/08/04/exclusivo-stf-marca-para-14-de-agosto-julgamento-se-mantem-ou-nao-suspensa-janela-de-onibus-interestaduais-da-antt/?utm_source=chatgpt.com">Relembre a reportagem exclusiva do Diário do Transporte sobre o julgamento de 14 de agosto</a></p>
<p>Para o advogado e especialista em regulação da ANTT para o Transporte Rodoviário Interestadual de Passageiros (TRIP), Ilo Löbel da Luz, ouvido pelo criador e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, Adamo Bazani, o conteúdo técnico apresentado pela agência é um dos aspectos que devem ser observados no julgamento.</p>
<p><strong><em>“O ponto mais importante é que a ANTT não respondeu apenas juridicamente às dúvidas levantadas na liminar. Ela apresentou elementos técnicos para demonstrar como o sistema funciona, quais controles possui e de que forma as operações podem ser rastreadas e auditadas.”</em></strong></p>
<p><strong>POR QUE O STF SUSPENDEU A JANELA?</strong></p>
<p>A liminar foi concedida em 09 de julho de 2026 pelo ministro André Mendonça e publicada no dia seguinte.</p>
<p>A Anatrip havia pedido a suspensão do procedimento. Ao analisar o caso, Mendonça considerou apontamentos apresentados pelo Ministério Público Federal sobre possíveis fragilidades técnicas do sistema que seria usado na distribuição dos mercados.</p>
<p>Entre as questões levantadas estavam criptografia, registros de auditoria e autenticação multifator.</p>
<p>O ministro não extinguiu a Janela Extraordinária, mas determinou sua suspensão e deu dez dias para a ANTT apresentar informações complementares sobre a segurança e a higidez do procedimento.</p>
<p>Agora, a agência afirma ter respondido exatamente a estes questionamentos.</p>
<p><strong>O QUE É A “JANELA”?</strong></p>
<p>Apesar do nome técnico, o conceito é mais simples.</p>
<p>A janela é um período e um procedimento estabelecido pela ANTT para que empresas de ônibus rodoviários possam solicitar autorização para operar determinados mercados.</p>
<p>A Janela Extraordinária nº 1/2024 foi criada com base na Resolução nº 6.033/2023 e contempla principalmente mercados que não eram atendidos e aqueles nos quais havia apenas uma transportadora.</p>
<p>Não significa simplesmente que uma empresa pede uma linha e automaticamente passa a operá-la.</p>
<p>Depois das solicitações, a ANTT verifica a situação de cada mercado. Dependendo das características e da quantidade de interessados, pode haver necessidade de processo seletivo.</p>
<p>A própria agência informou em abril de 2026 quais mercados não seriam submetidos à competição e quais precisariam passar pelo processo seletivo.</p>
<p><strong>E O QUE É UM “MERCADO”?</strong></p>
<p>No transporte rodoviário, “mercado” não é sinônimo de linha inteira.</p>
<p>É uma ligação entre dois pontos nos quais a empresa pode embarcar e desembarcar passageiros.</p>
<p>Uma única linha, portanto, pode conter vários mercados.</p>
<p>Imagine, por exemplo, uma linha Santo André (SP)–Salvador (BA), com possibilidade de embarque e desembarque em cidades intermediárias.</p>
<p>Santo André–Vitória pode constituir um mercado. Santo André–Teixeira de Freitas, outro. Vitória–Salvador pode ser outro, desde que as combinaacões estejam abrangidas pelas autorizações correspondentes e pelas regras do transporte interestadual.</p>
<p>É por isso que os números de “mercados” são muito superiores à quantidade de linhas ou de empresas de ônibus.</p>
<p>Como mostrou o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, os resultados divulgados pela ANTT envolvem 47.291 mercados: 38.379 classificados como desatendidos e 8.912 como monopolistas. A projeção era elevar o universo de mercados autorizados administrativamente de 33.961 para 72.340, alta de 113%. Outros 5.459 mercados seriam submetidos a processo seletivo público.</p>
<p><strong>1 – ANTT DIZ QUE SISTEMA POSSUI CRIPTOGRAFIA</strong></p>
<p>O primeiro eixo da defesa da agência diz respeito à criptografia.</p>
<p>A manifestação explica que, embora em 2024 estivesse pendente a implantação de criptografia no banco de dados, o sistema utilizava Transport Data Encryption (TDE), que cifra dados armazenados e registros de log, além de criptografia na comunicação entre a aplicação e o banco.</p>
<p>Segundo a ANTT, os mecanismos atualmente empregados permitem que os dados sejam protegidos tanto no armazenamento quanto durante a transmissão.</p>
<p>A agência sustenta, portanto, que a questão levantada anteriormente sobre criptografia está atendida no ambiente atual do sistema.</p>
<p><strong>2 – LANCES FICAM REGISTRADOS E ALTERAÇÕES PODEM SER AUDITADAS</strong></p>
<p>Outro questionamento envolve a possibilidade de reconstruir o histórico dos lances.</p>
<p>A ANTT informa ao STF que o sistema registra todas as submissões com granularidade total.</p>
<p>De acordo com a manifestação, ficam armazenados endereço IP de origem, identificação do usuário autenticado, data e horário, valor anterior e novo valor submetido.</p>
<p>A agência sustenta que esse mecanismo permite reconstruir a evolução das propostas e auditar alterações, empates, cancelamentos e encerramento da fase de lances.</p>
<p>Em termos simples: a ANTT afirma que é possível saber quem fez determinada ação no sistema, quando ela ocorreu e o que foi alterado.</p>
<p>Para Ilo Löbel da Luz, esta possibilidade de rastreamento é relevante para a análise do STF.</p>
<p><strong><em>“Quando a dúvida que sustenta uma liminar é técnica, a resposta capaz de afastá-la precisa ser técnica também. E, neste caso, a ANTT apresentou exatamente esse tipo de resposta.”</em></strong></p>
<p><strong>3 – SISTEMA FAZ VALIDAÇÃO DAS PROPOSTAS</strong></p>
<p>A agência também explica que existe uma etapa de validação ao final dos lances.</p>
<p>Segundo a manifestação, o sistema incorpora regras de negócio que validam automaticamente as informações submetidas pelo usuário, impedindo inconsistências, duplicidades e submissões incompatíveis com critérios previamente definidos.</p>
<p>A ANTT diz que, ao fim da etapa, são feitas validações automáticas, identificação dos resultados e disponibilização das informações conforme a fase prevista no fluxo do processo seletivo.</p>
<p><strong>4 – ANTT DIZ QUE AUTENTICAÇÃO MULTIFATOR ESTÁ PRESENTE</strong></p>
<p>Outro ponto diretamente relacionado aos questionamentos que chegaram ao STF é a autenticação multifator, conhecida pela sigla MFA.</p>
<p>É aquele mecanismo no qual uma senha, sozinha, não basta para entrar em determinado ambiente eletrônico. Há uma segunda etapa de confirmação da identidade do usuário.</p>
<p>A ANTT informa que o acesso utiliza autenticação multifator do ambiente corporativo e que o mecanismo permanece centralizado no SCAEXT, sistema utilizado para controle de usuários externos.</p>
<p>Segundo a manifestação, o MFA está presente desde o início do procedimento.</p>
<p><strong>5 – UM REPRESENTANTE NÃO PODE ATUAR POR VÁRIAS EMPRESAS</strong></p>
<p>A agência também descreve controles destinados a impedir que o mesmo representante participe do processo em nome de diferentes empresas.</p>
<p>Segundo a ANTT, existe restrição relacional entre CPF e CNPJ: cada CPF fica vinculado a um único CNPJ participante.</p>
<p>A finalidade, de acordo com a manifestação, é impedir que um mesmo representante apresente lances por mais de uma empresa e reduzir riscos de representação cruzada ou conflito de interesses.</p>
<p>A própria regulamentação da janela estabelece que cada transportadora deve designar um único responsável legal e proíbe que este representante atue por outras transportadoras no procedimento.</p>
<p><strong>6 – ANTT COMPARA SISTEMA COM COMPRAS.GOV</strong></p>
<p>Para sustentar que os mecanismos adotados são compatíveis com sistemas utilizados pela Administração Pública, a ANTT faz uma comparação com o Compras.gov.</p>
<p>A agência diz que o paralelo não significa que os sistemas sejam idênticos, mas que ambos adotam princípios semelhantes relacionados a identificação, autorização, regras de negócio, rastreabilidade, auditoria e governança.</p>
<p>A manifestação cita ainda consulta realizada ao Serpro sobre mecanismos de segurança do sistema de compras do Governo Federal.</p>
<p>Segundo a ANTT, entre sete aspectos questionados pelo Ministério Público Federal, apenas a autenticação multifator não estava implementada naquele sistema usado como referência no momento da consulta.</p>
<p><strong>7 – AGÊNCIA DIZ QUE SISTEMA DE 2026 NÃO É O MESMO CENÁRIO ANALISADO EM 2024</strong></p>
<p>Este é outro ponto central da manifestação.</p>
<p>A ANTT argumenta que parte dos questionamentos técnicos se refere à situação existente em 2024 e que o ambiente atualmente utilizado foi aprimorado.</p>
<p>A agência informa que a versão atual opera com criptografia TDE e TLS 1.2 em trânsito, autenticação centralizada via SCAEXT, MFA em fase de implantação como exigência prévia à retomada da fase de lances, trilhas de auditoria protegidas, versionamento integral dos lances e vinculação exclusiva entre CPF e CNPJ.</p>
<p>A ANTT afirma que as recomendações técnicas recebidas foram incorporadas progressivamente e que o sistema permanece em processo contínuo de evolução.</p>
<p>Na avaliação de Ilo Löbel da Luz, o STF terá de analisar a situação existente agora, e não apenas o cenário técnico que originou os questionamentos.</p>
<p><strong><em>“Não é possível antecipar o voto dos ministros, mas a situação hoje é diferente daquela existente quando a liminar foi concedida. A ANTT apresentou uma resposta técnica aos questionamentos sobre a segurança do sistema e o processo seletivo ainda não foi realizado. Se o STF considerar que esses elementos afastaram o risco que fundamentou a cautelar, a revogação da liminar passa a ser uma possibilidade bastante plausível.”</em></strong></p>
<p><strong>8 – PROCESSO SELETIVO AINDA NÃO OCORREU</strong></p>
<p>Há outro elemento apontado pelo especialista: a competição que depende do sistema questionado ainda não aconteceu.</p>
<p>Isso significa que não existe, até agora, um resultado de lances produzido pelo processo seletivo cuja integridade precise ser desconstituída.</p>
<p>Segundo Ilo Löbel da Luz:</p>
<p><strong><em>“Não existe ainda um resultado competitivo cuja integridade esteja sendo questionada. A etapa de competição ainda não aconteceu. Isso é relevante porque reduz o risco de se estar diante de uma situação já consolidada e de difícil reversão.”</em></strong></p>
<p>A ANTT havia divulgado em abril os mercados que seriam submetidos ao processo seletivo, mas as etapas posteriores ainda seguiriam cronograma específico.</p>
<p><strong>9 – ANTT ALEGA PREJUÍZO À CONCORRÊNCIA COM A PARALISAÇÃO</strong></p>
<p>A manifestação não se limita à defesa tecnológica do sistema.</p>
<p>A agência também enumera consequências que, em sua avaliação, estão sendo provocadas pela suspensão da janela.</p>
<p>Uma delas seria a interrupção do ciclo regulatório estabelecido pela Resolução nº 6.033/2023.</p>
<p>A ANTT argumenta ainda que a suspensão mantém mercados monopolizados ou desatendidos e posterga a entrada de novos operadores.</p>
<p>De acordo com os números apresentados ao STF, os resultados projetados representariam crescimento de 52% no número de empresas autorizadas, de 176 para 268, e aumento de 113% dos mercados autorizados, de 33.961 para 72.340.</p>
<p>São argumentos apresentados pela ANTT ao Supremo e que agora serão avaliados pelos ministros.</p>
<p><strong>10 – AGÊNCIA APONTA IMPACTO SOBRE MUNICÍPIOS SEM ATENDIMENTO</strong></p>
<p>Outro argumento é de natureza social.</p>
<p>Segundo a manifestação, a expansão prevista elevaria em 37% a quantidade de municípios atendidos, de 2.027 para 2.783.</p>
<p>A ANTT sustenta ainda que cerca de 85% dos novos municípios previstos possuem menos de 40 mil habitantes.</p>
<p>Na avaliação da agência, manter a janela suspensa prolonga a ausência de novas alternativas de transporte nestas localidades.</p>
<p><strong>11 – ANTT ALEGA RISCO DE MAIS JUDICIALIZAÇÃO</strong></p>
<p>A agência também sustenta que a paralisação pode ampliar a insegurança jurídica.</p>
<p>Na manifestação, a ANTT argumenta que a suspensão favorece decisões judiciais individuais de empresas interessadas em ingressar no mercado à margem do planejamento regulatório.</p>
<p>Na avaliação da agência, isso pode gerar tratamento fragmentado entre participantes e reduzir a coerência da política pública.</p>
<p><strong>12 – AGÊNCIA FALA EM ASSIMETRIA COMPETITIVA</strong></p>
<p>Outro argumento apresentado ao STF é que a suspensão favoreceria operações de fretamento em “circuito aberto” amparadas por decisões judiciais enquanto empresas submetidas ao serviço regular permanecem sujeitas às obrigações regulatórias correspondentes.</p>
<p>Para a ANTT, esta situação cria uma assimetria competitiva e econômica e pode reduzir a base de usuários do sistema regular, especialmente entre passageiros de menor renda.</p>
<p>Novamente, trata-se da posição apresentada pela agência ao STF, e não de conclusão já adotada pela Corte.</p>
<p><strong>13 – INVESTIMENTOS PODEM SER ADIADOS, DIZ ANTT</strong></p>
<p>A ANTT também afirma que a indefinição do cronograma regulatório pode levar empresas a postergar investimentos em frota, infraestrutura e contratações.</p>
<p>Segundo a manifestação, empresas menores ou novos entrantes poderiam ser mais afetados por terem menor capacidade de manter recursos imobilizados por períodos prolongados.</p>
<p>O tema já havia sido abordado pelo <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, que mostrou que a indefinição envolvendo a abertura dos mercados começou a interferir nos planos de investimentos de empresas do setor, incluindo aquisição de ônibus, infraestrutura, guichês e contratações.</p>
<p><strong>EMPRESAS PRECISAM SE PREPARAR, DIZ ESPECIALISTA</strong></p>
<p>Caso a Segunda Turma revogue a cautelar, a janela poderá voltar a tramitar.</p>
<p>A própria ANTT já informou oficialmente que, se a suspensão determinada pelo STF for retirada, retomará o procedimento a partir da etapa em que estava, preservando os atos regularmente praticados antes da cautelar.</p>
<p>Para Ilo Löbel da Luz, isso significa que as empresas interessadas não deveriam considerar que necessariamente haverá um longo intervalo entre uma eventual decisão favorável à retomada e as próximas etapas.</p>
<p><strong><em>“Se a liminar for revogada, a janela para reação das empresas poderá ser curta. Quem pretende disputar mercados precisa conhecer previamente os mercados de interesse, avaliar sua capacidade operacional, definir limites econômicos e construir uma estratégia de lance. Dez dias úteis podem ser suficientes para acessar um sistema, mas são muito pouco tempo para construir uma estratégia competitiva do zero.”</em></strong></p>
<p>O especialista ressalta que o julgamento possui consequências que ultrapassam a discussão sobre tecnologia.</p>
<p><strong><em>“O STF não estará decidindo apenas sobre a segurança de um sistema. Na prática, estará decidindo se o processo de abertura de novos mercados previsto no novo marco regulatório do TRIP poderá avançar para sua próxima etapa ou permanecer suspenso. Por isso, a decisão terá impacto direto sobre a estratégia das empresas e sobre o próprio ambiente concorrencial do setor.”</em></strong></p>
<p><strong>ANTT PEDE RECONSIDERAÇÃO</strong></p>
<p>Ao concluir a manifestação, a ANTT sustenta que os documentos técnicos apresentados demonstram não apenas a robustez e a adequação tecnológica do sistema usado na Janela Extraordinária, mas também, segundo a agência, a existência de consequências negativas provocadas pela manutenção da suspensão.</p>
<p>A Procuradoria Federal argumenta que a cautelar paralisa o planejamento estatal, compromete ações regulatórias destinadas à ampliação do serviço interestadual, produz impactos sobre concorrência e eficiência administrativa e mantém indefinições para usuários e empresas.</p>
<p>Por isso, pede ao ministro André Mendonça que reconsidere a liminar. Caso isso não ocorra individualmente, solicita que a Segunda Turma, ao analisar o referendo, negue seguimento ao pedido formulado pela Anatrip e permita a retomada do procedimento.</p>
<p>É justamente esta medida cautelar que estará sob análise da Segunda Turma a partir de 14 de agosto.</p>
<p>A questão central para este julgamento, portanto, não será ainda decidir definitivamente quem tem razão na Reclamação Constitucional. Os ministros terão de avaliar se, diante das informações apresentadas pela ANTT depois da liminar, ainda estão presentes os motivos que justificam manter a Janela Extraordinária nº 1/2024 suspensa enquanto o processo principal continua.</p>
<p>Para Ilo Löbel da Luz, a resposta técnica apresentada pela agência altera os elementos disponíveis para esta análise:</p>
<p><strong><em>“O ponto mais importante é que a ANTT não respondeu apenas juridicamente às dúvidas levantadas na liminar. Ela apresentou elementos técnicos para demonstrar como o sistema funciona, quais controles possui e de que forma as operações podem ser rastreadas e auditadas.”</em></strong></p>
<p>Nos últimos meses, o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> acompanhou diversas disputas judiciais envolvendo o processo de abertura do mercado, as janelas extraordinárias para autorização de novos mercados e os critérios regulatórios adotados pela ANTT. A liminar concedida pelo ministro André Mendonça passou a integrar esse conjunto de discussões judiciais que influenciam o ambiente regulatório do transporte rodoviário interestadual.</p>
<p>Diante da falta de segurança jurídica e das indefinições sobre o que vai acontecer com as linhas rodoviárias, as viações estão adiando ou mesmo desistindo de investimentos como compras de ônibus novos, infraestrutura, guichês e novas contratações.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/07/22/impasse-no-stf-sobre-abertura-de-mercados-da-antt-ja-faz-empresas-de-onibus-pensarem-em-adiar-investimentos-e-pode-afetar-industria/">https://diariodotransporte.com.br/2026/07/22/impasse-no-stf-sobre-abertura-de-mercados-da-antt-ja-faz-empresas-de-onibus-pensarem-em-adiar-investimentos-e-pode-afetar-industria/</a></p>
<p>Apesar da importância da sessão do dia 14 de agosto, o julgamento não encerrará o processo. A Segunda Turma decidirá apenas se a medida cautelar permanece em vigor. A análise definitiva da Reclamação Constitucional ocorrerá em etapa posterior, quando o STF apreciará o mérito da ação.</p>
<p>A Segunda Turma é composta pelos ministros André Mendonça, Gilmar Mendes, Dias Toffoli, Luiz Fux e Nunes Marques, que registrarão seus votos eletronicamente durante a sessão virtual.</p>
<p>Ouvindo especialistas em direito, como Rita Januzzi, Ilo Löbel e Liana Variani, o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, antes mesmo da decisão de Mendonça, abordou a falta de segurança jurídica no segmento rodoviário.</p>
<p>O desdobramento só confirmou a importância da reportagem do criador e editor-chefe do Diário do Transporte, Adamo Bazani:</p>
<p>Relembre: <a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/07/11/especial-decisoes-revelam-quadro-de-inseguranca-juridica-no-setor-de-transportes-por-onibus-rodoviarios-interestaduais-no-brasil-apontam-especialistas/">https://diariodotransporte.com.br/2026/07/11/especial-decisoes-revelam-quadro-de-inseguranca-juridica-no-setor-de-transportes-por-onibus-rodoviarios-interestaduais-no-brasil-apontam-especialistas/</a></p>
<p><strong>TOTAL NO BRASIL</strong></p>
<p>A ANTT aprovou, na ocasião, 47.291 mercados. Desse total, 38.379 referem-se a mercados até então não atendidos, chamados pela agência de “mercados desatendidos”. Outros 8.912 mercados são atualmente operados por apenas uma empresa e foram classificados pela ANTT como “mercados monopolistas”. Com isso, o total de mercados autorizados administrativamente deverá saltar de 33.961 para 72.340 — um crescimento de 113%. Além disso, 5.459 mercados (11,5% do total) serão submetidos a processo seletivo público.</p>
<p><strong>O QUE SÃO ESTES MERCADOS?</strong></p>
<p>Cada mercado corresponde, simplificando a explicação, a um trecho dentro das linhas, que significa o ponto a ponto para embarque ou desembarque desde que entre cidades de estados diferentes para não competir com as linhas intermunicipais. Assim, uma única linha pode ter dezenas de mercados.</p>
<p>Por exemplo, uma linha entre Santo André (SP) e Salvador (BA): se a empresa é autorizada a, dentro desta mesma linha, vender passagens no sentido Bahia entre 1) Santo André (SP) x Campos dos Goytacazes (RJ); 2) Santo André (SP) x Vitória (ES); 3) Santo André (SP) x Teixeira de Freitas (BA), serão quatro mercados nesta linha: as três paradas (Campos dos Goytacazes, Vitória e Teixeira de Freitas) mais o destino (Salvador).</p>
<p>Esta divisão ocorre para ampliar as opções dos passageiros e permitir que as empresas vendam passagens em assentos que forem ir desocupando no meio da viagem.</p>
<p><strong>VAI E VEM DA ANTT:</strong></p>
<p>As relações dos mercados rodoviários foram publicadas em 24 de abril de 2026. Em 11 de maio de 2026, a ANTT alegando que antes deveria regularizar administrativamente linhas que eram alvos de litígio judicial, suspendeu os resultados que ela mesma divulgou. A ANTT então marcou a divulgação de novas relações para 15 de junho de 2026. Em 02 de junho de 2026, como mostrou o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> em primeira-mão, o MPF (Ministério Público Federal) questionou a agência sobre a suspensão. Em 08 de junho de 2026, a ANTT soltou um novo comunicado (número 43) dizendo que a divulgação de 24 de abril de 2026 voltava a valer e deu até 10 de julho de 2026 para as empresas contempladas protocolem requerimento para emissão de novo Termo de Autorização – TAR ou para realizem a solicitação de modificações em TAR existente.</p>
<p>A alegação da ANTT para voltar atrás na própria decisão foi para garantir mais segurança jurídica ao segmento e também para evitar uma série de representações e ações judiciais.</p>
<p>Relembre:</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="SJ9mKhcrvC"><p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/06/08/antt-retoma-a-validade-dos-resultados-da-primeira-janela-extraordinaria-para-novos-mercados-de-onibus-rodoviarios/">ANTT retoma a validade dos resultados da primeira janela extraordinária para novos mercados de ônibus rodoviários</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="“ANTT retoma a validade dos resultados da primeira janela extraordinária para novos mercados de ônibus rodoviários” — Diário do Transporte" src="https://diariodotransporte.com.br/2026/06/08/antt-retoma-a-validade-dos-resultados-da-primeira-janela-extraordinaria-para-novos-mercados-de-onibus-rodoviarios/embed/#?secret=4ovO8hkInY#?secret=SJ9mKhcrvC" data-secret="SJ9mKhcrvC" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>Especialistas em entrevista ao <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, como as advogadas Rita Januzzi e Liana Variani, já indicavam os riscos de insegurança jurídica com a decisão da ANTT e de uma eventual “avalanche” de processos.</p>
<p>Relembre:</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="8JIAwGqmDr"><p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/05/13/escritorios-de-advocacia-especializada-ja-preparam-acoes-contra-suspensao-de-resultados-de-janelas-antt-contrariou-suas-proprias-normas-supas-38/">Escritórios de advocacia especializada já preparam ações contra suspensão de resultados de janelas: “ANTT contrariou suas próprias normas (Supas 38)”</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="“Escritórios de advocacia especializada já preparam ações contra suspensão de resultados de janelas: “ANTT contrariou suas próprias normas (Supas 38)”” — Diário do Transporte" src="https://diariodotransporte.com.br/2026/05/13/escritorios-de-advocacia-especializada-ja-preparam-acoes-contra-suspensao-de-resultados-de-janelas-antt-contrariou-suas-proprias-normas-supas-38/embed/#?secret=cxa9wHJuXl#?secret=8JIAwGqmDr" data-secret="8JIAwGqmDr" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p><em>Com isso, todo o procedimento para novas conexões rodoviárias perde a validade provisoriamente. De acordo com o despacho do Ministro André Mendonça, há suspeitas de graves inconsistências técnicas no procedimento da ANTT para a distribuição destes mercados</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><strong><em>Colaborou Vinícius de Oliveira</em></strong></p>
<p>O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), André Mendonça, determinou a suspensão da Primeira Janela de mercados de ônibus rodoviários da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) <strong><em><u>–  A decisão é de quinta-feira, 09 de julho de 2026, entrou no sistema do Supremo nesta sexta-feira (10) e é noticiada em primeira-mão pelo DIÁRIO DO TRANSPORTE.</u></em></strong></p>
<p>Mendonça atendeu parcialmente a ação movida pela Anatrip (Associação Nacional das Empresas de Transportes Rodoviários de Passageiros), que pediu a extinção da janela, mas Mendonça determinou apenas a suspensão.</p>
<p>As chamadas &#8216;janelas de entrada&#8217; são períodos predefinidos pela agência durante os quais empresas de transporte rodoviário interestadual e internacional de passageiros podem apresentar requerimentos para obter novas autorizações de linhas ou para a ampliação de serviços já existentes. Fora dessas janelas, o sistema regulatório é, em regra, fechado para novos pedidos.</p>
<p>A decisão suspende a Janela inteira e não se limita a mercado específico nem a empresa específica.</p>
<p>O STF não entrou no mérito específico de mercado desatendido, monopolista, sub judice ou plenamente atendido. O motivo central da suspensão foi a possível falta de legalidade no procedimento, especialmente por riscos de segurança cibernética no sistema de processo seletivo da ANTT.</p>
<p>Ao atender a Anatrip, Mendonça destaca risco à lisura, impessoalidade, moralidade e eficiência dos critérios adotados pela Agência.</p>
<p>O Ministro destacou apontamentos da PGR (Procuradoria Geral da República) – Ministério Público Federal &#8211; sobre fragilidades críticas do sistema, incluindo ausência de mecanismos de criptografia, ausência de logs de auditoria imutáveis e ausência de autenticação multifator. Para o STF, isso pode comprometer a segurança e a auditabilidade da distribuição de mercados.</p>
<p>Embora o fundamento seja cibernético/sistêmico, a consequência prática é que a Janela está paralisada. Isso permite sustentar administrativamente que, antes de qualquer retomada, a ANTT deve corrigir também vícios materiais da base de mercados, inclusive classificação equivocada de mercados subjudice.</p>
<p>Na noite desta quinta-feira, 09 de julho de 2026, o <strong><em>Diário do Transporte</em> </strong>já havia apontado para a possibilidade de o procedimento ter este entrave judicial.</p>
<p>A reportagem do criador e editor-chefe do Diário do Transporte, Adamo Bazani, aponta o seguinte quadro:</p>
<blockquote><p><strong>Pelo menos 15,9 mil mercados de ônibus rodoviários interestaduais que constam na chamada “primeira janela extraordinária” da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), para novos atendimentos, podem ter status anulados, <u>num recorte ainda modesto</u>, após uma decisão judicial que atendeu à Auto Viação Progresso.</strong></p>
<p><strong>O procedimento da ANTT pode simplesmente ser implodido nos tribunais.</strong></p></blockquote>
<p>Relembre:</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="pibiQeUC9r"><p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/07/10/exclusivo-reviravolta-na-antt-a-vista-mais-de-15-mil-mercados-podem-ter-status-anulados-em-janela-de-linhas-de-onibus-apos-decisao-judicial-atender-a-progresso/">EXCLUSIVO no DIÁRIO DO TRANSPORTE &#8211; Reviravolta na ANTT à vista: Mais de 15 mil mercados podem ter status anulados em “janela” de linhas de ônibus após decisão judicial atender a Progresso</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="“EXCLUSIVO no DIÁRIO DO TRANSPORTE – Reviravolta na ANTT à vista: Mais de 15 mil mercados podem ter status anulados em “janela” de linhas de ônibus após decisão judicial atender a Progresso” — Diário do Transporte" src="https://diariodotransporte.com.br/2026/07/10/exclusivo-reviravolta-na-antt-a-vista-mais-de-15-mil-mercados-podem-ter-status-anulados-em-janela-de-linhas-de-onibus-apos-decisao-judicial-atender-a-progresso/embed/#?secret=mcVwhbTATw#?secret=pibiQeUC9r" data-secret="pibiQeUC9r" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>De acordo com o despacho de Mendonça, há suspeitas de graves inconsistências técnicas no procedimento da ANTT para a distribuição destes mercados.</p>
<p><strong><em>Há, no entanto, questão de outra ordem levantada pelo reclamante e corroborada pelo Ministério Público Federal quanto a graves inconsistências técnicas que podem comprometer a lisura do certame, nos seguintes termos: “o Parecer Técnico ANPTI/SPPEA/PGR 1411/2024 (Secretaria de Perícia, Pesquisa e Análise da PGR), de fls. 208/216, identificou fragilidades críticas (Prioridade Vermelha) no Sistema de Pregão Eletrônico da ANTT, essenciais para a garantia da lisura do processo seletivo. Entre as falhas, constam a ausência de mecanismos de criptografia, de logs de auditoria imutáveis e de autenticação multifator (MFA). A ANTT reconheceu que a implementação da maioria dessas soluções não seria concluída no ano da abertura da janela, o que compromete a segurança e a auditabilidade do certame”. (e-doc. 54)</em></strong></p>
<p>A ANTT tem 10 dias para se manifestar.</p>
<p>Os resultados criam 47.291 mercados de ônibus rodoviários interestaduais. Desse total, 38.379 referem-se a mercados até então não atendidos, chamados pela agência de “mercados desatendidos”. Outros 8.912 mercados são atualmente operados por apenas uma empresa e foram classificados pela ANTT como “mercados monopolistas”.</p>
<p><strong>TOTAL NO BRASIL</strong></p>
<p>A ANTT aprovou, na ocasião, 47.291 mercados. Desse total, 38.379 referem-se a mercados até então não atendidos, chamados pela agência de “mercados desatendidos”. Outros 8.912 mercados são atualmente operados por apenas uma empresa e foram classificados pela ANTT como “mercados monopolistas”. Com isso, o total de mercados autorizados administrativamente deverá saltar de 33.961 para 72.340 — um crescimento de 113%. Além disso, 5.459 mercados (11,5% do total) serão submetidos a processo seletivo público.</p>
<p><strong>O QUE SÃO ESTES MERCADOS?</strong></p>
<p>Cada mercado corresponde, simplificando a explicação, a um trecho dentro das linhas, que significa o ponto a ponto para embarque ou desembarque desde que entre cidades de estados diferentes para não competir com as linhas intermunicipais. Assim, uma única linha pode ter dezenas de mercados.</p>
<p>Por exemplo, uma linha entre Santo André (SP) e Salvador (BA): se a empresa é autorizada a, dentro desta mesma linha, vender passagens no sentido Bahia entre 1) Santo André (SP) x Campos dos Goytacazes (RJ); 2) Santo André (SP) x Vitória (ES); 3) Santo André (SP) x Teixeira de Freitas (BA), serão quatro mercados nesta linha: as três paradas (Campos dos Goytacazes, Vitória e Teixeira de Freitas) mais o destino (Salvador).</p>
<p>Esta divisão ocorre para ampliar as opções dos passageiros e permitir que as empresas vendam passagens em assentos que forem ir desocupando no meio da viagem.</p>
<p><strong>VAI E VEM DA ANTT:</strong></p>
<p>As relações dos mercados rodoviários foram publicadas em 24 de abril de 2026. Em 11 de maio de 2026, a ANTT alegando que antes deveria regularizar administrativamente linhas que eram alvos de litígio judicial, suspendeu os resultados que ela mesma divulgou. A ANTT então marcou a divulgação de novas relações para 15 de junho de 2026. Em 02 de junho de 2026, como mostrou o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> em primeira-mão, o MPF (Ministério Público Federal) questionou a agência sobre a suspensão. Em 08 de junho de 2026, a ANTT soltou um novo comunicado (número 43) dizendo que a divulgação de 24 de abril de 2026 voltava a valer e deu até 10 de julho de 2026 para as empresas contempladas protocolem requerimento para emissão de novo Termo de Autorização – TAR ou para realizem a solicitação de modificações em TAR existente.</p>
<p>A alegação da ANTT para voltar atrás na própria decisão foi para garantir mais segurança jurídica ao segmento e também para evitar uma série de representações e ações judiciais.</p>
<p>Relembre:</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="SJ9mKhcrvC"><p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/06/08/antt-retoma-a-validade-dos-resultados-da-primeira-janela-extraordinaria-para-novos-mercados-de-onibus-rodoviarios/">ANTT retoma a validade dos resultados da primeira janela extraordinária para novos mercados de ônibus rodoviários</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="“ANTT retoma a validade dos resultados da primeira janela extraordinária para novos mercados de ônibus rodoviários” — Diário do Transporte" src="https://diariodotransporte.com.br/2026/06/08/antt-retoma-a-validade-dos-resultados-da-primeira-janela-extraordinaria-para-novos-mercados-de-onibus-rodoviarios/embed/#?secret=4ovO8hkInY#?secret=SJ9mKhcrvC" data-secret="SJ9mKhcrvC" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>Especialistas em entrevista ao <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, como as advogadas Rita Januzzi e Liana Variani, já indicavam os riscos de insegurança jurídica com a decisão da ANTT e de uma eventual “avalanche” de processos.</p>
<p>Relembre:</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="8JIAwGqmDr"><p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/05/13/escritorios-de-advocacia-especializada-ja-preparam-acoes-contra-suspensao-de-resultados-de-janelas-antt-contrariou-suas-proprias-normas-supas-38/">Escritórios de advocacia especializada já preparam ações contra suspensão de resultados de janelas: “ANTT contrariou suas próprias normas (Supas 38)”</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="“Escritórios de advocacia especializada já preparam ações contra suspensão de resultados de janelas: “ANTT contrariou suas próprias normas (Supas 38)”” — Diário do Transporte" src="https://diariodotransporte.com.br/2026/05/13/escritorios-de-advocacia-especializada-ja-preparam-acoes-contra-suspensao-de-resultados-de-janelas-antt-contrariou-suas-proprias-normas-supas-38/embed/#?secret=cxa9wHJuXl#?secret=8JIAwGqmDr" data-secret="8JIAwGqmDr" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-523725" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Anatrip-1.jpg?resize=724%2C1024&#038;ssl=1" alt="" width="724" height="1024" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Anatrip-1.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Anatrip-1.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Anatrip-1.jpg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Anatrip-1.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Anatrip-1.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Anatrip-1.jpg?resize=400%2C566&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Anatrip-1.jpg?resize=150%2C212&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Anatrip-1.jpg?w=1414&amp;ssl=1 1414w" sizes="auto, (max-width: 724px) 100vw, 724px" /></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-523726" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Anatrip-2.jpg?resize=724%2C1024&#038;ssl=1" alt="" width="724" height="1024" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Anatrip-2.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Anatrip-2.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Anatrip-2.jpg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Anatrip-2.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Anatrip-2.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Anatrip-2.jpg?resize=400%2C566&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Anatrip-2.jpg?resize=150%2C212&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Anatrip-2.jpg?w=1414&amp;ssl=1 1414w" sizes="auto, (max-width: 724px) 100vw, 724px" /></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-523727" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Anatrip-3.jpg?resize=724%2C1024&#038;ssl=1" alt="" width="724" height="1024" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Anatrip-3.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Anatrip-3.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Anatrip-3.jpg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Anatrip-3.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Anatrip-3.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Anatrip-3.jpg?resize=400%2C566&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Anatrip-3.jpg?resize=150%2C212&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Anatrip-3.jpg?w=1414&amp;ssl=1 1414w" sizes="auto, (max-width: 724px) 100vw, 724px" /></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-523728" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Anatrip-4.jpg?resize=724%2C1024&#038;ssl=1" alt="" width="724" height="1024" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Anatrip-4.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Anatrip-4.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Anatrip-4.jpg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Anatrip-4.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Anatrip-4.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Anatrip-4.jpg?resize=400%2C566&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Anatrip-4.jpg?resize=150%2C212&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Anatrip-4.jpg?w=1414&amp;ssl=1 1414w" sizes="auto, (max-width: 724px) 100vw, 724px" /></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-523729" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Anatrip-5.jpg?resize=724%2C1024&#038;ssl=1" alt="" width="724" height="1024" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Anatrip-5.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Anatrip-5.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Anatrip-5.jpg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Anatrip-5.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Anatrip-5.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Anatrip-5.jpg?resize=400%2C566&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Anatrip-5.jpg?resize=150%2C212&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Anatrip-5.jpg?w=1414&amp;ssl=1 1414w" sizes="auto, (max-width: 724px) 100vw, 724px" /></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-523730" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Anatrip-6.jpg?resize=724%2C1024&#038;ssl=1" alt="" width="724" height="1024" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Anatrip-6.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Anatrip-6.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Anatrip-6.jpg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Anatrip-6.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Anatrip-6.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Anatrip-6.jpg?resize=400%2C566&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Anatrip-6.jpg?resize=150%2C212&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Anatrip-6.jpg?w=1414&amp;ssl=1 1414w" sizes="auto, (max-width: 724px) 100vw, 724px" /></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-523731" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Anatrip-7.jpg?resize=724%2C1024&#038;ssl=1" alt="" width="724" height="1024" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Anatrip-7.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Anatrip-7.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Anatrip-7.jpg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Anatrip-7.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Anatrip-7.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Anatrip-7.jpg?resize=400%2C566&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Anatrip-7.jpg?resize=150%2C212&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Anatrip-7.jpg?w=1414&amp;ssl=1 1414w" sizes="auto, (max-width: 724px) 100vw, 724px" /></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-523732" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Anatrip-8.jpg?resize=724%2C1024&#038;ssl=1" alt="" width="724" height="1024" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Anatrip-8.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Anatrip-8.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Anatrip-8.jpg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Anatrip-8.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Anatrip-8.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Anatrip-8.jpg?resize=400%2C566&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Anatrip-8.jpg?resize=150%2C212&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Anatrip-8.jpg?w=1414&amp;ssl=1 1414w" sizes="auto, (max-width: 724px) 100vw, 724px" /></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-523733" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Anatrip-9.jpg?resize=724%2C1024&#038;ssl=1" alt="" width="724" height="1024" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Anatrip-9.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Anatrip-9.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Anatrip-9.jpg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Anatrip-9.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Anatrip-9.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Anatrip-9.jpg?resize=400%2C566&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Anatrip-9.jpg?resize=150%2C212&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Anatrip-9.jpg?w=1414&amp;ssl=1 1414w" sizes="auto, (max-width: 724px) 100vw, 724px" /></p>
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<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-523741" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Anatrip-17.jpg?resize=724%2C1024&#038;ssl=1" alt="" width="724" height="1024" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Anatrip-17.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Anatrip-17.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Anatrip-17.jpg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Anatrip-17.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Anatrip-17.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Anatrip-17.jpg?resize=400%2C566&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Anatrip-17.jpg?resize=150%2C212&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Anatrip-17.jpg?w=1414&amp;ssl=1 1414w" sizes="auto, (max-width: 724px) 100vw, 724px" /></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-523742" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Anatrip-18.jpg?resize=724%2C1024&#038;ssl=1" alt="" width="724" height="1024" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Anatrip-18.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Anatrip-18.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Anatrip-18.jpg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Anatrip-18.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Anatrip-18.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Anatrip-18.jpg?resize=400%2C566&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Anatrip-18.jpg?resize=150%2C212&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Anatrip-18.jpg?w=1414&amp;ssl=1 1414w" sizes="auto, (max-width: 724px) 100vw, 724px" /></p>
<p><strong>VEJA TAMBÉM A MATÉRIA CONSIDERADA PELO STF</strong></p>
<h2><strong>EXCLUSIVO no DIÁRIO DO TRANSPORTE &#8211; Reviravolta na ANTT à vista: Mais de 15 mil mercados podem ter status anulados em “janela” de linhas de ônibus após decisão judicial atender a Progresso</strong></h2>
<p><em>Deste total de 15,9 mil, 1055 já estariam automaticamente fora, caso a prevaleça a tese da Progresso porque estão com duas ou mais empresas já operando em condição sob Júdice</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>Pelo menos 15,9 mil mercados de ônibus rodoviários interestaduais que constam na chamada “primeira janela extraordinária” da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), para novos atendimentos, podem ter status anulados, <u>num recorte ainda modesto</u>, após uma decisão judicial que atendeu à Auto Viação Progresso.</p>
<p>O procedimento da ANTT pode simplesmente ser implodido nos tribunais.</p>
<p>O levantamento é exclusivo do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> com base em pesquisa na própria relação oficial da agência, levando em conta o comunicado da janela extraornidária com o recorte das empresas que foram atendidas pela Justiça até 31 de julho de 2025 – COMUNICADO &#8211; 38</p>
<p>Levando em consideração o Comunicado 41, são 10.323 mercados que estão sendo operados com decisões judiciais. São 603 monopolistas, 8430 desatendidos e 1290 que vão para processo seletivo.</p>
<p>Independentemente do foco, o número é bem alto e deve mexer sensivelmente com um setor bilionário que impacta a vida de milhções de passageiros todos os dias, inclusive, trata-se de uma atividade que possui relevância social. Algumas ligações, em especial as menos providas de recursos, são atendidas apenas por ônibus rodoviários interestaduais.</p>
<p>Em diversas regiões do País, o rodoviário assume o papel que os coletivos urbanos e metropolitanos possuem nos médios e grandes centros.</p>
<p>Como mostrou o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, também de forma exclusiva e original, nesta quarta-feira, 08 de julho de 2026, a 17ª Vara Federal do DF (Distrito Federal) atendeu a Auto Viação Progresso e obrigou a ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) a tirar a classificação “monopolistas” dos mercados que possuem uma empresa operando autorizada por via administrativa da autarquia e, ao mesmo tempo, outras fazendo a mesma linha só que por decisão judicial.</p>
<p>Cabe recurso e a <strong>decisão engloba apenas as linhas debatidas pela Progresso</strong> nesta “primeira janela extraordinária” cujos mercados já são operados por meio de liminar pela empresa Rodoviária Gravataense Ltda., cuja razão social é Viação Soares.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/07/08/exclusivo-justica-federal-atende-a-progresso-e-determina-retirada-de-mercados-da-janela-extraordinaria-da-antt-por-ja-serem-atendidos-por-duas-viacoes/">https://diariodotransporte.com.br/2026/07/08/exclusivo-justica-federal-atende-a-progresso-e-determina-retirada-de-mercados-da-janela-extraordinaria-da-antt-por-ja-serem-atendidos-por-duas-viacoes/</a></p>
<p><strong>Entretanto, o entendimento pode ser adotado em outros processos</strong> e, conforme apurou o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, nesta quinta-feira, 09 de julho de 2026, diversas empresas em situação semelhante à da Auto Viação Progresso já começam a se movimentar e acionar seus departamentos jurídicos.</p>
<p>A tese da Progresso, acatada pelo juiz federal Alaôr Piacini, é que se há alguma empresa operando por decisão judicial em determinado mercado, o que não foi considerado pela ANTT nesta janela extraordinária, então este mercado já não é mais monopolista ou desatendido.</p>
<p>O ponto central é que, por mais que estas operações sob Júdice sejam provisórias ou precárias, na prática, existe já uma concorrência maior que a levada em conta pela ANTT. Além disso, ao fim do processo judicial, a liminar pode ser confirmada e a autorização virar permanente.</p>
<p>Atualmente, se um mercado possui por exemplo duas ou mais empresas atendendo, mas só uma por decisão administrativa da ANTT e as outras por liminares judiciais, a agência só considera a empresa liberada administrativamente e classifica o mercado como monopolista. Mas, na prática, é mais de uma empresa que atende, logo, esse mercado não é mais monopolista.</p>
<p>Esta tese da Progresso, atendida pela Justiça, muda a classificação destes mercados.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-523643" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-09-at-18.01.48.jpeg?resize=828%2C420&#038;ssl=1" alt="" width="828" height="420" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-09-at-18.01.48.jpeg?w=828&amp;ssl=1 828w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-09-at-18.01.48.jpeg?resize=300%2C152&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-09-at-18.01.48.jpeg?resize=150%2C76&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-09-at-18.01.48.jpeg?resize=768%2C390&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-09-at-18.01.48.jpeg?resize=400%2C203&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 828px) 100vw, 828px" /></p>
<p>Se o entendimento for estendido para todos os mercados da primeira janela nesta situação, serão 15,9 mil mercados afetados diretamente e que podem, anulados na relação.</p>
<p>Deste total de 15,9 mil, 1055 já estariam automaticamente fora, caso a prevaleça a tese da Progresso porque estão com duas ou mais empresas já operando em condição sob Júdice.</p>
<p>Destes 1055, 838 já tinham empresas declaradas vencedoras nos mercados desatendidos ou monopolistas.</p>
<p>Somente considerando os 15,9 mil mercados abrangidos integralmente pela tese da Progresso acatada pela Justiça, 87 empresas de ônibus já tinham sido contempladas em mercados que estão em duas &#8220;sub júdices&#8221;, logo, somente estes mercados especificamente estariam anulados pelo entendimento. Nos demais, elas continuam normalmente</p>
<p>A classificação é extensa:</p>
<table>
<thead>
<tr>
<td><strong>Posição</strong></td>
<td><strong>Empresa</strong></td>
<td><strong>Total</strong></td>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>1</td>
<td>Cantelle Viagens e Turismo Ltda.</td>
<td>122</td>
</tr>
<tr>
<td>2</td>
<td>Viação Novo Horizonte Ltda.</td>
<td>71</td>
</tr>
<tr>
<td>3</td>
<td>Viação Sete Ltda.</td>
<td>68</td>
</tr>
<tr>
<td>4</td>
<td>Empresa Gontijo de Transportes S.A.</td>
<td>64</td>
</tr>
<tr>
<td>5</td>
<td>FlixBus Transporte e Tecnologia do Brasil Ltda.</td>
<td>62</td>
</tr>
<tr>
<td>6</td>
<td>Viação Amarelinho Transporte de Passageiros Ltda.</td>
<td>48</td>
</tr>
<tr>
<td>7</td>
<td>Real Expresso Limitada</td>
<td>42</td>
</tr>
<tr>
<td>8</td>
<td>Cooperativa Nacional do Transporte Alternativo do Brasil &#8211; Coontral-BR</td>
<td>37</td>
</tr>
<tr>
<td>9</td>
<td>Expresso São José Ltda.</td>
<td>32</td>
</tr>
<tr>
<td>10</td>
<td>Viação Rio Oeste Ltda.</td>
<td>30</td>
</tr>
<tr>
<td>11</td>
<td>Expresso Maia Ltda.</td>
<td>28</td>
</tr>
<tr>
<td>12</td>
<td>Expresso Itamarati S.A.</td>
<td>25</td>
</tr>
<tr>
<td>13</td>
<td>Auto Viação Catarinense Ltda.</td>
<td>24</td>
</tr>
<tr>
<td>14</td>
<td>RCR Locação Ltda.</td>
<td>21</td>
</tr>
<tr>
<td>15</td>
<td>Manoel Barbosa Lima Ltda.</td>
<td>21</td>
</tr>
<tr>
<td>16</td>
<td>Jamjoy Viação Ltda.</td>
<td>18</td>
</tr>
<tr>
<td>17</td>
<td>Tocantins Transporte e Turismo Ltda.</td>
<td>17</td>
</tr>
<tr>
<td>18</td>
<td>Trans Acreana Ltda.</td>
<td>17</td>
</tr>
<tr>
<td>19</td>
<td>José Carlos Oliveira Transportes Brasil Ltda.</td>
<td>16</td>
</tr>
<tr>
<td>20</td>
<td>Comércio e Transportes Boa Esperança Ltda.</td>
<td>16</td>
</tr>
<tr>
<td>21</td>
<td>W. A. Fonseca Ltda.</td>
<td>16</td>
</tr>
<tr>
<td>22</td>
<td>Aguiar Locação Ltda.</td>
<td>16</td>
</tr>
<tr>
<td>23</td>
<td>Viação Ouro e Prata S.A.</td>
<td>14</td>
</tr>
<tr>
<td>24</td>
<td>Transmargoo Turismo e Fretamento Ltda.</td>
<td>13</td>
</tr>
<tr>
<td>25</td>
<td>Expresso Guanabara Ltda.</td>
<td>12</td>
</tr>
<tr>
<td>26</td>
<td>Expresso Satélite Norte Ltda.</td>
<td>12</td>
</tr>
<tr>
<td>27</td>
<td>Gran Express Transportes e Turismo Ltda.</td>
<td>12</td>
</tr>
<tr>
<td>28</td>
<td>Real Maia Transportes Terrestres Ltda.</td>
<td>12</td>
</tr>
<tr>
<td>29</td>
<td>Jotamar Comércio de Peças e Transportes Rodoviário Ltda.</td>
<td>11</td>
</tr>
<tr>
<td>30</td>
<td>Mactur Fretamentos Ltda.</td>
<td>10</td>
</tr>
<tr>
<td>31</td>
<td>Matriz Transportes Ltda.</td>
<td>10</td>
</tr>
<tr>
<td>32</td>
<td>Bueno Viagens Ltda.</td>
<td>8</td>
</tr>
<tr>
<td>33</td>
<td>Viação Jequié Cidade Sol Ltda.</td>
<td>8</td>
</tr>
<tr>
<td>34</td>
<td>Viação Colina Ltda.</td>
<td>8</td>
</tr>
<tr>
<td>35</td>
<td>Viação Águia Branca S.A.</td>
<td>8</td>
</tr>
<tr>
<td>36</td>
<td>Empresa de Transportes Andorinha S.A.</td>
<td>8</td>
</tr>
<tr>
<td>37</td>
<td>Rápido Expresso Transportes Ltda.</td>
<td>7</td>
</tr>
<tr>
<td>38</td>
<td>Auto Viação Porto Rico Ltda.</td>
<td>6</td>
</tr>
<tr>
<td>39</td>
<td>Auto Viação 1001 Ltda.</td>
<td>6</td>
</tr>
<tr>
<td>40</td>
<td>Pioneira Transportes e Logística Ltda.</td>
<td>6</td>
</tr>
<tr>
<td>41</td>
<td>Empresa de Auto Ônibus Santa Rita Ltda.</td>
<td>5</td>
</tr>
<tr>
<td>42</td>
<td>Elite Vitória 7000 Transportadora Turística Ltda.</td>
<td>5</td>
</tr>
<tr>
<td>43</td>
<td>Viação Cometa S.A.</td>
<td>5</td>
</tr>
<tr>
<td>44</td>
<td>Brasil Bus Transportes Ltda.</td>
<td>4</td>
</tr>
<tr>
<td>45</td>
<td>Util &#8211; União Transporte Interestadual de Luxo Ltda.</td>
<td>4</td>
</tr>
<tr>
<td>46</td>
<td>Cruzeiro do Norte Transportes Ltda.</td>
<td>4</td>
</tr>
<tr>
<td>47</td>
<td>Expresso Tradição Agência de Viagens, Turismo, Encomendas e Cargas Ltda.</td>
<td>4</td>
</tr>
<tr>
<td>48</td>
<td>LM Turismo Ltda.</td>
<td>4</td>
</tr>
<tr>
<td>49</td>
<td>Solimões Transportes de Passageiros e Cargas Ltda.</td>
<td>3</td>
</tr>
<tr>
<td>50</td>
<td>Expresso Mamoré Transporte, Turismo e Eventos Ltda.</td>
<td>3</td>
</tr>
<tr>
<td>51</td>
<td>Emtram &#8211; Empresa de Transportes Macaubense Ltda.</td>
<td>3</td>
</tr>
<tr>
<td>52</td>
<td>Empresa Auto Viação Progresso Ltda.</td>
<td>3</td>
</tr>
<tr>
<td>53</td>
<td>GMC Transportes Ltda.</td>
<td>3</td>
</tr>
<tr>
<td>54</td>
<td>Viação Riodoce Ltda.</td>
<td>3</td>
</tr>
<tr>
<td>55</td>
<td>Viação Catarina Transportes de Passageiros Ltda.</td>
<td>2</td>
</tr>
<tr>
<td>56</td>
<td>Expresso JK Transportes Ltda.</td>
<td>2</td>
</tr>
<tr>
<td>57</td>
<td>Rodoviário São Bento Ltda.</td>
<td>2</td>
</tr>
<tr>
<td>58</td>
<td>Bus Transportes Ltda.</td>
<td>2</td>
</tr>
<tr>
<td>59</td>
<td>Rota Transportes Rodoviários Ltda.</td>
<td>2</td>
</tr>
<tr>
<td>60</td>
<td>Auto Viação Cruzeiro Limitada</td>
<td>2</td>
</tr>
<tr>
<td>61</td>
<td>Bella Vita Transportes Ltda.</td>
<td>2</td>
</tr>
<tr>
<td>62</td>
<td>Auge Transporte Rodoviário e Turismo Ltda.</td>
<td>2</td>
</tr>
<tr>
<td>63</td>
<td>Busx Ltda.</td>
<td>2</td>
</tr>
<tr>
<td>64</td>
<td>Rápido Federal Viação Limitada</td>
<td>1</td>
</tr>
<tr>
<td>65</td>
<td>Transportadora JDF Ltda.</td>
<td>1</td>
</tr>
<tr>
<td>66</td>
<td>Nordeste Transportes Ltda.</td>
<td>1</td>
</tr>
<tr>
<td>67</td>
<td>Viação Royal Ltda.</td>
<td>1</td>
</tr>
<tr>
<td>68</td>
<td>Era Transporte e Turismo Ltda.</td>
<td>1</td>
</tr>
<tr>
<td>69</td>
<td>Maninho Viagens, Turismo e Locações Ltda.</td>
<td>1</td>
</tr>
<tr>
<td>70</td>
<td>Realmaia Turismo e Cargas Ltda.</td>
<td>1</td>
</tr>
<tr>
<td>71</td>
<td>Givaldo Matos Santana Ltda.</td>
<td>1</td>
</tr>
<tr>
<td>72</td>
<td>Marquestur Viagens Ltda.</td>
<td>1</td>
</tr>
<tr>
<td>73</td>
<td>Transbraz Ltda.</td>
<td>1</td>
</tr>
<tr>
<td>74</td>
<td>Guerino Seiscento Transportes S.A.</td>
<td>1</td>
</tr>
<tr>
<td>75</td>
<td>Expresso São Marcos Ltda.</td>
<td>1</td>
</tr>
<tr>
<td>76</td>
<td>Hélio e Carlos Transportadora Ltda.</td>
<td>1</td>
</tr>
<tr>
<td>77</td>
<td>Rotas de Viação do Triângulo Ltda. &#8211; Em Recuperação Judicial</td>
<td>1</td>
</tr>
<tr>
<td>78</td>
<td>Expresso Princesa dos Campos S.A.</td>
<td>1</td>
</tr>
<tr>
<td>79</td>
<td>Reunidas Transportes S.A.</td>
<td>1</td>
</tr>
<tr>
<td>80</td>
<td>Viação Matogrossense Ltda.</td>
<td>1</td>
</tr>
<tr>
<td>81</td>
<td>Expresso Marly Ltda.</td>
<td>1</td>
</tr>
<tr>
<td>82</td>
<td>Viação Marlim Ltda.</td>
<td>1</td>
</tr>
<tr>
<td>83</td>
<td>Amatur Amazônia Turismo Ltda.</td>
<td>1</td>
</tr>
<tr>
<td>84</td>
<td>Viação Garcia Ltda.</td>
<td>1</td>
</tr>
<tr>
<td>85</td>
<td>Cooperativa de Transporte e Turismo do Nordeste &#8211; Cooperbusnordeste</td>
<td>1</td>
</tr>
<tr>
<td>86</td>
<td>Expresso Central Transporte Ltda.</td>
<td>1</td>
</tr>
<tr>
<td>87</td>
<td>Empresas Reunidas Paulista de Transportes Ltda.</td>
<td>1</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<p>Vale ressaltar que, por enquanto, nada muda e que permanecem válidas as listas desta primeira janela, com exceção da Progresso.</p>
<p>Mas, conversando com operadores do setor, a aposta é que pode haver uma reviravolta e este procedimento de janela extraordinária da ANTT ser implodido.</p>
<p>Na verdade, isso já ocorreu e foi restabelecido pela agência.</p>
<p>Os resultados da primeira janela para novas operações de ônibus rodoviários foram divulgados em 24 de abril de 2026, suspensos em 11 de maio sob a alegação que era necessário atualizar as listas por causa de linhas em contestação judicial (sob judice) que seriam liberadas , mas em 08 de junho, argumentando que a suspensão resultaria em brigas na Justiça, a ANTT restabeleceu as listas (veja mais abaixo o histórico).</p>
<p>Como mostrou o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, em 08 de junho de 2026, a ANTT voltou atrás na própria decisão e tornou válidos novamente os estes resultados que permitem a criação de itinerários e novos atendimentos por ônibus entre diferentes estados.</p>
<p>As relações dos mercados rodoviários foram publicadas em 24 de abril de 2026. Em 11 de maio de 2026, a ANTT alegando que antes deveria regularizar administrativamente linhas que eram alvos de litígio judicial, suspendeu os resultados que ela mesma divulgou. A ANTT então marcou a divulgação de novas relações para 15 de junho de 2026. Em 02 de junho de 2026, como mostrou o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> em primeira-mão, o MPF (Ministério Público Federal) questionou a agência sobre a suspensão. Em 08 de junho de 2026, a ANTT soltou um novo comunicado (número 43) dizendo que a divulgação de 24 de abril de 2026 voltava a valer e deu até 10 de julho de 2026 para as empresas contempladas protocolem requerimento para emissão de novo Termo de Autorização – TAR ou para realizem a solicitação de modificações em TAR existente.</p>
<p>A alegação da ANTT para voltar atrás na própria decisão foi para garantir mais segurança jurídica ao segmento e também para evitar uma série de representações e ações judiciais.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/06/08/antt-retoma-a-validade-dos-resultados-da-primeira-janela-extraordinaria-para-novos-mercados-de-onibus-rodoviarios/">https://diariodotransporte.com.br/2026/06/08/antt-retoma-a-validade-dos-resultados-da-primeira-janela-extraordinaria-para-novos-mercados-de-onibus-rodoviarios/</a></p>
<p>A avaliação do setor é que, “por colocar a carroça na frente dos bois”, a ANTT não vai ter mais para onde correr não de uma onda, mas de um “tsunâmi” de ações judiciais.</p>
<p>As empresas que se sentem prejudicadas com o atual critério da ANTT, como fez a Auto Viação Progresso, vão processar a agência.</p>
<p>Mas as empresas que foram prejudicadas numa eventual anulação da janela, mesmo que parcial, vão processar a ANTT.</p>
<p><strong>O QUE SÃO JANELAS E QUANTAS SÃO:</strong></p>
<p>As chamadas &#8216;janelas de entrada&#8217; são períodos predefinidos pela agência durante os quais empresas de transporte rodoviário interestadual e internacional de passageiros podem apresentar requerimentos para obter novas autorizações de linhas ou para a ampliação de serviços já existentes. Fora dessas janelas, o sistema regulatório é, em regra, fechado para novos pedidos.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>0</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/08/10/exclusivo-antt-diz-ao-stf-que-sistema-da-janela-de-onibus-e-seguro-auditavel-e-foi-aprimorado-e-pede-revogacao-da-liminar-que-suspendeu-novos-mercados/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=528420</guid>
  </item>
  <item>
    <title>TrensRJ altera operação desta terça-feira (11) para jogo entre Fluminense e Independiente Rivadavia no Maracanã</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/08/10/trensrj-altera-operacao-desta-terca-feira-11-para-jogo-entre-fluminense-e-independiente-rivadavia-no-maracana/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/08/10/trensrj-altera-operacao-desta-terca-feira-11-para-jogo-entre-fluminense-e-independiente-rivadavia-no-maracana/#comments</comments>
    <pubDate>Mon, 10 Aug 2026 23:00:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Partida está prevista para às 19h; concessionária terá trens extras em circulação VINÍCIUS DE OLIVEIRA Em razão da partida entre Fluminense e Independiente Rivadavia nesta terça-feira, 11 de agosto, às 19h, no Estádio do Maracanã, a TrensRJ preparou uma operação especial para atender aos torcedores que irão acompanhar o jogo. A programação reforça a oferta [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="682" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2023/08/supervia-trem-e1691879565614.jpg?fit=1024%2C682&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><em>Partida está prevista para às 19h; concessionária terá trens extras em circulação</em></p>
<p><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>
<p>Em razão da partida entre Fluminense e Independiente Rivadavia nesta terça-feira, 11 de agosto, às 19h, no Estádio do Maracanã, a TrensRJ preparou uma operação especial para atender aos torcedores que irão acompanhar o jogo.</p>
<p>A programação reforça a oferta de viagens extras após o fim do jogo para garantir mais comodidade no retorno para casa.</p>
<p><strong>Viagem de ida</strong></p>
<p>Com destino à Central do Brasil, serão disponibilizados trens da grade regular.</p>
<p><strong>Retorno após o jogo</strong></p>
<p>Após o encerramento da partida, além da programação regular de viagens, a TrensRJ oferecerá dois trens extras:</p>
<ul>
<li>1 trem para Santa Cruz;</li>
<li>1 trem para Japeri (expresso).</li>
</ul>
<p>As viagens extras partirão da estação do Maracanã logo após o evento, contribuindo para maior fluidez no embarque dos torcedores.</p>
<p><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>0</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/08/10/trensrj-altera-operacao-desta-terca-feira-11-para-jogo-entre-fluminense-e-independiente-rivadavia-no-maracana/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=528323</guid>
  </item>
  <item>
    <title>VÍDEO DO EXATO MOMENTO: Ônibus elétrico da Sambaíba perde controle e atinge imóvel na Zona Norte de São Paulo (SP)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/08/10/video-do-exato-momento-onibus-eletrico-da-sambaiba-perde-controle-e-atinge-imovel-na-zona-norte-de-sao-paulo-sp/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/08/10/video-do-exato-momento-onibus-eletrico-da-sambaiba-perde-controle-e-atinge-imovel-na-zona-norte-de-sao-paulo-sp/#comments</comments>
    <pubDate>Mon, 10 Aug 2026 22:23:13 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[SPTrans]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Coletivo atende a linha municipal 1760/10 Cohab Antártica &#8211; Shopping Center Norte VINÍCIUS DE OLIVEIRA Nesta segunda-feira, 10 de agosto, um ônibus elétrico da empresa Sambaíba colidiu contra um imóvel na Vila Nova Cachoeirinha, na Zona Norte de São Paulo (SP). Imagens registradas por passageiros na Rua Vinte e Oito de Janeiro mostram o veículo [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="684" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/untitled-design-5.jpg?fit=1024%2C684&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/untitled-design-5.jpg?w=1170&amp;ssl=1 1170w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/untitled-design-5.jpg?resize=300%2C201&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/untitled-design-5.jpg?resize=1024%2C684&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/untitled-design-5.jpg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/untitled-design-5.jpg?resize=768%2C513&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/untitled-design-5.jpg?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Coletivo atende a linha municipal 1760/10 Cohab Antártica &#8211; Shopping Center Norte</em></p>
<p><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>
<p><strong><em><div style="width: 640px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-528406-2" width="640" height="360" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/copy_3402f892-dd6c-4cd7-8dd3-812516acf923.mp4?_=2" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/copy_3402f892-dd6c-4cd7-8dd3-812516acf923.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/copy_3402f892-dd6c-4cd7-8dd3-812516acf923.mp4</a></video></div></em></strong></p>
<p>Nesta segunda-feira, 10 de agosto, um ônibus elétrico da empresa Sambaíba colidiu contra um imóvel na Vila Nova Cachoeirinha, na Zona Norte de São Paulo (SP).</p>
<p>Imagens registradas por passageiros na Rua Vinte e Oito de Janeiro mostram o veículo sem controle descendo a via de ré até atingir uma residência; não há informações de feridos.</p>
<p>Em nota ao <strong>Diário do Transporte</strong>, a SPTrans (São Paulo Transporte) comunicou que a ocorrência envolveu um coletivo da linha 1760/10 Cohab Antártica &#8211; Shopping Center Norte.</p>
<p><em>&#8220;A Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Transporte (SMT) e a SPTrans informam que a ocorrência foi por volta das 6h30, na Rua Vinte e Oito de Janeiro, sentido Centro, na Vila Nova Cachoeirinha, envolvendo um ônibus da Sambaíba, que operava pela linha 1760/10 Cohab Antártica &#8211; Shop. Center Norte.&#8221;</em></p>
<p><em><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/untitled-design-1-3.jpg?resize=720%2C1280&#038;ssl=1" class="size-full wp-image-528412" width="720" height="1280" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/untitled-design-1-3.jpg?w=720&amp;ssl=1 720w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/untitled-design-1-3.jpg?resize=169%2C300&amp;ssl=1 169w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/untitled-design-1-3.jpg?resize=576%2C1024&amp;ssl=1 576w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/untitled-design-1-3.jpg?resize=84%2C150&amp;ssl=1 84w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/untitled-design-1-3.jpg?resize=400%2C711&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/untitled-design-1-3.jpg?resize=150%2C267&amp;ssl=1 150w" sizes="auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px" /><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/untitled-design-2-2.jpg?resize=720%2C1280&#038;ssl=1" class="size-full wp-image-528411" width="720" height="1280" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/untitled-design-2-2.jpg?w=720&amp;ssl=1 720w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/untitled-design-2-2.jpg?resize=169%2C300&amp;ssl=1 169w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/untitled-design-2-2.jpg?resize=576%2C1024&amp;ssl=1 576w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/untitled-design-2-2.jpg?resize=84%2C150&amp;ssl=1 84w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/untitled-design-2-2.jpg?resize=400%2C711&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/untitled-design-2-2.jpg?resize=150%2C267&amp;ssl=1 150w" sizes="auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px" /></em></p>
<p><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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  <item>
    <title>Circular Luzitinha chega a 70 mil passageiros transportados em três meses de operação no Jardim Santo André (SP)</title>
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	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Mon, 10 Aug 2026 21:46:40 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metropolitano SP]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Serviço gratuito com micro-ônibus começou a funcionar em 29 de abril de 2026 e atende áreas com ruas estreitas; percurso de aproximadamente seis quilômetros faz ligação com o Terminal Vila Luzita ADAMO BAZANI O Circular Luzitinha, serviço gratuito de micro-ônibus de Santo André, no ABC Paulista, atingiu a marca de 70 mil passageiros transportados em [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="682" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/3-Circular-Luzitinha-Foto-Helber-Aggio_PSA-8.webp?fit=1024%2C682&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/3-Circular-Luzitinha-Foto-Helber-Aggio_PSA-8.webp?w=1600&amp;ssl=1 1600w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/3-Circular-Luzitinha-Foto-Helber-Aggio_PSA-8.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/3-Circular-Luzitinha-Foto-Helber-Aggio_PSA-8.webp?resize=1024%2C682&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/3-Circular-Luzitinha-Foto-Helber-Aggio_PSA-8.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/3-Circular-Luzitinha-Foto-Helber-Aggio_PSA-8.webp?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/3-Circular-Luzitinha-Foto-Helber-Aggio_PSA-8.webp?resize=1536%2C1023&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/3-Circular-Luzitinha-Foto-Helber-Aggio_PSA-8.webp?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Serviço gratuito com micro-ônibus começou a funcionar em 29 de abril de 2026 e atende áreas com ruas estreitas; percurso de aproximadamente seis quilômetros faz ligação com o Terminal Vila Luzita</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>O Circular Luzitinha, serviço gratuito de micro-ônibus de Santo André, no ABC Paulista, atingiu a marca de 70 mil passageiros transportados em pouco mais de três meses de operação.</p>
<p>O balanço foi divulgado pela Prefeitura de Santo André neste sábado, 08 de agosto de 2026.</p>
<p>O serviço começou a operar em 29 de abril e atende comunidades do Jardim Santo André onde, segundo a administração municipal, ônibus convencionais enfrentam limitações de circulação devido às características das vias, incluindo ruas estreitas e vielas.</p>
<p>A ligação permite o deslocamento dos moradores até o Terminal Vila Luzita, onde é possível acessar outras linhas municipais de ônibus.</p>
<p>De acordo com a prefeitura, o percurso tem aproximadamente seis quilômetros e nove pontos de parada. Sete estão localizados dentro das comunidades do Jardim Santo André.</p>
<p>O prefeito de Santo André, Gilvan Ferreira, afirmou que o número de passageiros registrado nos primeiros meses demonstra a demanda pelo serviço.</p>
<p>“Alcançar esta marca mostra que o Luzitinha nasceu para atender uma necessidade real da população. Esse é um projeto que leva dignidade, inclusão e mobilidade para moradores que, durante muitos anos, ficaram sem acesso ao transporte público por viverem em ruas estreitas e comunidades de difícil acesso. Quando aproximamos as pessoas dos serviços, do comércio, do trabalho e das oportunidades, estamos transformando vidas. O sucesso do Luzitinha reforça que investir em soluções inovadoras e voltadas para quem mais precisa é o caminho para construir uma Santo André cada vez mais humana e eficiente”, disse.</p>
<p>O secretário de Mobilidade Urbana de Santo André, Almir Cicote, informou que a prefeitura acompanha o funcionamento da linha e avalia possíveis ajustes no serviço.</p>
<p>“O Circular Luzitinha já faz parte da rotina de milhares de famílias e seguimos em um processo permanente de avaliação e melhorias para tornar o serviço cada vez mais eficiente. Estamos acompanhando a operação de perto, ouvindo os moradores e buscando otimizar o percurso, os horários e a qualidade do atendimento, porque sabemos o quanto essa linha é fundamental para a mobilidade e para o dia a dia de quem vive na região”, afirmou.</p>
<p><strong>ITINERÁRIO E HORÁRIOS</strong></p>
<p>O itinerário inclui a Avenida Capitão Mário Toledo de Camargo, Estrada do Pedroso, Rua Renascer, Rua da Conquista e Rua dos Missionários.</p>
<p>Segundo a prefeitura, o Circular Luzitinha funciona de segunda-feira a sábado, das 5h às 22h.</p>
<p>Aos domingos e feriados, a operação ocorre das 7h às 15h.</p>
<p>O transporte é oferecido sem cobrança de tarifa aos passageiros.</p>
<p>Como noticiou o Diário do Transporte em primeira mão, o levantamento independente realizado pelo Instituto Paraná Pesquisas, em dezembro de 2025, mostrou que a linha é a que recebeu melhor avaliação entre os sistemas de todo o Brasil, com 91% de aprovação.</p>
<p>Relembre:</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="tc8fL3K9Nk"><p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/04/25/em-primeira-mao-santo-andre-sp-tera-tarifa-zero-em-nova-linha-circular-luzitinha-em-iniciativa-da-gestao-gilvan-ferreira-veja-itinerario/">EM PRIMEIRA-MÃO: Santo André (SP) terá tarifa-zero em nova linha “Circular Luzitinha” em iniciativa da gestão Gilvan Ferreira – VEJA ITINERÁRIO</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="“EM PRIMEIRA-MÃO: Santo André (SP) terá tarifa-zero em nova linha “Circular Luzitinha” em iniciativa da gestão Gilvan Ferreira – VEJA ITINERÁRIO” — Diário do Transporte" src="https://diariodotransporte.com.br/2026/04/25/em-primeira-mao-santo-andre-sp-tera-tarifa-zero-em-nova-linha-circular-luzitinha-em-iniciativa-da-gestao-gilvan-ferreira-veja-itinerario/embed/#?secret=eAGyLA0TiK#?secret=tc8fL3K9Nk" data-secret="tc8fL3K9Nk" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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  </item>
  <item>
    <title>Parceria entre Guanabara Diesel e Instituto JCA e promove formação profissional gratuita para jovens do Rio de Janeiro</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/08/10/parceria-entre-guanabara-diesel-e-instituto-jca-e-promove-formacao-profissional-gratuita-para-jovens-do-rio-de-janeiro/</link>
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    <pubDate>Mon, 10 Aug 2026 21:30:37 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Iniciativa oferece 30 vagas com benefícios e oportunidades de efetivação VINÍCIUS DE OLIVEIRA Jovens moradores da região da Maré, Ramos e adjacências agora têm a oportunidade de fazer uma formação profissional gratuita oferecida pela Guanabara Diesel, empresa do Grupo Guanabara e pelo Instituto Jelson da Costa Antunes (IJCA). Para além do âmbito educacional, a 3ª [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="682" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/292b7147-e722-41e9-8ec8-cdff8da886ff.jpg?fit=1024%2C682&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/292b7147-e722-41e9-8ec8-cdff8da886ff.jpg?w=2000&amp;ssl=1 2000w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/292b7147-e722-41e9-8ec8-cdff8da886ff.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/292b7147-e722-41e9-8ec8-cdff8da886ff.jpg?resize=1024%2C682&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/292b7147-e722-41e9-8ec8-cdff8da886ff.jpg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/292b7147-e722-41e9-8ec8-cdff8da886ff.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/292b7147-e722-41e9-8ec8-cdff8da886ff.jpg?resize=1536%2C1024&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/292b7147-e722-41e9-8ec8-cdff8da886ff.jpg?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Iniciativa oferece 30 vagas com benefícios e oportunidades de efetivação</em></p>
<p><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Jovens moradores da região da Maré, Ramos e adjacências agora têm a oportunidade de fazer uma formação profissional gratuita oferecida pela Guanabara Diesel, empresa do Grupo Guanabara e pelo Instituto Jelson da Costa Antunes (IJCA). Para além do âmbito educacional, a 3ª edição do programa Jovens do Futuro também disponibiliza vale-transporte, alimentação, acompanhamento socioeducativo e outros benefícios.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao todo serão oferecidas 30 vagas, sendo 25 para o curso de Auxiliar de Mecânica a Diesel e Elétrica Veicular e cinco vagas para o curso de Auxiliar Administrativo. O objetivo das empresas é proporcionar uma experiência que não se limita a uma formação técnica, mas que também apoia a formação cidadã e promove um verdadeiro impacto socioeconômico na região, com apoio da ASBEPE (Associação Beneficente Projeto Elikya), que atua diretamente na mobilização territorial e no suporte ao processo de inscrições. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8220;Minha visão era um pouco embaçada. Tinha vontade de fazer muita coisa, mas não tive muita oportunidade. A ajuda que recebi no projeto foi essencial para eu poder pegar mais confiança em mim mesmo e dar um futuro melhor para os meus filhos, uma coisa que eu não tive antes.”, relatou Antonio Carlos de Araújo, participante da turma anterior do projeto que foi contratado pelo Grupo Guanabara. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com início previsto para setembro, a formação terá duração de seis meses e os pré-requisitos são diferentes para cada um dos cursos. Para Auxiliar de Mecânica, o candidato pode ser de ambos os sexos, ter entre 18 a 29 anos e estar cursando ou ter terminado o 1º ano do ensino médio em escola pública. Já as vagas para formação em Auxiliar Administrativo são exclusivas para mulheres de 18 a 22 anos, que estejam cursando ou tenham finalizado o 3º ano do ensino médio em escola pública. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;Unir a experiência pedagógica de mais de duas décadas do Instituto ao protagonismo técnico e de mercado da Guanabara Diesel potencializa a transformação social e abre caminhos concretos para o mercado de trabalho. As duas últimas edições foram super positivas”, concluiu a diretora-executiva do Instituto JCA, Maysa Gil.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As inscrições já estão abertas e poderão ser realizadas até o dia 17 de agosto de 2026 pelo formulário disponível no site </span><span style="font-weight: 400;"><a href="http://www.ijca.org.br/">www.ijca.org.br</a></span><span style="font-weight: 400;"> ou presencialmente na sede da ASBEPE (Rua Siriema, nº 34 – Ramos, Rio de Janeiro). O agendamento deve ser feito em horário comercial pelo WhatsApp: (21) 97531-7991.</span></p>
<p><b>SERVIÇO</b></p>
<p><b>Período de Inscrição:</b><span style="font-weight: 400;"> 15/07/2026 a 17/08/2026 </span></p>
<p><b>Como se inscrever:</b></p>
<p><b>Online:</b><span style="font-weight: 400;"> Pelo formulário disponível no site </span><span style="font-weight: 400;"><a href="http://www.ijca.org.br/">www.ijca.org.br</a></span><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<p><b>Presencial (com agendamento obrigatório de 15/07 a 14/08):</b><span style="font-weight: 400;"> Na sede da ASBEPE (Rua Siriema, nº 34 – Ramos, Rio de Janeiro). O agendamento deve ser feito em horário comercial pelo WhatsApp: (21) 97531-7991. </span></p>
<p><b>Contatos para dúvidas:</b><span style="font-weight: 400;"> E-mail: </span><span style="font-weight: 400;"><a href="mailto:inscricoesoficinadoensino@gmail.com">inscricoesoficinadoensino@gmail.com</a></span><span style="font-weight: 400;"> ou WhatsApp: (21) 97108-0952.</span></p>
<p><b>Processo Seletivo:</b><span style="font-weight: 400;"> O processo seletivo consiste em três etapas: inscrição com envio de documentação (RG), análise socioeconômica dos pré-requisitos especificados no edital e uma entrevista presencial, que avaliará a motivação e a disponibilidade dos candidatos. A divulgação do resultado será no dia 3 de setembro, com o início das aulas previsto para o dia 9 de setembro de 2026. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além da gratuidade das aulas, os participantes selecionados receberão material didático, uniforme, lanche durante as aulas presenciais, um cartão alimentação, acompanhamento socioeducativo especializado e o transporte já mencionado.</span></p>
<p><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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  </item>
  <item>
    <title>Plataforma de Trilhos da Motiva amplia Receita Líquida em 4,1% no primeiro semestre de 2026</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/08/10/plataforma-de-trilhos-da-motiva-amplia-receita-liquida-em-41-no-primeiro-semestre-de-2026/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Mon, 10 Aug 2026 21:00:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Grupo transportou mais de 377 milhões de clientes no primeiro semestre, enquanto o EBITDA Ajustado cresceu 10,9% VINÍCIUS DE OLIVEIRA A Plataforma de Trilhos da Motiva registrou evolução dos principais indicadores operacionais e financeiros no primeiro semestre de 2026. Na comparação com o mesmo período de 2025, a Receita Líquida sem Construção avançou de R$ [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="886" height="591" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/unnamed-2.png?fit=886%2C591&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/unnamed-2.png?w=886&amp;ssl=1 886w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/unnamed-2.png?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/unnamed-2.png?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/unnamed-2.png?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/unnamed-2.png?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 886px) 100vw, 886px" /> <p><i>Grupo transportou mais de 377 milhões de clientes no primeiro semestre, enquanto o EBITDA Ajustado cresceu 10,9%</i></p>
<p><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>
<p>A Plataforma de Trilhos da Motiva registrou evolução dos principais indicadores operacionais e financeiros no primeiro semestre de 2026. Na comparação com o mesmo período de 2025, a Receita Líquida sem Construção avançou de R$ 1,999 bilhão para R$ 2,081 bilhões, crescimento de 4,1%, enquanto o EBITDA Ajustado passou de R$ 1,158 bilhão para R$ 1,284 bilhão, alta de 10,9%, refletindo a evolução operacional e a capacidade de geração de resultados dos negócios.</p>
<p>O desempenho reflete a consolidação das iniciativas voltadas ao aumento da eficiência operacional, à otimização da gestão e à melhoria contínua das operações. No primeiro semestre, as concessionárias da Plataforma de Trilhos — Linha 4-Amarela, Linha 5-Lilás, ViaMobilidade Linhas 8 e 9, Metrô Bahia e VLT Carioca — transportaram 377,3 milhões de clientes, crescimento de 2,5% em relação ao mesmo período do ano anterior.</p>
<p>Os resultados reforçam a estratégia da Motiva de fortalecer sua plataforma de mobilidade urbana por meio de investimentos contínuos, disciplina na gestão e foco na excelência operacional, ampliando a eficiência dos ativos e a qualidade dos serviços prestados aos clientes.</p>
<p><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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  </item>
  <item>
    <title>Case de Sucesso &#8211; Pantanal Serviços reduz em cerca de 50% o tempo de geração de relatórios com o eXploreAI</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/08/10/case-de-sucesso-pantanal-servicos-reduz-em-cerca-de-50-o-tempo-de-geracao-de-relatorios-com-o-exploreai/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Mon, 10 Aug 2026 20:13:40 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Plataforma centraliza informações de manutenção, amplia a capacidade de análise da frota e passa a apoiar reuniões gerenciais, identificação de falhas e acompanhamento de indicadores VINÍCIUS DE OLIVEIRA A gestão de uma frota de mais de 200 veículos exige mais do que acompanhar ordens de serviço e históricos de manutenção. Para transformar informações operacionais em [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="576" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/47a7eeb2-720c-4201-9c2b-d084374f1c08.jpg?fit=1024%2C576&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/47a7eeb2-720c-4201-9c2b-d084374f1c08.jpg?w=1600&amp;ssl=1 1600w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/47a7eeb2-720c-4201-9c2b-d084374f1c08.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/47a7eeb2-720c-4201-9c2b-d084374f1c08.jpg?resize=1024%2C576&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/47a7eeb2-720c-4201-9c2b-d084374f1c08.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/47a7eeb2-720c-4201-9c2b-d084374f1c08.jpg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/47a7eeb2-720c-4201-9c2b-d084374f1c08.jpg?resize=1536%2C864&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/47a7eeb2-720c-4201-9c2b-d084374f1c08.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Plataforma centraliza informações de manutenção, amplia a capacidade de análise da frota e passa a apoiar reuniões gerenciais, identificação de falhas e acompanhamento de indicadores</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A gestão de uma frota de mais de 200 veículos exige mais do que acompanhar ordens de serviço e históricos de manutenção. Para transformar informações operacionais em decisões, é necessário reunir dados de diferentes áreas, identificar padrões, acompanhar indicadores e agir antes que problemas recorrentes comprometam a operação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É nesse contexto que a Pantanal Serviços, responsável pela gestão das operações da Rápido Cuiabá e Pantanal, passou a utilizar o eXploreAI na gestão de manutenção de sua frota. Com uma equipe de 113 profissionais dedicada à manutenção, a empresa encontrou na plataforma uma forma de centralizar informações e tornar mais ágil a análise dos dados utilizados no dia a dia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após aproximadamente um ano de utilização, a equipe relata ganhos de produtividade, maior clareza na leitura dos indicadores e uma mudança na forma como as informações são utilizadas para orientar decisões operacionais e gerenciais.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O desafio</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Antes da utilização do eXploreAI, a tomada de decisão dependia da consolidação de relatórios provenientes de diferentes setores. Para obter uma visão mais completa sobre os veículos, era necessário reunir informações de manutenção, estoque, abastecimento e outros registros, tornando o processo mais trabalhoso e dependente de análises manuais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse cenário também dificultava o acompanhamento de reincidências de falhas. A identificação desses padrões exigia a mineração manual de dados e, segundo o relato da equipe, demandava inclusive uma pessoa dedicada a esse trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A necessidade não era apenas ter mais informações, mas conseguir acessá-las de maneira organizada e transformá-las em indicadores capazes de apoiar a gestão da manutenção.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Da informação dispersa à gestão centralizada</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a implementação do eXploreAI, diferentes informações passaram a estar disponíveis em uma mesma plataforma. O histórico dos veículos, os dados de estoque e abastecimento, as ordens de serviço e os indicadores de manutenção passaram a ser consultados de maneira mais integrada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na rotina da equipe, essa centralização trouxe maior agilidade para a elaboração de análises e para a preparação das reuniões gerenciais. Segundo o relato apresentado durante a avaliação da solução, os encontros mensais passaram a contar com informações atualizadas até o dia anterior, reduzindo a necessidade de uma preparação manual extensa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A plataforma também passou a ser utilizada para acompanhar planos de revisão, gestão de pneus por quilometragem, ordens de serviço e análises preditivas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais do que disponibilizar os dados, a solução passou a permitir que a equipe identificasse relações entre diferentes indicadores. Na análise do rendimento dos veículos, por exemplo, os dados podem ajudar a diferenciar um problema mecânico de uma questão relacionada à condução.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando um resultado negativo persiste, a equipe consegue cruzar as informações dos planos de revisão e das ordens de serviço para investigar a origem do problema e, quando necessário, direcionar a análise para a área de tráfego.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Cerca de 50% menos tempo na geração de relatórios</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos principais ganhos relatados pela equipe está relacionado à produtividade na elaboração de relatórios.<br />Embora a empresa ressalte que é difícil mensurar o impacto exato em horas, a estimativa apresentada é de uma redução de aproximadamente 50% ou mais no tempo necessário para gerar determinados relatórios, como os relacionados aos custos dos veículos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ganho está diretamente relacionado à centralização das informações. Em vez de reunir dados de diferentes fontes para posteriormente consolidá-los, a equipe passou a acessar as informações em um ambiente único, tornando o processo de análise mais rápido e claro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O resultado também repercute na gestão. Com informações mais acessíveis, a diretoria passa a receber relatórios com maior agilidade e confiabilidade, enquanto a equipe de manutenção consegue dedicar mais atenção à análise dos problemas e à definição das ações necessárias.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Alertas ajudam a antecipar problemas</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro recurso incorporado à rotina são os alertas automáticos e as análises preditivas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o relato da equipe, esses recursos ajudam a identificar situações que poderiam passar despercebidas em uma inspeção exclusivamente manual, como consumo excessivo ou indícios de falhas mecânicas. Entre os exemplos citados estão filtros danificados, problemas em baterias e veículos que demandavam intervenção antes que uma falha provocasse a parada durante a operação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A utilização dessas informações também contribuiu para o acompanhamento de reincidências. Com uma visualização mais clara dos defeitos registrados, a equipe consegue identificar padrões e concentrar esforços na investigação e resolução das causas dos problemas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Dados mais confiáveis para decisões gerenciais</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A implantação também teve impacto sobre a qualidade das informações utilizadas pela empresa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As integrações com sistemas de telemetria e ITS não apresentaram grandes dificuldades, segundo Kelly Amorim.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante o processo, porém, a análise dos dados permitiu identificar inconsistências nas informações de origem e promover ajustes, como a necessidade de diferenciar ordens de serviço mecânicas e elétricas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse processo contribuiu para melhorar a qualidade da base de dados e, consequentemente, a confiabilidade dos indicadores utilizados pela gestão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A aplicação dos dados também passou a fazer parte do ciclo PDCA — Plan, Do, Check, Act — utilizado pela equipe para acompanhar resultados, identificar desvios e direcionar ações de melhoria.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora não exista, até o momento, um percentual consolidado de redução de custos atribuído à solução, a equipe observa que a redução de reincidências de falhas pode contribuir para diminuir despesas de manutenção. A análise dos indicadores permite identificar onde estão os excessos e buscar maior equilíbrio em relação às metas estabelecidas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Tecnologia incorporada à rotina da equipe</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A adoção da plataforma não ficou restrita à área responsável pela gestão dos indicadores. A implementação envolveu também a apresentação da ferramenta e o treinamento de mecânicos e encarregados para a leitura dos dados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo João Teixeira, o contato dos profissionais de manutenção com os indicadores ajudou a ampliar o engajamento. Relatórios gerados pela plataforma passaram a ser utilizados inclusive como material de orientação para os mecânicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A percepção sobre a precisão das previsões também contribuiu para a aceitação da ferramenta no ambiente operacional, especialmente quando os alertas apontaram problemas que poderiam exigir intervenção antes de provocar uma falha durante a operação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse processo demonstra que a adoção da tecnologia não se limita à disponibilização de uma nova ferramenta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela passa também pela incorporação dos dados à rotina das equipes e pela utilização das informações para orientar decisões práticas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Um novo patamar de agilidade na gestão da manutenção</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Depois de aproximadamente um ano de utilização, o principal impacto percebido pela equipe está na combinação entre agilidade, precisão e disponibilidade das informações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A centralização dos dados reduziu o esforço necessário para produzir análises, enquanto os indicadores passaram a apoiar reuniões gerenciais e decisões relacionadas à manutenção. Ao mesmo tempo, recursos como alertas preditivos e acompanhamento de reincidências ampliaram a capacidade de identificar problemas e direcionar ações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a equipe, a clareza das informações e a facilidade de geração de indicadores estão entre os principais valores percebidos na solução.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Para nós, o eXploreAI trouxe uma previsibilidade e uma agilidade que não tínhamos no modelo anterior. Conseguimos agir preventivamente antes que a falha aconteça, transformando dados brutos em inteligência pura para a operação&#8221;, destaca Kelly Amorim.</p>



<p class="wp-block-paragraph">João Teixeira complementa ressaltando o ganho prático no dia a dia da equipe: &#8220;A plataforma não apenas reduziu pela metade o tempo gasto com relatórios, mas mudou a nossa cultura interna. Hoje, do mecânico na oficina à diretoria, todos trabalham alinhados com indicadores precisos e em tempo real.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Próximos passos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A evolução da utilização do eXploreAI deve avançar para a gestão orçamentária.<br />Atualmente, o processo depende de planilhas externas e da alimentação manual de dados pelos gestores. A próxima etapa prevê o desenvolvimento do controle orçamentário dentro da própria plataforma, com o objetivo de centralizar essas informações e reduzir a dependência de processos manuais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A iniciativa ainda está em desenvolvimento e, portanto, representa uma próxima etapa da parceria, e não um resultado já alcançado.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Gestão orientada por dados</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A experiência da Pantanal Serviços mostra como a centralização de informações pode modificar a rotina de uma operação de manutenção de grande porte. Ao reunir dados que antes precisavam ser consolidados manualmente, o eXploreAI passou a apoiar desde a elaboração de relatórios até a identificação de reincidências, o acompanhamento de indicadores e as reuniões gerenciais.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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  <item>
    <title>MP arquiva investigação sobre modelo de locação de 400 ônibus elétricos de São José dos Campos e não aponta irregularidades</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/08/10/mp-arquiva-investigacao-sobre-modelo-de-locacao-de-400-onibus-eletricos-de-sao-jose-dos-campos-e-nao-aponta-irregularidades/</link>
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    <pubDate>Mon, 10 Aug 2026 19:26:20 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Eletromobilidade]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Contratação de R$ 2,7 bilhões por 15 anos separa fornecimento da frota da operação dos ônibus; modelo pode ser uma das alternativas para enfrentar o custo inicial da eletrificação dos sistemas de transporte ADAMO BAZANI O Ministério Público do Estado de São Paulo arquivou o inquérito civil aberto para investigar possíveis irregularidades na contratação e [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="960" height="570" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-10-at-16.21.50.jpeg?fit=960%2C570&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-10-at-16.21.50.jpeg?w=960&amp;ssl=1 960w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-10-at-16.21.50.jpeg?resize=300%2C178&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-10-at-16.21.50.jpeg?resize=150%2C89&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-10-at-16.21.50.jpeg?resize=768%2C456&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-10-at-16.21.50.jpeg?resize=400%2C238&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" /> <p><em>Contratação de R$ 2,7 bilhões por 15 anos separa fornecimento da frota da operação dos ônibus; modelo pode ser uma das alternativas para enfrentar o custo inicial da eletrificação dos sistemas de transporte</em></p>
<p><strong>ADAMO BAZANI</strong></p>
<p>O Ministério Público do Estado de São Paulo arquivou o inquérito civil aberto para investigar possíveis irregularidades na contratação e implantação dos ônibus elétricos do transporte público de São José dos Campos, no Vale do Paraíba.</p>
<p>A apuração envolvia o modelo adotado pelo município, no qual a Urbam (Urbanizadora Municipal) aluga 400 ônibus elétricos, enquanto a operação dos veículos é separada do fornecimento da frota.</p>
<p>Segundo comunicado da Prefeitura de São José dos Campos, divulgado nesta segunda-feira, 10 de agosto de 2026, após analisar processos administrativos, contratos, documentos apresentados pela administração municipal e pela Urbam e informações disponibilizadas nos canais de transparência, o Ministério Público não encontrou elementos que comprovassem direcionamento da licitação, favorecimento, superfaturamento, prejuízo aos cofres públicos, improbidade administrativa ou outra ilegalidade.</p>
<p>O arquivamento ganha relevância também pelo histórico da contratação. Como mostrou o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, em março de 2025, durante a tramitação de ação popular que questionava a licitação, o Ministério Público havia se manifestado favoravelmente à suspensão do processo para que fossem aprofundadas questões relacionadas, entre outros pontos, à capacidade operacional da Green Energy S.A., vencedora da concorrência.</p>
<p>Naquele momento, a promotoria considerava necessária uma análise mais aprofundada diante das características da empresa e do valor da contratação.</p>
<p>Posteriormente, a Justiça negou a liminar que pretendia suspender a licitação. A juíza Laís Helena de Carvalho Scamilla Jardim, da 2ª Vara da Fazenda Pública de São José dos Campos, entendeu que não haviam sido apresentadas provas concretas de prejuízo ao erário que justificassem a paralisação. A decisão considerou também a existência de estudos que embasaram a modelagem e a implantação gradual da infraestrutura de recarga.</p>
<p>A ação popular posteriormente foi julgada improcedente. Na sentença, a Justiça concluiu que não ficou comprovada lesividade ao patrimônio público.</p>
<p><strong>LOCAÇÃO SEPARA PROPRIEDADE DOS ÔNIBUS DA OPERAÇÃO</strong></p>
<p>O modelo de São José dos Campos difere da estrutura tradicional predominante no transporte coletivo brasileiro, na qual a própria concessionária ou permissionária normalmente compra os ônibus e realiza a operação.</p>
<p>No projeto joseense, a Urbam contratou a locação de 400 ônibus elétricos sem motoristas. O Contrato nº 033/2025 prevê também as manutenções preventivas dos veículos. A documentação oficial do município registra que a contratação é resultado da Licitação Presencial nº 002/2024.</p>
<p>O contrato com a Green Energy S.A. foi assinado em 7 de março de 2025. A proposta vencedora foi de R$ 2,718 bilhões para o período de 15 anos, 8,5% abaixo do valor de referência de R$ 2,967 bilhões.</p>
<p>A frota prevista é formada por 164 ônibus básicos, 212 padron e 24 articulados. Documentação técnica da Prefeitura prevê que os elétricos substituam gradualmente cerca de 380 ônibus a combustão utilizados nas linhas municipais.</p>
<p>Durante a fase de transição, os veículos locados pela Urbam são disponibilizados às atuais concessionárias por meio de comodato.</p>
<p>Segundo a Prefeitura, os aditivos de comodato estabelecem as condições para utilização dos veículos pelas operadoras. O município mantém em sua página oficial de acompanhamento do projeto os documentos referentes ao fornecimento da frota e aos aditivos de comodato celebrados com as concessionárias.</p>
<p>De acordo com o comunicado municipal sobre o arquivamento do inquérito, o Ministério Público analisou essa estrutura e considerou que os contratos estabelecem formalmente responsabilidades relacionadas à operação, manutenção, fiscalização, seguros e posterior devolução dos ônibus.</p>
<p><strong>MODELO PODE SER ALTERNATIVA PARA ELETRIFICAÇÃO</strong></p>
<p>A separação entre propriedade da frota e operação dos ônibus não é apenas uma característica do projeto de São José dos Campos. Estudos sobre eletromobilidade apontam modelos de locação e outros arranjos financeiros como alternativas possíveis para a introdução de ônibus elétricos.</p>
<p>Isso ocorre porque uma das principais barreiras à eletrificação é o investimento inicial dos veículos, que é superior ao dos ônibus convencionais a diesel.</p>
<p>O WRI Brasil, em trabalho sobre modelos de negócio para eletromobilidade, aponta que os custos de capital mais elevados dos elétricos têm levado cidades a desenvolver novos arranjos para aquisição e operação das frotas. Entre as possibilidades analisadas estão justamente a compra e o aluguel dos veículos. A entidade ressalta, entretanto, que não existe um único modelo adequado a todas as cidades: a estrutura precisa considerar as condições financeiras, contratuais e operacionais de cada sistema.</p>
<p>Na prática, a separação pode permitir que o operador de transporte deixe de assumir sozinho o investimento inicial da compra dos ônibus.</p>
<p>Por outro lado, a locação não elimina os custos da eletrificação. Os pagamentos passam a ocorrer ao longo do contrato, e a modelagem precisa considerar fatores como preço da locação, financiamento, manutenção, baterias, infraestrutura de recarga, energia, disponibilidade dos veículos, riscos tecnológicos e duração contratual.</p>
<p>Assim, não é possível afirmar de forma geral que alugar seja necessariamente mais barato que comprar. A vantagem econômica depende da modelagem e das condições de cada contratação.</p>
<p>No caso de São José dos Campos, a separação é ainda maior porque a administração estruturou diferentes responsabilidades para frota, infraestrutura e operação.</p>
<p>A licitação dos 400 veículos abrange somente a locação dos ônibus. A infraestrutura de carregamento é objeto de contratação própria, enquanto a operação do transporte coletivo integra outra frente da reorganização do sistema. A Prefeitura informa que a Urbam também exerce funções relacionadas à gestão do contrato da frota.</p>
<p>Como mostrou o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, os primeiros veículos do contrato começaram a ser entregues em 2025. Na ocasião, a reportagem explicou que a estratégia municipal dividia a implantação entre fornecimento dos ônibus, gestão financeira e operação.</p>
<p><strong>CONTRATO PASSOU POR QUESTIONAMENTOS</strong></p>
<p>A contratação dos 400 ônibus elétricos teve diferentes etapas e questionamentos antes da assinatura.</p>
<p>Documentação oficial da Prefeitura registra tentativas anteriores de licitação desde 2022, algumas suspensas judicialmente ou pelo Tribunal de Contas do Estado de São Paulo, além de certames revogados ou fracassados. A Licitação Presencial nº 002/2024, aberta em janeiro de 2025, resultou finalmente no Contrato nº 033/2025.</p>
<p>A Green Energy foi a única participante da licitação concluída em 2025.</p>
<p>Como noticiou à época o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, questionamentos apresentados judicialmente envolveram a competitividade do processo, a experiência da empresa, a economicidade da locação em comparação com a compra e a infraestrutura necessária para recarga dos ônibus.</p>
<p>A ação popular que questionava a contratação foi julgada improcedente. A sentença concluiu que não havia comprovação de lesão ao patrimônio público e considerou que divergências sobre os critérios técnicos e econômicos adotados pela administração, sem demonstração de ilegalidade ou lesividade, não seriam suficientes para invalidar a contratação.</p>
<p>Agora, segundo a Prefeitura, também não houve identificação pelo Ministério Público de elementos que justificassem a continuidade do inquérito civil.</p>
<p>Com isso, o MP determinou o arquivamento da investigação e da notícia de fato relacionada ao caso.</p>
<p>O encerramento da apuração não significa que a locação seja, por si só, o modelo indicado para todos os sistemas de transporte. O caso de São José dos Campos, entretanto, acrescenta uma experiência brasileira à discussão sobre formas de financiar a eletrificação sem exigir que a empresa responsável pela operação seja necessariamente a proprietária dos ônibus.</p>
<p>Os ônibus foram contratados numa sexta tentativa de licitação.</p>
<p>Na quinta vez, a empresa Logitec Gerenciamento de Projetos e Serviços Ltda, também a única interessada na ocasião, propôs R$ 3.938 bilhões, acima dos R$ 2.921 bilhões estabelecidos.</p>
<p>Durante a negociação, a empresa reduziu o valor em 1%, mas o lance seguiu acima do previsto no edital. Em uma nova rodada, a empresa afirmou que não seria possível reduzir o valor apresentado na proposta. Com isso, a Urbanizadora Municipal (Urbam), responsável pelo edital, considerou a licitação fracassada.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2024/07/15/licitacao-para-aluguel-de-400-onibus-para-sao-jose-dos-campos-sp-fracassa-pela-quinta-vez/">https://diariodotransporte.com.br/2024/07/15/licitacao-para-aluguel-de-400-onibus-para-sao-jose-dos-campos-sp-fracassa-pela-quinta-vez/</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>TIPOS DE ÔNIBUS:</strong></p>
<p>A frota de 400 ônibus será dividida da seguinte maneira:</p>
<p><strong>144 ônibus básicos com portas à direita;</strong></p>
<p>Capacidade mínima para 70 passageiros e piso baixo</p>
<p>Autonomia Mínima das Baterias: 220 km até os oito primeiros anos de uso (após 8 anos, a redução de autonomia não pode ser superior a 20%, tendo, no mínimo, de ser de 176 km)</p>
<p><strong>020 ônibus básicos com portas à direita e à esquerda;</strong></p>
<p>Capacidade mínima para 70 passageiros e piso baixo</p>
<p>Autonomia Mínima das Baterias: 220 km até os oito primeiros anos de uso (após 8 anos, a redução de autonomia não pode ser superior a 20%, tendo, no mínimo, de ser de 176 km)</p>
<p><strong>212 ônibus padrons com portas à direita;</strong></p>
<p>Capacidade mínima para 80 passageiros e piso baixo</p>
<p>Autonomia Mínima das Baterias: 210 km até os oito primeiros anos de uso (após 8 anos, a redução de autonomia não pode ser superior a 20%, tendo, no mínimo, de ser de 168 km)</p>
<p>024 ônibus articulados com portas à direita e à esquerda;</p>
<p>Capacidade mínima para 80 passageiros e piso baixo</p>
<p>Autonomia Mínima das Baterias: 200 km até os oito primeiros anos de uso (após 8 anos, a redução de autonomia não pode ser superior a 20%, tendo, no mínimo, de ser de 160 km)</p>
<p>O aluguel dos veículos será custeado pela prefeitura que, por sua vez, vai repassar a operação para empresas privadas.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-418181" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/11/f8a5e691-9b5b-4964-a835-f971ab3d4c0c-1.jpg?resize=815%2C815&#038;ssl=1" alt="" width="815" height="815" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/11/f8a5e691-9b5b-4964-a835-f971ab3d4c0c-1.jpg?w=815&amp;ssl=1 815w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/11/f8a5e691-9b5b-4964-a835-f971ab3d4c0c-1.jpg?resize=300%2C300&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/11/f8a5e691-9b5b-4964-a835-f971ab3d4c0c-1.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/11/f8a5e691-9b5b-4964-a835-f971ab3d4c0c-1.jpg?resize=768%2C768&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/11/f8a5e691-9b5b-4964-a835-f971ab3d4c0c-1.jpg?resize=400%2C400&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 815px) 100vw, 815px" /></p>
<p>Como mostrou o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, em 15 de julho de 2024, aconteceu a abertura dos envelopes da licitação, que contou com apenas uma interessada: a Logitec Gerenciamento de Projetos e Serviços Ltda.</p>
<p>A proposta feita pelo grupo foi de R$ 3.938 bilhões, acima Dos R$ 2.921 bilhões estabelecidos como valor de referência pelo edital. O montante seria pago para o fornecimento de ônibus elétricos por 15 anos.</p>
<p>Durante a negociação, a empresa reduziu o valor em 1%, mas o lance seguiu acima do previsto no edital. Em uma nova rodada, a empresa afirmou que não seria possível reduzir o valor apresentado na proposta. Com isso, a Urbanizadora Municipal (Urbam), responsável pelo edital, considerou a licitação fracassada.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2024/07/15/licitacao-para-aluguel-de-400-onibus-para-sao-jose-dos-campos-sp-fracassa-pela-quinta-vez/">https://diariodotransporte.com.br/2024/07/15/licitacao-para-aluguel-de-400-onibus-para-sao-jose-dos-campos-sp-fracassa-pela-quinta-vez/</a></p>
<p>Já quanto à operação, o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> noticiou que a prefeitura de São José dos Campos (SP), prorrogou por mais dois anos os contratos com as empresas de ônibus da cidade.</p>
<p>Os aditivos contratuais foram publicados em Diário Oficial em 22 de outubro de 2024, e valem de 21 de outubro de 2024 até 21 de outubro de 2026.</p>
<p>Os contatos são assinados com as empresas:</p>
<p><strong>Expresso Maringá Ltda</strong> (contrato número 18468/2008);</p>
<p><strong>Júlio Simões Transportes e Serviços Ltda</strong> – <strong>Joseense</strong> (contrato número 18469/2008);</p>
<p><strong>Viação Saens Peña</strong> (contrato número 23228/2010);</p>
<p>No caso da Maringá e Júlio Simões, os contratos originalmente foram assinados em 2008, e da Saens Penã o contrato é de do 2010.</p>
<p>Com a Maringá é o sétimo aditivo, com a Júlio Simões já é o oitavo aditamento e com a Saens Peña é o sexto.</p>
<p>A medida ocorre porque a prefeitura ainda não concluiu a licitação que vai reestruturar o sistema de ônibus. Segundo a administração municipal, a elaboração de um novo edital está em fase de cotação para ser lançado em breve. A prefeitura não informou uma previsão de data.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2024/10/22/prefeitura-de-sao-jose-dos-campos-sp-prorroga-por-mais-dois-anos-contratos-com-empresas-de-onibus/">https://diariodotransporte.com.br/2024/10/22/prefeitura-de-sao-jose-dos-campos-sp-prorroga-por-mais-dois-anos-contratos-com-empresas-de-onibus/</a></p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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  </item>
  <item>
    <title>BYD estreia chassi elétrico de piso alto e mira mercado de fretamento com BC12HF na Lat.Bus 2026</title>
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    <pubDate>Mon, 10 Aug 2026 18:39:41 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Artesp]]></category><category><![CDATA[BRT]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[LAT.BUS]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Modelo com bateria Blade é destinado a aplicações urbanas e de fretamento, tem autonomia anunciada de 270 km e suspensão pneumática; Diário do Transporte já havia mostrado que segmento de fretamento está entre os focos dos lançamentos da feira ADAMO BAZANI A BYD vai apresentar na Lat.Bus 2026 o BC12HF, primeiro chassi de ônibus elétrico [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="597" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/unnamed-7.jpg?fit=800%2C597&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/unnamed-7.jpg?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/unnamed-7.jpg?resize=300%2C224&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/unnamed-7.jpg?resize=150%2C112&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/unnamed-7.jpg?resize=768%2C573&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/unnamed-7.jpg?resize=400%2C299&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /> <p><em>Modelo com bateria Blade é destinado a aplicações urbanas e de fretamento, tem autonomia anunciada de 270 km e suspensão pneumática; <strong>Diário do Transporte</strong> já havia mostrado que segmento de fretamento está entre os focos dos lançamentos da feira</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>A BYD vai apresentar na Lat.Bus 2026 o BC12HF, primeiro chassi de ônibus elétrico de piso alto da fabricante equipado com bateria Blade. Entre as aplicações previstas pela empresa está o fretamento, segmento que ganha espaço entre os lançamentos de veículos elétricos preparados para a feira.</p>
<p>O modelo será apresentado entre esta terça-feira (11) e quinta-feira (13), no São Paulo Expo, na capital paulista. De acordo com informações divulgadas pela fabricante, o BC12HF foi projetado tanto para aplicações urbanas como para serviços de fretamento.</p>
<p>A configuração de piso alto é uma das diferenças em relação aos chassis elétricos BC10LE, BC12LE e BC22LE que já integram o portfólio da BYD. A fabricante informa ainda que o novo produto foi desenvolvido para permitir sua participação em operações e licitações que exigem especificamente este tipo de configuração.</p>
<p>No caso do fretamento, a entrada de um chassi elétrico de piso alto amplia as possibilidades de aplicação da tecnologia para operações corporativas, que possuem características diferentes dos sistemas urbanos municipais.</p>
<p>O diretor de Veículos Comerciais e Solar da BYD no Brasil, Marcello Schneider, afirma que a estratégia é ampliar as aplicações possíveis da eletrificação.</p>
<p><strong><em>“Cada operação tem sua própria dinâmica. Existem cidades, trajetos e empresas com necessidades muito diferentes entre si, e a eletrificação precisa estar preparada para atender essa diversidade. Com o BC12HF, ampliamos nosso portfólio para chegar a operações que demandam uma configuração de piso alto e abrimos novas possibilidades tanto no transporte coletivo quanto no fretamento”</em></strong>, disse.</p>
<p><strong>FRETAMENTO GANHA ESPAÇO ENTRE OS ELÉTRICOS</strong></p>
<p>O lançamento da BYD ocorre em um momento no qual outras fabricantes também direcionam novos produtos elétricos ao fretamento.</p>
<p>Como o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> mostrou neste domingo (10), antes mesmo da abertura da Lat.Bus 2026, fabricantes anteciparam oficialmente à reportagem diferentes novidades que serão apresentadas durante o evento. A cobertura incluiu visitas a fábricas e centros de desenvolvimento e entrevistas com executivos, engenheiros e responsáveis pelas áreas comerciais e de produtos.</p>
<p>Entre os produtos já revelados está justamente outro ônibus elétrico desenvolvido para fretamento: o e-Volksbus 18H, da Volkswagen Caminhões e Ônibus. O modelo utiliza a base tecnológica da nova família elétrica da fabricante, mas possui configuração de baterias voltada às características deste tipo de serviço. O lançamento comercial está previsto para 2027.</p>
<p>A reportagem especial também antecipou o e-Volksbus 22H, elétrico de piso alto destinado ao segmento urbano e que pode ser utilizado em sistemas com plataformas elevadas, como corredores BRT. Além da Volkswagen, o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> já mostrou novidades de Mercedes-Benz, Scania, Marcopolo, Mascarello e Iveco Bus para a Lat.Bus.</p>
<p>Na Mercedes-Benz, a reportagem acompanhou no campo de provas de Iracemápolis (SP) os testes do eO500UA, chassi elétrico articulado de aproximadamente 18 metros. Na Scania, foram antecipados o novo elétrico, o ônibus movido a biometano/GNV no padrão SPTrans e a família de rodoviários Super. Marcopolo, Mascarello e Iveco Bus também apresentaram antecipadamente parte dos produtos que levarão ao evento.</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/08/10/lat-bus-2026-diario-do-transporte-faz-cobertura-especial-e-antecipa-novidades-de-forma-oficial-pelas-fabricantes/?utm_source=chatgpt.com">Confira a reportagem especial do Diário do Transporte com as novidades já antecipadas para a Lat.Bus 2026</a></p>
<p><strong>BC12HF TEM AUTONOMIA ANUNCIADA DE 270 KM</strong></p>
<p>Segundo os dados fornecidos pela BYD, o BC12HF utiliza bateria Blade e arquitetura eletrônica integrada denominada pela fabricante de &#8220;6 em 1&#8221;.</p>
<p>O chassi possui suspensão pneumática com controle eletrônico. A autonomia informada pela fabricante é de 270 quilômetros, mas o release não detalha, neste material, as condições do ciclo utilizado para chegar a esse número.</p>
<p>A BYD informa ainda garantia de dez anos e diz que o modelo foi desenvolvido buscando reduzir necessidades de manutenção e custos ao longo da vida útil do veículo. O BC12HF será produzido na fábrica da empresa em Campinas (SP).</p>
<p>O diretor de Veículos Comerciais e Solar da BYD no Brasil, Marcello Schneider, diz que o novo modelo representa uma ampliação da plataforma elétrica da empresa.</p>
<p><strong><em>“A grande pergunta deixou de ser se a eletrificação funciona. Essa resposta já está nas ruas. O desafio agora é desenvolver soluções capazes de atender diferentes realidades operacionais mantendo o mesmo padrão de eficiência, disponibilidade e confiabilidade”</em></strong>, afirmou.</p>
<p>As declarações sobre eficiência, disponibilidade, confiabilidade e redução de custos são posicionamentos da fabricante. O material divulgado não apresenta estudos independentes ou comparativos de operação do BC12HF que permitam, neste momento, quantificar esses resultados.</p>
<p><strong>QUATRO CHASSIS ELÉTRICOS NA LAT.BUS</strong></p>
<p>Além do BC12HF, a BYD levará à Lat.Bus os chassis BC10LE, BC12LE e BC22LE.</p>
<p>Assim, a exposição da fabricante será formada por modelos destinados a diferentes configurações de transporte coletivo, acrescentando agora o piso alto às alternativas da empresa para o mercado brasileiro. Segundo a BYD, o BC12HF também permite ampliar a atuação do portfólio do uso urbano ao fretamento corporativo.</p>
<p><strong>Ficha técnica – BYD BC12HF</strong></p>
<table>
<thead>
<tr>
<td><strong>Item</strong></td>
<td><strong>Informação divulgada</strong></td>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Modelo</td>
<td>BC12HF</td>
</tr>
<tr>
<td>Propulsão</td>
<td>100% elétrica</td>
</tr>
<tr>
<td>Configuração</td>
<td>Chassi de piso alto</td>
</tr>
<tr>
<td>Aplicações previstas</td>
<td>Urbano e fretamento</td>
</tr>
<tr>
<td>Bateria</td>
<td>Blade</td>
</tr>
<tr>
<td>Arquitetura</td>
<td>Integrada 6 em 1</td>
</tr>
<tr>
<td>Suspensão</td>
<td>Pneumática com controle eletrônico</td>
</tr>
<tr>
<td>Autonomia anunciada</td>
<td>270 km</td>
</tr>
<tr>
<td>Garantia anunciada</td>
<td>10 anos</td>
</tr>
<tr>
<td>Produção</td>
<td>Campinas (SP)</td>
</tr>
<tr>
<td>Apresentação</td>
<td>Lat.Bus 2026</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A Lat.Bus 2026 será realizada de 11 a 13 de agosto, no São Paulo Expo, na Rodovia dos Imigrantes, km 1,5, na Vila Água Funda. O estande informado pela BYD é o A21.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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