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	<title>Diário do Transporte</title>
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	<description>Página destinada à cobertura jornalística dos principais fatos relacionados aos transportes, com notícias, informações de última hora, coberturas exclusivas, opinião, estudos técnicos e história.</description>
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    <title>Demanda de passageiros do transporte público em Londrina cresce 9,31% em 2025 com investimentos em frota, tecnologia e gestão</title>
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    <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 03:53:52 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao Diário do Transporte que recuperação é superior à média nacional ADAMO BAZANI Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="623" height="407" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?fit=623%2C407&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?w=623&amp;ssl=1 623w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=300%2C196&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=150%2C98&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=400%2C261&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 623px) 100vw, 623px" /> <p><em>Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao <strong>Diário do Transporte</strong> que recuperação é superior à média nacional</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><em><strong>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</strong></em></p>
<div style="width: 480px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-494300-1" width="480" height="848" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4?_=1" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4</a></video></div>
<p>A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros do transporte público, após quedas sucessivas em decorrência da pandemia de covid-19.</p>
<p>Em 2025, o crescimento da demanda foi de 9,31%.</p>
<p>Em 2024, o total registrado foi de 1,4 milhão (1.482.380) de passageiros equivalentes. Em 2025, essa média subiu para 1,6 milhão (1.620.394), considerando a apuração dos últimos quatro meses.</p>
<p>O conceito “passageiros equivalentes” significa o número real de pagantes de um sistema de transportes. Ou seja, são usuários que não foram atraídos por benefícios ou gratuidades.</p>
<p>Ao repórter e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, nesta última semana de dezembro de 2025, o diretor de uma das concessionárias de transportes do município, Paulo Sergio Bongiovanni, da TCGL (Transportes Coletivos Grande Londrina,) conta que a média de recuperação de demanda de usuários no pós-pandemia, em Londrina tem sido superior à nacional, com os números totais quase se igualando ao período anterior da crise sanitária.</p>
<p><strong><em>“Em 2025, o total de passageiros em Londrina cresceu mais de 9,31%. Enquanto no restante do País, em relação a 2019, no pré-pandemia, os sistemas de transportes operam com 80% a 81% do que era transportado antes da covd-19, nós estamos em torno de 90%. Então, as respostas vêm quando o transporte é bom.&#8221;</em></strong> – disse Paulo Bongiovanni.</p>
<p>O sistema de transportes de Londrina é operado por duas empresas de ônibus: a TCGL (Transporte Coletivo Grande Londrina), com 244 veículos, e a Londrisul, com 138 coletivos.</p>
<p>Bongiovanni acredita que o crescimento do total de usuários acima do ritmo da média nacional não ocorreu simplesmente pela volta das atividades econômicas que foram desaquecidas com a pandemia ou pela redução dos dias trabalhados pela população em sistema de <em>“home office”.</em></p>
<p>O empresário citou investimentos feitos em tecnologia, com sistemas de gerenciamento inteligentes e informações aos passageiros, ampliação do acesso à bilhetagem eletrônica, modernizações dos terminais de ônibus e renovação de frota.</p>
<p><strong><em>“Hoje temos mais de 85 telas informativas, mais de 550 câmeras espalhadas em todos os nove terminais da cidade, onde todo mundo brinca que o lugar mais seguro da cidade é o Terminal Central. Nós temos internet dentro dos ônibus e nos terminais, alguns viraram um coworking, onde as pessoas vão para trabalhar” –</em></strong> contou.</p>
<p>Somente a TCGL, por exemplo, fez recentemente um investimento mais amplo em ônibus 0 km. Foram 96 coletivos novos entre 2023 e 2024 e mais 92 unidades entre 2024 e 2025.</p>
<p>Segundo Bongiovanni, quase 60% da frota da companhia em operação, possuem ar-condicionado.</p>
<p>Os mais recentes são ônibus novos têm chassis Mercedes-Benz OF-1726L, com suspensão a ar, vidro colado, e motores com o padrão tecnológico obrigatório no Brasil, Euro 6, com emissões de poluentes de 75%, em média, em comparação com os veículos a diesel com a norma anterior Euro 5, cuja produção para o mercado interno foi descontinuada em 2023.</p>
<p>Os coletivos ainda contam com quatro câmeras de segurança cada, tomadas USB-C tipo A e tipo C para recarga de celulares, entre outros itens de conforto e segurança.</p>
<p>O empresário ainda destacou a necessidade de gestores públicos e empresas de transportes atuarem em conjunto para ampliar o nível de satisfação dos usuários. Segundo Bongiovanni, parte dos custos operacionais é subsidiada pela prefeitura.</p>
<p><strong><em>“Em junho deste ano de 2025, fizemos atualizações em 100 linhas simultaneamente num dia só e não tivemos uma só reclamação. A qualidade no transporte atrair a população e transporte de qualidade é aquele onde a prefeitura sabe investir. Londrina foi muito bem nisso”</em></strong> – disse o empresário.</p>
<p>Os contratos atuais foram assinados no fim de 2019, prestes ao pior da pandemia.</p>
<p>Alguns investimentos durante a crise sanitária tiveram de ser postergados, mas quando ocorreram, segundo o empresário, tiveram efeito positivo na percepção do passageiro do sistema.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
<p><strong><em>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</em></strong></p>
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    <title>Esteira rolante na Estação Paulista Pernambucanas de metrô será interditada a partir desta quarta-feira (3)</title>
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	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 02 Jan 2024 19:01:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metrô]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8) VINÍCIUS DE OLIVEIRA A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8). A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="739" height="415" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?fit=739%2C415&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?w=739&amp;ssl=1 739w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 739px) 100vw, 739px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8)</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha 2-Verde, estará temporariamente interditada </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os ajustes têm como intuito manter o conforto e a segurança dos passageiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os serviços acontecem nesta semana em razão do menor fluxo de pessoas nas estações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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    <title>ANTT corrige autorização da Penha na linha Porto Alegre–São Paulo e altera relação de seções</title>
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    <pubDate>Wed, 19 Aug 2026 08:01:34 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[ANTT]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Retificação da Decisão Supas nº 756 muda trecho que previa implantação das referências 23 a 32 para 23 a 27; novo anexo do TAR passa a relacionar 27 seções ADAMO BAZANI A ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) publicou nesta quarta-feira, 19 de agosto de 2026, uma correção na autorização da Expresso Nossa Senhora da [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="813" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-19-at-03.25.04.jpeg?fit=1024%2C813&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-19-at-03.25.04.jpeg?w=1600&amp;ssl=1 1600w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-19-at-03.25.04.jpeg?resize=300%2C238&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-19-at-03.25.04.jpeg?resize=1024%2C813&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-19-at-03.25.04.jpeg?resize=150%2C119&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-19-at-03.25.04.jpeg?resize=768%2C610&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-19-at-03.25.04.jpeg?resize=1536%2C1220&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-19-at-03.25.04.jpeg?resize=400%2C318&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Retificação da Decisão Supas nº 756 muda trecho que previa implantação das referências 23 a 32 para 23 a 27; novo anexo do TAR passa a relacionar 27 seções</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) publicou nesta quarta-feira, 19 de agosto de 2026, uma correção na autorização da Expresso Nossa Senhora da Penha para a linha interestadual Porto Alegre (RS) – São Paulo (SP).</p>
<p>A retificação foi feita pela Supas (Superintendência de Serviços de Transporte Rodoviário de Passageiros) e atinge a Decisão Supas nº 756, de 17 de abril de 2026, publicada originalmente no Diário Oficial da União de 28 de abril.</p>
<p>O ato trata do TAR (Termo de Autorização) nº RSSP0188022.</p>
<p>Na publicação original, a ANTT havia informado que deferia o pedido da Penha para modificar o termo da linha Porto Alegre–São Paulo, “com a implantação das seções indicadas de 23 a 32”.</p>
<p>Com a correção desta quarta-feira, a redação passa a estabelecer a implantação das seções indicadas “de 23 a 27”.</p>
<p>A ANTT também substituiu o anexo da decisão.</p>
<p>Na versão publicada anteriormente, a relação chegava a 32 referências. O documento corrigido passa a apresentar 27.</p>
<p>As cinco últimas seções do novo anexo são:</p>
<p>23 – Porto Alegre (RS) – Embu das Artes (SP);</p>
<p>24 – Porto Alegre (RS) – Florianópolis (SC);</p>
<p>25 – Osório (RS) – Florianópolis (SC);</p>
<p>26 – Sombrio (SC) – São Paulo (SP);</p>
<p>27 – Florianópolis (SC) – São Paulo (SP).</p>
<p>As demais referências, de 1 a 22, permanecem relacionadas no documento.</p>
<p>A publicação original trazia, entre as referências 23 e 32, algumas ligações que já apareciam anteriormente no próprio anexo. Porto Alegre–São Paulo, por exemplo, constava tanto como referência 20 quanto como referência 23. Osório–São Paulo aparecia como referências 13 e 26.</p>
<p>A retificação não informa o motivo do erro nem aponta alteração de horários ou quantidade de viagens.</p>
<p>Desta forma, somente pelo ato publicado nesta quarta-feira não é possível concluir que houve redução efetiva de atendimento ou retirada de mercados pela Penha. O que a ANTT formaliza é a correção da Decisão Supas nº 756 e da relação de seções vinculadas ao TAR.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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    <title>Terminais da CS Mobi Leste SP recebem ações gratuitas de prevenção ao HIV e às ISTs</title>
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    <pubDate>Wed, 19 Aug 2026 01:00:04 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Durante o Agosto Lilás, os terminais Cidade Tiradentes e A.E. Carvalho terão testes rápidos, medicamentos e insumos de prevenção VINÍCIUS DE OLIVEIRA Passageiros que circulam pelos terminais administrados pela CS Mobi Leste SP terão acesso, ao longo de agosto, a ações gratuitas de saúde e conscientização. Nos terminais Cidade Tiradentes e A.E. Carvalho, serão oferecidos [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="577" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Sem-titulo-2.png?fit=1024%2C577&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Sem-titulo-2.png?w=1105&amp;ssl=1 1105w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Sem-titulo-2.png?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Sem-titulo-2.png?resize=1024%2C577&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Sem-titulo-2.png?resize=150%2C85&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Sem-titulo-2.png?resize=768%2C433&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Sem-titulo-2.png?resize=400%2C226&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Durante o Agosto Lilás, os terminais Cidade Tiradentes e A.E. Carvalho terão testes rápidos, medicamentos e insumos de prevenção</em></p>
<p><em><strong>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</strong></em></p>
<p>Passageiros que circulam pelos terminais administrados pela CS Mobi Leste SP terão acesso, ao longo de agosto, a ações gratuitas de saúde e conscientização. Nos terminais Cidade Tiradentes e A.E. Carvalho, serão oferecidos serviços de prevenção ao HIV e a outras infecções sexualmente transmissíveis (ISTs). A programação inclui ainda uma ação especial em apoio ao Agosto Lilás, mês de conscientização e enfrentamento à violência contra a mulher.</p>
<p>A iniciativa oferecerá testes rápidos para HIV, sífilis e hepatites B e C; medicamentos de prevenção ao HIV, como a profilaxia pré-exposição (PrEP) e a profilaxia pós-exposição (PEP); preservativos masculinos e femininos; gel lubrificante; autotestes para HIV; e orientações específicas sobre cuidados e prevenção.</p>
<p>No Terminal Cidade Tiradentes, a van estará disponível nos dias 21 e 28 de agosto, sempre das 17h às 21h. No Terminal A.E. Carvalho, os atendimentos ocorrerão em 18 de agosto e 15 de setembro, das 8h30 às 12h, e em 19 de agosto e 16 de setembro, das 14h às 17h30.</p>
<p>A concessionária também instalou dois bancos vermelhos do Instituto Banco Vermelho nos terminais Sacomã e Itaquera II. A ação integra as iniciativas do Agosto Lilás e tem como objetivo sensibilizar os passageiros sobre o enfrentamento à violência contra a mulher, ampliando a visibilidade da causa e estimulando a reflexão sobre o tema. Neste primeiro momento, os bancos permanecerão nesses dois terminais.</p>
<p>“Os terminais são espaços de grande circulação e podem contribuir para aproximar serviços essenciais da rotina da população. Com essas ações, buscamos facilitar o acesso à informação, à testagem e aos recursos de prevenção, além de incentivar o cuidado contínuo com a saúde”, afirma Daniel Moraes, Diretor Executivo de Operações da CS Mobi Leste SP.</p>
<p>A programação completa também será divulgada no Instagram da CS Mobi Leste SP (@csmobilestesp). As equipes operacionais estarão disponíveis para orientar os passageiros durante os atendimentos.</p>
<p><strong>AGENDA</strong></p>
<p><strong>Terminal Cidade Tiradentes</strong></p>
<p>Van de atendimento com serviços de prevenção ao HIV e às ISTs</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-529470" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-17-at-16.23.52-e1786994684346.jpeg?resize=557%2C117&#038;ssl=1" alt="" width="557" height="117" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-17-at-16.23.52-e1786994684346.jpeg?w=557&amp;ssl=1 557w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-17-at-16.23.52-e1786994684346.jpeg?resize=300%2C63&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-17-at-16.23.52-e1786994684346.jpeg?resize=150%2C32&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-17-at-16.23.52-e1786994684346.jpeg?resize=400%2C84&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 557px) 100vw, 557px" /></p>
<p><strong>Terminal A.E. Carvalho</strong></p>
<p>Van de atendimento com serviços de prevenção ao HIV e às ISTs</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-529471" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-17-at-16.23.52-1-e1786994704946.jpeg?resize=557%2C199&#038;ssl=1" alt="" width="557" height="199" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-17-at-16.23.52-1-e1786994704946.jpeg?w=557&amp;ssl=1 557w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-17-at-16.23.52-1-e1786994704946.jpeg?resize=300%2C107&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-17-at-16.23.52-1-e1786994704946.jpeg?resize=150%2C54&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-17-at-16.23.52-1-e1786994704946.jpeg?resize=400%2C143&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 557px) 100vw, 557px" /></p>
<p><em><strong>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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    <title>Squad faz parceria com a Ticket para operar o transporte do CONARH 2026</title>
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    <pubDate>Wed, 19 Aug 2026 00:00:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Serviço circular conectará a Estação Jabaquara ao São Paulo Expo durante os três dias do maior congresso de gestão de pessoas da América Latina VINÍCIUS DE OLIVEIRA A Squad, empresa do Grupo Águia Branca especializada em soluções de transporte para eventos, será responsável pela operação de mobilidade da Ticket durante o CONARH 2026, um dos [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="533" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/unnamed-2-2.jpg?fit=800%2C533&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/unnamed-2-2.jpg?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/unnamed-2-2.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/unnamed-2-2.jpg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/unnamed-2-2.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/unnamed-2-2.jpg?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /> <p><em>Serviço circular conectará a Estação Jabaquara ao São Paulo Expo durante os três dias do maior congresso de gestão de pessoas da América Latina</em></p>
<p><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>
<p>A Squad, empresa do Grupo Águia Branca especializada em soluções de transporte para eventos, será responsável pela operação de mobilidade da Ticket durante o CONARH 2026, um dos principais eventos de gestão de pessoas e recursos humanos do mundo. Em parceria com a marca de benefícios, a empresa disponibilizará dois veículos para o transporte circular dos participantes entre a Estação Jabaquara do metrô e o São Paulo Expo, em São Paulo (SP), onde o congresso será realizado de 18 a 20 de agosto. O serviço estará disponível tanto para ida, quanto para volta do evento.</p>
<p>A operação foi estruturada pela Squad com base na experiência da empresa em mobilidade para eventos, que envolve planejamento logístico, gestão de fluxo e integração com diferentes modais. A proposta é oferecer uma alternativa de deslocamento aos participantes que optarem pelo transporte público, com uma operação adequada à dinâmica dos três dias de congresso. O serviço é gratuito e requer inscrição prévia pela plataforma Sympla, porém a reserva só estará liberada nos dias do evento. <a href="https://www.sympla.com.br/evento/onibus-ticket-conarh-2026/3522863" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.sympla.com.br/evento/onibus-ticket-conarh-2026/3522863&amp;source=gmail&amp;ust=1787080470601000&amp;usg=AOvVaw1LLDRh9q2ScJqMZopuro2F">Clique aqui</a>.</p>
<p>Para<strong> </strong>Marcelo Lobão, gerente Executivo da Squad, a operação demonstra a capacidade da empresa de desenvolver soluções de mobilidade para eventos de grande porte. “Uma operação como essa exige planejamento e acompanhamento em todas as etapas. Nosso trabalho envolve desde a definição dos veículos e do trajeto até o monitoramento durante os três dias do evento, para garantir um transporte eficiente e adequado à dinâmica do público. É uma oportunidade de colocar nossa experiência em mobilidade para eventos a serviço da parceria com a Ticket e dos participantes do CONARH.”</p>
<p><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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    <title>Motoristas de ônibus de São Paulo recebem aumento de 5,74%, salários vão a R$ 4,5 mil de base dois dependentes são incluídos no plano de saúde de graça</title>
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	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 18 Aug 2026 23:20:19 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Reportagens Especiais]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Sindimotoristas informou que Campanha Salarial foi encerrada, afastando risco de greve. Percentual corresponde a 1,63% de ganho real ADAMO BAZANI O Sindmotoristas, sindicato que representa os trabalhadores dos ônibus municipais de São Paulo, informou nesta terça-feira, 18 de agosto de 2026, que foi encerrada a Campanha Salarial 2026, com acordo. Isso afasta risco de greve [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="768" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-18-at-20.17.45.jpeg?fit=1024%2C768&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-18-at-20.17.45.jpeg?w=1600&amp;ssl=1 1600w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-18-at-20.17.45.jpeg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-18-at-20.17.45.jpeg?resize=1024%2C768&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-18-at-20.17.45.jpeg?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-18-at-20.17.45.jpeg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-18-at-20.17.45.jpeg?resize=1536%2C1152&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-18-at-20.17.45.jpeg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Sindimotoristas informou que Campanha Salarial foi encerrada, afastando risco de greve. Percentual corresponde a 1,63% de ganho real</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>O Sindmotoristas, sindicato que representa os trabalhadores dos ônibus municipais de São Paulo, informou nesta terça-feira, 18 de agosto de 2026, que foi encerrada a Campanha Salarial 2026, com acordo.</p>
<p>Isso afasta risco de greve de ônibus em São Paulo.</p>
<p>Segundo a entidade, os funcionários receberão 5,74% de aumento nos salários e benefícios como no VR (Vale-Refeição), sendo 4,11% com relação à inflação do período, e ganho real de 1,63%</p>
<p>Com isso, o salário-base dos motoristas de ônibus passa de R$ 4.316,13 para R$ 4.563,86 motoristas e, dos cobradores, vai de R$ 2.502,01 para R$ 2.645,62.</p>
<p>Ainda de acordo com o sindicato, programa de participação nos resultados, o PPR, terá as metas revisadas para pagamento a partir de setembro deste ano.</p>
<p>A entidade ainda destacou a inclusão de dois dependentes de forma gratuita no convênio médico, o que passa a valer em janeiro de 2027.</p>
<p>A categoria reúne na cidade de São Paulo em torno de 60 mil trabalhadores.</p>
<p><strong><em> “Foram meses de batalha intensa, mas enfim conquistamos este benefício que vai transformar a vida de todos vocês”,</em></strong> afirmou o presidente Valdemir dos Santos Soares (Moleque), classificando esta inclusão como <em>“sonho antigo da categoria”</em>, por meio de nota.</p>
<p><strong><em>“Este benefício, além da qualidade de vida e bem-estar, deve gerar um desconto em torno de 500 reais no bolso dos trabalhadores”</em></strong> – complementa a nota.</p>
<p>Também fazem parte do acordo benefícios como curso de qualificação de jovens aprendizes de 14 a 18 anos, a partir de convênio com a Associação de Promoção do Desenvolvimento Local. Será oferecido bolsa de R$ 700, mais lanche e transporte aos beneficiados.</p>
<p>Em breve, a entidade receberá em sua sede diversos cursos técnicos e de bacharelado em parceria com Centro Paula Souza e centro universitário Unimes, respectivamente. E também será instalada uma farmácia popular com medicamentos a preços populares.</p>
<p>Foi ainda mantido na Convenção Coletiva de Trabalho o ticket nas férias, que já está sendo pago.</p>
<p>Todos os benefícios desta Campanha Salarial serão pagos de forma retroativa a maio de 2026, garantidos na data-base.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
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    <title>Falta de motoristas desafia transporte em Linhares (ES) e Via Norte amplia contratação de profissionais</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/08/18/falta-de-motoristas-desafia-transporte-em-linhares-es-e-via-norte-amplia-contratacao-de-profissionais/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 18 Aug 2026 23:00:44 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Empresa aposta em escolinha de formação, benefícios e contratação contínua para reforçar equipe VINÍCIUS DE OLIVEIRA A dificuldade para encontrar motoristas profissionais tem se tornado um dos principais desafios do transporte coletivo em Linhares (ES). Assim como acontece em diversas cidades brasileiras, a escassez de condutores habilitados para a categoria D tem impactado o setor, [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="555" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/bus-vianorte1-e1787071182511.jpg?fit=1024%2C555&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/bus-vianorte1-e1787071182511.jpg?w=1357&amp;ssl=1 1357w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/bus-vianorte1-e1787071182511.jpg?resize=300%2C163&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/bus-vianorte1-e1787071182511.jpg?resize=1024%2C555&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/bus-vianorte1-e1787071182511.jpg?resize=150%2C81&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/bus-vianorte1-e1787071182511.jpg?resize=768%2C417&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/bus-vianorte1-e1787071182511.jpg?resize=400%2C217&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Empresa aposta em escolinha de formação, benefícios e contratação contínua para reforçar equipe</em></p>
<p><em><strong>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</strong></em></p>
<p>A dificuldade para encontrar motoristas profissionais tem se tornado um dos principais desafios do transporte coletivo em Linhares (ES). Assim como acontece em diversas cidades brasileiras, a escassez de condutores habilitados para a categoria D tem impactado o setor, aumentando a disputa por profissionais qualificados e reforçando a necessidade de investir na formação de novos talentos.</p>
<p>Diante desse cenário, a Via Norte mantém um processo permanente de contratação de motoristas e intensifica ações para atrair novos profissionais para a empresa. Além de oferecer um pacote de benefícios, a empresa conta com uma Escolinha de Motoristas, iniciativa voltada para preparar candidatos para a função e ampliar as oportunidades de ingresso na profissão.</p>
<p>Segundo a empresa, a falta de renovação da mão de obra é um dos fatores que explicam o cenário atual. Muitos profissionais se aposentaram nos últimos anos, enquanto o número de pessoas interessadas em ingressar na carreira não acompanha a demanda do setor.</p>
<p>&#8220;Hoje existe uma necessidade real de formar novos motoristas. Não basta apenas contratar quem já está no mercado; é preciso criar oportunidades para que mais pessoas possam ingressar na profissão com segurança e qualificação&#8221;, destaca o diretor da Via Norte, Antonio Luiz Comério.</p>
<p><strong>Benefícios e oportunidades</strong></p>
<p>Além da formação, a Via Norte oferece benefícios, como ticket alimentação, plano de saúde e odontológico, premiação por desempenho, passe livre nos ônibus da empresa e café matinal.</p>
<p>Como participar: Para concorrer às vagas, é necessário ter habilitação nas categorias D ou E. A entrega de currículo pode ser feita por meio do Whatsapp do setor de Recursos Humanos: (27) 99831-6509.</p>
<p>Mais informações: <a href="http://vianortecapixaba.com.br">vianortecapixaba.com.br</a></p>
<p><em><strong>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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    <title>ENTREVISTA: Eletra quer levar tecnologia brasileira de ônibus elétricos para o mundo com chassis inteligentes: Cerca de mil novos empregos no Brasil</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/08/18/entrevista-eletra-quer-levar-tecnologia-brasileira-de-onibus-eletricos-para-o-mundo-com-chassis-inteligentes-cerca-de-mil-novos-empregos-no-brasil/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 18 Aug 2026 22:47:10 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Eletromobilidade]]></category><category><![CDATA[Internacional]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Metrô]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Para isso, empresa nacional lançou uma série de modelos, parte para a era dos sensores de tráfego, fortalece IMC/E-Trol, carregamento de oportunidade em 15 minutos, anuncia entrada no segmento de rodoviários e fretamento elétricos, vai triplicar a capacidade de produção e construir segunda fábrica ADAMO BAZANI Colaborou Arthur Ferrari ASSISTA: A Eletra Industrial, de São [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="640" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-18-at-14.31.44.jpeg?fit=1024%2C640&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-18-at-14.31.44.jpeg?w=1586&amp;ssl=1 1586w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-18-at-14.31.44.jpeg?resize=300%2C188&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-18-at-14.31.44.jpeg?resize=1024%2C640&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-18-at-14.31.44.jpeg?resize=150%2C94&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-18-at-14.31.44.jpeg?resize=768%2C480&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-18-at-14.31.44.jpeg?resize=1536%2C961&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-18-at-14.31.44.jpeg?resize=400%2C250&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p class="isSelectedEnd"><em>Para isso, empresa nacional lançou uma série de modelos, parte para a era dos sensores de tráfego, fortalece IMC/E-Trol, carregamento de oportunidade em 15 minutos, anuncia entrada no segmento de rodoviários e fretamento elétricos, vai triplicar a capacidade de produção e construir segunda fábrica</em></p>
<p class="isSelectedEnd"><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p class="isSelectedEnd"><strong><em>Colaborou Arthur Ferrari</em></strong></p>
<p><strong>ASSISTA:</strong></p>
<p><span class="embed-youtube" style="text-align:center; display: block;"><iframe loading="lazy" class="youtube-player" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/iY1H6lF_4YQ?version=3&#038;rel=1&#038;showsearch=0&#038;showinfo=1&#038;iv_load_policy=1&#038;fs=1&#038;hl=pt-BR&#038;autohide=2&#038;wmode=transparent" allowfullscreen="true" style="border:0;" sandbox="allow-scripts allow-same-origin allow-popups allow-presentation allow-popups-to-escape-sandbox"></iframe></span></p>
<p class="isSelectedEnd">A Eletra Industrial, de São Bernardo do Campo (SP), quer colocar o Brasil na rota mundial da eletrificação dos sistemas de ônibus, mas não importando ideias e soluções, e sim tornando o país um dos maiores exportadores de tecnologia e produtos. Tudo criado aqui para o mundo.</p>
<p class="isSelectedEnd">Após liderar o mercado nacional de ônibus elétricos, a fabricante visa inicialmente a América Latina já com possibilidade de exportações para outros continentes.</p>
<p class="isSelectedEnd">Contam as estratégias ao criador e editor-chefe do Diário do Transporte, Adamo Bazani, a diretora-presidente da empresa, Milena Braga Romano, e a diretora comercial, Ieda Oliveira.</p>
<p class="isSelectedEnd">São diversas frentes para alcançar este objetivo.</p>
<p class="isSelectedEnd">Uma delas passa por investimentos em ampliação da capacidade produtiva, triplicando o volume possível de mil ônibus por ano para cerca de três mil.</p>
<p class="isSelectedEnd">A atual planta de São Bernardo do Campo (SP) vai ser expandida e, para dar conta do crescimento de demanda por ônibus elétricos previsto, será fundada uma segunda fábrica, que vai funcionar ao mesmo tempo que a sede principal, na rodovia Anchieta.</p>
<p class="isSelectedEnd">Milena Romano estima que, com isso, sejam criados pelo menos mil empregos no Brasil, o que mostra, segundo a empresária, que, além de benefícios ambientais e econômicos, ao colocar o País na chamada “neoindustrialização”, a eletrificação dos sistemas de ônibus traz impactos sociais positivos.</p>
<p class="isSelectedEnd"><em>Com certeza, eu acho que a reindustrialização do Brasil vai começar com a eletromobilidade, com a Eletra em especial, que é uma fabricante 100% nacional, com DNA brasileiro, com engenharia brasileira, mundial brasileira, tecnologia brasileira, e 93% do nosso produto é nacionalizado. Então, a única coisa que vem de fora é o lítio, mas a bateria é feita no Brasil, é montada, tecnologia, tudo brasileiro. Então, isso é uma grande chance da gente exportar esse conhecimento também para a América Latina, até a Europa, Estados Unidos, o que nós estamos desenvolvendo aqui dentro do Brasil.</em> – disse a empresária.</p>
<p class="isSelectedEnd">O próprio ENMU (Estudo Nacional de Mobilidade Urbana), elaborado pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) em parceria com o Ministério das Cidades, apontou que os ônibus elétricos serão peças-chave para a redução de custos operacionais, com menores tarifas para passageiros e maior retorno para as empresas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Relembre:</p>
<p class="isSelectedEnd"><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/07/16/estudo-nacional-mostra-que-onibus-eletricos-serao-pecas-chave-para-reducao-de-custos-operacionais-com-menores-tarifas-para-passageiros-e-maior-retorno-para-as-empresas/" data-rich-text-autolink="">https://diariodotransporte.com.br/2026/07/16/estudo-nacional-mostra-que-onibus-eletricos-serao-pecas-chave-para-reducao-de-custos-operacionais-com-menores-tarifas-para-passageiros-e-maior-retorno-para-as-empresas/</a></p>
<p class="isSelectedEnd">Já outra frente são os produtos, seja ampliando a gama de modelos de ônibus elétricos, seja aperfeiçoando a tecnologia.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo Ieda Oliveira, na Lat.Bus 2026, feira especializada no setor de transportes, que ocorreu entre os dias 11 e 13 de agosto na capital paulista, entre os lançamentos para este ano está uma nova geração de veículos com toda a parte eletrônica da Eletra e chassis inteligentes, que, com sensores, conseguem identificar o momento de operação e o tipo de relevo, esforço e lotação e dosar a energia elétrica a ser utilizada exatamente naquele instante.</p>
<p class="isSelectedEnd">Além disso, a empresa vai fortalecer a presença da opção E-Trol, cuja tecnologia, conhecida como IMC (In-Motion Charging, ou carregamento em movimento), permite que o ônibus receba energia dos fios ou em campos magnéticos enquanto circula, carregue suas baterias e, posteriormente, percorra outros trechos desconectado da rede.</p>
<p class="isSelectedEnd"><em>“Não é um fio trol, é uma rede. É uma rede de recarga, então ele para numa marcação da via, aperta um botão, automaticamente essas alavancas pneumáticas se desprendem do ônibus, você tem uma guia na rede, ele conecta a rede, a partir dali ele usa a energia da rede para carregar as baterias e se deslocar. Então você aumentou a autonomia, porque esse carro, mesmo com banco pequeno, ele vai poder rodar 400 quilômetros por dia, porque ele está sempre carregando a bateria. Eu não tenho um carregador dentro da garagem, o que é uma vantagem grande”.</em> – explica, dizendo ainda que entre as vantagens estão a necessidade de menores bancos de baterias nos veículos e, por carregar no trajeto, o modelo dispensa ou reduz a infraestrutura nas garagens.</p>
<p class="isSelectedEnd">A executiva ainda citou mais novidades, como um sistema de carregamento de oportunidade em 15 minutos, que completa a carga das baterias durante a jornada de operação, aumentando a autonomia e reduzindo também a necessidade de grandes infraestruturas nas garagens.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para o ano de 2027, a ambição é ainda maior. A Eletra anunciou a entrada no segmento de rodoviários e fretamento elétricos.</p>
<p class="isSelectedEnd">No entanto, além de focar no fretamento contínuo, a Eletra quer atender o segmento de linhas rodoviárias regulares de 350 km.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para isso, desenvolve um sistema que permite a utilização de bagageiros. O primeiro passo é o fretamento e a meta de liberar áreas para bagageiros com o posicionamento de parte das baterias na traseira dos ônibus.</p>
<p class="isSelectedEnd">A configuração que permite a mesma potência e capacidade energética que um articulado e um superarticulado em um midiônibus (micrão), para operação tranquila em áreas de periferia, já é uma realidade da empresa que opera em São Paulo e, agora, a ideia é expandir a solução para outras cidades.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>GAMA DE ÔNIBUS E CHASSIS PRODUZIDOS/INTEGRADOS PELA ELETRA EM SÃO BERNARDO DO CAMPO</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A transformação da Eletra em montadora de chassis representa uma mudança importante também na forma de comercialização dos produtos. Além de fornecer o ônibus completo e continuar com a integração da tração elétrica, a empresa passou a oferecer chassis elétricos com a própria marca e CAT (Certificado de Adequação à Legislação de Trânsito), assumindo a responsabilidade técnica pelo produto.</p>
<p class="isSelectedEnd">A partir de 2026, esse processo avançou com maior participação da engenharia da Eletra nos módulos elétricos e eletrônicos, controles e softwares do chassi. As plataformas mecânicas continuam envolvendo parceiros tradicionais da indústria, mas a empresa amplia a parcela do desenvolvimento e da integração realizada na fábrica de São Bernardo do Campo.</p>
<p class="isSelectedEnd">A gama não possui uma única especificação fechada de bateria, lotação ou autonomia para todas as aplicações. Os números podem variar conforme carroceria, configuração interna, quantidade de baterias, piso, número de eixos, perfil da linha, relevo e estratégia de recarga. A relação abaixo consolida as configurações comerciais e as novas famílias de chassis apresentadas pela fabricante.</p>
<table style="height: 2162px;" width="677">
<tbody>
<tr>
<th>Produto/configuração</th>
<th>Comprimento</th>
<th>Piso/configuração</th>
<th>Aplicação principal</th>
<th>Tração e recarga</th>
<th>Características</th>
</tr>
<tr>
<td>e-Bus 10 m / MIDI Elétrico</td>
<td>cerca de 10 m a 10,1 m</td>
<td>Piso alto</td>
<td>Alimentadoras, bairros, periferias e linhas de menor demanda</td>
<td>100% elétrico a bateria</td>
<td>A nova configuração apresentada na Lat.Bus 2026 utiliza carroceria Mascarello Horizon. Dependendo da planta, transporta aproximadamente 55 a 58 passageiros e foi dimensionada para operações severas e fortes aclives.</td>
</tr>
<tr>
<td>e-Bus 12,1 m / Básico</td>
<td>cerca de 12 m a 12,1 m</td>
<td>Piso alto ou piso baixo, conforme projeto</td>
<td>Urbano convencional</td>
<td>100% elétrico a bateria</td>
<td>Faz parte da família de urbanos da Eletra. A configuração pode variar de acordo com os requisitos de cada sistema.</td>
</tr>
<tr>
<td>e-Bus 12,5 m</td>
<td>12,5 m</td>
<td>Piso baixo</td>
<td>Urbano convencional e estrutural</td>
<td>100% elétrico a bateria</td>
<td>Configuração utilizada em diferentes cidades brasileiras. A capacidade pode chegar a aproximadamente 80 passageiros, dependendo do arranjo interno.</td>
</tr>
<tr>
<td>e-Bus 12,8 m / Padron</td>
<td>cerca de 12,8 m</td>
<td>Piso baixo</td>
<td>Linhas estruturais e operações padron</td>
<td>100% elétrico a bateria</td>
<td>Integra a gama de médios urbanos da fabricante e está inserido na faixa de chassis que pode receber diferentes configurações conforme a operação.</td>
</tr>
<tr>
<td>e-Bus 15 m</td>
<td>15 m</td>
<td>Piso alto ou piso baixo</td>
<td>Linhas urbanas de maior demanda e corredores</td>
<td>100% elétrico a bateria</td>
<td>Configuração de três eixos, com capacidade próxima de 95 passageiros em determinadas versões. A autonomia depende da aplicação e da quantidade de baterias.</td>
</tr>
<tr>
<td>Eletra Articulado / Superarticulado eBRT</td>
<td>aproximadamente 21 m a 23 m</td>
<td>Piso alto ou piso baixo</td>
<td>Corredores, BRTs e linhas de alta capacidade</td>
<td>100% elétrico a bateria</td>
<td>A versão de 21,5 m com carroceria Caio e-BRT Millennium foi um dos destaques da Lat.Bus 2026. Há configurações para diferentes capacidades e padrões de embarque.</td>
</tr>
<tr>
<td>Chassi Eletra – família urbana</td>
<td>aproximadamente 11 m a 13 m</td>
<td>Diferentes configurações para básicos e padrons</td>
<td>Projetos urbanos e encarroçamento por parceiros</td>
<td>Chassi elétrico completo</td>
<td>Família comercializada com marca e CAT Eletra. Em 2026, passou a incorporar mais módulos elétricos e eletrônicos, controles e softwares desenvolvidos ou integrados pela própria fabricante.</td>
</tr>
<tr>
<td>Chassi Eletra – articulado/superarticulado</td>
<td>aproximadamente 21 m a 23 m</td>
<td>Conforme o projeto</td>
<td>Alta capacidade, corredores e BRT</td>
<td>100% elétrico a bateria</td>
<td>Plataforma destinada aos veículos de maior porte. Nas novas gerações, a Eletra utiliza soluções específicas para elevada demanda de torque e operações em relevo severo.</td>
</tr>
<tr>
<td>E-Trol / IMC</td>
<td>aproximadamente 19 m a 21,5 m nas configurações apresentadas em 2026</td>
<td>Piso baixo</td>
<td>Corredores e sistemas com rede aérea</td>
<td>Tração elétrica a bateria com recarga em movimento</td>
<td>Pode operar conectado à rede e também fora dela. O carregamento durante a circulação permite reduzir o banco de baterias e a necessidade de concentrar toda a recarga nas garagens.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p class="isSelectedEnd">Além dos ônibus completos e chassis, o portfólio tecnológico da Eletra abrange trólebus, ônibus híbridos elétricos e o e-retrofit, pelo qual veículos pesados originalmente movidos a diesel podem ser convertidos para tração elétrica na fábrica de São Bernardo do Campo.</p>
<p class="isSelectedEnd">O rodoviário/fretamento elétrico de 12 metros anunciado durante a Lat.Bus 2026 não entra na tabela como produto corrente porque ainda está em desenvolvimento. A previsão informada pela empresa é de lançamento comercial em 2027, inicialmente para aplicações de fretamento e linhas rodoviárias de curta e média distância.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>UM BREVE HISTÓRICO DA ELETRA</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A trajetória da Eletra está diretamente ligada ao ABC Paulista e à experiência brasileira com transporte coletivo eletrificado.</p>
<p class="isSelectedEnd">A empresa surgiu em São Bernardo do Campo em 1999 e foi oficialmente inaugurada no ano seguinte, tendo desde o início como uma de suas principais características o desenvolvimento de sistemas de tração elétrica para veículos pesados com engenharia brasileira.</p>
<p class="isSelectedEnd">Um dos primeiros marcos foi justamente o desenvolvimento de ônibus híbridos elétricos. A tecnologia combinava a tração elétrica com geração de energia a bordo e surgiu em uma época na qual a eletrificação ainda estava distante de ocupar o espaço que hoje possui nas estratégias das montadoras de veículos pesados.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na sequência, a Eletra ampliou a atuação com os trólebus e acumulou experiência em veículos elétricos submetidos diariamente às condições reais do transporte coletivo. A empresa passou por diferentes gerações de motores, inversores, sistemas de controle e eletrônica de potência até chegar às atuais configurações de ônibus 100% elétricos a bateria.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na década de 2010, a fabricante avançou nos ônibus elétricos puros e também ampliou a atuação para projetos de eletrificação de veículos de carga e conversão de pesados. A experiência acumulada permitiu posteriormente estruturar uma família de e-Bus com diferentes comprimentos e capacidades, desde veículos menores para linhas alimentadoras até articulados e superarticulados de grande capacidade.</p>
<p class="isSelectedEnd">Outro passo importante ocorreu com a mudança para a unidade da Via Anchieta, em São Bernardo do Campo, que concentrou em maior escala os processos de eletrificação, integração dos sistemas de tração, baterias, controles e montagem.</p>
<p class="isSelectedEnd">Mais recentemente, a Eletra passou por outra transformação. Em 2025, começou a comercializar chassis elétricos completos com marca e responsabilidade técnica próprias. Em vez de receber necessariamente um chassi já identificado por outra montadora e realizar posteriormente a eletrificação, passou a receber plataformas mecânicas e concluir em São Bernardo uma parcela cada vez maior do veículo.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em 2026, a estratégia ganhou uma nova etapa com a ampliação da participação da Eletra também nos módulos elétricos e eletrônicos e com os chamados chassis inteligentes, capazes, segundo a fabricante, de reconhecer condições da operação e ajustar a entrega de energia.</p>
<p class="isSelectedEnd">É nesta fase que a companhia anuncia também a ampliação da fábrica atual, uma segunda unidade industrial, entrada nos segmentos rodoviário e de fretamento e o objetivo de levar os produtos e a engenharia desenvolvidos no Brasil para outros mercados.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>CONFIRA A ENTREVISTA NA ÍNTEGRA:</strong></p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Eletra Lat.Bus 2026</strong></p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>ADAMO BAZANI</strong></p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>No Diário do Transporte, a gente conversa com a diretora-presidente da Eletra Industrial, Milena Romano. Diário do Transporte que acompanhou uma série de novidades da Eletra aqui na Lat.Bus. Ônibus rodoviários, chassis inteligentes, investimentos, dá uma geralzona pra gente.</strong></p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>MILENA ROMANO</strong></p>
<p class="isSelectedEnd"><em>Como você falou, tiveram várias novidades hoje na Lat.Bus. Nós estamos lançando uma nova história da Eletra. Uma ampliação da nossa fábrica, criação de uma nova fábrica para aumentar a capacidade produtiva.</em></p>
<p class="isSelectedEnd"><em>Porque a gente vê que a eletromobilidade é uma realidade, não é mais um sonho. É uma coisa que já está consolidada no mercado. Veio pra ficar, e não só em São Paulo, que é o grande propulsor disso, mas em todo o nosso país.</em></p>
<p class="isSelectedEnd"><em>A Eletra hoje já está em mais de 17 cidades e 10 estados brasileiros. Com a liderança do mercado, com 65% dos ônibus elétricos em operação no país, produzidos por nós. Então, esses lançamentos são alguns dos lançamentos que ainda estão por vir até o final do ano e início do ano que vem.</em></p>
<p class="isSelectedEnd"><em>Como você disse, o nosso ônibus rodoviário, que era uma grande vontade da Eletra ter este produto. Agora, conseguimos fazer a modernização e a evolução das baterias, da capacidade energética das baterias. Então, é um produto que eu tenho certeza que vai ser um grande sucesso.</em></p>
<p class="isSelectedEnd"><em>E a grande virada de chave da nossa fábrica que foi nos tornarmos montadora a partir de julho, julho deste mês, com tecnologia e engenharia totalmente Eletra dos chassis. Então, hoje nós produzimos o chassi 100% Eletra e vamos lançar de todos os tamanhos até o meio do ano de 2027.</em></p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>ADAMO BAZANI</strong></p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Esse chassi inteligente tem o rodoviário e agora tem essa geração dentro dessa questão do aumento da participação da Eletra no processo produtivo, todos os módulos eletrônicos. Ele consegue identificar que tipo de via ele está trafegando e dosar a energia e dar mais autonomia a isso?</strong></p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>MILENA ROMANO</strong></p>
<p class="isSelectedEnd"><em>Consegue, consegue. Ele consegue dar alertas, a gente programa conforme o viário que ele está, qual é a forma, velocidade, aceleração mais eficiente para que essa bateria dure mais, para que o ônibus dure mais. Então, a gente tem todo esse controle que o diesel não tem.</em></p>
<p class="isSelectedEnd"><em>Então, esse é um grande diferencial também da Eletra, essa telemetria embarcada que possibilita tanto a equipe operacional, como a equipe de manutenção e nós da Eletra acompanharmos essa operação minuto a minuto em cada um dos estados que nós temos ônibus em operação.</em></p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>ADAMO BAZANI</strong></p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Investimentos, são duas fases de investimento. Ampliação da planta atual, agora, que tem capacidade para cerca de mil ônibus, vai ampliar essa capacidade em um segundo momento, uma segunda planta, é isso?</strong></p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>MILENA ROMANO</strong></p>
<p class="isSelectedEnd"><em>Uma segunda planta, é isso. Então, nesse primeiro momento, nós estamos ampliando a nossa fábrica atual, que nos dará a capacidade produtiva de 1.700 ônibus a partir de 2027. E em 2027, nós já iniciaremos a obra da nova fábrica para aumentarmos a capacidade para 3.000 ônibus por ano.</em></p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>ADAMO BAZANI</strong></p>
<p class="isSelectedEnd"><em>Isso é uma geração de mais empregos também?</em></p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>MILENA ROMANO</strong></p>
<p class="isSelectedEnd"><em>Isso é uma geração de 1.000 vagas de trabalho.</em></p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>ADAMO BAZANI</strong></p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>A eletromobilidade, ela é, além da questão ambiental, ela é uma questão estratégica economicamente, socialmente para o Brasil, até justamente por esses empregos qualificados?</strong></p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>MILENA ROMANO</strong></p>
<p class="isSelectedEnd"><em>Com certeza, eu acho que a reindustrialização do Brasil vai começar com a eletromobilidade, com a Eletra em especial, que é uma fabricante 100% nacional, com DNA brasileiro, com engenharia brasileira, mundial brasileira, tecnologia brasileira, e 93% do nosso produto é nacionalizado. Então, a única coisa que vem de fora é o lítio, mas a bateria é feita no Brasil, é montada, tecnologia, tudo brasileiro. Então, isso é uma grande chance da gente exportar esse conhecimento também para a América Latina, até a Europa, Estados Unidos, o que nós estamos desenvolvendo aqui dentro do Brasil.</em></p>
<p class="isSelectedEnd"><em>E, é claro, avançar na mão de obra especializada, capacitada, que é o que nós precisamos para que tenhamos um produto cada vez com mais qualidade, mais engenharia, mais modernidade.</em></p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>ADAMO BAZANI</strong></p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Perfeito, a gente agradece bastante a sua participação aqui no Diário do Transporte.</strong></p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>ADAMO BAZANI</strong></p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Diário do Transporte conversa com a diretora comercial da Eletra, Ieda Oliveira, que vai falar para a gente das novidades da marca 100% nacional na Lat.Bus do ano de 2026. Começando por uma diversificação da atuação da Eletra, inclusive oferecendo mais componentes, é isso?</strong></p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>IÊDA OLIVEIRA</strong></p>
<p class="isSelectedEnd"><em>Exatamente, quer dizer, nós estamos aqui cada vez mais nos posicionando como fabricante de chassi 100% brasileiro, tecnologia desenvolvida aqui. E nós estamos aqui, no ano passado nós apresentamos o chassi já com CAT Eletra, esse ano nós estamos também com chassis aqui com CAT Eletra. E a grande novidade é o passo acima que a gente deu, que nós estamos também com tecnologia elétrica de todos os módulos elétricos e eletrônicos de chassi.</em></p>
<p class="isSelectedEnd"><em>Então, os nossos parceiros, né, Mercedes e Scania fornecem o chassi para a gente com toda a parte de suspensão, mas toda a parte elétrica e eletrônica. Agora não, agora vem só com a parte de suspensão, freio, sistema de estabilidade, toda a parte elétrica do chassi é tecnologia 100% elétrica. Por que isso? Porque nós estamos buscando mais eficiência na integração do sistema. Então hoje a Eletra pode dizer que nós dominamos 100% de todo o controle do chassi. Todo o controle elétrico e eletrônico, a rede de câmbio do chassi é nossa. Isso permite o que? Que você consiga ter mais eficiência no sistema.</em></p>
<p class="isSelectedEnd"><em>Nós temos várias oportunidades, né, que permitem. Eu vou subir uma rampa agora, o próprio chassi reconhece que ele está numa rampa e muda o torque para aquela situação de rampa.</em></p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>ADAMO BAZANI</strong></p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Ele muda automaticamente, não precisa escolher um modelo para isso, um modelo para aquilo?</strong></p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>IÊDA OLIVEIRA</strong></p>
<p class="isSelectedEnd"><em>Não, não tem parametrização mais, essa integração vai permitir que ele reconheça a rota e disponibilize para aquela rota a potência necessária, sem você precisar fazer nenhuma programação.</em></p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>ADAMO BAZANI</strong></p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Isso pode resultar em uma autonomia maior?</strong></p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>IÊDA OLIVEIRA</strong></p>
<p class="isSelectedEnd"><em>Com certeza, autonomia maior, consumo menor, quer dizer, você vai ter um veículo realmente inteligente, é isso que a gente busca. Então essa integração nos permitiu ter um chassi mais inteligente do ponto de vista de operação mesmo.</em></p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>ADAMO BAZANI</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Então a gente pode dizer que a Eletra entra na era dos chassis inteligentes?</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>IÊDA OLIVEIRA</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Exatamente, é isso, a gente entra na era do chassi que consegue reconhecer o perfil da rota e o que ele tem que disponibilizar, porque ele está linkado ao sistema de tração elétrico. Então o que ele tem que disponibilizar de potência para aquela situação, ou disponibilizar mais, ou economizar, porque ele está em uma rota mais plana.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>ADAMO BAZANI</strong></p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Isso ocorre por causa dos dispositivos, o que faz ele reconhecer?</strong></p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>IÊDA OLIVEIRA</strong></p>
<p class="isSelectedEnd"><em>Ele tem um sensor que permite que ele saiba se ele está em uma rampa, se ele está em uma inclinação, se ele entrou em uma lombada, por exemplo, ele tem um reconhecimento, ele consegue reconhecer.</em></p>
<p class="isSelectedEnd"><em>Então a gente está buscando ter o melhor resultado do ponto de vista de eficiência de energia, eficiência energética e do ponto de vista também de desempenho operacional.</em></p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>ADAMO BAZANI</strong></p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Iêda, a gente inclusive no Diário do Transporte, noticiou sobre a nova geração dos trólebus, o IMC, 97%, e me chamou bastante a atenção, dado da UITP, que é a União Internacional de Transporte Público, 257 cidades no mundo adotam essa tecnologia, mais de 22 mil veículos e que agora a Eletra já disponibiliza no Brasil, que é o E-Trol, mundialmente é o IMC. A gente já falou bastante dele, mas nunca ninguém viu ele pelado, a gente está aqui com ele agora. Explica para mim, principalmente a parte traseira.</strong></p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>IÊDA OLIVEIRA</strong></p>
<p class="isSelectedEnd"><em>Vamos lá, as principais diferenças. Aqui na verdade você está com um chassi 100% elétrico, a ação dele é totalmente elétrica, ele tem bateria, para você ter uma ideia, a mesma bateria que está naquele veículo, que é o veículo de 10 metros, está nesse ônibus, é muito melhor, por quê? De 21 a 23. Aquele para 54 passageiros, esse para 150.</em></p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>ADAMO BAZANI</strong></p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Então olha só, a mesma que está naquele, entre aspas, pequenininho, digamos assim, está nesse grandão, por quê?</strong></p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>IÊDA OLIVEIRA</strong></p>
<p class="isSelectedEnd"><em>Porque a gente carrega a bateria em movimento, então na própria linha que esse ônibus opera, parte dessa linha tem rede de recarga, não vamos falar mais em rede de trol, é rede de recarga. Não é um fio trol, é uma rede. É uma rede de recarga, então ele para numa marcação da via, aperta um botão, automaticamente essas alavancas pneumáticas se desprendem do ônibus, você tem uma guia na rede, ele conecta a rede, a partir dali ele usa a energia da rede para carregar as baterias e se deslocar. Então você aumentou a autonomia, porque esse carro, mesmo com banco pequeno, ele vai poder rodar 400 quilômetros por dia, porque ele está sempre carregando a bateria. Eu não tenho um carregador dentro da garagem, o que é uma vantagem grande.</em></p>
<p class="isSelectedEnd"><em>Eu gosto muito de falar, eu tenho muito orgulho de ser uma empresa 100% nacional, porque tem muita tecnologia nesse ônibus. O carregador embarcado foi desenvolvido pela nossa engenharia aqui no Brasil.</em></p>
<p class="isSelectedEnd"><em>Essa é a alavanca pneumática. Aqui é o controle da alavanca, que ela é toda controlada. E ali é onde está o carregador. É um carregador de 60 kWh embarcado. Cada vez que ele conecta na rede, ele puxa da rede os 60 kWh mais a energia que ele precisa para se deslocar. Tudo desenvolvido no Brasil. As alavancas em parceria com a Merckx no Brasil. É muita tecnologia, porque imagina que você tem que controlar quando você está regenerando para a bateria, quando você está carregando a bateria, quando você está disponibilizando para a tração. E tudo isso desenvolvido aqui no Brasil pela nossa engenharia. Então é fantástico.</em></p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>ADAMO BAZANI</strong></p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>E só lembrando, aqui são as alavancas, os pantógrafos, as alavancas, mas ele fica no teto do ônibus. Aqui só está para demonstração.</strong></p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>IÊDA OLIVEIRA</strong></p>
<p class="isSelectedEnd"><em>Exatamente. As baterias também no teto.</em></p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>ADAMO BAZANI</strong></p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Agora a gente também está com uma outra novidade, que é esse aqui, que é o e-Millennium BRT. Esse já é para a capital paulista. E ele vai rodar nos corredores, no corredor verde da cidade de São Paulo, com uma nova tecnologia de carroceria e parceria com a Caio e tecnologia 100% nacional também?</strong></p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>IÊDA OLIVEIRA</strong></p>
<p class="isSelectedEnd"><em>100% nacional. São dois chassis de 21 metros e meio. Os dois com plataforma Mercedes, os dois com tecnologia 100% Eletra. A diferença é que esse é um elétrico puro, então toda a energia dele vem das baterias. E carrega na garagem, né? E esse aqui é um e-troll, que ele também tem banco de baterias, mas ele carrega as baterias em movimento, quando ele está na via.</em></p>
<p class="isSelectedEnd"><em>O Brasil no segmento de ônibus, ele sempre está em evolução, né? Sempre teve aí nesse comando da cadeia produtiva. E eu acho que agora a indústria nacional prova que também na questão da eletrificação, nós temos competência, tanto do ponto geral, né? Da parte de chassi, da parte de tecnologia de tração, da parte de recarga, da parte de carroceria, né? Eu acho que a nossa&#8230; E eu costumo dizer, né? A nossa realidade, ela é bruta, né? Nós temos um perfil de rota muito desafiador. Isso é uma&#8230; A gente está com o ônibus, com aquele chassi, né. Que é o chassi de 10 metros que a gente está apresentando.</em></p>
<p class="isSelectedEnd"><em>Qual é a novidade daquele chassi? O mesmo powertrain que está naquele ônibus, que é um veículo de 10 metros para 55, dependendo da planta, 58 passageiros, está nesse articulado que vai rodar no corredor. Aí você me pergunta, mas por que vocês fizeram isso? Porque aquele carro é que vai fazer periferia. É ele que vai subir as rampas de 30%. É ele que vai pegar os perfis mais agressivos da cidade.</em></p>
<p class="isSelectedEnd"><em>Então ele está preparado, porque a gente sabe, a periferia de São Paulo é onde você tem as maiores lotações. Então a gente quis mostrar o seguinte. Aquele carro é o que vai para a briga. Ele é o que vai enfrentar buraco, lombada, lotação, ondulação, vai subir comunidade. E os nossos elétricos aqui, muita gente acha que é para corredor, não. Nossos elétricos sobem a comunidade. E aquele carro está preparado para isso.</em></p>
<p class="isSelectedEnd"><em>Então a gente sempre tem esse foco de pensar em quê? Nós produzimos o ônibus pensando na operação.</em></p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>ADAMO BAZANI</strong></p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Outra grande novidade, ônibus rodoviário elétrico 100% nacional. Como que vai ser?</strong></p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>IÊDA OLIVEIRA</strong></p>
<p class="isSelectedEnd"><em>Isso mesmo, Adamo. Nós estamos já anunciando essa novidade. O ônibus elétrico, a gente entende que o rodoviário tem sempre o desafio das autonomias, mas são muitos nichos. Eu falo que o Brasil, você não tem uma única linha. Você tem várias oportunidades de linhas mais curtas, 300 km, 350 km. Ainda com a opção de recarga de oportunidade. Então nós vamos lançar um rodoviário para atender esse segmento. A gente entende que é importante, vai trazer um benefício do ponto de vista de economia, de operação, de consumo e muito mais conforto. E um serviço melhor para os passageiros que operam nessas linhas.</em></p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>ADAMO BAZANI</strong></p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Em relação ao bagageiro, a gente sabe que são diferentes rotas, tem a questão do fretamento e tem a rota regular, que tem diferentes características. Uma rota mais extensa, com maior número de bagagens, uma rota mais curta, com menor número, mas que tem uma necessidade já de bagagem. E muitas empresas rodoviárias regulares trabalham também com encomendas. Como resolver essa questão?</strong></p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>IÊDA OLIVEIRA</strong></p>
<p class="isSelectedEnd"><em>A gente começa com o fretamento e com operações com menos bagagem, porque a nossa ideia, nesse caso, é colocar as baterias no piso. Primeiro, porque a gente entende que é um espaço disponível. E como a gente sabe, tecnicamente, no rodoviário não dá para colocar a bateria no teto, por conta da velocidade. Então, a ideia, a gente começa pelo fretamento, utilizando o bagageiro como parte para colocar as baterias, mas a gente já está estudando colocar parte das baterias na traseira do ônibus, utilizar apenas um pequeno pedaço do bagageiro. Então, essa é a nossa meta, buscando esse segmento, porque o Brasil tem muitas rotas e tem muitas oportunidades em rotas de, como eu disse, de 300 a 350 quilômetros, que atenderiam perfeitamente com os elétricos.</em></p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>ADAMO BAZANI</strong></p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>E é uma rota média. Para a gente ter uma ideia, São Paulo a Campinas tem em torno de 120, então, daria, por exemplo, para um veículo desse, fazer São Paulo a Campinas e de volta. Sem contar que ele vai parar, vai limpar, banheiro sanitário e tudo mais, já pode, pelo menos, receber uma oportunidade.</strong></p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>IÊDA OLIVEIRA</strong></p>
<p class="isSelectedEnd"><em>Inclusive, pensando nisso, Adamo, nós estamos aumentando a capacidade de carga das nossas baterias, estamos indo de 150 para 220, exatamente pensando nas recargas de oportunidade. Ou seja, em espaços de 15 minutos, meia hora, você vai poder estender muito a autonomia do ônibus. E no fretamento e no rodoviário, você tem isso. Me parece que em algumas cidades, inclusive, ele é obrigado a parar a cada três horas. Então, isso tudo tem facilitado para que a gente apresente uma solução que atenda a operação, trazendo todas as vantagens da eletrificação, também para o sistema de rodoviário e fretamento.</em></p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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    <title>Ônibus do transporte público do Rio de Janeiro (RJ) colide contra muro e deixa feridos em Botafogo nesta terça-feira (18)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/08/18/onibus-do-transporte-publico-do-rio-de-janeiro-rj-colide-contra-muro-e-deixa-feridos-em-botafogo-nesta-terca-feira-18/</link>
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    <pubDate>Tue, 18 Aug 2026 21:53:59 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Acidente foi registrado na Rua Clotilde Guimarães e envolveu um coletivo da linha LECD 150 (453) VINÍCIUS DE OLIVEIRA Na tarde desta terça-feira, 18 de agosto, por volta das 17h20, ao menos dez pessoas sofreram ferimentos em um acidente com ônibus na Zona Sul do Rio de Janeiro (RJ). O acidente ocorreu na Rua Clotilde [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="984" height="554" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/imagem-cortada-31-.jpg?fit=984%2C554&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/imagem-cortada-31-.jpg?w=984&amp;ssl=1 984w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/imagem-cortada-31-.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/imagem-cortada-31-.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/imagem-cortada-31-.jpg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/imagem-cortada-31-.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 984px) 100vw, 984px" /> <p><em>Acidente foi registrado na Rua Clotilde Guimarães e envolveu um coletivo da linha LECD 150 (453)</em></p>
<p><em><strong>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</strong></em></p>
<p>Na tarde desta terça-feira, 18 de agosto, por volta das 17h20, ao menos dez pessoas sofreram ferimentos em um acidente com ônibus na Zona Sul do Rio de Janeiro (RJ).</p>
<p>O acidente ocorreu na Rua Clotilde Guimarães, na região de Botafogo, onde o coletivo do transporte público colidiu contra um muro.</p>
<p>O veículo envolvido atende a linha LECD 150 (453), que realiza a rota entre Grajaú e o Metrô Siqueira Campos.</p>
<p>Uma faixa da Rua Clotilde Guimarães foi interditada durante o atendimento por parte do Corpo de Bombeiros.</p>
<p>O trânsito nas proximidades se intensificou e é afetado desde a Avenida Pasteur, com reflexos na Praia de Botafogo.</p>
<p><em><strong>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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    <title>Pesquisa aponta insatisfação com horários e espera no transporte coletivo de Peruíbe (SP)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/08/18/pesquisa-aponta-insatisfacao-com-horarios-e-espera-no-transporte-coletivo-de-peruibe-sp/</link>
	<dc:creator><![CDATA[arthursabadinferrari]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 18 Aug 2026 21:00:53 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Levantamento com 110 usuários também identificou críticas à conservação dos ônibus, disponibilidade de informações e quantidade de viagens ARTHUR FERRARI Uma pesquisa de satisfação realizada pela Prefeitura de Peruíbe (SP) entre maio e julho deste ano revelou avaliação predominantemente negativa dos usuários sobre o transporte coletivo municipal. O levantamento, conduzido pelo Departamento de Mobilidade Urbana, [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="521" height="286" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Sem-titulo-10.png?fit=521%2C286&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Sem-titulo-10.png?w=521&amp;ssl=1 521w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Sem-titulo-10.png?resize=300%2C165&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Sem-titulo-10.png?resize=150%2C82&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Sem-titulo-10.png?resize=400%2C220&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 521px) 100vw, 521px" /> <p><em>Levantamento com 110 usuários também identificou críticas à conservação dos ônibus, disponibilidade de informações e quantidade de viagens</em></p>
<p><em><strong>ARTHUR FERRARI</strong></em></p>
<p>Uma pesquisa de satisfação realizada pela Prefeitura de Peruíbe (SP) entre maio e julho deste ano revelou avaliação predominantemente negativa dos usuários sobre o transporte coletivo municipal. O levantamento, conduzido pelo Departamento de Mobilidade Urbana, reuniu 110 participantes e avaliou aspectos como cumprimento de horários, tempo de espera, conservação e limpeza dos ônibus, atendimento, segurança, acessibilidade e oferta de viagens.</p>
<p>Entre os principais problemas apontados estão a espera nos pontos, a quantidade de horários disponíveis e a regularidade das viagens. A avaliação do tempo de espera teve média de 2,37 em uma escala de 1 a 5. Dos participantes, 29 (26,4%) classificaram o item como &#8220;muito ruim&#8221; e outros 39 (35,5%) como &#8220;ruim&#8221;. Apenas 24 usuários avaliaram o tempo de espera como bom ou muito bom.</p>
<p>A percepção sobre o cumprimento dos horários também ficou abaixo do ideal. Em uma escala na qual 1 representa &#8220;sempre&#8221; e 5 significa &#8220;nunca&#8221;, a média foi de 3,31. A maior parcela, 53 pessoas (48,2%), afirmou que os horários são cumpridos &#8220;raramente&#8221;. Outros 22 participantes (20%) disseram que isso ocorre &#8220;às vezes&#8221;, enquanto 19 (17,3%) apontaram cumprimento na maioria das vezes.</p>
<p>A pesquisa ainda perguntou aos passageiros se já haviam presenciado viagens que não foram realizadas. A média registrada foi de 2,66 em uma escala de 1 a 4. A maioria, 63 participantes (57,3%), respondeu que isso ocorre &#8220;às vezes&#8221;, enquanto 14 (12,7%) disseram presenciar a situação &#8220;frequentemente&#8221;.</p>
<h3>Oferta de horários também é alvo de críticas</h3>
<p>A quantidade de viagens disponíveis recebeu média de 2,36 em uma escala de 1 a 4. Para 53 usuários (48,2%), a oferta atende apenas parcialmente às necessidades. Outros 23 (20,9%) consideraram a quantidade insuficiente e 17 (15,5%) a classificaram como muito insuficiente.</p>
<p>Somados, esses dois últimos grupos representam 40 usuários, ou 36,4% dos participantes. Apenas 17 pessoas (15,5%) disseram que a quantidade de horários atende totalmente às suas necessidades.</p>
<p>A falta de informações também aparece entre os resultados. Para 51 participantes (46,4%), as informações sobre horários e itinerários são inexistentes. Outros 10 (9,1%) consideraram os dados confusos e 21 (19,1%) disseram que são pouco claros.</p>
<p>Somente 28 usuários avaliaram as informações como claras ou muito claras, correspondendo a 25,5% dos entrevistados.</p>
<h3>Conservação e limpeza ficam principalmente na faixa regular</h3>
<p>O estado de conservação dos ônibus foi classificado como regular por 67 participantes (60,9%). Outros 13 (11,8%) consideraram a condição ruim e quatro (3,6%), muito ruim. Na outra ponta, 19 usuários (17,3%) avaliaram os veículos como bons e sete (6,4%) como excelentes.</p>
<p>A limpeza apresentou resultado semelhante. A maioria, 59 pessoas (53,6%), classificou o item como regular. Para 26 (23,6%), a limpeza é ruim, enquanto dois (1,8%) consideraram muito ruim. As avaliações positiva e excelente somaram 23 respostas, sendo 17 (15,5%) como boa e seis (5,5%) como excelente.</p>
<p>A disponibilidade de assentos também não recebeu avaliação elevada. Em uma escala de 1 a 5, 56 participantes (50,9%) disseram que a quantidade de lugares atende à demanda apenas &#8220;às vezes&#8221;. Outros 14 (12,7%) afirmaram que isso ocorre raramente e 10 (9,1%) disseram que nunca há assentos suficientes.</p>
<p>Por outro lado, 22 usuários (20%) consideraram que a oferta de assentos atende à demanda na maioria das vezes e oito (7,3%) disseram que isso acontece sempre.</p>
<h3>Motoristas têm avaliação melhor que a operação</h3>
<p>O atendimento prestado por motoristas e cobradores apresentou um resultado mais favorável. Embora 53 participantes (48,2%) tenham classificado o serviço como regular, 34 (30,9%) avaliaram como bom e 19 (17,3%) como excelente.</p>
<p>Apenas quatro usuários fizeram avaliações negativas: três (2,7%) classificaram o atendimento como ruim e um (0,9%) como muito ruim.</p>
<p>Na avaliação da segurança da condução, 60 participantes (54,5%) disseram que os motoristas dirigem com segurança &#8220;às vezes&#8221;. Outros 19 (17,3%) responderam &#8220;na maioria das vezes&#8221; e 29 (26,4%), &#8220;sempre&#8221;.</p>
<p>Dois usuários (1,8%) disseram que os motoristas nunca dirigem com segurança, enquanto nenhum marcou a opção &#8220;raramente&#8221;.</p>
<h3>Acessibilidade é um dos pontos mais bem avaliados</h3>
<p>A percepção sobre o atendimento a idosos e pessoas com deficiência apresentou resultado positivo. Para 81 participantes, equivalentes a 73,6%, o transporte atende plenamente esse público.</p>
<p>Outros 23 usuários (20,9%) consideraram que o atendimento ocorre parcialmente, enquanto quatro (3,6%) afirmaram que não atende adequadamente. Duas pessoas (1,8%) não souberam opinar.</p>
<h3>Trabalho é principal motivo para utilizar ônibus</h3>
<p>A pesquisa mostra que o transporte coletivo tem forte relação com os deslocamentos profissionais em Peruíbe. Dos 110 participantes, 84 (76,4%) afirmaram utilizar os ônibus principalmente para ir ao trabalho.</p>
<p>O estudo foi apontado como motivo principal por 19 pessoas (17,3%). Outros seis participantes (5,5%) indicaram outras finalidades, enquanto um (0,9%) utiliza principalmente para deslocamentos relacionados à saúde. Nenhum entrevistado apontou o lazer como principal motivo.</p>
<p>O perfil de uso também revela uma dependência elevada do sistema. 98 participantes (89,1%) disseram utilizar o transporte coletivo todos os dias, enquanto 11 (10%) usam algumas vezes por semana. Apenas um usuário (0,9%) declarou utilizar raramente e nenhum marcou a opção &#8220;ocasionalmente&#8221;.</p>
<p>Entre as linhas informadas pelos participantes, a Caraguava–Vila Erminda foi a mais representada, com 54 respostas (49,5%), seguida pela Vila Erminda–Caraguava, com 29 (26,6%). Também foram citadas Vila Peruíbe, com nove respostas (8,3%), Ribamar, com sete (6,4%), Guaraú, com quatro (3,7%), São Francisco, com três (2,8%), Ruínas, com duas (1,8%) e Barra do Una, com uma (0,9%).</p>
<h3>Avaliação geral fica concentrada entre regular e muito ruim</h3>
<p>Na avaliação geral do transporte coletivo municipal, o resultado foi predominantemente negativo. 35 participantes (31,8%) classificaram o sistema como muito ruim, enquanto 29 (26,4%) avaliaram como ruim.</p>
<p>Outros 30 usuários (27,3%) consideraram o transporte regular. Apenas 12 (10,9%) classificaram como bom e quatro (3,6%) como excelente.</p>
<p>Dessa forma, as avaliações &#8220;ruim&#8221; e &#8220;muito ruim&#8221; somaram 64 respostas, ou 58,2% dos participantes, enquanto as avaliações positiva e excelente representaram 16 respostas, equivalentes a 14,5%.</p>
<p>A Prefeitura informou que as contribuições serão utilizadas como subsídio para o acompanhamento e o aprimoramento do serviço. Entre os pontos destacados pelo próprio levantamento estão a necessidade de maior pontualidade, ampliação da oferta de horários e veículos, melhorias na conservação e climatização dos ônibus e instalação e manutenção de abrigos nos pontos de embarque e desembarque.</p>
<p>A pesquisa foi publicada pela Prefeitura de Peruíbe em 17 de agosto de 2026 e contou com 110 participantes.</p>
<p><strong>Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte</strong></p>
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  <item>
    <title>Sugestões para nova classificação de mercados semiurbanos de ônibus da ANTT podem ser enviadas até 2 de setembro; audiência apresentou linhas gerais</title>
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	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 18 Aug 2026 20:29:46 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[ANTT]]></category><category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Proposta considera continuidade entre áreas urbanas, deslocamentos para trabalho e estudo e dependência de serviços essenciais. Discussão ocorre enquanto segmento ainda enfrenta problemas de frota envelhecida, sustentabilidade financeira e transporte clandestino ADAMO BAZANI Empresas de ônibus, passageiros, entidades, prefeituras, governos estaduais e demais interessados têm até 2 de setembro de 2026 para apresentar sugestões à [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="858" height="543" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/catedral.jpg?fit=858%2C543&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/catedral.jpg?w=858&amp;ssl=1 858w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/catedral.jpg?resize=300%2C190&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/catedral.jpg?resize=150%2C95&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/catedral.jpg?resize=768%2C486&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/catedral.jpg?resize=400%2C253&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 858px) 100vw, 858px" /> <p><em>Proposta considera continuidade entre áreas urbanas, deslocamentos para trabalho e estudo e dependência de serviços essenciais. Discussão ocorre enquanto segmento ainda enfrenta problemas de frota envelhecida, sustentabilidade financeira e transporte clandestino</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>Empresas de ônibus, passageiros, entidades, prefeituras, governos estaduais e demais interessados têm até 2 de setembro de 2026 para apresentar sugestões à ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) sobre os novos critérios que poderão definir quais ligações entre municípios devem ser enquadradas como transporte interestadual semiurbano de passageiros.</p>
<p>As linhas gerais da proposta foram apresentadas nesta terça-feira (18) durante a Audiência Pública nº 13/2026, realizada em Brasília e também transmitida pela internet.</p>
<p>As contribuições podem ser encaminhadas pelo sistema ParticipANTT:</p>
<p><a href="https://participantt.antt.gov.br/public" target="_blank" rel="noopener">https://participantt.antt.gov.br/public</a></p>
<p>Como mostrou o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> nesta segunda-feira (17), a discussão pode alterar no futuro o enquadramento de mercados atualmente considerados semiurbanos e também estabelecer parâmetros mais objetivos para novas classificações.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/08/17/antt-debate-nesta-terca-feira-18-novos-criterios-que-podem-mudar-enquadramento-das-linhas-semiurbanas-interestaduais/">https://diariodotransporte.com.br/2026/08/17/antt-debate-nesta-terca-feira-18-novos-criterios-que-podem-mudar-enquadramento-das-linhas-semiurbanas-interestaduais/</a></p>
<p>A proposta faz parte do projeto “Nova Metodologia de Classificação de Mercados Semiurbanos”, previsto na Agenda Regulatória 2025-2026 da agência.</p>
<p>A intenção é criar uma metodologia padronizada para determinar quando uma ligação interestadual apresenta características de transporte semiurbano, aproximando-se, na prática, da dinâmica dos sistemas municipais e metropolitanos.</p>
<p>Isso ocorre porque o semiurbano, apesar de atravessar limites entre unidades da Federação, possui características bastante diferentes das viagens rodoviárias interestaduais convencionais.</p>
<p>São operações normalmente utilizadas no deslocamento cotidiano para trabalho, estudo e acesso a serviços, com maior frequência de viagens e características operacionais próximas às do transporte urbano.</p>
<p>A audiência desta terça-feira não provoca mudança imediata nas linhas existentes. As contribuições ainda serão analisadas pela área técnica da ANTT e poderão resultar em modificações na minuta antes da edição da regulamentação definitiva.</p>
<p><strong>O que a ANTT propõe</strong></p>
<p>Um dos principais pontos apresentados pela ANTT é a análise da proximidade física entre os municípios.</p>
<p>Pela proposta, para uma ligação ser classificada como semiurbana, inicialmente será analisada a contiguidade dos perímetros urbanos, ou seja, se existe continuidade ou proximidade entre as manchas urbanizadas das cidades atendidas.</p>
<p>Quando não houver essa continuidade, a ANTT verificará se os municípios são limítrofes.</p>
<p>Neste caso, a análise poderá avançar para uma segunda etapa, que considera o grau de integração funcional e socioeconômica entre as cidades.</p>
<p>Entre os principais critérios apresentados estão:</p>
<ul>
<li>contiguidade entre os perímetros urbanos dos municípios;</li>
<li>verificação se os municípios são limítrofes quando não houver continuidade das manchas urbanas;</li>
<li>hierarquia urbana do município de destino;</li>
<li>intensidade absoluta dos fluxos pendulares;</li>
<li>intensidade relativa desses deslocamentos;</li>
<li>nível de dependência entre os municípios;</li>
<li>deslocamentos realizados para trabalho e estudo;</li>
<li>dependência de serviços existentes no município de destino, como saúde, ensino superior e transporte público.</li>
</ul>
<p>Os chamados fluxos pendulares representam justamente os deslocamentos frequentes realizados pela população entre cidades diferentes, normalmente com ida e volta no mesmo dia para trabalho, estudo ou outras atividades.</p>
<p>Para determinar o nível de dependência entre as cidades, a proposta passa a considerar também se moradores de um município precisam se deslocar para outro para ter acesso a serviços essenciais.</p>
<p>Entram nessa avaliação, por exemplo, hospitais e outros serviços de saúde, instituições de ensino superior e sistemas de transporte público.</p>
<p>Os estudos terão como referência dados e pesquisas do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).</p>
<p>A proximidade geográfica, portanto, não deverá ser suficiente isoladamente para determinar que uma ligação seja semiurbana.</p>
<p>A proposta procura identificar se existe efetivamente uma relação cotidiana entre as cidades que faça o transporte interestadual funcionar, na prática, como parte da mobilidade diária daquela população.</p>
<p>Durante a audiência, a ANTT também apresentou aspectos relativos à aplicação da metodologia, eventual reclassificação de mercados, outorgas em regime de autorização especial e de autorização emergencial e regras finais e transitórias.</p>
<p><strong>Sistema tem 157 linhas e transportou quase 38 milhões de passageiros</strong></p>
<p>A dimensão do transporte semiurbano mostra o impacto que uma nova metodologia de classificação pode ter.</p>
<p>Segundo dados do Anuário Estatístico da ANTT já destacados pelo Diário do Transporte, o sistema reunia 30 empresas autorizadas em operação e 157 linhas semiurbanas interestaduais, atendendo aproximadamente 5.777 ligações entre origens e destinos.</p>
<p>Em 2025, foram transportados aproximadamente 37,9 milhões de passageiros.</p>
<p>A maior concentração das operações está entre o Distrito Federal e Goiás, mas existem serviços semiurbanos entre diferentes unidades da Federação, como Minas Gerais e São Paulo, Paraná e Santa Catarina, Bahia e Pernambuco, Mato Grosso e Goiás, entre outros mercados.</p>
<p><strong>Classificação é discutida em meio a problemas estruturais do semiurbano</strong></p>
<p>A discussão sobre a classificação dos mercados ocorre em um momento no qual o transporte semiurbano, principalmente entre o Distrito Federal e municípios do Entorno, ainda apresenta problemas operacionais, regulatórios e econômicos.</p>
<p>O <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> acompanha a situação e mostrou, em julho de 2026, que o segmento enfrenta uma combinação de frota envelhecida, dificuldades financeiras, transporte clandestino, paralisações trabalhistas e gratuidades sem uma fonte específica de compensação aos operadores.</p>
<p>Na ocasião, o Diário do Transporte ouviu a advogada Rita Januzzi, especialista que atua na regularização de empresas de transportes.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/07/27/transporte-semiurbano-da-antt-agoniza-com-frota-velha-ma-avaliacao-clandestinos-greves-e-gratuidades-sem-contrapartida-aponta-especialista/">https://diariodotransporte.com.br/2026/07/27/transporte-semiurbano-da-antt-agoniza-com-frota-velha-ma-avaliacao-clandestinos-greves-e-gratuidades-sem-contrapartida-aponta-especialista/</a></p>
<p>Segundo a especialista, a situação do semiurbano do Distrito Federal e Entorno envolve tanto questões regulatórias quanto a sustentabilidade econômica das operações.</p>
<p>Rita Januzzi destacou que as empresas possuem despesas trabalhistas, tributárias e operacionais com salários, combustível, pneus, peças, manutenção e garagens, enquanto convivem com gratuidades e com a concorrência do transporte clandestino.</p>
<p>Na avaliação apresentada pela especialista, a insuficiência de fiscalização e a ausência de uma solução estrutural para o financiamento contribuem para a deterioração das condições de operação.</p>
<p>A análise representa a avaliação da entrevistada e não é o objeto específico da Audiência Pública nº 13/2026, que trata da metodologia para classificação dos mercados.</p>
<p><strong>Frota continua sendo ponto crítico</strong></p>
<p>Dados da própria ANTT também mostram dificuldades na qualidade dos serviços do principal mercado semiurbano do País.</p>
<p>Em maio de 2026, como noticiou o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, o IQT (Índice de Qualidade do Transporte) global do semiurbano do Distrito Federal e Entorno passou de 4,54 para 5 pontos, permanecendo na classificação “Regular”.</p>
<p>A renovação da frota recebeu nota zero e continuou classificada no nível crítico.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/05/15/antt-divulga-indice-de-qualidade-do-semiurbano-do-df-com-global-como-critica-catedral-como-regular-e-amazonia-e-utb-como-boas/">https://diariodotransporte.com.br/2026/05/15/antt-divulga-indice-de-qualidade-do-semiurbano-do-df-com-global-como-critica-catedral-como-regular-e-amazonia-e-utb-como-boas/</a></p>
<p>Segundo os dados apresentados pela agência naquele levantamento, a frota possuía idade média superior a dez anos e, pelo segundo ciclo consecutivo, a renovação foi considerada nula.</p>
<p>O indicador de monitoramento e gestão recebeu nota 1,9; a regularidade das vistorias ficou em 4,7; e indicadores de regularidade e informações financeiras tiveram notas 2,2 e 2,9.</p>
<p>Na avaliação individual das empresas, a Amazônia Inter Turismo recebeu nota 6,94 e a UTB (União Transporte Brasília), 6,74, ambas na classificação “Boa”.</p>
<p>A Kandango Transportes e Turismo ficou com 5,39, na faixa “Regular”, enquanto a Global Transportes Rodoviários registrou 1,67, permanecendo no nível “Crítico”.</p>
<p>A nova metodologia discutida agora pela ANTT não trata diretamente de problemas como renovação da frota, subsídios, gratuidades, fiscalização do transporte clandestino ou equilíbrio econômico das operações.</p>
<p>A definição mais clara de quais ligações efetivamente possuem características semiurbanas, entretanto, deverá servir como referência para a organização regulatória desses mercados e para futuras decisões da agência relacionadas à prestação dos serviços.</p>
<p>As manifestações apresentadas na audiência desta terça-feira e as contribuições encaminhadas até 2 de setembro serão analisadas pela ANTT e poderão subsidiar alterações na proposta antes da regulamentação definitiva.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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    <title>Marcopolo transforma 3 mil garrafas PET em tecido sustentável para as poltronas do G8 TEC</title>
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    <pubDate>Tue, 18 Aug 2026 20:00:34 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Cada ônibus da linha G8 TEC utiliza o equivalente a cerca de 3.000 garrafas PET pós-consumo na composição dos tecidos das poltronas VINÍCIUS DE OLIVEIRA Na concepção da nova linha de ônibus Marcopolo G8 TEC, a inovação foi tecida em cada detalhe, desde a engenharia até a escolha dos materiais. Um dos exemplos mais significativos [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="682" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/18082026-Marcopolo_Garrafas-PET-em-tecido-sustentavel_2-e1787082836727.jpg?fit=1024%2C682&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><em>Cada ônibus da linha G8 TEC utiliza o equivalente a cerca de 3.000 garrafas PET pós-consumo na composição dos tecidos das poltronas</em></p>
<p><em><strong>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</strong></em></p>
<p>Na concepção da nova linha de ônibus Marcopolo G8 TEC, a inovação foi tecida em cada detalhe, desde a engenharia até a escolha dos materiais. Um dos exemplos mais significativos é a adoção de um tecido de alta performance, produzido integralmente com PET reciclado pós-consumo, para o revestimento das poltronas. A iniciativa, desenvolvida em parceria com a DINI Têxtil, reforça o compromisso com a inovação e a economia circular no setor de transportes.</p>
<p>Para ser integrado à linha G8 TEC, o material precisou comprovar que a sustentabilidade não compromete a performance, o conforto ou a durabilidade. O tecido passou por rigorosos testes que atestaram sua equivalência com os materiais convencionais, garantindo a mesma experiência premium aos passageiros e recebendo certificações como a IATF 16949, o exigente padrão de qualidade da indústria automotiva.</p>
<p>O impacto ambiental da escolha é significativo. Cada ônibus da linha G8 TEC utiliza o equivalente a cerca de 3.000 garrafas PET pós-consumo na composição dos tecidos das poltronas. O processo de produção do tecido consome menos água e resulta em uma redução de até 60% nas emissões de CO2 quando comparado ao poliéster virgem, alinhando o conforto a bordo com uma menor pegada de carbono.</p>
<p>“O G8 TEC nasceu sob os pilares de Tecnologia, Eficiência e Conforto. A escolha deste tecido de PET reciclado é a materialização do pilar ‘E’ de Eficiência, pois ele une a redução de impacto ambiental com a alta performance que nossos clientes exigem”, afirma Ricardo Portolan, diretor de Vendas e Marketing da Marcopolo. “É uma inovação que o passageiro sente no conforto e que o planeta sente na redução de resíduos.”</p>
<p>O projeto reflete ainda um design pensado para o futuro. Ao adotar um conceito &#8220;monomaterial&#8221; nas poltronas, a Marcopolo facilita os processos de desmontagem e reciclagem ao final da vida útil do veículo, fortalecendo a cadeia da economia circular e garantindo que o G8 TEC seja um produto mais sustentável do início ao fim de seu ciclo.</p>
<p>Dessa forma, a Marcopolo demonstra que na linha G8 TEC, a inovação não está apenas na tecnologia embarcada ou na aerodinâmica, mas também na inteligência e na responsabilidade com que cada material é escolhido.</p>
<p>Anteriormente, em 11 de agosto, o <strong>Diário do Transporte</strong> teve a oportunidade de conhecer o novo G8 TEC em primeira mão a convite da Marcopolo.</p>
<p>Relembre:</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="8N9LnxJoz8"><p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/08/11/novo-torino-2027-e-g8-tech-para-alem-mudancas-esteticas-aperfeicoamentos-e-tecnologias-para-reducao-de-consumo-e-tempo-de-parada-e-ampliacao-do-conforto-promete-marcopolo/">Novo Torino 2027 e G8 Tech vão além das mudanças estéticas: Marcopolo promete redução de consumo e tempo de parada, mais tecnologia e conforto</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="“Novo Torino 2027 e G8 Tech vão além das mudanças estéticas: Marcopolo promete redução de consumo e tempo de parada, mais tecnologia e conforto” — Diário do Transporte" src="https://diariodotransporte.com.br/2026/08/11/novo-torino-2027-e-g8-tech-para-alem-mudancas-esteticas-aperfeicoamentos-e-tecnologias-para-reducao-de-consumo-e-tempo-de-parada-e-ampliacao-do-conforto-promete-marcopolo/embed/#?secret=KQseD3hc7M#?secret=8N9LnxJoz8" data-secret="8N9LnxJoz8" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p><em><strong>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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