VÍDEO: Milton Leite sai em defesa de empresários de ônibus em São Paulo: “não têm comprometimento com o crime organizado”
Publicado em: 11 de junho de 2024
Presidente da Câmara fez questão de citar, na coletiva, o benefício de liberdade dado ao presidente da Transwolff, Luiz Carlos Efigênio Pacheco, o Pandora, e o arquivamento do processo contra o presidente da Transcap, outra empresa que surgiu de cooperativa, Valter da Silva Bispo
ADAMO BAZANI
Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira
Em entrevista coletiva na tarde desta terça-feira, 11 de junho de 2024, o presidente da Câmara Municipal de São Paulo, Milton Leite, saiu em defesa dos empresários de ônibus da cidade, em especial daqueles que surgiram de antigas cooperativas de transportes e são investigados pelo Ministério Público sobre supostas ligações com facções criminosas como o PCC (Primeiro Comando da Capital), que atua dentro e fora dos presídios.
Milton Leite diz ter “zero dúvida” de que estes donos de empresas de transportes não têm comprometimento com o crime organizado.
“Não acredito que estejam comprometidos com o crime. Pessoalmente, não acredito. Zero. Zero. Zero de dúvida que não tenham comprometimento.” – disse Milton Leite.
O presidente da Câmara deve ser convocado pelo Ministério Público como testemunha nas investigações da Operação Fim da Linha, que apura suposto esquema de lavagem de dinheiro do PCC pelas empresas de ônibus Transwolff, que teve origem na CooperPam, da zona Sul de São Paulo, e UpBus, originária da cooperativa Associação Paulistana, na zona Leste.
Como testemunha, um convocado não pode faltar com a verdade e nem negar as respostas, uma vez que, pelo código de processo penal, apenas acusados têm esse direito porque não podem produzir provas contra si próprios.
No dia 09 de abril de 2024, foram presos diretores destas duas empresas, como Luiz Carlos Efigênio Pacheco, o Pandora, presidente da Transwollf.
Pandora, ao lado do sócio Robson Flares Lopes Pontes, se beneficiou de uma decisão da Justiça de São Paulo que concedeu Habeas Corpus.
Luiz Carlos Efigênio Pacheco e Robson Flares Lopes Pontes foram soltos por volta de 18h de 05 de junho de 2024 para responderem em liberdade.
Milton Leite fez questão de citar, na coletiva, o benefício de liberdade dado ao presidente da Transwolff, Luiz Carlos Efigênio Pacheco, o Panadora, e o arquivamento do processo contra o presidente da Transcap, outra empresa que surgiu de cooperativa, Valter da Silva Bispo.
“Veja que a justiça soltou o presidente da empresa [ao ser questionado sobre a Transwolff]. O Ministério Público acusou a Transacap. Não estou defendendo ninguém ou fazendo advocacia. O cidadão está nos jornais aí discutindo com o Ministério Público. Como é que fizeram acusação infundada e ele foi absolvido duas vezes [a respeito de Valter da Silva Bispo]. – disse Milton Leite.
O presidente da Câmara Municipal de São Paulo, Milton Leite, ao longo da vida pública sempre teve a imagem ligada ao sistema de transportes por ônibus da cidade.
Nos bastidores do setor, chegou a ser ventilado que Milton Leite teria até mesmo sociedade oculta e participações em cooperativas, como a CooperPam e, posteriormente, a Transwolff, o que foi sempre negado pelo vereador.
Milton Leite se classificou como profundo conhecedor do sistema de transportes da cidade.
“Todos vocês sabem que eu sou profundo conhecedor do sistema de transporte da cidade de São Paulo. Desde a posse do Doria e Bruno eles me incumbiram de diversas vezes, principalmente quando assumi o papel de vise na ausência do vice, pra a ajudar e colaborar no sistema de transporte. É óbvio que você com todos os setores de A a Z. Eu não tenho o CPF e o RG de cada um investigado. Não sei quem o são.
Na entrevista coletiva desta terça-feira, 11 de junho de 2024, Milton Leite se diz conhecedor de transportes e falou do que seriam “erros” da imprensa ao tratar sobre o tema.
Perguntado sobre se entre estes erros estariam as referências a respeito de Pandora, Milton Leite disse acreditar que sim.
O vereador habitualmente vai a garagens de ônibus da cidade e chega até a intermediar negociações trabalhistas entre motoristas e cobradores e as empresas de ônibus.
Declarações Milton Leite
“Zero Dúvida”
“Todos vocês sabem que eu sou profundo conhecedor do sistema de transporte da cidade de São Paulo. Desde a posse do Doria e Bruno eles me incumbiram de diversas vezes, principalmente quando assumi o papel de vise na ausência do vice, pra a ajudar e colaborar no sistema de transporte. É óbvio que você com todos os setores de A a Z. Eu não tenho o CPF e o RG de cada um investigado. Não sei quem o são. Tenho proximidades com alguns que são vizinhos do meu escritório? Tenho. Não acredito que esteja comprometido com o crime. Pessoalmente não acredito zero. Zero. Zero dúvida que tem o comprometimento. Obviamente é desrespeito o trabalho do Ministério Público.”
MP precisa entender melhor o que é o transporte em São Paulo
“Se me chamar como testemunha eu iria com a maior satisfação. Acho que dá pra colaborar muito pra que eles possam entender o que é o sistema de transporte coletivo na cidade de São Paulo. E parece que tem diversas dúvidas, e se vocês também precisar de algo, é só falar. Eu vejo reportagens equivocadas, matérias equivocadas, que destoam da realidade. Não por maldade. Eu acho que é por falta de informação, de questionar como é que funciona isso. Aí gera um monte de perguntas.”
“Eu estou encerrando 28 anos de mandato, e eu não tenho um processo na vida pública. Tem eu processando diversas pessoas. Mas eu não tenho um processo, não tenho uma condenação. Se o Ministério Público não é a primeira vez que eu fui arrolado de testemunha em processo no Ministério Público, irei com maior satisfação.”
Pandora, Valter Bispo e Cananéia
“Não vejo nenhum problema. Mas veja que a justiça soltou o presidente da empresa. O Ministério Público acusou a Transacap. Não estou defendendo ninguém ou fazendo advocacia. O cidadão está nos jornais aí discutindo com o Ministério Público. Como é que fizeram acusação infundada e ele foi absolvido duas vezes. No meu caso o pessoal falava em 2006. Eu fiz mais, 2006 é um caso que eles olharam e que eu entendia que não havia objeto, que era uma contratação de uma obra privada de direito privado. Mesmo assim nós respondemos. Ele investigou e apurou mais do que devia, está na resposta a imprensa. A nota, vocês tiveram acesso. Nada! Não é porque não acharam, é porque não existe Falaram de Cananéia”
Pergunta Complementando o que senhor acabou abordando alguns pontos, inclusive o que seriam erros da própria imprensa. A sua relação e contratos antepassados até em 2006 como o senhor falou com o Luiz Carlos Efigênio Pacheco, o Pandora. Seria um desses supostos erros na imprensa?
“Eu acho que sim, nunca divulgaram o arquivamento do Saad Mazloum Foi preciso eu fornecer, ou seja, ninguém se preocupou em olhar se o Ministério Público tinha se quer investigado. Quando vocês sugeriram dez vezes, 2006, sendo que já foi investigado até o que não devia. Vocês nunca olharam isso, ou perguntaram, o que que você fez aí? Não tem nada foi arquivado. Foi preciso eu fornecer. Eu imaginei que com o acesso ao computador seria algo razoável a se fazer nesse momento. E assim os outros. O processo do Ricardo Manuel, o promotor, caso encerrado, não tem nenhum segredo pra ninguém. O homem público, cidadão público, legislativo, executivo, é possível que ele passe sempre por uma denúncia daqui ali. Tende responder mesmo. Ele está aqui pra responder, se não pra que ocupar cargo público. Estou aqui pra responder, não deve ter dificuldade precisa ter clareza, falar e responder, público e eu vim aqui põe a cara e respondo.”
OPERAÇÃO
Foram presos no dia da operação, Luiz Carlos Efigênio Pacheco, o Pandora (um dos donos da Transwolff), Robson Flares Lopes Pontes (Transwolff), Joelson Santos da Silva (Transwolff), por causa dos mandados de prisão. Também houve prisões em flagrante por porte de armas. Sócio da UpBus, Alexandre Salles Brito, foi preso em 16 de abril de 2024. Já Silvio Luís Ferreira, o Cebola, sócio da Upbus, por não ser encontrado no dia, foi considerado foragido. Também teve a prisão decretada, outro sócio da UpBus, Decio Gouveia Luiz, apelidado de Décio Português, que também foi considerado foragido.
Desde o dia 09 de abril de 2024, após determinação da Justiça, o a UpBus e a Transwolf estão sob intervenção da prefeitura.
SUSPEITA HISTÓRICA:
A reportagem trouxe, também com base nos documentos do MP, um documentário sobre a origem dos chamados perueiros clandestinos nos anos 1990 em São Paulo, que se tornaram dirigentes de cooperativas de transportes e, posteriormente, empresas de ônibus, ao menos no aspecto formal, muito embora, muitas ainda funcionaram com práticas de cooperativas. Para os promotores, erros e omissões do cuidado do poder público com a mobilidade urbana deram margens para o crime organizado no sistema de ônibus.
Relembre:
Estão em curso neste momento, abril de 2024, ao menos 17 investigações de diferentes órgãos, como Ministério Público, Polícia Civil e Receita Federal, sobre a atuação do crime organizado por meio de empresas de ônibus na capital paulista, em especial que apuram uma suposta ligação do PCC (Primeiro Comando da Capital) com as viações do subsistema local de distribuição que tiveram origem em cooperativas de transportes. Estas cooperativas, por sua vez, surgiram de perueiros clandestinos, que foram legalizados pelo poder público.
Como mostrou a reportagem, o MP concluiu que o processo de renovação de frota de ônibus na cidade era o principal meio de lavar dinheiro do crime organizado ligado ao PCC (Primeiro Comando da Capital) e que os repasses feitos pela SPTrans (São Paulo Transporte), nos contratos emergenciais entre 2015 e 2019, capitalizaram as ex-cooperativas e as tornaram aptas a participar da licitação dos transportes da cidade.
Relembre:
Outro fator que enriqueceu as organizações criminosas infiltradas no sistema de ônibus foi a exploração sobre os membros das cooperativas.
Como mostrou o Diário do Transporte, membros de ex-cooperativas de ônibus em São Paulo sofriam ameaças e tinham de abrir mão de veículos e repasses, diz MP, que pediu R$ 684 milhões de indenização.
Relembre:
DIVISÃO DOS LOTES OPERACIONAIS DO SUBSISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO LOCAL DA CIDADE DE SÃO PAULO, DE ACORDO COM OS CONTRATOS ASSINADOS EM 2019
D 1 (Área Operacional Noroeste) – Consórcio TransNoroeste (Norte Buss Transpores S.A – originada da Transcooper e Spencer Transportes Ltda – originada da Cooper Fênix);
D 2 (Área Operacional Norte) – Consórcio TransNoroeste (Norte Buss Transpores S.A.- originada da Transcooper e Spencer Transportes Ltda – originada da Cooper Fênix);
D 3 (Área Operacional Nordeste 1) – Transunião Transportes S.A – originada da garagem 3 da cooperativa Associação Paulistana.
D 4 (Área Operacional Nordeste 2) – UPBus Qualidade em Transportes S.A – chegou a se chamar Qualibus, originária da garagem 2 da Associação Paulistana.;
D 5 (Área Operacional Leste 1) – Pêssego Transportes Ltda – originária da antiga Transcooper Leste;
D 6 (Área Operacional Leste 2) – Allibus Transportes Ltda – originária da garagem 1 da Associação Paulistana;
D 7 (Área Operacional Sudeste 1) – Transunião Transportes S.A, originária da antiga garagem 3 da Associação Paulistana e Imperial Transportes Urbanos Ltda – originária da Cooperativa Nova Aliança;
D 8 (Área Operacional Sudeste 2) – Move Buss Soluções em Mobilidade Urbana – antigo Consórcio Aliança Cooperpeople – Garagem Coopertranse Ltda;
D 9 (Área Operacional Sul 1) – A2 Transportes Ltda – originária da CooperLíder;
D 10 (Área Operacional Sul 2) – Transwolff Transportes e Turismo Ltda – originária da Cooper Pam ;
D 11 (Área Operacional Sudoeste 1) – Transwolff Transportes e Turismo Ltda – – originária da Cooper Pam ;
D 12 (Área Operacional Sudoeste 2) – Auto Viação Transcap Ltda – originária da Unicoopers;
D 13 (Área Operacional Oeste) – Alfa Rodobus Transportes S.A. – originária da Cooper Alfa;
OPERAÇÕES ENVOLVENDO EMPRESAS DE ÔNIBUS
– OPERAÇÃO FIM DA LINHA – MINISTÉRIO PÚBLICO DE SP (TRANSWOLFF E UPBUS)
Condução: Ministério Público com Receita Federal e Polícias Civil e Militar sobre a Transwolff, que tem cerca de 100 linhas na zona Sul, 1206 ônibus e é a terceira maior frota da cidade É originária da cooperativa CooperPam. A operação é também foi sobre a UpBus, empresa da zona Leste com 13 linhas e 159 ônibus, que chegou a se chamar Qualibus, originária da garagem 2 da Associação Paulistana
Deflagração da Fase I: 09 de abril de 2024.
O Ministério Público, a Receita Federal e as polícias Civil e Militar deflagraram a Operação “Fim da Linha” que identificou um suposto esquema de lavagem de dinheiro do tráfico de drogas e outros crimes sob responsabilidade do PCC (Primeiro Comando da Capital) por meio de diretores de duas empresas de ônibus (Transwolff e UpBus).
Foram presos no dia Luiz Carlos Efigênio Pacheco, o Pandora (um dos donos da Transwolff), Robson Flares Lopes Pontes (Transwolff), Joelson Santos da Silva (Transwolff), por causa dos mandados de prisão. Também houve prisões em flagrante por porte de armas. Sócio da UpBus, Alexandre Salles Brito, foi preso em 16 de abril de 2024
Já Silvio Luís Ferreira, o Cebola, sócio da Upbus, por não ser encontrado no dia, foi considerado foragido. Também teve a prisão decretada, outro sócio da UpBus, Decio Gouveia Luiz, apelidado de Décio Português.
– OPERAÇÃO ATARAXIA – DENARC (UPBUS)
Condução: Denarc – sobre UPBus (empresa da zona Leste com 13 linhas), que chegou a se chamar Qualibus, originária da garagem 2 da Associação Paulistana
Deflagração da Fase I: 02 de junho de 2022
Investigações começaram há mais de um ano a partir da morte Anselmo Santafausta, o Cara Preta, por questões ligadas ao crime organizado.
Segundo as apurações, boa parte dos mais de 60 sócios da empresa têm passagens pela polícia e ainda é envolvida com a criminalidade. A UPBus, de acordo coma Polícia, lava dinheiro de facções criminosas. O esquema também envolvia ganhos na Loteria Federal também para dar uma aparência legal ao dinheiro obtido em atividades criminosas.
Deflagração da Fase II: 15 de junho de 2022
Foram bloqueados entre R$ 40 milhões e R$ 45 milhões em imóveis e veículos da empresa de transportes urbanos UPBUS, que opera na zona Leste de São Paulo, e de investigados da “Operação Ataraxia”, que apura o uso da companhia de ônibus por uma facção criminosa para lavagem de dinheiro.
Todos os veículos da empresa UPBUS, dentre eles quase 250 ônibus, também foram objetos de sequestro, impedindo eventual a alienação dos veículos por parte da empresa. Estes ônibus poderão continuar operando, só que os ônibus não podem ser vendidos e a arrecadação da operação vai para conta judicial.
UPBus não se manifestou
OPERAÇÃO PRODITOR
Condução: Deic – sobre TransUnião (empresa da zona Leste com 524 ônibus), que surgiu da cooperativa Nova Aliança
Deflagração: 09 de junho de 2022
Investigações começaram após assassinato de Adauto Soares Jorge, ex-diretor, ocorrido em 04 de maio de 2020.
Polícia aponta que Adauto era “testa de ferro” do vereador Senival Moura (PT) na direção da empresa, que era utilizada para a lavagem de dinheiro de membros do PCC (Primeiro Comando da Capital). O próprio vereador era proprietário de 13 ônibus que prestavam serviços para a empresa. O parlamentar nega.
A Polícia chegou a apreender 18 ônibus, 14 operacionais e quatro que estavam na reserva em manutenção, mas os veículos foram devolvidos para operação.
A TransUnião não se manifestou.
MINISTÉRIO PÚBLICO:
O Gaeco, do Ministério Público do Estado de São Paulo, passou também investigar a possível ligação de empresas de ônibus da capital paulista com o crime organizado.
De acordo com o delegado-geral Oswaldo Nico Gonçalves, em 15 de junho de 2022, foi montada uma força-tarefa entre os promotores e a Polícia Civil.
CÂMARA MUNICIPAL:
Em 15 de junho de 2022, na Câmara Municipal de São Paulo, foi protocolado por um delegado da Polícia Civil um pedido na corregedoria da casa para investigar o vereador Senival Moura, do PT.
No dia 10 de junho de 2022, um pedido de abertura de CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) foi aberto pelo vereador Mario Palumbo Junior, o delegado Palumbo, do MDB. Houve poucas assinaturas no início: Fernando Holiday (Novo), Érica Hilton (PSOL), Sonaira Fernandes (Republicamos) e Marlon Luz (MDB), porém, Marlon Luz retirou sua assinatura.
Veja em:
CONTROLADORIA DO MUNICÍPIO:
A CGM (Controladoria Geral do Município) da capital paulista abriu sindicância para apurações internas sobre as empresas de ônibus que têm contrato com a prefeitura e que são investigadas pela Polícia Civil a respeito de um suposto envolvimento com o crime organizado em São Paulo.
De acordo com a prefeitura, haverá um compartilhamento de informações com as frentes policiais.
“A decisão foi tomada pela CGM após liderar reunião de representantes da gestão municipal com a Polícia Civil para compartilhamento das informações apuradas nas investigações sobre a utilização de empresa de transporte público para lavar dinheiro para organização criminosa”.
Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes


Pergunte ao trabalhador oque e o transporte de são Paulo este sabe tenho certeza
Creio que esse sr. Presidente da Câmara dos Vereadores acha que nós, pobres mortais! E clientes desse Transporte Público recheado de coisas execráveis… Somos gente de COGNITIVO FRACO ! Só acho…
Taí o verdadeiro dono de SP. Al Capone se sentiria intimidado.
Transporte público, coisa de gangster’s
Outro vi um ônibus da transnoroeste, outras destas cooperativas forjadas a empresas com dez anos de uso rodando com passageiros, tinha a lateral toda amassada, só jogaram tinta por cima do amassado para disfarçar, fico imaginando as partes que não se enxergam como estão, e vem este cidadão defender esta gente.
Só sendo muito ingénuo, para acreditar que o lider dos mafiosos do transporte público de SP, vai vir a público e dizer que eles têm envolvimento com o crime organizado.
Gente essa cara do Milton Leite, sei lá, cara de chefe do PCC