Milton Leite e Edivaldo Santiago se encontram e sindicato sinaliza para suspensão da greve de ônibus em São Paulo anunciada para sexta-feira, 07 de junho de 2024, diz nota da Câmara
Publicado em: 5 de junho de 2024
Na tarde desta quarta-feira (05), audiência de conciliação tentará evitar paralisação
ADAMO BAZANI

A Câmara Municipal de São Paulo informou por meio de nota que o presidente da Casa, vereador Milton Leite (União Brasil), se reuniu na manhã desta quarta-feira, 05 de junho de 2024, com dirigentes do Sindicato que representa os motoristas e cobradores de ônibus da capital paulista para discutir a possibilidade da greve anunciada pela entidade trabalhista para ocorrer na sexta-feira, 07 de junho de 2024.
De acordo com o comunicado, houve sinalização por parte do presidente do sindicato, Edivaldo Santiago, de suspensão da greve caso haja na reunião de conciliação na tarde desta quarta-feira (05) um novo conjunto de propostas por parte das companhias de ônibus.
Havendo a apresentação de novos índices de reajustes e condições de trabalho, as propostas devem ser votadas em uma assembleia extra nesta quinta-feira (06), ainda de acordo com o comunicado da Câmara.
Veja na íntegra:
O presidente da Câmara Municipal de São Paulo, vereador Milton Leite (União Brasil), se reuniu na manhã de hoje com uma comitiva de dirigentes do Sindmotoristas (Sindicato dos Motoristas e Trabalhadores em Transporte Rodoviário Urbano de São Paulo). O presidente se reuniu com os diretores para ouvir as demandas da categoria.
Na saída do encontro, o presidente do Sindmotoristas, Edivaldo Santiago, sinalizou para a suspensão da paralisação prevista para a próxima sexta-feira. Segundo ele, a proposta será levada nesta tarde para a audiência do TRT (Tribunal Regional do Trabalho) e também será colocada em votação em audiência da categoria amanhã de manhã.
Como mostrou o Diário do Transporte, o desembargador-relator do TRT (Tribunal Regional do Trabalho) de São Paulo, Davi Furtado Meirelles, determinou em decisão na noite desta terça-feira (04), audiência de conciliação a ser realizada na quarta-feira, 05 de junho de 2024, às 16h, para evitar a já anunciada greve de ônibus na cidade de São Paulo para sexta-feira (07).
A audiência deve ser entre o Sindicato dos Motoristas e Trabalhadores em Transporte Rodoviário Urbano de São Paulo, Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Passageiros de São Paulo – SPUrbanuss, com participação de representantes da prefeitura.
Ao fim da audiência será julgado o pedido da prefeitura de São Paulo de, caso ocorra a greve, 100% da frota nos horários de pico (das 6h às 9h e das 16h às 19h) e 80% nos demais horários.
A prefeitura também pediu multa diária de R$ 1 milhão ao sindicato dos trabalhadores caso haja descumprimento.
Relembre:
O sindicato trabalhista diz que pede reajuste de 3,69% pelo IPCA-IBGE, mais 5% de aumento real e reposição das perdas salariais na pandemia na ordem de 2,46% segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE).
As empresas ofereceram reajuste de 2,77% e composição pelo “salariômetro” em setembro.
Estas propostas foram rejeitadas assembleia.
Sobre a PLR (Participação nos Lucros e Resultados) e outros pedidos, o sindicato dos trabalhadores dizem que ainda não houve propostas pelas viações.
Outras reivindicações são convênio médico, redução da jornada de trabalho, fim da 1 hora de refeição não remunerada, além de questões específicas dos setores de manutenção.
Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes




Mas uma pergunta a classe de trabalhadores da zona leste tem que ter igualdade nesse alimento e principalmente nos benefícios pois a trans união o salário está em ordem mas o feriado não e pago sem porcento e o tik t e pago de duas vezes e os valores duas parcelas não chegam a sei entos reais e cadê o sindicato pois somos c.l.t e somos registrados e todos tem cadastro pela s.p trans telessebastiao96@gmail.com
O interessante é que todos os anos é essa mesma ladainha por parte dos empresários do setor de transporte, só esse ano a prefeitura já pagou mais de 4 bilhões de reais em subsídios pras empresas e os empresários não tem nenhum disposição de resolver esse empasse e o pior que a prefeitura não cobra das empresas. Outra situação que a prefeitura faz pouco caso é com às empresas que eram cooperativa e hoje faz parte do sistema e não cumprem o que tá na convenção coletiva pq muitas dessas empresas fornecem um convênio médico e ainda paga metade do valor do vale alimentação e fica por isso mesmo
Quando você vê uma foto dessa, já da vontade de vomitar. Isso aí é tudo combinado. Papinho pra boi dormir. Não vão ter greve!
Sindicato tudo comprado, os caras se vendem