Greve de ônibus em São Paulo é suspensa oficialmente e não vai mais ocorrer nesta sexta-feira, 07 de junho de 2024

Decisão foi tomada em assembleia nesta quinta-feira (06); Possibilidade de paralisação em outro dia ainda não é descartada totalmente, isso vai depender do andamento das negociações que foram retomadas com as empresas

ADAMO BAZANI

Motoristas e cobradores decidiram não realizar a greve de ônibus em São Paulo que havia sido anunciada para ocorrer nesta sexta-feira, 07 de junho de 2024.

A decisão se deu, de forma unânime segundo o sindicato da categoria, em assembleia no fim da manhã desta quinta-feira, 06 de junho de 2024.

A possibilidade de paralisação em outro dia ainda não é descartada totalmente, isso vai depender do andamento das negociações que foram retomadas com as empresas.

Como mostrou o Diário do Transporte, em audiência no TRT (Tribunal Regional do Trabalho) nesta quarta-feira (05), foi acertada a criação de uma mesa técnica diante do TCM (Tribunal de Contas do Município) para a retomada das negociações com a participação do sindicato dos trabalhadores, sindicato das empresas de ônibus, Câmara Municipal de São Paulo e SPTrans (São Paulo Transporte), que gerencia as linhas de ônibus. O TRT e o MPT (Ministério Público do Trabalho) eventualmente poderão intervir nas negociações.

Pouco antes da audiência do TRT nesta quarta-feira (05), o presidente do sindicato dos trabalhadores, Edivaldo Santiago, e o presidente da Câmara Municipal, Milton Leite, se reuniram para tratar da campanha salarial e Santigado já havia acenado para a possibilidade de suspender a greve anunciada para sexta-feira (07).

A suspensão foi defendida pelo Sindicato na Assembleia.

O sindicato trabalhista diz que pede reajuste de 3,69% pelo IPCA-IBGE, mais 5% de aumento real e reposição das perdas salariais na pandemia na ordem de 2,46% segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE).

As empresas ofereceram reajuste de 2,77% e composição pelo “salariômetro” em setembro.

Estas propostas foram rejeitadas assembleia.

Sobre a PLR (Participação nos Lucros e Resultados) e outros pedidos, o sindicato dos trabalhadores dizem que ainda não houve propostas pelas viações.

Outras reivindicações são convênio médico, redução da jornada de trabalho, fim da 1 hora de refeição não remunerada, além de questões específicas dos setores de manutenção.

 Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

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Entidade vai defender a não realização da paralisação em assembleia nesta quinta-feira (06)

ADAMO BAZANI

Colaborou Vinícius de Oliveira

O Sindicato que representa os motoristas e cobradores de ônibus de São Paulo se comprometeu a defender a suspensão da greve prometida para esta sexta-feira, 07 de junho de 2024, mediante a criação de uma mesa técnica diante do TCM (Tribunal de Contas do Município) para a discussão das reivindicações dos trabalhadores.

A defesa da suspensão da greve pelo Sindicato será apresentada em assembleia da categoria a ser realizada na manhã desta quinta-feira, 06 de junho de 2024.

Este é um dos resultados da audiência de conciliação realizada na tarde desta quarta-feira (05) no TRT (Tribunal Regional do Trabalho) de São Paulo.

A mesa técnica para as negociações deve ser formada em até cinco dias e terá a participação do sindicato dos trabalhadores, sindicato dos empresários de ônibus (SPUrbanuss), SPTrans (São Paulo Transporte – empresa da prefeitura que gerencia o sistema de ônibus) e da Câmara Municipal, com o possível acompanhamento do TRT e do MPT (Ministério Público do Trabalho).

Apesar da posição do sindicato dos trabalhadores, quem vai decidir se vai ou não ter greve é a assembleia na quinta-feira.

Enquanto isso, permanece o “estado de greve”.

A direção do SMTTRUSP (sindicato dos trabalhadores) pede reajuste de 3,69% pelo IPCA-IBGE, mais 5% de aumento real e reposição das perdas salariais na pandemia na ordem de 2,46% segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE).
A entidade também pede a ampliação na Participação nos Lucros e Resultados (PLR), reajuste do ticket para 38 reais, cesta básica com produtos de qualidade e fim do termo SIMILAR, reajuste de 17% no seguro de vida e cobertura de 10 salários mínimos em respeito a lei 12.619 (lei do motorista), melhoria nos convênios médico e odontológico, jornada de trabalho de 7 horas efetivamente trabalhadas (6h30 mais 30 minutos de descanso e refeição) ou 6 horas trabalhadas e 1 hora remunerada, auxílio funeral com revisão dos valores e cartão para uso em necessidade.

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Uma greve de ônibus em São Paulo foi aprovada para ocorrer a partir de 00h de sexta-feira, 07 de junho de 2024.

A paralisção dev e ser de “advertência” por 24 horas.

A decisão foi tomada em assembleia de motoristas de ônibus, cobradores e demais funcionários do sistema de transportes da cidade de São Paulo na tarde desta segunda-feira, 03 de junho de 2024.

Não houve nova contraproposta das viações, o que pode ocorrer até o dia 06 e evitar a greve.

O sindicato trabalhista diz que pede reajuste de 3,69% pelo IPCA-IBGE, mais 5% de aumento real e reposição das perdas salariais na pandemia na ordem de 2,46% segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE).

As empresas ofereceram reajuste de 2,77% e composição pelo “salariômetro” em setembro.

Estas propostas foram rejeitadas assembleia.

Sobre a PLR (Participação nos Lucros e Resultados) e outros pedidos, o sindicato dos trabalhadores dizem que ainda não houve propostas pelas viações.

Outras reivindicações são convênio médico, redução da jornada de trabalho, fim da 1 hora de refeição não remunerada, além de questões específicas dos setores de manutenção.

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Greve de ônibus na cidade de São Paulo é marcada para 07 de junho de 2024, caso não haja acordo com viações

 

Indicativo foi decidido em plenária desta quarta-feira, 29 de maio. No dia 03 de junho, será realizada assembleia em frente à prefeitura às 16h

ADAMO BAZANI

O sindicato que representa motoristas de ônibus, cobradores e demais funcionários do sistema de transportes da cidade de São Paulo, aprovou em plenária da diretoria da entidade nesta quarta-feira, 29 de maio de 2024, indicativo de greve para o dia 07 de junho de 2024, caso não haja acordo com as viações em relação à campanha salarial.

Como já havia mostrado o Diário do Transporte, a entidade sindical deu até o dia 03 de junho de 2024 para que as companhias de ônibus apresentem novas contrapropostas às reivindicações apresentadas pela categoria.

Para o dia 03 de junho, após reunião com os empresários, foi marcada uma assembleia para às 16h em frente à sede da prefeitura, no viaduto do Chá, região central da cidade.

O sindicato trabalhista diz que pede reajuste de 3,69% pelo IPCA-IBGE, mais 5% de aumento real e reposição das perdas salariais na pandemia na ordem de 2,46% segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE).

As empresas ofereceram reajuste de 2,77% e composição pelo “salariômetro” em setembro.

Estas propostas foram rejeitadas assembleia.

Sobre a PLR (Participação nos Lucros e Resultados) e outros pedidos, o sindicato dos trabalhadores dizem que ainda não houve propostas pelas viações.

Outras reivindicações são convênio médico, redução da jornada de trabalho, fim da 1 hora de refeição não remunerada, além de questões específicas dos setores de manutenção.

O presidente do sindicato dos trabalhadores, Edivaldo Santiago, disse que o dia 03 de junho será a data limite para que haja uma posição por parte das empresas.

O dia 07 foi escolhido como possibilidade de paralisação porque completa 72 horas depois do dia 03. A lei de greve prevê que, em casos de serviços essenciais, como ônibus urbanos, deve haver aviso de ao menos 72 horas depois da decisão em assembleia.

Se ocorrer de fato, a paralisação será por tempo indeterminado e vai afetar garagens e terminais de ônibus na cidade de São Paulo.

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Greve de ônibus em São Paulo pode ocorrer após 03 de junho de 2024 e Metrópole Paulista opera nesta quarta (29) normalmente, diz sindicato

Não houve acordo entre trabalhadores e empresários sobre valores de reajustes em reunião nesta terça-feira, 28 de maio de 2024

ADAMO BAZANI

Não houve acordo entre representantes de empresas de ônibus da cidade de São Paulo e do Sindicato dos Motoristas e demais funcionários do sistema municipal em mais uma reunião que ocorreu nesta terça-feira, 28 de maio de 2024.

A entidade trabalhista informou ao Diário do Transporte que deu aos empresários até o dia 03 de junho de 2024 uma nova data para que sejam apresentadas novas propostas que possam satisfazer os funcionários.

No dia 03 de junho às 16h deve ser realizada uma assembleia para decidir se haverá ou não greve de ônibus em São Paulo.

Caso contrário, de acordo com o presidente do sindicato, Edivaldo Santiago, pode haver uma greve de ônibus na cidade de São Paulo.

METRÓPOLE PAULISTA FUNCIONA NESTA QUARTA-FEIRA (29)

O Sindicato ainda informou ao Diário do Transporte que não vai mais ocorrer a paralisação de ônibus anunciada para esta quarta-feira (29) na Viação Metrópole Paulista, a maior empresa da cidade, com mais de 1,5 mil coletivos e que atende a 800 mil pessoas por dia nas zonas Sul e Leste e no centro.

A entidade decidiu que seria mais prudente deixar que as negociações avancem como um todo envolvendo as demais empresas.

O Sindicato dos Motoristas havia anunciado a possibilidade de paralisação de 00h às 14h desta quarta-feira (29) na Metrópole porque a empresa não enviava representantes às negociações.

Como mostrou o Diário do Transporte, em 10 de maio de 2024, os motoristas aprovaram estado de greve no sistema de ônibus de São Paulo.

Os trabalhadores recusaram proposta das empresas de 2,77% pelo IPC-FIPE de reajuste nos salários e demais benefícios econômicos. Segundo a entidade, o IPC é o índice que oferece menor percentual para cálculo de reajuste.

O sindicato diz que pede correção em salários e benefício de 3,20% pelo INPC-IBGE, mais aumento real.

Outras reivindicações são pagamento de PLR (Participação nos Lucros e Resultado), convênio médico, redução da jornada de trabalho, fim da 1 hora de refeição não remunerada, além de questões específicas dos setores de manutenção.

Relembre:

https://diariodotransporte.com.br/2024/05/13/motoristas-de-onibus-em-sao-paulo-aprovam-estado-de-greve-e-ameacam-fazer-assembleias-que-podem-afetar-operacoes-e-saidas-das-garagens-nos-proximos-dias/

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

 

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Paralisações de ônibus na cidade de São Paulo podem afetar sete garagens da Metrópole Paulista em 29 de maio de 2024 se não houver acordo, diz sindicato

Entidade trabalhista reclama da ausência de representantes da companhia em negociações salarias e de benefícios. Metrópole Paulista tem cerca de 1,5 mil ônibus e transporta 800 mil pessoas por dia

ADAMO BAZANI

O sindicato que representa os motoristas e cobradores de ônibus da cidade de São Paulo ameaça parar no dia 29 de maio de 2024 as operações de sete garagens da maior companhia do sistema da capital, a Viação Metrópole Paulista.

A companhia tem cerca de 1,5 mil ônibus a transporta 800 mil pessoas por dia nas zonas Leste e Sul e no centro.

De acordo com a entidade sindical, a companhia reúne cerca de dez mil funcionários.

As garagens são AE Carvalho, De Pinedo, M’Boi Mirim, Imperador, Itaim, Expandir e Iguatemi.

De acordo com sindicato, a empresa não tem participado das negociações salariais e de direitos trabalhistas como as outras viações.

Caso representantes da Metrópole Paulista não apresentem propostas e nem participem da próxima reunião entre sindicato dos trabalhadores e as viações, marcada para o dia 28, a promessa do sindicato é parar as operações da companhia de 0h00 às 14h00, no dia 29 de maio de 2024.

Os setores de manutenção das outras companhias devem parar de 9h ao meio dia também no dia 29, mas sem grandes impactos nas linhas.

“Avançamos em 78% da pauta, o que mostra que o nosso trabalho está no caminho certo. Nas reuniões com eles foi identificado um problema, que tem atrapalhado as negociações. A ausência de empresários Grupo Metrópole, que representam as garagens AE Carvalho, De Pinedo, M’Boi Mirim, Imperador, Itaim, Expandir e Iguatemi num universo de quase 10 mil trabalhadores e trabalhadoras”, disse o presidente do sindicato, Edivaldo Santiago da Silva, em nota enviada ao Diário do Transporte.

“Não é problema da categoria qualquer tipo de falta de alinhamento de algumas empresas com o sindicato patronal. Aqui o que vale são os direitos dos trabalhadores, que precisam ser conversados e resolvidos. Portanto, meus irmãos, se não houver acordo, vamos pra cima mandar nosso recado”, prosseguiu no comunicado.

De acordo com o sindicato, falta ainda acordo quanto a cesta básica, convênio médico e odontológico, formação e capacitação profissional, vale refeição, reajuste salarial e aumento real, PCS (Plano de Cargos e Salários) no setor de manutenção.

Como mostrou o Diário do Transporte, em 10 de maio de 2024, os motoristas aprovaram estado de greve no sistema de ônibus de São Paulo.

Os trabalhadores recusaram proposta das empresas de 2,77% pelo IPC-FIPE de reajuste nos salários e demais benefícios econômicos. Segundo a entidade, o IPC é o índice que oferece menor percentual para cálculo de reajuste.

O sindicato diz que pede correção em salários e benefício de 3,20% pelo INPC-IBGE, mais aumento real.

Outras reivindicações são pagamento de PLR (Participação nos Lucros e Resultado), convênio médico, redução da jornada de trabalho, fim da 1 hora de refeição não remunerada, além de questões específicas dos setores de manutenção.

Relembre:

https://diariodotransporte.com.br/2024/05/13/motoristas-de-onibus-em-sao-paulo-aprovam-estado-de-greve-e-ameacam-fazer-assembleias-que-podem-afetar-operacoes-e-saidas-das-garagens-nos-proximos-dias/

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

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Comentários

Comentários

  1. Natalia disse:

    Vai ter a greve amanhã?

    1. diariodotransporte disse:

      A matéria respoden, favor leia

  2. José disse:

    Vai ter DEMISSÕES! Sempre tem! Mas, no fim, quem mais sofre é o povão! Nós!

  3. Suellen disse:

    Espero que eles consigam negociar

  4. Carlos Roberto Mlot disse:

    Corrijam o título da matéria,por favor. Não existe greve de ônibus. O que ha é greve de motoristas e cobradores!

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