EMTU abre nova licitação para recuperação da Ponte dos Barreiros, obra da terceira fase do VLT da Baixada
Publicado em: 28 de junho de 2023
Certame anterior, adiado algumas vezes, foi revogado por falta de propostas classificadas
ALEXANDRE PELEGI
A EMTU (Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos), empresa do governo do Estado de São Paulo, está com dificuldades para concluir o processo licitatório destinado às obras de recuperação da Ponte dos Barreiros (A Tribuna), essencial para a implantação da terceira fase do VLT da Baixada Santista.
O primeiro certame, que era para ter sido realizado em 03 de março de 2023, foi adiado para 19 de abril e, por falta de propostas classificadas, acabou sendo revogado nessa terça-feira, 27 de junho de 2023. (Relembre)
Conforme aviso publicado nesta quarta-feira, 28 de junho de 2023, a empresa lançou nova licitação. A sessão pública está marcada para o dia 25 de julho próximo, às 10h30.

O equipamento, com 650 metros de comprimento, liga a área insular à área continental de São Vicente, e sua reforma é essencial para a implantação da terceira fase do VLT da Baixada Santista.
Para a obra da terceira fase será necessário fazer um reforço na Ponte dos Barreiros, que será ampliada com novas estacas, em uma intervenção de grande complexidade. A licitação para esta obra, agora revogada, foi publicada no Diário Oficial no dia 21 de janeiro de 2023, como mostrou o Diário do Transporte (Relembre).
De acordo com o aviso publicado nesta terça-feira, 27 de junho de 2023, a licitação não apresentou proposta classificada, o que motivou sua revogação.
Nas últimas declarações, a EMTU estimava iniciar as obras de recuperação da ponte ainda neste ano de 2023.
No início de março deste ano, a EMTU revogou a licitação para os projetos executivos da terceira fase do VLT da Baixada, trecho que ligará o atual terminal Barreiro até a área continental em Samaritá, no município de São Vicente (SP) (Relembre).
A extensão do VLT estima atender cerca de 150 mil pessoas, moradores de dez bairros da área continental que dependem do transporte público para se deslocar até Santos.
O QUE DIZ A EMTU


