Compra de 68 ônibus novos da Caio faz parte de Plano de Mobilidade de Jundiaí (SP), diz fabricante

Modelos Apache possuem 12.7 metros de comprimento, três portas posicionadas à direita da carroceria e embarque dianteiro

VINICIUS DE OLIVEIRA

A Viação Jundiaiense, empresa operadora de ônibus urbanos que atua há mais de 40 anos na cidade de Jundiaí, passa a contar em sua frota com 68 unidades do Apache VIP zero km produzidos pela Caio, empresa fabricante de ônibus, líder de vendas no segmento.

A aquisição dos novos veículos contribui com o Plano de Mobilidade Urbana de Jundiaí, que visa aprimorar o serviço de transporte coletivo da cidade com ações que incluem desde a revitalização dos terminais, infraestrutura viária, até o uso da tecnologia embarcada nos ônibus.

Sobre os Apache Vip produzidos:

Os Apache Vip são da mais recente geração do modelo que traz inúmeras vantagens operacionais como segurança, conforto e durabilidade. Com 12.700 metros de comprimento, conta com três portas posicionadas à direita da carroceria e embarque dianteiro.

O amplo salão interno é composto por poltronas estofadas com revestimento de fácil limpeza e manutenção além de tomadas USB para recarga de dispositivos móveis e preparação para sistema Wi-Fi.

Todas as unidades possuem itens que proporcionam conforto térmico aos passageiros, beneficiados com ar condicionado e vidros das janelas na cor fumê, barreira aos efeitos solares.

São 100% acessíveis, com elevador automático, botão de parada em braile, assentos para pessoas portadoras de deficiência (PcD), mobilidade reduzida e idosos, além de box para cadeirantes, com poltrona escamoteável.

Os itinerários eletrônicos são em LED e são posicionados em locais estratégicos da carroceria, para facilitar a identificação das linhas pelos passageiros.

Os Apache VIP produzidos para a Jundiaiense são equipados com itinerários eletrônicos em LED, instalados em pontos estratégicos da carroceria, como na área superior frontal, lateral e base do painel, facilitando a identificação das linhas pelos passageiros.

Os veículos possuem preparação para catraca eletromecânica, validador eletrônico, sistema de áudio e microcâmeras.

Confira as primeiras imagens do modelo Apache que chegará em Jundiaí:

Vinicius de Oliveira, para o Diário do Transporte

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Comentários

Comentários

  1. João Luis Garcia disse:

    56 Volksbus e 12 MB

  2. Pedro disse:

    Pelo visto quem encomendou esses ai não sabe o básico de física… Compram com esse piso porco pra economizar, mas ai no final vai acabar gastando a mais com combustível pq o ar condicionado vai ter que trabalhar mais compensar o excesso de calor absorvido pelo piso

  3. Renan Reis disse:

    Os novos veículos são extremamente confortáveis, mas o planejamento, distribuição, dos mesmos nas linhas, não competem com o volume de passageiros que são transportados diariamente nas diversas linhas que atendem os munícipes, por exemplo, nos bairros próximos às margens da rodovia Anhanguera Km 55,5, como Vila Rami, Vila Comercial, Maringá, Copacabana, Terra Nova , Vila Helena, Jundianópolis, a realidade é outra, a espera nas linhas 981- Terminal Rami/ Terminal Vila Arens, durante a semana é de 40 min, aos fins de semana e feriados supera os 50 min, sendo que nesta linha apenas um veículo faz esse itinerário, e não existem veículos equipados com ar condicionado, nas duas linhas que partem do Terminal Rami para o Terminal Central ( 928A/B, existem apenas 3 veículos opernado, com o mesmo intervalo, e a história se repete aos fins de semana e feriados, chegando à 1:10 a espera, sendo que os abrigos e paradas não são seguros, estão deteriorados pelo tempo, e não oferecem mínima proteção aos usuários. O Ex prefeito da cidade Pedro Bigardi, havia feito uma parceria com outras duas cidades da região, várzea paulista, e campo limpo paulista, para o projeto do BRT, que seria o modal mais barato, e mais viável para atender a grande demanda de passageiros que utilizam o serviço prestado a mais de 40 anos pela mesma empresa A Auto Ônibus Três irmãos, Jundiaense, que alguns anos depois adquiriu a Viação Leme, que decretou falência, o projeto recebeu verbas do PAC 2 no governo Dilma , para os estudos técnicos, ambientais, operação, manutenção, concessão do serviço, quando o atual prefeito Luís Fernando, foi eleito para seu primeiro mandato, alegou que não havia verba em caixa para canalizar o córrego que corta A Avenida Antônio Frederico Ozanam, e a extensão até a cidade de Campo Limpo paulista, engavetando o projeto, e agora , após 7 anos, e em reta final de seu segundo mandato, ele não apenas deixou o partido que o elegeu (PSDB) como mudou para o PL, partido do ex presidente Jair Bolsonaro. Ou seja, nós os usuários, continuamos com um serviço precário, defasado, caro, que não atende às necessidades da população, e que tem uma secretária própria para a pasta, que existe a mais de 20 anos , e nunca teve e cumpriu seu papel na melhoria da gestão de projetos de mobilidade urbana da cidade. A frota está operando abaixo da capacidade total desde o início da pandemia de COVID -19 , e até hoje não foi reincorporada ao sistema, causando assim longas esperas, encarecimento tarifário, e o sistema não é integrado 100% com outros modais, como os trens da CPTM e os ônibus intermunicipais operados pela endividada RÁPIDO LUXO Campinas, que operam as linhas entre Jundiaí/ Várzea paulista e Campo Limpo paulista. Com o BRT com certeza a história seria diferente.

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