CPTM vai gastar R$ 357 milhões em prorrogação de contratos de empresas de segurança

Com vigência de 30 meses, aditamentos atendem aos serviços de vigilância e segurança patrimonial nas instalações e trens nas linhas 7, 10, 11, 12 e 13 da Companhia

ALEXANDRE PELEGI

A CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) vai gastar R$ 357 milhões de reais em aditamentos aos atuais contratos firmados com empresas privadas que prestam serviços de vigilância e segurança patrimonial nas instalações e trens.

A publicação dos Termos de Aditamento foi publicada no Diário Oficial desta quinta-feira, 23 de junho de 2022.

São três contratos, que atendem as linhas hoje mantidas e operadas pela Companhia, o que exclui as linhas 8-Diamante e 9-Esmeralda já concedidas à ViaMobilidade.

As prorrogações terão prazo de vigência por 30 meses.

Veja a seguir os contratos, com valores e as linhas a que se referem:

 

Linha 7 (Rubi) e 10 (Turquesa)

Termo de Aditamento nº 01 ao CN 822519306100 = Valor: R$ 145.540.793,68

Contratada: GOCIL SERVIÇOS DE VIGILÂNCIA E SEGURANÇA LTDA – Data: 31/05/22

Finalidade: prorrogação do prazo contratual a partir de 01/10/2022, com redução de valores unitários de itens de vigilância e segurança patrimonial.

 

Linha 12 (Safira) e 13 (Jade)

Termo de Aditamento nº 01 ao CN 822519306102 = Valor: R$ 112.822.055,46

Contratada: PRESSSEG SERVIÇOS DE SEGURANÇA EIRELI – Data: 31/05/22

Finalidade: prorrogação do prazo contratual a partir de 01/08/2022; inclusão da Cláusula de Redução dos Postos ao contrato

 

Linha 11 (Coral)

Termo de Aditamento nº 01 ao CN 822519306103 = Valor: R$ 100.025.022,47

Contratada: COMANDO G8 – SEGURANÇA PATRIMONIAL E TRANSPORTE DE VALORES LTDA

Finalidade: prorrogação do prazo contratual a partir de 01/08/2022; inclusão da Cláusula de Redução dos Postos ao contrato

A CPTM informa em seu site que a escolta de trem “caracteriza-se por ser uma vigilância móvel, ampliada, flexível e dinâmica. É de fundamental importância na prevenção de infrações e delitos cometidos no interior do sistema de transporte sobre trilhos; porém, assume natureza repressiva quando se depara com ocorrências em andamento”.

Ainda segundo a empresa, “um número expressivo de escolta é realizado no combate ao comércio ambulante irregular no interior dos trens, prática proibida dentro do sistema, mas alimentada por passageiros que se arriscam na compra de produtos de procedência desconhecida”.

 

Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes

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Comentários

Comentários

  1. Raphael disse:

    É a mesma empresa Gocil que quando você faz uma reclamação de ambulante eles te ignoram, e ainda apertam a mão ou acenam a cabeça cumprimentando esse mesmo ambulante? So pegar nas cameras da estacao Pinheiros para ver isso acontecendo. Ah tá. Só para saber. Excelente empresa. Só que não. Não fazem nada. Outro dia cheguei num segurança da Gocil na estação Cidade Jardim e falei que tinha um rapaz fumando maconha no final.da plataforma. Ele disse que ia.passar um rádio. Para quem? Ele estava na plataforma.

  2. pior é o sindicato da categoria que da as costas pra os trabalhadores

  3. Carlos Levitico disse:

    Vigilantes são proibido de se impor contra os infratores são punidos por justa causa se caso houver resistência dos mesmos ,são proibidos de agir com mais rigor .usuários ,cptm ,agentes se segurança .são contra as ações dos vigilantes q muitas vezes são punidos fazendo seu serviço de forma correta .

  4. Joao disse:

    Empresa horrível, as estação estão abandonada os seguranças só no celular o tempo todo, os banheiro virou um pulgueiro só sexo dentro e nem uma visualização. Para onde vai esse tanto dinheiro CPTM??

  5. Anderson disse:

    A amazônia tá precisando de segurança patrimonial todos anos são a amazônia e desmatada incendiada e eles que segurança em trem pode uma coisa dessa

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