Metrô revoga licitação para modernização das coberturas das estações Santana, Carandiru, Portuguesa-Tietê e Armênia

Cobertura em cimento amianto seria substituída por telhas de aço termoacústicas. Foto: Estação Santana-Tietê (arquivo)

Das quatro estações, apenas a do Carandiru não está tombada pelo patrimônio histórico em âmbito municipal, o que dificulta projetos de reforma

ALEXANDRE PELEGI

O Metrô de São Paulo publicou na edição do Diário Oficial deste sábado, 24 de julho de 2021, que está ultimando as providências para revogar a licitação para modernização das plataformas de quatro estações da rede.

Lançada em janeiro deste ano, como mostrou o Diário do Transporte, a concorrência abrangia as estações Santana, Carandiru, Portuguesa/Tietê e Armênia, todas da Linha 1-Azul, a mais antiga do sistema.

A modalidade da licitação seria por pregão eletrônico, e estava prevista para acontecer no dia 20 de fevereiro.

O critério de julgamento para definir o vencedor seria o menor desconto oferecido diante do preço estimado pela Companhia, de R$ 3,3 milhões (R$ 3.313.054,23).

A empresa deveria substituir a cobertura em cimento amianto por telhas de aço termoacústicas, além de outros serviços.

Das quatro estações, apenas a do Carandiru não está tombada pelo patrimônio histórico em âmbito municipal, pelo Conselho de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental de São Paulo (Conpresp).

Sujeitas às normas de tombamento, como a aprovação prévia para reforma, restauração e demolição, essa situação dificulta adaptações e reformulações dos espaços.


Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes

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