Ônibus elétrico do Tarifa Comercial Zero é alvo de vandalismo em Volta Redonda (RJ)
Publicado em: 29 de outubro de 2019
Ocupantes do veículo ficaram feridos
JESSICA MARQUES
O ônibus elétrico do Tarifa Comercial Zero de Volta Redonda, no Rio de Janeiro, foi alvo de vandalismo nesta semana. Um suspeito ainda não identificado atirou uma pedra contra o pára-brisa do veículo, que estava na Vila Santa Cecília, próximo ao Hospital das Clínicas.
Segundo informações da Prefeitura, o ato de vandalismo ocorreu quando o veículo transportava vários passageiros. Com o ataque o motorista Gláucio Queiroz e a monitora Naira de Almeida sofreram cortes nos braços e pescoço.
O prefeito Samuca Silva lamentou o ocorrido, por meio de nota, e disse que a Polícia irá investigar o caso.
“É uma pena o Tarifa Comercial Zero ser alvo desse tipo de vandalismo. O ônibus elétrico é um patrimônio da cidade, dentro de um projeto específico para transportar de graça a população nos centros comerciais. É para o povo. Vamos investigar com rigor e chegar nos responsáveis”, disse o prefeito.
O veículo foi levado para 93° Delegacia de Polícia e ficará fora de circulação até que sejam feitos os consertos necessários, conforme informado pela administração municipal.
Em virtude do ocorrido, o ônibus elétrico que circula fazendo a linha 2 (que interliga o Retiro, Aterrado, Amaral Peixoto e São Geraldo) irá também fazer a linha 1. Dessa forma, os horários das rotas estão sujeitos a variações, segundo a Prefeitura.
“A administração municipal em parceria com a Guarda Municipal e a Policia Militar estão analisando as imagens das câmeras do ônibus buscando informações que possam levar a autoria do responsável, para que sejam tomadas as medidas cabíveis”, informou a Prefeitura, em nota.
Em agosto deste ano, a Prefeitura de Volta Redonda informou que em setembro colocaria mais um ônibus elétrico em operação no “Tarifa Zero”.
Um terceiro veículo estava previsto para outubro, mas até o momento não foi incorporado à frota do “Tarifa Zero”, que após o ato de vandalismo opera apenas com um ônibus.
Jessica Marques para o Diário do Transporte

