Sindicato suspende greve no transporte urbano e escolar de Alumínio (SP)

Publicado em: 21 de outubro de 2019

Nesta segunda-feira, o sindicato avaliou o que foi apresentado pela viação e decidiu pela suspensão da greve. Foto: Divulgação.

Trabalhadores aprovaram encaminhamentos apresentados pela empresa Transvitória

JESSICA MARQUES

O Sindicato dos Rodoviários de Sorocaba e Região decidiu suspender a greve no transporte urbano e escolar de Alumínio, no interior de São Paulo. Os trabalhadores aprovaram os encaminhamentos apresentados pela empresa Transvitória nesta segunda-feira, 21 de outubro de 2019.

O sindicato protocolou a notificação de greve na empresa em 14 de outubro de 2019. O comunicado também foi enviado à Prefeitura Municipal de Alumínio e à Câmara de Vereadores do município, segundo a categoria.

Relembre: https://diariodotransporte.com.br/2019/10/15/rodoviarios-da-transvitoria-decretam-estado-de-greve-em-transporte-coletivo-de-aluminio-sp

Em seguida, um representante da empresa Transvitória agendou uma reunião com a categoria para 17 de outubro de 2019. Nesta segunda-feira, o sindicato avaliou o que foi apresentado pela viação.

“Diretores do Sindicato dos Rodoviários realizaram assembleia com os trabalhadores na empresa Transvitória, na manhã desta segunda-feira, 21, para debater os encaminhamentos da reunião entre Sindicato e empresa. Os trabalhadores aprovaram os encaminhamentos e a greve nos transportes urbano e escolar de Alumínio está suspensa, aguardando a empresa assinar e implantar o acordo coletivo de trabalho da categoria e regularizar o contrato de todos os trabalhadores”, informou o sindicato, em nota.

Conforme noticiado pelo Diário do Transporte, a categoria informou que “a Transvitória foi acionada pelo Sindicato porque havia se recusado a assinar o acordo coletivo de trabalho da categoria, não absorveu a mão de obra da empresa anterior, a Jundiá Transportes, não possui controle de jornada de trabalho, mantém trabalhadores sem registro em carteira profissional (CTPS) e disponibiliza uma frota de veículos extremamente precária e sem manutenção”.

Jessica Marques para o Diário do Transporte

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