Viação São Roque garante que pagamento dos funcionários não está atrasado

Publicado em: 22 de setembro de 2019

A paralisação afeta totalmente as linhas de ônibus intermunicipais da região. Foto: Divulgação.

Empresa pretende tomar medidas judiciais contra greve que paralisa totalmente transporte intermunicipal

JESSICA MARQUES

A Viação São Roque, responsável por linhas intermunicipais entre São Roque, Alumínio, Mairinque e Ibiúna, Região Metropolitana de Sorocaba, informou à imprensa local que o pagamento dos funcionários não está atrasado.

As linhas são gerenciadas pela EMTU – Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos de São Paulo e estão paralisadas desde sábado, 21 de setembro de 2019, conforme noticiado pelo Diário do Transporte.

Relembre: https://diariodotransporte.com.br/2019/09/21/greve-afeta-linhas-intermunicipais-entre-sao-roque-aluminio-mairinque-e-ibiuna/

Ao Jornal da Economia, a empresária Cleusa Maria Souza Arnóbio, responsável pela empresa, afirmou que o pagamento dos funcionários não está atrasado como divulgou o sindicato da categoria.

Entretanto, a empresária não negou que estão em atraso a cesta básica, as férias e o vale-refeição. Sobre estes itens, Cleusa garante que estão em negociação com a categoria para serem acertados ainda nesta semana.

A paralisação afeta totalmente as linhas de ônibus intermunicipais da região, com nenhum veículo operando, segundo a empresa. Desta forma, a Viação São Roque pretende tomar medidas cabíveis na Justiça contra a paralisação.

“O Sindicato está descumprindo o que está na lei, ou seja, pelo menos 30% dos funcionários deveriam estar trabalhando para atender parte dos usuários que estão sem condução e ficaram prejudicados sem o transporte público”, disse Cleusa, ao Jornal da Economia.

Os 88 trabalhadores da Viação entraram em estado de greve na última terça-feira, 17, cumprindo o prazo de 72 horas determinado pela lei de greve em serviço essencial.

O Sindicato dos Rodoviários de Sorocaba e Região informa que a empresa tem atrasado com frequência o pagamento de salário, tíquete-refeição e cesta básica. A decisão da categoria é só voltar ao trabalho quando a empresa pagar todos os atrasados.

Jessica Marques para o Diário do Transporte

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