Busscar pretende dobrar produção e contratar 500 funcionários até 2020 em Joinville (SC)

Publicado em: 16 de setembro de 2019

Atualmente, empresa emprega mil pessoas e produz três ônibus por dia

JESSICA MARQUES

A Busscar confirmou ao Diário do Transporte que pretende dobrar a produção e contratar 500 funcionários até 2020 em Joinville, Santa Catarina. Atualmente, a empresa emprega mil pessoas e produz três ônibus por dia.

A empresa está há 16 meses em Joinville e é responsável pela produção de ônibus rodoviários, tanto para o mercado interno quanto para exportação.

Os principais clientes do exterior são Guatemala, Chile, Peru e Equador. No Brasil, empresas da região Sul estão entre as que mais compram carrocerias da marca.

Em 21 de março de 2017, um grupo de investidores, entre eles alguns sócios da encarroçadora de ônibus urbanos Caio, comprou o parque fabril e a marca Busscar.

Entretanto, o negócio precisou do aval do juiz da 5ª Vara cível de Joinville, Valter Santin Júnior, uma vez que a Busscar teve a falência decretada, após tentativas de recuperação judicial.

HISTÓRICO

(Adamo Bazani)

A Busscar foi fundada oficialmente como Nielson no dia 17 de setembro de 1946, com iniciativa de Augusto e Eugênio Nielson que começaram uma pequena oficina em Joinville, atuando na construção de móveis e utensílios e fazendo reparos em carrocerias de caminhões e cabines.

Em 1948, a Nielson fez seu primeiro veículo de transporte coletivo, uma jardineira – ônibus simples feito de madeira. O veículo da Nielson foi uma encomenda da empresa Abílio & Bello Cia Ltda, que fazia a linha Joinville – Guaratuba, em Santa Catarina.

Foi na época do surgimento empreendimento dos Nielson, que o Brasil começava assistir mais intensamente o crescimento das cidades e também das relações comerciais entre as diferentes localidades.

udo isso demandava uma maior oferta de transportes. Assim muitos empreendedores compravam chassis de caminhão, como da Ford e da GM, e precisavam transformá-los em ônibus para enfrentar as difíceis estadas de terra e verdadeiros atoleiros. Nesta época, a Nielson & Cia Ltda. tinha o comando do patriarca da família, Bruno, e do filho Harold.

Em 1958, um dos marcos para a Nielson foi o projeto de estrutura metálica para os ônibus.

No início dos anos de 1960, ganhavam as estradas os modelos Diplomata, carroceria de dois níveis que lembravam os Flxibles norte-americanos que, quando foram importados pela Expresso Brasileiro Viação Ltda eram chamados de Diplomata. A Nielson então conquistava definitivamente o mercado.

Nos anos de 1980, Nielson cresce mais e no segmento de rodoviário travava disputa acirrada com a Marcopolo e no segmento urbanos, a briga era com a Caio, praticamente de igual para igual.

A linha Diplomata tinha recebido novas versões e o Urbanuss ganhava atenção dos frotistas.

Por uma estratégia de negócios, a Nielson mudou a marca para Busscar. Inicialmete a marca foi conhecida como Busscar-Nielson. Surgiram os rodoviários El Buss e Jum Buss  e os urbanos da linha Urbanuss.

Em 2002, a Busscar começa enfrentar dificuldades financeiras. A família Nielson alegava problemas motivados pela variação cambial e também dificuldades de créditos, mas já havia também erros administrativos internos.

O BNDES – Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social chegou a realizar empréstimos para empresa, que não foram plenamente honrados. A recuperação não foi plena, havendo novamente outro problema financeiro em 2004. A última crise da Busscar começou em 2008, quando a empresa começou a atrasar salários.

Em 2007, a encarroçadora de ônibus Caio, do Estado de São Paulo, já havia procurado sócios da Busscar para uma fusão. As negociações não avançaram.

Em janeiro de 2010, a Busscar criou um programa de demissões voluntárias para redução de custos. Ainda em crise, a empresa atrasou salários e benefícios, o que motivou uma greve em 15 de abril de 2010.

Em setembro de 2011, antes mesmo da falência da Busscar, sócios da Caio já tinham confirmado interesse na encarroçadora de Joinville.

Relembre: https://diariodotransporte.com.br/2011/09/28/busscar-caio-fala-em-primeira-mao-com-blog-ponto-de-onibus/

Em outubro daquele ano, porém, a Justiça indeferiu a proposta dos sócios da Caio que previa pagamento de R$ 40 milhões pelo complexo.

Para saldar dívidas, os primeiros bens da Busscar foram leiloados em setembro de 2011. A expectativa era arrecadar R$ 1,5 milhão, mas só foi possível conseguir R$ 21 mil.

No dia 3 de novembro de 2011, o juiz Maurício Cavallazi Povoas, da 5ª Vara Cível de Joinville,  aceitou o pedido de recuperação judicial feito pela Busscar. No dia 31 de dezembro de 2011, a empresa apresentou o plano.

No entanto, não houve os resultados esperados e o plano não se mostrou viável. Em junho de 2012, a Justiça determinou que fosse apresentado um novo plano.

Depois de uma dívida que se aproximou de R$ 2 bilhões, contando juros, impostos e débitos com fornecedores, trabalhadores e bancos, a empresa teve a falência decretada em 27 de setembro de 2012 pelo juiz Maurício Cavalazzi Povoas. A decisão, no entanto, foi anulada em 27 de novembro de 2013, após recursos judiciais.

No entanto, os recursos caíram em 5 de dezembro de 2013. A família Nielson chegou a apresentar um novo pedido de recuperação judicial, mas o juiz Luis Felipe Canever, de Santa Catarina, após negativa por parte dos credores, decretou no dia 30 de setembro de 2014, nova falência da encarroçadora de ônibus Busscar, que já foi uma das maiores do Brasil.

Os negócios continuam na América Latina com a atuação em parceira de outros grupos, com destaque para as operações na Colômbia.

A Busscar Colômbia foi formalizada no ano de 2002 sendo fruto de uma aliança entre a indústria local Carrocerías de Occidente, empresa fundada em 1995, e a Busscar Ônibus do Brasil, fundada pela família Nielson em 17 de setembro de 1946.

Em 15 de fevereiro de 2012 foi anunciada a criação de uma joint venture formada pelos acionistas das duas gigantes da produção de carrocerias de ônibus: Caio e Marcopolo.

A parceria envolve a Twice Investimentos e Participações, integrada por acionistas da Caio Induscar, e a controlada da Marcopolo, Syncropats Comércio de Distribuição de Peças Ltda.

As empresas propuseram em fevereiro de 2013, à Quinta Vara Cível de Joinville, que cuidava do processo de falência da Busscar, o aluguel/arrendamento do Parque Fabril da companhia.

Para isso, pagariam um valor de R$ 300 mil por mês. Relembre: https://diariodotransporte.com.br/2013/02/28/caio-e-marcopolo-querem-alugar-a-busscar/

Foram várias tentativas de leilão da Busscar, três somente em 2016. Todas esvaziadas. A cada uma delas, o valor caía.

– Primeira tentativa: 15 de março de 2016, as três unidades fabris (Unidade Joinville SC – Fábrica de Carrocerias / Unidade Pirabeiraba – Joinville SC – Fábrica de Peças / Unidade Rio Negrinho SC – Fábrica de Peças)  custariam R$ 369.305.922,65 (trezentos e sessenta e nove milhões, trezentos e cinco mil, novecentos e vinte e dois reais e sessenta e cinco centavos)

– Segunda tentativa: 29 de março de 2016.  O valor seria de R$ 221,5 milhões (incluindo ativos reivindicados na Justiça, e incertos) ou, na prática, R$ 176,5 milhões (descontados os ativos) por todas as empresas do grupo. – 60% do valor do primeiro leilão

– Terceira Tentativa: No dia 8 de julho, terminou sem lance o terceiro leilão da empresa. Seria aceita oferta de quantia igual ou superior a 49% do valor da avaliação- do primeiro leilão.  R$ 133.151.088,11. Também sem propostas.

No final de outubro de 2016, foi apresentada uma proposta de compra por R$ 67,15 milhões por um grupo de investidores com o objetivo de retomar as produções em meados de 2017.

Em dezembro do mesmo ano, foi liberado um lote de R$ 18 milhões para saldar parte das dívidas trabalhistas.

Também em dezembro de 2016, dois grupos internacionais, o português a Imparável Epopeia UniPessoal Ltda e o chinês Liaoyuan Group demonstraram interesse na compra da Busscar.

Em 07 de janeiro de 2017 terminou o prazo para as empresas estrangeiras apresentarem a documentação exigida.

A proposta ficou somente pelo grupo da Caio. No dia 08 de janeiro, advogado da Caio esteve em Joinville e confirmou valor proposto de R$ 67,15 milhões.

Em 21 de março de 2017, o juiz da 5ª Vara cível de Joinville, Valter Santin Júnior, aprovou em sentença definitiva a compra da Busscar por sócios da Caio, encarroçadora de ônibus de Botucatu/SP, que tem como principal sócio o Grupo Ruas, de empresas de ônibus de São Paulo. O valor da compro foi de R$ 67,15 milhões.

O montante foi dividido em um sinal de R$ 9,4 milhões e mais 50 parcelas do restante pelos próximos quatro anos, compreende as unidades da Busscar em Joinville, Pirabeiraba e Rio Negrinho, assim como seus terrenos, edificações, maquinário e móveis, além da maca. As parcelas terão correção monetária.

No dia 22 de março de 2017, os sócio-diretores da Caio/Induscar Marcelo Ruas e Maurício Lourenço da Cunha foram à Joinville, em Santa Catarina e assinaram o documento de compra da Busscar, na 5ª Vara Cível na cidade.

Em 28 de março de 2017, a assessoria de comunicação da Caio informou, em primeira mão ao Diário do Transporte, que na compra também envolveu a marca Busscar.

No dia 29 de março de 2017, o Sindicato dos Mecânicos de Joinville decide não impugnar a venda. Mesmo o valor de R$ 67,15 milhões sendo bem abaixo que os débitos trabalhistas de R$ 250 milhões, a entidade disse acreditar ser a solução mais concreta de um problema que se arrasta há anos. Um eventual outro comprador, por exemplo, poderia não produzir mais ônibus, usando os imóveis para outros fins.

Em 12 de junho de 2017, os sócios da Caio assumem formalmente a massa falida da Busscar.

A nova administração da empresa lançou no ar um site para cadastramento de currículos para iniciar um processo de contratação.

Em 04 de julho de 2017, entrevista publicada no site Diário do Transporte, o diretor Industrial da Caio Induscar e um dos investidores da Busscar, Maurício Lourenço da Cunha, diz que Caio e Busscar poderão atuar em sinergia, trocando informações, conhecimentos, estruturas de distribuição e tecnologia, no mercado de transportes.

Em 30 de agosto de 2017, o diretor Industrial da Caio Induscar e um dos investidores da Busscar, Maurício Lourenço da Cunha, voltou a falar com o Diário do Transporte e revelou que a empresa já tinha 55 funcionários trabalhando, entre os quais, engenheiros para elaborar novos produtos.

Em 04 de outubro de 2017, representantes da Carbuss, empresa criada para a operar a Busscar e a marca, se reuniram com o secretário-ajunto da Secretaria da Fazenda de Santa Cataria, Rodrigo Prisco Paraíso, secretário de Desenvolvimento Econômico Sustentável do Estado de Santa Catarina, Carlos Chiodini, com o objetivo de acertar os detalhes da reabertura da fábrica. Também esteve no encontro, um dos donos da Exit Comunicação, agência responsável pela análise de mercado e projeto de atuação da nova Busscar, Paulino Duarte.

Em 1º de março de 2018, o diretor industrial da Busscar, Maurício Lourenço da Cunha, revelou ao Diário do Transporte que depois da compra de uma unidade pela Viação Paraty, de Araraquara, em janeiro, a segunda companhia a adquirir modelo da marca foi a Viação Osasco, para linha seletiva da EMTU, e que já tinham sido definidos quatros até então: Vissta Buss 360, Vissta Buss DD , Vissta Buss 340 motor traseiro a serem produzidos a partir da segunda metade de abril, e o Vissta Buss 400 LD entre maio e junho.

Em 12 de abril de 2018, o diretor industrial da Busscar, Maurício Lourenço da Cunha, revelou ao Diário do Transporte que em 02 de maio começam as produções efetivas. Para isso, serão contratados mais200 trabalhadores. Até agosto, a Busscar deve ter 700 funcionários.

Maurício Lourenço da Cunha ainda revelou que Paulo Corso, que ficou 39 anos na Marcopolo assumiu o cargo de diretor comercial e que no segundo semestre, a empresa vai lançar mais um modelo para a gama. Uma carroceria para o segmento de fretamento, desenvolvida para chassis de motor dianteiro.

No dia 02 de maio de 2018, com cerca de 500 pessoas trabalhando em toda a planta de Joinville, a Busscar retoma oficialmente a linha de produção.  Na ocasião já estavam sendo finalizados três protótipos “cabeças de linha”, o Vissta Buss 360, vendido para a Viação Paraty, da região de Araraquara, interior de São Paulo; o Vissta Buss 340, para Viação Osasco, que fará linhas metropolitanas na Grande São Paulo, e o DD (Double Decker) – dois andares, para ser exibido para o mercado. A Busscar já tinha nesta data encomendas de outros grandes frotistas.

Em 04 de junho de 2018, a empresa divulga em primeira mão ao Diário do Transporte sua nova linha de produtos, inaugurada pelo Vissta Buss 340, Vissta Buss 360 e Vissta Buss DD.

As primeiras unidades comercializadas pela Busscar, o Vissta Buss 360 para a Viação Paraty de Araraquara, interior de São Paulo, e o Vissta Buss 340, para a Viação Osasco, da Grande São Paulo, começam a chegar às garagens em 14 de junho para serem apresentadas aos funcionários.

Entre os dias 22 de junho e 24 de junho de 2018, a Busscar faz a primeira apresentação oficial pública dos modelos, no 8º Encontro Estadual das Empresas de Transporte de Turismo promovido pela Associação das Empresas de Transportes Turísticos e Fretamento de Santa Catarina – AETTUSC, no Golden Executive Hotel, em São José.

No dia 25 de junho de 2018, com exclusividade, a Busscar revelou ao Diário do Transporte a relação das empresas que oficializaram compras de modelos da fabricante.

Entre as companhias de ônibus estão: Rápido Brasil – SP, Ultra –SP, Grupo Sambaíba- SP, Gordinho Tur – SP, Camurujipe- BA-, Viação Cidade do Sol, Perola do Oeste –PR,  Pérola do Oeste, Montana Turismo – PR , Rápido Federal – DF, Expresso Guanabara- CE, Sampaio- RJ, UTIL –RJ , Viação Osasco e Viação Paraty- SP.

Relembre: https://diariodotransporte.com.br/2018/06/25/busscar-consolida-vendas-para-grandes-empresas-de-onibus-ja-nas-primeiras-semanas-de-operacao-oficial-em-joinville/

Em setembro de 2019, a Busscar confirmou ao Diário do Transporte que pretende dobrar a produção e contratar 500 funcionários até 2020 em Joinville, Santa Catarina. Atualmente, a empresa emprega mil pessoas e produz três ônibus por dia.

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

Comentários

  1. Claudio disse:

    1500 funcionários para fazer 6 ônibus rodoviários por dia?

    1. blogpontodeonibus disse:

      Inclui administrativos e logísticos também

  2. Paulo Roberto Lomba de Carvalho disse:

    Boa tarde,
    Parabéns pelo progresso!!!
    Vão contratar para a área de vendas de carrocerias?
    Estou a disposição.Trabalhei na BUSSCAR, entre 1988 a 2001, nos Estados da Bahia e Sergipe.

  3. Alexandre Reinert disse:

    Parabéns ao grupo que acreditou na marca Busscar, certamente essa empresa voltará a ser orgulho de Joinville

  4. eduardo pereira da silva santos disse:

    Moro em Osasco….que ônibus lindo o vista…..

  5. Elian Almeida do Amaral disse:

    O maior desprezo na vida dos 5.550 ex-funcionários da Busscar Ônibus S.A.
    Arquitetou-se um plano para sufocar a Busscar, dos três sindicatos, dois lutaram para o fechamento da fábrica, somente um se posicionou contra a falência, acreditem… o presidente “se enforcou”. Nós que vivemos e estivemos no “olho do furacão” visualizamos nessa “doação” um CONCHAVO, FORÇAS OCULTAS E PODEROSAS AGINDO NOS BASTIDORES. E para atingir seus objetivos afrontaram o “POPULACHO” Norte Catarinense.
    Com todas as discrepâncias: “O juiz substituto Walter Santin Júnior, da 5ª Vara Cível da comarca de Joinville, homologou a venda extraordinária em leilão judicial do ativo operacional da Busscar Ônibus S.A. em favor da Caio Induscar – Indústria e Comércio de Carrocerias, por R$ 67,1 milhões. O valor, dividido em um sinal de R$ 9 milhões e mais de 50 parcelas pelos próximos quatro anos, compreende as unidades da Busscar em Joinville, Pirabeiraba e Rio Negrinho, assim como seus terrenos, edificações, maquinário e móveis.” (TJ).
    Sustento que a decisão proferida pelo Sr. Juiz, a venda dos bens arrecadados a massa falida por PREÇO VIL, porquanto homologada proposta de 67 milhões por 50 % dos bens avaliados em 167 milhões, o que representa 18% do valor (mau) avaliado.
    fizeram uma construção matemática: 67 milhões parcelados em 50 vezes + 100 milhões em investimentos para voltar a produzir, só que estes 100 milhões deixam de usar para pagamento dos ex-funcionários, que são 220 milhões sem correção desde 2014…e investem no próprio patrimônio que vai ser deles!….Tenha santa paciência, o dever de criar postos de trabalho é dos governantes e não do cidadão!
    Vejam o que restou: saldo em duas contas judiciais; 17 milhões e 32 milhões, totalizando 49 milhões. Estimamos mais umas 23 parcelas de 1,110 milhões devidas pela Caio. E desse total estão bloqueados por ações judiciais de bancos e outros…que vão levar com certeza!
    Um preço caro demais para 700 postos de trabalho, e particularmente estou duvidando que vão continuar produzindo rodoviários em Joinville, assim que acertarem as parcelas com a justiça vão transferir tudo à Botucatu, com isto sobraria três terrenos para capitalizarem e cobrir o “investimento”, só o terreno da matriz, localizado em área industrial (528 mil m²) foram avaliados em 80% menor dos praticados na cidade, segundo alguns corretores por nós, da comissão de credores consultados.
    Os donos da Caio-Induscar produzem os RODOVIÁRIOS BUSSCAR TANTO COBIÇADO, QUE NUNCA FORAM CAPAZES DE PRODUZIR, banqueiro que mendigou 100 milhões, com arrogância e desprezo pelo infortúnio das 5.550 famílias Joinvilenses.

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