Presidente da Câmara de Cuiabá convoca vereadores e deputados para retomar discussão sobre VLT
Publicado em: 16 de junho de 2019
Obra está paralisada desde 2014 na capital
JESSICA MARQUES
O presidente da Câmara Municipal de Cuiabá, no Mato Grosso, Misael Galvão, convocou os vereadores para uma inspeção nos principais pontos da obra do VLT (Veículo Leve sobre Trilhos). A intervenção está paralisada desde 2014.
O grupo também foi convidado verificar in loco o estado dos vagões e trilhos que ainda não foram utilizados na obra.
“A intenção é de se inteirar sobre a situação do modal que está parado há muito tempo. Para tanto, o parlamentar ainda convidou os vereadores de Várzea Grande e os deputados estaduais para participarem da vistoria”, informou a Câmara Municipal, em nota.
Na visão de Misael, é uma “vergonha” uma obra ter consumido mais de R$ 1 bilhão dos cofres públicos e não ter sido concluída.
“Vergonha. Só posso usar essa palavra para definir a situação de indefinição do VLT. A obra, que prometia revolucionar o transporte público, já consumiu R$ 1,066 bilhão dos cofres públicos e está parada desde dezembro de 2014. Veja bem: parado há mais de quatro anos”, disse, em nota.
O vereador ainda disse que os vagões adquiridos correm risco de não poder ser utilizado tendo em vista a degradação devido à exposição ao sol e chuva.
“A situação também não é diferente nos locais onde a obra avançou, e existe trilhos. Ferros enferrujados, postes, tubos e pré-moldados de concreto atrapalham a circulação de pedestres, que se arriscam em meio às instalações inacabadas. Corremos o risco de perder tudo e até o momento não há uma definição do Governo do Estado quanto ao assunto”, completou.
Diante disso, o presidente sugere que, após as visitas, os parlamentares se reúnam com o governador Mauro Mendes para cobrar um posicionamento do Governo do Estado com relação à obra.
HISTÓRICO DO VLT DE CUIABÁ
Com início em 2012, as obras do VLT tinha a previsão de conclusão em março de 2014, poucos meses antes do início da Copa do Mundo de 2014.
O Consórcio VLT, responsável pelo contrato, paralisou os serviços em dezembro de 2014, sob a alegação de que não teria recebido os recursos correspondentes ao que havia realizado.
Desde então, o caso segue na justiça.
Em março de 2017, o Governo do MT anunciou que chegara a um acordo com o Consórcio VLT para a retomada das obras. Na sequência, o próprio Executivo estadual decidiu romper o contrato com o Consórcio.
A decisão tomada pelo Estado derivou da Operação Descarrilho, deflagrada em agosto passado pela Polícia Federal (PF), que apurou infrações contratuais praticadas pelo Consórcio VLT.
O Consórcio VLT recorreu, e o caso segue na Justiça.
Em fevereiro deste ano, o Governo do Estado do MT recebeu a primeira proposta de estudos do VLT grupo espanhol Acciona Construcción S.A, com sede em São Paulo.
Em abril, o governador do Mato Grosso, Mauro Mendes, afirmou que o Estado avalia a possibilidade de substituir a implantação do VLT (Veículo Leve sobre Trilhos) em Cuiabá por outro modal. O objetivo é encontrar uma solução mais barata e que também tenha eficiência.
Jessica Marques para o Diário do Transporte



Amigos, bom dia.
Realmente o Barsil não é sério.
Retomar o que?
Discutir o que?
Implode tudo e manda os trens pra sucata; pois depois de tanto tempo tá tudo podrão e sem garantia nenhuma mais.
E segue o desperdício do dinheiro do contribuinte.
Cuiabá, chega né.
Os sites de fofocas têm é de se preocupar com o desperdício do dinheiro do contribuinte e não com o disse que disse.
Se grampeassem todos os celulares, telefones, e-mail´s e zapzap´s; todos os brasileiros estariam presos.
BARSIL, MUDA OU AFUNDA!
Att,
Paulo Gil
seria legal que o governo de são paulo, criasse uma linha de vlt , saindo da estação vila prudente, pelo corredor da paes de barros, passar pela estação bresser e bras, seguir em direção a vila guilherme e fazendo seu ponto final na estação santana. Alugaria esses trens do vlt cuiba..