BHTrans se reúne com empresas, mas tarifa de ônibus de Belo Horizonte não é definida

Publicado em: 24 de dezembro de 2018

O preço praticado atualmente é de R$ 4,05. Foto: Divulgação.

Novas reuniões serão marcadas ainda para este ano

JESSICA MARQUES

Representantes da BHTrans estiveram reunidos com o Setra-BH (Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros) na manhã desta segunda-feira, 24 de dezembro de 2018. Contudo, o valor da tarifa de ônibus que deveria ser praticado em Belo Horizonte, capital de Minas Gerais, não foi definido.

Frente à indefinição, novas reuniões devem ser marcadas ainda para este ano. A informação foi publicada por Léo Simonini e Luiz Fernando Motta, do portal regional O Tempo.

A reunião ocorreu no prédio do Centro Integrado de Operações de Belo Horizonte. Estiveram presentes na ocasião Célio Bouzada, presidente da BHTrans, Josué Valadão, secretário municipal de Obras e Infraestrutura, membros da equipe técnica da BHTrans e Joel Paschoalin, presidente do Setra-BH.

O prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil, convocou a imprensa nesta sexta-feira, dia 21 de dezembro de 2018, para revelar os resultados da auditoria realizada pela empresa Maciel Consultores sobre o que ele próprio convencionou chamar de “caixa-preta” da BHTrans.

Relembre: Kalil abre “caixa-preta” dos transportes de BH e se surpreende com tarifa a R$ 6,35

Além de não encontrar irregularidade nos contratos firmados entre a BHTrans e as empresas de ônibus, os cálculos e análises dos auditores levaram à conclusão de que a tarifa de ônibus na capital mineira deveria custar hoje R$ 6,35.

O último reajuste da tarifa (9,04%) ocorreu em dezembro de 2016. Quando as empresas que prestam o serviço de transporte solicitaram um novo reajuste, a prefeitura condicionou qualquer aumento à análise das contas do sistema. O preço praticado atualmente é de R$ 4,05.

Na ocasião, a Prefeitura de Belo Horizonte também havia proposto às empresas de ônibus um reajuste de 11% no valor da passagem. Com isso, o valor passaria a ser de R$ 4,50. Entretanto, as empresas solicitaram um percentual maior, que ainda não foi definido.

Jessica Marques para o Diário do Transporte

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