Ônibus articulados da Vila Luzita terão de ser híbridos ou elétricos e em 20 anos, frota deve ter zero emissão de CO2

Ao todo, serão 82 veículos de diversos portes. Empresa vencedora terá de reformar terminal, pontos, pavimento do corredor e estações

ADAMO BAZANI

Os ônibus do sistema de Vila Luzita, o de maior demanda de Santo André, no ABC Paulista, terão de, no primeiro ano de concessão, reduzir em 20% as emissões de poluição e ao final de 20 anos, a emissão de CO2 deve ser zero.

Esta é uma das exigências da licitação do sistema, lançada nesta terça-feira, 06 de novembro de 2018 e que se arrasta desde 2016. A entrega das propostas está prevista para o dia 21 de dezembro.

De acordo com o edital, a empresa que assumir os serviços por 20 anos prorrogáveis por mais cinco anos deve ter 82 ônibus à disposição, entre frota total e reserva.

Logo no início das operações, ainda segundo o edital, os 14 ônibus articulados de linha troncal devem ser elétricos ou híbridos.

1.2.4.1 Para início da operação dos serviços, a SUBCONCESSIONÁRIA deverá dispor de uma frota total (incluindo a frota operacional e a reserva técnica) de 82 (oitenta e dois) veículos, com a seguinte composição:

  1. 14 (quatorze) ônibus articulados com ar condicionado e com tecnologia de baixa emissão de CO2 (veículos híbridos ou elétricos);
  2. 18 (dezoito) ônibus Padron low entry (piso baixo e motor traseiro) com ar condicionado; 

III. 12 (doze) ônibus básicos (piso alto e motor dianteiro); e

  1. 38 (trinta e oito) midiônibus – micrão (piso alto e motor dianteiro).

De acordo como edital, no início de operação, os articulados e padrons já devem ser zero quilômetro e os demais modelos podem ter até cinco anos de idade:

“Quanto à idade da frota, os cálculos consideraram uma situação de início de operação de frota com 5
anos de idade para os veículos midiônibus e ônibus básico e 0 (zero) km para Padrons Low Entry e
Articulados com ar condicionado.”

As reduções de poluição terão de ser gradativas, de acordo com previsão no edital.

No entanto, a licitação faz a ressalva que as metas de poluição podem ser ajustadas de acordo com o avanço tecnológico, principalmente em relação à entrada das normas Euro 6 – para redução de emissões de veículos a diesel.

“O alcance das metas estabelecidas no item 1.2.4.2 para o final do quinto e do décimo ano da SUBCONCESSÃO dependerá da disponibilidade da indústria automotiva fornecer veículos de baixa emissão de poluentes locais, com adoção da Fase P8 do PROCONVE (padrão Euro 6), e, para o vigésimo ano, dependerá da disponibilidade de fornecimento de veículos de baixa emissão de CO2 para toda a tipologia de frota para toda a tipologia de frota especificada para as linhas que constituem o objeto desta delegação.”

Para cumprir as metas de redução, a empresa pode também colocar filtros nos veículos a diesel:

“A SUBCONCESSIONÁRIA poderá adaptar os veículos a diesel de sua frota, por meio de processos de modernização tecnológica (retrofit), visando a redução das emissões veiculares, sendo que, neste caso, estes serão ser reenquadrados pela SATRANS nas categorias previstas no item 1.2.4.5. no que se refere aos limites de idade.”

Ganhará a empresa que oferecer o maior valor de outorga.

O consórcio ou empresa que vencer deverá ainda reformar o Terminal Vila Luzita, o corredor e as estações, trocar 40 abrigos e pontos, além de implantar jardins e ciclovias. CCO – Centro de Controle Operacional e Sistema de Relacionamento com o Usuário.

A estimativa é de que os investimentos no corredor, em pontos e nas estações seja de R$ 7,88 milhões:

Realização dos investimentos em infraestrutura do Sistema Vila Luzita relacionados no item 1.5.2, compreendendo:

  1. Requalificação do Terminal Vila Luzita, incluindo a recuperação das calçadas lindeiras com adequação à legislação de acessibilidade;
  2. Reforma das estações existentes no Corredor da Av. Capitão Mário Toledo de Camargo (estações Estádio, Miguel Couto, Rua do Amaro e D. Pedro);
  3. Recuperação do pavimento nas faixas exclusivas para ônibus ao longo da Av. Capitão Mário Toledo de Camargo, em ambos os sentidos;
  4. Reestabelecimento da sinalização horizontal nos locais afetados pelos serviços de recuperação do pavimento na faixa exclusiva para ônibus ao longo da Av. Mário Toledo de Camargo; e
  5. Aquisição, implantação, manutenção e substituição de 40 (quarenta) abrigos em pontos de

parada do transporte coletivo.

Implantação do Sistema de Controle Operacional – SCO, compreendendo o monitoramento de toda

a frota por meio de tecnologia GPS e implantação de Circuito Fechado de Imagens por Televisão – CFTV no Terminal Vila Luzita e nas estações do Corredor da Av. Capitão Mário Toledo de Camargo, a implantação do Centro de Controle Operacional – CCO e da Central Espelho na SATRANS.

Adesão ao Sistema de Bilhetagem Eletrônica em operação no sistema municipal, incluindo a aquisição dos equipamentos para frota e garagem necessários para a utilização do Bilhete Único Andreense.

Implantação de Sistema de Relacionamento com os Usuários – SRU.

Implantação de Sistema de Gestão e de Controle de Qualidade.

Substituição gradual dos veículos que utilizam combustíveis fósseis pelo uso de energias renováveis, com menor potencial de emissão de gases de efeito estufa e de outros poluentes tóxicos locais.

Implantação do Plano de Gestão Ambiental na prestação dos serviços.

Adoção do Código de Conduta do Sistema de Transporte Coletivo de Santo André em todas as atividades de relacionamento com o público.

Execução e manutenção permanente de programas de modernização tecnológica e de aprimoramento dos processos utilizados nas diversas atividades associadas à prestação dos serviços, visando sempre a melhoria da qualidade do serviço de transporte prestado à população.

Desenvolvimento de programas permanentes visando a melhoria das condições de trabalho dos operadores

O edital prevê a criação de novas linhas de ônibus além das troncais e alimentadoras já existentes com a implantação de projetos de trilhos do Governo do Estado, como a estação Pirelli da CPTM e a 18-Bronze, inicialmente pensada como monotrilho. Uma linha entre o Terminal Vila Luzita e a Fundação Santo André também está nos planos:

Futuramente, em função de investimentos regionais e do Governo do Estado previstos para expansão do sistema viário estrutural e do trem metropolitano, deverão ser criadas novas linhas de transporte que passarão a integrar a SUBCONCESSÃO do Sistema Vila Luzita:

  1. a) A partir da implantação pela CPTM da Estação ABC, próximo à área da antiga fábrica da Pirelli, propiciando uma opção mais rápida de acesso ao trem metropolitano, sem necessidade decircular pelo sistema viário congestionado da Área Central, integrarão a SUBCONCESSÂO:

– Criação de nova linha Terminal Vila Luzita – Estação ABC (Pirelli), via Av. Capitão Mário Toledo de Camargo;

–  Alteração do itinerário da linha TR 141, transferindo o seu ponto terminal da Área Central para a Estação ABC (Pirelli).

  1. b) A partir da ampliação do sistema viário regional estrutural para o transporte coletivo, com a implantação do Corredor Taioca, decorrente da construção da via marginal do Córrego dos Meninos, em Santo André, e de uma via marginal ao Córrego Taioca, criando uma nova ligação desde Vila Luzita até São Bernardo do Campo e São Caetano do Sul, integrará SUBCONCESSÃO:

– Criação de nova linha Terminal Vila Luzita – Fundação Sto. André, via Marginal do Córrego Taioca.

A região é a que reúne a maior demanda da cidade de Santo André.

Segundo a SATrans, são mais de 1 milhão de passageiros por mês em média, sendo que 835 mil pagantes.

Considerando o período entre setembro de 2016 e agosto de 2017, o Sistema Vila Luzita transportou uma média mensal de 1.071.239 passageiros, correspondendo a 835.570 passageiros equivalentes.

A maior parte destes passageiros paga em dinheiro: 41,9%:

Na média mensal de passageiros transportados neste período nas linhas que integram o Sistema Vila Luzita, os usuários pagantes em dinheiro representaram 41,9% do total; os que utilizaram passes com tarifa integral, 7,7%; usuários do vale-transporte, 29,6% e beneficiários de gratuidades, 20,8%, não estão computados aqueles que não utilizam o BUA e que realizam viagens sem passagem pelas catracas.

Os ônibus midi e básicos terão idade máxima permitida de 8 anos (para Euro 5) e de 9 anos (quando entrar o Euro 6). Os modelos de piso baixo e motor traseiro podem ter até 10 anos (Euro 5) e 11 anos (Euro 6). Já os articulados terão idade limite de 12 anos (Euro 5) e 13 anos (Euro 6).  Os articulados elétricos ou híbridos poderão ser usados por até 15 anos.

A SATrans fez uma estimativa de valores dos ônibus conforme a tecnologia e o tempo de uso:

Elétricos e Híbridos:

Diesel:

A gerenciadora dos transportes de Santo André traz também a previsão dos investimentos em infraestrutura básica

Por mês, o custo de operação deve ser de aproximadamente R$ 2,5 milhões, caindo ao longo do contrato:

HISTÓRICO:

As 15 linhas do sistema são operadas pela Suzantur de maneira provisória desde outubro de 2016. A empresa assumiu um contrato emergencial após a Expresso Guarará, antiga operadora, decretar falência. O contrato emergencial terminou em abril de 2017, mas a gestão Paulo Serra não tinha elaborado uma nova licitação, assinando assim um contrato a título precário.

O antecessor de Serra, Carlos Grana, chegou a apresentar um modelo de licitação no fim de mandato, em dezembro de 2016, mas a atual administração não concordou com a proposta, após a manifestação das empresas do Consórcio União Santo André por meio da Aesa (associação das viações) e esperou a conclusão de um estudo da rede da cidade, que sofreu atrasos.

Foram várias promessas de datas para a licitação do sistema da Vila Luzita, pelo qual passam 1,086 milhão de pessoas por mês, sendo que deste total, 792,3 mil são pagantes.

Todo o sistema da cidade possui 48 linhas que transportam mensalmente 4,82 milhões de passageiros. O Consócio União Santo André tem 33 linhas que transportam 3,732 milhões de passageiros, mas distribuídos em toda a cidade.

As linhas do sistema troncal e alimentador da Vila Luzita formam o maior sistema de ônibus regionalmente na cidade, que transporta 1,086 milhão de pessoas por mês, sendo que deste total, 792,3 mil são pagantes. Todo o sistema da cidade possui 48 linhas que transportam mensalmente 4,82 milhões de passageiros.

A Suzantur tem Claudinei Brogliato como sócio majoritário.

A necessidade do contrato emergencial surgiu depois da decretação de falência da antiga empresa do bairro.

A Expresso Guarará, da família Passarelli, operava o sistema Vila Luzita desde o ano 2000. Após a morte do fundador Sebastião Passarelli, em outubro de 2014, a companhia passou a enfrentar dificuldades financeiras.

No dia 20 de setembro de 2016, a Guarará informou à prefeitura de Santo André a autofalência e que pararia a operação em 30 de setembro. A prefeitura então pediu que a empresa mantivesse os serviços até o dia 8 de outubro de 2016. No dia 27 de setembro de 2016, a Guarará comunicou que encerraria as atividades no dia 7 de outubro de 2016 . A prefeitura de Santo André fez uma licitação de contrato emergencial.

A única empresa que ofereceu proposta foi a Suzantur, que opera emergencialmente em São Carlos, no interior de São Paulo, e detém 100% dos transportes em Mauá, na Grande São Paulo, onde também entrou por contrato emergencial.

Claudinei Brogliato, sócio da Suzantur, foi contratado como consultor da Expresso Guarará e ficou no cargo entre novembro de 2015 e abril de 2016.

Antes mesmo do lançamento da licitação, a Suzantur já tinha sete ônibus com portas à esquerda e embarque por plataforma do sistema de Vila Luzita, o único deste tipo na cidade e que até então nunca foi operado pela empresa. O fato gerou desconfiança para um possível direcionamento

Claudinei Brogliato disse, no entanto, na época que esses ônibus foram encomendados ainda quando ele estava na gestão da Guarará e que seriam alugados para família de Passarelli.

Em final de mandato, o prefeito de Santo André, Carlos Grana, que não conseguiu se reeleger, lançou em 8 de dezembro de 2016 a proposta de licitação com uma audiência pública.

Relembre:

https://diariodotransporte.com.br/2016/12/08/santo-andre-lanca-proposta-de-licitacao-para-onibus-da-vila-luzita/

Mas o sucessor Paulo Serra, do PSDB, diante de reclamações de empresários de ônibus da AESA -Associação das Empresas do Sistema de Transportes de Santo André, liderada por Ronan Maria Pinto; de erros e inconsistências no dimensionamento da demanda e da viabilidade econômica; e também por questões político-partidárias, acabou cancelando em janeiro de 2017 a proposta de edital da gestão Carlos Grana, do PT.

A equipe de transição do sucessor Paulinho Serra já havia criticado o fato de o certame ser apresentado pela administração que não ia mais continuar.

O contrato emergencial de 180 dias com a Suzantur, assinado em outubro de 2016, venceria no início de abril de 2017, mas em março a prefeitura de Santo André decidiu conceder a Suzantur autorização a título precário por tempo indeterminado.

Em março, em entrevista ao Diário do Transporte, o secretário de mobilidade de Santo André, Edilson Factori, e a secretária-adjunta de mobilidade urbana, Andrea Brisida, confirmaram que a escolha da nova empresa a operar em contrato de longo prazo no sistema de Vila Luzita só ocorreria depois do estudo de reformulação de redes de linhas da cidade:

https://diariodotransporte.com.br/2017/03/30/licitacao-de-onibus-da-vila-luzita-em-santo-andre-vai-levar-em-conta-estacao-pirelli-e-monotrilho/

Em maio, a Prefeitura de Santo André confirmou que começou análise de propostas das empresas interessadas em fazer esse estudo sobre as linhas da cidade, que demoraria de seis meses a um ano para ficar pronto depois da assinatura do contrato.

https://diariodotransporte.com.br/2017/05/10/santo-andre-analisa-tres-propostas-para-reformulacao-dos-transportes/

No mês de julho a comissão de licitação desclassificou todas as propostas por inconsistências em relação à viabilidade econômica e aos preços apresentados.

Houve a reclassificação de três empresas de estudo e, no início do mês de agosto de 2017, a licitação foi retomada. No dia 15, houve a assinatura com a Oficina Engenheiros e Consultores Associados LTDA. O contrato foi de 12 meses e ao custo de R$ 1,25 milhão pelos serviços.

Somente no dia 21 de dezembro de 2017 é que a primeira fase do estudo, referente ao sistema de Vila Luzita, foi apresentada em audiência pública para licitação das 15 linhas, entre alimentadoras e troncais. A proposta foi de um contrato de 20 anos, com investimentos de R$ 123 milhões. O estudo apontou para a possibilidade de reformulações nas linhas. A frota das linhas troncais, também, de acordo com a proposta na audiência pública, terá de ser qualificada, com veículos com ar-condicionado e motor traseiro.

Após a apresentação do estudo, a estimativa é que a licitação seria lançada em fevereiro de 2018. Depois a data passou para março, o que também não ocorreu.

A promessa então ficou para o mês de maio.

No entanto, o final de maio teve o feriado de Corpus Christi e a greve dos caminhoneiros entre os dias 21 e 31 que desestabilizou todas as atividades econômicas.

A prefeitura informou então que deixaria a publicação o edital para a primeira semana de junho. No dia 5 de junho, o prefeito Paulo Serra, em entrevista à Rádio ABC, disse que o documento seria apresentado no dia 06 de junho.

No dia 11 de junho de 2018, finalmente foi publicado o edital. A prefeitura exige 82 ônibus, a mesma quantidade operada atualmente pela empresa Suzantur, que desde outubro de 2016, atua de forma provisória na região até que a disputa seja concluída. Os veículos das linhas troncais deverão ter ar-condicionado e motor traseiro. Valor do contrato é de R$ 50,7 milhões por 20 anos  e a empresa terá de investir R$ 11,5 milhões em infraestrutura nos 18 primeiros meses.

Em 17 de julho, o secretário de Mobilidade Urbana, Edilson Factori, disse ao Diário do Transporte que houve um recurso sobre o edital, mas até então, manteria  a data de entrega de proposta para 26 de julho.

Mas em 23 de julho de 2018, a prefeitura informou que suspendeu a licitação por recomendação do Ministério Público que exigiu um cronograma de emissão zero para a frota.

No dia 24 de agosto de 2018, a Prefeitura de Santo André informou ao Diário do Transporte que finalizou a proposta de edital para a concessão das linhas de ônibus da região da Vila Luzita. Segundo a administração municipal, o lançamento depende do aval do Ministério Público.

Em setembro, a Prefeitura realizou uma reunião com representantes do Ministério Público para tratar sobre o edital de concessão do transporte público da região da Vila Luzita.

Em 5 de novembro, a Prefeitura de Santo André, no ABC Paulista, informou que iria publicar o novo edital de subconcessão do sistema de transporte da Vila Luzita em 6 de novembro.

No dia 06 de novembro houve a publicação com estimativa de abertura de envelopes para 21 de dezembro. Os ônibus do sistema de Vila Luzita, o de maior demanda de Santo André, no ABC Paulista, terão de no primeiro ano de concessão reduzir em 20% as emissões de poluição e ao final de 20 anos, a emissão de CO2 deve ser zero. Logo no início das operações, ainda segundo o edital, os 14 ônibus articulados de linha troncal devem ser elétricos ou híbridos.

1.2.4.1 Para início da operação dos serviços, a SUBCONCESSIONÁRIA deverá dispor de uma frota total (incluindo a frota operacional e a reserva técnica) de 82 (oitenta e dois) veículos, com a seguinte composição:

  1. 14 (quatorze) ônibus articulados com ar condicionado e com tecnologia de baixa emissão de CO2 (veículos híbridos ou elétricos);
  2. 18 (dezoito) ônibus Padron low entry com ar condicionado;

III. 12 (doze) ônibus básicos; e

  1. 38 (trinta e oito) midiônibus.

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

2 comentários em Ônibus articulados da Vila Luzita terão de ser híbridos ou elétricos e em 20 anos, frota deve ter zero emissão de CO2

  1. ONIBUS NO CENTRO MODERNO E TAL JA O FUNDAO DA VILA LUZITA NADA E O RONAN VAI MODERNIZAR A FROTA DELE

  2. Valdir Antônio horacio // 6 de novembro de 2018 às 12:01 // Responder

    Não sei não se está licitações sem devasiada por que ônibus articulando eletro 1700 milhões será que vai rolar está licitações

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