Indaiatuba publica edital para licitação do transporte público

Ônibus da Sancetur, que opera emergencialmente na cidade desde 11 de fevereiro de 2018 Foto: Fernando Martins Antunes

Certame será pelo regime de maior oferta de pagamento a título de outorga, e contrato terá prazo de 15 anos

ALEXANDRE PELEGI

A prefeitura de Indaiatuba, interior de São Paulo, publicou nesta terça-feira, dia 19 de junho de 2018, no Diário Oficial do município, a concorrência nº 007/18 e o Edital nº 114/18 visando a contratação de empresa especializada para a concessão para prestação e exploração do serviço de transporte público coletivo urbano de passageiros.

O certame será pelo regime de maior oferta de pagamento a título de outorga, com prazo de 15 anos.

O edital, assim como os anexos, está disponível gratuitamente através do “site” da Prefeitura na internet www.indaiatuba.sp.gov.br.

Os envelopes deverão ser entregues no Departamento de Protocolo, localizado à Av. Engº Fábio Roberto Barnabé, 2.800 – Jardim Esplanada II – Indaiatuba SP, até as 09:00 horas do dia 23 de julho de 2018.

A abertura dos envelopes está prevista para ocorrer às 09:00 horas do mesmo dia, na sala do Departamento de Licitações, localizado à Av. Engº Fábio Roberto Barnabé, 2.800 Jardim Esplanada II, Indaiatuba/ SP.

Mais informações podem ser obtidas pelos telefones nºs.: (19) 3834- 9085 / 3834-9087.

SANCETUR OPERA EM CARÁTER EMERGENCIAL

Desde 11 de fevereiro de 2018, os serviços são prestados de forma emergencial pela Sancetur – Santa Cecília Turismo Ltda, empresa da família Chedid, que opera por meio de um contrato de seis meses.

A empresa foi selecionada em um longo processo de descredenciamento da Citi / Rápido Sumaré, que segundo a prefeitura, quebrou diversas cláusulas do contrato de concessão, com investimentos em frota abaixo do estipulado e má prestação de serviços.

A Citi/Rápido Sumaré contesta as afirmações da prefeitura, inclusive na justiça.

A queda de braço entre a administração municipal e a Rápido Sumaré, do grupo do empresário Belarmino de Ascenção Marta, se arrasta desde o ano passado, quando em outubro de 2017, pela primeira vez, a prefeitura decretou a caducidade do contrato, alegando má prestação de serviço pela Rápido Sumaré, que assumiu as operações em 2016 da Viação Guaianazes de Transportes LTDA. A Guaianazes, de Ronan Maria Pinto, dono de empresas de ônibus em Santo André e do jornal Diário do Grande ABC, também recebia críticas da prefeitura, na ocasião, de má prestação de serviços.

Relembre: https://diariodotransporte.com.br/2018/04/06/nova-lei-de-indaiatuba-abre-caminho-para-fim-de-cobradores-prefeitura-nega/#prettyPhoto

Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes

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