ESPECIAL: Estação AACD-Servidor terá o dobro de acessibilidade e obras civis estão quase prontas, diz Metrô

Metrô garante que obras civis de estação estão praticamente concluídas, faltando a instalação do sistema. Previsão de abertura é entre fevereiro e março

Diário do Transporte acompanhou neste sábado ritmo das obras. Estação deveria ter sido entregue neste ano, mas ficará pronta somente entre fevereiro e março de 2018.

ADAMO BAZANI

Chamada pelo Governo do Estado de São Paulo de “Linha da Saúde”, pelo acesso a hospitais, centros médicos de atendimentos específicos e equipamentos de referência de medicina preventiva e de reabilitação, a extensão da Linha 5 Lilás, a exemplo de outra obras do Metrô, está com o cronograma atrasado e é aguardada há ao menos dez anos pela população, em especial do extremo Sul da Capital Paulista, que hoje enfrenta viagens que demoram em torno de duas horas com destino à região central, dependendo do ponto de origem.

Apesar dos atrasos (cinco estações prometidas para este ano só serão entregues em 2018), as obras estão em ritmo mais intenso e algumas estações do trecho que ainda não foi inaugurado (entre Campo Belo e Chácara Klabin) terão diferenciais, como, por exemplo, a Estação AACD-Servidor.

Neste sábado, 25 de novembro de 2017, o Diário do Transporte acompanhou de perto as obras de conclusão da estação, uma das que deveriam ser entregues até o final do ano. A previsão agora é de inauguração entre fevereiro e março de 2018.

A estrutura impressiona pelo tamanho e por algumas características únicas, como a ampliação da oferta de acessibilidade.

“Há o dobro do número de equipamentos de acessibilidade, como os pisos táteis e elevadores em comparação com outras estações do mesmo porte. Por exemplo, a estação AACD-Servidor terá dois elevadores em operação concomitante. Isso se dá em razão da demanda esperada de pessoas com maior dificuldade de locomoção por causa de equipamentos como o Hospital do Servidor Público, clínicas particulares e, em especial, a AACD, que é referência em reabilitação” – disse o engenheiro do Metrô, Danilo Borges.

Acesso do Metrô leva para interior da AACD.

Túnel na área do mezanino de passageiros para acesso direto à AACD

Segundo Metrô, acessibilidade foi “dobrada” para a estação que deve receber pacientes. No centro da imagem, área onde serão instalados dois elevadores

A estação terá um acesso direto para o interior da AACD, que ocupa hoje parte do antigo estacionamento da unidade de saúde. Para ir até este acesso os passageiros no mezanino percorrerão um túnel interno e contarão com dois elevadores, escadas rolantes e escadas fixas.

A expectativa de demanda é de em torno de 20 mil passageiros por dia (em dias úteis) nesta etação. Na linha toda, quando concluída, 830 mil passageiros.

“O acesso aos equipamentos de saúde é um dos papéis fundamentais da Linha 5 quando estiver toda concluída, mas esta linha vai representar mais ainda. Dará acima de tudo mais opções, liberdade de escolha e qualidade de vida. Com acesso mais facilitado à região central, quem mora no extremo sul de São Paulo poderá ter mais oportunidades para disputar vagas de emprego que até então nem eram cogitadas por estes pessoas pela dificuldade de deslocamento. As viagens serão mais rápidas, com mais tempo livre ara descanso, estudo e momentos com a família. Isso é qualidade de vida” – disse o coordenador de atendimento e serviços do usuário do Metrô de São Paulo, Marcos Borges.

A estação também dará facilidade de acesso à região da AACD e do Hospital do Servidor até mesmo para quem vem de carro. Isso porque, a estrutura terá estacionamentos em dois andares, com quase 200 vagas.

Hoje a ausência de locais para estacionamento na região é um dos problemas relatos por frequentadores das unidades de saúde. Assim, a estação, segundo a Companhia do Metrô vai beneficiar quem vem de regiões mais distantes onde a rede de Metrô e da CPTM não atende.

A forma de exploração comercial do estacionamento ainda não foi definida. Se será pela empresa que assumir a concessão da linha, juntamente com a linha 17-Ouro de monotrilho, ou se a operação do estacionamento será concedida à parte.

A área construída da estação é de aproximadamente 20 mil metros quadrados.

A forma de construção se deu pela abertura de uma vala no terreno com 30 metros de largura e 150 metros de comprimento, aproximadamente. A profundidade é de 35 metros. Do nível da rua até a plataforma, são 25 metros. “Abaixo dos trilhos”, há ainda mais 10 metros de profundidade, por onde passarão cabeamentos elétricos e equipamentos. A largura das paredes de contenção é de cerca de um metro.

Áreas de plataformas receberão acabamento.

Além do maior número de equipamentos e configurações que ampliam a acessibilidade, a estação AACD-Servidor terá outros diferenciais em relação às estações mais antigas, como das linhas 1-Azul e 3-Vermelha, por exemplo. Como as estações mais novas, inclusive da própria linha 5-Lilás, há lanternins, que são estruturas que permitem ventilação e iluminação pela luz natural do dia nas plataformas, mesmo a 25 metros de profundidade. Além de poupar energia elétrica, a solução deixa o ambiente mais claro e esteticamente mais agradável.

Arquitetura privilegia aproveitamento da luz externa.

A estação contará também com prédios técnicos que ficam fora da estrutura de atendimento aos passageiros, plataformas e vias de circulação dos trens.

Nesta área técnica ficarão os três transformadores para alimentação de energia da estação e para o funcionamento dos trens.

Um destes transformadores atuará como retificador. A energia vem em alta tensão, de em torno de 22 mil kVA – quilovoltampere da rede da Eletropaulo e é “baixada” para a tensão necessária para a tração dos trens.

Já outros dois transformadores terão a função de conversores para alimentar equipamentos elétricos em geral, de baixa tensão, como computadores, elevadores, escadas rolantes e câmeras.

O engenheiro do Metrô, Danilo Borges, explicou também que em caso de problema de energia elétrica na região da AACD, a estação não é afetada. Isso porque a energia das estações do trecho é fornecida por meio de cabos pela subestação de eletricidade Bandeirantes, que fica na Av. Engenheiro Luís Carlos Berrini, 368.

Túneis começam receber sistemas e equipamentos

Alimentação será por catenária rígida

As estações da linha 5 também operam com sistema de redundância, ou seja, cada uma também pode abastecer a estação anterior e a seguinte. No caso da estação AACD-Servidor, as estações Moema e Vila Clementino-Hospital São Paulo.

A alimentação dos trens é por catenárias.

E a razão disso é histórica. Originalmente, a linha 5 Lilás do Metrô era um projeto da CPTM, que usa as catenárias como padrão.

Mas em 2001, o Governo do Estado transferiu a responsabilidade de operação e a conclusão do primeiro trecho para o Metrô e parte da infraestrutura do primeiro trecho já estava instalada.

Os trens então vieram preparados já para este tipo de alimentação.

A diferença entre o trecho mais antigo da linha 5 Lilás (Capão Redondo-Largo Treze) e o trecho mais moderno (Adolfo Pinheiro-Chácara Kablin) é que o primeiro tem catenárias flexíveis, iguais das demais linhas da CPTM – com cabos e fios, e o percurso mais novo tem catenária rígida.

“É como se fosse o que se chama popularmente de terceiro trilho, mas em cima” – explica o engenheiro.

Plataformas ficam a uma profundidade de 25 metros. Há mais 10 metros para cabeamento e equipamentos.

Segundo o Metrô, as obras civis estão em fase final. As intervenções da estação AACD-Servidor começaram entre 2011 e 2012 sob responsabilidade do consórcio das empresas Carioca -Cetenco. Executivos do consórcio foram denunciados pelo Ministério Público do Estado de São Paulo por suspeitas de fraudes na licitação para obras. Em 2016, alegando dificuldades financeiras e reduzindo o ritmo das obras, o consórcio deixa os canteiros.

No lugar entrou a Construcap, que está sendo responsável pelo acabamento das obras civis.

Os sistemas são instalados por um grupo de empresas.

SEGUNDA-FEIRA COM HORÁRIO AMPLIADO:

A partir desta segunda-feira, 27 de novembro de 2017, as três novas estações da linha 5 Lilás inauguradas em setembro: Alto da Boa Vista, Borba Gato e Brooklin, que estavam com operação assistida, vão a partir desta segunda-feira, 27, funcionar durante todo o horário comercial da linha e com cobrança de passagens.

“Assim, o trecho entre Capão Redondo e Brooklin, com um total de dez estações e 13 quilômetros, passará a funcionar com cobrança de tarifa e no horário de 4h40 até meia-noite, diariamente.” – explica o Metrô em nota.

As três estações foram abertas em 06 de setembro, com operação apenas das 09h às 16h, de segunda-feira a sábado, inclusive feriados, menos aos domingos. Não havia cobrança de tarifa no trecho.

Depois, no dia 13 de novembro de 2017, a operação começou a ser das 10h às 15h, ainda somente de segunda a sábado e sem tarifação.

HISTÓRICO:

O primeiro anúncio do projeto da linha foi feito em 20 de junho de 1990 pelo Metrô, e havia três alternativas de trajeto: com saída da estação Paraíso, Saúde ou São Judas. Nenhuma delas se concretizou.

Em março de 1998 começou a construção do atual trajeto.

Inicialmente, as operações seriam pela CPTM – Companhia Paulista de Três Metropolitanos e o trajeto se chamaria Linha G.

Mas em 2001, o Governo do Estado de São Paulo transferiu a operação para o Metrô, passando a denominar o trajeto de linha Lilás.

O primeiro trecho, de 8,4 quilômetros de extensão, foi entregue à população em 20 de outubro de 2002, com operações das 10h às 15h.

Os horários foram prolongados muito lentamente. No dia 28 de outubro de 2002, passou a ser das 9h às 15h. Em 18 de novembro de 2002, das 8h às 15h. No dia 16 de dezembro de 2002, o horário de operação passou a ser das 7h às 16h. Somente em 5 de fevereiro de 2003, os trens passaram a operar das 6h às 20h. Em 4 de agosto de 2003, a operação passou a ser das 5h às 22h. Quase seis anos depois do início das operações, é que a linha 5 Lilás passou  a funcionar aos domingos e feriados em 10 de agosto de 2008.

A linha inteira deve ter as seguintes estações: Capão Redondo, Campo Limpo, Vila das Belezas, Giovanni Gronchi (Ligação com o futuro Pátio Guido Caloi), Santo Amaro (Acesso a Linha 9  da CPTM), Largo Treze, Adolfo Pinheiro, Alto da Boa Vista,  Borba Gato, Brooklin, Campo Belo (acesso ao previsto monotrilho Linha 17), Eucaliptos, Moema, AACD-Servidor, Hospital São Paulo, Santa Cruz (acesso a Linha 1 Azul do Metrô) e Chácara Klabin(Acesso a Linha 2 Verde).

O governador Geraldo Alckmin prometeu entregar ainda em 2017 as estações Eucaliptos, Moema, AACD-Servidor, Hospital São Paulo, Santa Cruz e Chácara Klabin. A estação Campo Belo, pela mais recente promessa, deve começar a funcionar no “início” de 2018, sem uma previsão mais concreta.

Entretanto, no meio de novembro de 2017, o secretário de transportes metropolitanos, Clodoaldo Pelissioni, disse que a entrega da estação Eucaliptos será em janeiro. As estações Moema e Hospital do Servidor devem ser concluídas em fevereiro e, em abril serão possíveis as integrações da linha 5 com as estações Chácara Klabin (linha 2-Verde) e da Santa Cruz (linha 1-Azul). A estação Campo Belo só deve ser entregue até dezembro de 2018

A operação da Linha 5-Lilás deve ser concedida à iniciativa privada, juntamente com a linha 17-Ouro de monotrilho. O modelo de concessão das duas linhas seria uma espécie de “subsídio cruzado”, já que sozinho o monotrilho não se sustenta. De acordo com projeção do próprio Metrô para a concessão, o custo para transportar cada passageiro no monotrilho é de R$ 6,71 por pessoa. A tarifa hoje é de R$ 3,80. Só para comparação, para a ViaQuatro, concessionária da linha 4 Amarela, o governo transfere R$ 4,03 por passageiro, contando integrações com linhas públicas e gratuidades. Ou seja, o sistema de monotrilho terá custo de operação mais alto que a mais moderna linha de metrô de fato hoje em operação.

O atual projeto da linha 17-Ouro previa 17,7 quilômetros de extensão, com 18 estações entre Jabaquara, Aeroporto de Congonhas e região do Estádio do Morumbi ao custo de R$ 3,9 bilhões com previsão de entrega total em 2012. Agora, serão oito estações apenas. Assim, os trechos entre Jabaquara e a Aeroporto de Congonhas e entre depois da Marginal do Rio Pinheiros até a região do Estádio São Paulo-Morumbi, passando por Paraisópolis, estão momentaneamente descartados.

Mesmo que a linha fosse completa, pela característica do modal inserido na realidade operacional de São Paulo, o monotrilho continuaria dando prejuízo.

O monotrilho está menor e vai ficar mais caro.  Ainda quando era projetado para ter 18 estações em 17,7 quilômetros, custo do monotrilho do Aeroporto (como chegou a ser chamado) era de R$ 3,9 bilhões com previsão de entrega total em 2012. Agora, o orçamento ficou 41% mais caro somando R$ 5,25 bilhões com a previsão para a entrega de somente 8 estações até 2018. Em 2010, o custo do quilômetro era de R$ 177 milhões. Em 2015, o custo por quilômetro seria de R$ 310 milhões e no primeiro semestre de 2016 foi para R$ 325 milhões.

MONOTRILHO VAI PUXAR PARA BAIXO PREÇO DE CONCESSÃO:

A linha 5-Lilás de Metrô, quando completa deve transportar em torno de em torno de 855 mil passageiros por dia até 2020 e tende a ser lucrativa.

O monotrilho vai contribuir para jogar para baixo o valor da concessão por causa desse prejuízo que causará ao operador e confirmada pela própria Companhia do Metropolitano.

Pelas regras inicialmente previstas no primeiro edital, a empresa ou consórcio que quiserem operar o metrô e o monotrilho devem oferecer, no mínimo, lance de R$ 189,6 milhões.

A duração do contrato deve ser de 20 anos e os vencedores receberão a parte correspondente das tarifas à operação dos dois trajetos e também podem explorar comercialmente as estações.

O valor do contrato é de R$ 10,8 bilhões, correspondentes às receitas tarifárias de remuneração e às explorações comerciais das áreas livres das estações.

A empresa vencedora deve fazer investimentos nesse período de R$ 3 bilhões, entre modernização de espaços e frota nova.

O próprio Metrô admitiu que o sistema de monotrilho para a linha 17-Ouro é deficitário para o TCE – Tribunal de Contas do Estado de São Paulo.

No dia 25 de setembro, o TCE suspendeu o procedimento de concessão da linha 5 Lilás do Metrô e da 17 – Ouro do monotrilho para realizar uma série de questionamento à Companhia do Metropolitano.

O leilão deveria ocorrer no dia 28 de setembro.

POSSÍVEIS IRREGULARIDADES E OS QUESTIONAMENTOS:

O Conselheiro do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo – TCE/SP , Antônio Roque Citadini, acatou o pedido da bancada do PT na Assembleia Legislativa e não autorizou o andamento da concessão até que todas as dúvidas sejam esclarecidas.

Há suspeitas de que as exigências do edital podem restringir a competitividade e, assim, causar prejuízos aos cofres públicos.

Outro questionamento do TCE – Tribunal de Contas do Estado de São Paulo sobre a linha 5 Lilás tem relação com as obras e a remuneração da concessionária que vai ser responsável pela operação.

Caso as integrações com as estações nas estações Santa Cruz e Chácara Klabin, das linhas 1 e 2, respectivamente, atrasem, o Metrô assumiu pagar uma espécie de “multa” para a futura concessionária. O Metrô chamou a possibilidade de pagamento de “remuneração contingencial”.

Seria uma espécie de dinheiro que daria segurança para evitar problemas de descumprimento de cronogramas, como ocorreu com a primeira PPP – Parceria Público Privada do Metrô de São Paulo, a construção da linha 4 – Amarela. A ViaQuatro cobrou na justiça R$ 500 milhões ao Metrô porque as obras da linha 4 atrasaram e a demanda projetada não se concretizou. Entretanto, a concessionária alega que fez os investimentos para esta demanda projetada.

Para atrair a iniciativa privada no leilão, o Metrô pretende pagar R$ 1,02 por passageiro transportado nos trechos sem as conexões entregues a tempo, caso as obras de transferências entre as estações não fiquem prontas até 2020.

Seria uma espécie de compensação à futura operadora em caso de atrasos nas obras.

O secretário de Transportes Metropolitanos, Clodoaldo Pelissioni, diz não acreditar em atrasos significativos e que não será necessário usar a compensação.

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

3 comentários em ESPECIAL: Estação AACD-Servidor terá o dobro de acessibilidade e obras civis estão quase prontas, diz Metrô

  1. Parabéns pelo detalhamento e aula Adamo! Está mais completo que as propagandas do Metrô.

  2. Antonio C. Kaio Castro // 26 de novembro de 2017 às 06:43 // Responder

    Viajei sem custo algum nessa sua bela e esclarecedora matéria. Como você nos proporciona isso? Que capacidade é essa? “A” de Ádamo é o mesmo “A” de admirável.

  3. Amigos, bom dia.

    Parabéns Adamo, esta matéria demonstra o crescimento do Diário, obtendo até autorização para filmar na linha do metro em obras, muito legal a matéria, o filme e as fotos.

    Mas acho que ainda falta muiiiiiita coisa para fazer, fevereiro é um prazo muito exíguo; vamos aguardar, mas…

    Como esta matéria fala da AACD, acessibilidade e CPTM, vou aproveitar para dizer que fiquei estarrecido na sexta feira, ao utilizar a estação Comandante Sampaio da linha Julio Prestes – Itapevi e observei que até hoje ainda NÃO tem escada rolante.

    Lembrando que foi na antiga estação Comandante Sampaio (antigamente chamada de “paradinha” ou “18”) que eu piquei bilhete da Sorocabana junto com o meu avo; inesquecível.

    O vão está vazio e as portas fechadas, lembrando que o acesso a estação é nas alturas.

    Estarei mandando as fotos que comprovam o relato para o Diário.

    O MP tem de visitar esta estação e cobrar providências da CPTM, pois isto é um absurdo e com certeza fere a lei de acessibilidade.

    Mas não esqueçam:

    “Cuidado com o vão e a altura entre o trem e a plataforma”

    Att,

    Paulo Gil

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