São Carlos (SP) usará contratação emergencial para que nova empresa assuma sistema de ônibus
Publicado em: 6 de outubro de 2017
Sem contrato desde o início do ano, a Suzantur opera no município em situação contestada pelo MP
ALEXANDRE PELEGI
Atuando no município por meio de um contrato emergencial firmado no ano passado, a empresa Suzantur deixará de operar na cidade de São Carlos, no interior paulista. O contrato foi considerado irregular pela promotoria em maio deste ano, o que deixou a situação insustentável. A empresa de ônibus também opera em Mauá e em Santo André, no ABC Paulista.
Segundo a Procuradoria Geral do município anunciou nesta quinta-feira (5), uma contratação emergencial será aberta para que uma nova empresa assuma o transporte público pelos próximos seis meses.
Informações da prefeitura dão conta de que 10 empresas já teriam manifestado interesse pelo contrato emergencial. A empresa que ofertar a melhor proposta será contratada e terá um prazo para assumir o serviço.
Em setembro, a Suzantur protocolou junto ao Sindicato dos Empregados em Transportes Rodoviários, Urbanos, Fretamento Intermunicipal e Suburbano de São Carlos, um comunicado de que paralisaria suas atividades caso a prefeitura não regularizasse o pagamento de subsídio, suspenso desde janeiro de 2017. O montante já chega à casa dos R$ 5,6 milhões.
Em nota oficial a Suzantur garantiu que vai respeitar o processo de transição. “Por se tratar de serviço essencial, garantido na constituição, o processo de transição para uma possível nova empresa indicada pela prefeitura será amplamente respeitado, sem prejudicar a população”.
Da parte da prefeitura a explicação para o repasse do subsídio não ter sido à Suzantur não é feito porque o Tribunal de Contas do Estado (TCE) considerou irregular o contrato emergencial firmado em agosto de 2016.
SITUAÇÃO IRREGULAR:
Conforme noticiamos em maio deste ano, o Ministério Público do Estado de São Paulo (MP-SP), em São Carlos, moveu ação por improbidade administrativa contra o ex-prefeito Paulo Altomani (PSDB), o ex-secretário Márcio Marino, responsável pela área, e a Suzantur. O motivo: a promotoria considerou irregular o contrato emergencial firmado no ano passado entre a prefeitura e a empresa de ônibus.
Nesta quarta-feira (4) a porta de um ônibus da Suzantur despencou ao parar em um ponto de ônibus em São Carlos. Ninguém se feriu. Relembre:
https://diariodotransporte.com.br/2017/10/05/porta-de-onibus-da-suzantur-cai-em-sao-carlos-sp/
Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transporte


Amigos, boa noite.
Leiam atentamente:
“Da parte da prefeitura a explicação para o repasse do subsídio não ter sido à Suzantur não é feito porque o Tribunal de Contas do Estado (TCE) considerou irregular o contrato emergencial firmado em agosto de 2016.”
Quem fez o contrato, não foi a PM São Carlos ????
Agora a própria PM São Carlos NÃO paga porque foi declarado irregular ??
E o que a empresa tem a ver com isso ????
Circo ou Hospício ?????
Tanto faz.
Que o próximo contrato tenha o aval prévio do TCE, senão vai ser igual a cachorro tentando morder o rabo.
MUDA BARSIL
Att,
Paulo Gil