Motoristas e cobradores de Curitiba planejam atos contra a violência após morte de colega
Publicado em: 4 de setembro de 2017
Assembleia ocorreu nas primeiras horas da manhã desta segunda-feira (4), após o assassinato de um cobrador da linha Gramados na última sexta-feira (1º)
ALEXANDRE PELEGI
Revoltados com a falta de segurança nos transportes em Curitiba e região metropolitana, cerca de 300 Motoristas e cobradores de ônibus da viação Sorriso reuniram-se, nas primeiras horas da manhã desta segunda-feira (04), para decidir as ações que irão tomar para chamar a atenção das autoridades.
A reunião ocorreu após o assassinato de um cobrador da linha Gramados na última sexta-feira (1º).
Os frequentes casos de violência no sistema de transporte coletivo vêm gerando insegurança entre passageiros e trabalhadores. A ideia dos trabalhadores é estabelecer um cronograma de mobilizações para o mês de setembro.
Entre as ações debatidas pelos motoristas e cobradores, é possível até uma paralisação relâmpago, como a feita por cerca de uma hora no dia 24 de julho. Naquele dia o protesto dos trabalhadores do setor de transportes aconteceu em razão da morte do motorista Edmilton José de Melo, 45 anos, assassinado na véspera em Colombo, durante um arrastão na linha Curitiba/Jardim Paulista.
O Sindicato dos Motoristas e Cobradores de Ônibus de Curitiba e Região Metropolitana (Sindimoc), informou que foram aprovadas a realização de paralisações, passeatas e acampamento em praças. O cronograma das ações ainda não foi divulgado.
Para o presidente do Sindimoc, Anderson Teixeira, motoristas e cobradores de todas as empresas de ônibus da capital e região metropolitana serão ouvidos nos próximos dias, o que poderá gerar atrasos pontuais durante as manhãs.
Anderson Teixeira afirma que a decisão de fazer reivindicações é uma forma de chamar a atenção para a questão de segurança pública. “Só na semana passada tivemos três trabalhadores esfaqueados, um que foi agredido com bastão, o número de arrastões não para de aumentar. O trabalhador está com medo. Ele sai para trabalhar sem saber se volta para casa”, justifica o presidente sindical.
Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transporte


Amigos, bom dia.
A que ponto o Barsil chegou.
Nem Curitiba, salva mais.
Nem no buzão nem no resto.
MUDA BARSIL.
Att,
Paulo Gil