Metrô em São Paulo deve parar na próxima sexta-feira, 30
Publicado em: 26 de junho de 2017
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METRÔ NÃO ENTRA EM GREVE NESTA SEXTA-FEIRA, 30. ÔNIBUS E CPTM TAMBÉM OPERAM NORMALMENTE:
ADAMO BAZANI
O paulistano deve se preparar para mais um dia de problemas de locomoção no Metrô, que podem ocorrer na próxima sexta-feira, 30 de junho de 2017.
O Sindicato dos Metroviários deve aderir a mais uma “greve geral” contra as reformas Trabalhistas e da Previdência.
Apesar de o título “greve geral”, apenas algumas categorias cruzam os braços, dependendo das centrais sindicais.
Na última paralisação, que ocorreu em 28 de abril, foram afetados os transportes e, consequentemente, outras categorias que não estavam em greve, mas que foram prejudicadas para chegar ao trabalho.
A intenção do Sindicato dos Metroviários é não operar das 4h40 (horário das primeiras viagens) até zero hora de sábado, afetando os passageiros das linhas 1 – Azul (Jabaquara / Tucuruvi), 2 – Verde (Vila Prudente / Vila Madalena), 3 – Vermelha (Barra Funda / Itaquera) e 5 Lilás (Capão Redondo / Adolfo Pinheiro) e o monotrilho 15-Prata, que só tem duas estações e está incompleto.
A linha 4-Amarela (Butantã/Luz), que é privada e não tem metroviários conduzindo os trens, que são autônomos, deve funcionar normalmente, como ocorreu nas ocasiões anteriores.
Nas últimas duas manifestações, nos dias 15 de março e 28 de abril, foram também afetados parcialmente os serviços de trens da CPTM – Companhia Paulista de Trens Metropolitanos, os ônibus municipais da capital paulista e de alguns municípios da Grande São Paulo.
Motoristas de ônibus e ferroviários ainda vão decidir se aderem ou não, embora haja uma sinalização de que os motoristas de ônibus, diferentemente do que ocorreu anteriormente, não devem cruzar os braços.
O Metrô de São Paulo informou que se houver mesmo a paralisação, deve solicitar a Operação Paese – Plano de Apoio entre Empresas em Situação de Emergência para que parte dos serviços seja atendida por ônibus. No dia 29, os metroviários devem fazer uma assembleia para decidir oficialmente se paralisam ou não.
Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes



É delicado mais estou de acordo pois, antes de fazer a reforma trabalhista, DEVE SE FAZER A REFORMA POLITICA, COMEÇANDO POR BRASÍLIA, QUE DEVE SER UM ÓRGÃO QUE FISCALIZA AS ADMINISTRAÇÕES DOS ESTADOS.
É verdade amiga, tantas denúncias e o povo não tem a quem recorrer, pois, saiu a Dilma entrou o Temer piorou e pra agravar ainda mais ele esta sendo denunciado por crimes graves, a política Brasileira é uma vergonha tantos pedidos de impechiment engavetados e o presidente da Câmara dos Deputados Rodrigo Maia não esta nem aí, agora quando a panelinha de políticos corruptos resolveram tirar a Dilma, todos juraram ser integros e honestos, não é isto que estamos assistindo desde a saída da Dima.
Essa retirada dela da Presidência tinha um porque, eles haviam desviado tanto dinheiro dos cofres publico e agora correm pra tapar o ROMBO, deixado.
Usando sempre a mesma frase estamos colocando a econômia do país nos trilhos, ELES PENSAM QUE ESTÃO ENGANANDO QUEM?
ESTOU INDIGNADO EM VER TANTOS POLÍTICOS CORRUPTOS FAZENDO REFORMAS E APROVANDO SEM CONSULTAR O POVO!!!!!!!!!
Todos temos que participar,mesmo que com algum prejuízo, pois se não for feito a paralisação e as leis forem aprovadas os prejuízos serão muito maiores e permanente em nossas vidas e nas futuras.
Que todos parem….
Quero saber se AV. Paulista ate Ana Rosa vai funcionar amanhadas 06 da manha em diante…
Ok obrigada.