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	<title>Diário do Transporte</title>
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	<description>Página destinada à cobertura jornalística dos principais fatos relacionados aos transportes, com notícias, informações de última hora, coberturas exclusivas, opinião, estudos técnicos e história.</description>
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    <title>Demanda de passageiros do transporte público em Londrina cresce 9,31% em 2025 com investimentos em frota, tecnologia e gestão</title>
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    <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 03:53:52 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao Diário do Transporte que recuperação é superior à média nacional ADAMO BAZANI Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="623" height="407" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?fit=623%2C407&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?w=623&amp;ssl=1 623w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=300%2C196&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=150%2C98&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=400%2C261&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 623px) 100vw, 623px" /> <p><em>Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao <strong>Diário do Transporte</strong> que recuperação é superior à média nacional</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><em><strong>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</strong></em></p>
<div style="width: 480px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-494300-1" width="480" height="848" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4?_=1" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4</a></video></div>
<p>A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros do transporte público, após quedas sucessivas em decorrência da pandemia de covid-19.</p>
<p>Em 2025, o crescimento da demanda foi de 9,31%.</p>
<p>Em 2024, o total registrado foi de 1,4 milhão (1.482.380) de passageiros equivalentes. Em 2025, essa média subiu para 1,6 milhão (1.620.394), considerando a apuração dos últimos quatro meses.</p>
<p>O conceito “passageiros equivalentes” significa o número real de pagantes de um sistema de transportes. Ou seja, são usuários que não foram atraídos por benefícios ou gratuidades.</p>
<p>Ao repórter e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, nesta última semana de dezembro de 2025, o diretor de uma das concessionárias de transportes do município, Paulo Sergio Bongiovanni, da TCGL (Transportes Coletivos Grande Londrina,) conta que a média de recuperação de demanda de usuários no pós-pandemia, em Londrina tem sido superior à nacional, com os números totais quase se igualando ao período anterior da crise sanitária.</p>
<p><strong><em>“Em 2025, o total de passageiros em Londrina cresceu mais de 9,31%. Enquanto no restante do País, em relação a 2019, no pré-pandemia, os sistemas de transportes operam com 80% a 81% do que era transportado antes da covd-19, nós estamos em torno de 90%. Então, as respostas vêm quando o transporte é bom.&#8221;</em></strong> – disse Paulo Bongiovanni.</p>
<p>O sistema de transportes de Londrina é operado por duas empresas de ônibus: a TCGL (Transporte Coletivo Grande Londrina), com 244 veículos, e a Londrisul, com 138 coletivos.</p>
<p>Bongiovanni acredita que o crescimento do total de usuários acima do ritmo da média nacional não ocorreu simplesmente pela volta das atividades econômicas que foram desaquecidas com a pandemia ou pela redução dos dias trabalhados pela população em sistema de <em>“home office”.</em></p>
<p>O empresário citou investimentos feitos em tecnologia, com sistemas de gerenciamento inteligentes e informações aos passageiros, ampliação do acesso à bilhetagem eletrônica, modernizações dos terminais de ônibus e renovação de frota.</p>
<p><strong><em>“Hoje temos mais de 85 telas informativas, mais de 550 câmeras espalhadas em todos os nove terminais da cidade, onde todo mundo brinca que o lugar mais seguro da cidade é o Terminal Central. Nós temos internet dentro dos ônibus e nos terminais, alguns viraram um coworking, onde as pessoas vão para trabalhar” –</em></strong> contou.</p>
<p>Somente a TCGL, por exemplo, fez recentemente um investimento mais amplo em ônibus 0 km. Foram 96 coletivos novos entre 2023 e 2024 e mais 92 unidades entre 2024 e 2025.</p>
<p>Segundo Bongiovanni, quase 60% da frota da companhia em operação, possuem ar-condicionado.</p>
<p>Os mais recentes são ônibus novos têm chassis Mercedes-Benz OF-1726L, com suspensão a ar, vidro colado, e motores com o padrão tecnológico obrigatório no Brasil, Euro 6, com emissões de poluentes de 75%, em média, em comparação com os veículos a diesel com a norma anterior Euro 5, cuja produção para o mercado interno foi descontinuada em 2023.</p>
<p>Os coletivos ainda contam com quatro câmeras de segurança cada, tomadas USB-C tipo A e tipo C para recarga de celulares, entre outros itens de conforto e segurança.</p>
<p>O empresário ainda destacou a necessidade de gestores públicos e empresas de transportes atuarem em conjunto para ampliar o nível de satisfação dos usuários. Segundo Bongiovanni, parte dos custos operacionais é subsidiada pela prefeitura.</p>
<p><strong><em>“Em junho deste ano de 2025, fizemos atualizações em 100 linhas simultaneamente num dia só e não tivemos uma só reclamação. A qualidade no transporte atrair a população e transporte de qualidade é aquele onde a prefeitura sabe investir. Londrina foi muito bem nisso”</em></strong> – disse o empresário.</p>
<p>Os contratos atuais foram assinados no fim de 2019, prestes ao pior da pandemia.</p>
<p>Alguns investimentos durante a crise sanitária tiveram de ser postergados, mas quando ocorreram, segundo o empresário, tiveram efeito positivo na percepção do passageiro do sistema.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
<p><strong><em>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</em></strong></p>
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  </item>
  <item>
    <title>Esteira rolante na Estação Paulista Pernambucanas de metrô será interditada a partir desta quarta-feira (3)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2024/01/02/esteira-rolante-na-estacao-paulista-pernambucanas-de-metro-sera-interditada-a-partir-desta-quarta-feira-3/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 02 Jan 2024 19:01:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metrô]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8) VINÍCIUS DE OLIVEIRA A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8). A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="739" height="415" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?fit=739%2C415&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?w=739&amp;ssl=1 739w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 739px) 100vw, 739px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8)</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha 2-Verde, estará temporariamente interditada </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os ajustes têm como intuito manter o conforto e a segurança dos passageiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os serviços acontecem nesta semana em razão do menor fluxo de pessoas nas estações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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  </item>
  <item>
    <title>Grande Recife recebe 100 ônibus com ar-condicionado em duas semanas e Raquel Lyra reafirma compra de 100 elétricos</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/23/grande-recife-recebe-100-onibus-com-ar-condicionado-em-duas-semanas-e-raquel-lyra-reafirma-compra-de-100-eletricos/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Fri, 23 Oct 2026 22:00:22 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[CPTM]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Renovação atende oito municípios e ocorre após diagnóstico apresentado na ZURB apontar 51% da frota com mais de sete anos; eletrificação prevê veículos de piso baixo e 50 carregadores ADAMO BAZANI O Governo de Pernambuco, por meio do Grande Recife Consórcio de Transporte, apresentou nesta sexta-feira, 23 de outubro de 2026, mais 50 ônibus com [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="950" height="596" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/recife.jpg?fit=950%2C596&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/recife.jpg?w=950&amp;ssl=1 950w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/recife.jpg?resize=300%2C188&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/recife.jpg?resize=150%2C94&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/recife.jpg?resize=768%2C482&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/recife.jpg?resize=400%2C251&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 950px) 100vw, 950px" /> <p><em>Renovação atende oito municípios e ocorre após diagnóstico apresentado na ZURB apontar 51% da frota com mais de sete anos; eletrificação prevê veículos de piso baixo e 50 carregadores</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>O Governo de Pernambuco, por meio do Grande Recife Consórcio de Transporte, apresentou nesta sexta-feira, 23 de outubro de 2026, mais 50 ônibus com ar-condicionado para o sistema metropolitano, completando 100 veículos em duas semanas. Destinados a linhas convencionais e ao BRT, os coletivos atenderão ligações entre Recife, Olinda, Abreu e Lima, Paulista, Igarassu, Ilha de Itamaracá, Itapissuma e Araçoiaba. Parte dessa renovação já começou a aparecer nas ruas, com veículos incorporados recentemente à operação.</p>
<p>Durante a apresentação, no Palácio do Campo das Princesas, a governadora Raquel Lyra também reafirmou o andamento da aquisição de outros 100 ônibus, estes elétricos, com recursos federais. A iniciativa tem orçamento estimado de R$ 310 milhões para veículos e carregadores e integra uma renovação que precisa enfrentar um problema mostrado presencialmente pelo <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> em maio, na cobertura da ZURB: mais da metade da frota então apresentada no diagnóstico tinha mais de sete anos, enquanto a quantidade de ônibus em circulação havia diminuído.</p>
<p>Os 100 coletivos contabilizados nas duas últimas semanas são destinados à renovação das operações existentes. O número reúne os 50 apresentados nesta sexta-feira e os 50 da semana anterior, e não corresponde a 100 veículos que começaram a transportar passageiros simultaneamente no dia da cerimônia.</p>
<p>Segundo o diretor-presidente do Grande Recife, Matheus Freitas, a incorporação ocorre conforme os ônibus concluem os procedimentos de identificação, emplacamento e liberação para o serviço.</p>
<p>Os veículos elétricos fazem parte de outra aquisição. Sua chegada depende das etapas de contratação, fornecimento e preparação da operação, incluindo a infraestrutura de recarga.</p>
<p>De acordo com o balanço apresentado pelo Governo de Pernambuco, foram entregues aproximadamente mil ônibus novos desde 2023, cerca de metade deles com ar-condicionado. Esse acumulado reúne diferentes etapas de renovação ao longo da gestão.</p>
<h2>Compra dos elétricos prevê piso baixo, maior capacidade e recarga nas garagens</h2>
<p>O <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> detalhou em 29 de maio a concorrência para os 100 ônibus elétricos e 50 carregadores. O procedimento foi dividido em seis lotes: cinco de 20 veículos e um para os equipamentos de recarga.</p>
<p>O aviso oficial estabeleceu orçamento estimado de R$ 310 milhões, com recursos federais vinculados a termo de compromisso entre União, Pernambuco e Caixa Econômica Federal.</p>
<p>A previsão inicial destinava R$ 298 milhões aos ônibus, com teto de R$ 2,98 milhões por unidade, e R$ 12 milhões aos carregadores. Esses valores eram referências da licitação, e não preços de veículos já entregues.</p>
<p>O registro de preços formalizado em outubro ficou em aproximadamente R$ 291,2 milhões: R$ 284,9 milhões para os ônibus e R$ 6,3 milhões para os carregadores. A distribuição registrada contempla 60 veículos da Marcopolo e 40 da Caio-Induscar.</p>
<p>A ata registra fornecedores, quantidades e condições para a aquisição. A entrega efetiva depende das ordens de fornecimento, a partir das quais são contados os prazos previstos.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Item</th>
<th>Previsão da aquisição</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Ônibus elétricos</td>
<td>100 unidades</td>
</tr>
<tr>
<td>Divisão dos veículos</td>
<td>Cinco lotes de 20</td>
</tr>
<tr>
<td>Categoria</td>
<td>Padron</td>
</tr>
<tr>
<td>Comprimento previsto</td>
<td>De 12 a 13 metros</td>
</tr>
<tr>
<td>Configuração</td>
<td>Dois eixos, piso baixo e três portas</td>
</tr>
<tr>
<td>Climatização</td>
<td>Ar-condicionado</td>
</tr>
<tr>
<td>Autonomia mínima exigida</td>
<td>250 km por carga</td>
</tr>
<tr>
<td>Carregadores</td>
<td>50 equipamentos</td>
</tr>
<tr>
<td>Potência mínima de recarga</td>
<td>240 kW por equipamento</td>
</tr>
<tr>
<td>Orçamento inicial</td>
<td>R$ 310 milhões</td>
</tr>
<tr>
<td>Valor registrado em outubro</td>
<td>Aproximadamente R$ 291,2 milhões</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/05/29/pernambuco-divide-em-seis-lotes-a-compra-de-100-onibus-eletricos-por-r-298-milhoes-cada-e-50-carregadores/?utm_source=chatgpt.com">Pernambuco divide em seis lotes a compra de 100 ônibus elétricos por R$ 2,98 milhões cada e 50 carregadores</a></p>
<p>A governadora afirmou nesta sexta-feira que o fornecimento dos elétricos deve levar de seis meses a um ano. A sinalização coloca a chegada dos veículos em 2027, diferentemente da expectativa de início de operação ainda em 2026 mencionada quando a concorrência foi lançada.</p>
<p>Além da troca de tecnologia de propulsão, o edital prevê mudança nas condições de acesso: o piso baixo facilita o embarque e o desembarque, especialmente para pessoas com mobilidade reduzida.</p>
<p>A autonomia exigida precisa ser compatibilizada com a quilometragem das linhas, o relevo, a lotação, o uso do ar-condicionado e o período disponível para recarga. A compra dos equipamentos e a preparação das garagens são parte da implantação, assim como a disponibilidade dos próprios ônibus.</p>
<h2>Na ZURB, diagnóstico mostrou frota envelhecida e menor</h2>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-541032" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/91c0191a-4e41-4984-ac70-4be0332b3a85.jpg?resize=1024%2C682&#038;ssl=1" alt="" width="1024" height="682" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/91c0191a-4e41-4984-ac70-4be0332b3a85.jpg?resize=1024%2C682&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/91c0191a-4e41-4984-ac70-4be0332b3a85.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/91c0191a-4e41-4984-ac70-4be0332b3a85.jpg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/91c0191a-4e41-4984-ac70-4be0332b3a85.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/91c0191a-4e41-4984-ac70-4be0332b3a85.jpg?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/91c0191a-4e41-4984-ac70-4be0332b3a85.jpg?w=1280&amp;ssl=1 1280w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
<p>A necessidade de renovar os ônibus foi um dos pontos da cobertura presencial do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> na ZURB — Seminário de Mobilidade Urbana, realizada em maio no Recife.</p>
<p>Na ocasião, o secretário de Ordem Pública da Prefeitura do Recife, Alexandre Rebelo, apresentou um diagnóstico segundo o qual 51% da frota tinham mais de sete anos. A idade média informada era de 5,6 anos, uma das maiores da história recente do sistema.</p>
<p>Também foi apontada redução de 7,5% na frota em circulação, de 1.826 para 1.689 veículos.</p>
<p>São dados daquele momento, que ajudam a dimensionar o passivo enfrentado pelas entregas posteriores. O percentual de maio não deve ser tomado como uma medição atualizada após as incorporações dos últimos meses.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Indicador apresentado na ZURB, em maio</th>
<th>Situação informada</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Parcela da frota com mais de sete anos</td>
<td>51%</td>
</tr>
<tr>
<td>Idade média</td>
<td>5,6 anos</td>
</tr>
<tr>
<td>Frota em circulação no comparativo apresentado</td>
<td>De 1.826 para 1.689 ônibus</td>
</tr>
<tr>
<td>Redução registrada</td>
<td>7,5%</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>A referência de sete anos tem relação com as regras de renovação do sistema. Os documentos de concessão estabelecem esse limite para veículos leves, médios e pesados, com tratamento diferente para articulados e biarticulados, cujo limite previsto é de dez anos.</p>
<p>Por isso, a análise da idade precisa considerar a categoria de cada ônibus e as autorizações aplicáveis à operação. Ainda assim, o diagnóstico apresentado na ZURB mostrava uma necessidade ampla de reposição de veículos.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/05/21/zurb-51-da-frota-de-onibus-da-grande-recife-tem-mais-de-sete-anos-de-idade-e-quantidade-de-onibus-em-operacao-caiu-75-obras-podem-ajudar-a-melhorar-sistema/?utm_source=chatgpt.com">ZURB: 51% da frota de ônibus da Grande Recife têm mais de sete anos de idade e quantidade de ônibus em operação caiu 7,5%</a></p>
<p>Renovar e ampliar a oferta são medidas relacionadas, mas diferentes. Um ônibus novo pode substituir outro retirado de circulação, melhorando conforto, acessibilidade e disponibilidade sem aumentar a frota operacional.</p>
<p>Para recuperar capacidade de atendimento, também contam a quantidade de viagens programadas, os intervalos, o tamanho dos veículos e o tempo necessário para completar os percursos.</p>
<h2>Renovação também envolve escolher ônibus adequados à demanda</h2>
<p>Outro enfoque acompanhado pelo <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> na ZURB foi a oportunidade de associar novos corredores à aquisição de ônibus de maior porte e capacidade.</p>
<p>O economista e especialista em mobilidade urbana e estruturação de projetos do BNDES, Paulo Alexandrino, discutiu no evento as possibilidades abertas pelo Estudo Nacional de Mobilidade Urbana, o ENMU, desenvolvido pelo banco e pelo Ministério das Cidades.</p>
<p>A cobertura mostrou que os projetos de BRT identificados pelo estudo poderiam estimular a demanda por veículos de maior capacidade e valor agregado. As alternativas incluem elétricos, biometano e modelos a diesel com tecnologia Euro VI, conforme as características dos projetos e suas condições de financiamento.</p>
<p>Naquele momento, foram apontados quatro projetos de BRT para a Região Metropolitana do Recife. A carteira nacional identificava potencial de até R$ 80 bilhões em investimentos nesse tipo de sistema, valor que representa uma perspectiva de projetos, e não recursos automaticamente contratados.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/05/22/zurb-enmu-do-bndes-sera-oportunidade-para-industria-de-onibus-comercializar-veiculos-urbanos-com-maiores-categoria-e-capacidade/?utm_source=chatgpt.com">ZURB: ENMU do BNDES será oportunidade para indústria de ônibus comercializar veículos urbanos de maior categoria e capacidade</a></p>
<p>A compra pernambucana dos elétricos prevê veículos padron. A escolha da categoria precisa acompanhar a demanda de cada ligação: linhas alimentadoras, serviços convencionais e eixos de maior carregamento têm necessidades diferentes de espaço, frequência e infraestrutura.</p>
<p>Nos corredores mais movimentados, capacidade por veículo e regularidade das partidas precisam ser analisadas juntas. Um ônibus maior pode transportar mais passageiros por viagem, mas o atendimento também depende de intervalos adequados e de condições para que a frota circule sem ficar retida nos congestionamentos.</p>
<p>Esse foi outro ponto do diagnóstico apresentado em maio: a Prefeitura do Recife indicou intervenções em gargalos e monitoramento das vias para ajudar a melhorar a circulação do transporte coletivo.</p>
<p>As entregas das últimas duas semanas e a aquisição dos elétricos respondem a partes desse problema. A renovação reduz a presença de veículos antigos e amplia a climatização; a melhora do serviço diário depende também de transformar essa frota em viagens regulares, com capacidade e frequência compatíveis com a procura dos passageiros.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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    <slash:comments>0</slash:comments>
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  </item>
  <item>
    <title>Goiânia apresenta nove ônibus de piso baixo para BRS na T-63, previsto para janeiro; entenda o que muda em relação ao BRT e às faixas comuns</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/23/goiania-apresenta-nove-onibus-de-piso-baixo-para-brs-na-t-63-previsto-para-janeiro-entenda-o-que-muda-em-relacao-ao-brt-e-as-faixas-comuns/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Fri, 23 Oct 2026 21:22:05 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[BRT]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Veículos Mercedes-Benz/Caio têm ar-condicionado e acessibilidade; projeto combina prioridade viária, fiscalização e controle dos semáforos, com previsão de aumentar em até 30% a velocidade dos ônibus ADAMO BAZANI A Prefeitura de Goiânia, o Governo de Goiás e representantes do transporte coletivo metropolitano apresentaram nesta sexta-feira, 23 de outubro de 2026, nove ônibus de piso baixo, [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="828" height="547" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/68f3a1e7-0eb8-4d2d-9df4-d5fbe561f39f.jpg?fit=828%2C547&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/68f3a1e7-0eb8-4d2d-9df4-d5fbe561f39f.jpg?w=828&amp;ssl=1 828w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/68f3a1e7-0eb8-4d2d-9df4-d5fbe561f39f.jpg?resize=300%2C198&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/68f3a1e7-0eb8-4d2d-9df4-d5fbe561f39f.jpg?resize=150%2C99&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/68f3a1e7-0eb8-4d2d-9df4-d5fbe561f39f.jpg?resize=768%2C507&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/68f3a1e7-0eb8-4d2d-9df4-d5fbe561f39f.jpg?resize=400%2C264&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 828px) 100vw, 828px" /> <p><em>Veículos Mercedes-Benz/Caio têm ar-condicionado e acessibilidade; projeto combina prioridade viária, fiscalização e controle dos semáforos, com previsão de aumentar em até 30% a velocidade dos ônibus</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A Prefeitura de Goiânia, o Governo de Goiás e representantes do transporte coletivo metropolitano apresentaram nesta sexta-feira, 23 de outubro de 2026, nove ônibus de piso baixo, com chassis Mercedes-Benz O 500 U e carroceria Caio Millennium, destinados ao novo padrão BRS, o Bus Rapid Service. A implantação começará pela Avenida T-63, com previsão de operação em janeiro de 2027, reunindo veículos com ar-condicionado e acessibilidade, prioridade de circulação e controle dos semáforos para reduzir o tempo perdido nos deslocamentos.</p>
<p>A frota inicial prevista é de 15 ônibus, com outros seis programados para entrega até dezembro. O objetivo anunciado é aumentar em até 30% a velocidade dos coletivos, aproveitando a infraestrutura urbana e acrescentando fiscalização e a chamada metronização, que identifica a aproximação dos ônibus e ajusta os semáforos para favorecer sua passagem. A apresentação dos veículos nesta sexta-feira, portanto, antecede a entrada em funcionamento do primeiro corredor com o conjunto de medidas.</p>
<p>O BRS é uma forma de organizar e dar prioridade ao transporte coletivo. A faixa reservada aos ônibus faz parte dessa solução, mas o projeto pode reunir também mudanças nas paradas, fiscalização, informação ao passageiro e controle operacional. Já o BRT, sigla de Bus Rapid Transit, tem uma estrutura mais completa de segregação e operação, normalmente com estações e cobrança antes do embarque.</p>
<p>Para entender as diferenças, é preciso olhar o que cada projeto efetivamente oferece.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Solução</th>
<th>Onde o ônibus circula</th>
<th>Como são as paradas e o embarque</th>
<th>Principal diferença</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Faixa comum à direita</td>
<td>Faixa sinalizada junto à calçada, reservada nos horários regulamentados</td>
<td>Pontos na calçada; pagamento geralmente dentro do veículo</td>
<td>Prioriza a circulação, mas permanece sujeita a interferências de conversões e acessos a imóveis</td>
</tr>
<tr>
<td>BRS</td>
<td>Faixa ou conjunto de faixas prioritárias, geralmente aproveitando a via existente</td>
<td>Pode reorganizar pontos, distribuir linhas entre paradas e melhorar abrigos e informação</td>
<td>Combina prioridade viária com medidas de organização e fiscalização; os recursos variam conforme a cidade</td>
</tr>
<tr>
<td>Corredor comum à esquerda ou central</td>
<td>Espaço reservado junto ao canteiro ou no centro da avenida</td>
<td>Paradas em plataformas ou ilhas; cobrança pode continuar dentro do ônibus</td>
<td>Reduz conflitos com acessos à direita, mas sua posição na avenida não o transforma automaticamente em BRT</td>
</tr>
<tr>
<td>BRT</td>
<td>Corredor dedicado, com maior proteção contra interferências do trânsito geral</td>
<td>Estações, embarque em nível e cobrança antecipada são elementos centrais do conceito</td>
<td>Integra infraestrutura e operação para transportar mais passageiros com regularidade</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>A tabela apresenta características gerais. Um corredor pode incorporar melhorias ao longo do tempo, e o nome adotado pela administração não substitui a avaliação de seu funcionamento.</p>
<h2>Na T-63, prioridade será à direita e operação terá controle dos semáforos</h2>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-541025" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/ca595055-f04e-4a34-b825-3a4cc749768b.jpg?resize=828%2C473&#038;ssl=1" alt="" width="828" height="473" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/ca595055-f04e-4a34-b825-3a4cc749768b.jpg?w=828&amp;ssl=1 828w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/ca595055-f04e-4a34-b825-3a4cc749768b.jpg?resize=300%2C171&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/ca595055-f04e-4a34-b825-3a4cc749768b.jpg?resize=150%2C86&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/ca595055-f04e-4a34-b825-3a4cc749768b.jpg?resize=768%2C439&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/ca595055-f04e-4a34-b825-3a4cc749768b.jpg?resize=400%2C229&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 828px) 100vw, 828px" /></p>
<p>No desenho divulgado para Goiânia, a faixa da direita será destinada a ônibus, motocicletas, ambulâncias e viaturas policiais, com fiscalização para impedir a utilização irregular por outros veículos.</p>
<p>Esse compartilhamento é uma característica importante do projeto. A prioridade ao transporte coletivo dependerá tanto do cumprimento das regras quanto da organização dos movimentos nos cruzamentos e das entradas e saídas da faixa.</p>
<p>Os novos ônibus terão identificação prateada. A expansão do padrão também está prevista para avenidas como Castelo Branco e 85.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Item</th>
<th>Primeira implantação anunciada</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Primeiro corredor</td>
<td>Avenida T-63</td>
</tr>
<tr>
<td>Previsão de início da operação</td>
<td>Janeiro de 2027</td>
</tr>
<tr>
<td>Ônibus entregues em 23 de outubro</td>
<td>Nove</td>
</tr>
<tr>
<td>Frota inicial prevista</td>
<td>15 veículos</td>
</tr>
<tr>
<td>Entrega dos seis restantes</td>
<td>Prevista até dezembro</td>
</tr>
<tr>
<td>Chassi dos veículos apresentados</td>
<td>Mercedes-Benz O 500 U</td>
</tr>
<tr>
<td>Carroceria</td>
<td>Caio Millennium</td>
</tr>
<tr>
<td>Características</td>
<td>Piso baixo, motor traseiro, ar-condicionado e acessibilidade</td>
</tr>
<tr>
<td>Padrão de emissões divulgado</td>
<td>Euro VI</td>
</tr>
<tr>
<td>Prioridade viária</td>
<td>Faixa à direita, com os compartilhamentos previstos no projeto</td>
</tr>
<tr>
<td>Medidas operacionais</td>
<td>Fiscalização e controle semafórico</td>
</tr>
<tr>
<td>Expansões anunciadas</td>
<td>Avenidas Castelo Branco e 85</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>O piso baixo facilita o acesso ao salão e reduz a necessidade de vencer degraus na entrada. Para pessoas com deficiência, idosos, passageiros com carrinhos de bebê ou dificuldade de locomoção, o resultado depende também da qualidade das calçadas, da aproximação do veículo ao ponto e da ligação entre a área de espera e a porta do ônibus.</p>
<p>Um veículo de piso baixo pode operar em uma faixa convencional, num BRS ou em um BRT com plataformas compatíveis. Da mesma forma, o ar-condicionado é uma característica da frota, e não um requisito que, sozinho, defina qualquer desses sistemas.</p>
<p>O governador Daniel Vilela afirmou que a entrega não implicará reajuste da passagem. A tarifa inteira permanece em R$ 4,30, segundo o Governo de Goiás.</p>
<h2>O que é metronização e de onde pode vir o ganho de tempo</h2>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-541024" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/1843f42c-bf2b-4bb6-9bab-d62f58c5825c.jpg?resize=828%2C617&#038;ssl=1" alt="" width="828" height="617" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/1843f42c-bf2b-4bb6-9bab-d62f58c5825c.jpg?w=828&amp;ssl=1 828w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/1843f42c-bf2b-4bb6-9bab-d62f58c5825c.jpg?resize=300%2C224&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/1843f42c-bf2b-4bb6-9bab-d62f58c5825c.jpg?resize=150%2C112&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/1843f42c-bf2b-4bb6-9bab-d62f58c5825c.jpg?resize=768%2C572&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/1843f42c-bf2b-4bb6-9bab-d62f58c5825c.jpg?resize=400%2C298&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 828px) 100vw, 828px" /></p>
<p>Metronização é o nome empregado em Goiânia para um conjunto de medidas que busca dar aos ônibus maior continuidade de circulação e previsibilidade, aproximando alguns aspectos de sua operação dos sistemas sobre trilhos.</p>
<p>Na aplicação semafórica, a tecnologia identifica a aproximação do coletivo e permite ajustar os tempos do cruzamento para favorecer sua passagem. Isso pode reduzir a quantidade e a duração das paradas no sinal vermelho.</p>
<p>Há uma diferença entre simplesmente sincronizar semáforos e dar prioridade ao ônibus. Uma sequência sincronizada pode criar uma “onda verde” para o fluxo de veículos. A prioridade ao transporte coletivo considera a presença ou a aproximação do ônibus para adequar o funcionamento do cruzamento, dentro dos limites de segurança.</p>
<p>O sistema precisa preservar o tempo de travessia dos pedestres e organizar os movimentos das ruas transversais. Metronização não significa que todo ônibus passará por todos os cruzamentos sem parar.</p>
<p>Goiânia já utiliza essa tecnologia no BRT. Em maio de 2025, a Metrobus informou o início da aplicação no trecho entre os terminais Novo Mundo e Praça da Bíblia, no eixo Leste-Oeste. Segundo os resultados divulgados pela empresa naquele momento, a velocidade operacional nos horários de pico passou de aproximadamente 16 km/h para mais de 21 km/h.</p>
<p>O caso ajuda a explicar por que a infraestrutura e a operação precisam funcionar juntas: mesmo um ônibus em corredor reservado perde desempenho quando fica retido repetidamente nos cruzamentos.</p>
<p>Também é necessário distinguir aumento de velocidade de redução do tempo de viagem. Para a mesma distância, um ganho de 30% na velocidade representa uma diminuição de aproximadamente 23% no tempo de percurso.</p>
<p>Como exemplo matemático, um trajeto realizado em 60 minutos passaria para cerca de 46 minutos se a velocidade média aumentasse exatamente 30%. Esse cálculo ilustra a relação entre as duas medidas; não é uma previsão de duração das viagens na T-63.</p>
<p>Para o passageiro, o resultado completo inclui ainda a caminhada até o ponto, a espera pelo ônibus e eventuais integrações.</p>
<h2>BRS é a mesma coisa que faixa de ônibus?</h2>
<p>A faixa de ônibus é a reserva de uma parte da rua para a circulação do transporte coletivo, conforme horários e regras locais. O BRS utiliza essa prioridade dentro de uma proposta de organização do serviço.</p>
<p>A diferença aparece, por exemplo, quando as linhas são distribuídas entre pontos de parada. Em vez de todos os ônibus pararem no mesmo local, determinados grupos atendem determinadas paradas. Isso reduz a concentração de veículos num único ponto e pode diminuir as filas de coletivos aguardando espaço para embarcar e desembarcar passageiros.</p>
<p>Fiscalização, sinalização compreensível e informação sobre onde cada linha para são necessárias para que a mudança funcione. No projeto goianiense, a prioridade semafórica é outro componente anunciado.</p>
<p>Não há, porém, um pacote idêntico de BRS aplicado em todas as cidades. Um projeto pode ter pontos escalonados; outro pode concentrar sua intervenção no controle dos cruzamentos e na fiscalização. Por isso, a comparação deve considerar os recursos implantados e os resultados medidos.</p>
<p>O corredor central também pode receber essas medidas. Sua vantagem física é afastar os ônibus de parte dos conflitos com estacionamentos, garagens, carga e descarga e conversões à direita. Em contrapartida, exige acesso seguro às plataformas e tratamento adequado das conversões que cruzam o corredor.</p>
<p>Para o BRT, o Instituto de Políticas de Transporte e Desenvolvimento, ITDP, destaca cinco elementos básicos: espaço dedicado aos ônibus, alinhamento do corredor que reduza interferências, cobrança fora do veículo, tratamento dos cruzamentos e embarque em nível.</p>
<p>Assim, uma pista central com ônibus articulados pode continuar sendo um corredor convencional se não contar com a organização e os equipamentos que caracterizam um BRT.</p>
<h2>Rio de Janeiro adotou BRS em 2011 e organizou linhas por grupos de parada</h2>
<p>O Rio de Janeiro está entre as referências brasileiras na implantação do BRS. O modelo começou a ser aplicado em Copacabana em 2011 e foi ampliado para outros eixos da cidade.</p>
<p>Entre os corredores daquele primeiro ano estão Nossa Senhora de Copacabana, Barata Ribeiro, Ataulfo de Paiva, Visconde de Pirajá e Prudente de Morais, além da Avenida Presidente Antônio Carlos, no Centro.</p>
<p>Uma das características da experiência carioca foi a identificação dos ônibus por grupos de parada, com números associados à sigla BRS. O passageiro precisa observar quais linhas atendem cada ponto, enquanto a operação distribui os embarques ao longo do corredor.</p>
<p>A proposta aproveitou ruas existentes e reorganizou a circulação e as paradas, em vez de depender da construção de uma infraestrutura semelhante à dos grandes corredores BRT.</p>
<p>Outras cidades adotaram medidas de prioridade com diferentes nomes. São Paulo ampliou faixas exclusivas com a Operação Dá Licença para o Ônibus, a partir de 2013. Fortaleza também desenvolveu um programa de faixas, fiscalização e melhorias de pontos, e Curitiba combina sua rede de corredores com intervenções mais simples em outras vias.</p>
<p>Essas experiências mostram que a prioridade ao ônibus pode assumir diferentes formatos dentro de uma mesma rede. O projeto precisa responder ao volume de passageiros, às condições da avenida e aos principais motivos de atraso.</p>
<h2>Quanto custa implantar cada solução por quilômetro?</h2>
<p>Existem referências, mas uma média única para cada sigla pode esconder diferenças grandes de projeto.</p>
<p>Reservar uma faixa num pavimento já adequado, com sinalização e fiscalização, é uma intervenção diferente de reconstruir a avenida, executar drenagem, deslocar redes subterrâneas, desapropriar imóveis e construir estações.</p>
<p>Também é preciso separar o investimento na infraestrutura da compra dos ônibus e dos gastos permanentes de operação.</p>
<p>As referências abaixo são históricas e servem para mostrar a diferença de escala entre intervenções. Não representam preços atualizados para outubro de 2026 nem orçamento para o BRS de Goiânia.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Solução</th>
<th>Referência de investimento por quilômetro</th>
<th>Como interpretar</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Faixa exclusiva com intervenções leves</td>
<td>R$ 100 mil a R$ 500 mil/km, referência da NTU de 2013 reproduzida em planejamento de Belo Horizonte</td>
<td>Valores históricos; o estudo adotou R$ 300 mil/km para sua estimativa</td>
</tr>
<tr>
<td>BRS</td>
<td>Depende do conjunto contratado: faixa, pontos, fiscalização, semáforos, pavimento e sistemas de controle</td>
<td>Não há um valor único que possa ser aplicado indistintamente aos projetos</td>
</tr>
<tr>
<td>Corredor simples de ônibus</td>
<td>Abaixo de US$ 5 milhões/km, em comparação publicada pela ANTP em 2017</td>
<td>Referência histórica de ordem de grandeza, sem equivalência automática com qualquer corredor central</td>
</tr>
<tr>
<td>BRT</td>
<td>US$ 15 milhões a US$ 20 milhões/km, na mesma comparação publicada em 2017</td>
<td>Referência histórica para projetos mais estruturados; o orçamento depende das obras e instalações incluídas</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>A variação aparece até entre programas de faixas. Em 2014, a Prefeitura de Fortaleza anunciou estimativa de R$ 70 mil a R$ 80 mil por quilômetro para intervenções que incluíam sinalização, fiscalização e novos abrigos.</p>
<p>Já o Manual de BRT do ITDP, em edição anterior, trabalhava com uma faixa internacional de US$ 1 milhão a US$ 8 milhões por quilômetro. A diferença em relação a outras referências reforça a necessidade de conferir época, escopo, condições locais e itens incluídos, em vez de tratar qualquer desses números como tabela de preços.</p>
<p>Num BRS, o aproveitamento da avenida existente pode reduzir a necessidade de obras pesadas. Mas o custo cresce se houver reconstrução do pavimento, drenagem, reforma ampla de calçadas, novos abrigos e equipamentos de controle.</p>
<p>O mesmo vale para o corredor central: uma adaptação dentro da largura disponível tem um orçamento; alargar a avenida e desapropriar imóveis tem outro.</p>
<p>Para Goiânia, a avaliação do novo padrão dependerá de quanto tempo os ônibus efetivamente ganharão, da regularidade dos intervalos e da manutenção da prioridade ao longo da T-63. A entrega dos veículos melhora as condições da frota; a redução dos atrasos dependerá do funcionamento do corredor, dos semáforos, das paradas e da fiscalização.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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  </item>
  <item>
    <title>CPTM terá mudanças na circulação de trens neste fim de semana</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/23/cptm-tera-mudancas-na-circulacao-de-trens-neste-fim-de-semana/</link>
	<dc:creator><![CDATA[sennayuri]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/23/cptm-tera-mudancas-na-circulacao-de-trens-neste-fim-de-semana/#comments</comments>
    <pubDate>Fri, 23 Oct 2026 21:00:12 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Obras afetam as linhas 10-Turquesa, 11-Coral e 12-Safira nos dias 24 e 25 de outubro; Expresso Aeroporto terá interrupção no sábado e intervalos de uma hora no domingo. YURI SENA A CPTM programou alterações na circulação de trens para este sábado (24) e domingo (25), devido a serviços de manutenção, intervenções na via férrea e [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="682" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/03/0dd4032e-5b28-4a32-967e-a8d77307c61a-e1773358072458.jpg?fit=1024%2C682&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><i><span style="font-weight: 400;">Obras afetam as linhas 10-Turquesa, 11-Coral e 12-Safira nos dias 24 e 25 de outubro; Expresso Aeroporto terá interrupção no sábado e intervalos de uma hora no domingo.</span></i></p>
<p><b><i>YURI SENA</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A CPTM programou alterações na circulação de trens para este sábado (24) e domingo (25), devido a serviços de manutenção, intervenções na via férrea e melhorias na infraestrutura. As mudanças envolvem as linhas 10-Turquesa, 11-Coral e 12-Safira, além do Expresso Aeroporto.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No domingo (25), segundo turno das eleições, a companhia suspenderá as obras de manutenção e modernização durante o período de votação, das 8h às 17h. Nesse intervalo, os trens circularão com intervalos médios de 10 minutos nas linhas 10-Turquesa, 11-Coral e 12-Safira, e de 12 minutos na Linha 13-Jade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A gratuidade no transporte ferroviário também será oferecida no segundo turno, das 6h às 20h.</span></p>
<p><b>Alterações no sábado (24)</b></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Linha 10-Turquesa</span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A partir das 23h até o encerramento da operação comercial, os trens circularão em via única na plataforma 1 da Estação Guapituba. A mudança será necessária para a carga e descarga de uma estrutura metálica com caminhão.</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Linha 11-Coral</span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No mesmo período, os passageiros deverão utilizar a plataforma 4 da Estação Brás para embarque e desembarque nos dois sentidos. Os serviços programados incluem substituição de chave, alívio de tensão, soldas, limpeza de faixa e reforma na laje da antiga estação Artur Alvim.</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Linha 12-Safira</span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Das 21h até o fim da operação comercial, os trens circularão em via única entre as estações USP-Leste e Comendador Ermelino. O embarque e o desembarque serão realizados pela plataforma 1 em ambas as estações, devido à movimentação de materiais na via.</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Expresso Aeroporto</span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O serviço ficará suspenso das 21h até o encerramento da operação comercial de sábado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Como alternativa, os passageiros que partirem da Estação Palmeiras-Barra Funda poderão utilizar as linhas 10-Turquesa ou 11-Coral até Brás, seguir pela Linha 12-Safira até Engenheiro Goulart e, em seguida, embarcar na Linha 13-Jade até a Estação Aeroporto-Guarulhos.</span></p>
<p><b>Alterações no domingo (25)</b></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Linha 11-Coral</span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Do início da operação até as 6h, os trens circularão em via única pela plataforma 4 da Estação Brás, para a realização de serviços de manutenção na via.</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Expresso Aeroporto</span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O serviço funcionará durante todo o domingo com intervalos de uma hora entre os trens.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Durante o período de votação, das 8h às 17h de domingo, a CPTM manterá o monitoramento da circulação em tempo real e trens reservas em pontos estratégicos para atender a eventuais necessidades operacionais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A companhia informa que os passageiros serão orientados por avisos sonoros, painéis eletrônicos, sinalização nas estações e canais oficiais.</span></p>
<p><b><i>Yuri Sena, para o Diário do Transporte</i></b></p>
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    <title>Justiça proíbe bloqueios nas garagens da antiga Transwolff e manda três líderes manterem distância de 500 metros após ameaça de nova greve</title>
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    <pubDate>Fri, 23 Oct 2026 20:44:21 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Greve]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[SPTrans]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Decisão desta sexta-feira (23) estabelece multa diária de R$ 10 mil para cada um dos três envolvidos em caso de descumprimento e autoriza apoio policial; grupo anunciou paralisação para segunda-feira, 26 de outubro ADAMO BAZANI Colaboraram Vinícius de Oliveira e Yuri Sena A Justiça do Trabalho determinou nesta sexta-feira, 23 de outubro de 2026, que [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="640" height="446" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Luan-Alves_Onibus-Brasil.jpg?fit=640%2C446&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Luan-Alves_Onibus-Brasil.jpg?w=640&amp;ssl=1 640w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Luan-Alves_Onibus-Brasil.jpg?resize=300%2C209&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Luan-Alves_Onibus-Brasil.jpg?resize=150%2C105&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Luan-Alves_Onibus-Brasil.jpg?resize=400%2C279&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /> <p><em>Decisão desta sexta-feira (23) estabelece multa diária de R$ 10 mil para cada um dos três envolvidos em caso de descumprimento e autoriza apoio policial; grupo anunciou paralisação para segunda-feira, 26 de outubro</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><strong><em>Colaboraram Vinícius de Oliveira e Yuri Sena</em></strong></p>
<p>A Justiça do Trabalho determinou nesta sexta-feira, 23 de outubro de 2026, que três integrantes do movimento que anunciou uma nova paralisação nas linhas da antiga Transwolff não impeçam a circulação dos ônibus nem o acesso às garagens administradas pela SPTrans, na zona Sul de São Paulo. A decisão também obriga os três a manter distância mínima de 500 metros dos portões e do perímetro das instalações, sob pena de multa individual de R$ 10 mil por dia de descumprimento.</p>
<p>A liminar foi concedida pelo juiz substituto da 20ª Vara do Trabalho de São Paulo – Zona Sul, Fernando Maidana Miguel, a pedido da SPTrans, diante da ameaça de interrupção dos serviços a partir da meia-noite de segunda-feira, 26 de outubro. A ordem protege a saída da frota e a entrada de trabalhadores, passageiros e gestores, proíbe bloqueios, ameaças e piquetes coercitivos e permite o auxílio da Polícia Militar e da Guarda Civil Metropolitana para assegurar seu cumprimento.</p>
<p>A decisão atinge nominalmente Valdemar de Jesus Araújo Junior, Leonardo Pires Cerqueira e Manoel Cezario Figueiredo Murta. Os três estão entre os representantes do movimento que protocolou o aviso de paralisação e tiveram suas dispensas por justa causa contestadas pelo grupo após a greve de segunda-feira, dia 19.</p>
<p>As garagens expressamente citadas são Olívia Guedes, Rúben Dario e Baronesa. A determinação também abrange outras unidades vinculadas ao sistema municipal de transportes sob gestão da SPTrans.</p>
<p>O juiz mandou que a medida seja cumprida com urgência por oficial de Justiça e determinou a citação dos três para que apresentem suas defesas.</p>
<p>O objetivo da ordem é impedir que a mobilização anunciada resulte no fechamento das garagens ou em obstáculos à circulação dos coletivos. Quem quiser trabalhar deve conseguir entrar nas instalações e sair com os ônibus sem sofrer ameaças ou impedimentos.</p>
<p>A restrição de aproximação e a multa foram dirigidas aos três réus identificados na ação. A decisão estabelece as seguintes obrigações:</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Determinação</th>
<th>O que significa</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Livre circulação da frota</td>
<td>Os três réus não podem praticar atos que impeçam ou dificultem a movimentação dos ônibus</td>
</tr>
<tr>
<td>Acesso às garagens</td>
<td>Trabalhadores, passageiros e gestores devem conseguir acessar as instalações</td>
</tr>
<tr>
<td>Distância mínima de 500 metros</td>
<td>Os três devem permanecer afastados dos portões de acesso e do perímetro das garagens abrangidas</td>
</tr>
<tr>
<td>Proibição de coerção</td>
<td>Não podem realizar piquetes coercitivos, bloqueios ou ameaçar motoristas e fiscais que desejem trabalhar</td>
</tr>
<tr>
<td>Multa diária individual</td>
<td>Cada réu que descumprir a ordem fica sujeito a R$ 10 mil por dia</td>
</tr>
<tr>
<td>Apoio policial</td>
<td>Polícia Militar e Guarda Civil Metropolitana podem auxiliar o oficial de Justiça, se necessário</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>A multa não é uma cobrança já aplicada pela participação na greve anterior. Foi estabelecida para o caso de descumprimento da ordem agora concedida. O magistrado também ressalvou a possibilidade de sanções penais por desobediência.</p>
<p>A ação utilizada pela SPTrans é chamada de interdito proibitório. Em linguagem simples, trata-se de um pedido de proteção preventiva: a companhia foi à Justiça para evitar que instalações e veículos sob sua administração sejam ocupados ou tenham sua utilização impedida.</p>
<p>O juiz reconheceu que a SPTrans exerce a posse administrativa e a gestão operacional das garagens após a caducidade dos contratos da Transwolff, decretada pela Prefeitura em dezembro de 2025. Por isso, entendeu que a gerenciadora pode pedir judicialmente a proteção desses espaços.</p>
<p>A liminar tem caráter provisório. Seu alcance imediato é impedir os atos descritos na decisão e preservar o funcionamento das instalações. As reivindicações sobre pagamentos, dispensas e utilização dos imóveis continuam sendo questões distintas da obrigação de cumprir a ordem.</p>
<p>Ao analisar o pedido, Fernando Maidana Miguel considerou que havia elementos suficientes para demonstrar uma ameaça concreta de paralisação total a partir de 26 de outubro. A decisão menciona o ofício encaminhado pelo movimento, áudios e registros de ocorrência apresentados no processo.</p>
<p>Segundo o magistrado, os responsáveis pela mobilização não possuem representatividade sindical. Na fundamentação, ele classificou o movimento como “greve selvagem”, expressão empregada na decisão para caracterizar uma paralisação conduzida fora da representação sindical.</p>
<p>O juiz entendeu que a forma de mobilização descrita nos autos afronta as exigências da Lei de Greve relativas à organização do movimento e à manutenção de serviços indispensáveis em atividades essenciais.</p>
<p>Para o magistrado, ocupar garagens e impedir a saída dos veículos ultrapassa o exercício do direito de greve e configura interferência indevida na utilização das instalações.</p>
<p>Outro fundamento foi o risco de prejuízo à população. A SPTrans apontou na ação a possibilidade de comprometimento da mobilidade de aproximadamente 267 mil passageiros. A decisão considera que a interrupção do transporte pode prejudicar o acesso ao trabalho, à saúde e à educação.</p>
<p>Assim, o juiz reconheceu tanto a necessidade de proteção das garagens quanto a urgência de uma providência antes da data anunciada para a paralisação.</p>
<h2>Aviso de greve foi protocolado na quarta-feira</h2>
<p>Como mostrou o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, o grupo denominado União dos Motoristas – 2026 protocolou em 21 de outubro um comunicado anunciando a paralisação dos lotes D10, dos ônibus azul-claros, e D11, dos coletivos na cor vinho, a partir da meia-noite do dia 26.</p>
<p>Os representantes reivindicam pagamentos de direitos trabalhistas, readmissão dos três dispensados e revisão de medidas municipais relacionadas às garagens. O Sindmotoristas informou que não participa do grupo.</p>
<p>No ofício, os signatários afirmaram que pretendiam observar as exigências legais para serviços essenciais e preservar pessoas, veículos e instalações. A SPTrans, por sua vez, levou à Justiça a alegação de que havia ameaça de paralisação total e bloqueio das garagens, acolhida pelo juiz nesta análise inicial.</p>
<p>A comunicação foi apresentada mais de 72 horas antes da data anunciada. A antecedência, porém, não resolve por si só a discussão sobre a regularidade do movimento: a decisão desta sexta-feira também trata da representação dos envolvidos, da continuidade do serviço e do acesso às instalações.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/10/21/video-grupo-protocola-aviso-de-nova-greve-nas-linhas-que-eram-da-transwolff-para-o-dia-26-de-outubro-de-2026/?utm_source=chatgpt.com">VÍDEO: Grupo protocola aviso de nova greve nas linhas que eram da Transwolff para o dia 26 de outubro de 2026</a></p>
<p>Na manifestação divulgada após o aviso, a Prefeitura e a SPTrans repudiaram a ameaça e afirmaram que os pagamentos trabalhistas e operacionais estavam em dia. O grupo contesta a situação de direitos e obrigações ligados à antiga operação.</p>
<p>A ordem desta sexta-feira não determina a readmissão dos três trabalhadores nem decide se as dispensas por justa causa foram corretas. Também não soluciona as reivindicações financeiras apresentadas pelo movimento.</p>
<p>A nova ameaça surgiu poucos dias depois da interrupção de 19 de outubro, que atingiu o lote D10 e prejudicou cerca de 267 mil passageiros, segundo a Prefeitura.</p>
<p>Os trabalhadores alegaram pendências de FGTS e outros direitos. A administração municipal afirmou que salários e benefícios estavam em dia e que os depósitos de FGTS e INSS eram realizados integralmente em juízo, à espera de deliberação judicial.</p>
<p>Para atender os passageiros, a SPTrans acionou o Plano de Apoio entre Empresas em Situação de Emergência, o Paese. Ônibus de outras operadoras foram deslocados para auxiliar o atendimento de 37 linhas.</p>
<p>A retomada começou por volta das 13h50, depois de uma reunião com representantes da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Transporte e da SPTrans. O atendimento emergencial foi mantido durante a normalização.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/10/19/greve-de-funcionarios-da-transwolff-chega-ao-fim-e-transporte-publico-da-zona-sul-de-sao-paulo-sp-e-gradualmente-retomado-na-tarde-desta-segunda-feira-19/?utm_source=chatgpt.com">Greve chega ao fim e transporte público da zona Sul é gradualmente retomado na tarde de segunda-feira (19)</a></p>
<h2>SPTrans mantém operação após rompimento com a Transwolff e desistência da Sancetur</h2>
<p>As linhas continuam conhecidas pelo nome da Transwolff, mas os contratos da empresa foram encerrados pela Prefeitura em dezembro de 2025. A SPTrans permanece responsável pela administração operacional dos serviços.</p>
<p>A intervenção começou após a Operação Fim da Linha, deflagrada pelo Ministério Público de São Paulo em 9 de abril de 2024 para investigar suspeitas de ligação de dirigentes de empresas de ônibus com o PCC. A investigação criminal e a gestão das linhas têm desdobramentos próprios; a apuração de suspeitas não equivale a uma condenação.</p>
<p>A Prefeitura tentou transferir a operação para a Sancetur, da família Chedid. Em 28 de janeiro de 2026, entretanto, o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> revelou em primeira mão que a empresa havia comunicado não ter condições de executar integralmente o contrato emergencial.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/01/28/em-primeira-mao-no-diario-do-transporte-sancetur-nao-vai-mais-assumir-linhas-da-transwolff/?utm_source=chatgpt.com">EM PRIMEIRA MÃO: Sancetur desiste de assumir linhas da Transwolff</a></p>
<p>Uma das dificuldades dessa transição está na estrutura formada ao longo dos anos a partir da Cooperpam. Além dos empregados contratados, há proprietários de ônibus e antigos cooperados que prestavam serviços à concessionária, com interesses e posições diferentes sobre o futuro da operação.</p>
<p>Em janeiro, parte desses proprietários já defendia a contratação direta pela Prefeitura. A mobilização daquele grupo não representava a totalidade dos frotistas, assim como o aviso de greve desta semana não comprova adesão de todos os trabalhadores e cooperados.</p>
<p>Em junho, o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> revelou o envio ao Tribunal de Contas do Município de uma proposta de edital para conceder novamente os lotes D10 e D11.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/06/16/exclusivo-nunes-manda-ao-tcm-proposta-de-edital-de-licitacao-das-linhas-da-transwolff-serao-dois-lotes-operacionais-com-documentos/?utm_source=chatgpt.com">Prefeitura encaminha ao TCM proposta de edital de licitação das linhas da Transwolff</a></p>
<p>Enquanto a reorganização dos serviços prossegue, a decisão desta sexta-feira busca assegurar que as garagens permaneçam acessíveis e que os ônibus possam circular na segunda-feira, independentemente do impasse entre os representantes do movimento e a administração municipal.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-541016" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Transwolff.jpg?resize=724%2C1024&#038;ssl=1" alt="" width="724" height="1024" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Transwolff.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Transwolff.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Transwolff.jpg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Transwolff.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Transwolff.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Transwolff.jpg?resize=400%2C566&amp;ssl=1 400w, 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<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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  </item>
  <item>
    <title>Primeiro ônibus elétrico BYD/Caio “micrão” piso baixo fica pronto no padrão SPTrans e passará por demonstração junto a operadores e à prefeitura</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/23/primeiro-onibus-eletrico-byd-caio-micrao-piso-baixo-fica-pronto-no-padrao-sptrans-e-passara-por-demonstracao-junto-a-operadores-e-a-prefeitura/</link>
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    <pubDate>Fri, 23 Oct 2026 20:17:19 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Eletromobilidade]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Com baterias do tipo Blade, que são mais leves e têm melhor rendimento, chassi foi mostrado em primeira mão pelo Diário do Transporte ainda em outubro de 2025; modelo pretende ampliar opções no mercado nesta faixa de segmento ADAMO BAZANI Já está pronto o primeiro “micrão” elétrico, ônibus do tipo midi, no padrão SPTrans (São [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="828" height="456" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/7c651003-84e8-45b4-b4d0-22423b5e37d4.jpg?fit=828%2C456&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/7c651003-84e8-45b4-b4d0-22423b5e37d4.jpg?w=828&amp;ssl=1 828w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/7c651003-84e8-45b4-b4d0-22423b5e37d4.jpg?resize=300%2C165&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/7c651003-84e8-45b4-b4d0-22423b5e37d4.jpg?resize=150%2C83&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/7c651003-84e8-45b4-b4d0-22423b5e37d4.jpg?resize=768%2C423&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/7c651003-84e8-45b4-b4d0-22423b5e37d4.jpg?resize=400%2C220&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 828px) 100vw, 828px" /> <p><em>Com baterias do tipo Blade, que são mais leves e têm melhor rendimento, chassi foi mostrado em primeira mão pelo <strong>Diário do Transporte</strong> ainda em outubro de 2025; modelo pretende ampliar opções no mercado nesta faixa de segmento</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>Já está pronto o primeiro “micrão” elétrico, ônibus do tipo midi, no padrão SPTrans (São Paulo Transporte), de acordo com as exigências da capital paulista, com carroceria Caio e chassi, motor, baterias e tecnologia BYD.</p>
<p>A conclusão do veículo encarroçado foi divulgada nesta sexta-feira, 23 de outubro de 2026, pelo representante da encarroçadora, Gildo Vendramini, que confirmou ao <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> que o veículo será utilizado para demonstração junto a operadores e à gerenciadora da prefeitura.</p>
<p>A carroceria é do modelo e-Millennium, tradicional no processo de eletrificação da frota da cidade, e o chassi é o BC10LE BYD.</p>
<p>A unidade está configurada com carroceria de 11 metros, na categoria básico.</p>
<p>O <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> esteve em outubro de 2025 na fábrica da BYD em Campinas e revelou o chassi em primeira mão.</p>
<p>Na ocasião, o criador e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, Adamo Bazani, conversou com o diretor de vendas de veículos comerciais da BYD no Brasil, Bruno Paiva, que explicou para a reportagem que o modelo atende aos padrões operacionais da SPTrans (São Paulo Transporte), gerenciadora do sistema da capital paulista, o que significa que tem aplicação para diversas cidades brasileiras, já que boa parte delas se baseia nas exigências de São Paulo.</p>
<p>Além das dimensões, voltadas para o segmento de ônibus menores para áreas de difícil acesso e linhas alimentadoras, o modelo BC10LE traz mais novidades com relação à tecnologia embarcada.</p>
<p>Uma das principais delas é o controlador integrado 6&#215;1, que reúne seis elementos da parte elétrica que são fundamentais para que os ônibus deste tipo funcionem: 2 unidades de controle de motor elétrico; 1 unidade de controle de direção; 1 unidade de compressor de ar; 1 conversor DC-DC; e 1 unidade distribuidora de potência.</p>
<p>Somente esta tecnologia permite que haja um ganho de espaço suficiente para a implementação de mais bancos na parte traseira, o que faz toda a diferença para o passageiro, operador de transporte e gestor público. Todos os seis equipamentos ficavam atrás, quase até o teto. Agora, ocupam um espaço bem reduzido, permitindo até a inserção do vidro traseiro. Essa substituição faz com que haja também uma redução de peso de 120 kg, aproximadamente, dependendo da configuração.</p>
<p>Além dessa novidade, todos os midis de 10 metros já contam com baterias Blade, que possuem tamanho reduzido e maiores autonomias, entre 275 e 300 km. Conforme a operação, o tempo de recarga total é menor, caindo pela metade e sendo possível em cerca de uma hora e meia. Assim, a segurança foi ampliada, funcionando mesmo quando submetidas a impactos.</p>
<p>Juntamente com o controlador 6&#215;1, a Blade permite uma redução de peso de 1,5 tonelada por ônibus, o que, num midi de PBT (Peso Bruto Total) de 10 metros, significa nada mais, nada menos que um veículo 15% mais leve. Isso se traduz em maior espaço interno, menor consumo de energia e menos gastos com desgaste de pneus e outros componentes.</p>
<p>Ônibus midis normalmente são utilizados em vias estreitas, com valetas, lombadas e buracos, como boa parte dos itinerários do lote Distribuidor Local de São Paulo, as chamadas linhas de bairro, operadas por empresas que surgiram de cooperativas.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2025/10/24/exclusivo-lancamento-byd-apresenta-o-unico-onibus-midi-10-metros-de-piso-baixo-montado-no-brasil/?utm_source=chatgpt.com">https://diariodotransporte.com.br/2025/10/24/exclusivo-lancamento-byd-apresenta-o-unico-onibus-midi-10-metros-de-piso-baixo-montado-no-brasil/</a></p>
<h2>Chassi BYD BC10LE e carroceria Caio e-Millennium</h2>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-541000" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/7cb5ca66-b486-4593-83de-f4d9c24e75c1.jpg?resize=828%2C463&#038;ssl=1" alt="" width="828" height="463" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/7cb5ca66-b486-4593-83de-f4d9c24e75c1.jpg?w=828&amp;ssl=1 828w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/7cb5ca66-b486-4593-83de-f4d9c24e75c1.jpg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/7cb5ca66-b486-4593-83de-f4d9c24e75c1.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/7cb5ca66-b486-4593-83de-f4d9c24e75c1.jpg?resize=768%2C429&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/7cb5ca66-b486-4593-83de-f4d9c24e75c1.jpg?resize=400%2C224&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 828px) 100vw, 828px" /></p>
<p>O BC10LE tem dois motores elétricos e suspensão pneumática com controle eletrônico e ajoelhamento. A plataforma é oferecida para ônibus de até 11 metros, comprimento da unidade que será demonstrada aos operadores.</p>
<p>A tabela reúne as especificações publicadas pela BYD para o chassi. As dimensões da estrutura do chassi são diferentes das medidas externas do ônibus depois de encarroçado.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-540997" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/84e05c3f-8677-4090-9319-c94ed4d5089f.jpg?resize=828%2C463&#038;ssl=1" alt="" width="828" height="463" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/84e05c3f-8677-4090-9319-c94ed4d5089f.jpg?w=828&amp;ssl=1 828w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/84e05c3f-8677-4090-9319-c94ed4d5089f.jpg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/84e05c3f-8677-4090-9319-c94ed4d5089f.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/84e05c3f-8677-4090-9319-c94ed4d5089f.jpg?resize=768%2C429&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/84e05c3f-8677-4090-9319-c94ed4d5089f.jpg?resize=400%2C224&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 828px) 100vw, 828px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Item</th>
<th>Especificação do chassi</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Fabricante e modelo</td>
<td>BYD BC10LE 19.410</td>
</tr>
<tr>
<td>Configuração</td>
<td>4&#215;2, piso baixo</td>
</tr>
<tr>
<td>Aplicação</td>
<td>Urbano, para veículos de até 11 metros</td>
</tr>
<tr>
<td>Comprimento da estrutura do chassi</td>
<td>10.280 mm</td>
</tr>
<tr>
<td>Entre-eixos</td>
<td>5.420 mm</td>
</tr>
<tr>
<td>Motores</td>
<td>Dois BYD TZ290XSE, síncronos de ímãs permanentes</td>
</tr>
<tr>
<td>Potência máxima conjunta</td>
<td>300 kW, aproximadamente 408 cv</td>
</tr>
<tr>
<td>Potência nominal conjunta</td>
<td>220 kW, aproximadamente 299 cv</td>
</tr>
<tr>
<td>Torque máximo</td>
<td>600 Nm por motor</td>
</tr>
<tr>
<td>Baterias</td>
<td>BYD Blade, de fosfato de ferro-lítio — LFP</td>
</tr>
<tr>
<td>Capacidade das baterias</td>
<td>300 kWh</td>
</tr>
<tr>
<td>Conector de recarga</td>
<td>CCS Combo 2</td>
</tr>
<tr>
<td>Potência de recarga</td>
<td>160 kW ou 120 kW, conforme equipamento e corrente</td>
</tr>
<tr>
<td>Tempo de recarga indicado na página atual do produto</td>
<td>Até 2 horas a 160 kW ou até 2h30 a 120 kW</td>
</tr>
<tr>
<td>Suspensão</td>
<td>Pneumática integral, com controle eletrônico ECAS e ajoelhamento</td>
</tr>
<tr>
<td>Direção</td>
<td>Eletro-hidráulica</td>
</tr>
<tr>
<td>Freios</td>
<td>A disco, com ABS, EBS e regeneração de energia</td>
</tr>
<tr>
<td>Peso Bruto Total</td>
<td>19.500 kg</td>
</tr>
<tr>
<td>Capacidade do eixo dianteiro</td>
<td>7.500 kg</td>
</tr>
<tr>
<td>Capacidade do eixo traseiro</td>
<td>12.000 kg</td>
</tr>
<tr>
<td>Pneus</td>
<td>295/80 R22,5</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>Os tempos de recarga dependem da temperatura, da curva de carregamento e da rede de energia, segundo a BYD.</p>
<p>No encarroçamento, a Caio utiliza a família e-Millennium, desenvolvida especificamente para plataformas elétricas. A tabela abaixo distingue a configuração de 11 metros das medidas gerais de catálogo da carroceria.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-540998" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/e87cf518-2e18-46d5-8e0a-3fef362df22f.jpg?resize=828%2C462&#038;ssl=1" alt="" width="828" height="462" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/e87cf518-2e18-46d5-8e0a-3fef362df22f.jpg?w=828&amp;ssl=1 828w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/e87cf518-2e18-46d5-8e0a-3fef362df22f.jpg?resize=300%2C167&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/e87cf518-2e18-46d5-8e0a-3fef362df22f.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/e87cf518-2e18-46d5-8e0a-3fef362df22f.jpg?resize=768%2C429&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/e87cf518-2e18-46d5-8e0a-3fef362df22f.jpg?resize=400%2C223&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 828px) 100vw, 828px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Item</th>
<th>Carroceria Caio e-Millennium</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Fabricante</td>
<td>Caio</td>
</tr>
<tr>
<td>Modelo</td>
<td>e-Millennium</td>
</tr>
<tr>
<td>Aplicação</td>
<td>Transporte urbano elétrico</td>
</tr>
<tr>
<td>Chassi da unidade apresentada</td>
<td>BYD BC10LE</td>
</tr>
<tr>
<td>Comprimento da unidade apresentada</td>
<td>11 metros</td>
</tr>
<tr>
<td>Categoria da unidade apresentada</td>
<td>Básico</td>
</tr>
<tr>
<td>Piso do conjunto apresentado</td>
<td>Baixo</td>
</tr>
<tr>
<td>Largura externa de catálogo</td>
<td>2.550 mm</td>
</tr>
<tr>
<td>Altura externa da família</td>
<td>Até 3.650 mm, conforme plataforma e configuração</td>
</tr>
<tr>
<td>Altura interna da família</td>
<td>De 2.130 mm a 2.630 mm, conforme configuração</td>
</tr>
<tr>
<td>Iluminação externa de catálogo</td>
<td>Conjuntos ópticos em LED</td>
</tr>
<tr>
<td>Para-brisa de catálogo</td>
<td>Bipartido, fixado com borracha</td>
</tr>
<tr>
<td>Portas de catálogo</td>
<td>Tipo fole</td>
</tr>
<tr>
<td>Revestimento do piso de catálogo</td>
<td>Taraflex</td>
</tr>
<tr>
<td>Acomodação dos componentes elétricos</td>
<td>Compartimentos próprios para baterias e central elétrica</td>
</tr>
<tr>
<td>Vidro traseiro</td>
<td>Configuração aberta ou fechada, conforme chassi</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>As alturas de catálogo abrangem diferentes versões da família e-Millennium e não representam uma medição específica deste demonstrador.</p>
<h2>Outras opções para linhas de bairro</h2>
<p>O segmento de ônibus elétricos menores reúne projetos com características diferentes. Há veículos de piso alto, como os conjuntos Eletra/Mercedes-Benz/Caio e Blu Electric/Volkswagen/Caio, e modelos integrais importados, como os da Higer e da Ankai.</p>
<p>Comprimento, capacidade de passageiros, posição das baterias e condições de acesso precisam ser considerados conforme a linha. Um veículo de aproximadamente nove metros, por exemplo, atende a uma faixa de porte diferente da unidade BYD/Caio de 11 metros, embora ambos possam ser avaliados para serviços de distribuição local.</p>
<h3>Eletra/Mercedes-Benz/Caio</h3>
<p>A Eletra oferece o e-BUS Midi de aproximadamente 10 metros, com base Mercedes-Benz OF 1721L, carroceria Caio e-Millennium e equipamentos elétricos WEG. O modelo tem piso alto e suspensão pneumática.</p>
<p>O <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> mostrou o veículo em julho de 2023. Na ocasião, a Eletra explicou que a escolha do piso alto considerava as condições mais severas das vias atendidas por linhas alimentadoras.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Item</th>
<th>Eletra e-BUS Midi 10 m</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Base do chassi</td>
<td>Mercedes-Benz OF 1721L</td>
</tr>
<tr>
<td>Carroceria</td>
<td>Caio e-Millennium</td>
</tr>
<tr>
<td>Tração e integração</td>
<td>Eletra</td>
</tr>
<tr>
<td>Motor e baterias</td>
<td>WEG</td>
</tr>
<tr>
<td>Comprimento</td>
<td>Aproximadamente 9,96 m</td>
</tr>
<tr>
<td>Largura</td>
<td>2,55 m</td>
</tr>
<tr>
<td>Altura</td>
<td>3,58 m</td>
</tr>
<tr>
<td>Piso</td>
<td>Alto</td>
</tr>
<tr>
<td>PBT</td>
<td>17.000 kg</td>
</tr>
<tr>
<td>Lotação da configuração pesquisada pelo ICCT</td>
<td>57 passageiros</td>
</tr>
<tr>
<td>Baterias</td>
<td>LFP, 330 kWh</td>
</tr>
<tr>
<td>Autonomia declarada no levantamento</td>
<td>200 a 250 km</td>
</tr>
<tr>
<td>Potência de recarga registrada</td>
<td>130 kW</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<h3>Higer Azure A9 BR e o A10 BR anunciado</h3>
<p>A Higer tem o Azure A9 BR, um veículo integral de piso baixo com 8,82 metros, comercialmente identificado pela fabricante como mini. É uma opção menor para serviços locais. Em junho de 2025, o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> noticiou sua chegada para demonstração na Transunião, em São Paulo.</p>
<p>Na ficha atualmente apresentada pela Higer Brasil, o A9 aparece com duas alternativas de motorização, Dana ou Prestolite, e baterias CATL de 266,61 kWh.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Item</th>
<th>Higer Azure A9 BR</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Construção</td>
<td>Integral, com chassi e carroceria formando um conjunto</td>
</tr>
<tr>
<td>Comprimento</td>
<td>8,82 m</td>
</tr>
<tr>
<td>Largura</td>
<td>2,44 m</td>
</tr>
<tr>
<td>Altura</td>
<td>3,26 m</td>
</tr>
<tr>
<td>Piso</td>
<td>Baixo</td>
</tr>
<tr>
<td>Capacidade anunciada</td>
<td>43 passageiros, mais motorista</td>
</tr>
<tr>
<td>Motor</td>
<td>Dana MD100F ou Prestolite</td>
</tr>
<tr>
<td>Potência máxima</td>
<td>Dana: 200 kW, aproximadamente 272 cv; Prestolite: 260 kW, aproximadamente 354 cv</td>
</tr>
<tr>
<td>Torque máximo</td>
<td>Dana: 2.450 Nm; Prestolite: 2.800 Nm</td>
</tr>
<tr>
<td>Baterias</td>
<td>CATL LFP</td>
</tr>
<tr>
<td>Capacidade das baterias</td>
<td>266,61 kWh</td>
</tr>
<tr>
<td>Autonomia anunciada</td>
<td>270 km</td>
</tr>
<tr>
<td>Tempo de recarga anunciado</td>
<td>Até 1h30</td>
</tr>
<tr>
<td>Conector</td>
<td>CCS2</td>
</tr>
<tr>
<td>Suspensão</td>
<td>Pneumática, com ajoelhamento</td>
</tr>
<tr>
<td>Acessibilidade</td>
<td>Piso baixo e rampa manual</td>
</tr>
<tr>
<td>Freios</td>
<td>Sistema Wabco, com ABS e EBS</td>
</tr>
<tr>
<td>Velocidade máxima</td>
<td>70 km/h</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>A fabricante também relaciona o Azure A10 BR Midi em seu portfólio, identificado como “em breve”. Assim, a ficha do A9 não deve ser usada como se fosse a do A10: são modelos diferentes.</p>
<h3>Ankai OE-10</h3>
<p>A Ankai oferece o OE-10, de 10,5 metros, com construção integral e motor Dana. A marca chegou ao mercado brasileiro por meio do Grupo SHC, que também atua com a JAC Motors.</p>
<p>O levantamento técnico do Conselho Internacional de Transporte Limpo, ICCT, registra versões de piso alto e baixo para o modelo.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Item</th>
<th>Ankai OE-10</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Construção</td>
<td>Integral</td>
</tr>
<tr>
<td>Comprimento</td>
<td>10,50 m</td>
</tr>
<tr>
<td>Largura</td>
<td>2,55 m</td>
</tr>
<tr>
<td>Altura</td>
<td>3,35 m</td>
</tr>
<tr>
<td>Piso</td>
<td>Alto ou baixo, conforme versão</td>
</tr>
<tr>
<td>PBT</td>
<td>18.000 kg</td>
</tr>
<tr>
<td>Motor</td>
<td>Dana MD130B-E</td>
</tr>
<tr>
<td>Potência nominal</td>
<td>145 kW, aproximadamente 197 cv</td>
</tr>
<tr>
<td>Potência máxima</td>
<td>245 kW, aproximadamente 333 cv</td>
</tr>
<tr>
<td>Torque máximo</td>
<td>3.329 Nm</td>
</tr>
<tr>
<td>Baterias</td>
<td>CATL LFP</td>
</tr>
<tr>
<td>Capacidade registrada no levantamento</td>
<td>338,4 kWh</td>
</tr>
<tr>
<td>Autonomia declarada</td>
<td>250 a 350 km</td>
</tr>
<tr>
<td>Potência de recarga registrada</td>
<td>180 kW</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<h3>Blu Electric/Volkswagen/Caio de piso alto</h3>
<p>Outra alternativa é o micrão de piso alto com plataforma Volkswagen, eletrificação Blu Electric e carroceria Caio eApache Vip. O conjunto utiliza uma base originalmente concebida para motorização a diesel, que recebe o sistema de tração elétrica.</p>
<p>O <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> mostrou essa solução no Arena ANTP de 2025, ao lado das opções da Eletra e da BYD. Na configuração de 9,8 metros apresentada pela Blu Electric, a capacidade anunciada é de 57 passageiros.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Item</th>
<th>Blu Electric/Volkswagen/Caio</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Plataforma</td>
<td>Volkswagen</td>
</tr>
<tr>
<td>Sistema de tração elétrica</td>
<td>Blu Electric</td>
</tr>
<tr>
<td>Carroceria</td>
<td>Caio eApache Vip</td>
</tr>
<tr>
<td>Comprimento</td>
<td>9,8 m</td>
</tr>
<tr>
<td>Piso</td>
<td>Alto</td>
</tr>
<tr>
<td>Capacidade anunciada</td>
<td>57 passageiros</td>
</tr>
<tr>
<td>Distribuição de lotação divulgada</td>
<td>27 sentados e 30 em pé, com espaço para cadeira de rodas</td>
</tr>
<tr>
<td>Motor, inversor e baterias</td>
<td>Desenvolvimento Blu Electric</td>
</tr>
<tr>
<td>Autonomia anunciada</td>
<td>280 km</td>
</tr>
<tr>
<td>Velocidade máxima</td>
<td>70 km/h</td>
</tr>
<tr>
<td>Rampa máxima anunciada</td>
<td>20%</td>
</tr>
<tr>
<td>Portas</td>
<td>Três, com elevador na porta central</td>
</tr>
<tr>
<td>Acessibilidade</td>
<td>Plataforma elevatória</td>
</tr>
<tr>
<td>Ar-condicionado</td>
<td>Elétrico</td>
</tr>
<tr>
<td>Recarga</td>
<td>Na garagem</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>As autonomias são declaradas pelos fabricantes e variam com lotação, relevo, trânsito, uso do ar-condicionado e condições de condução. As configurações de carroceria e lotação também podem mudar conforme as exigências de cada sistema.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>0</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/23/primeiro-onibus-eletrico-byd-caio-micrao-piso-baixo-fica-pronto-no-padrao-sptrans-e-passara-por-demonstracao-junto-a-operadores-e-a-prefeitura/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=541007</guid>
  </item>
  <item>
    <title>Mobi-Rio homologa compra de peças para ônibus Caio, prorroga fornecimento de módulos Mercedes-Benz e abre novas licitações para manutenção do BRT</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/23/mobi-rio-homologa-compra-de-pecas-para-onibus-caio-prorroga-fornecimento-de-modulos-mercedes-benz-e-abre-novas-licitacoes-para-manutencao-do-brt/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/23/mobi-rio-homologa-compra-de-pecas-para-onibus-caio-prorroga-fornecimento-de-modulos-mercedes-benz-e-abre-novas-licitacoes-para-manutencao-do-brt/#comments</comments>
    <pubDate>Fri, 23 Oct 2026 19:00:09 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Companhia municipal também prepara aquisição de equipamentos eletrônicos de diagnóstico, ferramentas e materiais de proteção para trabalhadores; fornecedores incluem Guanabara Diesel, Rio Diesel, MT Soluções Corporativas e Auto Peças Center Ônibus ADAMO BAZANI A Mobi-Rio (Companhia Municipal de Transportes Coletivos do Rio de Janeiro) publicou  um conjunto de decisões sobre licitações e contratos destinados à [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="820" height="575" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/brtuyt.jpg?fit=820%2C575&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/brtuyt.jpg?w=820&amp;ssl=1 820w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/brtuyt.jpg?resize=300%2C210&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/brtuyt.jpg?resize=150%2C105&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/brtuyt.jpg?resize=768%2C539&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/brtuyt.jpg?resize=400%2C280&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 820px) 100vw, 820px" /> <p><em>Companhia municipal também prepara aquisição de equipamentos eletrônicos de diagnóstico, ferramentas e materiais de proteção para trabalhadores; fornecedores incluem Guanabara Diesel, Rio Diesel, MT Soluções Corporativas e Auto Peças Center Ônibus</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>A Mobi-Rio (Companhia Municipal de Transportes Coletivos do Rio de Janeiro) publicou  um conjunto de decisões sobre licitações e contratos destinados à manutenção dos ônibus e da infraestrutura do BRT da capital fluminense. Entre as principais medidas estão a homologação de uma compra de peças para carrocerias Caio Apache Vip e Millennium fabricadas entre 2022 e 2024, a prorrogação por mais um ano de registros de preços para fornecimento de módulos eletrônicos de motores Mercedes-Benz Euro 5 e Euro 6 e a autorização de uma nova licitação de equipamentos de diagnóstico para veículos da marca alemã.</p>
<p>A companhia também marcou para 3 de novembro uma licitação para aquisição de ferramentas destinadas à manutenção das instalações físicas do BRT, atualizou datas de outros dois pregões e publicou um registro de preços para fornecimento de equipamentos de proteção individual aos trabalhadores. As contratações envolvem componentes importantes para a conservação da frota, identificação de falhas mecânicas e eletrônicas e manutenção de instalações utilizadas diariamente pelos passageiros. Os procedimentos estão em diferentes etapas: alguns já foram homologados, outros tiveram a vigência prorrogada e parte das compras ainda depende da realização de disputas entre fornecedores.</p>
<p>As publicações constam da edição nº 150 do Diário Oficial do Município do Rio de Janeiro.</p>
<p>As medidas são relevantes para o acompanhamento dos custos de manutenção da operação municipal, principalmente diante da necessidade de preservar a disponibilidade de ônibus e as condições das estações, terminais e demais instalações do BRT.</p>
<p>A Mobi-Rio assumiu papel central na administração e na operação dos corredores de transporte coletivo de alta capacidade da cidade, em um processo de reorganização do sistema municipal que incluiu renovação da frota, recuperação de infraestrutura e ampliação da presença do poder público na prestação dos serviços.</p>
<h2>Caio Apache Vip e Millennium: duas empresas fornecerão peças para manutenção das carrocerias</h2>
<p>A diretora-presidente da Mobi-Rio, Claudia Antunes Secin, homologou o pregão eletrônico nº 1669/2026, destinado ao registro de preços para aquisição de peças e acessórios de carroceria produzidas pela Caio Induscar.</p>
<p>Os componentes são destinados aos modelos Apache Vip e Millennium, dos anos 2022, 2023 e 2024, que integram a frota operada pela companhia.</p>
<p>A contratação prevê materiais destinados à manutenção preventiva e corretiva dos ônibus.</p>
<p>Os 12 itens tiveram propostas aceitas, distribuídas entre duas fornecedoras.</p>
<p>A MT Soluções Corporativas Ltda. foi habilitada para os itens 1, 2, 3, 4, 6, 7, 9, 10, 11 e 12.</p>
<p>A Auto Peças Center Ônibus Ltda. foi habilitada para os itens 5 e 8.</p>
<p>Os valores unitários homologados foram os seguintes:</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Item</th>
<th>Empresa</th>
<th>Valor unitário</th>
</tr>
<tr>
<td>1</td>
<td>MT Soluções Corporativas</td>
<td>R$ 12,30</td>
</tr>
<tr>
<td>2</td>
<td>MT Soluções Corporativas</td>
<td>R$ 474,00</td>
</tr>
<tr>
<td>3</td>
<td>MT Soluções Corporativas</td>
<td>R$ 555,00</td>
</tr>
<tr>
<td>4</td>
<td>MT Soluções Corporativas</td>
<td>R$ 36,20</td>
</tr>
<tr>
<td>5</td>
<td>Auto Peças Center Ônibus</td>
<td>R$ 1.908,00</td>
</tr>
<tr>
<td>6</td>
<td>MT Soluções Corporativas</td>
<td>R$ 1.908,00</td>
</tr>
<tr>
<td>7</td>
<td>MT Soluções Corporativas</td>
<td>R$ 95,30</td>
</tr>
<tr>
<td>8</td>
<td>Auto Peças Center Ônibus</td>
<td>R$ 1.147,00</td>
</tr>
<tr>
<td>9</td>
<td>MT Soluções Corporativas</td>
<td>R$ 1.593,03</td>
</tr>
<tr>
<td>10</td>
<td>MT Soluções Corporativas</td>
<td>R$ 455,00</td>
</tr>
<tr>
<td>11</td>
<td>MT Soluções Corporativas</td>
<td>R$ 650,00</td>
</tr>
<tr>
<td>12</td>
<td>MT Soluções Corporativas</td>
<td>R$ 719,73</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A homologação confirma o resultado do procedimento licitatório e a habilitação das fornecedoras.</p>
<p>O extrato da decisão apresenta os preços unitários, mas não individualiza as quantidades de todos os componentes. Por isso, não é possível determinar o valor global do registro de preços apenas com a publicação da homologação.</p>
<p>O modelo Apache Vip é utilizado em aplicações de transporte urbano convencional, enquanto o Millennium possui versões destinadas a operações urbanas de maior capacidade, incluindo veículos empregados em sistemas estruturais de transporte coletivo.</p>
<p>A manutenção das carrocerias envolve componentes diferentes daqueles utilizados nos motores, transmissões e sistemas de rodagem.</p>
<p>Dependendo do modelo e da configuração, são necessárias peças de revestimento, elementos de acabamento, estruturas externas, componentes de portas e outros materiais sujeitos a desgaste durante a operação.</p>
<p>A aquisição tem importância para a recuperação de veículos danificados e para a conservação das condições de funcionamento e apresentação da frota.</p>
<p>Em uma operação intensiva, a disponibilidade de componentes de reposição pode influenciar o tempo necessário para devolver um veículo às ruas após a identificação de problemas.</p>
<h2>Guanabara Diesel continuará fornecendo módulos eletrônicos para motores Euro 5 e Euro 6</h2>
<p>A Mobi-Rio também prorrogou por 12 meses a ata de registro de preços nº 103/2025, mantida com a Guanabara Diesel S.A. Comércio e Representações.</p>
<p>A empresa está registrada sob o CNPJ 33.498.049/0001-75.</p>
<p>A nova vigência começa em 22 de outubro de 2026 e termina em 21 de outubro de 2027.</p>
<p>A prorrogação foi autorizada para permitir o consumo dos itens que ainda possuem saldo, após demonstração da vantajosidade de manter as condições registradas.</p>
<p>Os componentes abrangem módulos eletrônicos utilizados em motores e sistemas de comando dos ônibus Mercedes-Benz das gerações Euro 5 e Euro 6.</p>
<p>A publicação relaciona quatro itens, com quantidades e valores unitários específicos.</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Componente</th>
<th>Código</th>
<th>Quantidade registrada</th>
<th>Valor unitário</th>
<th>Valor total</th>
</tr>
<tr>
<td>Módulo motor CPC FR Euro 5</td>
<td>A0054468302</td>
<td>4</td>
<td>R$ 18.830,81</td>
<td>R$ 75.323,24</td>
</tr>
<tr>
<td>Módulo motor CPC FR Euro 6</td>
<td>A0054463602</td>
<td>5</td>
<td>R$ 18.830,81</td>
<td>R$ 94.154,05</td>
</tr>
<tr>
<td>Módulo de comando do motor Euro 5</td>
<td>A0084462740</td>
<td>6</td>
<td>R$ 18.830,81</td>
<td>R$ 112.984,86</td>
</tr>
<tr>
<td>Módulo de comando do motor Euro 6</td>
<td>A0024466135</td>
<td>8</td>
<td>R$ 18.957,19</td>
<td>R$ 151.657,52</td>
</tr>
<tr>
<td>Total</td>
<td></td>
<td>23</td>
<td></td>
<td>R$ 434.119,67</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Os valores correspondem aos quantitativos registrados na relação publicada. Como a prorrogação se refere aos saldos remanescentes, o total de R$ 434,1 mil não significa necessariamente que toda essa quantidade será adquirida novamente.</p>
<p>Os módulos eletrônicos têm papel importante no gerenciamento dos sistemas dos motores modernos.</p>
<p>Esses componentes recebem e processam informações de sensores, controlam determinadas funções eletrônicas e participam do funcionamento integrado dos sistemas de propulsão.</p>
<p>Em caso de defeito, podem ser necessárias avaliações técnicas e intervenções especializadas, inclusive parametrização conforme as características do veículo.</p>
<p>A publicação identifica módulos configurados para chassis específicos da Mercedes-Benz, demonstrando que os componentes devem atender às características técnicas dos ônibus utilizados pela companhia.</p>
<p>Os motores Euro 5 e Euro 6 correspondem a diferentes gerações de controle de emissões.</p>
<p>No Brasil, os veículos pesados novos passaram a seguir a fase P8 do Proconve, equivalente em exigências ambientais à tecnologia Euro 6, a partir de janeiro de 2023.</p>
<p>Esses sistemas utilizam recursos eletrônicos mais complexos para gerenciamento do motor e controle das emissões, ampliando a necessidade de equipamentos adequados de diagnóstico e manutenção.</p>
<h2>Rio Diesel também tem registro de preços prorrogado por mais um ano</h2>
<p>Outra empresa contemplada pela decisão da Mobi-Rio é a Rio Diesel Veículos e Peças S.A., CNPJ 30.741.961/0001-18.</p>
<p>A companhia municipal prorrogou a ata de registro de preços nº 104/2025 pelo mesmo período, de 22 de outubro de 2026 a 21 de outubro de 2027.</p>
<p>Assim como no caso da Guanabara Diesel, o objetivo é permitir a utilização dos itens com saldo disponível, após avaliação da vantajosidade da prorrogação.</p>
<p>A medida mantém a possibilidade de fornecimento nas condições previstas no registro de preços.</p>
<p>As atas de registro de preços são instrumentos que permitem à administração contratar bens conforme a necessidade e dentro das condições estabelecidas no procedimento licitatório.</p>
<p>Sua existência não significa que todos os produtos registrados tenham sido adquiridos ou entregues.</p>
<p>A utilização efetiva depende das solicitações de fornecimento e das condições previstas no instrumento.</p>
<p>Para a Mobi-Rio, esse mecanismo permite organizar compras de componentes de reposição, cuja necessidade pode variar conforme o desgaste dos veículos e as intervenções realizadas nas oficinas.</p>
<h2>Companhia prepara nova licitação para aparelhos de diagnóstico Mercedes-Benz</h2>
<p>Além da prorrogação dos fornecimentos de módulos eletrônicos, a Mobi-Rio autorizou a abertura de uma nova licitação para compra de equipamentos utilizados na identificação de falhas de ônibus Mercedes-Benz.</p>
<p>O procedimento foi autorizado pela diretora-presidente em 21 de outubro.</p>
<p>A contratação terá como objeto aparelhos MBB DIAG 4, de linha pesada, fabricados pela Tecnomotor.</p>
<p>Os equipamentos deverão ser novos e genuínos.</p>
<p>A aquisição atenderá à manutenção preventiva e corretiva da frota equipada com chassis Mercedes-Benz operada pela Mobi-Rio.</p>
<p>A disputa será realizada por pregão eletrônico, com julgamento pelo menor preço por item.</p>
<p>O orçamento estimado foi classificado como sigiloso, conforme as regras aplicáveis às contratações da companhia.</p>
<p>Os aparelhos de diagnóstico permitem acessar informações dos sistemas eletrônicos dos veículos, identificar códigos de falha e auxiliar os técnicos na avaliação do funcionamento de diferentes componentes.</p>
<p>Esses recursos são especialmente importantes em ônibus que utilizam sistemas eletrônicos de controle do motor, transmissão e outros equipamentos.</p>
<p>A utilização de ferramentas adequadas pode permitir maior precisão na identificação das causas de problemas, evitando intervenções desnecessárias e auxiliando na definição dos reparos.</p>
<p>O procedimento publicado nesta quinta-feira corresponde à autorização de abertura da licitação, não à homologação de fornecedor ou à entrega dos aparelhos.</p>
<h2>BRT terá licitação para compra de ferramentas destinadas à manutenção de suas instalações</h2>
<p>A manutenção dos ônibus não é a única frente de contratação anunciada pela companhia.</p>
<p>A Mobi-Rio marcou para 3 de novembro de 2026, às 10h, a sessão do pregão eletrônico nº 1855/2026.</p>
<p>O objetivo é formar registro de preços para aquisição de ferramentas destinadas à manutenção rotineira das unidades físicas do sistema BRT.</p>
<p>A disputa utilizará o critério de menor preço por item.</p>
<p>O valor estimado também será mantido sob sigilo, conforme previsto nas normas utilizadas pela empresa.</p>
<p>O objeto compreende ferramentas necessárias aos serviços executados nas instalações físicas do sistema.</p>
<p>A infraestrutura do BRT exige manutenção contínua de seus equipamentos, estruturas e instalações.</p>
<p>Além das condições de circulação dos veículos, o funcionamento adequado de estações e terminais depende da conservação de acessos, estruturas, sistemas e demais componentes utilizados por passageiros e trabalhadores.</p>
<p>Falhas nessas instalações podem interferir na utilização dos equipamentos públicos e na qualidade do atendimento.</p>
<p>A licitação anunciada envolve ferramentas para manutenção rotineira, e não uma contratação específica de obras de ampliação dos corredores ou compra de novos ônibus.</p>
<p>Os equipamentos e quantitativos deverão seguir as especificações do termo de referência.</p>
<h2>Mobi-Rio adia pregões previstos para outubro</h2>
<p>A empresa municipal também publicou duas alterações de datas de procedimentos licitatórios.</p>
<p>O pregão eletrônico nº 1751/2026, relacionado ao processo nº 007300.001951/2026-16, teve sua sessão adiada para 5 de novembro de 2026, às 11h.</p>
<p>Outra publicação retificou a data de uma disputa vinculada ao processo nº 007300.002078/2026-71.</p>
<p>Nesse caso, a data anteriormente indicada era 21 de outubro de 2026, às 11h.</p>
<p>A nova sessão foi marcada para 4 de novembro de 2026, também às 11h.</p>
<p>As alterações modificam o calendário de realização dos procedimentos.</p>
<p>Os comunicados de adiamento e retificação identificam os processos e as datas, mas não reproduzem os objetos completos das contratações.</p>
<p>Dessa forma, os procedimentos devem ser individualizados para não atribuir aos dois pregões os objetos de outras licitações publicadas pela Mobi-Rio.</p>
<h2>Materiais de proteção: companhia também registra preços para trabalhadores</h2>
<p>Outra publicação envolve o fornecimento de equipamentos de proteção individual destinados aos empregados da Mobi-Rio.</p>
<p>O registro de preços foi realizado por meio do pregão eletrônico nº 1387/2026 e tem vigência prevista entre 22 de outubro de 2026 e 21 de outubro de 2027.</p>
<p>Os materiais deverão atender às exigências da Norma Regulamentadora nº 6, que trata dos equipamentos de proteção individual utilizados pelos trabalhadores.</p>
<p>A relação inclui diferentes produtos destinados à proteção em atividades operacionais e de manutenção.</p>
<p>Entre eles estão capas de chuva, coletes refletivos, capacetes de proteção, filtros respiratórios e componentes utilizados em trabalhos de soldagem.</p>
<p>A documentação identifica diferentes fornecedores, entre eles Kings Moraes Comércio, T&amp;T Indústria, Comércio, Importação e Exportação, Comercial Brasil de EPI, AGS EPIs e Equipamentos Industriais, Becker Comércio Varejista e Comercial EJM Medservice.</p>
<p>Um dos grupos de itens corresponde ao fornecimento de 2 mil coletes refletivos, com identificação da Mobi-Rio, ao preço unitário de R$ 19,15.</p>
<p>O valor total registrado para esses coletes é de R$ 38.300.</p>
<p>Também aparecem 25 capacetes com viseira, ao preço unitário de R$ 350,80, totalizando R$ 8.770, e 1.500 filtros de partículas, ao preço unitário de R$ 13,86, correspondentes a R$ 20.790.</p>
<p>Outro item prevê 500 capuzes de proteção, ao preço de R$ 11,99, totalizando R$ 5.995.</p>
<p>A relação inclui ainda 1.425 assentos para filtros respiratórios, ao valor unitário de R$ 54, com total de R$ 76.950.</p>
<p>A utilização de equipamentos de proteção é uma exigência importante nas atividades de manutenção automotiva, serviços de reparação, conservação de instalações e demais operações nas quais os trabalhadores estejam sujeitos a riscos específicos.</p>
<p>A aquisição deve observar os requisitos técnicos de cada equipamento e sua adequação às atividades desenvolvidas.</p>
<h2>Manutenção da frota e das instalações exige planejamento permanente</h2>
<p>O conjunto de contratações publicado nesta quinta-feira mostra diferentes necessidades de manutenção da estrutura administrada pela Mobi-Rio.</p>
<p>A homologação de peças para carrocerias Caio está relacionada à conservação física dos ônibus.</p>
<p>Os registros de módulos eletrônicos Mercedes-Benz e a aquisição planejada de aparelhos de diagnóstico correspondem a necessidades de manutenção dos sistemas de propulsão e controle dos veículos.</p>
<p>Já a licitação de ferramentas atende à conservação das unidades físicas do BRT.</p>
<p>A contratação de equipamentos de proteção complementa essas atividades sob o ponto de vista das condições de trabalho.</p>
<p>São procedimentos distintos, mas relacionados à necessidade de garantir disponibilidade operacional e conservação da estrutura de transporte.</p>
<p>A manutenção preventiva pode reduzir a ocorrência de falhas durante a operação, enquanto a corretiva é necessária para recuperar veículos e equipamentos que apresentem defeitos.</p>
<p>A organização dos estoques de peças, a disponibilidade de ferramentas e o uso de equipamentos adequados de diagnóstico são fatores relevantes para a execução dessas atividades.</p>
<p>Para os passageiros, os resultados dependem da efetiva utilização dos materiais e da execução dos serviços de manutenção.</p>
<p>A homologação de uma licitação ou a prorrogação de um registro de preços não significam, isoladamente, que os componentes já foram instalados ou que os reparos foram realizados.</p>
<p>A efetiva melhoria das condições de operação está relacionada à execução dos fornecimentos, à capacidade das oficinas e ao acompanhamento permanente das condições da frota e da infraestrutura.</p>
<h2>Resumo dos procedimentos publicados</h2>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Contratação</th>
<th>Fornecedor ou situação</th>
<th>Etapa</th>
</tr>
<tr>
<td>Peças para Caio Apache Vip e Millennium</td>
<td>MT Soluções e Auto Peças Center Ônibus</td>
<td>Homologada</td>
</tr>
<tr>
<td>Módulos eletrônicos Euro 5 e Euro 6</td>
<td>Guanabara Diesel</td>
<td>Ata prorrogada até outubro de 2027</td>
</tr>
<tr>
<td>Fornecimento registrado com Rio Diesel</td>
<td>Rio Diesel Veículos e Peças</td>
<td>Ata prorrogada até outubro de 2027</td>
</tr>
<tr>
<td>Aparelhos MBB DIAG 4 para chassis Mercedes-Benz</td>
<td>Fornecedor a definir</td>
<td>Abertura autorizada</td>
</tr>
<tr>
<td>Ferramentas para instalações físicas do BRT</td>
<td>Fornecedor a definir</td>
<td>Disputa em 3 de novembro</td>
</tr>
<tr>
<td>Pregão nº 1751/2026</td>
<td>Procedimento em andamento</td>
<td>Sessão adiada para 5 de novembro</td>
</tr>
<tr>
<td>Pregão vinculado ao processo nº 007300.002078/2026-71</td>
<td>Procedimento em andamento</td>
<td>Sessão remarcada para 4 de novembro</td>
</tr>
<tr>
<td>Equipamentos de proteção individual</td>
<td>Diversos fornecedores</td>
<td>Registro de preços publicado</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A Mobi-Rio é responsável por atividades de operação e manutenção do transporte municipal, especialmente nos serviços de BRT, que passaram por uma reestruturação com participação direta da Prefeitura do Rio de Janeiro.</p>
<p>Essa reorganização tornou a empresa um dos principais agentes públicos na gestão operacional dos corredores, com responsabilidades que abrangem veículos, instalações e trabalhadores.</p>
<p>A continuidade dos serviços depende não apenas da renovação de ônibus, mas também da disponibilidade de componentes de reposição e da manutenção preventiva e corretiva.</p>
<p>As decisões publicadas nesta quinta-feira integram esse conjunto de atividades, com licitações em diferentes estágios de contratação e execução.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>0</slash:comments>
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  </item>
  <item>
    <title>ANTT seleciona concessionárias de rodovias e ferrovias para programa de sustentabilidade e aprova parceria com Infra S.A. para reduzir emissões de veículos de carga</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/23/antt-seleciona-concessionarias-de-rodovias-e-ferrovias-para-programa-de-sustentabilidade-e-aprova-parceria-com-infra-s-a-para-reduzir-emissoes-de-veiculos-de-carga/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/23/antt-seleciona-concessionarias-de-rodovias-e-ferrovias-para-programa-de-sustentabilidade-e-aprova-parceria-com-infra-s-a-para-reduzir-emissoes-de-veiculos-de-carga/#comments</comments>
    <pubDate>Fri, 23 Oct 2026 18:01:42 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[ANTT]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Autopista Fluminense, PRVias, Ecovias, CCR ViaSul, MRS Logística e Rumo estão entre as empresas relacionadas nos processos de seleção; agência também vai compartilhar dados com a Infra S.A. para implantação do programa MelhorAR, voltado ao monitoramento e à redução da poluição no transporte rodoviário ADAMO BAZANI A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) aprovou a [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="681" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/MRS-compra-30-Locomotivas-da-serie-Evolution-da-Wabtec-investimento-gira-em-torno-de-R-500-milhoes-1024x681-1.jpg?fit=1024%2C681&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/MRS-compra-30-Locomotivas-da-serie-Evolution-da-Wabtec-investimento-gira-em-torno-de-R-500-milhoes-1024x681-1.jpg?w=1024&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/MRS-compra-30-Locomotivas-da-serie-Evolution-da-Wabtec-investimento-gira-em-torno-de-R-500-milhoes-1024x681-1.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/MRS-compra-30-Locomotivas-da-serie-Evolution-da-Wabtec-investimento-gira-em-torno-de-R-500-milhoes-1024x681-1.jpg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/MRS-compra-30-Locomotivas-da-serie-Evolution-da-Wabtec-investimento-gira-em-torno-de-R-500-milhoes-1024x681-1.jpg?resize=768%2C511&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/MRS-compra-30-Locomotivas-da-serie-Evolution-da-Wabtec-investimento-gira-em-torno-de-R-500-milhoes-1024x681-1.jpg?resize=400%2C266&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <div>
<div>
<p><em>Autopista Fluminense, PRVias, Ecovias, CCR ViaSul, MRS Logística e Rumo estão entre as empresas relacionadas nos processos de seleção; agência também vai compartilhar dados com a Infra S.A. para implantação do programa MelhorAR, voltado ao monitoramento e à redução da poluição no transporte rodoviário</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) aprovou a participação de concessionárias de rodovias e ferrovias federais em processos de adesão a programas de sustentabilidade e autorizou uma parceria com a Infra S.A. para compartilhar dados e desenvolver mecanismos de redução das emissões de poluentes no transporte rodoviário de cargas. As decisões foram tomadas pela Diretoria Colegiada na quinta-feira, 22 de outubro de 2026, e publicadas no Diário Oficial da União desta sexta-feira (23). Entre as empresas relacionadas estão Autopista Fluminense, PRVias, Ecovias Capixaba, CCR ViaSul, Via Cristais, Rota Agro, MRS Logística e concessionárias ferroviárias da Rumo.</p>
<p>As medidas envolvem três frentes: a habilitação e a seleção de concessionárias rodoviárias para diferentes níveis de um programa de sustentabilidade, a seleção preliminar de operadoras ferroviárias para participar de um ambiente regulatório experimental e a integração de sistemas da ANTT e da Infra S.A. para o Programa MelhorAR. A proposta é permitir o desenvolvimento e o acompanhamento de práticas ambientais dentro dos contratos regulados pela agência, além de aprimorar o uso de informações sobre emissões veiculares no transporte de cargas. As decisões não representam, por si só, a aquisição de veículos menos poluentes ou a implantação de novos serviços de transporte, mas estabelecem procedimentos para a participação das concessionárias e a cooperação entre os órgãos federais.</p>
<p>O programa voltado às concessões rodoviárias e ferroviárias é chamado de Programa de Sustentabilidade para Infraestrutura de Transportes Federais Reguladas pela ANTT, com procedimentos específicos para cada modalidade.</p>
<p>A participação ocorre por meio de um ambiente regulatório experimental, conhecido como sandbox regulatório, mecanismo que permite testar modelos e procedimentos dentro de condições e salvaguardas estabelecidas pelo órgão regulador.</p>
<p>A utilização desse instrumento está prevista na Resolução ANTT nº 5.999, de novembro de 2022.</p>
<p>Na prática, o sandbox permite que determinadas iniciativas sejam desenvolvidas sob acompanhamento da agência, sem representar uma liberação irrestrita das obrigações estabelecidas nos contratos de concessão.</p>
<p>As empresas precisam atender aos requisitos definidos nos editais, e a participação depende da formalização dos instrumentos correspondentes.</p>
<p>No caso das rodovias, a ANTT homologou um resultado final complementar para o primeiro nível do programa e resultados preliminares para os níveis II e III.</p>
<p>Para as ferrovias, a agência homologou uma seleção preliminar de três concessionárias para o nível II.</p>
<p>As classificações correspondem às etapas e condições previstas nos respectivos editais. A publicação não estabelece que a simples classificação em um nível represente, isoladamente, uma redução já alcançada de emissões ou um desempenho ambiental superior ao das demais concessionárias.</p>
<h2>Rodovias: quatro concessionárias têm resultado final homologado e outras entram em seleções preliminares</h2>
<p>A primeira decisão, formalizada pela Deliberação ANTT nº 300, envolve concessionárias de rodovias federais.</p>
<p>A agência homologou o resultado final complementar do processo seletivo previsto no Edital Eletrônico nº 3/2025 para participação no nível I do Programa de Sustentabilidade para Infraestrutura de Rodovias Federais Reguladas.</p>
<p>Nesse grupo aparecem quatro concessionárias:</p>
<div>
<div>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Concessionária</th>
<th>CNPJ</th>
</tr>
<tr>
<td>Autopista Fluminense S.A.</td>
<td>09.324.949/0001-11</td>
</tr>
<tr>
<td>PRVias (Motiva Paraná)</td>
<td>59.196.897/0001-13</td>
</tr>
<tr>
<td>Ecovias Capixaba</td>
<td>15.484.093/0001-44</td>
</tr>
<tr>
<td>Concessionária das Rodovias Integradas do Sul S.A. (CCR ViaSul)</td>
<td>32.161.500/0001-00</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
<p>A homologação do resultado final complementar permite que a Superintendência de Infraestrutura Rodoviária (Surod) adote as providências necessárias para formalizar os termos aditivos aos contratos das concessionárias habilitadas.</p>
<p>Esses instrumentos deverão observar as condições e salvaguardas previstas na regulamentação do sandbox e no edital do programa.</p>
<p>Além desse grupo, a ANTT homologou o resultado preliminar da seleção para o nível II.</p>
<p>São cinco concessionárias:</p>
<div>
<div>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Concessionária</th>
<th>CNPJ</th>
</tr>
<tr>
<td>Via Cristais</td>
<td>57.990.933/0001-90</td>
</tr>
<tr>
<td>Concessionária da Rodovia BR-262 MG S.A.</td>
<td>58.492.120/0001-33</td>
</tr>
<tr>
<td>Rota Agro MT-GO</td>
<td>64.017.857/0001-05</td>
</tr>
<tr>
<td>Ecovias Ponte</td>
<td>22.163.297/0001-49</td>
</tr>
<tr>
<td>Rota Sertaneja MG-GO</td>
<td>63.929.367/0001-04</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
<p>Para o nível III, outras nove concessionárias aparecem na relação preliminar:</p>
<div>
<div>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Concessionária</th>
<th>CNPJ</th>
</tr>
<tr>
<td>Concessionária Catarinense de Rodovias S.A.</td>
<td>36.763.716/0001-98</td>
</tr>
<tr>
<td>Concessionária de Rodovia Sul-Matogrossense S.A.</td>
<td>19.642.306/0001-70</td>
</tr>
<tr>
<td>PRVias (Motiva Paraná)</td>
<td>59.196.897/0001-13</td>
</tr>
<tr>
<td>Concessionária do Sistema Rodoviário Rio–São Paulo S.A.</td>
<td>44.319.688/0001-42</td>
</tr>
<tr>
<td>Ecovias Minas Goiás</td>
<td>19.208.022/0001-70</td>
</tr>
<tr>
<td>Ecovias do Cerrado</td>
<td>35.593.905/0001-05</td>
</tr>
<tr>
<td>CCR ViaSul</td>
<td>32.161.500/0001-00</td>
</tr>
<tr>
<td>Ecovias Capixaba</td>
<td>15.484.093/0001-44</td>
</tr>
<tr>
<td>Ecovias Araguaia</td>
<td>15.090.690/0001-94</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
<p>Algumas concessionárias aparecem em mais de um nível, como PRVias, CCR ViaSul e Ecovias Capixaba.</p>
<p>Por isso, os 18 registros das três tabelas não representam 18 concessionárias diferentes. São 14 empresas distintas relacionadas na deliberação rodoviária.</p>
<p>Os resultados dos níveis II e III ainda são preliminares.</p>
<p>A ANTT estabeleceu prazo de 15 dias corridos, contados da publicação da decisão, para apresentação de recursos administrativos pelos interessados.</p>
<p>Depois da análise dos recursos e de nova deliberação da Diretoria Colegiada, poderá ocorrer a homologação definitiva dessas seleções.</p>
<p>A agência também prevê que outras concessionárias, cujos pedidos ainda estejam em análise, possam aderir posteriormente, desde que cumpram os requisitos regulamentares.</p>
<p>Isso significa que as listas publicadas nesta sexta-feira não encerram necessariamente a participação de empresas no programa.</p>
<h2>MRS e Rumo são selecionadas preliminarmente para programa de sustentabilidade ferroviária</h2>
<p>A segunda decisão trata das concessões ferroviárias federais.</p>
<p>A ANTT homologou o resultado preliminar da seleção de três empresas para o nível II do Programa de Sustentabilidade para Infraestrutura de Ferrovias Federais Reguladas.</p>
<p>As concessionárias são MRS Logística, Rumo Malha Paulista e Rumo Malha Central.</p>
<div>
<div>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Concessionária ferroviária</th>
<th>CNPJ</th>
</tr>
<tr>
<td>MRS Logística S.A.</td>
<td>01.417.222/0001-77</td>
</tr>
<tr>
<td>Rumo Malha Paulista S.A.</td>
<td>02.502.844/0001-66</td>
</tr>
<tr>
<td>Rumo Malha Central S.A.</td>
<td>33.572.408/0001-97</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
<p>A seleção foi realizada conforme o Edital Eletrônico nº 4/2025 e homologada preliminarmente pela Deliberação ANTT nº 301.</p>
<p>Assim como no processo rodoviário, os interessados poderão apresentar recursos administrativos no prazo de 15 dias corridos, contados da publicação.</p>
<p>O resultado definitivo dependerá da análise dos recursos e de deliberação posterior da agência.</p>
<p>A ANTT também prevê a possibilidade de participação futura de outras concessionárias ferroviárias cujas candidaturas ainda estejam em avaliação.</p>
<p>A inclusão da MRS e de duas concessionárias da Rumo tem relevância porque o transporte ferroviário de cargas participa da movimentação de grandes volumes de mercadorias e está diretamente relacionado às discussões sobre consumo energético, emissões de gases de efeito estufa e integração logística.</p>
<p>O transporte ferroviário apresenta características operacionais diferentes do rodoviário, especialmente em relação à capacidade de carga por composição e à utilização da infraestrutura.</p>
<p>Entretanto, a avaliação ambiental de cada operação depende de fatores como matriz energética, tipo de locomotiva, condições da via, produtividade, distância percorrida e quantidade efetiva de mercadorias transportadas.</p>
<p>Por isso, a adoção de instrumentos de acompanhamento e de metas verificáveis pode contribuir para avaliações mais precisas do desempenho ambiental das concessões.</p>
<p>A seleção anunciada nesta sexta-feira constitui uma etapa administrativa de participação no programa, não um resultado de redução de emissões já obtido pelas três concessionárias.</p>
<h2>ANTT e Infra S.A. vão integrar sistemas para monitoramento de emissões de veículos de carga</h2>
<p>A terceira decisão envolve uma parceria institucional entre a ANTT e a Infra S.A., empresa pública federal ligada ao planejamento e ao desenvolvimento da infraestrutura de transportes.</p>
<p>A Diretoria Colegiada aprovou a celebração de um acordo de cooperação técnica para compartilhamento de dados e informações e integração de sistemas necessários à implementação e à operação do Programa MelhorAR.</p>
<p>A medida foi formalizada pela Deliberação ANTT nº 304, de 22 de outubro.</p>
<p>De acordo com a decisão, o objetivo é contribuir para a redução das emissões veiculares no transporte rodoviário de cargas e aprimorar a regulação baseada em evidências.</p>
<p>O compartilhamento de informações poderá permitir que os órgãos utilizem bases de dados e sistemas de acompanhamento para subsidiar análises sobre o desempenho ambiental do setor.</p>
<p>Esse tipo de informação é relevante porque a avaliação das emissões de veículos pesados depende de diferentes variáveis, como idade e tecnologia dos motores, combustível utilizado, características das operações, distância percorrida e condições de circulação.</p>
<p>O transporte rodoviário de cargas possui grande participação na movimentação de mercadorias no Brasil e utiliza predominantemente veículos movidos a diesel.</p>
<p>A redução de emissões pode envolver renovação de frota, melhoria da eficiência energética, manutenção dos veículos, utilização de combustíveis alternativos e aperfeiçoamento das operações logísticas.</p>
<p>Entretanto, o acordo autorizado pela ANTT não determina a adoção imediata de uma tecnologia específica.</p>
<p>Também não estabelece, na publicação, metas numéricas de redução de emissões, valores de investimento ou cronograma de substituição de caminhões.</p>
<p>A decisão aprova a celebração da cooperação técnica e estabelece sua finalidade institucional.</p>
<p>O detalhamento das responsabilidades de cada participante deverá constar dos instrumentos e planos de trabalho vinculados à parceria.</p>
<h2>Sustentabilidade nas concessões pode envolver infraestrutura, operação e acompanhamento de resultados</h2>
<p>A aprovação das medidas ocorre em um contexto de maior atenção aos efeitos ambientais das atividades de transporte e logística.</p>
<p>Rodovias e ferrovias possuem características distintas, mas ambas exigem acompanhamento do consumo de recursos, das condições de operação e dos efeitos da infraestrutura sobre o meio ambiente.</p>
<p>Nas concessões rodoviárias, a avaliação de sustentabilidade pode abranger aspectos relacionados à operação da infraestrutura, ao consumo energético, à conservação e às práticas de gestão ambiental.</p>
<p>Nas ferrovias, questões como eficiência operacional, utilização de energia e desempenho das composições também integram o debate sobre redução de emissões.</p>
<p>Essas possibilidades, entretanto, devem ser diferenciadas dos projetos efetivamente aprovados para cada concessionária.</p>
<p>As deliberações publicadas nesta sexta-feira homologam seleções e estabelecem procedimentos para participação no sandbox regulatório. Elas não detalham individualmente quais tecnologias, obras ou equipamentos cada concessionária pretende implementar.</p>
<p>Da mesma forma, a parceria entre ANTT e Infra S.A. está direcionada especificamente ao transporte rodoviário de cargas.</p>
<p>Não se trata de um programa de aquisição de ônibus elétricos, implantação de corredores de transporte coletivo ou financiamento de veículos urbanos.</p>
<p>Embora temas como eletrificação, biometano, baterias e combustíveis alternativos façam parte das discussões ambientais do setor de transportes, as decisões analisadas não estabelecem contratações ou autorizações específicas nessas áreas.</p>
<p>Para as empresas concessionárias, as próximas etapas serão a formalização dos instrumentos aplicáveis, a conclusão dos processos seletivos preliminares e o cumprimento das condições de participação.</p>
<p>No caso do MelhorAR, o desenvolvimento dependerá da celebração do acordo de cooperação técnica e da implementação da integração de informações entre a agência reguladora e a Infra S.A.</p>
<p>A efetividade das iniciativas poderá ser avaliada posteriormente, com base nos projetos executados, nos indicadores adotados e nos resultados ambientais efetivamente medidos.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
</div>
<div>
<div></div>
</div>
</div>
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<div>
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<div></div>
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</div>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>0</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/23/antt-seleciona-concessionarias-de-rodovias-e-ferrovias-para-programa-de-sustentabilidade-e-aprova-parceria-com-infra-s-a-para-reduzir-emissoes-de-veiculos-de-carga/feed/</wfw:commentRss>
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    <title>Istambul recebe biarticulados AKIA de 25 metros para 270 passageiros; renovação traz comparação com elétricos oferecidos no Brasil</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/23/istambul-recebe-biarticulados-akia-de-25-metros-para-270-passageiros-renovacao-traz-comparacao-com-eletricos-oferecidos-no-brasil/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Fri, 23 Oct 2026 17:30:47 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Internacional]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Encomenda de 100 ônibus diesel Euro VI reforça o Metrobüs, que liga Europa e Ásia; mercado brasileiro de biarticulados a bateria tem Volvo em operação e previsão de entrada da Higer ADAMO BAZANI A operadora pública IETT, de Istambul, na Turquia, começou a receber uma nova encomenda de 100 ônibus biarticulados AKIA Ultra LF25 para [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="768" height="480" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/861575316_1115486571178905_8301449412550230682_n.jpg?fit=768%2C480&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/861575316_1115486571178905_8301449412550230682_n.jpg?w=768&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/861575316_1115486571178905_8301449412550230682_n.jpg?resize=300%2C188&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/861575316_1115486571178905_8301449412550230682_n.jpg?resize=150%2C94&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/861575316_1115486571178905_8301449412550230682_n.jpg?resize=400%2C250&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 768px) 100vw, 768px" /> <h1></h1>
<p>Encomenda de 100 ônibus diesel Euro VI reforça o Metrobüs, que liga Europa e Ásia; mercado brasileiro de biarticulados a bateria tem Volvo em operação e previsão de entrada da Higer</p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A operadora pública IETT, de Istambul, na Turquia, começou a receber uma nova encomenda de 100 ônibus biarticulados AKIA Ultra LF25 para o Metrobüs, sistema de corredores que conecta os lados europeu e asiático da cidade. A fabricante confirmou a entrega de dez veículos no primeiro lote e anunciou prazo de seis meses para completar o fornecimento.</p>
<p>Com 25 metros de comprimento, cinco eixos e capacidade anunciada para 270 passageiros na divulgação da encomenda, os ônibus utilizam motor diesel Mercedes-Benz, padrão Euro VI, com aproximadamente 510 cv de potência. A renovação atende um corredor de aproximadamente 52 quilômetros e 44 estações, com movimento próximo de um milhão de passageiros por dia, e permite uma comparação com o Brasil, onde a eletrificação dos biarticulados já chegou à operação comercial com a Volvo e poderá ganhar uma concorrente com os modelos prometidos pela Higer.</p>
<p>A entrega dos novos AKIA foi divulgada pela Busworld Türkiye em 15 de outubro de 2026. O fornecimento amplia a presença de um modelo já utilizado em Istambul, enquanto a fabricante informa entregas progressivas para o restante do contrato.</p>
<h2>Ultra LF25 tem cinco eixos e motor Mercedes-Benz de 510 cv</h2>
<p>A denominação apresentada pela fabricante é Ultra LF25. O veículo possui três seções de carroceria, ligadas por duas articulações, configuração destinada a transportar grandes volumes de passageiros por viagem.</p>
<p>Um dos diferenciais é a utilização de cinco eixos, com o último direcional para auxiliar nas manobras. Esse recurso permite que as rodas traseiras participem do movimento de esterçamento, importante para um ônibus desse comprimento.</p>
<p>A ficha da AKIA identifica motor Mercedes-Benz, padrão de emissões Euro VI e transmissão automática. A potência informada na divulgação do novo fornecimento corresponde a aproximadamente 510 cv.</p>
<p>O modelo tem piso baixo integral e recursos de acessibilidade. Na apresentação da encomenda, também são destacados ar-condicionado, portas com abertura para fora, sistemas de assistência ao motorista e câmeras associadas a telas para ampliar a visibilidade.</p>
<p>Há uma diferença entre a capacidade divulgada para a entrega e a configuração apresentada no catálogo: enquanto o comunicado cita 270 passageiros, a página técnica da fabricante relaciona 281, sendo 29 sentados e 252 em pé.</p>
<p>São referências que precisam ser identificadas separadamente. A capacidade depende da disposição interna e dos critérios adotados para ocupação; o número do catálogo não deve substituir automaticamente o informado para o fornecimento a Istambul.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Característica</th>
<th>AKIA Ultra LF25</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Aplicação</td>
<td>Transporte urbano de alta capacidade e BRT</td>
</tr>
<tr>
<td>Configuração</td>
<td>Biarticulado, com três seções</td>
</tr>
<tr>
<td>Comprimento</td>
<td>25 metros</td>
</tr>
<tr>
<td>Largura</td>
<td>2,55 metros</td>
</tr>
<tr>
<td>Altura</td>
<td>3,40 metros</td>
</tr>
<tr>
<td>Eixos</td>
<td>Cinco, com o último direcional</td>
</tr>
<tr>
<td>Propulsão</td>
<td>Diesel</td>
</tr>
<tr>
<td>Motor</td>
<td>Mercedes-Benz, Euro VI</td>
</tr>
<tr>
<td>Potência divulgada para a encomenda</td>
<td>Aproximadamente 510 cv</td>
</tr>
<tr>
<td>Transmissão</td>
<td>Automática</td>
</tr>
<tr>
<td>Capacidade anunciada no fornecimento</td>
<td>270 passageiros</td>
</tr>
<tr>
<td>Configuração apresentada no catálogo</td>
<td>281 passageiros: 29 sentados e 252 em pé</td>
</tr>
<tr>
<td>Acessibilidade</td>
<td>Piso baixo integral e rampas</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>Euro VI é uma classificação de controle de emissões de motores a combustão. Portanto, os veículos dessa encomenda não são elétricos a bateria, embora utilizem equipamentos elétricos e eletrônicos de apoio à operação.</p>
<h2>Fabricante produz na Turquia e mantém unidade no Tajiquistão</h2>
<p>A AKIA é a marca de veículos da Ulaşım İç ve Dış Ticaret A.Ş., empresa com sede em Istambul e produção em Bursa, no distrito de İnegöl. Seu portfólio reúne ônibus urbanos, modelos de menor porte, veículos de dois andares, elétricos, trólebus e produtos para BRT.</p>
<p>Segundo o histórico institucional, a unidade de Bursa foi aberta em 2014. O protótipo do LF25 apareceu em 2016, e a produção em série do biarticulado começou em 2022.</p>
<p>A empresa informa capacidade anual de 600 veículos na fábrica turca. Também mantém uma unidade em Dushanbe, no Tajiquistão, implantada em 2018 em parceria com o grupo local Avesto, com capacidade declarada de 400 veículos por ano.</p>
<p>Além da fabricação, a companhia atua com peças, manutenção e serviços de gestão de garagens. No histórico industrial divulgado pela empresa, a produção em série de elétricos e trólebus começou em 2023.</p>
<h2>Metrobüs liga os dois lados de Istambul</h2>
<p>O Metrobüs começou a operar em 2007 e recebeu ampliações até alcançar os atuais 52 quilômetros. A extensão até Beylikdüzü, inaugurada em julho de 2012, completou essa dimensão do corredor.</p>
<p>O sistema conecta os setores europeu e asiático de Istambul, atravessando o Bósforo. A rede funciona 24 horas por dia e utiliza serviços que atendem diferentes trechos do percurso.</p>
<p>A demanda próxima de um milhão de passageiros diários ajuda a explicar a adoção de ônibus de grande capacidade. O objetivo do novo fornecimento é reforçar o atendimento, especialmente nos períodos de maior movimento.</p>
<p>Para o passageiro, veículos maiores podem ampliar a oferta por partida. O resultado, porém, depende também dos intervalos, do tempo gasto no embarque e desembarque e da capacidade das estações de receber os ônibus e organizar a circulação de pessoas.</p>
<p>Essa relação interessa aos sistemas brasileiros: aumentar o comprimento do veículo exige compatibilidade com plataformas, curvas, terminais e garagens, além de planejamento da quantidade de viagens.</p>
<h2>Brasil tem Volvo elétrico em operação e Higer anunciada</h2>
<p>No mercado brasileiro de biarticulados elétricos a bateria, a oferta comercial efetivamente implantada é a da Volvo, com o BZRT produzido em Curitiba. A Higer anunciou um modelo para disputar esse segmento, ainda dentro de um planejamento de apresentação e testes no País.</p>
<p>A aplicação brasileira já aparece em Goiânia. Em fevereiro de 2026, a Volvo divulgou a entrada de uma frota formada por cinco biarticulados e 16 articulados elétricos, com carrocerias Marcopolo Attivi, para o BRT Leste-Oeste.</p>
<p>O biarticulado Volvo tem 28 metros e capacidade para até 250 passageiros. A plataforma utiliza dois motores elétricos de 200 kW, totalizando 400 kW, e pode receber até oito baterias, com capacidade total de 720 kWh.</p>
<p>A infraestrutura de Goiânia inclui o Eletroposto Oeste, na garagem da Metrobus, com 23 carregadores de 240 kW e possibilidade de atendimento simultâneo a até 46 ônibus, conforme informações da fabricante.</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2025/05/08/primeiro-biarticulado-eletrico-da-volvo-montado-no-brasil-e-apresentado-nesta-quinta-08-marcando-inicio-da-producao-oficial-de-onibus-biarticulados-e-articulados-eletricos-bzrt/?utm_source=chatgpt.com">Relembre: primeiro biarticulado elétrico da Volvo montado no Brasil marca início da produção oficial do BZRT</a></p>
<p>A Higer, por sua vez, apresentou o EON E26EV, biarticulado elétrico integral de 26,5 metros, com capacidade anunciada para até 250 passageiros e autonomia de referência próxima de 300 quilômetros, segundo a empresa.</p>
<p>Em entrevista publicada pelo <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> em janeiro de 2026, o diretor da Higer para a América do Sul, Marcelo Barella, informou previsão de apresentação do modelo no início de 2027 para testes inicialmente em Curitiba.</p>
<p>O projeto admite diferentes configurações de piso. A configuração divulgada também contempla portas dos dois lados, permitindo adaptações a sistemas com plataformas de embarque distintas.</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/01/25/higer-apresenta-novo-onibus-100-eletrico-eon-e26ev-de-265m-que-tambem-sera-comercializado-no-brasil-veja-video-saiba-quando-entrevista/?utm_source=chatgpt.com">Relembre: Higer apresenta biarticulado elétrico EON E26EV de 26,5 metros e anuncia modelo para o Brasil</a></p>
<p>A fabricante prevê apresentar primeiro o articulado da família EON ao mercado brasileiro, seguido pelo biarticulado. Assim, o anúncio da Higer representa uma perspectiva de ampliação da concorrência, enquanto a Volvo já possui produção nacional e veículos em serviço.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Modelo</th>
<th>Propulsão</th>
<th>Comprimento</th>
<th>Capacidade anunciada</th>
<th>Situação</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>AKIA Ultra LF25</td>
<td>Diesel Euro VI</td>
<td>25 metros</td>
<td>270 passageiros no comunicado da encomenda</td>
<td>Entregas para Istambul</td>
</tr>
<tr>
<td>Volvo BZRT biarticulado</td>
<td>Elétrica a bateria</td>
<td>28 metros</td>
<td>Até 250 passageiros</td>
<td>Produção brasileira e operação em Goiânia</td>
</tr>
<tr>
<td>Higer EON E26EV</td>
<td>Elétrica a bateria</td>
<td>26,5 metros</td>
<td>Até 250 passageiros</td>
<td>Apresentação e testes anunciados para o Brasil</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>As lotações não constituem uma comparação direta de conforto ou eficiência. Quantidade de bancos, área disponível para passageiros em pé, espaços de acessibilidade e critérios de ocupação interferem nos números de cada veículo.</p>
<p>A experiência de Istambul mostra a continuidade dos investimentos em ônibus de alta capacidade para corredores muito carregados. No Brasil, a escolha desses veículos passa também pela infraestrutura de recarga, no caso dos elétricos, e pela capacidade de manter a frota disponível durante toda a jornada, com viagens regulares e atendimento compatível com a demanda.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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  </item>
  <item>
    <title>Volare fornece 12 micro-ônibus para operação de fretamento da Manfredi em Santa Catarina</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/23/volare-fornece-12-micro-onibus-para-operacao-de-fretamento-da-manfredi-em-santa-catarina/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/23/volare-fornece-12-micro-onibus-para-operacao-de-fretamento-da-manfredi-em-santa-catarina/#comments</comments>
    <pubDate>Fri, 23 Oct 2026 16:30:40 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Sete unidades do Fly 12 e cinco do Attack 8 serão utilizadas em serviços de fretamento empresarial em Lages (SC) VINÍCIUS DE OLIVEIRA A Volare realizou a entrega de 12 novos micro-ônibus para a Transportes e Turismo Manfredi S.A., de Lages (SC), ampliando a atuação da marca nas operações de fretamento empresarial no Sul do [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="683" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/23102026-Volare-para-a-Manfredi-em-SC_1-e1792773417956.jpg?fit=1024%2C683&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><em>Sete unidades do Fly 12 e cinco do Attack 8 serão utilizadas em serviços de fretamento empresarial em Lages (SC)</em></p>
<p><em><strong>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</strong></em></p>
<p><span lang="PT-BR">A Volare realizou a entrega de 12 novos micro-ônibus para a Transportes e Turismo Manfredi S.A., de Lages (SC), ampliando a atuação da marca nas operações de fretamento empresarial no Sul do País. O fornecimento, realizado por meio da concessionária DAS Comércio de Auto Peças, contempla sete unidades do modelo Fly 12 e cinco do Attack 8, que passam a integrar a frota da operadora catarinense.<u></u><u></u></span></p>
<p><span lang="PT-BR">A nova aquisição reforça a presença da Volare no segmento de fretamento, mercado que demanda veículos com elevados padrões de conforto, eficiência operacional e flexibilidade para atender diferentes perfis de operação.<u></u><u></u></span></p>
<p><span lang="PT-BR">“Cada vez mais operadores escolhem os veículos Volare pela combinação entre versatilidade, robustez, conforto e baixo custo operacional. Os modelos Fly 12 e Attack 8 oferecem soluções adequadas às necessidades atuais do fretamento, com excelente aproveitamento de espaço interno, alto padrão de segurança e uma experiência diferenciada para passageiros e operadores”, destaca Sidnei Vargas, gerente executivo da Volare.<u></u><u></u></span></p>
<p><b><span lang="PT-BR">Fly 12: capacidade e eficiência para grandes operações<u></u><u></u></span></b></p>
<p><span lang="PT-BR">Maior micro-ônibus do mercado brasileiro, o Volare Fly 12 foi desenvolvido para atender operações que exigem elevada capacidade de transporte aliada à eficiência operacional. Na configuração fornecida à Manfredi, os veículos possuem capacidade para até 45 passageiros, além de motorista e auxiliar.<u></u><u></u></span></p>
<p><span lang="PT-BR">Os modelos são equipados com poltronas executivas, tomadas USB dos tipos A e C, sistema de áudio e vídeo, ar-condicionado, elevador de acessibilidade e câmera de ré. Entre os principais diferenciais estão o amplo espaço interno, a dirigibilidade e a redução dos custos operacionais, características que contribuem para maior produtividade e conforto nas operações de fretamento.<u></u><u></u></span></p>
<p><b><span lang="PT-BR">Attack 8: versatilidade e conforto para o transporte de passageiros<u></u><u></u></span></b></p>
<p><span lang="PT-BR">Os cinco Volare Attack 8 entregues à operadora foram configurados para oferecer conforto, praticidade e segurança aos usuários. Os veículos contam com poltronas executivas equipadas com tomadas USB tipo A e C, porta-copos e porta-pacotes, além de sistema de ar-condicionado, vidros colados, cortinas, itinerário eletrônico e bagageiro.<u></u><u></u></span></p>
<p><span lang="PT-BR">Os modelos também possuem Dispositivo de Transposição Acessível (DTA), parede de separação total e soluções desenvolvidas para ampliar o conforto dos passageiros e a eficiência da operação, reforçando a versatilidade que caracteriza a família Attack.</span></p>
<p>Confira mais imagens:</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-540960" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/23102026-Volare-para-a-Manfredi-em-SC_2.jpg?resize=1024%2C683&#038;ssl=1" alt="" width="1024" height="683" /></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-540962" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/23102026-Volare-para-a-Manfredi-em-SC_4.jpg?resize=1024%2C683&#038;ssl=1" alt="" width="1024" height="683" /></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-540961" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/23102026-Volare-para-a-Manfredi-em-SC_3.jpg?resize=1024%2C683&#038;ssl=1" alt="" width="1024" height="683" /></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-540963" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/23102026-Volare-para-a-Manfredi-em-SC_5.jpg?resize=1024%2C683&#038;ssl=1" alt="" width="1024" height="683" /></p>
<p><em><strong>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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  </item>
  <item>
    <title>Caio homenageia JTP pela compra do primeiro Apache Vip 6 do Brasil</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/23/caio-homenageia-jtp-pela-compra-do-primeiro-apache-vip-6-do-brasil/</link>
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    <pubDate>Fri, 23 Oct 2026 16:05:02 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Carrocerias]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Reconhecimento entregue à diretoria foi divulgado pelo representante Gildo Vendramini; compra e imagens do primeiro veículo foram antecipadas pelo Diário do Transporte, e ônibus integram a renovação de Rio Branco (AC) ADAMO BAZANI A Caio entregou nesta semana uma homenagem à diretoria da JTP Transportes pela aquisição da primeira unidade comercializada do Apache Vip 6 [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="761" height="412" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/vip6.jpg?fit=761%2C412&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/vip6.jpg?w=761&amp;ssl=1 761w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/vip6.jpg?resize=300%2C162&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/vip6.jpg?resize=150%2C81&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/vip6.jpg?resize=400%2C217&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 761px) 100vw, 761px" /> <p><em>Reconhecimento entregue à diretoria foi divulgado pelo representante Gildo Vendramini; compra e imagens do primeiro veículo foram antecipadas pelo<strong> Diário do Transporte</strong>, e ônibus integram a renovação de Rio Branco (AC)</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A Caio entregou nesta semana uma homenagem à diretoria da JTP Transportes pela aquisição da primeira unidade comercializada do Apache Vip 6 no Brasil. O reconhecimento, divulgado pelo representante da fabricante, Gildo Vendramini, registra a participação da operadora na estreia comercial da sexta geração da carroceria urbana, apresentada em agosto durante a Lat.Bus 2026, em São Paulo.</p>
<p>O primeiro veículo faz parte da encomenda de 20 Apache Vip 6 e 60 Apache Vip 5 para Rio Branco, no Acre, onde a JTP assumiu o transporte coletivo em 2 de outubro, substituindo a Ricco Transportes. O <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> foi o primeiro veículo de comunicação a noticiar a compra e, posteriormente, a divulgar a imagem do primeiro ônibus da nova geração concluído para a empresa.</p>
<p>Em 2 de setembro, a reportagem revelou a aquisição dos 80 ônibus zero quilômetro, todos sobre chassis Mercedes-Benz. A encomenda reuniu duas gerações consecutivas do Apache Vip para a mesma operação, poucas semanas depois da apresentação pública do novo modelo.</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/09/02/jtp-compra-20-novos-apache-vip-6-modelo-recem-lancado-pela-caio-na-lat-bus-e-60-apache-vip-5/">Relembre: JTP compra 20 novos Apache Vip 6, modelo recém-lançado pela Caio na Lat.Bus, e 60 Apache Vip 5</a></p>
<p>Em 28 de setembro, o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> mostrou, em primeira mão, o primeiro Apache Vip 6 comercializado no País já pronto para a JTP, com destino à capital acreana.</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/09/28/exclusivo-primeiro-caio-apache-vip-6-comercializado-no-brasil-esta-pronto-para-a-jtp-e-vai-integrar-renovacao-dos-onibus-de-rio-branco-ac/">Relembre: primeiro Caio Apache Vip 6 comercializado no Brasil está pronto para a JTP e vai integrar renovação dos ônibus de Rio Branco</a></p>
<h2>Relação com a Caio passa por micro-ônibus e gerações anteriores do Apache Vip</h2>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-540946" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/jto.jpg?resize=765%2C559&#038;ssl=1" alt="" width="765" height="559" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/jto.jpg?w=765&amp;ssl=1 765w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/jto.jpg?resize=300%2C219&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/jto.jpg?resize=150%2C110&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/jto.jpg?resize=400%2C292&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 765px) 100vw, 765px" /></p>
<p>Embora a frota da JTP reúna veículos de diferentes fabricantes, a presença da Caio acompanha etapas da trajetória da empresa, contemplando aquisições de ônibus zero quilômetro, seminovos e usados. Essa relação passa pelos micro-ônibus Foz, utilizados pela operadora, e por gerações anteriores do Apache Vip, antes da aquisição do modelo lançado neste ano.</p>
<p>Há registros de veículos Foz da JTP tanto em atividades de transporte de estudantes quanto na operação que a companhia manteve em Embu das Artes, na Região Metropolitana de São Paulo. A expansão nos sistemas urbanos também ampliou a presença dos Apache Vip nas garagens do grupo.</p>
<p>Em dezembro de 2023, por exemplo, a Caio anunciou a aquisição de 47 Apache Vip pela JTP para Porto Velho, em Rondônia. O lote foi produzido sobre chassis Mercedes-Benz com tecnologia de controle de emissões Proconve P8, equivalente à Euro VI, e incluiu veículos com ar-condicionado, tomadas USB e equipamentos de acessibilidade.</p>
<p>Em Bragança Paulista, no interior de São Paulo, outra renovação foi acompanhada pelo <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> em março de 2025, quando a fabricante concluiu 24 ônibus novos para a operação Rental-JTP, com ar-condicionado e uma nova identidade visual.</p>
<p>A compra para Rio Branco dá continuidade a esse relacionamento e acrescenta um marco: a entrada da JTP entre os clientes que colocam em circulação uma nova geração de produto da encarroçadora.</p>
<p>A entrega do reconhecimento também cria uma oportunidade de aproximação entre a indústria e quem utiliza os veículos diariamente. No transporte coletivo, essa interlocução tem aplicação prática: operadores podem levar à fabricante experiências de manutenção, desgaste de componentes, limpeza, acessibilidade e funcionamento dos equipamentos em diferentes condições de serviço.</p>
<p>Na introdução de uma nova carroceria, esse diálogo pode contribuir para ajustes de produto e para o atendimento após a venda. A experiência das garagens e das equipes de operação ajuda a mostrar como as soluções desenvolvidas na fábrica se comportam nas ruas.</p>
<h2>Rio Branco recebeu a nova geração durante a troca de operadora</h2>
<p>A chegada dos Apache Vip 6 ao Acre ocorreu dentro de uma mudança mais ampla no transporte coletivo de Rio Branco.</p>
<p>A contratação da JTP foi conduzida emergencialmente pela prefeitura, após a avaliação das dificuldades do sistema. A empresa foi a única participante da seleção, e o município estabeleceu um período de transição de até 90 dias com a Ricco para preservar o atendimento enquanto a nova operadora organizava frota, trabalhadores e estrutura de funcionamento.</p>
<p>O modelo contratual passou a considerar a remuneração por quilômetro rodado, com previsão de acompanhamento da operação pela Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito, a RBTrans, por meio de informações de GPS e bilhetagem eletrônica.</p>
<p>Em julho, a prefeitura havia apresentado um planejamento de 120 ônibus, inicialmente com 19 veículos novos e perspectiva de ampliação das entregas. A encomenda revelada pelo <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> em setembro elevou para 80 o número de unidades zero quilômetro previstas para a renovação.</p>
<p>Na apresentação oficial de 1º de outubro, a composição anunciada foi de 120 ônibus: os 80 novos e outros 40 seminovos. Segundo a RBTrans, o planejamento previa 110 veículos em circulação e dez de reserva operacional.</p>
<p>A JTP iniciou os serviços no dia seguinte, sob a identificação COM Rio Branco. A mudança também envolveu a adaptação da bilhetagem e a transferência dos créditos dos passageiros.</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/10/01/rio-branco-ac-apresenta-nova-frota-de-120-onibus-e-jtp-inicia-operacao-nesta-sexta-feira-2-renovacao-inclui-20-apache-vip-6-revelados-pelo-diario-do-transporte/?utm_source=chatgpt.com">Relembre: Rio Branco apresenta nova frota de 120 ônibus e entrada da JTP; renovação inclui 20 Apache Vip 6 revelados pelo Diário do Transporte</a></p>
<p>Para os passageiros, a renovação trouxe veículos com equipamentos como ar-condicionado, tomadas USB e acessibilidade. A disponibilidade dessa frota precisa ser acompanhada pela manutenção e pelo cumprimento das viagens, fatores que determinam o resultado cotidiano do investimento.</p>
<h2>Do transporte escolar às linhas municipais</h2>
<p>Fundada em 2005, a JTP tem sua origem ligada ao transporte escolar e sede administrativa em Barueri, na Região Metropolitana de São Paulo. A empresa ampliou sua atuação para linhas urbanas regulares, mantendo também os serviços destinados a estudantes.</p>
<p>Entre as operações municipais, a companhia passou por Embu das Artes e assumiu sistemas em Bragança Paulista e Porto Velho, antes da entrada em Rio Branco.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Município</th>
<th>Trajetória da JTP nas linhas urbanas</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Porto Velho (RO)</td>
<td>Opera desde 1º de outubro de 2020</td>
</tr>
<tr>
<td>Bragança Paulista (SP)</td>
<td>Opera desde 4 de outubro de 2020</td>
</tr>
<tr>
<td>Rio Branco (AC)</td>
<td>Assumiu a operação em 2 de outubro de 2026</td>
</tr>
<tr>
<td>Embu das Artes (SP)</td>
<td>Operou de outubro de 2019 a fevereiro de 2026</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>Em Porto Velho, a entrada ocorreu após a conquista da concessão municipal. Em Bragança Paulista, a JTP substituiu a Nossa Senhora de Fátima. Já em Embu das Artes, deixou as linhas municipais no fim de fevereiro deste ano, com a entrada da Viação Cidade das Artes em 1º de março.</p>
<p>Os contratos de transporte escolar constituem outra frente de atividade e não estão incluídos nessa relação de sistemas urbanos.</p>
<p>A homenagem da Caio reconhece, assim, uma compra que se insere tanto na evolução da frota da JTP quanto no lançamento de uma nova geração de ônibus. A relação entre fabricante e operadora, construída com veículos de diferentes portes e aplicações, passa agora a incluir o primeiro Apache Vip 6 comercializado no Brasil.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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