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	<title>Diário do Transporte</title>
	<link>https://diariodotransporte.com.br</link>
	<description>Página destinada à cobertura jornalística dos principais fatos relacionados aos transportes, com notícias, informações de última hora, coberturas exclusivas, opinião, estudos técnicos e história.</description>
	<language>pt-BR</language>
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    <title>Demanda de passageiros do transporte público em Londrina cresce 9,31% em 2025 com investimentos em frota, tecnologia e gestão</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/01/01/demanda-de-passageiros-do-transporte-publico-em-londrina-cresce-931-em-2025-com-investimentos-em-frota-tecnologia-e-gestao/</link>
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    <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 03:53:52 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao Diário do Transporte que recuperação é superior à média nacional ADAMO BAZANI Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="623" height="407" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?fit=623%2C407&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?w=623&amp;ssl=1 623w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=300%2C196&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=150%2C98&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=400%2C261&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 623px) 100vw, 623px" /> <p><em>Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao <strong>Diário do Transporte</strong> que recuperação é superior à média nacional</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><em><strong>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</strong></em></p>
<div style="width: 480px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-494300-1" width="480" height="848" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4?_=1" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4</a></video></div>
<p>A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros do transporte público, após quedas sucessivas em decorrência da pandemia de covid-19.</p>
<p>Em 2025, o crescimento da demanda foi de 9,31%.</p>
<p>Em 2024, o total registrado foi de 1,4 milhão (1.482.380) de passageiros equivalentes. Em 2025, essa média subiu para 1,6 milhão (1.620.394), considerando a apuração dos últimos quatro meses.</p>
<p>O conceito “passageiros equivalentes” significa o número real de pagantes de um sistema de transportes. Ou seja, são usuários que não foram atraídos por benefícios ou gratuidades.</p>
<p>Ao repórter e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, nesta última semana de dezembro de 2025, o diretor de uma das concessionárias de transportes do município, Paulo Sergio Bongiovanni, da TCGL (Transportes Coletivos Grande Londrina,) conta que a média de recuperação de demanda de usuários no pós-pandemia, em Londrina tem sido superior à nacional, com os números totais quase se igualando ao período anterior da crise sanitária.</p>
<p><strong><em>“Em 2025, o total de passageiros em Londrina cresceu mais de 9,31%. Enquanto no restante do País, em relação a 2019, no pré-pandemia, os sistemas de transportes operam com 80% a 81% do que era transportado antes da covd-19, nós estamos em torno de 90%. Então, as respostas vêm quando o transporte é bom.&#8221;</em></strong> – disse Paulo Bongiovanni.</p>
<p>O sistema de transportes de Londrina é operado por duas empresas de ônibus: a TCGL (Transporte Coletivo Grande Londrina), com 244 veículos, e a Londrisul, com 138 coletivos.</p>
<p>Bongiovanni acredita que o crescimento do total de usuários acima do ritmo da média nacional não ocorreu simplesmente pela volta das atividades econômicas que foram desaquecidas com a pandemia ou pela redução dos dias trabalhados pela população em sistema de <em>“home office”.</em></p>
<p>O empresário citou investimentos feitos em tecnologia, com sistemas de gerenciamento inteligentes e informações aos passageiros, ampliação do acesso à bilhetagem eletrônica, modernizações dos terminais de ônibus e renovação de frota.</p>
<p><strong><em>“Hoje temos mais de 85 telas informativas, mais de 550 câmeras espalhadas em todos os nove terminais da cidade, onde todo mundo brinca que o lugar mais seguro da cidade é o Terminal Central. Nós temos internet dentro dos ônibus e nos terminais, alguns viraram um coworking, onde as pessoas vão para trabalhar” –</em></strong> contou.</p>
<p>Somente a TCGL, por exemplo, fez recentemente um investimento mais amplo em ônibus 0 km. Foram 96 coletivos novos entre 2023 e 2024 e mais 92 unidades entre 2024 e 2025.</p>
<p>Segundo Bongiovanni, quase 60% da frota da companhia em operação, possuem ar-condicionado.</p>
<p>Os mais recentes são ônibus novos têm chassis Mercedes-Benz OF-1726L, com suspensão a ar, vidro colado, e motores com o padrão tecnológico obrigatório no Brasil, Euro 6, com emissões de poluentes de 75%, em média, em comparação com os veículos a diesel com a norma anterior Euro 5, cuja produção para o mercado interno foi descontinuada em 2023.</p>
<p>Os coletivos ainda contam com quatro câmeras de segurança cada, tomadas USB-C tipo A e tipo C para recarga de celulares, entre outros itens de conforto e segurança.</p>
<p>O empresário ainda destacou a necessidade de gestores públicos e empresas de transportes atuarem em conjunto para ampliar o nível de satisfação dos usuários. Segundo Bongiovanni, parte dos custos operacionais é subsidiada pela prefeitura.</p>
<p><strong><em>“Em junho deste ano de 2025, fizemos atualizações em 100 linhas simultaneamente num dia só e não tivemos uma só reclamação. A qualidade no transporte atrair a população e transporte de qualidade é aquele onde a prefeitura sabe investir. Londrina foi muito bem nisso”</em></strong> – disse o empresário.</p>
<p>Os contratos atuais foram assinados no fim de 2019, prestes ao pior da pandemia.</p>
<p>Alguns investimentos durante a crise sanitária tiveram de ser postergados, mas quando ocorreram, segundo o empresário, tiveram efeito positivo na percepção do passageiro do sistema.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
<p><strong><em>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</em></strong></p>
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  </item>
  <item>
    <title>Esteira rolante na Estação Paulista Pernambucanas de metrô será interditada a partir desta quarta-feira (3)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2024/01/02/esteira-rolante-na-estacao-paulista-pernambucanas-de-metro-sera-interditada-a-partir-desta-quarta-feira-3/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 02 Jan 2024 19:01:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metrô]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8) VINÍCIUS DE OLIVEIRA A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8). A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="739" height="415" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?fit=739%2C415&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?w=739&amp;ssl=1 739w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 739px) 100vw, 739px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8)</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha 2-Verde, estará temporariamente interditada </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os ajustes têm como intuito manter o conforto e a segurança dos passageiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os serviços acontecem nesta semana em razão do menor fluxo de pessoas nas estações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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  </item>
  <item>
    <title>ANTT seleciona concessionárias de rodovias e ferrovias para programa de sustentabilidade e aprova parceria com Infra S.A. para reduzir emissões de veículos de carga</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/23/antt-seleciona-concessionarias-de-rodovias-e-ferrovias-para-programa-de-sustentabilidade-e-aprova-parceria-com-infra-s-a-para-reduzir-emissoes-de-veiculos-de-carga/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Fri, 23 Oct 2026 18:01:42 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[ANTT]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Autopista Fluminense, PRVias, Ecovias, CCR ViaSul, MRS Logística e Rumo estão entre as empresas relacionadas nos processos de seleção; agência também vai compartilhar dados com a Infra S.A. para implantação do programa MelhorAR, voltado ao monitoramento e à redução da poluição no transporte rodoviário ADAMO BAZANI A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) aprovou a [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="681" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/MRS-compra-30-Locomotivas-da-serie-Evolution-da-Wabtec-investimento-gira-em-torno-de-R-500-milhoes-1024x681-1.jpg?fit=1024%2C681&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/MRS-compra-30-Locomotivas-da-serie-Evolution-da-Wabtec-investimento-gira-em-torno-de-R-500-milhoes-1024x681-1.jpg?w=1024&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/MRS-compra-30-Locomotivas-da-serie-Evolution-da-Wabtec-investimento-gira-em-torno-de-R-500-milhoes-1024x681-1.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/MRS-compra-30-Locomotivas-da-serie-Evolution-da-Wabtec-investimento-gira-em-torno-de-R-500-milhoes-1024x681-1.jpg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/MRS-compra-30-Locomotivas-da-serie-Evolution-da-Wabtec-investimento-gira-em-torno-de-R-500-milhoes-1024x681-1.jpg?resize=768%2C511&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/MRS-compra-30-Locomotivas-da-serie-Evolution-da-Wabtec-investimento-gira-em-torno-de-R-500-milhoes-1024x681-1.jpg?resize=400%2C266&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <div>
<div>
<p><em>Autopista Fluminense, PRVias, Ecovias, CCR ViaSul, MRS Logística e Rumo estão entre as empresas relacionadas nos processos de seleção; agência também vai compartilhar dados com a Infra S.A. para implantação do programa MelhorAR, voltado ao monitoramento e à redução da poluição no transporte rodoviário</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) aprovou a participação de concessionárias de rodovias e ferrovias federais em processos de adesão a programas de sustentabilidade e autorizou uma parceria com a Infra S.A. para compartilhar dados e desenvolver mecanismos de redução das emissões de poluentes no transporte rodoviário de cargas. As decisões foram tomadas pela Diretoria Colegiada na quinta-feira, 22 de outubro de 2026, e publicadas no Diário Oficial da União desta sexta-feira (23). Entre as empresas relacionadas estão Autopista Fluminense, PRVias, Ecovias Capixaba, CCR ViaSul, Via Cristais, Rota Agro, MRS Logística e concessionárias ferroviárias da Rumo.</p>
<p>As medidas envolvem três frentes: a habilitação e a seleção de concessionárias rodoviárias para diferentes níveis de um programa de sustentabilidade, a seleção preliminar de operadoras ferroviárias para participar de um ambiente regulatório experimental e a integração de sistemas da ANTT e da Infra S.A. para o Programa MelhorAR. A proposta é permitir o desenvolvimento e o acompanhamento de práticas ambientais dentro dos contratos regulados pela agência, além de aprimorar o uso de informações sobre emissões veiculares no transporte de cargas. As decisões não representam, por si só, a aquisição de veículos menos poluentes ou a implantação de novos serviços de transporte, mas estabelecem procedimentos para a participação das concessionárias e a cooperação entre os órgãos federais.</p>
<p>O programa voltado às concessões rodoviárias e ferroviárias é chamado de Programa de Sustentabilidade para Infraestrutura de Transportes Federais Reguladas pela ANTT, com procedimentos específicos para cada modalidade.</p>
<p>A participação ocorre por meio de um ambiente regulatório experimental, conhecido como sandbox regulatório, mecanismo que permite testar modelos e procedimentos dentro de condições e salvaguardas estabelecidas pelo órgão regulador.</p>
<p>A utilização desse instrumento está prevista na Resolução ANTT nº 5.999, de novembro de 2022.</p>
<p>Na prática, o sandbox permite que determinadas iniciativas sejam desenvolvidas sob acompanhamento da agência, sem representar uma liberação irrestrita das obrigações estabelecidas nos contratos de concessão.</p>
<p>As empresas precisam atender aos requisitos definidos nos editais, e a participação depende da formalização dos instrumentos correspondentes.</p>
<p>No caso das rodovias, a ANTT homologou um resultado final complementar para o primeiro nível do programa e resultados preliminares para os níveis II e III.</p>
<p>Para as ferrovias, a agência homologou uma seleção preliminar de três concessionárias para o nível II.</p>
<p>As classificações correspondem às etapas e condições previstas nos respectivos editais. A publicação não estabelece que a simples classificação em um nível represente, isoladamente, uma redução já alcançada de emissões ou um desempenho ambiental superior ao das demais concessionárias.</p>
<h2>Rodovias: quatro concessionárias têm resultado final homologado e outras entram em seleções preliminares</h2>
<p>A primeira decisão, formalizada pela Deliberação ANTT nº 300, envolve concessionárias de rodovias federais.</p>
<p>A agência homologou o resultado final complementar do processo seletivo previsto no Edital Eletrônico nº 3/2025 para participação no nível I do Programa de Sustentabilidade para Infraestrutura de Rodovias Federais Reguladas.</p>
<p>Nesse grupo aparecem quatro concessionárias:</p>
<div>
<div>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Concessionária</th>
<th>CNPJ</th>
</tr>
<tr>
<td>Autopista Fluminense S.A.</td>
<td>09.324.949/0001-11</td>
</tr>
<tr>
<td>PRVias (Motiva Paraná)</td>
<td>59.196.897/0001-13</td>
</tr>
<tr>
<td>Ecovias Capixaba</td>
<td>15.484.093/0001-44</td>
</tr>
<tr>
<td>Concessionária das Rodovias Integradas do Sul S.A. (CCR ViaSul)</td>
<td>32.161.500/0001-00</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
<p>A homologação do resultado final complementar permite que a Superintendência de Infraestrutura Rodoviária (Surod) adote as providências necessárias para formalizar os termos aditivos aos contratos das concessionárias habilitadas.</p>
<p>Esses instrumentos deverão observar as condições e salvaguardas previstas na regulamentação do sandbox e no edital do programa.</p>
<p>Além desse grupo, a ANTT homologou o resultado preliminar da seleção para o nível II.</p>
<p>São cinco concessionárias:</p>
<div>
<div>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Concessionária</th>
<th>CNPJ</th>
</tr>
<tr>
<td>Via Cristais</td>
<td>57.990.933/0001-90</td>
</tr>
<tr>
<td>Concessionária da Rodovia BR-262 MG S.A.</td>
<td>58.492.120/0001-33</td>
</tr>
<tr>
<td>Rota Agro MT-GO</td>
<td>64.017.857/0001-05</td>
</tr>
<tr>
<td>Ecovias Ponte</td>
<td>22.163.297/0001-49</td>
</tr>
<tr>
<td>Rota Sertaneja MG-GO</td>
<td>63.929.367/0001-04</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
<p>Para o nível III, outras nove concessionárias aparecem na relação preliminar:</p>
<div>
<div>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Concessionária</th>
<th>CNPJ</th>
</tr>
<tr>
<td>Concessionária Catarinense de Rodovias S.A.</td>
<td>36.763.716/0001-98</td>
</tr>
<tr>
<td>Concessionária de Rodovia Sul-Matogrossense S.A.</td>
<td>19.642.306/0001-70</td>
</tr>
<tr>
<td>PRVias (Motiva Paraná)</td>
<td>59.196.897/0001-13</td>
</tr>
<tr>
<td>Concessionária do Sistema Rodoviário Rio–São Paulo S.A.</td>
<td>44.319.688/0001-42</td>
</tr>
<tr>
<td>Ecovias Minas Goiás</td>
<td>19.208.022/0001-70</td>
</tr>
<tr>
<td>Ecovias do Cerrado</td>
<td>35.593.905/0001-05</td>
</tr>
<tr>
<td>CCR ViaSul</td>
<td>32.161.500/0001-00</td>
</tr>
<tr>
<td>Ecovias Capixaba</td>
<td>15.484.093/0001-44</td>
</tr>
<tr>
<td>Ecovias Araguaia</td>
<td>15.090.690/0001-94</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
<p>Algumas concessionárias aparecem em mais de um nível, como PRVias, CCR ViaSul e Ecovias Capixaba.</p>
<p>Por isso, os 18 registros das três tabelas não representam 18 concessionárias diferentes. São 14 empresas distintas relacionadas na deliberação rodoviária.</p>
<p>Os resultados dos níveis II e III ainda são preliminares.</p>
<p>A ANTT estabeleceu prazo de 15 dias corridos, contados da publicação da decisão, para apresentação de recursos administrativos pelos interessados.</p>
<p>Depois da análise dos recursos e de nova deliberação da Diretoria Colegiada, poderá ocorrer a homologação definitiva dessas seleções.</p>
<p>A agência também prevê que outras concessionárias, cujos pedidos ainda estejam em análise, possam aderir posteriormente, desde que cumpram os requisitos regulamentares.</p>
<p>Isso significa que as listas publicadas nesta sexta-feira não encerram necessariamente a participação de empresas no programa.</p>
<h2>MRS e Rumo são selecionadas preliminarmente para programa de sustentabilidade ferroviária</h2>
<p>A segunda decisão trata das concessões ferroviárias federais.</p>
<p>A ANTT homologou o resultado preliminar da seleção de três empresas para o nível II do Programa de Sustentabilidade para Infraestrutura de Ferrovias Federais Reguladas.</p>
<p>As concessionárias são MRS Logística, Rumo Malha Paulista e Rumo Malha Central.</p>
<div>
<div>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Concessionária ferroviária</th>
<th>CNPJ</th>
</tr>
<tr>
<td>MRS Logística S.A.</td>
<td>01.417.222/0001-77</td>
</tr>
<tr>
<td>Rumo Malha Paulista S.A.</td>
<td>02.502.844/0001-66</td>
</tr>
<tr>
<td>Rumo Malha Central S.A.</td>
<td>33.572.408/0001-97</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
<p>A seleção foi realizada conforme o Edital Eletrônico nº 4/2025 e homologada preliminarmente pela Deliberação ANTT nº 301.</p>
<p>Assim como no processo rodoviário, os interessados poderão apresentar recursos administrativos no prazo de 15 dias corridos, contados da publicação.</p>
<p>O resultado definitivo dependerá da análise dos recursos e de deliberação posterior da agência.</p>
<p>A ANTT também prevê a possibilidade de participação futura de outras concessionárias ferroviárias cujas candidaturas ainda estejam em avaliação.</p>
<p>A inclusão da MRS e de duas concessionárias da Rumo tem relevância porque o transporte ferroviário de cargas participa da movimentação de grandes volumes de mercadorias e está diretamente relacionado às discussões sobre consumo energético, emissões de gases de efeito estufa e integração logística.</p>
<p>O transporte ferroviário apresenta características operacionais diferentes do rodoviário, especialmente em relação à capacidade de carga por composição e à utilização da infraestrutura.</p>
<p>Entretanto, a avaliação ambiental de cada operação depende de fatores como matriz energética, tipo de locomotiva, condições da via, produtividade, distância percorrida e quantidade efetiva de mercadorias transportadas.</p>
<p>Por isso, a adoção de instrumentos de acompanhamento e de metas verificáveis pode contribuir para avaliações mais precisas do desempenho ambiental das concessões.</p>
<p>A seleção anunciada nesta sexta-feira constitui uma etapa administrativa de participação no programa, não um resultado de redução de emissões já obtido pelas três concessionárias.</p>
<h2>ANTT e Infra S.A. vão integrar sistemas para monitoramento de emissões de veículos de carga</h2>
<p>A terceira decisão envolve uma parceria institucional entre a ANTT e a Infra S.A., empresa pública federal ligada ao planejamento e ao desenvolvimento da infraestrutura de transportes.</p>
<p>A Diretoria Colegiada aprovou a celebração de um acordo de cooperação técnica para compartilhamento de dados e informações e integração de sistemas necessários à implementação e à operação do Programa MelhorAR.</p>
<p>A medida foi formalizada pela Deliberação ANTT nº 304, de 22 de outubro.</p>
<p>De acordo com a decisão, o objetivo é contribuir para a redução das emissões veiculares no transporte rodoviário de cargas e aprimorar a regulação baseada em evidências.</p>
<p>O compartilhamento de informações poderá permitir que os órgãos utilizem bases de dados e sistemas de acompanhamento para subsidiar análises sobre o desempenho ambiental do setor.</p>
<p>Esse tipo de informação é relevante porque a avaliação das emissões de veículos pesados depende de diferentes variáveis, como idade e tecnologia dos motores, combustível utilizado, características das operações, distância percorrida e condições de circulação.</p>
<p>O transporte rodoviário de cargas possui grande participação na movimentação de mercadorias no Brasil e utiliza predominantemente veículos movidos a diesel.</p>
<p>A redução de emissões pode envolver renovação de frota, melhoria da eficiência energética, manutenção dos veículos, utilização de combustíveis alternativos e aperfeiçoamento das operações logísticas.</p>
<p>Entretanto, o acordo autorizado pela ANTT não determina a adoção imediata de uma tecnologia específica.</p>
<p>Também não estabelece, na publicação, metas numéricas de redução de emissões, valores de investimento ou cronograma de substituição de caminhões.</p>
<p>A decisão aprova a celebração da cooperação técnica e estabelece sua finalidade institucional.</p>
<p>O detalhamento das responsabilidades de cada participante deverá constar dos instrumentos e planos de trabalho vinculados à parceria.</p>
<h2>Sustentabilidade nas concessões pode envolver infraestrutura, operação e acompanhamento de resultados</h2>
<p>A aprovação das medidas ocorre em um contexto de maior atenção aos efeitos ambientais das atividades de transporte e logística.</p>
<p>Rodovias e ferrovias possuem características distintas, mas ambas exigem acompanhamento do consumo de recursos, das condições de operação e dos efeitos da infraestrutura sobre o meio ambiente.</p>
<p>Nas concessões rodoviárias, a avaliação de sustentabilidade pode abranger aspectos relacionados à operação da infraestrutura, ao consumo energético, à conservação e às práticas de gestão ambiental.</p>
<p>Nas ferrovias, questões como eficiência operacional, utilização de energia e desempenho das composições também integram o debate sobre redução de emissões.</p>
<p>Essas possibilidades, entretanto, devem ser diferenciadas dos projetos efetivamente aprovados para cada concessionária.</p>
<p>As deliberações publicadas nesta sexta-feira homologam seleções e estabelecem procedimentos para participação no sandbox regulatório. Elas não detalham individualmente quais tecnologias, obras ou equipamentos cada concessionária pretende implementar.</p>
<p>Da mesma forma, a parceria entre ANTT e Infra S.A. está direcionada especificamente ao transporte rodoviário de cargas.</p>
<p>Não se trata de um programa de aquisição de ônibus elétricos, implantação de corredores de transporte coletivo ou financiamento de veículos urbanos.</p>
<p>Embora temas como eletrificação, biometano, baterias e combustíveis alternativos façam parte das discussões ambientais do setor de transportes, as decisões analisadas não estabelecem contratações ou autorizações específicas nessas áreas.</p>
<p>Para as empresas concessionárias, as próximas etapas serão a formalização dos instrumentos aplicáveis, a conclusão dos processos seletivos preliminares e o cumprimento das condições de participação.</p>
<p>No caso do MelhorAR, o desenvolvimento dependerá da celebração do acordo de cooperação técnica e da implementação da integração de informações entre a agência reguladora e a Infra S.A.</p>
<p>A efetividade das iniciativas poderá ser avaliada posteriormente, com base nos projetos executados, nos indicadores adotados e nos resultados ambientais efetivamente medidos.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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]]></content:encoded>

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  <item>
    <title>Istambul recebe biarticulados AKIA de 25 metros para 270 passageiros; renovação traz comparação com elétricos oferecidos no Brasil</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/23/istambul-recebe-biarticulados-akia-de-25-metros-para-270-passageiros-renovacao-traz-comparacao-com-eletricos-oferecidos-no-brasil/</link>
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    <pubDate>Fri, 23 Oct 2026 17:30:47 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Internacional]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Encomenda de 100 ônibus diesel Euro VI reforça o Metrobüs, que liga Europa e Ásia; mercado brasileiro de biarticulados a bateria tem Volvo em operação e previsão de entrada da Higer ADAMO BAZANI A operadora pública IETT, de Istambul, na Turquia, começou a receber uma nova encomenda de 100 ônibus biarticulados AKIA Ultra LF25 para [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="768" height="480" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/861575316_1115486571178905_8301449412550230682_n.jpg?fit=768%2C480&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/861575316_1115486571178905_8301449412550230682_n.jpg?w=768&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/861575316_1115486571178905_8301449412550230682_n.jpg?resize=300%2C188&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/861575316_1115486571178905_8301449412550230682_n.jpg?resize=150%2C94&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/861575316_1115486571178905_8301449412550230682_n.jpg?resize=400%2C250&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 768px) 100vw, 768px" /> <h1></h1>
<p>Encomenda de 100 ônibus diesel Euro VI reforça o Metrobüs, que liga Europa e Ásia; mercado brasileiro de biarticulados a bateria tem Volvo em operação e previsão de entrada da Higer</p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A operadora pública IETT, de Istambul, na Turquia, começou a receber uma nova encomenda de 100 ônibus biarticulados AKIA Ultra LF25 para o Metrobüs, sistema de corredores que conecta os lados europeu e asiático da cidade. A fabricante confirmou a entrega de dez veículos no primeiro lote e anunciou prazo de seis meses para completar o fornecimento.</p>
<p>Com 25 metros de comprimento, cinco eixos e capacidade anunciada para 270 passageiros na divulgação da encomenda, os ônibus utilizam motor diesel Mercedes-Benz, padrão Euro VI, com aproximadamente 510 cv de potência. A renovação atende um corredor de aproximadamente 52 quilômetros e 44 estações, com movimento próximo de um milhão de passageiros por dia, e permite uma comparação com o Brasil, onde a eletrificação dos biarticulados já chegou à operação comercial com a Volvo e poderá ganhar uma concorrente com os modelos prometidos pela Higer.</p>
<p>A entrega dos novos AKIA foi divulgada pela Busworld Türkiye em 15 de outubro de 2026. O fornecimento amplia a presença de um modelo já utilizado em Istambul, enquanto a fabricante informa entregas progressivas para o restante do contrato.</p>
<h2>Ultra LF25 tem cinco eixos e motor Mercedes-Benz de 510 cv</h2>
<p>A denominação apresentada pela fabricante é Ultra LF25. O veículo possui três seções de carroceria, ligadas por duas articulações, configuração destinada a transportar grandes volumes de passageiros por viagem.</p>
<p>Um dos diferenciais é a utilização de cinco eixos, com o último direcional para auxiliar nas manobras. Esse recurso permite que as rodas traseiras participem do movimento de esterçamento, importante para um ônibus desse comprimento.</p>
<p>A ficha da AKIA identifica motor Mercedes-Benz, padrão de emissões Euro VI e transmissão automática. A potência informada na divulgação do novo fornecimento corresponde a aproximadamente 510 cv.</p>
<p>O modelo tem piso baixo integral e recursos de acessibilidade. Na apresentação da encomenda, também são destacados ar-condicionado, portas com abertura para fora, sistemas de assistência ao motorista e câmeras associadas a telas para ampliar a visibilidade.</p>
<p>Há uma diferença entre a capacidade divulgada para a entrega e a configuração apresentada no catálogo: enquanto o comunicado cita 270 passageiros, a página técnica da fabricante relaciona 281, sendo 29 sentados e 252 em pé.</p>
<p>São referências que precisam ser identificadas separadamente. A capacidade depende da disposição interna e dos critérios adotados para ocupação; o número do catálogo não deve substituir automaticamente o informado para o fornecimento a Istambul.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Característica</th>
<th>AKIA Ultra LF25</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Aplicação</td>
<td>Transporte urbano de alta capacidade e BRT</td>
</tr>
<tr>
<td>Configuração</td>
<td>Biarticulado, com três seções</td>
</tr>
<tr>
<td>Comprimento</td>
<td>25 metros</td>
</tr>
<tr>
<td>Largura</td>
<td>2,55 metros</td>
</tr>
<tr>
<td>Altura</td>
<td>3,40 metros</td>
</tr>
<tr>
<td>Eixos</td>
<td>Cinco, com o último direcional</td>
</tr>
<tr>
<td>Propulsão</td>
<td>Diesel</td>
</tr>
<tr>
<td>Motor</td>
<td>Mercedes-Benz, Euro VI</td>
</tr>
<tr>
<td>Potência divulgada para a encomenda</td>
<td>Aproximadamente 510 cv</td>
</tr>
<tr>
<td>Transmissão</td>
<td>Automática</td>
</tr>
<tr>
<td>Capacidade anunciada no fornecimento</td>
<td>270 passageiros</td>
</tr>
<tr>
<td>Configuração apresentada no catálogo</td>
<td>281 passageiros: 29 sentados e 252 em pé</td>
</tr>
<tr>
<td>Acessibilidade</td>
<td>Piso baixo integral e rampas</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>Euro VI é uma classificação de controle de emissões de motores a combustão. Portanto, os veículos dessa encomenda não são elétricos a bateria, embora utilizem equipamentos elétricos e eletrônicos de apoio à operação.</p>
<h2>Fabricante produz na Turquia e mantém unidade no Tajiquistão</h2>
<p>A AKIA é a marca de veículos da Ulaşım İç ve Dış Ticaret A.Ş., empresa com sede em Istambul e produção em Bursa, no distrito de İnegöl. Seu portfólio reúne ônibus urbanos, modelos de menor porte, veículos de dois andares, elétricos, trólebus e produtos para BRT.</p>
<p>Segundo o histórico institucional, a unidade de Bursa foi aberta em 2014. O protótipo do LF25 apareceu em 2016, e a produção em série do biarticulado começou em 2022.</p>
<p>A empresa informa capacidade anual de 600 veículos na fábrica turca. Também mantém uma unidade em Dushanbe, no Tajiquistão, implantada em 2018 em parceria com o grupo local Avesto, com capacidade declarada de 400 veículos por ano.</p>
<p>Além da fabricação, a companhia atua com peças, manutenção e serviços de gestão de garagens. No histórico industrial divulgado pela empresa, a produção em série de elétricos e trólebus começou em 2023.</p>
<h2>Metrobüs liga os dois lados de Istambul</h2>
<p>O Metrobüs começou a operar em 2007 e recebeu ampliações até alcançar os atuais 52 quilômetros. A extensão até Beylikdüzü, inaugurada em julho de 2012, completou essa dimensão do corredor.</p>
<p>O sistema conecta os setores europeu e asiático de Istambul, atravessando o Bósforo. A rede funciona 24 horas por dia e utiliza serviços que atendem diferentes trechos do percurso.</p>
<p>A demanda próxima de um milhão de passageiros diários ajuda a explicar a adoção de ônibus de grande capacidade. O objetivo do novo fornecimento é reforçar o atendimento, especialmente nos períodos de maior movimento.</p>
<p>Para o passageiro, veículos maiores podem ampliar a oferta por partida. O resultado, porém, depende também dos intervalos, do tempo gasto no embarque e desembarque e da capacidade das estações de receber os ônibus e organizar a circulação de pessoas.</p>
<p>Essa relação interessa aos sistemas brasileiros: aumentar o comprimento do veículo exige compatibilidade com plataformas, curvas, terminais e garagens, além de planejamento da quantidade de viagens.</p>
<h2>Brasil tem Volvo elétrico em operação e Higer anunciada</h2>
<p>No mercado brasileiro de biarticulados elétricos a bateria, a oferta comercial efetivamente implantada é a da Volvo, com o BZRT produzido em Curitiba. A Higer anunciou um modelo para disputar esse segmento, ainda dentro de um planejamento de apresentação e testes no País.</p>
<p>A aplicação brasileira já aparece em Goiânia. Em fevereiro de 2026, a Volvo divulgou a entrada de uma frota formada por cinco biarticulados e 16 articulados elétricos, com carrocerias Marcopolo Attivi, para o BRT Leste-Oeste.</p>
<p>O biarticulado Volvo tem 28 metros e capacidade para até 250 passageiros. A plataforma utiliza dois motores elétricos de 200 kW, totalizando 400 kW, e pode receber até oito baterias, com capacidade total de 720 kWh.</p>
<p>A infraestrutura de Goiânia inclui o Eletroposto Oeste, na garagem da Metrobus, com 23 carregadores de 240 kW e possibilidade de atendimento simultâneo a até 46 ônibus, conforme informações da fabricante.</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2025/05/08/primeiro-biarticulado-eletrico-da-volvo-montado-no-brasil-e-apresentado-nesta-quinta-08-marcando-inicio-da-producao-oficial-de-onibus-biarticulados-e-articulados-eletricos-bzrt/?utm_source=chatgpt.com">Relembre: primeiro biarticulado elétrico da Volvo montado no Brasil marca início da produção oficial do BZRT</a></p>
<p>A Higer, por sua vez, apresentou o EON E26EV, biarticulado elétrico integral de 26,5 metros, com capacidade anunciada para até 250 passageiros e autonomia de referência próxima de 300 quilômetros, segundo a empresa.</p>
<p>Em entrevista publicada pelo <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> em janeiro de 2026, o diretor da Higer para a América do Sul, Marcelo Barella, informou previsão de apresentação do modelo no início de 2027 para testes inicialmente em Curitiba.</p>
<p>O projeto admite diferentes configurações de piso. A configuração divulgada também contempla portas dos dois lados, permitindo adaptações a sistemas com plataformas de embarque distintas.</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/01/25/higer-apresenta-novo-onibus-100-eletrico-eon-e26ev-de-265m-que-tambem-sera-comercializado-no-brasil-veja-video-saiba-quando-entrevista/?utm_source=chatgpt.com">Relembre: Higer apresenta biarticulado elétrico EON E26EV de 26,5 metros e anuncia modelo para o Brasil</a></p>
<p>A fabricante prevê apresentar primeiro o articulado da família EON ao mercado brasileiro, seguido pelo biarticulado. Assim, o anúncio da Higer representa uma perspectiva de ampliação da concorrência, enquanto a Volvo já possui produção nacional e veículos em serviço.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Modelo</th>
<th>Propulsão</th>
<th>Comprimento</th>
<th>Capacidade anunciada</th>
<th>Situação</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>AKIA Ultra LF25</td>
<td>Diesel Euro VI</td>
<td>25 metros</td>
<td>270 passageiros no comunicado da encomenda</td>
<td>Entregas para Istambul</td>
</tr>
<tr>
<td>Volvo BZRT biarticulado</td>
<td>Elétrica a bateria</td>
<td>28 metros</td>
<td>Até 250 passageiros</td>
<td>Produção brasileira e operação em Goiânia</td>
</tr>
<tr>
<td>Higer EON E26EV</td>
<td>Elétrica a bateria</td>
<td>26,5 metros</td>
<td>Até 250 passageiros</td>
<td>Apresentação e testes anunciados para o Brasil</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>As lotações não constituem uma comparação direta de conforto ou eficiência. Quantidade de bancos, área disponível para passageiros em pé, espaços de acessibilidade e critérios de ocupação interferem nos números de cada veículo.</p>
<p>A experiência de Istambul mostra a continuidade dos investimentos em ônibus de alta capacidade para corredores muito carregados. No Brasil, a escolha desses veículos passa também pela infraestrutura de recarga, no caso dos elétricos, e pela capacidade de manter a frota disponível durante toda a jornada, com viagens regulares e atendimento compatível com a demanda.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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  </item>
  <item>
    <title>Volare fornece 12 micro-ônibus para operação de fretamento da Manfredi em Santa Catarina</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/23/volare-fornece-12-micro-onibus-para-operacao-de-fretamento-da-manfredi-em-santa-catarina/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Fri, 23 Oct 2026 16:30:40 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Sete unidades do Fly 12 e cinco do Attack 8 serão utilizadas em serviços de fretamento empresarial em Lages (SC) VINÍCIUS DE OLIVEIRA A Volare realizou a entrega de 12 novos micro-ônibus para a Transportes e Turismo Manfredi S.A., de Lages (SC), ampliando a atuação da marca nas operações de fretamento empresarial no Sul do [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="683" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/23102026-Volare-para-a-Manfredi-em-SC_1-e1792773417956.jpg?fit=1024%2C683&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><em>Sete unidades do Fly 12 e cinco do Attack 8 serão utilizadas em serviços de fretamento empresarial em Lages (SC)</em></p>
<p><em><strong>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</strong></em></p>
<p><span lang="PT-BR">A Volare realizou a entrega de 12 novos micro-ônibus para a Transportes e Turismo Manfredi S.A., de Lages (SC), ampliando a atuação da marca nas operações de fretamento empresarial no Sul do País. O fornecimento, realizado por meio da concessionária DAS Comércio de Auto Peças, contempla sete unidades do modelo Fly 12 e cinco do Attack 8, que passam a integrar a frota da operadora catarinense.<u></u><u></u></span></p>
<p><span lang="PT-BR">A nova aquisição reforça a presença da Volare no segmento de fretamento, mercado que demanda veículos com elevados padrões de conforto, eficiência operacional e flexibilidade para atender diferentes perfis de operação.<u></u><u></u></span></p>
<p><span lang="PT-BR">“Cada vez mais operadores escolhem os veículos Volare pela combinação entre versatilidade, robustez, conforto e baixo custo operacional. Os modelos Fly 12 e Attack 8 oferecem soluções adequadas às necessidades atuais do fretamento, com excelente aproveitamento de espaço interno, alto padrão de segurança e uma experiência diferenciada para passageiros e operadores”, destaca Sidnei Vargas, gerente executivo da Volare.<u></u><u></u></span></p>
<p><b><span lang="PT-BR">Fly 12: capacidade e eficiência para grandes operações<u></u><u></u></span></b></p>
<p><span lang="PT-BR">Maior micro-ônibus do mercado brasileiro, o Volare Fly 12 foi desenvolvido para atender operações que exigem elevada capacidade de transporte aliada à eficiência operacional. Na configuração fornecida à Manfredi, os veículos possuem capacidade para até 45 passageiros, além de motorista e auxiliar.<u></u><u></u></span></p>
<p><span lang="PT-BR">Os modelos são equipados com poltronas executivas, tomadas USB dos tipos A e C, sistema de áudio e vídeo, ar-condicionado, elevador de acessibilidade e câmera de ré. Entre os principais diferenciais estão o amplo espaço interno, a dirigibilidade e a redução dos custos operacionais, características que contribuem para maior produtividade e conforto nas operações de fretamento.<u></u><u></u></span></p>
<p><b><span lang="PT-BR">Attack 8: versatilidade e conforto para o transporte de passageiros<u></u><u></u></span></b></p>
<p><span lang="PT-BR">Os cinco Volare Attack 8 entregues à operadora foram configurados para oferecer conforto, praticidade e segurança aos usuários. Os veículos contam com poltronas executivas equipadas com tomadas USB tipo A e C, porta-copos e porta-pacotes, além de sistema de ar-condicionado, vidros colados, cortinas, itinerário eletrônico e bagageiro.<u></u><u></u></span></p>
<p><span lang="PT-BR">Os modelos também possuem Dispositivo de Transposição Acessível (DTA), parede de separação total e soluções desenvolvidas para ampliar o conforto dos passageiros e a eficiência da operação, reforçando a versatilidade que caracteriza a família Attack.</span></p>
<p>Confira mais imagens:</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-540960" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/23102026-Volare-para-a-Manfredi-em-SC_2.jpg?resize=1024%2C683&#038;ssl=1" alt="" width="1024" height="683" /></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-540962" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/23102026-Volare-para-a-Manfredi-em-SC_4.jpg?resize=1024%2C683&#038;ssl=1" alt="" width="1024" height="683" /></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-540961" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/23102026-Volare-para-a-Manfredi-em-SC_3.jpg?resize=1024%2C683&#038;ssl=1" alt="" width="1024" height="683" /></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-540963" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/23102026-Volare-para-a-Manfredi-em-SC_5.jpg?resize=1024%2C683&#038;ssl=1" alt="" width="1024" height="683" /></p>
<p><em><strong>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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  </item>
  <item>
    <title>Caio homenageia JTP pela compra do primeiro Apache Vip 6 do Brasil</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/23/caio-homenageia-jtp-pela-compra-do-primeiro-apache-vip-6-do-brasil/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/23/caio-homenageia-jtp-pela-compra-do-primeiro-apache-vip-6-do-brasil/#comments</comments>
    <pubDate>Fri, 23 Oct 2026 16:05:02 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Carrocerias]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Reconhecimento entregue à diretoria foi divulgado pelo representante Gildo Vendramini; compra e imagens do primeiro veículo foram antecipadas pelo Diário do Transporte, e ônibus integram a renovação de Rio Branco (AC) ADAMO BAZANI A Caio entregou nesta semana uma homenagem à diretoria da JTP Transportes pela aquisição da primeira unidade comercializada do Apache Vip 6 [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="761" height="412" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/vip6.jpg?fit=761%2C412&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/vip6.jpg?w=761&amp;ssl=1 761w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/vip6.jpg?resize=300%2C162&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/vip6.jpg?resize=150%2C81&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/vip6.jpg?resize=400%2C217&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 761px) 100vw, 761px" /> <p><em>Reconhecimento entregue à diretoria foi divulgado pelo representante Gildo Vendramini; compra e imagens do primeiro veículo foram antecipadas pelo<strong> Diário do Transporte</strong>, e ônibus integram a renovação de Rio Branco (AC)</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A Caio entregou nesta semana uma homenagem à diretoria da JTP Transportes pela aquisição da primeira unidade comercializada do Apache Vip 6 no Brasil. O reconhecimento, divulgado pelo representante da fabricante, Gildo Vendramini, registra a participação da operadora na estreia comercial da sexta geração da carroceria urbana, apresentada em agosto durante a Lat.Bus 2026, em São Paulo.</p>
<p>O primeiro veículo faz parte da encomenda de 20 Apache Vip 6 e 60 Apache Vip 5 para Rio Branco, no Acre, onde a JTP assumiu o transporte coletivo em 2 de outubro, substituindo a Ricco Transportes. O <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> foi o primeiro veículo de comunicação a noticiar a compra e, posteriormente, a divulgar a imagem do primeiro ônibus da nova geração concluído para a empresa.</p>
<p>Em 2 de setembro, a reportagem revelou a aquisição dos 80 ônibus zero quilômetro, todos sobre chassis Mercedes-Benz. A encomenda reuniu duas gerações consecutivas do Apache Vip para a mesma operação, poucas semanas depois da apresentação pública do novo modelo.</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/09/02/jtp-compra-20-novos-apache-vip-6-modelo-recem-lancado-pela-caio-na-lat-bus-e-60-apache-vip-5/">Relembre: JTP compra 20 novos Apache Vip 6, modelo recém-lançado pela Caio na Lat.Bus, e 60 Apache Vip 5</a></p>
<p>Em 28 de setembro, o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> mostrou, em primeira mão, o primeiro Apache Vip 6 comercializado no País já pronto para a JTP, com destino à capital acreana.</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/09/28/exclusivo-primeiro-caio-apache-vip-6-comercializado-no-brasil-esta-pronto-para-a-jtp-e-vai-integrar-renovacao-dos-onibus-de-rio-branco-ac/">Relembre: primeiro Caio Apache Vip 6 comercializado no Brasil está pronto para a JTP e vai integrar renovação dos ônibus de Rio Branco</a></p>
<h2>Relação com a Caio passa por micro-ônibus e gerações anteriores do Apache Vip</h2>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-540946" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/jto.jpg?resize=765%2C559&#038;ssl=1" alt="" width="765" height="559" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/jto.jpg?w=765&amp;ssl=1 765w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/jto.jpg?resize=300%2C219&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/jto.jpg?resize=150%2C110&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/jto.jpg?resize=400%2C292&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 765px) 100vw, 765px" /></p>
<p>Embora a frota da JTP reúna veículos de diferentes fabricantes, a presença da Caio acompanha etapas da trajetória da empresa, contemplando aquisições de ônibus zero quilômetro, seminovos e usados. Essa relação passa pelos micro-ônibus Foz, utilizados pela operadora, e por gerações anteriores do Apache Vip, antes da aquisição do modelo lançado neste ano.</p>
<p>Há registros de veículos Foz da JTP tanto em atividades de transporte de estudantes quanto na operação que a companhia manteve em Embu das Artes, na Região Metropolitana de São Paulo. A expansão nos sistemas urbanos também ampliou a presença dos Apache Vip nas garagens do grupo.</p>
<p>Em dezembro de 2023, por exemplo, a Caio anunciou a aquisição de 47 Apache Vip pela JTP para Porto Velho, em Rondônia. O lote foi produzido sobre chassis Mercedes-Benz com tecnologia de controle de emissões Proconve P8, equivalente à Euro VI, e incluiu veículos com ar-condicionado, tomadas USB e equipamentos de acessibilidade.</p>
<p>Em Bragança Paulista, no interior de São Paulo, outra renovação foi acompanhada pelo <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> em março de 2025, quando a fabricante concluiu 24 ônibus novos para a operação Rental-JTP, com ar-condicionado e uma nova identidade visual.</p>
<p>A compra para Rio Branco dá continuidade a esse relacionamento e acrescenta um marco: a entrada da JTP entre os clientes que colocam em circulação uma nova geração de produto da encarroçadora.</p>
<p>A entrega do reconhecimento também cria uma oportunidade de aproximação entre a indústria e quem utiliza os veículos diariamente. No transporte coletivo, essa interlocução tem aplicação prática: operadores podem levar à fabricante experiências de manutenção, desgaste de componentes, limpeza, acessibilidade e funcionamento dos equipamentos em diferentes condições de serviço.</p>
<p>Na introdução de uma nova carroceria, esse diálogo pode contribuir para ajustes de produto e para o atendimento após a venda. A experiência das garagens e das equipes de operação ajuda a mostrar como as soluções desenvolvidas na fábrica se comportam nas ruas.</p>
<h2>Rio Branco recebeu a nova geração durante a troca de operadora</h2>
<p>A chegada dos Apache Vip 6 ao Acre ocorreu dentro de uma mudança mais ampla no transporte coletivo de Rio Branco.</p>
<p>A contratação da JTP foi conduzida emergencialmente pela prefeitura, após a avaliação das dificuldades do sistema. A empresa foi a única participante da seleção, e o município estabeleceu um período de transição de até 90 dias com a Ricco para preservar o atendimento enquanto a nova operadora organizava frota, trabalhadores e estrutura de funcionamento.</p>
<p>O modelo contratual passou a considerar a remuneração por quilômetro rodado, com previsão de acompanhamento da operação pela Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito, a RBTrans, por meio de informações de GPS e bilhetagem eletrônica.</p>
<p>Em julho, a prefeitura havia apresentado um planejamento de 120 ônibus, inicialmente com 19 veículos novos e perspectiva de ampliação das entregas. A encomenda revelada pelo <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> em setembro elevou para 80 o número de unidades zero quilômetro previstas para a renovação.</p>
<p>Na apresentação oficial de 1º de outubro, a composição anunciada foi de 120 ônibus: os 80 novos e outros 40 seminovos. Segundo a RBTrans, o planejamento previa 110 veículos em circulação e dez de reserva operacional.</p>
<p>A JTP iniciou os serviços no dia seguinte, sob a identificação COM Rio Branco. A mudança também envolveu a adaptação da bilhetagem e a transferência dos créditos dos passageiros.</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/10/01/rio-branco-ac-apresenta-nova-frota-de-120-onibus-e-jtp-inicia-operacao-nesta-sexta-feira-2-renovacao-inclui-20-apache-vip-6-revelados-pelo-diario-do-transporte/?utm_source=chatgpt.com">Relembre: Rio Branco apresenta nova frota de 120 ônibus e entrada da JTP; renovação inclui 20 Apache Vip 6 revelados pelo Diário do Transporte</a></p>
<p>Para os passageiros, a renovação trouxe veículos com equipamentos como ar-condicionado, tomadas USB e acessibilidade. A disponibilidade dessa frota precisa ser acompanhada pela manutenção e pelo cumprimento das viagens, fatores que determinam o resultado cotidiano do investimento.</p>
<h2>Do transporte escolar às linhas municipais</h2>
<p>Fundada em 2005, a JTP tem sua origem ligada ao transporte escolar e sede administrativa em Barueri, na Região Metropolitana de São Paulo. A empresa ampliou sua atuação para linhas urbanas regulares, mantendo também os serviços destinados a estudantes.</p>
<p>Entre as operações municipais, a companhia passou por Embu das Artes e assumiu sistemas em Bragança Paulista e Porto Velho, antes da entrada em Rio Branco.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Município</th>
<th>Trajetória da JTP nas linhas urbanas</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Porto Velho (RO)</td>
<td>Opera desde 1º de outubro de 2020</td>
</tr>
<tr>
<td>Bragança Paulista (SP)</td>
<td>Opera desde 4 de outubro de 2020</td>
</tr>
<tr>
<td>Rio Branco (AC)</td>
<td>Assumiu a operação em 2 de outubro de 2026</td>
</tr>
<tr>
<td>Embu das Artes (SP)</td>
<td>Operou de outubro de 2019 a fevereiro de 2026</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>Em Porto Velho, a entrada ocorreu após a conquista da concessão municipal. Em Bragança Paulista, a JTP substituiu a Nossa Senhora de Fátima. Já em Embu das Artes, deixou as linhas municipais no fim de fevereiro deste ano, com a entrada da Viação Cidade das Artes em 1º de março.</p>
<p>Os contratos de transporte escolar constituem outra frente de atividade e não estão incluídos nessa relação de sistemas urbanos.</p>
<p>A homenagem da Caio reconhece, assim, uma compra que se insere tanto na evolução da frota da JTP quanto no lançamento de uma nova geração de ônibus. A relação entre fabricante e operadora, construída com veículos de diferentes portes e aplicações, passa agora a incluir o primeiro Apache Vip 6 comercializado no Brasil.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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  </item>
  <item>
    <title>Acidente entre ônibus rodoviário da Guanabara e caminhão deixa feridos na BR-040, em Congonhas (MG), nesta sexta-feira (23)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/23/acidente-entre-onibus-rodoviario-da-guanabara-e-caminhao-deixa-feridos-na-br-040-em-congonhas-mg-nesta-sexta-feira-23/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Fri, 23 Oct 2026 15:30:09 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Uma das vítimas ficou presa às ferragens e foi socorrida pelo Corpo de Bombeiros VINÍCIUS DE OLIVEIRA Na manhã desta sexta-feira, 23 de outubro, por volta das 8h53, ao menos três pessoas ficaram feridas em um acidente entre um ônibus rodoviário da empresa Guanabara, modelo Double Decker, e um caminhão na BR-040, em Congonhas (MG); [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="576" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/cidades-br-040-congonhas-acidente-1792766168.jpg?fit=1024%2C576&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/cidades-br-040-congonhas-acidente-1792766168.jpg?w=1200&amp;ssl=1 1200w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/cidades-br-040-congonhas-acidente-1792766168.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/cidades-br-040-congonhas-acidente-1792766168.jpg?resize=1024%2C576&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/cidades-br-040-congonhas-acidente-1792766168.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/cidades-br-040-congonhas-acidente-1792766168.jpg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/cidades-br-040-congonhas-acidente-1792766168.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Uma das vítimas ficou presa às ferragens e foi socorrida pelo Corpo de Bombeiros</em></p>
<p><em><strong>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</strong></em></p>
<p>Na manhã desta sexta-feira, 23 de outubro, por volta das 8h53, ao menos três pessoas ficaram feridas em um acidente entre um ônibus rodoviário da empresa Guanabara, modelo Double Decker, e um caminhão na BR-040, em Congonhas (MG); a colisão ocorreu na altura do quilômetro 617, sentido Conselheiro Lafaiete, na altura do bairro Murtinho.</p>
<p>Dentre os feridos, um homem que estava no segundo andar do coletivo ficou preso às ferragens. Segundo o Corpo de Bombeiros, a vítima teria apresentado suspeita de fraturas.</p>
<p>O passageiro ficou com as pernas presas e os agentes de segurança tiveram de utilizar equipamentos de corte e afastamento de ferragens, o retirando por uma das janelas.</p>
<p>O homem foi então encaminhado ao Hospital Bom Jesus, em Congonhas, pelo SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência).</p>
<p>A ocorrência contou com atendimento também da PRF (Polícia Rodoviária Federal).</p>
<p>Confira a nota da empresa Guanabara na íntegra:</p>
<p><em>&#8220;Em relação ao incidente envolvendo o ônibus que realizava a linha São Paulo (SP) para Mariana (MG) que, a Guanabara informa que, imediatamente após o ocorrido, a empresa acionou os protocolos de emergência e providenciou todo o atendimento necessário no local.</em></p>
<p><em>Três pessoas sofreram ferimentos leves e foram prontamente encaminhadas para atendimento hospitalar, entre elas o motorista, que já recebeu alta e passa bem.</em></p>
<p><em>A Guanabara ressalta que o veículo envolvido estava com todas as vistorias técnicas e manutenções rigorosamente em dia e devidamente autorizado para a operação pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).</em></p>
<p><em>O motorista é capacitado e cumpria jornada de trabalho regular e adequada. O profissional está na empresa há mais de quatro anos e já realizou mais de 148 horas de treinamento para condução segura.</em></p>
<p><em>Os demais passageiros seguiram viagem com segurança até os seus destinos por meio de um veículo de transbordo providenciado imediatamente pela empresa.</em></p>
<p><em>A Guanabara acompanha com atenção toda a ocorrência dando suporte e assistência necessários às vítimas e seus familiares. A empresa segue colaborando com as forças de segurança nas investigações das causas do acidente.&#8221;</em></p>
<p><em><strong>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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  </item>
  <item>
    <title>Artesp mantém suspensa por até mais um ano linha da Andorinha entre Presidente Epitácio e São Paulo e autoriza mudanças para São Bento e Atibaia São Paulo</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/23/artesp-mantem-suspensa-por-ate-mais-um-ano-linha-da-andorinha-entre-presidente-epitacio-e-sao-paulo-e-autoriza-mudancas-para-sao-bento-e-atibaia-sao-paulo/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Fri, 23 Oct 2026 15:01:15 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Artesp]]></category><category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Reportagens Especiais]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Decisões publicadas nesta sexta-feira (23) prorrogam paralisação de ligação rodoviária com a capital e permitem alterações experimentais em serviços semiurbanos nas regiões de Franca e Atibaia; empresas têm prazo de até 15 dias para iniciar novas operações autorizadas ADAMO BAZANI A Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp) autorizou a Empresa de Transportes [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="768" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261010_1306072.jpg?fit=1024%2C768&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261010_1306072.jpg?w=4030&amp;ssl=1 4030w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261010_1306072.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261010_1306072.jpg?resize=1024%2C768&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261010_1306072.jpg?resize=150%2C112&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261010_1306072.jpg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261010_1306072.jpg?resize=1536%2C1152&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261010_1306072.jpg?resize=2048%2C1536&amp;ssl=1 2048w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261010_1306072.jpg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261010_1306072.jpg?w=3000&amp;ssl=1 3000w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Decisões publicadas nesta sexta-feira (23) prorrogam paralisação de ligação rodoviária com a capital e permitem alterações experimentais em serviços semiurbanos nas regiões de Franca e Atibaia; empresas têm prazo de até 15 dias para iniciar novas operações autorizadas</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp) autorizou a Empresa de Transportes Andorinha a manter paralisada, por até mais 365 dias, a linha rodoviária entre Presidente Epitácio, no extremo oeste paulista, e a cidade de São Paulo. A decisão, publicada nesta sexta-feira, 23 de outubro de 2026, prorroga uma suspensão já autorizada anteriormente e considera como início do novo período o dia 17 de outubro, quando terminou a vigência da autorização anterior. Na mesma edição do Diário Oficial, a agência permitiu mudanças experimentais em duas outras ligações intermunicipais de ônibus, operadas pela Viação São Bento e pela Viação Atibaia São Paulo.</p>
<p>As alterações autorizadas envolvem a linha semiurbana entre São Joaquim da Barra e Ituverava, da São Bento, que terá período experimental de 180 dias, e o serviço entre Atibaia e Piracaia, da Viação Atibaia São Paulo, com prazo experimental remanescente de 120 dias. Nos dois casos, as transportadoras terão até 15 dias após a publicação para iniciar a operação conforme as tabelas aprovadas pela Artesp. As decisões podem afetar horários e condições de atendimento de passageiros que utilizam os ônibus em deslocamentos regionais, enquanto a autorização concedida à Andorinha mantém a paralisação temporária de um serviço rodoviário de longa distância.</p>
<p>As três decisões foram tomadas a partir de solicitações apresentadas pelas próprias empresas à agência reguladora.</p>
<p>Embora publicadas na mesma edição, elas têm efeitos diferentes. Para a Andorinha, foi autorizada a continuidade da paralisação de uma linha. Para a São Bento e a Atibaia São Paulo, foram deferidas modificações operacionais em serviços que atendem municípios do interior paulista.</p>
<h2>Andorinha poderá manter linha Presidente Epitácio–São Paulo paralisada até outubro de 2027</h2>
<p>A decisão envolvendo a Empresa de Transportes Andorinha S.A. autoriza expressamente a prorrogação da paralisação temporária por até 365 dias da linha rodoviária entre Presidente Epitácio e São Paulo.</p>
<p>O novo período é contado a partir de 17 de outubro de 2026, data indicada pela Artesp como encerramento da suspensão anteriormente concedida.</p>
<p>Caso seja utilizado integralmente, o prazo poderá se estender até outubro de 2027.</p>
<p>A medida mantém a possibilidade de a empresa não realizar a operação dessa linha específica durante o período autorizado. Isso não representa, entretanto, uma extinção definitiva do serviço nem uma proibição geral para a Andorinha operar outras ligações rodoviárias.</p>
<p>Presidente Epitácio fica no extremo oeste do Estado de São Paulo, na região do Pontal do Paranapanema, próxima à divisa com Mato Grosso do Sul.</p>
<p>A ligação rodoviária com a capital tem importância para deslocamentos de longa distância, incluindo viagens por motivos de trabalho, saúde, estudo, negócios e visitas familiares.</p>
<p>É necessário distinguir a autorização de paralisação dessa linha da disponibilidade de passagens para o mesmo destino em outros serviços da empresa ou de diferentes transportadoras. A decisão publicada não constitui, isoladamente, um levantamento da oferta total de ônibus entre as duas cidades.</p>
<p>A prorrogação também precisa ser analisada diante de outra publicação recente da Artesp.</p>
<p>Na quarta-feira, 21 de outubro, o Diário do Transporte noticiou que a agência havia aberto prazo de sete dias para manifestações sobre um pedido de alteração operacional da Andorinha na ligação entre Presidente Epitácio e São Paulo.</p>
<p>Naquele procedimento, a solicitação envolvia a tabela de horários e distâncias referente ao itinerário A.</p>
<p>Agora, dois dias depois, a agência publica a autorização para prorrogar a paralisação temporária.</p>
<p>São procedimentos administrativos distintos: um relacionado à análise de alterações operacionais e outro à continuidade da suspensão anteriormente autorizada.</p>
<p>A existência dos dois procedimentos não permite concluir, sem examinar a documentação técnica correspondente, que a alteração solicitada tenha sido aprovada ou que uma eventual retomada já esteja programada.</p>
<p>Para o passageiro, a confirmação das viagens efetivamente oferecidas e dos pontos de embarque deve ser feita nos canais oficiais das empresas que comercializam os serviços.</p>
<h2>São Bento poderá alterar horários e operação entre São Joaquim da Barra e Ituverava</h2>
<p>A Artesp também deferiu pedido da Viação São Bento Ltda. para modificar, em caráter experimental, a operação da linha intermunicipal semiurbana entre São Joaquim da Barra e Ituverava.</p>
<p>Os dois municípios ficam no interior paulista, na região de Franca, e mantêm relações econômicas e de deslocamento regional que tornam o transporte intermunicipal importante para a população.</p>
<p>A autorização estabelece um período de experiência de 180 dias, durante o qual a empresa deverá operar conforme a tabela de horários e distâncias aprovada pela agência.</p>
<p>A nova configuração corresponde ao itinerário A.</p>
<p>O despacho determina que a transportadora comece a executar as alterações em até 15 dias após a publicação de 23 de outubro de 2026.</p>
<p>Assim, o prazo administrativo para o início da operação modificada vai até 7 de novembro, sem que isso signifique necessariamente que a empresa utilizará todo esse intervalo.</p>
<p>Há ainda uma condição para a consolidação das mudanças.</p>
<p>Ao término dos 180 dias, caso não haja manifestações dos interessados, a tabela operacional será considerada tacitamente efetiva, conforme a autorização.</p>
<p>Esse mecanismo permite que a operação modificada seja observada por determinado período antes de sua consolidação.</p>
<p>O impacto para o passageiro dependerá das alterações efetivamente previstas na tabela técnica aprovada, especialmente em relação à distribuição dos horários, ao itinerário e às distâncias percorridas.</p>
<p>A publicação identifica essa tabela, mas não reproduz a relação completa de partidas ou a sequência detalhada de atendimento dos pontos da linha. Por isso, não é possível anunciar horários específicos apenas com base no despacho.</p>
<h2>Atibaia São Paulo terá 120 dias de experiência nas mudanças entre Atibaia e Piracaia</h2>
<p>Outra autorização publicada pela Artesp beneficia a Viação Atibaia São Paulo Ltda., que poderá alterar a operação da linha intermunicipal semiurbana entre Atibaia e Piracaia.</p>
<p>A ligação atende dois municípios próximos, no interior paulista, com deslocamentos relacionados às atividades comerciais, aos serviços, à educação e às relações econômicas locais.</p>
<p>A agência deferiu o pedido apresentado pela transportadora e estabeleceu que as mudanças ocorrerão em caráter experimental, pelo prazo remanescente de 120 dias.</p>
<p>Assim como no caso da São Bento, a empresa deverá iniciar a operação modificada em até 15 dias após a publicação.</p>
<p>A autorização se refere à tabela de horários e distâncias do itinerário A.</p>
<p>A expressão utilizada pela Artesp, prazo remanescente, deve ser observada porque indica que os 120 dias não devem ser automaticamente interpretados como um novo prazo integral, independente das condições administrativas anteriores.</p>
<p>A documentação completa da mudança é necessária para identificar o calendário exato do período experimental.</p>
<p>Para os usuários, a alteração pode ser importante principalmente quando há necessidade de combinar os horários dos ônibus com jornadas de trabalho, aulas e outros compromissos cotidianos.</p>
<p>A nova tabela deverá orientar a operação autorizada, e os passageiros precisam ter acesso às informações atualizadas para organizar suas viagens.</p>
<h2>O que muda para os passageiros</h2>
<p>As decisões envolvem três situações diferentes do transporte intermunicipal paulista.</p>
<div>
<div>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Empresa</th>
<th>Ligação</th>
<th>Decisão da Artesp</th>
<th>Prazo</th>
</tr>
<tr>
<td>Andorinha</td>
<td>Presidente Epitácio–São Paulo</td>
<td>Prorrogação da paralisação temporária</td>
<td>Até 365 dias a partir de 17 de outubro</td>
</tr>
<tr>
<td>Viação São Bento</td>
<td>São Joaquim da Barra–Ituverava</td>
<td>Alteração operacional experimental</td>
<td>180 dias</td>
</tr>
<tr>
<td>Viação Atibaia São Paulo</td>
<td>Atibaia–Piracaia</td>
<td>Alteração operacional experimental</td>
<td>Prazo remanescente de 120 dias</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
<p>As autorizações da São Bento e da Atibaia São Paulo passam a permitir a implantação das tabelas modificadas dentro dos prazos estabelecidos pela agência.</p>
<p>No caso da Andorinha, o despacho prolonga uma situação de paralisação anteriormente autorizada e não estabelece uma data de retomada das viagens.</p>
<p>A Artesp é responsável pela regulação e fiscalização do transporte coletivo intermunicipal paulista, cabendo à agência analisar solicitações das transportadoras e acompanhar o cumprimento das condições autorizadas.</p>
<p>As decisões publicadas nesta sexta-feira mostram a diferença entre os procedimentos de paralisação temporária e os de alteração operacional, que possuem consequências distintas para as empresas e para os usuários.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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  </item>
  <item>
    <title>Minas autoriza previamente transferência de linhas da Itamarati à Leste e rejeita recursos de Gardênia, Gontijo e outras empresas</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/23/minas-autoriza-previamente-transferencia-de-linhas-da-itamarati-a-leste-e-rejeita-recursos-de-gardenia-gontijo-e-outras-empresas/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Fri, 23 Oct 2026 14:31:52 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Reportagens Especiais]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Duas ligações com Caratinga estão abrangidas pela decisão da Seinfra; conselho também emitiu pareceres favoráveis a pedidos da São Luiz MG, Unipenha e Sertões e julgou 49 casos de autos de infração ADAMO BAZANI O Governo de Minas Gerais concedeu anuência prévia para a transferência de duas linhas intermunicipais da Viação Itamarati para a Leste [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="971" height="647" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/1139-gonyijo.jpg?fit=971%2C647&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/1139-gonyijo.jpg?w=971&amp;ssl=1 971w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/1139-gonyijo.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/1139-gonyijo.jpg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/1139-gonyijo.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/1139-gonyijo.jpg?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 971px) 100vw, 971px" /> <p><em>Duas ligações com Caratinga estão abrangidas pela decisão da Seinfra; conselho também emitiu pareceres favoráveis a pedidos da São Luiz MG, Unipenha e Sertões e julgou 49 casos de autos de infração</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>O Governo de Minas Gerais concedeu anuência prévia para a transferência de duas linhas intermunicipais da Viação Itamarati para a Leste Viagens e Turismo, nas ligações de Imbé de Minas e São Sebastião do Batatal com Caratinga. A decisão foi publicada nesta sexta-feira, 23 de outubro de 2026, em edição do Diário Oficial que também reúne pareceres favoráveis a pedidos da Auto Viação São Luiz MG, da Viação Unipenha e da Viação Sertões de Transportes.</p>
<p>Na fiscalização dos serviços, o Conselho de Transporte Coletivo Intermunicipal e Metropolitano rejeitou 48 recursos contra autos de infração, incluindo 20 da Expresso Gardênia, 13 da Viação Pássaro Verde e um da Gontijo. Outro auto, da Rápido Sudoestino, foi cancelado de ofício por unanimidade. Os resultados abrangem empresas do transporte intermunicipal e consórcios metropolitanos, responsáveis por serviços utilizados em deslocamentos entre cidades mineiras.</p>
<h2>Transferência envolve duas ligações com Caratinga</h2>
<p>A anuência prévia da Secretaria de Estado de Infraestrutura, Mobilidade e Parcerias envolve o contrato de concessão firmado em 2015 e atualmente vinculado à Viação Itamarati Ltda. A empresa indicada para receber a concessão é a Leste Viagens e Turismo Ltda.</p>
<p>A decisão foi assinada pela subsecretária de Transportes e Mobilidade, Larissa de Albuquerque Sgarbi, e contempla as seguintes linhas:</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Linha</th>
<th>Ligação</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>4512</td>
<td>Imbé de Minas–Caratinga</td>
</tr>
<tr>
<td>4612</td>
<td>São Sebastião do Batatal–Caratinga</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>A autorização corresponde à anuência prévia do poder concedente para a transferência contratual. É uma etapa administrativa da mudança de responsabilidade pelas concessões que atendem essas ligações.</p>
<p>Para os passageiros, as duas linhas representam o acesso a Caratinga a partir de Imbé de Minas e de São Sebastião do Batatal. A decisão publicada trata da transferência do contrato entre as empresas.</p>
<h2>São Luiz MG, Unipenha e Sertões recebem pareceres favoráveis</h2>
<p>O Conselho de Transporte Coletivo Intermunicipal e Metropolitano também publicou os resultados de dois pedidos empresariais analisados na reunião de 20 de outubro.</p>
<p>No caso da Auto Viação São Luiz MG Ltda., os conselheiros decidiram, por unanimidade, opinar pelo deferimento do pleito.</p>
<p>Em outro julgamento, envolvendo conjuntamente a Viação Unipenha Ltda. e a Viação Sertões de Transportes Ltda., o colegiado aprovou, também por unanimidade, parecer favorável ao deferimento do pedido de anuência prévia.</p>
<p>As deliberações registram a manifestação favorável do conselho sobre os pedidos apresentados pelas empresas. A decisão relativa à Itamarati e à Leste foi publicada separadamente, pela Subsecretaria de Transportes e Mobilidade.</p>
<h2>Gardênia concentra 20 dos 48 recursos rejeitados</h2>
<p>Na mesma reunião, o conselho examinou 49 casos de autos de infração. A Expresso Gardênia concentrou o maior número de recursos rejeitados, com 20, seguida pela Viação Pássaro Verde, com 13.</p>
<p>A Expresso Araguari teve quatro recursos negados. A Empresa São Geraldo e o Consórcio Linha Verde, identificado como RIT 5, tiveram duas rejeições cada.</p>
<p>Também foram rejeitados recursos da Empresa Gontijo de Transporte, da Viação Presidente, da Viação São Vicente, da Empresa Santa Maria, do Consórcio Metropolitano de Transporte, identificado como RIT 3, e do Consórcio Estrada Real, RIT 4.</p>
<p>A Rápido Sudoestino aparece em dois julgamentos com resultados diferentes: em um deles, o recurso foi rejeitado; no outro, o auto foi cancelado de ofício.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Empresa ou consórcio</th>
<th>Recursos rejeitados</th>
<th>Autos cancelados</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Expresso Gardênia</td>
<td>20</td>
<td>—</td>
</tr>
<tr>
<td>Viação Pássaro Verde</td>
<td>13</td>
<td>—</td>
</tr>
<tr>
<td>Expresso Araguari</td>
<td>4</td>
<td>—</td>
</tr>
<tr>
<td>Empresa São Geraldo</td>
<td>2</td>
<td>—</td>
</tr>
<tr>
<td>Consórcio Linha Verde — RIT 5</td>
<td>2</td>
<td>—</td>
</tr>
<tr>
<td>Rápido Sudoestino</td>
<td>1</td>
<td>1</td>
</tr>
<tr>
<td>Empresa Gontijo de Transporte</td>
<td>1</td>
<td>—</td>
</tr>
<tr>
<td>Viação Presidente</td>
<td>1</td>
<td>—</td>
</tr>
<tr>
<td>Viação São Vicente</td>
<td>1</td>
<td>—</td>
</tr>
<tr>
<td>Empresa Santa Maria</td>
<td>1</td>
<td>—</td>
</tr>
<tr>
<td>Consórcio Metropolitano de Transporte — RIT 3</td>
<td>1</td>
<td>—</td>
</tr>
<tr>
<td>Consórcio Estrada Real — RIT 4</td>
<td>1</td>
<td>—</td>
</tr>
<tr>
<td>Total</td>
<td>48</td>
<td>1</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>As quatro rejeições de recursos da Expresso Araguari foram aprovadas por unanimidade. As demais decisões de rejeição foram tomadas por maioria.</p>
<p>Em dois julgamentos da Gardênia e em um da São Vicente, o resultado aprovado pelo colegiado foi contrário ao voto da relatoria. Nessas situações, o representante do Departamento de Estradas de Rodagem de Minas Gerais, Márcio Ivanei do Nascimento, foi designado para redigir o voto vencedor.</p>
<p>A reunião foi presidida por Lorena Milagres Peron. O próximo encontro do conselho está previsto para 3 de novembro, a partir das 9h.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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  </item>
  <item>
    <title>São Paulo discute lei para reciclagem e reaproveitamento de baterias de ônibus e carros elétricos; projeto também prevê destinação ambientalmente segura</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/23/sao-paulo-discute-lei-para-reciclagem-e-reaproveitamento-de-baterias-de-onibus-e-carros-eletricos-projeto-tambem-preve-destinacao-ambientalmente-segura/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Fri, 23 Oct 2026 14:01:20 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Eletromobilidade]]></category><category><![CDATA[Meio ambiente]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Proposta apresentada na Assembleia Legislativa pela deputada Carla Morando busca estimular reutilização, recuperação de materiais e economia circular; discussão ocorre enquanto cresce a eletrificação das frotas de transporte coletivo e o Congresso Nacional analisa regras para todo o País ADAMO BAZANI A Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo iniciou a tramitação de um projeto [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="628" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/baterias.jpg?fit=1024%2C628&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/baterias.jpg?w=1256&amp;ssl=1 1256w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/baterias.jpg?resize=300%2C184&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/baterias.jpg?resize=1024%2C628&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/baterias.jpg?resize=150%2C92&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/baterias.jpg?resize=768%2C471&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/baterias.jpg?resize=400%2C245&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Proposta apresentada na Assembleia Legislativa pela deputada Carla Morando busca estimular reutilização, recuperação de materiais e economia circular; discussão ocorre enquanto cresce a eletrificação das frotas de transporte coletivo e o Congresso Nacional analisa regras para todo o País</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo iniciou a tramitação de um projeto de lei que propõe criar uma política estadual para o reaproveitamento, a reciclagem e o descarte ambientalmente seguro de baterias utilizadas em veículos elétricos e híbridos. A proposta, de autoria da deputada estadual Carla Morando, entrou na pauta para recebimento de emendas nesta sexta-feira, 23 de outubro de 2026, e tem relação direta com uma das questões que ganham importância à medida que aumenta a frota eletrificada: o destino das baterias quando deixam de atender às necessidades dos veículos, inclusive dos ônibus utilizados no transporte coletivo.</p>
<p>A discussão ocorre em um momento de expansão das compras de ônibus elétricos no Estado de São Paulo e em outras regiões brasileiras, com investimentos de empresas e governos em veículos, garagens e sistemas de recarga. O desafio ambiental, entretanto, não termina quando um ônibus deixa de emitir poluentes pelo escapamento. É necessário considerar também a fabricação, a utilização, a eventual substituição, o reaproveitamento e a destinação final de suas baterias. O projeto paulista, ainda em fase inicial de tramitação, acompanha um movimento semelhante no Congresso Nacional, onde uma proposta de política nacional de circularidade das baterias foi aprovada pelo Senado e encaminhada à Câmara dos Deputados em setembro deste ano.</p>
<p>A proposição estadual, identificada como Projeto de Lei 887/2026, tem como objetivo instituir a Política Estadual de Reaproveitamento, Reciclagem e Descarte Ambientalmente Seguro de Baterias de Veículos Elétricos e Híbridos.</p>
<p>A matéria entrou no primeiro período de pauta para recebimento de emendas e estudos pelos deputados estaduais.</p>
<p>Portanto, a iniciativa ainda precisa percorrer o processo legislativo antes de uma eventual aprovação e sanção.</p>
<p>A apresentação da proposta coloca em discussão um aspecto que tende a ganhar importância econômica e ambiental nos próximos anos.</p>
<p>Isso porque os veículos elétricos exigem investimentos não apenas na aquisição dos ônibus, automóveis ou caminhões e na infraestrutura de recarga, mas também em procedimentos capazes de acompanhar as baterias durante sua utilização e depois de sua retirada de serviço.</p>
<p>No transporte coletivo, essa necessidade ganha escala com a formação de frotas que concentram dezenas ou centenas de veículos eletrificados sob a responsabilidade de uma mesma operadora.</p>
<h2>Baterias de ônibus elétricos podem ter outras aplicações depois do uso nos veículos</h2>
<p>Uma das discussões centrais da chamada economia circular é a possibilidade de aproveitar componentes e materiais mesmo depois de encerrada sua utilização original.</p>
<p>No caso das baterias veiculares, a perda gradual de capacidade de armazenamento pode torná-las inadequadas para a autonomia e o desempenho exigidos por determinado ônibus, sem necessariamente eliminar todas as possibilidades de utilização.</p>
<p>Dependendo das condições técnicas, do estado de conservação, da química das células e dos requisitos de segurança, determinados conjuntos podem ser avaliados para aplicações estacionárias.</p>
<p>Uma dessas alternativas é a utilização em sistemas de armazenamento de energia elétrica, como instalações que acumulam energia para consumo posterior ou prestam suporte a redes e equipamentos.</p>
<p>Esse conceito é conhecido como segunda vida das baterias.</p>
<p>Em uma garagem de ônibus elétricos, por exemplo, sistemas estacionários de armazenamento podem ser estudados como parte de uma estratégia de gestão energética.</p>
<p>A adoção, porém, depende de análises técnicas e econômicas específicas e não significa que qualquer bateria retirada de um veículo possa ser reaproveitada automaticamente.</p>
<p>É necessário verificar degradação, histórico de utilização, integridade dos componentes, sistemas de gerenciamento e riscos associados à operação.</p>
<p>Quando o reaproveitamento não é tecnicamente adequado, a reciclagem pode permitir a recuperação de determinados materiais utilizados na fabricação.</p>
<p>O potencial de recuperação varia conforme a composição da bateria e a tecnologia empregada.</p>
<p>Essa diferença é importante porque nem todas as baterias utilizadas em veículos elétricos possuem os mesmos materiais, custos ou possibilidades de processamento industrial.</p>
<h2>Eletrificação dos ônibus de São Paulo aumenta importância da discussão</h2>
<p>Na capital paulista, a eletrificação da frota de ônibus vem sendo ampliada com a incorporação de veículos movidos a baterias.</p>
<p>O sistema municipal já ultrapassou a marca de duas mil unidades elétricas, considerando as diferentes tecnologias utilizadas na operação.</p>
<p>O crescimento das compras representa uma transformação para fabricantes de chassis e carrocerias, fornecedores de sistemas de tração elétrica, baterias, carregadores e equipamentos de infraestrutura.</p>
<p>Empresas como Eletra, Mercedes-Benz, BYD, Caio, Marcopolo e outras participantes da cadeia industrial estão inseridas nesse processo, seja com fabricação de veículos completos, fornecimento de componentes ou integração de tecnologias.</p>
<p>A mudança também envolve as concessionárias de ônibus, responsáveis pela manutenção dos veículos e pela gestão dos equipamentos durante a operação.</p>
<p>Além dos custos de aquisição dos ônibus, as operadoras precisam considerar a vida útil das baterias, eventuais substituições, garantias dos fabricantes e contratos de manutenção.</p>
<p>A destinação dos componentes retirados de serviço passa a fazer parte dessa equação.</p>
<p>No Grande ABC, a discussão também tem relação com os projetos de eletrificação do transporte metropolitano.</p>
<p>A Next Mobilidade, concessionária responsável pelo Corredor ABD e pelo projeto do BRT-ABC, prevê a utilização de ônibus elétricos na modernização da infraestrutura regional.</p>
<p>O empreendimento ainda enfrenta atrasos e um processo administrativo que pode resultar na caducidade da concessão, mas o planejamento de utilização de veículos movidos a baterias demonstra como a discussão ambiental ultrapassa os limites de um sistema municipal.</p>
<p>O tema também interessa aos projetos de ônibus elétricos de outras cidades paulistas, como Campinas, e aos investimentos em andamento em diferentes regiões metropolitanas brasileiras.</p>
<p>À medida que essas frotas envelhecerem, será necessário dar destino aos equipamentos que tiverem sua vida útil encerrada, de acordo com a condição técnica de cada componente e as normas aplicáveis.</p>
<h2>Congresso Nacional já aprovou proposta de política para circularidade das baterias</h2>
<p>A discussão paulista ocorre paralelamente a uma iniciativa federal mais abrangente.</p>
<p>O Senado aprovou, em setembro de 2026, o Projeto de Lei 2.132/2025, de autoria do senador Jaques Wagner, que institui a Política Nacional de Circularidade das Baterias Veiculares.</p>
<p>O texto foi analisado pela Comissão de Meio Ambiente e recebeu um substitutivo do senador Confúcio Moura.</p>
<p>A versão aprovada foi encaminhada à Câmara dos Deputados em 16 de setembro de 2026.</p>
<p>A iniciativa estabelece diretrizes para o aproveitamento das baterias durante todo o ciclo de vida, desde a fabricação até sua destinação final.</p>
<p>Entre os temas tratados estão a rastreabilidade, a recuperação de matérias-primas, a reutilização de componentes, o desenvolvimento tecnológico e a logística reversa.</p>
<p>A proposta nacional também trata da responsabilidade compartilhada entre os participantes da cadeia produtiva, incluindo fabricantes, importadores, montadoras, distribuidores, comerciantes e usuários, conforme as regras que forem estabelecidas.</p>
<p>A logística reversa é o conjunto de procedimentos destinados a permitir o retorno de produtos e componentes após sua utilização para reaproveitamento, reciclagem ou destinação ambientalmente adequada.</p>
<p>No caso das baterias de veículos elétricos, essa estrutura pode envolver recolhimento, transporte, avaliação técnica, armazenamento e processamento especializado.</p>
<p>Durante a tramitação no Senado, foram discutidas as formas de implantação dessa logística reversa.</p>
<p>A versão aprovada prevê que sua implementação e operação sejam disciplinadas por acordo setorial, termo de compromisso ou regulamento específico, observando a Política Nacional de Resíduos Sólidos.</p>
<p>O projeto federal também contempla mecanismos de rastreabilidade para acompanhar a origem e o destino dos componentes.</p>
<p>Essa preocupação é relevante porque as baterias podem passar por diferentes proprietários, aplicações e empresas ao longo de sua vida útil.</p>
<p>A rastreabilidade ajuda a identificar o histórico dos equipamentos e a organizar as responsabilidades relacionadas à sua destinação.</p>
<p>A proposta federal ainda depende da tramitação na Câmara dos Deputados e das demais etapas legislativas para se transformar em lei.</p>
<h2>Reciclagem também envolve uma nova atividade econômica</h2>
<p>O desenvolvimento de uma cadeia de reaproveitamento e reciclagem de baterias pode criar oportunidades para diferentes segmentos industriais.</p>
<p>Além das fabricantes de veículos e baterias, o mercado envolve empresas de engenharia, laboratórios, operadores logísticos, transportadoras especializadas e instalações de processamento de materiais.</p>
<p>O objetivo da recuperação de componentes é reduzir a quantidade de resíduos destinados ao descarte e, quando tecnicamente possível, aproveitar materiais que possam retornar aos processos produtivos.</p>
<p>Há também uma questão econômica.</p>
<p>A substituição de baterias representa um investimento potencialmente elevado para proprietários e operadores de veículos elétricos.</p>
<p>A existência de alternativas seguras e viáveis de reaproveitamento e reciclagem pode influenciar os custos associados ao ciclo de vida dos equipamentos.</p>
<p>Entretanto, a viabilidade não é uniforme.</p>
<p>O valor dos materiais recuperáveis, a composição química, os custos de transporte, o consumo energético dos processos e a escala industrial podem determinar se a reciclagem é economicamente competitiva.</p>
<p>No caso dos ônibus urbanos, o planejamento tende a ser diferente daquele adotado para automóveis particulares.</p>
<p>As empresas de transporte trabalham com frotas padronizadas, utilizam sistemas de manutenção programada e podem estabelecer contratos de fornecimento e substituição de componentes com fabricantes.</p>
<p>Isso facilita a organização dos procedimentos, mas também concentra responsabilidades e demanda infraestrutura adequada.</p>
<p>A eletrificação, portanto, altera não apenas a tecnologia de propulsão dos ônibus, mas a cadeia de manutenção e gestão de seus componentes.</p>
<h2>Legislação ambiental e custos precisam ser considerados na expansão das frotas</h2>
<p>A regulamentação da destinação de baterias precisa dialogar com as regras ambientais já existentes.</p>
<p>A Política Nacional de Resíduos Sólidos, estabelecida pela Lei Federal 12.305/2010, prevê instrumentos de responsabilidade compartilhada e logística reversa, além de diretrizes para redução, reutilização, reciclagem e destinação ambientalmente adequada de resíduos.</p>
<p>Uma legislação estadual específica pode buscar detalhar mecanismos relacionados às baterias veiculares dentro das competências de São Paulo e em conformidade com as normas federais.</p>
<p>A discussão tem importância também para contratos públicos de ônibus.</p>
<p>Governos municipais e estaduais estabelecem exigências relacionadas à vida útil dos veículos, às condições de operação, à manutenção e, em determinados casos, à tecnologia de propulsão.</p>
<p>A gestão das baterias pode se tornar um dos elementos a serem considerados na elaboração de editais, contratos e programas de renovação de frota.</p>
<p>Há, contudo, diferenças entre a responsabilidade do fabricante da bateria, do fabricante do veículo, da empresa operadora e do poder concedente.</p>
<p>Essas atribuições dependem da legislação aplicável e das condições contratuais.</p>
<p>Para a população, o principal benefício esperado de uma política dessa natureza é reduzir os riscos ambientais associados ao descarte inadequado de equipamentos que se tornarão mais numerosos com a eletrificação.</p>
<p>Para o setor de transportes, o desafio é desenvolver soluções que associem segurança, viabilidade econômica, responsabilidade ambiental e continuidade da operação.</p>
<p>A proposta apresentada na Assembleia Legislativa paulista acrescenta esse tema à agenda estadual em um momento de crescimento da mobilidade elétrica.</p>
<p>A tramitação permitirá discutir como São Paulo poderá estimular o aproveitamento dos materiais e estabelecer diretrizes ambientais para baterias de veículos elétricos e híbridos.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
<div></div>
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    <title>Linha 11-Coral retoma operação normal nesta sexta-feira (23); problemas geraram restrições durante a manhã</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/23/linha-11-coral-retoma-operacao-normal-nesta-sexta-feira-23-problemas-geraram-restricoes-durante-a-manha/</link>
	<dc:creator><![CDATA[arthursabadinferrari]]></dc:creator>
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    <pubDate>Fri, 23 Oct 2026 13:50:26 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Composições circularam com velocidade reduzida e maior tempo de parada ARTHUR FERRARI Passageiros que utilizam a linha 11-Coral de trens metropolitanos em São Paulo enfrentaram dificuldades das 6h27 às 10h28 desta sexta-feira, 23 de outubro de 2026, devidio a problemas técnicos que afetaram a operação. Os trens circularam com velocidade reduzida e maior tempo de [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="550" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/04/Linha-11-Coral.jpg?fit=800%2C550&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/04/Linha-11-Coral.jpg?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/04/Linha-11-Coral.jpg?resize=300%2C206&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/04/Linha-11-Coral.jpg?resize=150%2C103&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/04/Linha-11-Coral.jpg?resize=768%2C528&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/04/Linha-11-Coral.jpg?resize=400%2C275&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /> <p><em>Composições circularam com velocidade reduzida e maior tempo de parada</em></p>
<p><em><strong>ARTHUR FERRARI</strong></em></p>
<p>Passageiros que utilizam a linha 11-Coral de trens metropolitanos em São Paulo enfrentaram dificuldades das 6h27 às 10h28 desta sexta-feira, 23 de outubro de 2026, devidio a problemas técnicos que afetaram a operação.</p>
<p>Os trens circularam com velocidade reduzida e maior tempo de parada no trecho entre as estações Corinthians-Itaquera e Guaianases.</p>
<p>O <em><strong>Diário do Transporte</strong></em> procurou a CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), que disse por meio de nota que houve uma falha de sinalização no trecho afetado, onde a circulação foi diferenciada para a atuação da equipe de manutenção.</p>
<p>Ainda de acordo com a companhia, para diminuir o impacto, durante o tempo de operação anormal alguns trens finalizaram suas viagens na Estação Suzano, retornando sentido Palmeiras-Barra Funda.</p>
<p><strong>Nota da CPTM na íntegra</strong></p>
<p><em>A circulação da Linha11-Coral é normal na manhã desta sexta-feira (23/10).</em></p>
<p><em>Mais cedo, entre 6h e 10h28, os trens circularam com velocidade reduzida e maior tempo de parada nas plataformas, devido à falha de sinalização entre as estações Guaianases e Corinthians-Itaquera. Neste período, para diminuir o impacto, alguns trens finalizaram a viagem na Estação Suzano e retornaram sentido Palmeiras-Barra Funda. A CPTM pede desculpas pelo transtorno causado aos passageiros.</em></p>
<p><em><strong>Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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    <title>Prefeitura do Rio de Janeiro autoriza mais 210 dias para obras do Terminal BRT Bairro Imperial de Santa Cruz</title>
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	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Fri, 23 Oct 2026 13:31:17 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Prorrogação abrange a construção do terminal e a requalificação da Rua Álvaro Alberto e outras vias; decisão mantém o valor contratual e reorganiza as etapas de execução ADAMO BAZANI A Prefeitura do Rio de Janeiro autorizou a prorrogação por mais 210 dias corridos das obras de construção do Terminal BRT Bairro Imperial de Santa Cruz [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="634" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/captura_de_tela_2026_03_21_142118-38340935-1.jpeg?fit=1024%2C634&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/captura_de_tela_2026_03_21_142118-38340935-1.jpeg?w=1920&amp;ssl=1 1920w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/captura_de_tela_2026_03_21_142118-38340935-1.jpeg?resize=300%2C186&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/captura_de_tela_2026_03_21_142118-38340935-1.jpeg?resize=1024%2C634&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/captura_de_tela_2026_03_21_142118-38340935-1.jpeg?resize=150%2C93&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/captura_de_tela_2026_03_21_142118-38340935-1.jpeg?resize=768%2C476&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/captura_de_tela_2026_03_21_142118-38340935-1.jpeg?resize=1536%2C951&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/captura_de_tela_2026_03_21_142118-38340935-1.jpeg?resize=400%2C248&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Prorrogação abrange a construção do terminal e a requalificação da Rua Álvaro Alberto e outras vias; decisão mantém o valor contratual e reorganiza as etapas de execução</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A Prefeitura do Rio de Janeiro autorizou a prorrogação por mais 210 dias corridos das obras de construção do Terminal BRT Bairro Imperial de Santa Cruz e de requalificação da Rua Álvaro Alberto e outras vias do bairro, na Zona Oeste. A decisão foi publicada no Diário Oficial do Município desta sexta-feira, 23 de outubro de 2026, e mantém o valor do contrato com a Construtora Mello de Azevedo S.A.</p>
<p>O prazo adicional será organizado em sete etapas de 30 dias, com adequação do cronograma físico-financeiro, que relaciona o avanço dos serviços aos pagamentos previstos. A autorização alcança o conjunto das intervenções contratado, reunindo a estrutura de transporte e as obras no entorno.</p>
<p>A decisão da Secretaria Municipal de Infraestrutura foi tomada em 22 de outubro, com base nas justificativas da fiscalização, na concordância da construtora e nas manifestações da Coordenadoria Geral de Obras e da Subsecretaria de Infraestrutura.</p>
<p>O despacho determina a elaboração do termo aditivo para incorporar as mudanças ao contrato firmado em 2024. A prorrogação foi autorizada sem alteração do valor contratual.</p>
<h2>Novo cronograma reúne terminal e intervenções nas ruas de Santa Cruz</h2>
<p>A contratação compreende tanto a construção do Terminal BRT Bairro Imperial de Santa Cruz quanto a requalificação da Rua Álvaro Alberto e de outras vias da região. Assim, a reorganização das etapas envolve uma obra de transporte associada à infraestrutura urbana de seu entorno.</p>
<p>Para quem utiliza o transporte público, o andamento desse conjunto tem importância que vai além da construção do terminal. As condições das ruas e dos acessos também fazem parte do caminho percorrido até os pontos de embarque e desembarque.</p>
<p>Com a decisão, o cronograma deverá incorporar mais sete etapas mensais. A fiscalização continuará responsável por acompanhar a execução dos serviços e sua correspondência com as obrigações da construtora.</p>
<p>O prazo de 210 dias é a extensão autorizada para as obras contratadas. Sua incorporação ao instrumento contratual será feita pelo aditivo determinado pela secretaria.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Informação</th>
<th>Detalhe</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Obra</td>
<td>Terminal BRT Bairro Imperial de Santa Cruz e requalificação da Rua Álvaro Alberto e outras vias</td>
</tr>
<tr>
<td>Local</td>
<td>Santa Cruz, Zona Oeste do Rio de Janeiro</td>
</tr>
<tr>
<td>Construtora</td>
<td>Mello de Azevedo S.A.</td>
</tr>
<tr>
<td>Prazo adicional autorizado</td>
<td>210 dias corridos</td>
</tr>
<tr>
<td>Organização do cronograma</td>
<td>Sete etapas de 30 dias</td>
</tr>
<tr>
<td>Valor contratual</td>
<td>Mantido pela decisão</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
]]></content:encoded>

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