<?xml version="1.0"?><rss xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/" xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/" xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" version="2.0">
<channel>
	<title>Diário do Transporte</title>
	<link>https://diariodotransporte.com.br</link>
	<description>Página destinada à cobertura jornalística dos principais fatos relacionados aos transportes, com notícias, informações de última hora, coberturas exclusivas, opinião, estudos técnicos e história.</description>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
  <lastBuildDate>Thu, 01 Jan 2026 03:53:52 +0000</lastBuildDate>
  <atom:link href="https://diariodotransporte.com.br/2026/03/28/lideranca-e-marly-ampliam-participacao-em-turismo-geral-e-transporte-receptivo-no-centro-oeste/" rel="self" type="application/rss+xml" />
  <item>
    <title>Demanda de passageiros do transporte público em Londrina cresce 9,31% em 2025 com investimentos em frota, tecnologia e gestão</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/01/01/demanda-de-passageiros-do-transporte-publico-em-londrina-cresce-931-em-2025-com-investimentos-em-frota-tecnologia-e-gestao/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/01/01/demanda-de-passageiros-do-transporte-publico-em-londrina-cresce-931-em-2025-com-investimentos-em-frota-tecnologia-e-gestao/#comments</comments>
    <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 03:53:52 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao Diário do Transporte que recuperação é superior à média nacional ADAMO BAZANI Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="623" height="407" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?fit=623%2C407&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?w=623&amp;ssl=1 623w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=300%2C196&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=150%2C98&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=400%2C261&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 623px) 100vw, 623px" /> <p><em>Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao <strong>Diário do Transporte</strong> que recuperação é superior à média nacional</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><em><strong>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</strong></em></p>
<div style="width: 480px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-494300-1" width="480" height="848" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4?_=1" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4</a></video></div>
<p>A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros do transporte público, após quedas sucessivas em decorrência da pandemia de covid-19.</p>
<p>Em 2025, o crescimento da demanda foi de 9,31%.</p>
<p>Em 2024, o total registrado foi de 1,4 milhão (1.482.380) de passageiros equivalentes. Em 2025, essa média subiu para 1,6 milhão (1.620.394), considerando a apuração dos últimos quatro meses.</p>
<p>O conceito “passageiros equivalentes” significa o número real de pagantes de um sistema de transportes. Ou seja, são usuários que não foram atraídos por benefícios ou gratuidades.</p>
<p>Ao repórter e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, nesta última semana de dezembro de 2025, o diretor de uma das concessionárias de transportes do município, Paulo Sergio Bongiovanni, da TCGL (Transportes Coletivos Grande Londrina,) conta que a média de recuperação de demanda de usuários no pós-pandemia, em Londrina tem sido superior à nacional, com os números totais quase se igualando ao período anterior da crise sanitária.</p>
<p><strong><em>“Em 2025, o total de passageiros em Londrina cresceu mais de 9,31%. Enquanto no restante do País, em relação a 2019, no pré-pandemia, os sistemas de transportes operam com 80% a 81% do que era transportado antes da covd-19, nós estamos em torno de 90%. Então, as respostas vêm quando o transporte é bom.&#8221;</em></strong> – disse Paulo Bongiovanni.</p>
<p>O sistema de transportes de Londrina é operado por duas empresas de ônibus: a TCGL (Transporte Coletivo Grande Londrina), com 244 veículos, e a Londrisul, com 138 coletivos.</p>
<p>Bongiovanni acredita que o crescimento do total de usuários acima do ritmo da média nacional não ocorreu simplesmente pela volta das atividades econômicas que foram desaquecidas com a pandemia ou pela redução dos dias trabalhados pela população em sistema de <em>“home office”.</em></p>
<p>O empresário citou investimentos feitos em tecnologia, com sistemas de gerenciamento inteligentes e informações aos passageiros, ampliação do acesso à bilhetagem eletrônica, modernizações dos terminais de ônibus e renovação de frota.</p>
<p><strong><em>“Hoje temos mais de 85 telas informativas, mais de 550 câmeras espalhadas em todos os nove terminais da cidade, onde todo mundo brinca que o lugar mais seguro da cidade é o Terminal Central. Nós temos internet dentro dos ônibus e nos terminais, alguns viraram um coworking, onde as pessoas vão para trabalhar” –</em></strong> contou.</p>
<p>Somente a TCGL, por exemplo, fez recentemente um investimento mais amplo em ônibus 0 km. Foram 96 coletivos novos entre 2023 e 2024 e mais 92 unidades entre 2024 e 2025.</p>
<p>Segundo Bongiovanni, quase 60% da frota da companhia em operação, possuem ar-condicionado.</p>
<p>Os mais recentes são ônibus novos têm chassis Mercedes-Benz OF-1726L, com suspensão a ar, vidro colado, e motores com o padrão tecnológico obrigatório no Brasil, Euro 6, com emissões de poluentes de 75%, em média, em comparação com os veículos a diesel com a norma anterior Euro 5, cuja produção para o mercado interno foi descontinuada em 2023.</p>
<p>Os coletivos ainda contam com quatro câmeras de segurança cada, tomadas USB-C tipo A e tipo C para recarga de celulares, entre outros itens de conforto e segurança.</p>
<p>O empresário ainda destacou a necessidade de gestores públicos e empresas de transportes atuarem em conjunto para ampliar o nível de satisfação dos usuários. Segundo Bongiovanni, parte dos custos operacionais é subsidiada pela prefeitura.</p>
<p><strong><em>“Em junho deste ano de 2025, fizemos atualizações em 100 linhas simultaneamente num dia só e não tivemos uma só reclamação. A qualidade no transporte atrair a população e transporte de qualidade é aquele onde a prefeitura sabe investir. Londrina foi muito bem nisso”</em></strong> – disse o empresário.</p>
<p>Os contratos atuais foram assinados no fim de 2019, prestes ao pior da pandemia.</p>
<p>Alguns investimentos durante a crise sanitária tiveram de ser postergados, mas quando ocorreram, segundo o empresário, tiveram efeito positivo na percepção do passageiro do sistema.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
<p><strong><em>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</em></strong></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>1</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/01/01/demanda-de-passageiros-do-transporte-publico-em-londrina-cresce-931-em-2025-com-investimentos-em-frota-tecnologia-e-gestao/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=494300</guid>
  </item>
  <item>
    <title>Esteira rolante na Estação Paulista Pernambucanas de metrô será interditada a partir desta quarta-feira (3)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2024/01/02/esteira-rolante-na-estacao-paulista-pernambucanas-de-metro-sera-interditada-a-partir-desta-quarta-feira-3/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2024/01/02/esteira-rolante-na-estacao-paulista-pernambucanas-de-metro-sera-interditada-a-partir-desta-quarta-feira-3/#comments</comments>
    <pubDate>Tue, 02 Jan 2024 19:01:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metrô]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8) VINÍCIUS DE OLIVEIRA A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8). A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="739" height="415" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?fit=739%2C415&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?w=739&amp;ssl=1 739w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 739px) 100vw, 739px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8)</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha 2-Verde, estará temporariamente interditada </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os ajustes têm como intuito manter o conforto e a segurança dos passageiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os serviços acontecem nesta semana em razão do menor fluxo de pessoas nas estações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>1</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2024/01/02/esteira-rolante-na-estacao-paulista-pernambucanas-de-metro-sera-interditada-a-partir-desta-quarta-feira-3/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=358722</guid>
  </item>
  <item>
    <title>Alerta nos Transporte do Rio de Janeiro: Justiça apura descumprimento de acordo pela Prefeitura, suspendendo transferências de linhas em licitação</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/07/29/alerta-nos-transporte-do-rio-de-janeiro-justica-apura-descumprimento-de-acordo-pela-prefeitura-suspendendo-transferencias-de-linhas-em-licitacao/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/07/29/alerta-nos-transporte-do-rio-de-janeiro-justica-apura-descumprimento-de-acordo-pela-prefeitura-suspendendo-transferencias-de-linhas-em-licitacao/#comments</comments>
    <pubDate>Wed, 29 Jul 2026 23:06:03 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Reportagens Especiais]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Viações alegam que, de forma irregular, ocorreu queda dos subsídios de R$ 58,3 milhões para R$ 14,6 milhões ADAMO BAZANI Colaborou Yuri Sena Uma disputa judicial que pode influenciar o futuro da licitação do transporte coletivo do Rio de Janeiro coloca frente a frente o Município e os consórcios de ônibus em torno do cumprimento [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="821" height="485" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-29-at-19.53.20.jpeg?fit=821%2C485&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-29-at-19.53.20.jpeg?w=821&amp;ssl=1 821w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-29-at-19.53.20.jpeg?resize=300%2C177&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-29-at-19.53.20.jpeg?resize=150%2C89&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-29-at-19.53.20.jpeg?resize=768%2C454&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-29-at-19.53.20.jpeg?resize=400%2C236&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 821px) 100vw, 821px" /> <p><em>Viações alegam que, de forma irregular, ocorreu queda dos subsídios de R$ 58,3 milhões para R$ 14,6 milhões </em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><strong><em>Colaborou Yuri Sena</em></strong></p>
<p>Uma disputa judicial que pode influenciar o futuro da licitação do transporte coletivo do Rio de Janeiro coloca frente a frente o Município e os consórcios de ônibus em torno do cumprimento do chamado Segundo Acordo Judicial, firmado para reorganizar o sistema após a crise enfrentada pelo setor.</p>
<p>Além disso, impacta diretamente a transferência de linhas das atuais operadoras para vencedoras das licitações dos próximos lotes operacionais do sistema de ônibus do município.</p>
<p>O <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> noticiou que a sessão pública da segunda fase concorrência foi marcada para 28 de agosto de 2026. São cinco lotes de nove regiões operacionais previstos nesta atual concorrência, mas uma decisão judicial cria um novo obstáculo para a implantação do novo sistema pela atual gestão do prefeito Eduardo Cavalieri, cujo modelo foi desenhado ainda quando Eduardo Paes estava á frente do executivo municipal.</p>
<p>A Justiça do Rio de Janeiro proibiu a transferência de linhas para eventuais vencedores dos próximos lotes de licitação.</p>
<p>A concorrência em si pode continuar. Novos vencedores podem ser escolhidos, mas não podem assumir até que eventuais descumprimentos de acordos judiciais da prefeitura com as atuais viações sejam esclarecidos e julgados.</p>
<p>As empresas de ônibus apontam que a prefeitura descumpre pontos como repasses integrais de subsídios, remuneração integral por quilômetro rodado a partir da implantação total da bilhetagem Jaé e ainda dizem que estão há 15 anos sem reequilíbrio econômico. O último teria sido feito em 2011.</p>
<p>A transferência das linhas para o Grupo Comporte, da família de Constantino de Oliveira, fundador da GOL Linhas Aéreas, que ganhou dois lotes operacionais el licitação, ocorre normalmente porque a mais recente decisão, da última semana, que suspendeu a transferência, é posterior a homologação dos lotes para o Grupo.</p>
<p>Inclusive, na última semana, o editor-chefe e criador do Diário do Transporte, Adamo Bazani, esteve na fábrica da encarroçadora Caio, em Botucatu, e verificou de perto a produção dos primeiros veículos para o Grupo Comporte, que criou para as operações cariocas duas empresas: a Transportes Urbanos Sepetiba e Guaratiba Transportes Urbanos.</p>
<p>Ao todo são 316 veículos, contando com os primeiros de piso-baixo, inéditos nesta nova fase dos transportes da cidade.</p>
<p>Relembre: <a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/07/23/entrevistas-grupo-comporte-e-prefeitura-do-rio-de-janeiro-vistoriam-primeiros-onibus-de-piso-baixo-da-nova-fase-dos-transportes-municipais/">https://diariodotransporte.com.br/2026/07/23/entrevistas-grupo-comporte-e-prefeitura-do-rio-de-janeiro-vistoriam-primeiros-onibus-de-piso-baixo-da-nova-fase-dos-transportes-municipais/</a></p>
<p><strong>O imbróglio e a insegurança jurídica do jeito que está</strong></p>
<p>As decisões proferidas pela 8ª Vara da Fazenda Pública da Capital e pelo Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro não discutem apenas valores de subsídios. O centro da controvérsia é definir se a Prefeitura promoveu alterações capazes de romper o equilíbrio econômico-financeiro previsto no acordo homologado judicialmente.</p>
<p>Na decisão de primeira instância, a juíza Alessandra Tufvesson de Campos Melo entendeu haver indícios de que o Município deixou de cumprir sua principal obrigação econômica prevista no acordo, autorizando, em caráter provisório, a aplicação da chamada exceção do contrato não cumprido, prevista no artigo 476 do Código Civil.</p>
<p>Na prática, a magistrada suspendeu temporariamente a exigibilidade das cláusulas 3, 4, 5, 6.1 e 7 do Segundo Acordo Judicial até que o Município restabeleça as condições econômicas previstas nas cláusulas 6 e 6.1.1 do próprio acordo.</p>
<p>Em nota ao <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, o presidente do Rio Ônibus, sindicato que representa os empresários, João Gouveia ferrão Neto, diz que as viações atuais não são contra a licitação em si, mas que o prosseguimento da eventual transferência de linhas só deve ocorrer com todos os pontos do acordo cumpridos</p>
<p><strong><em>O Rio Ônibus permanece aberto ao diálogo institucional para a continuidade de uma solução do processo que trata do descumprimento contratual pelo município. </em></strong></p>
<p><strong><em>O setor entende que a liberação antecipada das linhas e o avanço do processo licitatório dependem do cumprimento integral, por parte da Prefeitura do Rio, dos acordos judiciais firmados em 2022 e 2025. </em></strong></p>
<p><strong><em>Importante ressaltar que, pela decisão judicial, o processo licitatório não foi suspenso. A suspensão vale para a antecipação da entrega das linhas, em decorrência do claro e persistente descumprimento contratual por parte da Prefeitura do Rio.</em></strong> – diz o comunicado</p>
<p><strong>Empresas alegam forte redução dos pagamentos</strong></p>
<p>Um dos principais elementos apresentados pelas concessionárias foi um levantamento mostrando a evolução dos pagamentos líquidos de subsídios efetuados pelo Município.</p>
<p>Segundo o gráfico anexado ao processo, os repasses, já considerados descontos e glosas, chegaram a atingir aproximadamente R$ 58,3 milhões em determinado período.</p>
<p>Em outros meses anteriores, os pagamentos permaneceram em patamares elevados, variando aproximadamente entre R$ 49,1 milhões, R$ 49,2 milhões, R$ 49,8 milhões e R$ 50,3 milhões.</p>
<p>Posteriormente, os valores passaram para cerca de R$ 41,7 milhões e R$ 41,9 milhões.</p>
<p>Na sequência, os pagamentos continuaram diminuindo para aproximadamente:</p>
<table>
<thead>
<tr>
<td><strong>Período da evolução apresentada pelas empresas</strong></td>
<td><strong>Valor aproximado</strong></td>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Faixa anterior ao corte</td>
<td>R$ 58,3 milhões</td>
</tr>
<tr>
<td>Outros períodos</td>
<td>R$ 50,3 milhões</td>
</tr>
<tr>
<td>Outros períodos</td>
<td>R$ 49,8 milhões</td>
</tr>
<tr>
<td>Outros períodos</td>
<td>R$ 49,2 milhões</td>
</tr>
<tr>
<td>Outros períodos</td>
<td>R$ 49,1 milhões</td>
</tr>
<tr>
<td>Redução posterior</td>
<td>R$ 41,9 milhões</td>
</tr>
<tr>
<td>Redução posterior</td>
<td>R$ 41,7 milhões</td>
</tr>
<tr>
<td>Nova redução</td>
<td>R$ 34,7 milhões</td>
</tr>
<tr>
<td>Nova redução</td>
<td>R$ 32,5 milhões</td>
</tr>
<tr>
<td>Nova redução</td>
<td>R$ 29,5 milhões</td>
</tr>
<tr>
<td>Nova redução</td>
<td>R$ 27,4 milhões</td>
</tr>
<tr>
<td>Menor valor indicado</td>
<td>R$ 14,6 milhões</td>
</tr>
<tr>
<td>Recuperação parcial</td>
<td>R$ 22,1 milhões</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Os números são utilizados pelas empresas para sustentar que houve redução significativa da remuneração prevista no acordo. Segundo os consórcios, a diferença entre o maior valor apresentado, de R$ 58,3 milhões, e o menor, de R$ 14,6 milhões, representa uma redução aproximada de R$ 43,7 milhões, equivalente a cerca de 75%.</p>
<p>É importante destacar que esses valores representam a posição apresentada pelas concessionárias no processo. O Município contesta parte dessa interpretação.</p>
<p><strong>Prefeitura apresenta outra versão</strong></p>
<p>Segundo a decisão judicial, a Prefeitura sustenta que a redução dos pagamentos decorre de fatores previstos no próprio modelo contratual.</p>
<p>Entre os argumentos apresentados pelo Município estão:</p>
<ul>
<li>possibilidade de não pagamento do subsídio quando determinadas metas operacionais não são cumpridas;</li>
<li>redução da quilometragem efetivamente programada;</li>
<li>alterações decorrentes do reajuste tarifário;</li>
<li>descumprimento contratual pelas próprias concessionárias;</li>
<li>implantação do Plano Operacional Consolidado de Viagens Diárias;</li>
<li>reorganização das faixas horárias previstas em regulamentação municipal.</li>
</ul>
<p><strong>Juíza entende que mudanças podem ter alterado o equilíbrio do acordo</strong></p>
<p>Ao analisar os argumentos, a magistrada observou que parte das alterações invocadas pelo Município surgiu após a celebração do Segundo Acordo Judicial.</p>
<p>Segundo a decisão, mudanças como o Plano Operacional Consolidado e a nova metodologia de programação das viagens podem influenciar diretamente o custo da operação e, por isso, não poderiam ser utilizadas unilateralmente para modificar a base econômica do acordo firmado entre as partes.</p>
<p>A juíza também afirmou que o Município deve observar a boa-fé contratual durante a execução do acordo, evitando alterações que descaracterizem o equilíbrio inicialmente pactuado.</p>
<p><strong>Linha 202 foi usada como exemplo</strong></p>
<p>Outro ponto destacado na decisão envolve a programação operacional da linha 202.</p>
<p>Segundo os documentos anexados pelas empresas, anteriormente eram consideradas cerca de 296 viagens.</p>
<p>Após a implantação do novo plano operacional, passaram a ser consideradas aproximadamente:</p>
<table>
<thead>
<tr>
<td><strong>Programação apresentada no processo</strong></td>
<td><strong>Quantidade</strong></td>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Viagens de ida</td>
<td>125</td>
</tr>
<tr>
<td>Viagens de volta</td>
<td>105</td>
</tr>
<tr>
<td>Total operacional</td>
<td>230</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>As concessionárias sustentam que diversas viagens de retorno deixaram de ser remuneradas pelo subsídio, embora continuem sendo necessárias para que os ônibus retornem aos pontos iniciais e realizem novas viagens, mantendo praticamente os mesmos custos operacionais.</p>
<p><strong>Reajuste do IRK também integra a discussão</strong></p>
<p>Outro aspecto lembrado pelas empresas envolve o Índice de Remuneração por Quilômetro (IRK).</p>
<p>Segundo o acordo homologado, o indicador foi reajustado de:</p>
<table>
<thead>
<tr>
<td><strong>Índice</strong></td>
<td><strong>Valor</strong></td>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>IRK anterior</td>
<td>R$ 7,34/km</td>
</tr>
<tr>
<td>IRK reajustado</td>
<td>R$ 8,87/km</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>As concessionárias afirmam que aceitaram diversas contrapartidas previstas no Segundo Acordo Judicial considerando essa remuneração e o conjunto de obrigações assumidas pelas partes.</p>
<p><strong>Dinheiro depositado em juízo continuará destinado à renovação da frota</strong></p>
<p>Outro ponto decidido pela juíza envolve os recursos depositados judicialmente.</p>
<p>A Prefeitura pretendia impedir que esses valores fossem destinados à renovação da frota.</p>
<p>O pedido foi rejeitado.</p>
<p>Foi mantida a cláusula do acordo segundo a qual os recursos decorrentes das glosas de subsídios, acrescidos da remuneração bancária, deverão ser destinados à compra de ônibus novos, zero quilômetro e equipados com ar-condicionado pelos consórcios.</p>
<p><strong>Tribunal negou primeiro pedido da Prefeitura</strong></p>
<p>Inconformado, o Município recorreu ao Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro.</p>
<p>Em decisão datada de 24 de junho de 2026, o desembargador Pedro Saraiva de Andrade Lemos negou o pedido de efeito suspensivo formulado pela Prefeitura.</p>
<p>Na ocasião, o magistrado afirmou que, naquele momento processual, não verificava elementos suficientes para afastar a fundamentação da decisão da primeira instância, que havia reconhecido indícios de descumprimento do acordo por parte do Município.</p>
<p><strong>Nova decisão suspendeu despacho posterior</strong></p>
<p>O processo continuou evoluindo.</p>
<p>Em 23 de julho de 2026, o mesmo desembargador analisou novo Agravo de Instrumento, desta vez relacionado a um despacho posterior.</p>
<p>Nessa decisão, foi concedido efeito suspensivo para impedir a produção imediata dos efeitos do despacho recorrido.</p>
<p>O fundamento, entretanto, foi processual.</p>
<p>Segundo o relator, havia necessidade de assegurar o contraditório antes da adoção daquela medida, permitindo que todas as partes apresentassem seus argumentos antes de eventual decisão definitiva.</p>
<p><strong>Processo continua em andamento</strong></p>
<p>O mérito da discussão ainda será apreciado pelo Tribunal.</p>
<p>Entre os principais pontos que permanecem em debate estão:</p>
<ul>
<li>se a redução dos subsídios decorreu do exercício regular das regras contratuais ou de alteração unilateral do acordo;</li>
<li>se o Município preservou o equilíbrio econômico-financeiro previsto no Segundo Acordo Judicial;</li>
<li>quais cláusulas permanecerão válidas ao final do julgamento;</li>
<li>quais efeitos financeiros poderão decorrer da decisão definitiva.</li>
</ul>
<p>Independentemente do resultado final, especialistas acompanham o caso por entenderem que ele poderá servir de referência para outras concessões de transporte coletivo urbano no País, especialmente em temas relacionados à remuneração por subsídios, equilíbrio econômico-financeiro e limites das alterações unilaterais promovidas pelo poder concedente.</p>
<p>O <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> procurou a prefeitura do Rio de Janeiro e aguarda retorno.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-526533" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/1-21.jpg?resize=1414%2C2000&#038;ssl=1" alt="" width="1414" height="2000" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/1-21.jpg?w=1414&amp;ssl=1 1414w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/1-21.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/1-21.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/1-21.jpg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/1-21.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/1-21.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/1-21.jpg?resize=400%2C566&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/1-21.jpg?resize=150%2C212&amp;ssl=1 150w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-526534" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/2-22.jpg?resize=1414%2C2000&#038;ssl=1" alt="" width="1414" height="2000" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/2-22.jpg?w=1414&amp;ssl=1 1414w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/2-22.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/2-22.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/2-22.jpg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/2-22.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/2-22.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/2-22.jpg?resize=400%2C566&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/2-22.jpg?resize=150%2C212&amp;ssl=1 150w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-526535" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/3-18.jpg?resize=1414%2C2000&#038;ssl=1" alt="" width="1414" height="2000" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/3-18.jpg?w=1414&amp;ssl=1 1414w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/3-18.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/3-18.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/3-18.jpg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/3-18.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/3-18.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/3-18.jpg?resize=400%2C566&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/3-18.jpg?resize=150%2C212&amp;ssl=1 150w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-526536" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/4-14.jpg?resize=1414%2C2000&#038;ssl=1" alt="" width="1414" height="2000" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/4-14.jpg?w=1414&amp;ssl=1 1414w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/4-14.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/4-14.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/4-14.jpg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/4-14.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/4-14.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/4-14.jpg?resize=400%2C566&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/4-14.jpg?resize=150%2C212&amp;ssl=1 150w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-526537" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/5-13.jpg?resize=1414%2C2000&#038;ssl=1" alt="" width="1414" height="2000" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/5-13.jpg?w=1414&amp;ssl=1 1414w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/5-13.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/5-13.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/5-13.jpg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/5-13.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/5-13.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/5-13.jpg?resize=400%2C566&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/5-13.jpg?resize=150%2C212&amp;ssl=1 150w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-526538" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/6-11.jpg?resize=1414%2C2000&#038;ssl=1" alt="" width="1414" height="2000" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/6-11.jpg?w=1414&amp;ssl=1 1414w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/6-11.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/6-11.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/6-11.jpg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/6-11.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/6-11.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/6-11.jpg?resize=400%2C566&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/6-11.jpg?resize=150%2C212&amp;ssl=1 150w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-526539" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/7-9.jpg?resize=1414%2C2000&#038;ssl=1" alt="" width="1414" height="2000" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/7-9.jpg?w=1414&amp;ssl=1 1414w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/7-9.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/7-9.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/7-9.jpg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/7-9.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/7-9.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/7-9.jpg?resize=400%2C566&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/7-9.jpg?resize=150%2C212&amp;ssl=1 150w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-526540" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/8-7.jpg?resize=1414%2C2000&#038;ssl=1" alt="" width="1414" height="2000" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/8-7.jpg?w=1414&amp;ssl=1 1414w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/8-7.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/8-7.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/8-7.jpg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/8-7.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/8-7.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/8-7.jpg?resize=400%2C566&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/8-7.jpg?resize=150%2C212&amp;ssl=1 150w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-526541" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/9-4.jpg?resize=1414%2C2000&#038;ssl=1" alt="" width="1414" height="2000" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/9-4.jpg?w=1414&amp;ssl=1 1414w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/9-4.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/9-4.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/9-4.jpg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/9-4.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/9-4.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/9-4.jpg?resize=400%2C566&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/9-4.jpg?resize=150%2C212&amp;ssl=1 150w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>0</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/07/29/alerta-nos-transporte-do-rio-de-janeiro-justica-apura-descumprimento-de-acordo-pela-prefeitura-suspendendo-transferencias-de-linhas-em-licitacao/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=526542</guid>
  </item>
  <item>
    <title>Prazo para recuperar créditos do antigo sistema de bilhetagem termina nesta sexta-feira (31) em Ponta Grossa (PR)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/07/29/prazo-para-recuperar-creditos-do-antigo-sistema-de-bilhetagem-termina-nesta-sexta-feira-em-ponta-grossa-pr/</link>
	<dc:creator><![CDATA[arthursabadinferrari]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/07/29/prazo-para-recuperar-creditos-do-antigo-sistema-de-bilhetagem-termina-nesta-sexta-feira-em-ponta-grossa-pr/#comments</comments>
    <pubDate>Wed, 29 Jul 2026 22:00:12 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Passageiros precisam realizar cadastro, biometria facial e emitir Cartão Migração para continuar utilizando os valores disponíveis no transporte coletivo ARTHUR FERRARI Os usuários do transporte coletivo de Ponta Grossa (PR) têm até esta sexta-feira (31) para solicitar a migração dos créditos remanescentes do antigo sistema de bilhetagem. Após essa data, os valores que não forem [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="684" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/2026-07-28-Cartao-Conecta-Migracao-Henry-Milleo-2.jpg.jpg?fit=1024%2C684&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/2026-07-28-Cartao-Conecta-Migracao-Henry-Milleo-2.jpg.jpg?w=1600&amp;ssl=1 1600w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/2026-07-28-Cartao-Conecta-Migracao-Henry-Milleo-2.jpg.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/2026-07-28-Cartao-Conecta-Migracao-Henry-Milleo-2.jpg.jpg?resize=1024%2C684&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/2026-07-28-Cartao-Conecta-Migracao-Henry-Milleo-2.jpg.jpg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/2026-07-28-Cartao-Conecta-Migracao-Henry-Milleo-2.jpg.jpg?resize=768%2C513&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/2026-07-28-Cartao-Conecta-Migracao-Henry-Milleo-2.jpg.jpg?resize=1536%2C1025&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/2026-07-28-Cartao-Conecta-Migracao-Henry-Milleo-2.jpg.jpg?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Passageiros precisam realizar cadastro, biometria facial e emitir Cartão Migração para continuar utilizando os valores disponíveis no transporte coletivo</em></p>
<p><em><strong>ARTHUR FERRARI</strong></em></p>
<p>Os usuários do transporte coletivo de Ponta Grossa (PR) têm até esta sexta-feira (31) para solicitar a migração dos créditos remanescentes do antigo sistema de bilhetagem. Após essa data, os valores que não forem regularizados expirarão e não poderão mais ser utilizados.</p>
<p>O procedimento é destinado aos passageiros que ainda possuem créditos adquiridos no sistema anterior. Para manter o direito de uso desses valores, é necessário consultar a existência de saldo, realizar o cadastro dos dados pessoais, fazer a biometria facial e emitir o Cartão Migração, que será utilizado exclusivamente para consumir os créditos transferidos.</p>
<p>A consulta e o cadastramento devem ser realizados pela plataforma Conecta PG. Após a conclusão dessa etapa, o usuário deverá retirar o Cartão Migração em um dos terminais de transporte coletivo.</p>
<p>De acordo com as regras estabelecidas, o cartão será pessoal e intransferível, não permitirá novas recargas e poderá ser cancelado caso seja utilizado por outra pessoa, com perda dos créditos existentes. A medida busca evitar fraudes, duplicidade de benefícios e uso indevido dos valores.</p>
<p>Para utilizar o Cartão Migração, o passageiro deverá possuir saldo mínimo de R$ 6, equivalente ao valor atual da tarifa do transporte coletivo.</p>
<p>A definição do procedimento foi resultado de um acordo firmado entre a Prefeitura de Ponta Grossa (PR) e o Ministério Público, estabelecendo as regras para que os usuários possam utilizar os créditos remanescentes do antigo sistema de bilhetagem antes do encerramento definitivo do prazo.</p>
<p><em><strong>Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>0</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/07/29/prazo-para-recuperar-creditos-do-antigo-sistema-de-bilhetagem-termina-nesta-sexta-feira-em-ponta-grossa-pr/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=526379</guid>
  </item>
  <item>
    <title>VÍDEO: Ônibus Biometano Scania padrão SPTrans já tem um grande lote pré-encomendado e vai para as ruas em setembro – ENTREVISTA e FOTOS</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/07/29/video-onibus-biometano-scania-padrao-sptrans-ja-tem-um-grande-lote-pre-encomendado-e-vai-para-as-ruas-em-setembro-entrevista-e-fotos/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/07/29/video-onibus-biometano-scania-padrao-sptrans-ja-tem-um-grande-lote-pre-encomendado-e-vai-para-as-ruas-em-setembro-entrevista-e-fotos/#comments</comments>
    <pubDate>Wed, 29 Jul 2026 20:45:11 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[LAT.BUS]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Reportagens Especiais]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[SPTrans]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Informação é do Diretor de Desenvolvimento de Negócios da Scania, Marcelo Gallão, em entrevista a Adamo Bazani, nesta quarta-feira (29). Avaliação pela SPTrans está em fases finais ADAMO BAZANI e VINÍCIUS DE OLIVEIRA Um grande grupo empresarial de transportes da capital paulista já demonstrou interesse na compra de uma quantidade considerada “relativamente grande” do novo [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="767" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/scania-biometano-3.jpg?fit=1024%2C767&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/scania-biometano-3.jpg?w=1600&amp;ssl=1 1600w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/scania-biometano-3.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/scania-biometano-3.jpg?resize=1024%2C767&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/scania-biometano-3.jpg?resize=150%2C112&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/scania-biometano-3.jpg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/scania-biometano-3.jpg?resize=1536%2C1151&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/scania-biometano-3.jpg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Informação é do Diretor de Desenvolvimento de Negócios da Scania, Marcelo Gallão, em entrevista a Adamo Bazani, nesta quarta-feira (29). Avaliação pela SPTrans está em fases finais</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI e VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>
<p><div style="width: 1914px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-526499-2" width="1914" height="1080" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Gallao-Biometano.mp4?_=2" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Gallao-Biometano.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Gallao-Biometano.mp4</a></video></div></p>
<p>Um grande grupo empresarial de transportes da capital paulista já demonstrou interesse na compra de uma quantidade considerada “relativamente grande” do novo ônibus urbano a biometano da Scania, desenvolvido em parceria com a Caio para atender às especificações operacionais da SPTrans (São Paulo Transporte). <strong>&#8211; AO FIM DO TEXTO DA ENTREVISTA, VÁRIAS FOTOS PRÓPRIAS</strong></p>
<p>A informação foi confirmada pelo diretor de Desenvolvimento de Negócios da Scania, Marcelo Gallão, em entrevista ao criador e editor-chefe do Diário do Transporte, Adamo Bazani, na fábrica, na manhã desta quarta-feira, 29 de julho de 2026.</p>
<p>A reportagem revelou a apresentação do modelo, que será um dos destaques da marca na Lat.Bus – 2026, feira especializada no segmento de ônibus, que ocorre entre os dias 11 e 13 de agosto na cidade de São Paulo. A Scania também apresentou uma nova linha de ônibus rodoviários, denominada “Super”, com seis modelos, com motores de 11 litros e de 13 litros: K350 4&#215;2, K390 4&#215;2; K390 6&#215;2; k430 6&#215;2; K460 8&#215;2; e K500 8&#215;2.</p>
<p><strong>Relembre a reportagem sobre os lançamentos em geral: </strong><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/07/29/scania-lanca-onibus-biometano-sptrans-e-seis-modelos-de-rodoviarios-em-nova-linha-denominada-super/">https://diariodotransporte.com.br/2026/07/29/scania-lanca-onibus-biometano-sptrans-e-seis-modelos-de-rodoviarios-em-nova-linha-denominada-super/</a></p>
<p><strong>Saiba dos detalhes da nova linha de rodoviários neste link: </strong><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/07/29/entrevista-entenda-as-principais-caracteristicas-dos-lancamentos-dos-onibus-rodoviarios-da-scania/">https://diariodotransporte.com.br/2026/07/29/entrevista-entenda-as-principais-caracteristicas-dos-lancamentos-dos-onibus-rodoviarios-da-scania/</a></p>
<p>A compra dos ônibus a biometano para a cidade de São Paulo, entretanto, depende da conclusão dos testes do veículo e de sua aprovação para operação no sistema municipal de ônibus da capital paulista.</p>
<p><strong><em>“Existe, sim, um grupo interessado, que fala em um número relativamente grande de veículos, caso os testes da SPTrans sejam aprovados”,</em></strong> afirmou o representante da Scania.</p>
<p>O nome do grupo empresarial e a quantidade de ônibus em negociação não foram divulgados por questões de confidencialidade de negócios.</p>
<p>O veículo apresentado possui motor traseiro, configuração 4&#215;2, piso baixo e capacidade aproximada para 80 passageiros. O chassi utiliza a tecnologia a gás e biometano que já integra o portfólio comercial da Scania, mas recebeu adaptações para atender às normas e características exigidas para os ônibus da cidade de São Paulo.</p>
<p>Segundo a fabricante, a iniciativa surgiu após contatos feitos pela Caio e a SPTrans diante dos desafios relacionados à expansão da infraestrutura elétrica em determinadas garagens de ônibus da capital.</p>
<p>Como tem mostrado o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, apesar de São Paulo deter a maior frota de ônibus elétricos do País, com 1.759 veículos, ou 80% da circulação nacional, ainda está abaixo da meta estipulada pela prefeitura, que era 2,6 mil coletivos deste tipo até dezembro de 2024. Ao todo, o sistema da SPTrans tem mais de 13 mil coletivos. A ausência de infraestrutura para os elétricos carregarem as baterias e ainda poucas opções de modelos de alguns segmentos, como mídis e articulados de 18 metros, estão entre os motivos apontados pela gestão do prefeito Ricardo Nunes para o descumprimento da meta. Como desde 17 de outubro de 2022, não é mais possível comprar ônibus a diesel na cidade de São Paulo, não há todos os modelos elétricos em abundância no mercado e a infraestrutura ainda é insuficiente, muito embora tenha melhorado, não tem sido possível trocar os ônibus a diesel em circulação no ritmo correto, que é cerca de 10% da frota, o que leva ao envelhecimento da atual frota. Por causa disso, a SPTrans autorizou os ônibus a operarem por 14 anos (contanto com a fabricação e não somente o modelo) ou até 15 anos no caso dos mídis.</p>
<p>A avaliação é que o biometano possa ser uma alternativa complementar à eletrificação, principalmente em locais nos quais a distribuição de energia ainda representa um gargalo para a instalação de carregadores e para a ampliação das frotas de ônibus elétricos.</p>
<p><strong>TESTES NAS RUAS</strong></p>
<p>O ônibus já passou pelas principais de avaliação na SPTrans, mas ainda precisa concluir uma série de testes. O modelo já é homologado pelo Contran e Senatran, já podendo ser comercializado, mas, por prática da cidade de São Paulo, precisa antes ter a avaliação da SPTrans, que submete os novos ônibus e padrões mais rigorosos de testes.</p>
<p>O trabalho da SPTrans nesse sentido é tão detalhista que muitas cidades só admitem novos modelos de ônibus depois do aval da capital paulista, mesmo não havendo uma ligação institucional entre as gestões públicas.</p>
<p>A previsão apresentada pela Scania é de que o veículo comece a circular em testes operacionais nas ruas de São Paulo em meados de setembro de 2026.</p>
<p>A própria SPTrans deverá acompanhar e avaliar o desempenho do ônibus antes de qualquer adoção em maior escala.</p>
<p>Apesar de ser comum afirmar que um ônibus foi “homologado pela SPTrans”, o representante da fabricante explicou que o termo técnico não é o mais adequado.</p>
<p>A homologação veicular é de responsabilidade dos órgãos nacionais de trânsito, como Contran (Conselho Nacional de Trânsito) e Senatran (Secretaria Nacional de Trânsito). A SPTrans, por sua vez, analisa se o modelo atende aos padrões técnicos, operacionais e de acessibilidade exigidos no sistema da capital paulista.</p>
<p>O chassi utilizado no novo ônibus já possui homologação nacional. O processo em São Paulo está relacionado à aprovação do conjunto e de sua configuração para operação no sistema municipal.</p>
<p><strong>ALTERNATIVA À ELETRIFICAÇÃO</strong></p>
<p>O desenvolvimento do ônibus ocorre em um momento no qual a Prefeitura de São Paulo amplia os investimentos na eletrificação da frota, mas enfrenta dificuldades relacionadas à infraestrutura de recarga e à disponibilidade de energia em algumas garagens.</p>
<p>Na avaliação da Scania, o biometano pode contribuir para a redução das emissões sem exigir a mesma estrutura elétrica necessária para a operação de ônibus a bateria.</p>
<p>A tecnologia já é utilizada em larga escala em caminhões de coleta de resíduos na cidade de São Paulo.</p>
<p>Segundo o representante da fabricante, mais da metade da coleta de resíduos da capital já é realizada por veículos movidos a biometano, principalmente caminhões da Scania.</p>
<p>A partir dessa experiência, a SPTrans e a fabricante passaram a avaliar se a solução também poderia ser empregada no transporte coletivo de passageiros.</p>
<p><strong><em>“Será que essa fórmula não funcionaria também para o transporte de passageiros? A gente acredita que sim”,</em></strong> disse Gallão a Adamo Bazani.</p>
<p><strong>SEM USO DE ARLA</strong></p>
<p>Outra característica destacada pela fabricante é que os motores a biometano não utilizam Arla 32, solução empregada em veículos a diesel para reduzir as emissões de óxidos de nitrogênio.</p>
<p>O motor também dispensa alguns componentes dos sistemas tradicionais de pós-tratamento dos gases de escapamento de veículos a diesel, como o filtro de partículas.</p>
<p>De acordo com a Scania, o biometano possui uma estrutura molecular mais simples e sua combustão gera menos resíduos.</p>
<p>O motor utiliza o ciclo Otto, semelhante ao princípio de funcionamento dos motores a gasolina, embora seja preparado especificamente para operar com gás.</p>
<p>A fabricante afirma que essa configuração resulta em um sistema de escapamento mais simples e pode representar vantagens operacionais para empresas e cidades interessadas na tecnologia.</p>
<p><strong>EXPERIÊNCIA EM GOIÂNIA</strong></p>
<p>A Scania também citou como referência a operação de ônibus articulados a gás em Goiânia.</p>
<p>Segundo a empresa, os veículos já foram testados e tiveram boa aceitação, o que deve resultar na ampliação da frota desse tipo na capital de Goiás.</p>
<p>A configuração dos veículos, entretanto, varia conforme as necessidades de cada sistema de transporte.</p>
<p>Para São Paulo, o projeto foi desenvolvido no padrão de ônibus básico com piso baixo. Já Goiânia tem demonstrado preferência por veículos de maior capacidade, como os articulados.</p>
<p>O representante da Scania comparou a fabricação de ônibus a uma “alfaiataria”, devido à necessidade de adaptar os veículos às normas, condições viárias e demandas operacionais de cada cidade.</p>
<p><strong>COMERCIALIZAÇÃO DEPENDE DOS RESULTADOS</strong></p>
<p>Apesar do interesse empresarial já existente, ainda não há uma data definida para o início da comercialização do ônibus na configuração padrão SPTrans.</p>
<p>A possível venda dependerá dos resultados dos testes, da avaliação dos operadores e da aceitação da tecnologia pela Prefeitura de São Paulo e pela própria SPTrans.</p>
<p>Caso o desempenho seja aprovado, o grupo que já procurou a fabricante poderá estar entre os primeiros compradores do modelo.</p>
<p>A expectativa da Scania é que os testes permitam demonstrar que o biometano pode atuar como alternativa complementar aos ônibus elétricos, ampliando as possibilidades de redução de emissões e renovação da frota da cidade.</p>
<p><strong>ADAMO BAZANI: E Gallão, falando agora do Biometano. Já é uma solução já consagrada da Scania, é uma plataforma que já é comercial, já está sendo produzida, mas a diferença desse veículo apresentado aqui é por ser padrão SPTrans.  Conta um pouquinho pra gente as características desse veículo.</strong></p>
<p><strong>MARCELO GALLÃO:</strong> <em>Esse é um ônibus K, motor traseiro, com um piso baixo. Então, por que um ônibus padrão 4&#215;2, piso baixo, 80 passageiros? Por que isso? Nós fomos procurados há um tempo atrás pela Caio e pela SPTrans, num argumento onde, poxa, será que não seria interessante, devido a alguns gargalos que nós estamos observando na cidade de São Paulo, em relação à distribuição de energia elétrica em algumas garagens? Entendemos o gargalo, realmente, de fato, a gente observou e preparamos um ônibus padrão SPTrans, junto com a Caio, motivado pela necessidade do teste da tecnologia de biometano, que já é um sucesso em coleta de resíduo em São Paulo. Nós temos até mais de 50% da coleta de resíduo de São Paulo, sendo o resíduo de São Paulo coletado por caminhões movidos a biometano da Scania. E a SPTrans falou assim, poxa, será que essa fórmula não funciona também para o transporte de passageiros? A gente acredita que sim. E em breve, nas próximas semanas, nós vamos colocar o produto nas ruas. É um produto que a gente já tinha, mas agora ele está adaptado de acordo com as normas da SPTrans.</em></p>
<p><strong>ADAMO BAZANI:</strong> <em>Ele já está liberado, já está autorizado pela SPTrans? A gente fala homologado pela SPTrans, mas não é bem homologado.</em></p>
<p><strong>MARCELO GALLÃO:</strong> <em>Não é bem homologado. A própria SPTrans não gosta de falar, não é a SPTrans que homologa, quem homologa é o Contran.</em></p>
<p><strong>ADAMO BAZANI: Mas ele já está aprovado pela SPTrans para ser comercializado? </strong></p>
<p><strong>MARCELO GALLÃO:</strong> <em>Ele tem uma série de testes, nos primeiros testes ele foi aprovado, agora tem uma conclusão de teste. Então a própria SPTrans vai estar testando esse ônibus até a gente começar, provavelmente meados de setembro, a colocá-lo nas ruas.</em></p>
<p><strong>ADAMO BAZANI: Colocá-lo nas ruas ainda no âmbito desse teste? </strong></p>
<p><strong>MARCELO GALLÃO:</strong> <em>Exatamente. </em></p>
<p><strong>ADAMO BAZANI: Comercialização, claro, depende dos resultados, depende de tudo, mas comercialização vocês projetam mais ou menos para quando? </strong></p>
<p><strong>MARCELO GALLÃO:</strong> <em>Olha, esse ônibus em termos de chassis, ele já é um chassi homologado pelo Contran. Depende da adoção do prefeito de São Paulo, da população da SPTrans e como é que eles experimentaram o ônibus. A gente, por exemplo, Goiânia já experimentou os nossos articulados a gás, gostou e está até ampliando o pedido e provavelmente nós vamos ter mais ônibus rodando articulados a gás lá.</em></p>
<p><strong>ADAMO BAZANI: E Padron para lá? </strong></p>
<p><strong>MARCELO GALLÃO:</strong><em> Padron, a cidade de Goiânia ela prefere os ônibus maiores, então vai muito de cidade, você sabe muito bem melhor do que eu, Adamo, que transporte de passageiros ônibus é uma alfaiataria, é uma customização infinita e cada cidade tem a sua peculiaridade, tem a sua norma e precisa ser respeitado.</em></p>
<p><strong>ADAMO BAZANI: Um detalhe curioso que muita gente não se atém, a questão do ARLA, por exemplo, ele não precisa, o biometano não precisa de nada disso. </strong></p>
<p><strong>MARCELO GALLÃO:</strong> <em>Não precisa de ARLA, quem opera com biometano está livre de ARLA, por quê? O biometano é uma molécula menor, ele tem um carbono só, então quando ele queima ele não deixa resíduo, ele não tem a necessidade de ter um filtro de partícula, por exemplo, não é só o ARLA que você elimina, o silencioso do biometano é um silencioso mais simples, é muito parecido com o silencioso de carro de passeio, que é um motor, o Ciclo Otto. Então ele é um motor mais simples e isso atrai muitos operadores e muitas cidades.</em></p>
<p><strong>ADAMO BAZANI: Já tem alguma unidade reservada, já esperando só a assinatura da SPTrans, já tem empresa que chegou e falou ‘eu quero’? </strong></p>
<p><strong>MARCELO GALLÃO</strong>:<em> Tem um grupo, sim, que fala em um número relativamente grande, se houver a aprovação dos testes da SPTrans, sim.</em></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-526495" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/scania-biometano.jpg?resize=1600%2C1199&#038;ssl=1" alt="" width="1600" height="1199" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/scania-biometano.jpg?w=1600&amp;ssl=1 1600w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/scania-biometano.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/scania-biometano.jpg?resize=1024%2C767&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/scania-biometano.jpg?resize=150%2C112&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/scania-biometano.jpg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/scania-biometano.jpg?resize=1536%2C1151&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/scania-biometano.jpg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /> <img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-526494" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/scania-biometano-1.jpg?resize=1600%2C1199&#038;ssl=1" alt="" width="1600" height="1199" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/scania-biometano-1.jpg?w=1600&amp;ssl=1 1600w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/scania-biometano-1.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/scania-biometano-1.jpg?resize=1024%2C767&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/scania-biometano-1.jpg?resize=150%2C112&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/scania-biometano-1.jpg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/scania-biometano-1.jpg?resize=1536%2C1151&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/scania-biometano-1.jpg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /> <img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-526493" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/scania-biometano-2.jpg?resize=1600%2C1199&#038;ssl=1" alt="" width="1600" height="1199" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/scania-biometano-2.jpg?w=1600&amp;ssl=1 1600w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/scania-biometano-2.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/scania-biometano-2.jpg?resize=1024%2C767&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/scania-biometano-2.jpg?resize=150%2C112&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/scania-biometano-2.jpg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/scania-biometano-2.jpg?resize=1536%2C1151&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/scania-biometano-2.jpg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /> <img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-526492" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/scania-biometano-3.jpg?resize=1600%2C1199&#038;ssl=1" alt="" width="1600" height="1199" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/scania-biometano-3.jpg?w=1600&amp;ssl=1 1600w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/scania-biometano-3.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/scania-biometano-3.jpg?resize=1024%2C767&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/scania-biometano-3.jpg?resize=150%2C112&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/scania-biometano-3.jpg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/scania-biometano-3.jpg?resize=1536%2C1151&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/scania-biometano-3.jpg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /> <img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-526491" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/scania-biometano-4.jpg?resize=1600%2C1199&#038;ssl=1" alt="" width="1600" height="1199" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/scania-biometano-4.jpg?w=1600&amp;ssl=1 1600w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/scania-biometano-4.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/scania-biometano-4.jpg?resize=1024%2C767&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/scania-biometano-4.jpg?resize=150%2C112&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/scania-biometano-4.jpg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/scania-biometano-4.jpg?resize=1536%2C1151&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/scania-biometano-4.jpg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
<p><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>1</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/07/29/video-onibus-biometano-scania-padrao-sptrans-ja-tem-um-grande-lote-pre-encomendado-e-vai-para-as-ruas-em-setembro-entrevista-e-fotos/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=526499</guid>
  </item>
  <item>
    <title>Vendaval paralisa trens, metrô e afeta operação do BRT no Rio de Janeiro nesta quarta-feira (29)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/07/29/vendaval-paralisa-trens-metro-e-afeta-operacao-do-brt-no-rio-de-janeiro-nesta-quarta-feira-29/</link>
	<dc:creator><![CDATA[sennayuri]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/07/29/vendaval-paralisa-trens-metro-e-afeta-operacao-do-brt-no-rio-de-janeiro-nesta-quarta-feira-29/#comments</comments>
    <pubDate>Wed, 29 Jul 2026 20:10:35 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Apagão provocado pela forte ventania interrompe sistemas sobre trilhos; queda de poste e danos em estação também impactam circulação do BRT YURI SENA O forte vendaval que atingiu o Rio de Janeiro na tarde desta quarta-feira, 29 de julho de 2026, provocou uma série de transtornos à mobilidade urbana. A falta de energia causada pela [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="828" height="527" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/eccfb11a-966a-4a0c-8126-b31961f4793d.jpg?fit=828%2C527&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/eccfb11a-966a-4a0c-8126-b31961f4793d.jpg?w=828&amp;ssl=1 828w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/eccfb11a-966a-4a0c-8126-b31961f4793d.jpg?resize=300%2C191&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/eccfb11a-966a-4a0c-8126-b31961f4793d.jpg?resize=150%2C95&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/eccfb11a-966a-4a0c-8126-b31961f4793d.jpg?resize=768%2C489&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/eccfb11a-966a-4a0c-8126-b31961f4793d.jpg?resize=400%2C255&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 828px) 100vw, 828px" /> <p><i><span style="font-weight: 400;">Apagão provocado pela forte ventania interrompe sistemas sobre trilhos; queda de poste e danos em estação também impactam circulação do BRT</span></i></p>
<p><b><i>YURI SENA</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O forte vendaval que atingiu o Rio de Janeiro na tarde desta quarta-feira, 29 de julho de 2026, provocou uma série de transtornos à mobilidade urbana. A falta de energia causada pela ventania interrompeu a circulação dos sistemas de trens metropolitanos e do metrô, enquanto o BRT Rio também registrou impactos operacionais devido aos danos provocados pelas condições climáticas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com o apagão, trens e metrô tiveram as operações paralisadas, afetando o deslocamento de milhares de passageiros na capital fluminense.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O sistema BRT Rio também sofreu reflexos do temporal. A Mobi-Rio informou que a linha 67 – Campo Grande x Deodoro passou a operar com intervalos irregulares após a queda de um poste nas proximidades da parada Coqueiros, comprometendo a circulação dos veículos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, a estação Dom Bosco, no sentido Santa Cruz, foi temporariamente fechada para embarques e desembarques. Segundo a Mobi-Rio, a medida foi adotada após a ventania provocar danos no telhado da estação, impossibilitando a operação com segurança.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Prefeitura do Rio de Janeiro orientou a população a evitar deslocamentos desnecessários e permanecer em locais seguros enquanto persistirem as condições meteorológicas adversas. Os ventos chegaram a aproximadamente 100 km/h em alguns pontos da cidade, provocando quedas de árvores, danos a estruturas e interrupções no fornecimento de energia elétrica.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As concessionárias e órgãos responsáveis seguem monitorando a situação e trabalhando para restabelecer a operação dos serviços de transporte público assim que houver condições de segurança para a retomada das atividades.</span></p>
<p><b><i>Yuri Sena, para o Diário do Transporte</i></b></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>0</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/07/29/vendaval-paralisa-trens-metro-e-afeta-operacao-do-brt-no-rio-de-janeiro-nesta-quarta-feira-29/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=526501</guid>
  </item>
  <item>
    <title>Transporte público de São José dos Campos atinge maior índice de satisfação desde 2020, aponta pesquisa</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/07/29/transporte-publico-de-sao-jose-dos-campos-atinge-maior-indice-de-satisfacao-desde-2020-aponta-pesquisa/</link>
	<dc:creator><![CDATA[sennayuri]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/07/29/transporte-publico-de-sao-jose-dos-campos-atinge-maior-indice-de-satisfacao-desde-2020-aponta-pesquisa/#comments</comments>
    <pubDate>Wed, 29 Jul 2026 20:00:26 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Sistema alcançou 666 pontos em levantamento da Indsat após investimentos em ônibus elétricos, ampliação de linhas e operação 24 horas YURI SENA O transporte público de São José dos Campos alcançou, em junho de 2026, o maior índice de satisfação desde o início da série histórica da Indsat (Indicadores de Satisfação dos Serviços Públicos), iniciada [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="767" height="485" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/1cef8ad8-6177-49b8-802a-c05b977a28b9.jpg?fit=767%2C485&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/1cef8ad8-6177-49b8-802a-c05b977a28b9.jpg?w=767&amp;ssl=1 767w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/1cef8ad8-6177-49b8-802a-c05b977a28b9.jpg?resize=300%2C190&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/1cef8ad8-6177-49b8-802a-c05b977a28b9.jpg?resize=150%2C95&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/1cef8ad8-6177-49b8-802a-c05b977a28b9.jpg?resize=400%2C253&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 767px) 100vw, 767px" /> <p><i><span style="font-weight: 400;">Sistema alcançou 666 pontos em levantamento da Indsat após investimentos em ônibus elétricos, ampliação de linhas e operação 24 horas</span></i></p>
<p><b><i>YURI SENA</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O transporte público de São José dos Campos alcançou, em junho de 2026, o maior índice de satisfação desde o início da série histórica da Indsat (Indicadores de Satisfação dos Serviços Públicos), iniciada em 2020. O serviço recebeu 666 pontos, classificação considerada de alto grau de satisfação, superando tanto a média das cidades de grande porte, de 479 pontos, quanto o recorde anterior, de 662 pontos, registrado em janeiro de 2023.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo a Prefeitura, o resultado reflete os investimentos realizados na modernização do sistema de transporte coletivo, que passou a contar com novos veículos, ampliação da frota elétrica, mais linhas, aumento da oferta de viagens e ampliação dos horários de atendimento em diferentes regiões do município.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entre as principais mudanças está a operação da Linha Verde com os Veículos Leves sobre Pneus (VLPs), além da incorporação de ônibus elétricos à frota. Atualmente, o sistema conta com 20 ônibus elétricos e 12 VLPs em circulação. A previsão da administração municipal é que toda a frota operacional seja eletrificada até 2027, com a chegada de mais 380 veículos elétricos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outra novidade foi a ampliação da oferta de transporte durante a madrugada. Desde junho, 13 linhas passaram a operar 24 horas por dia, enquanto outras 15 tiveram os horários estendidos durante a noite. A medida acrescentou 55 viagens diárias e garantiu atendimento contínuo, inclusive aos finais de semana e feriados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O sistema também recebeu novas linhas. A linha 066 passou a ligar o ECO Campos de São José à Avenida João Rodolfo Castelli, enquanto a linha 082 conecta a Estação Sul às regiões do Jardim das Colinas e Jardim Aquarius. Além disso, diversas linhas tiveram reforço de frota, alterações de itinerário e aumento no número de partidas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Prefeitura informou ainda que, a partir de 10 de agosto, as linhas 201, 206, 240, 244 e 340 terão novas ampliações para atender a região leste da cidade. As mudanças incluem mais veículos, aumento do número de viagens e ampliação do atendimento. Na linha 340, por exemplo, serão acrescentadas 20 viagens, além da extensão da operação aos sábados e domingos durante todo o dia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A modernização também contempla recursos tecnológicos. A Linha Verde recebeu 22 câmeras inteligentes instaladas nos semáforos do corredor, integradas ao Centro de Segurança e Inteligência (CSI), para auxiliar no monitoramento da operação, fiscalização do corredor exclusivo e regularidade das viagens.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os passageiros também podem acompanhar horários em tempo real e planejar seus deslocamentos por meio dos aplicativos Cittamobi, Moovit e Google Maps. O Bilhete Único permite integração entre linhas e também com o sistema de bicicletas compartilhadas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com a pesquisa, o trabalho é o principal motivo para a utilização do transporte coletivo, citado por 71,2% dos entrevistados. Os deslocamentos para estudo representam 7% das viagens, enquanto 6% utilizam o sistema para acessar serviços de saúde e 4,8% para passeios.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O levantamento foi realizado com 600 moradores de São José dos Campos com idade igual ou superior a 16 anos. A pesquisa possui margem de erro de quatro pontos percentuais e nível de confiança de 95%. O índice de satisfação da Indsat é calculado em uma escala de até 1.000 pontos, considerando as avaliações dos usuários entre ótimo, bom, regular, ruim e péssimo.</span></p>
<p><b><i>Yuri Sena, para o Diário do Transporte</i></b></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>0</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/07/29/transporte-publico-de-sao-jose-dos-campos-atinge-maior-indice-de-satisfacao-desde-2020-aponta-pesquisa/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=526468</guid>
  </item>
  <item>
    <title>Marcopolo utiliza tecido produzido com PET 100% reciclado</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/07/29/marcopolo-utiliza-tecido-produzido-com-pet-100-reciclado/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/07/29/marcopolo-utiliza-tecido-produzido-com-pet-100-reciclado/#comments</comments>
    <pubDate>Wed, 29 Jul 2026 19:00:30 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Parceria com a DINI Têxtil transforma resíduos em tecido de alta performance para poltronas de ônibus, reaproveitando cerca de 200 garrafas PET por quilo de fio e fortalecendo a economia circular na mobilidade VINÍCIUS DE OLIVEIRA A Marcopolo, uma das maiores fabricantes de carrocerias de ônibus do mundo, anuncia um passo estratégico em sua jornada [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="683" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Marcopa29072026-Marcopolo_Tecido-PET-100-reciclado_2olo-Tecido-PET-3-e1785347842851.jpg?fit=1024%2C683&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><em>Parceria com a DINI Têxtil transforma resíduos em tecido de alta performance para poltronas de ônibus, reaproveitando cerca de 200 garrafas PET por quilo de fio e fortalecendo a economia circular na mobilidade</em></p>
<p><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>
<p>A Marcopolo, uma das maiores fabricantes de carrocerias de ônibus do mundo, anuncia um passo estratégico em sua jornada de sustentabilidade ao incorporar um novo tecido de alta performance, produzido com 100% de material PET reciclado pós-consumo, nos revestimentos de suas poltronas. A iniciativa, desenvolvida em parceria com a DINI Têxtil, reforça o compromisso com a inovação e a economia circular no setor de transportes.</p>
<p>O novo material não apenas oferece uma solução de menor impacto ambiental, mas também comprova que a sustentabilidade pode andar de mãos dadas com a qualidade e a durabilidade exigidas pela indústria automotiva. Estudos de ciclo de vida do tecido indicam uma redução de até 60% nas emissões de CO₂ em comparação com o poliéster virgem, além de um consumo de água significativamente menor no processo produtivo.</p>
<p>Cada quilo do novo fio reciclado utiliza aproximadamente 200 garrafas PET, transformando o que seria resíduo em um insumo de alto valor agregado. Além disso, a aplicação do conceito de &#8220;monomaterial&#8221; — utilizando um só tipo de matéria-prima no componente — foi projetada para facilitar a desmontagem, separação e reciclagem do tecido ao final de sua vida útil, fechando o ciclo e contribuindo efetivamente para uma economia mais circular.</p>
<p>“A inovação está no DNA da Marcopolo, e isso inclui buscar soluções que gerem valor não apenas para nossos clientes, mas para toda a sociedade e o meio ambiente”, afirma Ricardo Portolan, diretor de Vendas e Marketing da Marcopolo. “Adotar um tecido feito de PET reciclado, que mantém a performance e o conforto que nossos passageiros esperam, é a prova de que é possível unir tecnologia, design e responsabilidade ambiental de forma concreta e escalável.”</p>
<p>A comprovação da qualidade foi um pilar fundamental do projeto. Laudos técnicos e certificações, como a IATF 16949 (padrão de qualidade automotiva), atestam que o tecido reciclado possui performance equivalente ao convencional em quesitos como durabilidade, resistência à abrasão e conforto ao toque.</p>
<p>A parceria com a DINI Têxtil, empresa com mais de 30 anos de experiência e uma planta industrial verticalizada, foi essencial para o desenvolvimento. O principal desafio técnico foi recompor a matriz do polímero reciclado para entregar um produto com propriedades mecânicas e estéticas idênticas às do material virgem. O resultado é um tecido que não só cumpre os rigorosos requisitos da Marcopolo, mas também carrega uma história positiva de impacto socioambiental, desde o trabalho dos catadores de recicláveis até a poltrona do passageiro.</p>
<p>A iniciativa posiciona a Marcopolo na vanguarda do setor de transportes, demonstrando que a inovação em materiais é um caminho poderoso para reduzir o impacto ambiental da indústria e promover um futuro mais sustentável para a mobilidade.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-526461" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/29072026-Marcopolo_Tecido-PET-100-reciclado_3.jpg?resize=1024%2C683&#038;ssl=1" alt="" width="1024" height="683" /></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-526459" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/29072026-Marcopolo_Tecido-PET-100-reciclado_1.jpg?resize=1024%2C683&#038;ssl=1" alt="" width="1024" height="683" /></p>
<p><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>0</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/07/29/marcopolo-utiliza-tecido-produzido-com-pet-100-reciclado/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=526457</guid>
  </item>
  <item>
    <title>Ônibus do transporte público de Campinas (SP) pega fogo na tarde desta quarta-feira (29)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/07/29/onibus-do-transporte-publico-de-campinas-sp-pega-fogo-na-tarde-desta-quarta-feira-29/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/07/29/onibus-do-transporte-publico-de-campinas-sp-pega-fogo-na-tarde-desta-quarta-feira-29/#comments</comments>
    <pubDate>Wed, 29 Jul 2026 18:06:21 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Coletivo atende a linha 362; não houve feridos VINÍCIUS DE OLIVEIRA Na tarde desta quarta-feira, 29 de julho de 2026, um ônibus do transporte público de Campinas (SP) pegou fogo entre a Avenida Doutor David Vicente e a Rua Pereira Lima. O coletivo em questão atende a linha 362 do sistema urbano de mobilidade; não [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="984" height="553" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/design-sem-nome-2026-07-29t143649.705.jpg?fit=984%2C553&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/design-sem-nome-2026-07-29t143649.705.jpg?w=984&amp;ssl=1 984w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/design-sem-nome-2026-07-29t143649.705.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/design-sem-nome-2026-07-29t143649.705.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/design-sem-nome-2026-07-29t143649.705.jpg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/design-sem-nome-2026-07-29t143649.705.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 984px) 100vw, 984px" /> <p><em>Coletivo atende a linha 362; não houve feridos</em></p>
<p><em><strong>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</strong></em></p>
<p>Na tarde desta quarta-feira, 29 de julho de 2026, um ônibus do transporte público de Campinas (SP) pegou fogo entre a Avenida Doutor David Vicente e a Rua Pereira Lima.</p>
<p>O coletivo em questão atende a linha 362 do sistema urbano de mobilidade; não houve registro de feridos no local.</p>
<p>Pedestres na via registraram imagens das chamas e toda a fumaça resultante do incêndio.</p>
<p>O Corpo de Bombeiros foi acionado e atendeu a ocorrência.</p>
<p><em><strong>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>0</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/07/29/onibus-do-transporte-publico-de-campinas-sp-pega-fogo-na-tarde-desta-quarta-feira-29/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=526464</guid>
  </item>
  <item>
    <title>ENTREVISTA: Entenda as principais características dos lançamentos dos ônibus rodoviários da Scania</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/07/29/entrevista-entenda-as-principais-caracteristicas-dos-lancamentos-dos-onibus-rodoviarios-da-scania/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/07/29/entrevista-entenda-as-principais-caracteristicas-dos-lancamentos-dos-onibus-rodoviarios-da-scania/#comments</comments>
    <pubDate>Wed, 29 Jul 2026 17:33:11 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[De acordo com Diretor de Desenvolvimento de Negócios da Scania, Marcelo Gallão, a Adamo Bazani, modelos consomem menos e marcam a volta da opção de motores de 11 litros, que eram pedidos pelo mercado ADAMO BAZANI / VINÍCIUS DE OLIVEIRA O Diário do Transporte acompanhou na manhã desta quarta-feira, 29 de julho de 2026, o [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="768" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/capa-scania-1.jpg?fit=1024%2C768&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/capa-scania-1.jpg?w=1448&amp;ssl=1 1448w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/capa-scania-1.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/capa-scania-1.jpg?resize=1024%2C768&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/capa-scania-1.jpg?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/capa-scania-1.jpg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/capa-scania-1.jpg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>De acordo com Diretor de Desenvolvimento de Negócios da Scania, Marcelo Gallão, a Adamo Bazani, modelos consomem menos e marcam a volta da opção de motores de 11 litros, que eram pedidos pelo mercado</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI / VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>
<p><div style="width: 1914px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-526438-3" width="1914" height="1080" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Marcelo-Gallao-Scania.mp4?_=3" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Marcelo-Gallao-Scania.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Marcelo-Gallao-Scania.mp4</a></video></div></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O <strong>Diário do Transporte</strong> acompanhou na manhã desta quarta-feira, 29 de julho de 2026, o lançamento, por parte da Scania, de uma nova família de ônibus rodoviários, denominada comercialmente de Super. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O contato, nesta entrevista, é com o Diretor de Desenvolvimento de Negócios da Scania, Marcelo Gallão, que fala sobre as principais características destes veículos, que ampliam as opções no mercado. Os modelos são o K350 4&#215;2, K390 4&#215;2 e 6&#215;2, K430 e 460 6&#215;2, K460 e K500 8&#215;2.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os três primeiros modelos desta nova linha possuem motores de 11 litros, que eram uma exigência por parte dos operadores, e que agora contam com esta alternativa. Mas os motores de 13 litros, para os modelos de potência maior, também são opções. A linha atual de ônibus rodoviários da Scania é mantida para, de acordo com o diretor, haver mais flexibilidade do operador escolher.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entre as características da linha de modelos estão manutenções mais facilitadas, com menos equipamentos, inclusive com o implemento de tecnologia em relação aos motores de 11 litros dos anos 1990, que foram descontinuados na ocasião. Além disso, de acordo com Marcelo Gallão, o consumo 8% menor em média, mas que pode chegar a 11% menos de óleo diesel, justifica o valor mais alto de aquisição, que gira em torno de 7%.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Acompanhe toda a entrevista na íntegra e abaixo as características do modelo. </span></p>
<p><strong>ADAMO BAZANI: O Diário do Transporte está aqui na Scania falando de lançamentos e o nosso contato é com Marcelo Gallão, Diretor de Desenvolvimento de Produtos e Negócios da Scania. Uma das novidades é uma nova linha de ônibus rodoviários, relembrando os velhos tempos, porém com muito mais tecnologia, são os motores de 11 litros. Bom, inicialmente, o que é essa linha, quais são os modelos? </strong></p>
<p><em><span style="font-weight: 400;"><strong>MARCELO GALLÃO:</strong> Adamo, o dia de hoje é muito importante para a gente, ele é uma data que se comemora a chegada do trem de força super ao ônibus. Então, os motores super, consagrados nos caminhões com 13 litros, faixas de potência 460 a 500 cavalos, equipam agora a nossa família de ônibus. Além dos motores 13 litros, estamos lançando, no dia de hoje, os motores 11 litros, que são uma evolução da plataforma super para as potências de 350, 390 e 430. Então, o super 11 litros, ele equipa a maior parte do nosso portfólio de ônibus urbanos e rodoviários.</span></em></p>
<p><strong>ADAMO BAZANI: Vocês ouviram muito o operador para essa volta, como que foi o desenvolvimento, como que foi para chegar até o lançamento efetivo? </strong></p>
<p><em><span style="font-weight: 400;"><strong>MARCELO GALLÃO:</strong> Sim, foi fundamental o feedback, a informação de motoristas, de operadores, as dores dos operadores para nós revisitarmos um motor que foi uma lenda para nós. O 11 litros, no final dos anos 90, desde que saiu, deixou muita saudade. E ele era conhecido como um motor simples, robusto e econômico. Esses três pilares foram os principais pontos que motivaram o desenvolvimento dessa nova plataforma. </span></em></p>
<p><strong>ADAMO BAZANI: E dá para ser simples com tanta tecnologia? </strong></p>
<p><em><span style="font-weight: 400;"><strong>MARCELO GALLÃO:</strong> Sim, dá para ser simples como? Se você pegar o motor diesel, hoje, com os atuadores de válvula de admissão, recirculação de gases, válvula de escape, ambas monitorando a admissão. Eu não te digo as válvulas da câmara de combustão, eu digo aquelas borboletas na entrada da admissão, a saída, o antigo freio motor, aquela borboleta do escape. Hoje, tudo isso, todo o gerenciamento térmico do motor, 11 litros, ele não usa recirculação de gases, ele usa um sistema de dois faseadores no comando, onde você consegue variar a abertura de válvulas de câmara de combustão, agora sim de câmara de combustão, de admissão e de escape. Variando, ou seja, antecipando a abertura de válvulas de admissão, ou postergando, antecipando ou postergando a abertura de válvulas de escape, nós conseguimos fazer um gerenciamento térmico melhor, dando uma economia, melhorando o freio de liberação de compressão, que é o CRB. Agora ele é chamado de Variable Valve Brake, uma variação das válvulas, potencializando o freio de serviço, o freio auxiliar.</span></em></p>
<p><strong>ADAMO BAZANI: E tem uma nova transmissão também?</strong></p>
<p><em><span style="font-weight: 400;"><strong>MARCELO GALLÃO:</strong> Sim, quando a gente fala de super, Adamo, a caixa do super, ela vem, então o super ele não é um motor, ele é um trem de força. A caixa G25, que equipa hoje nossos caminhões até 460 cavalos, agora vem para a linha de ônibus também. Com as vantagens de ter uma primeira marcha mais reduzida, ou seja, você multiplica o torque do motor até 20.81 vezes, você ganha, ou seja, a partida em rampa. E na última marcha você tem uma overdrive de 0.78, ou seja, você mantém a rotação mais baixa em cruzeiro, dando mais conforto e mais economia, maior durabilidade para o motor.</span></em></p>
<p><strong>ADAMO BAZANI: 8% ele consome menos? </strong></p>
<p><em><span style="font-weight: 400;"><strong>MARCELO GALLÃO:</strong> Ele consome 8% a 11%, dependendo da aplicação. </span></em></p>
<p><strong>ADAMO BAZANI: Dependendo da aplicação, agora ele custa um pouquinho mais caro? </strong></p>
<p><em><span style="font-weight: 400;"><strong>MARCELO GALLÃO:</strong> Sim, ele custa um pouco mais caro do que a linha atual, a linha Plus atual.</span></em></p>
<p><strong>ADAMO BAZANI: E essa linha está mantida também? </strong></p>
<p><em><span style="font-weight: 400;"><strong>MARCELO GALLÃO:</strong> Essa linha vai ser mantida, sim, por um tempo. Por que nós resolvemos manter? É uma pergunta interessante. Se você tem uma frota de ônibus atual, é muito comum nós ouvirmos, mas você mudou agora, como é que eu fico com a minha frota? Eu tenho minha peça de reposição da frota antiga, da linha antiga.</span></em></p>
<p><strong>ADAMO BAZANI: E até pensando também em desvalorizar? </strong></p>
<p><em><span style="font-weight: 400;"><strong>MARCELO GALLÃO:</strong> Exatamente, exatamente. Então, nós endereçamos essas dores do cliente no ponto de que, olha, não, a sua linha é mantida. Se você quiser migrar, é uma opção. Até para a gente respeitar o mercado. O mercado é o que dita o nosso desenvolvimento. Nós não ditamos o que o mercado faz. Se o mercado adotar, ok, vamos aumentar a produção, vamos investir. Então, a gente deixa a critério do próprio cliente para ele decidir sobre as vantagens do novo produto. Obviamente, nós estamos muito confiantes. Testamos exaustivamente a nova tecnologia Super 11 e 13 para os ônibus e tivemos excelentes resultados.</span></em></p>
<p><strong>ADAMO BAZANI: Já tiveram unidades vendidas? </strong></p>
<p><em><span style="font-weight: 400;"><strong>MARCELO GALLÃO:</strong> Sim, tem algumas unidades já reservadas.</span></em></p>
<p><strong>PORTFÓLIO RODOVIÁRIO 2026/2027</strong></p>
<p><strong>RODOVIÁRIO</strong></p>
<p><strong>K320 4&#215;2</strong></p>
<p>Aplicações:</p>
<ul>
<li>Fretamento;</li>
<li>Linhas Rodoviárias de Curtas Distâncias.</li>
</ul>
<p><strong>K370 4&#215;2 e 6&#215;2</strong></p>
<p>Aplicações:</p>
<ul>
<li>Linhas Rodoviárias de Curtas e Médias Distâncias.</li>
</ul>
<p><strong>K410 6&#215;2</strong></p>
<p>Aplicações:</p>
<ul>
<li>Linhas Rodoviárias de Médias e Longas Distâncias;</li>
<li>Turismo.</li>
</ul>
<p><strong>K450 e K500 8&#215;2</strong></p>
<p>Aplicações:</p>
<ul>
<li>Linhas Rodoviárias de Longas Distâncias;</li>
<li>Turismo.</li>
</ul>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
<p><em><strong>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>0</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/07/29/entrevista-entenda-as-principais-caracteristicas-dos-lancamentos-dos-onibus-rodoviarios-da-scania/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=526438</guid>
  </item>
  <item>
    <title>Manaus (AM) discute renovação da frota e mudanças no transporte complementar durante reunião com cooperativas</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/07/29/manaus-am-discute-renovacao-da-frota-e-mudancas-no-transporte-complementar-durante-reuniao-com-cooperativas/</link>
	<dc:creator><![CDATA[arthursabadinferrari]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/07/29/manaus-am-discute-renovacao-da-frota-e-mudancas-no-transporte-complementar-durante-reuniao-com-cooperativas/#comments</comments>
    <pubDate>Wed, 29 Jul 2026 17:00:08 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Encontro tratou da reformulação de rotas, capacitação obrigatória de operadores e subsídio para aquisição de novos ônibus, além de reforçar a fiscalização do serviço ARTHUR FERRARI A Prefeitura de Manaus (AM) iniciou uma nova etapa de discussões sobre a modernização do transporte complementar da cidade. Em reunião realizada nesta terça-feira (28), o Instituto Municipal de [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="683" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/modernizar-transporte-complementar-2.jpg?fit=1024%2C683&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/modernizar-transporte-complementar-2.jpg?w=1200&amp;ssl=1 1200w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/modernizar-transporte-complementar-2.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/modernizar-transporte-complementar-2.jpg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/modernizar-transporte-complementar-2.jpg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/modernizar-transporte-complementar-2.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/modernizar-transporte-complementar-2.jpg?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Encontro tratou da reformulação de rotas, capacitação obrigatória de operadores e subsídio para aquisição de novos ônibus, além de reforçar a fiscalização do serviço</em></p>
<p><em><strong>ARTHUR FERRARI</strong></em></p>
<p>A Prefeitura de Manaus (AM) iniciou uma nova etapa de discussões sobre a modernização do transporte complementar da cidade. Em reunião realizada nesta terça-feira (28), o Instituto Municipal de Mobilidade Urbana (IMMU) reuniu representantes das cooperativas que operam o sistema para apresentar medidas voltadas à renovação da frota, reorganização das linhas e qualificação dos operadores.</p>
<p>O encontro ocorreu na sede do IMMU, no bairro Cachoeirinha, na Zona Sul da capital, e contou com a participação do diretor-presidente do instituto, Elson Andrade, do vice-presidente de Transportes, Uarodi Guedes, do vereador Rodinei Ramos, integrante da Comissão de Mobilidade Urbana da Câmara Municipal de Manaus (CMM), além de representantes das cooperativas.</p>
<p>Entre os principais temas debatidos estiveram a reformulação das rotas do transporte complementar, a implantação de treinamentos obrigatórios para os operadores e o alinhamento de um subsídio destinado à renovação da frota, permitindo a aquisição de novos ônibus.</p>
<p>Durante a reunião, o vice-presidente de Transportes do IMMU também afirmou que a modernização do sistema será acompanhada por uma fiscalização mais rigorosa para coibir irregularidades na operação.</p>
<p>“A reunião com as cooperativas do transporte complementar foi para alinhar a reformulação de rota, o treinamento que todos os operadores do transporte complementar vão passar a fazer e o subsídio para que eles adquiram ônibus novos. Foi uma reunião de alinhamento para a melhoria do transporte complementar na cidade. Também deixamos claro que não vamos aceitar condutas como as que estão sendo divulgadas nas redes sociais, com operador de ônibus do transporte complementar trafegando na contramão e realizando manobras perigosas. Todos esses ônibus estão sendo notificados, os permissionários serão chamados para prestar esclarecimentos e serão punidos de acordo com o rigor da lei”, afirmou Uarodi Guedes.</p>
<p>Segundo o IMMU, o acompanhamento da operação do transporte complementar continuará de forma permanente, com ações voltadas à renovação dos veículos, capacitação dos profissionais e intensificação da fiscalização, buscando aprimorar a qualidade e a segurança do serviço prestado aos passageiros em Manaus (AM).</p>
<p><em><strong>Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>0</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/07/29/manaus-am-discute-renovacao-da-frota-e-mudancas-no-transporte-complementar-durante-reuniao-com-cooperativas/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=526401</guid>
  </item>
  <item>
    <title>Pelotas (RS) passa a aceitar pagamento por Pix nos ônibus do transporte coletivo</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/07/29/pelotas-rs-passa-a-aceitar-pagamento-por-pix-nos-onibus-do-transporte-coletivo/</link>
	<dc:creator><![CDATA[arthursabadinferrari]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/07/29/pelotas-rs-passa-a-aceitar-pagamento-por-pix-nos-onibus-do-transporte-coletivo/#comments</comments>
    <pubDate>Wed, 29 Jul 2026 16:00:26 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Nova modalidade já está disponível em toda a frota urbana e permite adquirir a passagem por QR Code ou aproximação via NFC diretamente no validador ARTHUR FERRARI Os passageiros do transporte coletivo de Pelotas (RS) já podem pagar a tarifa dos ônibus urbanos utilizando Pix. A nova modalidade, chamada de Pix Embarcado, entrou em operação [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="571" height="380" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Sem-titulo-13.png?fit=571%2C380&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Sem-titulo-13.png?w=571&amp;ssl=1 571w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Sem-titulo-13.png?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Sem-titulo-13.png?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Sem-titulo-13.png?resize=400%2C266&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 571px) 100vw, 571px" /> <p><em>Nova modalidade já está disponível em toda a frota urbana e permite adquirir a passagem por QR Code ou aproximação via NFC diretamente no validador</em></p>
<p><em><strong>ARTHUR FERRARI</strong></em></p>
<p>Os passageiros do transporte coletivo de Pelotas (RS) já podem pagar a tarifa dos ônibus urbanos utilizando Pix. A nova modalidade, chamada de Pix Embarcado, entrou em operação nesta terça-feira (28) e está disponível em toda a frota equipada com os novos validadores.</p>
<p>A tecnologia foi implantada pela Secretaria de Transporte e Trânsito (STT) e permite que o pagamento seja realizado no momento do embarque, sem a necessidade de dinheiro em espécie ou cartão de transporte.</p>
<p>O sistema oferece duas formas de utilização. Na primeira, o passageiro escaneia o QR Code exibido na tela do validador por meio do aplicativo do banco e confirma a transação. A segunda opção é o Pix por aproximação (NFC), disponível para usuários de instituições financeiras compatíveis com essa tecnologia. Nesse caso, basta aproximar o celular do leitor, confirmar o pagamento e aguardar a liberação automática da catraca.</p>
<p>Após a confirmação da operação bancária, o acesso ao veículo é liberado automaticamente.</p>
<p>Segundo a STT, a novidade amplia as alternativas de pagamento disponíveis no transporte coletivo e busca proporcionar mais praticidade aos usuários, reduzindo a necessidade de portar dinheiro em espécie e tornando o embarque mais ágil.</p>
<p>O secretário de Transporte e Trânsito, Cláudio Montanelli, destacou a implantação do novo recurso. “A novidade permite que o pagamento seja realizado no momento do embarque sem a necessidade de dinheiro em espécie ou cartão de transporte, de forma prática, segura, em conformidade com as tecnologias mais usadas nos dias de hoje”, afirmou Cláudio Montanelli.</p>
<p><em><strong>Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>0</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/07/29/pelotas-rs-passa-a-aceitar-pagamento-por-pix-nos-onibus-do-transporte-coletivo/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=526405</guid>
  </item>
</channel>
</rss>