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	<title>Diário do Transporte</title>
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	<description>Página destinada à cobertura jornalística dos principais fatos relacionados aos transportes, com notícias, informações de última hora, coberturas exclusivas, opinião, estudos técnicos e história.</description>
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    <title>Demanda de passageiros do transporte público em Londrina cresce 9,31% em 2025 com investimentos em frota, tecnologia e gestão</title>
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    <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 03:53:52 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao Diário do Transporte que recuperação é superior à média nacional ADAMO BAZANI Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="623" height="407" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?fit=623%2C407&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?w=623&amp;ssl=1 623w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=300%2C196&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=150%2C98&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=400%2C261&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 623px) 100vw, 623px" /> <p><em>Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao <strong>Diário do Transporte</strong> que recuperação é superior à média nacional</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><em><strong>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</strong></em></p>
<div style="width: 480px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-494300-1" width="480" height="848" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4?_=1" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4</a></video></div>
<p>A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros do transporte público, após quedas sucessivas em decorrência da pandemia de covid-19.</p>
<p>Em 2025, o crescimento da demanda foi de 9,31%.</p>
<p>Em 2024, o total registrado foi de 1,4 milhão (1.482.380) de passageiros equivalentes. Em 2025, essa média subiu para 1,6 milhão (1.620.394), considerando a apuração dos últimos quatro meses.</p>
<p>O conceito “passageiros equivalentes” significa o número real de pagantes de um sistema de transportes. Ou seja, são usuários que não foram atraídos por benefícios ou gratuidades.</p>
<p>Ao repórter e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, nesta última semana de dezembro de 2025, o diretor de uma das concessionárias de transportes do município, Paulo Sergio Bongiovanni, da TCGL (Transportes Coletivos Grande Londrina,) conta que a média de recuperação de demanda de usuários no pós-pandemia, em Londrina tem sido superior à nacional, com os números totais quase se igualando ao período anterior da crise sanitária.</p>
<p><strong><em>“Em 2025, o total de passageiros em Londrina cresceu mais de 9,31%. Enquanto no restante do País, em relação a 2019, no pré-pandemia, os sistemas de transportes operam com 80% a 81% do que era transportado antes da covd-19, nós estamos em torno de 90%. Então, as respostas vêm quando o transporte é bom.&#8221;</em></strong> – disse Paulo Bongiovanni.</p>
<p>O sistema de transportes de Londrina é operado por duas empresas de ônibus: a TCGL (Transporte Coletivo Grande Londrina), com 244 veículos, e a Londrisul, com 138 coletivos.</p>
<p>Bongiovanni acredita que o crescimento do total de usuários acima do ritmo da média nacional não ocorreu simplesmente pela volta das atividades econômicas que foram desaquecidas com a pandemia ou pela redução dos dias trabalhados pela população em sistema de <em>“home office”.</em></p>
<p>O empresário citou investimentos feitos em tecnologia, com sistemas de gerenciamento inteligentes e informações aos passageiros, ampliação do acesso à bilhetagem eletrônica, modernizações dos terminais de ônibus e renovação de frota.</p>
<p><strong><em>“Hoje temos mais de 85 telas informativas, mais de 550 câmeras espalhadas em todos os nove terminais da cidade, onde todo mundo brinca que o lugar mais seguro da cidade é o Terminal Central. Nós temos internet dentro dos ônibus e nos terminais, alguns viraram um coworking, onde as pessoas vão para trabalhar” –</em></strong> contou.</p>
<p>Somente a TCGL, por exemplo, fez recentemente um investimento mais amplo em ônibus 0 km. Foram 96 coletivos novos entre 2023 e 2024 e mais 92 unidades entre 2024 e 2025.</p>
<p>Segundo Bongiovanni, quase 60% da frota da companhia em operação, possuem ar-condicionado.</p>
<p>Os mais recentes são ônibus novos têm chassis Mercedes-Benz OF-1726L, com suspensão a ar, vidro colado, e motores com o padrão tecnológico obrigatório no Brasil, Euro 6, com emissões de poluentes de 75%, em média, em comparação com os veículos a diesel com a norma anterior Euro 5, cuja produção para o mercado interno foi descontinuada em 2023.</p>
<p>Os coletivos ainda contam com quatro câmeras de segurança cada, tomadas USB-C tipo A e tipo C para recarga de celulares, entre outros itens de conforto e segurança.</p>
<p>O empresário ainda destacou a necessidade de gestores públicos e empresas de transportes atuarem em conjunto para ampliar o nível de satisfação dos usuários. Segundo Bongiovanni, parte dos custos operacionais é subsidiada pela prefeitura.</p>
<p><strong><em>“Em junho deste ano de 2025, fizemos atualizações em 100 linhas simultaneamente num dia só e não tivemos uma só reclamação. A qualidade no transporte atrair a população e transporte de qualidade é aquele onde a prefeitura sabe investir. Londrina foi muito bem nisso”</em></strong> – disse o empresário.</p>
<p>Os contratos atuais foram assinados no fim de 2019, prestes ao pior da pandemia.</p>
<p>Alguns investimentos durante a crise sanitária tiveram de ser postergados, mas quando ocorreram, segundo o empresário, tiveram efeito positivo na percepção do passageiro do sistema.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
<p><strong><em>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</em></strong></p>
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    <title>Esteira rolante na Estação Paulista Pernambucanas de metrô será interditada a partir desta quarta-feira (3)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2024/01/02/esteira-rolante-na-estacao-paulista-pernambucanas-de-metro-sera-interditada-a-partir-desta-quarta-feira-3/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 02 Jan 2024 19:01:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metrô]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8) VINÍCIUS DE OLIVEIRA A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8). A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="739" height="415" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?fit=739%2C415&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?w=739&amp;ssl=1 739w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 739px) 100vw, 739px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8)</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha 2-Verde, estará temporariamente interditada </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os ajustes têm como intuito manter o conforto e a segurança dos passageiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os serviços acontecem nesta semana em razão do menor fluxo de pessoas nas estações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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    <title>ANTT abre discussão sobre impactos da reforma tributária em concessões de rodovias para 2027 e 2028</title>
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    <pubDate>Fri, 16 Oct 2026 20:30:51 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[ANTT]]></category><category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Reunião pública será em 22 de outubro; proposta trata de metodologia para apurar e recompor efeitos financeiros projetados nos contratos ADAMO BAZANI A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) vai discutir como apurar e tratar os impactos financeiros projetados da reforma tributária do consumo nas concessões de rodovias sob sua gestão, considerando os anos de [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="657" height="454" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/ihamrery.jpg?fit=657%2C454&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/ihamrery.jpg?w=657&amp;ssl=1 657w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/ihamrery.jpg?resize=300%2C207&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/ihamrery.jpg?resize=150%2C104&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/ihamrery.jpg?resize=400%2C276&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 657px) 100vw, 657px" /> <p><em>Reunião pública será em 22 de outubro; proposta trata de metodologia para apurar e recompor efeitos financeiros projetados nos contratos</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) vai discutir como apurar e tratar os impactos financeiros projetados da reforma tributária do consumo nas concessões de rodovias sob sua gestão, considerando os anos de 2027 e 2028. O aviso foi publicado no Diário Oficial da União desta terça-feira, 13 de outubro de 2026.</p>
<p>A reunião pública será realizada em 22 de outubro, das 14h às 18h, com participação presencial e virtual. As contribuições por escrito poderão ser apresentadas de 15 a 23 de outubro. O procedimento está na fase de recebimento de sugestões para uma proposta de norma.</p>
<p><strong>Metodologia ainda será discutida antes de eventual aprovação</strong></p>
<p>A Reunião Participativa nº 8/2026, organizada pela Superintendência de Infraestrutura Rodoviária, tem como objeto uma minuta de instrução normativa.</p>
<p>A proposta pretende estabelecer uma metodologia para apuração e recomposição cautelar de impactos econômico-financeiros projetados decorrentes da reforma tributária.</p>
<p>Em linguagem prática, a discussão busca definir como avaliar alterações previstas na situação financeira dos contratos e como tratar provisoriamente esses efeitos, segundo os critérios que vierem a ser aprovados.</p>
<p>O aviso não detalha a fórmula de cálculo, não identifica valores por concessionária e não estabelece uma medida financeira específica para cada rodovia.</p>
<p><strong>Discussão interessa a usuários, empresas de ônibus e transportadores</strong></p>
<p>Os contratos de concessão organizam obrigações de investimento, manutenção e operação das rodovias, além de suas condições econômicas.</p>
<p>Mudanças na tributação podem exigir análise desses contratos. Para os usuários, o interesse está em como a agência avaliará os efeitos e quais mecanismos serão adotados.</p>
<p>Empresas de ônibus e transportadores também utilizam essa infraestrutura e podem acompanhar a discussão sobre seus custos e condições de funcionamento.</p>
<p>O aviso, porém, não anuncia aumento de pedágio nem reajuste de passagem de ônibus. Não há nele valor que permita calcular impacto direto para o passageiro.</p>
<p><strong>Contribuições poderão ser feitas antes e depois da reunião</strong></p>
<p>O período para sugestões escritas começa às 9h de 15 de outubro e termina às 18h de 23 de outubro, pelo horário de Brasília.</p>
<p>A reunião de 22 de outubro ocorrerá no auditório da ANTT, no primeiro subsolo da sede, no Setor de Clubes Esportivos Sul, trecho 3, lote 10, em Brasília.</p>
<p>A transmissão virtual terá seu endereço divulgado pela agência às 10h de 21 de outubro.</p>
<p>A documentação será disponibilizada no portal de participação social da ANTT, na área da Reunião Participativa nº 008/2026. Esclarecimentos podem ser solicitados pelo endereço <a href="mailto:rp008_2026@antt.gov.br">rp008_2026@antt.gov.br</a>.</p>
<p><strong>Procedimento trata de rodovias, sem relação indicada com a primeira janela de ônibus</strong></p>
<p>A discussão é sobre contratos de exploração de infraestrutura rodoviária.</p>
<p>Não se trata de autorização de linhas, distribuição de mercados interestaduais ou alteração do calendário da primeira janela extraordinária do transporte rodoviário de passageiros.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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    <title>Tarifa zero aos fins de semana pode custar R$ 20,8 bilhões por ano, calcula NTU</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/16/tarifa-zero-aos-fins-de-semana-pode-custar-r-208-bilhoes-por-ano-calcula-ntu/</link>
	<dc:creator><![CDATA[sennayuri]]></dc:creator>
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    <pubDate>Fri, 16 Oct 2026 20:00:53 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Entidade defende participação da União no financiamento do transporte público e propõe modelo permanente para reduzir o peso das passagens durante toda a semana YURI SENA A implantação da tarifa zero no transporte público coletivo aos sábados, domingos e feriados em todo o Brasil pode custar R$ 20,8 bilhões por ano, segundo estimativa da Associação [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="768" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/10/tarifa_zero-e1792179791148.jpg?fit=1024%2C768&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><i><span style="font-weight: 400;">Entidade defende participação da União no financiamento do transporte público e propõe modelo permanente para reduzir o peso das passagens durante toda a semana</span></i></p>
<p><b><i>YURI SENA</i></b></p>
<p>A implantação da tarifa zero no transporte público coletivo aos sábados, domingos e feriados em todo o Brasil pode custar R$ 20,8 bilhões por ano, segundo estimativa da Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU). O cálculo considera os custos atuais de operação dos ônibus urbanos, trens e metrôs, além de uma projeção de aumento de 20% na demanda em razão da gratuidade.</p>
<p>De acordo com a associação, os sistemas de transporte coletivo registram atualmente despesas de R$ 17,3 bilhões anuais aos fins de semana e feriados. Desse total, R$ 14,5 bilhões correspondem à operação dos ônibus urbanos.</p>
<p>A proposta de instituir a gratuidade nacionalmente foi anunciada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta quinta-feira (15). Na ocasião, ele afirmou que pretende encaminhar ao Congresso Nacional uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para viabilizar a medida.</p>
<p><em>Relembre: </em></p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="M7tlUbIp0F"><p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/10/15/em-video-lula-confirma-que-enviara-pec-da-tarifa-zero-no-transporte-coletivo-proposta-pode-garantir-onibus-gratuitos-aos-fins-de-semana-em-todo-o-brasil/">Em vídeo, Lula confirma que enviará PEC da Tarifa Zero no transporte coletivo; proposta pode garantir ônibus gratuitos aos fins de semana em todo o Brasil</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="“Em vídeo, Lula confirma que enviará PEC da Tarifa Zero no transporte coletivo; proposta pode garantir ônibus gratuitos aos fins de semana em todo o Brasil” — Diário do Transporte" src="https://diariodotransporte.com.br/2026/10/15/em-video-lula-confirma-que-enviara-pec-da-tarifa-zero-no-transporte-coletivo-proposta-pode-garantir-onibus-gratuitos-aos-fins-de-semana-em-todo-o-brasil/embed/#?secret=tHo7y2mULr#?secret=M7tlUbIp0F" data-secret="M7tlUbIp0F" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>A NTU avalia que a iniciativa pode ampliar o acesso da população ao lazer, à cultura e ao comércio, especialmente entre as famílias de menor renda. A entidade, no entanto, defende que a gratuidade seja acompanhada de uma política permanente de financiamento, capaz de reduzir o peso das passagens no orçamento dos usuários durante toda a semana.</p>
<p>“O grande desafio é construir um modelo de financiamento que permita reduzir o peso da passagem no orçamento das famílias e, ao mesmo tempo, garantir a qualidade e a sustentabilidade do serviço”, afirma Francisco Christovam, diretor-presidente da NTU.</p>
<p>Para a associação, a participação do governo federal no custeio do transporte coletivo é necessária para estruturar uma política nacional de mobilidade urbana e reduzir a pressão sobre os orçamentos municipais.</p>
<p>Segundo a NTU, cerca de 80% dos custos dos sistemas são cobertos pela arrecadação tarifária. A entidade considera que a dependência das tarifas limita a capacidade de investimento e concentra nos passageiros parte significativa do financiamento do serviço.</p>
<p>A proposta defendida pela associação prevê uma divisão mais equilibrada dos custos entre União, estados, municípios, iniciativa privada e demais beneficiários do transporte público.</p>
<p>Em agosto de 2026, durante o Seminário Nacional NTU, a entidade apresentou o programa “Transporte para Todos”, que estabelece três frentes para financiar o sistema de forma permanente: modernização e ampliação do Vale-Transporte do Trabalhador; criação de um Vale-Transporte Social para famílias em situação de vulnerabilidade inscritas no Bolsa Família; e custeio das gratuidades pelos orçamentos das políticas públicas responsáveis pelos benefícios, como educação, saúde e assistência social.</p>
<p>De acordo com a associação, o modelo busca diminuir a dependência da arrecadação tarifária e ampliar as condições de investimento na oferta e na qualidade dos serviços.</p>
<p>A NTU também alerta para os efeitos de eventuais mudanças na jornada de trabalho sobre a operação do transporte coletivo. A proposta de gratuidade aos fins de semana foi associada por Lula à ampliação dos dias de descanso dos trabalhadores.</p>
<p>Segundo a entidade, a reorganização das escalas exigirá planejamento, pois os sistemas precisam manter a operação durante toda a semana, inclusive aos sábados, domingos e feriados. A associação aponta ainda dificuldades na contratação de motoristas qualificados.</p>
<p>Estudos da WPLEX, empresa especializada em tecnologia e planejamento operacional de transporte, indicam que mudanças nos modelos de jornada podem exigir até 23% mais motoristas em determinados cenários, conforme o formato adotado.</p>
<p>A NTU também cita levantamentos que apontam um possível aumento de aproximadamente 15% nos custos relacionados aos motoristas caso a jornada semanal seja reduzida para 40 horas.</p>
<p>Na avaliação da entidade, a eventual ampliação da demanda provocada pela tarifa zero, combinada à necessidade de reorganizar as jornadas de trabalho, exigirá recursos adicionais e um período de adaptação para evitar impactos na oferta e na qualidade do transporte público.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">O anúncio da proposta de tarifa zero aos fins de semana também reacendeu o debate sobre o financiamento do transporte público e a participação do governo federal no custeio dos sistemas. </span></p>
<p><em><span style="font-weight: 400;">Relembre:</span></em></p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="bp8jciFame"><p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/10/15/contradicao-o-mesmo-presidente-que-prometeu-tarifa-zero-na-reta-final-das-eleicoes-e-o-que-veta-trechos-do-marco-legal-alegando-responsabilidade-fiscal/">CONTRADIÇÃO ? O mesmo presidente que prometeu tarifa zero na reta final das eleições é o que veta trechos do Marco Legal alegando responsabilidade fiscal</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="“CONTRADIÇÃO ? O mesmo presidente que prometeu tarifa zero na reta final das eleições é o que veta trechos do Marco Legal alegando responsabilidade fiscal” — Diário do Transporte" src="https://diariodotransporte.com.br/2026/10/15/contradicao-o-mesmo-presidente-que-prometeu-tarifa-zero-na-reta-final-das-eleicoes-e-o-que-veta-trechos-do-marco-legal-alegando-responsabilidade-fiscal/embed/#?secret=0RULfY4cX7#?secret=bp8jciFame" data-secret="bp8jciFame" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p><b><i>Yuri Sena, para o Diário do Transporte</i></b></p>
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  </item>
  <item>
    <title>Linhas 11-Coral e 12-Safira têm operações normalizadas na tarde desta sexta-feira (16)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/16/linhas-11-coral-e-12-safira-tem-operacoes-normalizadas-na-tarde-desta-sexta-feira-16/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Fri, 16 Oct 2026 19:45:05 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[CPTM]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Atendimento foi afetado temporariamente por problemas técnicos, informa CPTM VINÍCIUS DE OLIVEIRA As linhas 11-Coral e 12-Safira da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) tiveram as operações normalizadas na tarde desta sexta-feira, 16 de outubro. A linha 11-Coral funcionou temporariamente com velocidade reduzida e maior tempo de parada entre as Estações Palmeiras-Barra Funda e Estudantes. [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="449" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/cptm-linha12-safira-trem-serie-9000-estacao-suzano-dez-21.jpeg?fit=800%2C449&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/cptm-linha12-safira-trem-serie-9000-estacao-suzano-dez-21.jpeg?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/cptm-linha12-safira-trem-serie-9000-estacao-suzano-dez-21.jpeg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/cptm-linha12-safira-trem-serie-9000-estacao-suzano-dez-21.jpeg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/cptm-linha12-safira-trem-serie-9000-estacao-suzano-dez-21.jpeg?resize=768%2C431&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/cptm-linha12-safira-trem-serie-9000-estacao-suzano-dez-21.jpeg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /> <p><em>Atendimento foi afetado temporariamente por problemas técnicos, informa CPTM</em></p>
<p><em><strong>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</strong></em></p>
<p>As linhas 11-Coral e 12-Safira da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) tiveram as operações normalizadas na tarde desta sexta-feira, 16 de outubro.</p>
<p>A linha 11-Coral funcionou temporariamente com velocidade reduzida e maior tempo de parada entre as Estações Palmeiras-Barra Funda e Estudantes.</p>
<p>Já a linha 12-Safira passou pela mesma situação, porém no trecho entre Brás e Calmon Viana.</p>
<p>O atendimento em ambas as linhas foi afetado por problemas técnicos.</p>
<p>Em nota ao <strong>Diário do Transporte, </strong>a CPTM informou que as falhas se estenderam das 16h08 às 16h43.</p>
<p><em>&#8220;A circulação está em processo de normalização nas Linhas 11-Coral e 12-Safira e serviço Expresso Aeroporto. Entre 16h08 e 16h43, foi identificada uma falha no sistema de comunicação. Para a atuação da equipe de manutenção, os trens circularam com restrição de velocidade e maior tempo de parada nas plataformas na extensão das duas linhas e no serviço Expresso Aeroporto. A CPTM lamenta os transtornos causados aos passageiros.&#8221;</em></p>
<p><em><strong>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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  </item>
  <item>
    <title>Ônibus &#8220;Agrícola&#8221; da Marcopolo e Mercedes-Benz pode ajudar o &#8220;agro&#8221; a conquistar mão-de-obra</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/16/onibus-agricola-da-marcopolo-e-mercedes-benz-pode-ajudar-o-agro-a-conquistar-mao-de-obra/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/16/onibus-agricola-da-marcopolo-e-mercedes-benz-pode-ajudar-o-agro-a-conquistar-mao-de-obra/#comments</comments>
    <pubDate>Fri, 16 Oct 2026 19:24:07 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Diário do Transporte conheceu o Ideale 880 Agro Tech com chassi OF1619 que recebeu configurações especiais foi desenvolvido ouvindo o cliente do operador de transportes em áreas rurais, garantem fabricantes ADAMO BAZANI / VINÍCIUS DE OLIVEIRA Assim como em diferentes setores, os diversos segmentos da agropecuária e da mineração têm enfrentado ausência de mão-de-obra qualificada, [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="768" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/untitled-design-4.jpg?fit=1024%2C768&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/untitled-design-4.jpg?w=1296&amp;ssl=1 1296w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/untitled-design-4.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/untitled-design-4.jpg?resize=1024%2C768&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/untitled-design-4.jpg?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/untitled-design-4.jpg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/untitled-design-4.jpg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Diário do Transporte conheceu o Ideale 880 Agro Tech com chassi OF1619 que recebeu configurações especiais foi desenvolvido ouvindo o cliente do operador de transportes em áreas rurais, garantem fabricantes</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI / VINÍCIUS DE OLIVEIRA</strong></em></p>
<p><span class="embed-youtube" style="text-align:center; display: block;"><iframe loading="lazy" class="youtube-player" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/Ga03UVtCZIg?version=3&#038;rel=1&#038;showsearch=0&#038;showinfo=1&#038;iv_load_policy=1&#038;fs=1&#038;hl=pt-BR&#038;autohide=2&#038;wmode=transparent" allowfullscreen="true" style="border:0;" sandbox="allow-scripts allow-same-origin allow-popups allow-presentation allow-popups-to-escape-sandbox"></iframe></span></p>
<p>Assim como em diferentes setores, os diversos segmentos da agropecuária e da mineração têm enfrentado ausência de mão-de-obra qualificada, havendo até mesmo uma espécie de disputa entre os produtos rurais e indústrias do setor por conquistar e reter estes trabalhadores.</p>
<p>E todos os aspectos pesam na decisão do funcionário em escolher um ou outro empregador.</p>
<p>Os transportes têm ganhado destaque especial nessa escolha.</p>
<p>Unir maior adequação a operações mais severas em áreas rurais e de mineração e o conforto e segurança para o passageiro/empregado é o desafio para a indústria e para os operadores de ônibus.</p>
<p>Foi tentando responder a este desafio que nasceu o &#8220;ônibus agrícola&#8221; da Marcopolo e Mercedes-Benz Ideale 880 Agrotech OF1619.</p>
<p>Para isso, foi necessário não somente ouvir o operador do ônibus, mas o contratante do serviço de fretamento, no caso o responsável pelos empreendimentos rurais ou de mineração.</p>
<p>Quem explicou foi o representante da Marcopolo, Judson da Silva Arante, ao criador e editor-chefe do <strong>Diário do Transporte</strong>, Adamo Bazani, que esteve nesta sexta-feira, 16 de outubro de 2026, em Dourados (MS) a convite da Mercedes-Benz e da Marcopolo</p>
<p>&#8220;Uma das demandas que ouvimos dos produtores rurais foi essa. Como oferecer um transporte dentro da realidade operacional severa, mas que ofereça um conforto semente a de um ônibus regular comum. Houve, assim toda uma solução de engenharia baseada no que o mercado precisa&#8221; &#8211; disse.</p>
<p>O engenheiro de Marketing e Produto da Mercedes-Benz, Pedro Moretti, na ocasião, disse a Adamo Bazani, que, além de atender a expectativa de mercado em si, outro desafio foi cumprir as normas, reduzir custos operacionais e ao mesmo tempo também garantir segurança jurídica nas operações</p>
<p>&#8220;Com itens como eixos blocantes e pneus lameiros, não só adequamos o veículo à realidade operacional do campo e da mineração, como também reduzimos riscos de acidentes e ampliamos o conforto&#8221; &#8211; disse.</p>
<p>A questão vai ao encontro do que a advogada especializada em riscos jurídicos, Liana Variani, disse ao <strong>Diário do Transporte</strong>.</p>
<p>&#8220;A segurança jurídica é um aspecto que ganha cada vez mais importância no setor de transportes e modelos de ônibus e caminhões seguros, confortáveis e que vão além de atender às normas, garantem segurança jurídica ao operador do transporte e à empresa contratante do serviço, uma vez que existe uma responsabilidade compartilhada entre o prestador e o operador do serviço&#8221; &#8211; explicou.</p>
<p>Segundo os representantes da Marcopolo e da Mercedes-Benz, o modelo foi desenvolvido com o máximo de personalização possível. O ônibus já está disponível para encomendas integrando a linha de produtos das marcas com a possibilidade de configurações, como eliminação de porta-objetos superiores ou acréscimo de área para transportes de marmitas por exemplo.</p>
<div style="width: 1280px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-539655-2" width="1280" height="720" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/202610161711.mp4?_=2" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/202610161711.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/202610161711.mp4</a></video></div>
<p><strong>O que muda para enfrentar terra, lama e irregularidades</strong></p>
<p>Na configuração Agrotech, a Marcopolo acrescentou reforços laterais e em pontos críticos, proteções inferiores e blindagens de aço para os tanques de combustível e Arla. A bateria fica em caixa fechada de aço.</p>
<p>O conjunto pode receber acoplamento da carroceria até 100 mm mais alto, para-choques reposicionados, pneus lameiros e bloqueio do diferencial, conforme a configuração.</p>
<p>Essas alterações atuam em problemas diferentes da operação. Os reforços ajudam a estrutura a suportar as solicitações do percurso. As proteções resguardam componentes expostos. Já a geometria das extremidades interfere na passagem por obstáculos.</p>
<p>O ângulo de entrada representa a capacidade de se aproximar de uma subida ou obstáculo sem tocar a dianteira no chão. O de saída corresponde à passagem da traseira. Em acessos com valetas, rampas e mudanças acentuadas de inclinação, essas medidas influenciam diretamente a circulação.</p>
<p>O bloqueio do diferencial atua sobre a tração: limita a diferença de rotação entre as rodas do eixo motriz, ajudando o veículo quando uma delas perde aderência. Os pneus lameiros complementam essa função pelo desenho da banda de rodagem, apropriado para trabalhar em solo solto e lama.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-539686" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Agro-Tech-Bus-1-1.jpg?resize=1024%2C813&#038;ssl=1" alt="" width="1024" height="813" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Agro-Tech-Bus-1-1.jpg?resize=1024%2C813&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Agro-Tech-Bus-1-1.jpg?resize=300%2C238&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Agro-Tech-Bus-1-1.jpg?resize=150%2C119&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Agro-Tech-Bus-1-1.jpg?resize=768%2C610&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Agro-Tech-Bus-1-1.jpg?resize=1536%2C1219&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Agro-Tech-Bus-1-1.jpg?resize=400%2C318&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Agro-Tech-Bus-1-1.jpg?w=1600&amp;ssl=1 1600w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
<p><strong>Características da configuração Agrotech</strong></p>
<p>Item &#8211; Especificação divulgada para o Agrotech</p>
<p><strong>Chassi</strong> &#8211; Mercedes-Benz OF 1619 Euro VI</p>
<p><strong>Comprimento</strong> &#8211; Entre 11 e 11,5 metros</p>
<p><strong>Lotação</strong> &#8211; Até 43 passageiros</p>
<p>Poltronas &#8211; Executiva ou Semileito</p>
<p><strong>Climatização &#8211;</strong> Spheros CC357, 140 mil BTU/h; operação em temperaturas de até 55°C, segundo a fabricante</p>
<p><strong>Higienização</strong> &#8211; Possibilidade de ralos na cabine e no salão</p>
<p><strong>Reparação</strong> &#8211; Para-choque modular em três partes</p>
<p><strong>Monitoramento</strong> &#8211; Opção de sistema ORBE e recurso antifadiga</p>
<p><strong>Eixo Blocante</strong></p>
<p><strong>Pneus Lameiros</strong></p>







<p class="wp-block-paragraph"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-539648" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Agro-Tech-Bus-2.jpg?resize=1024%2C813&#038;ssl=1" alt="" width="1024" height="813" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Agro-Tech-Bus-2.jpg?resize=1024%2C813&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Agro-Tech-Bus-2.jpg?resize=300%2C238&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Agro-Tech-Bus-2.jpg?resize=150%2C119&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Agro-Tech-Bus-2.jpg?resize=768%2C610&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Agro-Tech-Bus-2.jpg?resize=1536%2C1219&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Agro-Tech-Bus-2.jpg?resize=400%2C318&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Agro-Tech-Bus-2.jpg?w=1600&amp;ssl=1 1600w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
<p><strong>As diferenças em relação ao conjunto convencional</strong></p>
<p>O Ideale convencional atende aplicações como fretamento, turismo e transporte escolar em percursos curtos e médios. Na linha geral da carroceria, a Marcopolo oferece comprimentos entre 11,255 e 13,5 metros. O Agrotech concentra suas configurações na faixa de 11 a 11,5 metros e acrescenta o pacote para serviço severo.</p>
<p>A distinção envolve tanto a carroceria quanto a preparação do conjunto com o chassi. No caso da carroceria, entram a resistência estrutural, as proteções e as soluções para limpeza e reparação. Na preparação para circular no campo, ganham importância a altura de montagem, os ângulos das extremidades e os recursos de aderência.</p>
<p>Para quem encomenda o ônibus, isso exige olhar além do nome OF 1619. A especificação contratada precisa corresponder ao percurso: tipo de solo, presença de lama, obstáculos, quantidade de passageiros e equipamentos necessários ao serviço.</p>
<p>A altura adicional de montagem da carroceria, por exemplo, deve ser avaliada separadamente da distância dos componentes mecânicos ao chão. O ponto mais baixo do veículo também interfere na passagem por um obstáculo.</p>
<p>Da mesma forma, pneus e bloqueio do diferencial precisam ser considerados em conjunto com as condições da via. São recursos de auxílio à circulação, cujo resultado depende também do terreno e da condução.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-539687" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Agro-Tech-Bus-3.jpg?resize=1024%2C813&#038;ssl=1" alt="" width="1024" height="813" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Agro-Tech-Bus-3.jpg?resize=1024%2C813&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Agro-Tech-Bus-3.jpg?resize=300%2C238&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Agro-Tech-Bus-3.jpg?resize=150%2C119&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Agro-Tech-Bus-3.jpg?resize=768%2C610&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Agro-Tech-Bus-3.jpg?resize=1536%2C1219&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Agro-Tech-Bus-3.jpg?resize=400%2C318&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Agro-Tech-Bus-3.jpg?w=1600&amp;ssl=1 1600w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
<p><strong>Transporte também faz parte da contratação do trabalhador</strong></p>
<p>Na avaliação apresentada pelos representantes das fabricantes durante a visita, o transporte passou a integrar a disputa pela contratação e permanência de trabalhadores nas atividades rurais e de mineração.</p>
<p>O desafio é conciliar as duas pontas do serviço. O operador precisa de um veículo adequado ao acesso ao empreendimento, enquanto o funcionário utiliza esse mesmo ônibus antes e depois da jornada de trabalho.</p>
<p>As possibilidades de acomodar marmitas, alterar os porta-objetos e escolher a configuração de poltronas aproximam a encomenda da rotina de cada contratante. O projeto apresentado em Dourados procura atender justamente essa combinação entre percurso severo e transporte diário de pessoas.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-539649" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Agro-Tech-Bus-1.jpg?resize=1024%2C813&#038;ssl=1" alt="" width="1024" height="813" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Agro-Tech-Bus-1.jpg?resize=1024%2C813&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Agro-Tech-Bus-1.jpg?resize=300%2C238&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Agro-Tech-Bus-1.jpg?resize=150%2C119&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Agro-Tech-Bus-1.jpg?resize=768%2C610&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Agro-Tech-Bus-1.jpg?resize=1536%2C1219&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Agro-Tech-Bus-1.jpg?resize=400%2C318&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Agro-Tech-Bus-1.jpg?w=1600&amp;ssl=1 1600w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
<p>Confira as entrevistas na íntegra:</p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI: Judson, como foi desenvolver esse projeto? Ele não é só uma adaptação do que já tem, né? Foi um desenvolvimento mesmo, né?</strong></em></p>
<p><em><strong>JUDSON ARANTE:</strong> Isso, ele é um veículo que foi desenvolvido junto com a Mercedes para ser uma ferramenta para o transporte fora de estrada. A preocupação era transformar a operação diária dos operadores das indústrias de vários segmentos em operações mais seguras, confortáveis, né? Visando aí o melhor tipo de transporte para esse público-alvo.</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI: Quais são as principais diferenças em relação ao modelo convencional, por exemplo?</strong></em></p>
<p><em><strong>JUDSON ARANTE:</strong> Ele é um veículo que tem ângulos de entrada e saída modificados, a suspensão dele possui um eixo blocante na traseira, a suspensão elevada em 10 centímetros, a carroceria proporciona uma estrutura com poltronas executivas ou semi-leitos de 40 a 42 lugares, né? Totalmente com proteções para tanque de combustível, para o sistema de arla, o tanque catalisador, sistema de rebocadores diferenciados, pneus lameiros e um ângulo de entrada de 11 graus e saída de 13.</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI: Qual o diferencial de um veículo desse, não agora só para o operador, não apenas também para o contratante de serviço, mas para a mão de obra? É uma escassez em mão de obra, né? E quanto melhor for o ônibus, mais adaptado, confortável, pesa na decisão do trabalhador escolher aquela empresa para trabalhar?</strong></em></p>
<p><em><strong>JUDSON ARANTE:</strong> Sim, o que a gente viu durante o processo de fabricação foi exatamente isso, que o colaborador que vai escolher as indústrias para trabalhar buscam opções de maior conforto, ônibus novos, preparados para esse tipo de operação. Então, visando isso, a entrada desse veículo no portfólio de fornecimento dos nossos clientes mostrou e tem mostrado que o passageiro se sente mais confortável, se sente mais valorizado por estar recebendo um veículo de alto conforto e alta qualidade.</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI: As indústrias, as fazendas, enfim, elas estão disputando funcionários.</strong></em></p>
<p><em><strong>JUDSON ARANTE:</strong> Isso, hoje a gente vê que o mercado de trabalho do campo, do agro, ele está muito forte, né? As indústrias hoje têm buscado, muitas vezes, o mesmo profissional tem uma, duas, três, até quatro ofertas para poder estar ali escolhendo qual é a melhor opção para ele estar operando fora dos grandes centros.</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI: E agora o Diário do Transporte conversa com o engenheiro de marketing e produto da Mercedes-Benz, Pedro Moretti, que vai continuar esse bate-papo com a gente, falando sobre a importância de conquistar a mão de obra. A gente conversou com o representante da Marco Polo, falando sobre os diferenciais da carroceria, agora a gente vai falar do chassi. Por que um conjunto de carroceria desse, num chassi com essa configuração, pode atrair a mão de obra para o agro, pode oferecer mais conforto para o usuário?</strong></em></p>
<p><em><strong>PEDRO MORETTI:</strong> Bom, Adamo, obrigado pela pergunta. O nosso chassi, ele já tem um conforto demonstrado, com essa composição que ele tem aqui, ele é basicamente um chassi 16-19, Euro 6 de série, com algumas características que asseguram o conforto, a nossa suspensão, que já se mostrou bastante confiável, e o diferencial desse chassi, ele está justamente no eixo autoblocante e nos pneus lameiros, que garantem uma transposição mais segura e eficiente de um terreno com baixa aderência.</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI: Aí, por exemplo, ele, apesar de toda a dificuldade de rodar numa estrada que não é pavimentada, ele acaba oferecendo, por exemplo, menos solavanco, mais segurança, na prática, o que o passageiro vai sentir?</strong></em></p>
<p><em><strong>PEDRO MORETTI:</strong> Na prática, o passageiro vai sentir, eu acredito que um pouco mais de conforto, visto que com o eixo autoblocante e o pneu lameiro, o ônibus vai sair menos na trajetória, vai ficar sambando menos e, por consequência, vai dar menos solavanco na área interna, ele vai perceber menos solavanco.</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI: Quais são as principais mudanças em relação ao F16-19 para rodar na rua normal, na estrada normal e esse?</strong></em></p>
<p><em><strong>PEDRO MORETTI:</strong> Basicamente, o pneu lameiro, como eu acabei de pontuar, e o nosso eixo com sistema autoblocante, ou seja, uma vez que ele visa a necessidade de equiparar as rodas, ele aplica o eixo autoblocante, o sistema autoblocante dentro dele e, uma vez que você tenha transpassado essa condição, o sistema autoblocante vai se desacoplar automaticamente, garantindo um rodado normalmente.</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI: Agora, um dos segredos para o desenvolvimento desse ônibus foi ouvir o operador do ônibus, o dono da viação, da empresa de ônibus, mas ouvir o cliente do cliente, o cliente do agro, o responsável pela agroindústria, como foi esse bate-papo?</em></strong></p>
<p><em><strong>PEDRO MORETTI:</strong> Bom, nós conversamos bastante com a Marcopolo, também a gente desenvolveu junto com a Marcopolo, essa solução de modo que a gente tivesse um chassi com as alterações necessárias, também atendendo a demanda dessa nova carroceria desenvolvida pela Marcopolo.</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI: Agora você tendo, por exemplo, um conjunto que oferece mais conforto, mais segurança também, segurança para evitar acidentes, para minimizar algum risco, além da economia, além do conforto, da facilidade de manutenção, você pode trazer segurança jurídica a um operador e a um contratante de mão de obra?</strong></em></p>
<p><em><strong>PEDRO MORETTI:</strong> Olha, eu entendo que sim, visto que nessa aplicação, algumas normas também se aplicam, então eu entendo que a segurança jurídica também é algo que foi observado e que será atendido também.</em></p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
<p><em><strong>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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    <title>ANTT assina autorizações para Liderança, Manu’s, Roberto Viagens e Progresso em mercados da Janela Extraordinária</title>
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    <pubDate>Fri, 16 Oct 2026 18:40:49 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Nove decisões abrangem sete novas linhas e ampliação de outras duas, somando 364 seções; atos assinados em 15 de outubro aguardam publicação no Diário Oficial da União ADAMO BAZANI A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) assinou, em 15 de outubro de 2026, nove decisões para autorizar a Liderança Turismo, a Manu’s Turismo, a Roberto [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="696" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/20260327_172837.jpg?fit=1024%2C696&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/20260327_172837.jpg?w=3194&amp;ssl=1 3194w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/20260327_172837.jpg?resize=300%2C204&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/20260327_172837.jpg?resize=1024%2C696&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/20260327_172837.jpg?resize=150%2C102&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/20260327_172837.jpg?resize=768%2C522&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/20260327_172837.jpg?resize=1536%2C1045&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/20260327_172837.jpg?resize=2048%2C1393&amp;ssl=1 2048w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/20260327_172837.jpg?resize=400%2C272&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/20260327_172837.jpg?w=3000&amp;ssl=1 3000w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Nove decisões abrangem sete novas linhas e ampliação de outras duas, somando 364 seções; atos assinados em 15 de outubro aguardam publicação no Diário Oficial da União</em><br><br><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em><br><br>A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) assinou, em 15 de outubro de 2026, nove decisões para autorizar a Liderança Turismo, a Manu’s Turismo, a Roberto Viagens e a Viação Progresso a iniciar ou ampliar operações em mercados desatendidos contemplados na Janela Extraordinária nº 01/2024. Segundo levantamento do advogado especialista em regulação do transporte rodoviário interestadual de passageiros, Ilo Löbel da Luz, os atos abrangem 364 seções, com ligações entre municípios de Goiás, Minas Gerais, Paraná, São Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Bahia e Rio de Janeiro.<br><br>O conjunto reúne sete novos Termos de Autorização (TAR), que somam 360 seções, e a inclusão de outras quatro seções em duas linhas existentes. Conforme o levantamento encaminhado ao Diário do Transporte, as decisões da Superintendência de Serviços de Transporte Rodoviário de Passageiros (SUPAS) aguardam publicação no Diário Oficial da União, prevista para a próxima semana. A entrada em operação seguirá os prazos e as condições estabelecidos nos atos.<br><br>As empresas aparecem nos procedimentos administrativos pelas razões sociais Viação Rio Oeste Ltda., que utiliza a marca Liderança Turismo; Manos Turismo e Viagens Ltda., que atua como Manu’s Turismo; Roberto Viagens Especiais Ltda., identificada comercialmente como Viação Roberto Viagens; e Viação Progresso e Turismo S/A.<br><br>As decisões fazem parte da antecipação do atendimento de mercados já contemplados na Janela Extraordinária. O procedimento permite que determinadas ligações desatendidas entrem em operação antes da conclusão das demais etapas da janela.<br><br>“Essas empresas não conquistaram os mercados agora. O que elas obtêm nesta etapa é a antecipação da operação”, explica o advogado especialista em regulação da ANTT para o transporte rodoviário interestadual de passageiros, Ilo Löbel da Luz.<br><br><strong>Liderança terá linha de Goiás ao Paraná; Manu’s reúne quatro novas autorizações</strong><br><br>A Liderança Turismo, cuja razão social é Viação Rio Oeste Ltda., recebe a autorização da linha Senador Canedo (GO)–Foz do Iguaçu (PR), com 160 seções.<br><br>O conjunto abrange ligações de municípios goianos e do Triângulo Mineiro, como Goiânia, Itumbiara, Morrinhos e Canápolis, com cidades do Paraná e do interior paulista. Entre as localidades relacionadas no levantamento estão Londrina, Maringá, Cascavel, Lins, Marília e Nova Granada.<br><br>Já a Manu’s Turismo, registrada como Manos Turismo e Viagens Ltda., concentra quatro novos termos de autorização, com 177 seções. As linhas ligam cidades do Rio Grande do Sul ao Paraná e a Santa Catarina.<br><br>A Roberto Viagens Especiais Ltda. recebe a autorização da linha Vitória da Conquista (BA)–Araçatuba (SP), com 20 seções. As ligações abrangem o sudoeste baiano, o norte de Minas Gerais, o Triângulo Mineiro e o interior paulista, envolvendo municípios como Brumado, Caetité, Guanambi, Janaúba e Montes Claros.<br><br>A Viação Progresso e Turismo S/A recebe um novo termo para Teresópolis (RJ)–Juiz de Fora (MG), com três seções, além das ampliações em duas linhas existentes.<br><br>Empresa / marca	Linha contemplada	Seções<br><br>Viação Rio Oeste / Liderança Turismo	Senador Canedo (GO)–Foz do Iguaçu (PR)	160<br>Manos Turismo e Viagens / Manu’s Turismo	Foz do Iguaçu (PR)–Santa Rosa (RS)	17<br>Manos Turismo e Viagens / Manu’s Turismo	Santa Rosa (RS)–Sombrio (SC)	67<br>Manos Turismo e Viagens / Manu’s Turismo	Marau (RS)–Joinville (SC)	32<br>Manos Turismo e Viagens / Manu’s Turismo	Santa Rosa (RS)–Barra Velha (SC)	61<br>Roberto Viagens Especiais / Viação Roberto Viagens	Vitória da Conquista (BA)–Araçatuba (SP)	20<br>Viação Progresso e Turismo	Teresópolis (RJ)–Juiz de Fora (MG)	3<br>Viação Progresso e Turismo	Inclusões em dois TARs de Barra Mansa (RJ)–Carangola (MG)	4<br>Total	Sete novos TARs e duas modificações	364<br><br><br>As seções correspondem às ligações autorizadas para transporte de passageiros entre localidades atendidas pelas linhas. Um mesmo mercado pode aparecer em mais de uma linha da mesma empresa, razão pela qual a soma de 364 seções inclui repetições de pares de municípios.<br><br>“Nas linhas da Manos, ligações como Santa Rosa/RS x Lages/SC e Passo Fundo/RS x Palhoça/SC aparecem em mais de um TAR”, observa Ilo Löbel.<br><br><strong>Progresso amplia atendimento entre Minas Gerais e Rio de Janeiro</strong><br><br>Além da nova autorização Teresópolis–Juiz de Fora, a Progresso incorpora ligações em dois termos de autorização da linha Barra Mansa (RJ)–Carangola (MG), um deles com itinerário via Divino (MG).<br><br>Cada termo passa a incluir as seções Carangola (MG)–Sapucaia (RJ) e Leopoldina (MG)–Vassouras (RJ). São, portanto, dois pares de municípios incorporados a cada uma das duas autorizações, totalizando quatro inclusões.<br><br>A alteração também tem efeito sobre o compromisso de continuidade do serviço. Segundo o levantamento, as decisões estabelecem que a implantação de seção intermediária reinicia a contagem do período mínimo de atendimento da linha inteira.<br><br>“A ampliação de dois mercados, portanto, recompõe o compromisso de permanência de toda a linha”, afirma Ilo Löbel.<br><br><strong>Prazo para começar e obrigação de manter o atendimento</strong><br><br>Para os novos termos, as decisões estabelecem início da operação em até 30 dias contados do começo da vigência do TAR. O prazo pode ser prorrogado uma única vez, por igual período, mediante justificativa. O descumprimento leva à revogação da autorização.<br><br>As empresas que confirmaram a operação dos mercados contemplados também assumem o compromisso de mantê-los em atendimento por 12 meses, conforme o item 6.2 do Comunicado de Abertura da Janela Extraordinária.<br><br>Na avaliação do especialista, o intervalo até o início do serviço exige preparação prévia da transportadora, incluindo frota, motoristas, comercialização de passagens e atendimento aos usuários.<br><br>“O prazo de 30 dias é curto para quem ainda vai montar a operação e suficiente apenas para quem chegou ao DOU com ela pronta”, avalia Ilo Löbel.<br><br>A antecipação dependeu de análise técnica. Conforme o levantamento, foram examinados a habilitação da empresa, o esquema operacional, os cadastros de veículos e motoristas, os horários das viagens, as inscrições estaduais nas unidades da federação com pontos de embarque e o cadastro das instalações, validado pelo Sistema de Gerenciamento e Monitoramento de Autorizações (SIGMA).<br><br><strong>Como as decisões se encaixam na Janela Extraordinária</strong><br><br>A possibilidade de antecipação foi aberta pelo Comunicado SUPAS nº 41, de 24 de abril de 2026, para transportadoras contempladas em mercados desatendidos que independem de processo seletivo.<br><br>As empresas precisavam manifestar expressamente o interesse e indicar se pretendiam operar por meio de um novo termo de autorização ou pela modificação de um termo existente. Posteriormente, o Comunicado SUPAS nº 43, de 8 de junho, prorrogou o prazo para apresentação dos pedidos até 10 de julho de 2026.<br><br>Segundo Ilo Löbel, as autorizações desta etapa atendem às transportadoras que protocolaram os pedidos dentro desse prazo.<br><br>O levantamento situa o novo conjunto na sequência das 39 decisões publicadas em 14 de setembro de 2026, que emitiram 18 novos termos e ampliaram outros 21. O cronograma descrito pelo especialista prevê a continuidade das publicações dos mercados desatendidos contemplados até o fim de novembro.<br><br>Já os mercados classificados como monopolistas e aqueles submetidos a processo seletivo seguem outra etapa. A fase de lances está prevista para ocorrer entre 26 de outubro e 6 de novembro de 2026, com autorizações desses grupos previstas para dezembro de 2026 ou janeiro de 2027, conforme a análise encaminhada ao jornal.<br><br>As transportadoras que deixaram de apresentar o pedido de antecipação até 10 de julho poderão requerer as linhas após a divulgação do resultado final do processo seletivo, reunindo os mercados contemplados e os obtidos na disputa.<br><br>Para Ilo Löbel, essa organização também envolve a viabilidade econômica dos serviços, pois algumas empresas dependem da combinação de diferentes mercados para estruturar uma linha.<br><br>“Para muitas delas, a ausência de protocolo foi uma escolha, e não uma perda de prazo: operar apenas os mercados desatendidos não sustentaria uma linha interestadual economicamente viável sem os mercados monopolistas que completam o desenho da operação”, analisa.<br><br><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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    <title>Trensurb suspende licitação para manutenção de 40 trens das séries 100 e 200 em Porto Alegre</title>
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    <pubDate>Fri, 16 Oct 2026 18:00:35 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Contratação envolve serviços de engenharia para 25 trens da Série 100 e 15 da Série 200; empresa vai analisar impugnação e pedidos de esclarecimentos apresentados durante o procedimento ADAMO BAZANI A Empresa de Trens Urbanos de Porto Alegre (Trensurb), responsável pelo transporte ferroviário metropolitano na capital gaúcha e cidades da região, suspendeu a licitação destinada [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="700" height="466" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/25276297.jpg?fit=700%2C466&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/25276297.jpg?w=700&amp;ssl=1 700w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/25276297.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/25276297.jpg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/25276297.jpg?resize=400%2C266&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /> <p><em>Contratação envolve serviços de engenharia para 25 trens da Série 100 e 15 da Série 200; empresa vai analisar impugnação e pedidos de esclarecimentos apresentados durante o procedimento</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A Empresa de Trens Urbanos de Porto Alegre (Trensurb), responsável pelo transporte ferroviário metropolitano na capital gaúcha e cidades da região, suspendeu a licitação destinada à contratação de serviços de engenharia para manutenção de 40 trens das séries 100 e 200. A medida foi publicada no Diário Oficial da União e atinge um procedimento relacionado à conservação e ao funcionamento dos veículos utilizados no atendimento aos passageiros.</p>
<p>A contratação abrange 25 trens da Série 100 e outros 15 da Série 200. Segundo a Trensurb, a suspensão ocorre para permitir a análise e o julgamento de pedidos de esclarecimentos e de uma impugnação apresentados durante a licitação. A medida interfere no andamento da seleção da empresa que executará os serviços de manutenção do material rodante, uma das atividades necessárias para manter os veículos disponíveis para a operação.</p>
<p>O procedimento é identificado como Licitação Eletrônica nº 183/2026 e envolve serviços de engenharia de manutenção dos trens.</p>
<p>O aviso publicado nesta quarta-feira foi assinado pela pregoeira Gabriele Lanzoni.</p>
<h3>Manutenção das duas gerações de trens</h3>
<p>A contratação abrange veículos de duas gerações utilizadas no sistema metropolitano.</p>
<p>A Série 100 corresponde à geração mais antiga de composições da Trensurb, enquanto a Série 200 foi incorporada posteriormente, durante o processo de renovação e ampliação da capacidade do sistema.</p>
<p>As diferenças de idade e características técnicas dos trens interferem diretamente nas necessidades de manutenção, reposição de peças e execução de serviços especializados.</p>
<p>A conservação do material rodante é uma das atividades centrais para o funcionamento do transporte ferroviário. A manutenção preventiva e corretiva envolve componentes mecânicos, elétricos e outros sistemas necessários ao funcionamento dos veículos e à segurança da operação.</p>
<p>A disponibilidade dos trens também influencia a capacidade de atendimento aos passageiros, especialmente nos períodos de maior movimento, quando a quantidade de composições em circulação interfere nos intervalos e na oferta de transporte.</p>
<p>O sistema da Trensurb atende Porto Alegre, Canoas, Esteio, Sapucaia do Sul, São Leopoldo e Novo Hamburgo, formando um dos principais eixos de deslocamento por transporte coletivo da Região Metropolitana de Porto Alegre.</p>
<p>A empresa mantém atividades de manutenção de sua frota em estruturas próprias e por meio de contratações de serviços especializados.</p>
<h3>Impugnação será analisada antes da continuidade da disputa</h3>
<p>A suspensão foi motivada pela necessidade de examinar questionamentos apresentados no decorrer do procedimento.</p>
<p>Em licitações públicas, os pedidos de esclarecimentos são utilizados para esclarecer exigências técnicas, condições contratuais e critérios de participação. Já as impugnações podem questionar disposições do edital e levar a ajustes nas regras da contratação.</p>
<p>A análise desses questionamentos pode resultar na manutenção das condições originalmente previstas ou em alterações do instrumento convocatório, conforme a decisão administrativa.</p>
<p>No caso da Trensurb, a continuidade da licitação depende da conclusão da avaliação comunicada no Diário Oficial.</p>
<p>A contratação é especialmente relevante diante da necessidade permanente de conservar as composições das duas séries e assegurar a continuidade dos serviços ferroviários prestados à população da Região Metropolitana de Porto Alegre.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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    <title>Linhas 1-Azul e 2-Verde do Metrô de São Paulo operam com lentidão na tarde desta sexta-feira (16)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/16/linhas-1-azul-e-2-verde-do-metro-de-sao-paulo-operam-com-lentidao-na-tarde-desta-sexta-feira-16/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Fri, 16 Oct 2026 17:57:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metrô]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Ocorrência na Estação Luz afeta o transporte de passageiros VINÍCIUS DE OLIVEIRA As linhas 1-Azul e 2-Verde do Metrô de São Paulo operam com lentidão na tarde desta sexta-feira, 16 de outubro. O atendimento é afetado por uma interferência na via na região da Estação Luz. Os trens circulam temporariamente com velocidade reduzida e maior [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="683" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/04/metro-e1747957929987.jpg?fit=1024%2C683&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Ocorrência na Estação Luz afeta o transporte de passageiros </em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">As linhas 1-Azul e 2-Verde do Metrô de São Paulo operam com lentidão na tarde desta sexta-feira, 16 de outubro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O atendimento é afetado por uma interferência na via na região da Estação Luz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os trens circulam temporariamente com velocidade reduzida e maior tempo de parada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O <strong>Diário do Transporte</strong> contatou o Metrô para mais informações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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    <title>Extensão da linha 2-Verde até Penha deve começar a receber passageiros entre final de 2028 e início de 2029, informa Tarcísio de Freitas</title>
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    <pubDate>Fri, 16 Oct 2026 17:30:17 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metrô]]></category><category><![CDATA[Metropolitano SP]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Chegada do metrô a Guarulhos está prevista para 2032, com investimento total de aproximadamente R$ 24 bilhões VINÍCIUS DE OLIVEIRA A expansão da Linha 2-Verde do Metrô de São Paulo, no trecho entre Vila Prudente e Penha, tem previsão de começar a operar no fim de 2028 ou início de 2029. Já a conclusão da [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="534" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/04/trem-1024x683-1-e1746031053739.jpeg?fit=800%2C534&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><em>Chegada do metrô a Guarulhos está prevista para 2032, com investimento total de aproximadamente R$ 24 bilhões</em></p>
<p><em><strong>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</strong></em></p>
<p>A expansão da Linha 2-Verde do Metrô de São Paulo, no trecho entre Vila Prudente e Penha, tem previsão de começar a operar no fim de 2028 ou início de 2029. Já a conclusão da extensão até Guarulhos está prevista para 2032, segundo o governador Tarcísio de Freitas. As informações foram apresentadas durante uma coletiva de imprensa que marcou o início das escavações da tuneladora Hebe Camargo, responsável pelos trabalhos em direção à cidade da Região Metropolitana.</p>
<p>O projeto de expansão da Linha 2-Verde prevê investimentos de aproximadamente R$ 24 bilhões, divididos entre os dois trechos. De acordo com o governador, as escavações devem avançar até 2030, período em que também terão início os trabalhos de acabamento e a instalação dos sistemas necessários para o funcionamento da linha. A previsão é que, em 2032, todo o trecho entre Vila Prudente e Guarulhos esteja em operação.</p>
<p>A tuneladora Hebe Camargo tem 133 metros de comprimento e pesa 2.700 toneladas. Segundo Tarcísio, a expectativa é que o equipamento avance, em média, 12 metros por dia. O governador destacou que o início das escavações é uma das etapas mais críticas do processo.</p>
<p>A extensão deverá ampliar a conexão do transporte sobre trilhos entre a capital paulista e Guarulhos, atendendo, entre outras regiões, a área da Ponte Grande.</p>
<p><strong>Outros projetos de expansão do transporte sobre trilhos</strong></p>
<p>Durante a coletiva, Tarcísio também apresentou outros projetos de ampliação do sistema metroferroviário paulista. Segundo ele, as iniciativas fazem parte de um planejamento para estender o transporte sobre trilhos a diferentes regiões da capital e da Região Metropolitana de São Paulo.</p>
<p>Entre os projetos citados está a extensão da Linha 5-Lilás até o Jardim Ângela. O governador afirmou que o governo pretende assinar o aditivo contratual para viabilizar a obra e iniciar os trabalhos em 2027. A previsão de entrega mencionada por ele é 2032.</p>
<p>Tarcísio também citou a extensão da Linha 11-Coral até César de Souza, a ampliação da Linha 9-Esmeralda até Parelheiros, a expansão da Linha 12-Safira até Suzano e o prolongamento da Linha 13-Jade até Bonsucesso.</p>
<p>Outro projeto mencionado foi a Linha 20-Rosa, que atenderá a região do ABC Paulista. Segundo o governador, o projeto está em fase final de elaboração, e a expectativa é contratar as obras em 2027.</p>
<p>Já a Linha 19-Celeste, que também deverá atender Guarulhos, teve sua licitação concluída, de acordo com Tarcísio. A proposta prevê uma ligação entre o centro de São Paulo, a região da Vila Maria e o município de Guarulhos, com chegada ao Bosque Maia.</p>
<p><strong>Integração entre as linhas</strong></p>
<p>A expansão da Linha 2-Verde deverá ampliar as possibilidades de integração com outras linhas do sistema de transporte metropolitano. Conforme o governador, o trecho entre Vila Prudente e Guarulhos terá conexões com as Linhas 1, 11, 12 e 13, além de integração prevista com a futura Linha 20-Rosa.</p>
<p>Tarcísio afirmou que o avanço das obras representa uma etapa importante da expansão do transporte sobre trilhos para além da capital paulista. O governador também ressaltou a necessidade de planejamento antecipado para viabilizar projetos desse porte, citando o tempo necessário para contratar, fabricar, transportar e montar os equipamentos utilizados na escavação dos túneis.</p>
<p><em><strong>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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    <title>TJSP mantém condenação de Metrópole Paulista e VIP por ônibus que invadiu casa e atingiu dois carros</title>
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    <pubDate>Fri, 16 Oct 2026 17:00:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Decisão unânime confirma indenização de R$ 14,4 mil; relator considerou que cuidados como trancar o coletivo poderiam ter evitado o acidente ADAMO BAZANI A 32ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo manteve a condenação da Viação Metrópole Paulista e da VIP Transportes Urbano a indenizar um morador que teve a [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="739" height="415" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/images28102928829.jpeg?fit=739%2C415&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/images28102928829.jpeg?w=739&amp;ssl=1 739w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/images28102928829.jpeg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/images28102928829.jpeg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/images28102928829.jpeg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 739px) 100vw, 739px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Decisão unânime confirma indenização de R$ 14,4 mil; relator considerou que cuidados como trancar o coletivo poderiam ter evitado o acidente</em><br /><br /><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em><br /><br />A 32ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo manteve a condenação da Viação Metrópole Paulista e da VIP Transportes Urbano a indenizar um morador que teve a casa e dois carros atingidos por um ônibus desgovernado. A decisão unânime confirmou o pagamento de R$ 10 mil por danos morais e R$ 4.423,35 por danos materiais, além de juros e correção monetária.<br /><br />Ao analisar o recurso, o relator, desembargador J. B. Paula Lima, considerou que o acidente poderia ter sido evitado se o motorista ou o fiscal das empresas tivesse adotado cuidados como o trancamento do coletivo. As transportadoras alegaram que um terceiro entrou no ônibus estacionado e soltou o freio de mão, mas o Tribunal entendeu que o episódio estava relacionado aos riscos da atividade e manteve a responsabilidade das rés.<br /><br />A Viação Metrópole Paulista sucedeu a VIP na operação e pertence ao mesmo grupo empresarial. A condenação é solidária, permitindo que o morador cobre o valor integral de qualquer uma das empresas, sem duplicidade de pagamento.<br /><br />O acidente ocorreu em 17 de março de 2024. Conforme o relato apresentado na ação, o ônibus perdeu o controle e atingiu a residência, causando danos estruturais ao imóvel e avarias em um Chevrolet Corsa Classic e um Chevrolet Captiva estacionados na garagem.<br /><br />A sentença de primeira instância foi proferida em 9 de março de 2026 pela juíza Milena Repizo Rodrigues, da 2ª Vara da Fazenda Pública da Capital.<br /><br />Tribunal destaca dever de impedir acesso ao ônibus<br /><br />No julgamento do recurso, o relator rejeitou a tese de que a intervenção de uma pessoa alheia à operação seria suficiente para afastar a responsabilidade das transportadoras.<br /><br />“Por isso, não é possível acolher a tese defensiva das rés, de excludente de ilicitude pelo fato do terceiro, uma vez tratar-se, na realidade, de evento fortuito interno, ante a previsibilidade do ocorrido, provocado por pessoa em situação de rua, comum em grandes cidades como a Capital, sobretudo em regiões extremamente populosas”, afirmou o desembargador J. B. Paula Lima.<br /><br />O chamado fortuito interno corresponde a uma ocorrência ligada aos riscos da própria atividade. Nesse caso, o Tribunal considerou que os cuidados com a guarda do veículo, incluindo seu trancamento, poderiam ter impedido o acidente.<br /><br />A sentença já havia adotado esse entendimento ao reconhecer que a vigilância sobre um ônibus integra as obrigações da transportadora.<br /><br />“O cidadão cuja residência é invadida por ônibus desgovernado não pode suportar os riscos operacionais da concessionária”, registrou a juíza Milena Repizo Rodrigues na decisão de primeira instância.<br /><br /><strong>Danos à casa e transtornos no atendimento</strong><br /><br />O morador informou na ação que os reparos no imóvel foram realizados pela SPTrans, mas buscou indenização pelos danos aos automóveis e pelo abalo provocado pelo acidente.<br /><br />A Justiça reconheceu R$ 3.523,35 pelos prejuízos ao Corsa, considerando peças e mão de obra, e R$ 900 pelo Captiva, valor que havia sido aprovado pela empresa nas tratativas administrativas.<br /><br />Na primeira instância, a análise considerou fotografias, orçamentos, boletim de ocorrência e mensagens trocadas com um funcionário da Viação Metrópole Paulista.<br /><br />Ao fixar a indenização por danos morais, a juíza levou em conta a invasão da residência pelo coletivo, os danos ao portão, à parede e aos veículos e o comprometimento da segurança e do sossego do lar. A sentença registra que a troca do portão foi concluída em 29 de março de 2024.<br /><br />Também pesaram os transtornos enfrentados pelo morador durante o atendimento administrativo, com deslocamento desnecessário, perda de dia de trabalho e posterior informação de que o procedimento poderia ter sido realizado digitalmente.<br /><br />No recurso, o relator confirmou a existência do dano moral.<br /><br />“Os dois veículos do autor foram atingidos pelo coletivo no seu lar, local onde devem reinar a paz, o sossego e a segurança”, afirmou o desembargador J. B. Paula Lima.<br /><br /><strong>SPTrans e Estado foram excluídos do processo</strong><br /><br />Em primeira instância, o processo foi extinto em relação à SPTrans e à Fazenda Pública do Estado de São Paulo, sem julgamento do mérito dos pedidos contra esses entes.<br /><br />A sentença considerou que o acidente ocorreu em linha municipal operada pelas transportadoras, sem relação que justificasse a responsabilização do governo estadual.<br /><br />Quanto à SPTrans, a juíza distinguiu suas funções de planejamento, gestão e fiscalização do sistema da operação dos ônibus pelas concessionárias.<br /><br />Além das indenizações, a sentença estabeleceu que Metrópole Paulista e VIP arcassem com as custas, despesas processuais e honorários advocatícios fixados em 15% sobre o valor total da condenação.<br /><br />Participaram do julgamento na 32ª Câmara de Direito Privado, além do relator, os desembargadores Andrade Neto e Caio Marcelo Mendes de Oliveira.<br /><br /><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>


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    <title>Marcopolo fornece 52 novos ônibus Viaggio G8 800 e Senior Fretamento para a Rouxinol Viagens e Turismo</title>
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    <pubDate>Fri, 16 Oct 2026 16:31:28 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Empresa que atua em Belo Horizonte (MG) e Região Metropolitana investe na renovação da frota para atender à crescente demanda pelo transporte corporativo VINÍCIUS DE OLIVEIRA A Marcopolo, referência nacional no desenvolvimento de soluções de mobilidade, reforça sua atuação no segmento de fretamento com o fornecimento de 52 novos ônibus para a Rouxinol Viagens e [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="683" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/16102026-Marcopolo-para-a-Rouxinol-Viagens-e-Turismo_1-e1792168160307.jpg?fit=1024%2C683&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><em>Empresa que atua em Belo Horizonte (MG) e Região Metropolitana investe na renovação da frota para atender à crescente demanda pelo transporte corporativo</em></p>
<p><em><strong>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</strong></em></p>
<p><span lang="PT-BR">A Marcopolo, referência nacional no desenvolvimento de soluções de mobilidade, reforça sua atuação no segmento de fretamento com o fornecimento de 52 novos ônibus para a Rouxinol Viagens e Turismo, uma das mais tradicionais operadoras de transporte de passageiros de Minas Gerais. Os veículos começaram a entregues pela filial mineira da Marcopolo em agosto e estão atuando nas operações de fretamento da empresa em Belo Horizonte e região metropolitana.<u></u><u></u></span></p>
<p><span lang="PT-BR">A aquisição faz parte do plano de renovação e ampliação da frota da Rouxinol para acompanhar o crescimento dos contratos corporativos e ampliar a capacidade de atendimento aos clientes atuais e futuros. O lote é composto por 40 unidades do modelo Viaggio G8 800 e 12 micro-ônibus Senior Fretamento, desenvolvidos para oferecer altos padrões de conforto, segurança e eficiência operacional.<u></u><u></u></span></p>
<p><span lang="PT-BR">“A Rouxinol é um importante parceiro da Marcopolo e tem investido continuamente na modernização de sua frota. Esse movimento demonstra a preocupação da empresa em oferecer um serviço cada vez mais qualificado aos passageiros, contando com veículos que combinam robustez, conforto e baixo custo operacional para as operações de fretamento”, destaca Luiz Antonio Soares, gerente comercial da filial de Minas Gerais da Marcopolo.<u></u><u></u></span></p>
<p><span lang="PT-BR">A relação entre as empresas é marcada por uma parceria de longa data. Para a Rouxinol, a escolha pelos modelos Marcopolo está diretamente ligada ao desempenho operacional e à confiabilidade dos veículos.<u></u><u></u></span></p>
<p><span lang="PT-BR">“Temos um relacionamento excelente e duradouro com a Marcopolo e contamos com um atendimento muito próximo da equipe da filial de Minas Gerais. Os ônibus Viaggio G8 800 atendem perfeitamente às nossas necessidades de operação no fretamento, oferecendo conforto aos passageiros e eficiência para a nossa frota”, afirma Julio César Diniz, proprietário da Rouxinol Viagens e Turismo.<u></u><u></u></span></p>
<p><b><span lang="PT-BR">Viaggio G8 800: conforto e eficiência para o fretamento<u></u><u></u></span></b></p>
<p><span lang="PT-BR">As 40 unidades do Viaggio G8 800 possuem 12.700 mm de comprimento e capacidade para transportar 48 passageiros em poltronas Executiva, com cintos de segurança de três pontos e tomadas USB tipo A e C. Contam ainda com sistema de ar-condicionado e dispositivo de acessibilidade, proporcionando mais conforto, praticidade e inclusão para os usuários.<u></u><u></u></span></p>
<p><span lang="PT-BR">Projetado para aplicações de fretamento e viagens de curta e média distância, o modelo alia elevado padrão de conforto à eficiência operacional, contribuindo para a redução dos custos de operação e para maior disponibilidade da frota.<u></u><u></u></span></p>
<p><b><span lang="PT-BR">Senior Fretamento amplia versatilidade operacional<u></u><u></u></span></b></p>
<p><span lang="PT-BR">Além dos ônibus rodoviários, a Rouxinol incorporará 12 unidades do Senior Fretamento, modelo desenvolvido para operações que demandam maior flexibilidade e agilidade no transporte de passageiros.<u></u><u></u></span></p>
<p><span lang="PT-BR">Os veículos possuem 9.235 mm de comprimento e capacidade para 30 passageiros sentados em poltronas Executiva. Também são equipados com tomadas USB, sistema de ar-condicionado e dispositivo de acessibilidade, garantindo conforto, segurança e praticidade nas diferentes aplicações do transporte corporativo.</span></p>
<p>Confira mais imagens dos novos ônibus Marcopolo da <span lang="PT-BR">Rouxinol Viagens e Turismo:</span></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-539612" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/16102026-Marcopolo-para-a-Rouxinol-Viagens-e-Turismo_2.jpg?resize=1024%2C683&#038;ssl=1" alt="" width="1024" height="683" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/16102026-Marcopolo-para-a-Rouxinol-Viagens-e-Turismo_2.jpg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/16102026-Marcopolo-para-a-Rouxinol-Viagens-e-Turismo_2.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/16102026-Marcopolo-para-a-Rouxinol-Viagens-e-Turismo_2.jpg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/16102026-Marcopolo-para-a-Rouxinol-Viagens-e-Turismo_2.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/16102026-Marcopolo-para-a-Rouxinol-Viagens-e-Turismo_2.jpg?resize=1536%2C1024&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/16102026-Marcopolo-para-a-Rouxinol-Viagens-e-Turismo_2.jpg?resize=2048%2C1366&amp;ssl=1 2048w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/16102026-Marcopolo-para-a-Rouxinol-Viagens-e-Turismo_2.jpg?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/16102026-Marcopolo-para-a-Rouxinol-Viagens-e-Turismo_2.jpg?w=3000&amp;ssl=1 3000w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-539611" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/16102026-Marcopolo-para-a-Rouxinol-Viagens-e-Turismo_3.jpg?resize=1024%2C683&#038;ssl=1" alt="" width="1024" height="683" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/16102026-Marcopolo-para-a-Rouxinol-Viagens-e-Turismo_3.jpg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/16102026-Marcopolo-para-a-Rouxinol-Viagens-e-Turismo_3.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/16102026-Marcopolo-para-a-Rouxinol-Viagens-e-Turismo_3.jpg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/16102026-Marcopolo-para-a-Rouxinol-Viagens-e-Turismo_3.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/16102026-Marcopolo-para-a-Rouxinol-Viagens-e-Turismo_3.jpg?resize=1536%2C1024&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/16102026-Marcopolo-para-a-Rouxinol-Viagens-e-Turismo_3.jpg?resize=2048%2C1365&amp;ssl=1 2048w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/16102026-Marcopolo-para-a-Rouxinol-Viagens-e-Turismo_3.jpg?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/16102026-Marcopolo-para-a-Rouxinol-Viagens-e-Turismo_3.jpg?w=3000&amp;ssl=1 3000w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
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<p><em><strong>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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