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	<title>Diário do Transporte</title>
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	<description>Página destinada à cobertura jornalística dos principais fatos relacionados aos transportes, com notícias, informações de última hora, coberturas exclusivas, opinião, estudos técnicos e história.</description>
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    <title>Demanda de passageiros do transporte público em Londrina cresce 9,31% em 2025 com investimentos em frota, tecnologia e gestão</title>
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    <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 03:53:52 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao Diário do Transporte que recuperação é superior à média nacional ADAMO BAZANI Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="623" height="407" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?fit=623%2C407&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?w=623&amp;ssl=1 623w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=300%2C196&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=150%2C98&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=400%2C261&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 623px) 100vw, 623px" /> <p><em>Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao <strong>Diário do Transporte</strong> que recuperação é superior à média nacional</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><em><strong>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</strong></em></p>
<div style="width: 480px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-494300-1" width="480" height="848" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4?_=1" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4</a></video></div>
<p>A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros do transporte público, após quedas sucessivas em decorrência da pandemia de covid-19.</p>
<p>Em 2025, o crescimento da demanda foi de 9,31%.</p>
<p>Em 2024, o total registrado foi de 1,4 milhão (1.482.380) de passageiros equivalentes. Em 2025, essa média subiu para 1,6 milhão (1.620.394), considerando a apuração dos últimos quatro meses.</p>
<p>O conceito “passageiros equivalentes” significa o número real de pagantes de um sistema de transportes. Ou seja, são usuários que não foram atraídos por benefícios ou gratuidades.</p>
<p>Ao repórter e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, nesta última semana de dezembro de 2025, o diretor de uma das concessionárias de transportes do município, Paulo Sergio Bongiovanni, da TCGL (Transportes Coletivos Grande Londrina,) conta que a média de recuperação de demanda de usuários no pós-pandemia, em Londrina tem sido superior à nacional, com os números totais quase se igualando ao período anterior da crise sanitária.</p>
<p><strong><em>“Em 2025, o total de passageiros em Londrina cresceu mais de 9,31%. Enquanto no restante do País, em relação a 2019, no pré-pandemia, os sistemas de transportes operam com 80% a 81% do que era transportado antes da covd-19, nós estamos em torno de 90%. Então, as respostas vêm quando o transporte é bom.&#8221;</em></strong> – disse Paulo Bongiovanni.</p>
<p>O sistema de transportes de Londrina é operado por duas empresas de ônibus: a TCGL (Transporte Coletivo Grande Londrina), com 244 veículos, e a Londrisul, com 138 coletivos.</p>
<p>Bongiovanni acredita que o crescimento do total de usuários acima do ritmo da média nacional não ocorreu simplesmente pela volta das atividades econômicas que foram desaquecidas com a pandemia ou pela redução dos dias trabalhados pela população em sistema de <em>“home office”.</em></p>
<p>O empresário citou investimentos feitos em tecnologia, com sistemas de gerenciamento inteligentes e informações aos passageiros, ampliação do acesso à bilhetagem eletrônica, modernizações dos terminais de ônibus e renovação de frota.</p>
<p><strong><em>“Hoje temos mais de 85 telas informativas, mais de 550 câmeras espalhadas em todos os nove terminais da cidade, onde todo mundo brinca que o lugar mais seguro da cidade é o Terminal Central. Nós temos internet dentro dos ônibus e nos terminais, alguns viraram um coworking, onde as pessoas vão para trabalhar” –</em></strong> contou.</p>
<p>Somente a TCGL, por exemplo, fez recentemente um investimento mais amplo em ônibus 0 km. Foram 96 coletivos novos entre 2023 e 2024 e mais 92 unidades entre 2024 e 2025.</p>
<p>Segundo Bongiovanni, quase 60% da frota da companhia em operação, possuem ar-condicionado.</p>
<p>Os mais recentes são ônibus novos têm chassis Mercedes-Benz OF-1726L, com suspensão a ar, vidro colado, e motores com o padrão tecnológico obrigatório no Brasil, Euro 6, com emissões de poluentes de 75%, em média, em comparação com os veículos a diesel com a norma anterior Euro 5, cuja produção para o mercado interno foi descontinuada em 2023.</p>
<p>Os coletivos ainda contam com quatro câmeras de segurança cada, tomadas USB-C tipo A e tipo C para recarga de celulares, entre outros itens de conforto e segurança.</p>
<p>O empresário ainda destacou a necessidade de gestores públicos e empresas de transportes atuarem em conjunto para ampliar o nível de satisfação dos usuários. Segundo Bongiovanni, parte dos custos operacionais é subsidiada pela prefeitura.</p>
<p><strong><em>“Em junho deste ano de 2025, fizemos atualizações em 100 linhas simultaneamente num dia só e não tivemos uma só reclamação. A qualidade no transporte atrair a população e transporte de qualidade é aquele onde a prefeitura sabe investir. Londrina foi muito bem nisso”</em></strong> – disse o empresário.</p>
<p>Os contratos atuais foram assinados no fim de 2019, prestes ao pior da pandemia.</p>
<p>Alguns investimentos durante a crise sanitária tiveram de ser postergados, mas quando ocorreram, segundo o empresário, tiveram efeito positivo na percepção do passageiro do sistema.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
<p><strong><em>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</em></strong></p>
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    <title>Esteira rolante na Estação Paulista Pernambucanas de metrô será interditada a partir desta quarta-feira (3)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2024/01/02/esteira-rolante-na-estacao-paulista-pernambucanas-de-metro-sera-interditada-a-partir-desta-quarta-feira-3/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 02 Jan 2024 19:01:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metrô]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8) VINÍCIUS DE OLIVEIRA A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8). A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="739" height="415" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?fit=739%2C415&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?w=739&amp;ssl=1 739w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 739px) 100vw, 739px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8)</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha 2-Verde, estará temporariamente interditada </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os ajustes têm como intuito manter o conforto e a segurança dos passageiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os serviços acontecem nesta semana em razão do menor fluxo de pessoas nas estações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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    <title>Caio homenageia JTP pela compra do primeiro Apache Vip 6 do Brasil</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/23/caio-homenageia-jtp-pela-compra-do-primeiro-apache-vip-6-do-brasil/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Fri, 23 Oct 2026 16:05:02 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Carrocerias]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Reconhecimento entregue à diretoria foi divulgado pelo representante Gildo Vendramini; compra e imagens do primeiro veículo foram antecipadas pelo Diário do Transporte, e ônibus integram a renovação de Rio Branco (AC) ADAMO BAZANI A Caio entregou nesta semana uma homenagem à diretoria da JTP Transportes pela aquisição da primeira unidade comercializada do Apache Vip 6 [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="761" height="412" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/vip6.jpg?fit=761%2C412&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/vip6.jpg?w=761&amp;ssl=1 761w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/vip6.jpg?resize=300%2C162&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/vip6.jpg?resize=150%2C81&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/vip6.jpg?resize=400%2C217&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 761px) 100vw, 761px" /> <p><em>Reconhecimento entregue à diretoria foi divulgado pelo representante Gildo Vendramini; compra e imagens do primeiro veículo foram antecipadas pelo<strong> Diário do Transporte</strong>, e ônibus integram a renovação de Rio Branco (AC)</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A Caio entregou nesta semana uma homenagem à diretoria da JTP Transportes pela aquisição da primeira unidade comercializada do Apache Vip 6 no Brasil. O reconhecimento, divulgado pelo representante da fabricante, Gildo Vendramini, registra a participação da operadora na estreia comercial da sexta geração da carroceria urbana, apresentada em agosto durante a Lat.Bus 2026, em São Paulo.</p>
<p>O primeiro veículo faz parte da encomenda de 20 Apache Vip 6 e 60 Apache Vip 5 para Rio Branco, no Acre, onde a JTP assumiu o transporte coletivo em 2 de outubro, substituindo a Ricco Transportes. O <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> foi o primeiro veículo de comunicação a noticiar a compra e, posteriormente, a divulgar a imagem do primeiro ônibus da nova geração concluído para a empresa.</p>
<p>Em 2 de setembro, a reportagem revelou a aquisição dos 80 ônibus zero quilômetro, todos sobre chassis Mercedes-Benz. A encomenda reuniu duas gerações consecutivas do Apache Vip para a mesma operação, poucas semanas depois da apresentação pública do novo modelo.</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/09/02/jtp-compra-20-novos-apache-vip-6-modelo-recem-lancado-pela-caio-na-lat-bus-e-60-apache-vip-5/">Relembre: JTP compra 20 novos Apache Vip 6, modelo recém-lançado pela Caio na Lat.Bus, e 60 Apache Vip 5</a></p>
<p>Em 28 de setembro, o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> mostrou, em primeira mão, o primeiro Apache Vip 6 comercializado no País já pronto para a JTP, com destino à capital acreana.</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/09/28/exclusivo-primeiro-caio-apache-vip-6-comercializado-no-brasil-esta-pronto-para-a-jtp-e-vai-integrar-renovacao-dos-onibus-de-rio-branco-ac/">Relembre: primeiro Caio Apache Vip 6 comercializado no Brasil está pronto para a JTP e vai integrar renovação dos ônibus de Rio Branco</a></p>
<h2>Relação com a Caio passa por micro-ônibus e gerações anteriores do Apache Vip</h2>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-540946" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/jto.jpg?resize=765%2C559&#038;ssl=1" alt="" width="765" height="559" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/jto.jpg?w=765&amp;ssl=1 765w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/jto.jpg?resize=300%2C219&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/jto.jpg?resize=150%2C110&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/jto.jpg?resize=400%2C292&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 765px) 100vw, 765px" /></p>
<p>Embora a frota da JTP reúna veículos de diferentes fabricantes, a presença da Caio acompanha etapas da trajetória da empresa, contemplando aquisições de ônibus zero quilômetro, seminovos e usados. Essa relação passa pelos micro-ônibus Foz, utilizados pela operadora, e por gerações anteriores do Apache Vip, antes da aquisição do modelo lançado neste ano.</p>
<p>Há registros de veículos Foz da JTP tanto em atividades de transporte de estudantes quanto na operação que a companhia manteve em Embu das Artes, na Região Metropolitana de São Paulo. A expansão nos sistemas urbanos também ampliou a presença dos Apache Vip nas garagens do grupo.</p>
<p>Em dezembro de 2023, por exemplo, a Caio anunciou a aquisição de 47 Apache Vip pela JTP para Porto Velho, em Rondônia. O lote foi produzido sobre chassis Mercedes-Benz com tecnologia de controle de emissões Proconve P8, equivalente à Euro VI, e incluiu veículos com ar-condicionado, tomadas USB e equipamentos de acessibilidade.</p>
<p>Em Bragança Paulista, no interior de São Paulo, outra renovação foi acompanhada pelo <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> em março de 2025, quando a fabricante concluiu 24 ônibus novos para a operação Rental-JTP, com ar-condicionado e uma nova identidade visual.</p>
<p>A compra para Rio Branco dá continuidade a esse relacionamento e acrescenta um marco: a entrada da JTP entre os clientes que colocam em circulação uma nova geração de produto da encarroçadora.</p>
<p>A entrega do reconhecimento também cria uma oportunidade de aproximação entre a indústria e quem utiliza os veículos diariamente. No transporte coletivo, essa interlocução tem aplicação prática: operadores podem levar à fabricante experiências de manutenção, desgaste de componentes, limpeza, acessibilidade e funcionamento dos equipamentos em diferentes condições de serviço.</p>
<p>Na introdução de uma nova carroceria, esse diálogo pode contribuir para ajustes de produto e para o atendimento após a venda. A experiência das garagens e das equipes de operação ajuda a mostrar como as soluções desenvolvidas na fábrica se comportam nas ruas.</p>
<h2>Rio Branco recebeu a nova geração durante a troca de operadora</h2>
<p>A chegada dos Apache Vip 6 ao Acre ocorreu dentro de uma mudança mais ampla no transporte coletivo de Rio Branco.</p>
<p>A contratação da JTP foi conduzida emergencialmente pela prefeitura, após a avaliação das dificuldades do sistema. A empresa foi a única participante da seleção, e o município estabeleceu um período de transição de até 90 dias com a Ricco para preservar o atendimento enquanto a nova operadora organizava frota, trabalhadores e estrutura de funcionamento.</p>
<p>O modelo contratual passou a considerar a remuneração por quilômetro rodado, com previsão de acompanhamento da operação pela Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito, a RBTrans, por meio de informações de GPS e bilhetagem eletrônica.</p>
<p>Em julho, a prefeitura havia apresentado um planejamento de 120 ônibus, inicialmente com 19 veículos novos e perspectiva de ampliação das entregas. A encomenda revelada pelo <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> em setembro elevou para 80 o número de unidades zero quilômetro previstas para a renovação.</p>
<p>Na apresentação oficial de 1º de outubro, a composição anunciada foi de 120 ônibus: os 80 novos e outros 40 seminovos. Segundo a RBTrans, o planejamento previa 110 veículos em circulação e dez de reserva operacional.</p>
<p>A JTP iniciou os serviços no dia seguinte, sob a identificação COM Rio Branco. A mudança também envolveu a adaptação da bilhetagem e a transferência dos créditos dos passageiros.</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/10/01/rio-branco-ac-apresenta-nova-frota-de-120-onibus-e-jtp-inicia-operacao-nesta-sexta-feira-2-renovacao-inclui-20-apache-vip-6-revelados-pelo-diario-do-transporte/?utm_source=chatgpt.com">Relembre: Rio Branco apresenta nova frota de 120 ônibus e entrada da JTP; renovação inclui 20 Apache Vip 6 revelados pelo Diário do Transporte</a></p>
<p>Para os passageiros, a renovação trouxe veículos com equipamentos como ar-condicionado, tomadas USB e acessibilidade. A disponibilidade dessa frota precisa ser acompanhada pela manutenção e pelo cumprimento das viagens, fatores que determinam o resultado cotidiano do investimento.</p>
<h2>Do transporte escolar às linhas municipais</h2>
<p>Fundada em 2005, a JTP tem sua origem ligada ao transporte escolar e sede administrativa em Barueri, na Região Metropolitana de São Paulo. A empresa ampliou sua atuação para linhas urbanas regulares, mantendo também os serviços destinados a estudantes.</p>
<p>Entre as operações municipais, a companhia passou por Embu das Artes e assumiu sistemas em Bragança Paulista e Porto Velho, antes da entrada em Rio Branco.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Município</th>
<th>Trajetória da JTP nas linhas urbanas</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Porto Velho (RO)</td>
<td>Opera desde 1º de outubro de 2020</td>
</tr>
<tr>
<td>Bragança Paulista (SP)</td>
<td>Opera desde 4 de outubro de 2020</td>
</tr>
<tr>
<td>Rio Branco (AC)</td>
<td>Assumiu a operação em 2 de outubro de 2026</td>
</tr>
<tr>
<td>Embu das Artes (SP)</td>
<td>Operou de outubro de 2019 a fevereiro de 2026</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>Em Porto Velho, a entrada ocorreu após a conquista da concessão municipal. Em Bragança Paulista, a JTP substituiu a Nossa Senhora de Fátima. Já em Embu das Artes, deixou as linhas municipais no fim de fevereiro deste ano, com a entrada da Viação Cidade das Artes em 1º de março.</p>
<p>Os contratos de transporte escolar constituem outra frente de atividade e não estão incluídos nessa relação de sistemas urbanos.</p>
<p>A homenagem da Caio reconhece, assim, uma compra que se insere tanto na evolução da frota da JTP quanto no lançamento de uma nova geração de ônibus. A relação entre fabricante e operadora, construída com veículos de diferentes portes e aplicações, passa agora a incluir o primeiro Apache Vip 6 comercializado no Brasil.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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    <title>Artesp mantém suspensa por até mais um ano linha da Andorinha entre Presidente Epitácio e São Paulo e autoriza mudanças para São Bento e Atibaia São Paulo</title>
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    <pubDate>Fri, 23 Oct 2026 15:01:15 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Artesp]]></category><category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Reportagens Especiais]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Decisões publicadas nesta sexta-feira (23) prorrogam paralisação de ligação rodoviária com a capital e permitem alterações experimentais em serviços semiurbanos nas regiões de Franca e Atibaia; empresas têm prazo de até 15 dias para iniciar novas operações autorizadas ADAMO BAZANI A Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp) autorizou a Empresa de Transportes [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="768" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261010_1306072.jpg?fit=1024%2C768&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261010_1306072.jpg?w=4030&amp;ssl=1 4030w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261010_1306072.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261010_1306072.jpg?resize=1024%2C768&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261010_1306072.jpg?resize=150%2C112&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261010_1306072.jpg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261010_1306072.jpg?resize=1536%2C1152&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261010_1306072.jpg?resize=2048%2C1536&amp;ssl=1 2048w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261010_1306072.jpg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261010_1306072.jpg?w=3000&amp;ssl=1 3000w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Decisões publicadas nesta sexta-feira (23) prorrogam paralisação de ligação rodoviária com a capital e permitem alterações experimentais em serviços semiurbanos nas regiões de Franca e Atibaia; empresas têm prazo de até 15 dias para iniciar novas operações autorizadas</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp) autorizou a Empresa de Transportes Andorinha a manter paralisada, por até mais 365 dias, a linha rodoviária entre Presidente Epitácio, no extremo oeste paulista, e a cidade de São Paulo. A decisão, publicada nesta sexta-feira, 23 de outubro de 2026, prorroga uma suspensão já autorizada anteriormente e considera como início do novo período o dia 17 de outubro, quando terminou a vigência da autorização anterior. Na mesma edição do Diário Oficial, a agência permitiu mudanças experimentais em duas outras ligações intermunicipais de ônibus, operadas pela Viação São Bento e pela Viação Atibaia São Paulo.</p>
<p>As alterações autorizadas envolvem a linha semiurbana entre São Joaquim da Barra e Ituverava, da São Bento, que terá período experimental de 180 dias, e o serviço entre Atibaia e Piracaia, da Viação Atibaia São Paulo, com prazo experimental remanescente de 120 dias. Nos dois casos, as transportadoras terão até 15 dias após a publicação para iniciar a operação conforme as tabelas aprovadas pela Artesp. As decisões podem afetar horários e condições de atendimento de passageiros que utilizam os ônibus em deslocamentos regionais, enquanto a autorização concedida à Andorinha mantém a paralisação temporária de um serviço rodoviário de longa distância.</p>
<p>As três decisões foram tomadas a partir de solicitações apresentadas pelas próprias empresas à agência reguladora.</p>
<p>Embora publicadas na mesma edição, elas têm efeitos diferentes. Para a Andorinha, foi autorizada a continuidade da paralisação de uma linha. Para a São Bento e a Atibaia São Paulo, foram deferidas modificações operacionais em serviços que atendem municípios do interior paulista.</p>
<h2>Andorinha poderá manter linha Presidente Epitácio–São Paulo paralisada até outubro de 2027</h2>
<p>A decisão envolvendo a Empresa de Transportes Andorinha S.A. autoriza expressamente a prorrogação da paralisação temporária por até 365 dias da linha rodoviária entre Presidente Epitácio e São Paulo.</p>
<p>O novo período é contado a partir de 17 de outubro de 2026, data indicada pela Artesp como encerramento da suspensão anteriormente concedida.</p>
<p>Caso seja utilizado integralmente, o prazo poderá se estender até outubro de 2027.</p>
<p>A medida mantém a possibilidade de a empresa não realizar a operação dessa linha específica durante o período autorizado. Isso não representa, entretanto, uma extinção definitiva do serviço nem uma proibição geral para a Andorinha operar outras ligações rodoviárias.</p>
<p>Presidente Epitácio fica no extremo oeste do Estado de São Paulo, na região do Pontal do Paranapanema, próxima à divisa com Mato Grosso do Sul.</p>
<p>A ligação rodoviária com a capital tem importância para deslocamentos de longa distância, incluindo viagens por motivos de trabalho, saúde, estudo, negócios e visitas familiares.</p>
<p>É necessário distinguir a autorização de paralisação dessa linha da disponibilidade de passagens para o mesmo destino em outros serviços da empresa ou de diferentes transportadoras. A decisão publicada não constitui, isoladamente, um levantamento da oferta total de ônibus entre as duas cidades.</p>
<p>A prorrogação também precisa ser analisada diante de outra publicação recente da Artesp.</p>
<p>Na quarta-feira, 21 de outubro, o Diário do Transporte noticiou que a agência havia aberto prazo de sete dias para manifestações sobre um pedido de alteração operacional da Andorinha na ligação entre Presidente Epitácio e São Paulo.</p>
<p>Naquele procedimento, a solicitação envolvia a tabela de horários e distâncias referente ao itinerário A.</p>
<p>Agora, dois dias depois, a agência publica a autorização para prorrogar a paralisação temporária.</p>
<p>São procedimentos administrativos distintos: um relacionado à análise de alterações operacionais e outro à continuidade da suspensão anteriormente autorizada.</p>
<p>A existência dos dois procedimentos não permite concluir, sem examinar a documentação técnica correspondente, que a alteração solicitada tenha sido aprovada ou que uma eventual retomada já esteja programada.</p>
<p>Para o passageiro, a confirmação das viagens efetivamente oferecidas e dos pontos de embarque deve ser feita nos canais oficiais das empresas que comercializam os serviços.</p>
<h2>São Bento poderá alterar horários e operação entre São Joaquim da Barra e Ituverava</h2>
<p>A Artesp também deferiu pedido da Viação São Bento Ltda. para modificar, em caráter experimental, a operação da linha intermunicipal semiurbana entre São Joaquim da Barra e Ituverava.</p>
<p>Os dois municípios ficam no interior paulista, na região de Franca, e mantêm relações econômicas e de deslocamento regional que tornam o transporte intermunicipal importante para a população.</p>
<p>A autorização estabelece um período de experiência de 180 dias, durante o qual a empresa deverá operar conforme a tabela de horários e distâncias aprovada pela agência.</p>
<p>A nova configuração corresponde ao itinerário A.</p>
<p>O despacho determina que a transportadora comece a executar as alterações em até 15 dias após a publicação de 23 de outubro de 2026.</p>
<p>Assim, o prazo administrativo para o início da operação modificada vai até 7 de novembro, sem que isso signifique necessariamente que a empresa utilizará todo esse intervalo.</p>
<p>Há ainda uma condição para a consolidação das mudanças.</p>
<p>Ao término dos 180 dias, caso não haja manifestações dos interessados, a tabela operacional será considerada tacitamente efetiva, conforme a autorização.</p>
<p>Esse mecanismo permite que a operação modificada seja observada por determinado período antes de sua consolidação.</p>
<p>O impacto para o passageiro dependerá das alterações efetivamente previstas na tabela técnica aprovada, especialmente em relação à distribuição dos horários, ao itinerário e às distâncias percorridas.</p>
<p>A publicação identifica essa tabela, mas não reproduz a relação completa de partidas ou a sequência detalhada de atendimento dos pontos da linha. Por isso, não é possível anunciar horários específicos apenas com base no despacho.</p>
<h2>Atibaia São Paulo terá 120 dias de experiência nas mudanças entre Atibaia e Piracaia</h2>
<p>Outra autorização publicada pela Artesp beneficia a Viação Atibaia São Paulo Ltda., que poderá alterar a operação da linha intermunicipal semiurbana entre Atibaia e Piracaia.</p>
<p>A ligação atende dois municípios próximos, no interior paulista, com deslocamentos relacionados às atividades comerciais, aos serviços, à educação e às relações econômicas locais.</p>
<p>A agência deferiu o pedido apresentado pela transportadora e estabeleceu que as mudanças ocorrerão em caráter experimental, pelo prazo remanescente de 120 dias.</p>
<p>Assim como no caso da São Bento, a empresa deverá iniciar a operação modificada em até 15 dias após a publicação.</p>
<p>A autorização se refere à tabela de horários e distâncias do itinerário A.</p>
<p>A expressão utilizada pela Artesp, prazo remanescente, deve ser observada porque indica que os 120 dias não devem ser automaticamente interpretados como um novo prazo integral, independente das condições administrativas anteriores.</p>
<p>A documentação completa da mudança é necessária para identificar o calendário exato do período experimental.</p>
<p>Para os usuários, a alteração pode ser importante principalmente quando há necessidade de combinar os horários dos ônibus com jornadas de trabalho, aulas e outros compromissos cotidianos.</p>
<p>A nova tabela deverá orientar a operação autorizada, e os passageiros precisam ter acesso às informações atualizadas para organizar suas viagens.</p>
<h2>O que muda para os passageiros</h2>
<p>As decisões envolvem três situações diferentes do transporte intermunicipal paulista.</p>
<div>
<div>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Empresa</th>
<th>Ligação</th>
<th>Decisão da Artesp</th>
<th>Prazo</th>
</tr>
<tr>
<td>Andorinha</td>
<td>Presidente Epitácio–São Paulo</td>
<td>Prorrogação da paralisação temporária</td>
<td>Até 365 dias a partir de 17 de outubro</td>
</tr>
<tr>
<td>Viação São Bento</td>
<td>São Joaquim da Barra–Ituverava</td>
<td>Alteração operacional experimental</td>
<td>180 dias</td>
</tr>
<tr>
<td>Viação Atibaia São Paulo</td>
<td>Atibaia–Piracaia</td>
<td>Alteração operacional experimental</td>
<td>Prazo remanescente de 120 dias</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
<p>As autorizações da São Bento e da Atibaia São Paulo passam a permitir a implantação das tabelas modificadas dentro dos prazos estabelecidos pela agência.</p>
<p>No caso da Andorinha, o despacho prolonga uma situação de paralisação anteriormente autorizada e não estabelece uma data de retomada das viagens.</p>
<p>A Artesp é responsável pela regulação e fiscalização do transporte coletivo intermunicipal paulista, cabendo à agência analisar solicitações das transportadoras e acompanhar o cumprimento das condições autorizadas.</p>
<p>As decisões publicadas nesta sexta-feira mostram a diferença entre os procedimentos de paralisação temporária e os de alteração operacional, que possuem consequências distintas para as empresas e para os usuários.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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  </item>
  <item>
    <title>Minas autoriza previamente transferência de linhas da Itamarati à Leste e rejeita recursos de Gardênia, Gontijo e outras empresas</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/23/minas-autoriza-previamente-transferencia-de-linhas-da-itamarati-a-leste-e-rejeita-recursos-de-gardenia-gontijo-e-outras-empresas/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Fri, 23 Oct 2026 14:31:52 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Reportagens Especiais]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Duas ligações com Caratinga estão abrangidas pela decisão da Seinfra; conselho também emitiu pareceres favoráveis a pedidos da São Luiz MG, Unipenha e Sertões e julgou 49 casos de autos de infração ADAMO BAZANI O Governo de Minas Gerais concedeu anuência prévia para a transferência de duas linhas intermunicipais da Viação Itamarati para a Leste [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="971" height="647" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/1139-gonyijo.jpg?fit=971%2C647&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/1139-gonyijo.jpg?w=971&amp;ssl=1 971w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/1139-gonyijo.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/1139-gonyijo.jpg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/1139-gonyijo.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/1139-gonyijo.jpg?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 971px) 100vw, 971px" /> <p><em>Duas ligações com Caratinga estão abrangidas pela decisão da Seinfra; conselho também emitiu pareceres favoráveis a pedidos da São Luiz MG, Unipenha e Sertões e julgou 49 casos de autos de infração</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>O Governo de Minas Gerais concedeu anuência prévia para a transferência de duas linhas intermunicipais da Viação Itamarati para a Leste Viagens e Turismo, nas ligações de Imbé de Minas e São Sebastião do Batatal com Caratinga. A decisão foi publicada nesta sexta-feira, 23 de outubro de 2026, em edição do Diário Oficial que também reúne pareceres favoráveis a pedidos da Auto Viação São Luiz MG, da Viação Unipenha e da Viação Sertões de Transportes.</p>
<p>Na fiscalização dos serviços, o Conselho de Transporte Coletivo Intermunicipal e Metropolitano rejeitou 48 recursos contra autos de infração, incluindo 20 da Expresso Gardênia, 13 da Viação Pássaro Verde e um da Gontijo. Outro auto, da Rápido Sudoestino, foi cancelado de ofício por unanimidade. Os resultados abrangem empresas do transporte intermunicipal e consórcios metropolitanos, responsáveis por serviços utilizados em deslocamentos entre cidades mineiras.</p>
<h2>Transferência envolve duas ligações com Caratinga</h2>
<p>A anuência prévia da Secretaria de Estado de Infraestrutura, Mobilidade e Parcerias envolve o contrato de concessão firmado em 2015 e atualmente vinculado à Viação Itamarati Ltda. A empresa indicada para receber a concessão é a Leste Viagens e Turismo Ltda.</p>
<p>A decisão foi assinada pela subsecretária de Transportes e Mobilidade, Larissa de Albuquerque Sgarbi, e contempla as seguintes linhas:</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Linha</th>
<th>Ligação</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>4512</td>
<td>Imbé de Minas–Caratinga</td>
</tr>
<tr>
<td>4612</td>
<td>São Sebastião do Batatal–Caratinga</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>A autorização corresponde à anuência prévia do poder concedente para a transferência contratual. É uma etapa administrativa da mudança de responsabilidade pelas concessões que atendem essas ligações.</p>
<p>Para os passageiros, as duas linhas representam o acesso a Caratinga a partir de Imbé de Minas e de São Sebastião do Batatal. A decisão publicada trata da transferência do contrato entre as empresas.</p>
<h2>São Luiz MG, Unipenha e Sertões recebem pareceres favoráveis</h2>
<p>O Conselho de Transporte Coletivo Intermunicipal e Metropolitano também publicou os resultados de dois pedidos empresariais analisados na reunião de 20 de outubro.</p>
<p>No caso da Auto Viação São Luiz MG Ltda., os conselheiros decidiram, por unanimidade, opinar pelo deferimento do pleito.</p>
<p>Em outro julgamento, envolvendo conjuntamente a Viação Unipenha Ltda. e a Viação Sertões de Transportes Ltda., o colegiado aprovou, também por unanimidade, parecer favorável ao deferimento do pedido de anuência prévia.</p>
<p>As deliberações registram a manifestação favorável do conselho sobre os pedidos apresentados pelas empresas. A decisão relativa à Itamarati e à Leste foi publicada separadamente, pela Subsecretaria de Transportes e Mobilidade.</p>
<h2>Gardênia concentra 20 dos 48 recursos rejeitados</h2>
<p>Na mesma reunião, o conselho examinou 49 casos de autos de infração. A Expresso Gardênia concentrou o maior número de recursos rejeitados, com 20, seguida pela Viação Pássaro Verde, com 13.</p>
<p>A Expresso Araguari teve quatro recursos negados. A Empresa São Geraldo e o Consórcio Linha Verde, identificado como RIT 5, tiveram duas rejeições cada.</p>
<p>Também foram rejeitados recursos da Empresa Gontijo de Transporte, da Viação Presidente, da Viação São Vicente, da Empresa Santa Maria, do Consórcio Metropolitano de Transporte, identificado como RIT 3, e do Consórcio Estrada Real, RIT 4.</p>
<p>A Rápido Sudoestino aparece em dois julgamentos com resultados diferentes: em um deles, o recurso foi rejeitado; no outro, o auto foi cancelado de ofício.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Empresa ou consórcio</th>
<th>Recursos rejeitados</th>
<th>Autos cancelados</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Expresso Gardênia</td>
<td>20</td>
<td>—</td>
</tr>
<tr>
<td>Viação Pássaro Verde</td>
<td>13</td>
<td>—</td>
</tr>
<tr>
<td>Expresso Araguari</td>
<td>4</td>
<td>—</td>
</tr>
<tr>
<td>Empresa São Geraldo</td>
<td>2</td>
<td>—</td>
</tr>
<tr>
<td>Consórcio Linha Verde — RIT 5</td>
<td>2</td>
<td>—</td>
</tr>
<tr>
<td>Rápido Sudoestino</td>
<td>1</td>
<td>1</td>
</tr>
<tr>
<td>Empresa Gontijo de Transporte</td>
<td>1</td>
<td>—</td>
</tr>
<tr>
<td>Viação Presidente</td>
<td>1</td>
<td>—</td>
</tr>
<tr>
<td>Viação São Vicente</td>
<td>1</td>
<td>—</td>
</tr>
<tr>
<td>Empresa Santa Maria</td>
<td>1</td>
<td>—</td>
</tr>
<tr>
<td>Consórcio Metropolitano de Transporte — RIT 3</td>
<td>1</td>
<td>—</td>
</tr>
<tr>
<td>Consórcio Estrada Real — RIT 4</td>
<td>1</td>
<td>—</td>
</tr>
<tr>
<td>Total</td>
<td>48</td>
<td>1</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>As quatro rejeições de recursos da Expresso Araguari foram aprovadas por unanimidade. As demais decisões de rejeição foram tomadas por maioria.</p>
<p>Em dois julgamentos da Gardênia e em um da São Vicente, o resultado aprovado pelo colegiado foi contrário ao voto da relatoria. Nessas situações, o representante do Departamento de Estradas de Rodagem de Minas Gerais, Márcio Ivanei do Nascimento, foi designado para redigir o voto vencedor.</p>
<p>A reunião foi presidida por Lorena Milagres Peron. O próximo encontro do conselho está previsto para 3 de novembro, a partir das 9h.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=540923</guid>
  </item>
  <item>
    <title>São Paulo discute lei para reciclagem e reaproveitamento de baterias de ônibus e carros elétricos; projeto também prevê destinação ambientalmente segura</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/23/sao-paulo-discute-lei-para-reciclagem-e-reaproveitamento-de-baterias-de-onibus-e-carros-eletricos-projeto-tambem-preve-destinacao-ambientalmente-segura/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/23/sao-paulo-discute-lei-para-reciclagem-e-reaproveitamento-de-baterias-de-onibus-e-carros-eletricos-projeto-tambem-preve-destinacao-ambientalmente-segura/#comments</comments>
    <pubDate>Fri, 23 Oct 2026 14:01:20 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Eletromobilidade]]></category><category><![CDATA[Meio ambiente]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Proposta apresentada na Assembleia Legislativa pela deputada Carla Morando busca estimular reutilização, recuperação de materiais e economia circular; discussão ocorre enquanto cresce a eletrificação das frotas de transporte coletivo e o Congresso Nacional analisa regras para todo o País ADAMO BAZANI A Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo iniciou a tramitação de um projeto [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="628" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/baterias.jpg?fit=1024%2C628&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/baterias.jpg?w=1256&amp;ssl=1 1256w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/baterias.jpg?resize=300%2C184&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/baterias.jpg?resize=1024%2C628&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/baterias.jpg?resize=150%2C92&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/baterias.jpg?resize=768%2C471&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/baterias.jpg?resize=400%2C245&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Proposta apresentada na Assembleia Legislativa pela deputada Carla Morando busca estimular reutilização, recuperação de materiais e economia circular; discussão ocorre enquanto cresce a eletrificação das frotas de transporte coletivo e o Congresso Nacional analisa regras para todo o País</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo iniciou a tramitação de um projeto de lei que propõe criar uma política estadual para o reaproveitamento, a reciclagem e o descarte ambientalmente seguro de baterias utilizadas em veículos elétricos e híbridos. A proposta, de autoria da deputada estadual Carla Morando, entrou na pauta para recebimento de emendas nesta sexta-feira, 23 de outubro de 2026, e tem relação direta com uma das questões que ganham importância à medida que aumenta a frota eletrificada: o destino das baterias quando deixam de atender às necessidades dos veículos, inclusive dos ônibus utilizados no transporte coletivo.</p>
<p>A discussão ocorre em um momento de expansão das compras de ônibus elétricos no Estado de São Paulo e em outras regiões brasileiras, com investimentos de empresas e governos em veículos, garagens e sistemas de recarga. O desafio ambiental, entretanto, não termina quando um ônibus deixa de emitir poluentes pelo escapamento. É necessário considerar também a fabricação, a utilização, a eventual substituição, o reaproveitamento e a destinação final de suas baterias. O projeto paulista, ainda em fase inicial de tramitação, acompanha um movimento semelhante no Congresso Nacional, onde uma proposta de política nacional de circularidade das baterias foi aprovada pelo Senado e encaminhada à Câmara dos Deputados em setembro deste ano.</p>
<p>A proposição estadual, identificada como Projeto de Lei 887/2026, tem como objetivo instituir a Política Estadual de Reaproveitamento, Reciclagem e Descarte Ambientalmente Seguro de Baterias de Veículos Elétricos e Híbridos.</p>
<p>A matéria entrou no primeiro período de pauta para recebimento de emendas e estudos pelos deputados estaduais.</p>
<p>Portanto, a iniciativa ainda precisa percorrer o processo legislativo antes de uma eventual aprovação e sanção.</p>
<p>A apresentação da proposta coloca em discussão um aspecto que tende a ganhar importância econômica e ambiental nos próximos anos.</p>
<p>Isso porque os veículos elétricos exigem investimentos não apenas na aquisição dos ônibus, automóveis ou caminhões e na infraestrutura de recarga, mas também em procedimentos capazes de acompanhar as baterias durante sua utilização e depois de sua retirada de serviço.</p>
<p>No transporte coletivo, essa necessidade ganha escala com a formação de frotas que concentram dezenas ou centenas de veículos eletrificados sob a responsabilidade de uma mesma operadora.</p>
<h2>Baterias de ônibus elétricos podem ter outras aplicações depois do uso nos veículos</h2>
<p>Uma das discussões centrais da chamada economia circular é a possibilidade de aproveitar componentes e materiais mesmo depois de encerrada sua utilização original.</p>
<p>No caso das baterias veiculares, a perda gradual de capacidade de armazenamento pode torná-las inadequadas para a autonomia e o desempenho exigidos por determinado ônibus, sem necessariamente eliminar todas as possibilidades de utilização.</p>
<p>Dependendo das condições técnicas, do estado de conservação, da química das células e dos requisitos de segurança, determinados conjuntos podem ser avaliados para aplicações estacionárias.</p>
<p>Uma dessas alternativas é a utilização em sistemas de armazenamento de energia elétrica, como instalações que acumulam energia para consumo posterior ou prestam suporte a redes e equipamentos.</p>
<p>Esse conceito é conhecido como segunda vida das baterias.</p>
<p>Em uma garagem de ônibus elétricos, por exemplo, sistemas estacionários de armazenamento podem ser estudados como parte de uma estratégia de gestão energética.</p>
<p>A adoção, porém, depende de análises técnicas e econômicas específicas e não significa que qualquer bateria retirada de um veículo possa ser reaproveitada automaticamente.</p>
<p>É necessário verificar degradação, histórico de utilização, integridade dos componentes, sistemas de gerenciamento e riscos associados à operação.</p>
<p>Quando o reaproveitamento não é tecnicamente adequado, a reciclagem pode permitir a recuperação de determinados materiais utilizados na fabricação.</p>
<p>O potencial de recuperação varia conforme a composição da bateria e a tecnologia empregada.</p>
<p>Essa diferença é importante porque nem todas as baterias utilizadas em veículos elétricos possuem os mesmos materiais, custos ou possibilidades de processamento industrial.</p>
<h2>Eletrificação dos ônibus de São Paulo aumenta importância da discussão</h2>
<p>Na capital paulista, a eletrificação da frota de ônibus vem sendo ampliada com a incorporação de veículos movidos a baterias.</p>
<p>O sistema municipal já ultrapassou a marca de duas mil unidades elétricas, considerando as diferentes tecnologias utilizadas na operação.</p>
<p>O crescimento das compras representa uma transformação para fabricantes de chassis e carrocerias, fornecedores de sistemas de tração elétrica, baterias, carregadores e equipamentos de infraestrutura.</p>
<p>Empresas como Eletra, Mercedes-Benz, BYD, Caio, Marcopolo e outras participantes da cadeia industrial estão inseridas nesse processo, seja com fabricação de veículos completos, fornecimento de componentes ou integração de tecnologias.</p>
<p>A mudança também envolve as concessionárias de ônibus, responsáveis pela manutenção dos veículos e pela gestão dos equipamentos durante a operação.</p>
<p>Além dos custos de aquisição dos ônibus, as operadoras precisam considerar a vida útil das baterias, eventuais substituições, garantias dos fabricantes e contratos de manutenção.</p>
<p>A destinação dos componentes retirados de serviço passa a fazer parte dessa equação.</p>
<p>No Grande ABC, a discussão também tem relação com os projetos de eletrificação do transporte metropolitano.</p>
<p>A Next Mobilidade, concessionária responsável pelo Corredor ABD e pelo projeto do BRT-ABC, prevê a utilização de ônibus elétricos na modernização da infraestrutura regional.</p>
<p>O empreendimento ainda enfrenta atrasos e um processo administrativo que pode resultar na caducidade da concessão, mas o planejamento de utilização de veículos movidos a baterias demonstra como a discussão ambiental ultrapassa os limites de um sistema municipal.</p>
<p>O tema também interessa aos projetos de ônibus elétricos de outras cidades paulistas, como Campinas, e aos investimentos em andamento em diferentes regiões metropolitanas brasileiras.</p>
<p>À medida que essas frotas envelhecerem, será necessário dar destino aos equipamentos que tiverem sua vida útil encerrada, de acordo com a condição técnica de cada componente e as normas aplicáveis.</p>
<h2>Congresso Nacional já aprovou proposta de política para circularidade das baterias</h2>
<p>A discussão paulista ocorre paralelamente a uma iniciativa federal mais abrangente.</p>
<p>O Senado aprovou, em setembro de 2026, o Projeto de Lei 2.132/2025, de autoria do senador Jaques Wagner, que institui a Política Nacional de Circularidade das Baterias Veiculares.</p>
<p>O texto foi analisado pela Comissão de Meio Ambiente e recebeu um substitutivo do senador Confúcio Moura.</p>
<p>A versão aprovada foi encaminhada à Câmara dos Deputados em 16 de setembro de 2026.</p>
<p>A iniciativa estabelece diretrizes para o aproveitamento das baterias durante todo o ciclo de vida, desde a fabricação até sua destinação final.</p>
<p>Entre os temas tratados estão a rastreabilidade, a recuperação de matérias-primas, a reutilização de componentes, o desenvolvimento tecnológico e a logística reversa.</p>
<p>A proposta nacional também trata da responsabilidade compartilhada entre os participantes da cadeia produtiva, incluindo fabricantes, importadores, montadoras, distribuidores, comerciantes e usuários, conforme as regras que forem estabelecidas.</p>
<p>A logística reversa é o conjunto de procedimentos destinados a permitir o retorno de produtos e componentes após sua utilização para reaproveitamento, reciclagem ou destinação ambientalmente adequada.</p>
<p>No caso das baterias de veículos elétricos, essa estrutura pode envolver recolhimento, transporte, avaliação técnica, armazenamento e processamento especializado.</p>
<p>Durante a tramitação no Senado, foram discutidas as formas de implantação dessa logística reversa.</p>
<p>A versão aprovada prevê que sua implementação e operação sejam disciplinadas por acordo setorial, termo de compromisso ou regulamento específico, observando a Política Nacional de Resíduos Sólidos.</p>
<p>O projeto federal também contempla mecanismos de rastreabilidade para acompanhar a origem e o destino dos componentes.</p>
<p>Essa preocupação é relevante porque as baterias podem passar por diferentes proprietários, aplicações e empresas ao longo de sua vida útil.</p>
<p>A rastreabilidade ajuda a identificar o histórico dos equipamentos e a organizar as responsabilidades relacionadas à sua destinação.</p>
<p>A proposta federal ainda depende da tramitação na Câmara dos Deputados e das demais etapas legislativas para se transformar em lei.</p>
<h2>Reciclagem também envolve uma nova atividade econômica</h2>
<p>O desenvolvimento de uma cadeia de reaproveitamento e reciclagem de baterias pode criar oportunidades para diferentes segmentos industriais.</p>
<p>Além das fabricantes de veículos e baterias, o mercado envolve empresas de engenharia, laboratórios, operadores logísticos, transportadoras especializadas e instalações de processamento de materiais.</p>
<p>O objetivo da recuperação de componentes é reduzir a quantidade de resíduos destinados ao descarte e, quando tecnicamente possível, aproveitar materiais que possam retornar aos processos produtivos.</p>
<p>Há também uma questão econômica.</p>
<p>A substituição de baterias representa um investimento potencialmente elevado para proprietários e operadores de veículos elétricos.</p>
<p>A existência de alternativas seguras e viáveis de reaproveitamento e reciclagem pode influenciar os custos associados ao ciclo de vida dos equipamentos.</p>
<p>Entretanto, a viabilidade não é uniforme.</p>
<p>O valor dos materiais recuperáveis, a composição química, os custos de transporte, o consumo energético dos processos e a escala industrial podem determinar se a reciclagem é economicamente competitiva.</p>
<p>No caso dos ônibus urbanos, o planejamento tende a ser diferente daquele adotado para automóveis particulares.</p>
<p>As empresas de transporte trabalham com frotas padronizadas, utilizam sistemas de manutenção programada e podem estabelecer contratos de fornecimento e substituição de componentes com fabricantes.</p>
<p>Isso facilita a organização dos procedimentos, mas também concentra responsabilidades e demanda infraestrutura adequada.</p>
<p>A eletrificação, portanto, altera não apenas a tecnologia de propulsão dos ônibus, mas a cadeia de manutenção e gestão de seus componentes.</p>
<h2>Legislação ambiental e custos precisam ser considerados na expansão das frotas</h2>
<p>A regulamentação da destinação de baterias precisa dialogar com as regras ambientais já existentes.</p>
<p>A Política Nacional de Resíduos Sólidos, estabelecida pela Lei Federal 12.305/2010, prevê instrumentos de responsabilidade compartilhada e logística reversa, além de diretrizes para redução, reutilização, reciclagem e destinação ambientalmente adequada de resíduos.</p>
<p>Uma legislação estadual específica pode buscar detalhar mecanismos relacionados às baterias veiculares dentro das competências de São Paulo e em conformidade com as normas federais.</p>
<p>A discussão tem importância também para contratos públicos de ônibus.</p>
<p>Governos municipais e estaduais estabelecem exigências relacionadas à vida útil dos veículos, às condições de operação, à manutenção e, em determinados casos, à tecnologia de propulsão.</p>
<p>A gestão das baterias pode se tornar um dos elementos a serem considerados na elaboração de editais, contratos e programas de renovação de frota.</p>
<p>Há, contudo, diferenças entre a responsabilidade do fabricante da bateria, do fabricante do veículo, da empresa operadora e do poder concedente.</p>
<p>Essas atribuições dependem da legislação aplicável e das condições contratuais.</p>
<p>Para a população, o principal benefício esperado de uma política dessa natureza é reduzir os riscos ambientais associados ao descarte inadequado de equipamentos que se tornarão mais numerosos com a eletrificação.</p>
<p>Para o setor de transportes, o desafio é desenvolver soluções que associem segurança, viabilidade econômica, responsabilidade ambiental e continuidade da operação.</p>
<p>A proposta apresentada na Assembleia Legislativa paulista acrescenta esse tema à agenda estadual em um momento de crescimento da mobilidade elétrica.</p>
<p>A tramitação permitirá discutir como São Paulo poderá estimular o aproveitamento dos materiais e estabelecer diretrizes ambientais para baterias de veículos elétricos e híbridos.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
<div></div>
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    <title>Linha 11-Coral retoma operação normal nesta sexta-feira (23); problemas geraram restrições durante a manhã</title>
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    <pubDate>Fri, 23 Oct 2026 13:50:26 +0000</pubDate>
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	<description><![CDATA[Composições circularam com velocidade reduzida e maior tempo de parada ARTHUR FERRARI Passageiros que utilizam a linha 11-Coral de trens metropolitanos em São Paulo enfrentaram dificuldades das 6h27 às 10h28 desta sexta-feira, 23 de outubro de 2026, devidio a problemas técnicos que afetaram a operação. Os trens circularam com velocidade reduzida e maior tempo de [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="550" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/04/Linha-11-Coral.jpg?fit=800%2C550&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/04/Linha-11-Coral.jpg?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/04/Linha-11-Coral.jpg?resize=300%2C206&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/04/Linha-11-Coral.jpg?resize=150%2C103&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/04/Linha-11-Coral.jpg?resize=768%2C528&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/04/Linha-11-Coral.jpg?resize=400%2C275&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /> <p><em>Composições circularam com velocidade reduzida e maior tempo de parada</em></p>
<p><em><strong>ARTHUR FERRARI</strong></em></p>
<p>Passageiros que utilizam a linha 11-Coral de trens metropolitanos em São Paulo enfrentaram dificuldades das 6h27 às 10h28 desta sexta-feira, 23 de outubro de 2026, devidio a problemas técnicos que afetaram a operação.</p>
<p>Os trens circularam com velocidade reduzida e maior tempo de parada no trecho entre as estações Corinthians-Itaquera e Guaianases.</p>
<p>O <em><strong>Diário do Transporte</strong></em> procurou a CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), que disse por meio de nota que houve uma falha de sinalização no trecho afetado, onde a circulação foi diferenciada para a atuação da equipe de manutenção.</p>
<p>Ainda de acordo com a companhia, para diminuir o impacto, durante o tempo de operação anormal alguns trens finalizaram suas viagens na Estação Suzano, retornando sentido Palmeiras-Barra Funda.</p>
<p><strong>Nota da CPTM na íntegra</strong></p>
<p><em>A circulação da Linha11-Coral é normal na manhã desta sexta-feira (23/10).</em></p>
<p><em>Mais cedo, entre 6h e 10h28, os trens circularam com velocidade reduzida e maior tempo de parada nas plataformas, devido à falha de sinalização entre as estações Guaianases e Corinthians-Itaquera. Neste período, para diminuir o impacto, alguns trens finalizaram a viagem na Estação Suzano e retornaram sentido Palmeiras-Barra Funda. A CPTM pede desculpas pelo transtorno causado aos passageiros.</em></p>
<p><em><strong>Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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    <title>Prefeitura do Rio de Janeiro autoriza mais 210 dias para obras do Terminal BRT Bairro Imperial de Santa Cruz</title>
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    <pubDate>Fri, 23 Oct 2026 13:31:17 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Prorrogação abrange a construção do terminal e a requalificação da Rua Álvaro Alberto e outras vias; decisão mantém o valor contratual e reorganiza as etapas de execução ADAMO BAZANI A Prefeitura do Rio de Janeiro autorizou a prorrogação por mais 210 dias corridos das obras de construção do Terminal BRT Bairro Imperial de Santa Cruz [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="634" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/captura_de_tela_2026_03_21_142118-38340935-1.jpeg?fit=1024%2C634&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/captura_de_tela_2026_03_21_142118-38340935-1.jpeg?w=1920&amp;ssl=1 1920w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/captura_de_tela_2026_03_21_142118-38340935-1.jpeg?resize=300%2C186&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/captura_de_tela_2026_03_21_142118-38340935-1.jpeg?resize=1024%2C634&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/captura_de_tela_2026_03_21_142118-38340935-1.jpeg?resize=150%2C93&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/captura_de_tela_2026_03_21_142118-38340935-1.jpeg?resize=768%2C476&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/captura_de_tela_2026_03_21_142118-38340935-1.jpeg?resize=1536%2C951&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/captura_de_tela_2026_03_21_142118-38340935-1.jpeg?resize=400%2C248&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Prorrogação abrange a construção do terminal e a requalificação da Rua Álvaro Alberto e outras vias; decisão mantém o valor contratual e reorganiza as etapas de execução</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A Prefeitura do Rio de Janeiro autorizou a prorrogação por mais 210 dias corridos das obras de construção do Terminal BRT Bairro Imperial de Santa Cruz e de requalificação da Rua Álvaro Alberto e outras vias do bairro, na Zona Oeste. A decisão foi publicada no Diário Oficial do Município desta sexta-feira, 23 de outubro de 2026, e mantém o valor do contrato com a Construtora Mello de Azevedo S.A.</p>
<p>O prazo adicional será organizado em sete etapas de 30 dias, com adequação do cronograma físico-financeiro, que relaciona o avanço dos serviços aos pagamentos previstos. A autorização alcança o conjunto das intervenções contratado, reunindo a estrutura de transporte e as obras no entorno.</p>
<p>A decisão da Secretaria Municipal de Infraestrutura foi tomada em 22 de outubro, com base nas justificativas da fiscalização, na concordância da construtora e nas manifestações da Coordenadoria Geral de Obras e da Subsecretaria de Infraestrutura.</p>
<p>O despacho determina a elaboração do termo aditivo para incorporar as mudanças ao contrato firmado em 2024. A prorrogação foi autorizada sem alteração do valor contratual.</p>
<h2>Novo cronograma reúne terminal e intervenções nas ruas de Santa Cruz</h2>
<p>A contratação compreende tanto a construção do Terminal BRT Bairro Imperial de Santa Cruz quanto a requalificação da Rua Álvaro Alberto e de outras vias da região. Assim, a reorganização das etapas envolve uma obra de transporte associada à infraestrutura urbana de seu entorno.</p>
<p>Para quem utiliza o transporte público, o andamento desse conjunto tem importância que vai além da construção do terminal. As condições das ruas e dos acessos também fazem parte do caminho percorrido até os pontos de embarque e desembarque.</p>
<p>Com a decisão, o cronograma deverá incorporar mais sete etapas mensais. A fiscalização continuará responsável por acompanhar a execução dos serviços e sua correspondência com as obrigações da construtora.</p>
<p>O prazo de 210 dias é a extensão autorizada para as obras contratadas. Sua incorporação ao instrumento contratual será feita pelo aditivo determinado pela secretaria.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Informação</th>
<th>Detalhe</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Obra</td>
<td>Terminal BRT Bairro Imperial de Santa Cruz e requalificação da Rua Álvaro Alberto e outras vias</td>
</tr>
<tr>
<td>Local</td>
<td>Santa Cruz, Zona Oeste do Rio de Janeiro</td>
</tr>
<tr>
<td>Construtora</td>
<td>Mello de Azevedo S.A.</td>
</tr>
<tr>
<td>Prazo adicional autorizado</td>
<td>210 dias corridos</td>
</tr>
<tr>
<td>Organização do cronograma</td>
<td>Sete etapas de 30 dias</td>
</tr>
<tr>
<td>Valor contratual</td>
<td>Mantido pela decisão</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
]]></content:encoded>

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  </item>
  <item>
    <title>Artesp aplica multas a empresas de ônibus e fretamento, mas também autoriza novos registros e renova cadastros de transportadoras em São Paulo</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/23/artesp-aplica-multas-a-empresas-de-onibus-e-fretamento-mas-tambem-autoriza-novos-registros-e-renova-cadastros-de-transportadoras-em-sao-paulo/</link>
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  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/23/artesp-aplica-multas-a-empresas-de-onibus-e-fretamento-mas-tambem-autoriza-novos-registros-e-renova-cadastros-de-transportadoras-em-sao-paulo/#comments</comments>
    <pubDate>Fri, 23 Oct 2026 13:01:33 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Pássaro Marron, Expresso Redenção, JSL e Tecea estão entre as empresas relacionadas em autos de infração publicados nesta sexta-feira (23); agência também concede autorizações por até cinco anos para fretamento e renova registros de serviços especiais conveniados ADAMO BAZANI A Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp) publicou nesta sexta-feira, 23 de outubro [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="719" height="480" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/jsl.jpg?fit=719%2C480&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/jsl.jpg?w=719&amp;ssl=1 719w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/jsl.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/jsl.jpg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/jsl.jpg?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 719px) 100vw, 719px" /> <p><em>Pássaro Marron, Expresso Redenção, JSL e Tecea estão entre as empresas relacionadas em autos de infração publicados nesta sexta-feira (23); agência também concede autorizações por até cinco anos para fretamento e renova registros de serviços especiais conveniados</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp) publicou nesta sexta-feira, 23 de outubro de 2026, uma extensa relação de autos de infração envolvendo empresas de transporte de passageiros, fretamento e locação de veículos, com registros individuais de multas de R$ 10,42. Entre as transportadoras relacionadas estão a Empresa de Ônibus Pássaro Marron, a Expresso Redenção Transportes e Turismo, a JSL e a Tecea Transportes Rodoviários. Na mesma edição do Diário Oficial, a agência autorizou novos registros e renovou cadastros de empresas que atuam no fretamento intermunicipal e em serviços especiais conveniados, com validade que pode chegar a cinco anos, conforme a modalidade.</p>
<p>As publicações abrangem procedimentos distintos da fiscalização e da regulamentação do transporte rodoviário paulista. Os autos de infração estão relacionados a notificações de fiscalização e inspeção, enquanto os certificados permitem a regularização cadastral de empresas que prestam serviços de fretamento eventual, contínuo, próprio ou especial conveniado. A presença de uma transportadora na relação de multas não significa que tenha perdido autorização para operar, assim como a renovação cadastral não representa a concessão de uma linha regular de ônibus.</p>
<p>A relação de autuações ocupa várias páginas do caderno normativo e apresenta, para cada ocorrência, identificação do registro, número do auto, data e valor.</p>
<p>As autuações examinadas têm como referência 21 de setembro de 2026, embora sua publicação tenha ocorrido nesta sexta-feira, 23 de outubro.</p>
<p>Há empresas com apenas um registro identificado e outras que aparecem repetidas vezes.</p>
<p>Cada ocorrência tem valor individual de R$ 10,42. Por exemplo, cinco registros nesse valor corresponderiam a R$ 52,10, enquanto dez totalizariam R$ 104,20.</p>
<p>Esses exemplos são apenas demonstrações matemáticas e não representam o total efetivamente atribuído a uma transportadora específica.</p>
<p>A quantidade de registros é relevante para determinar a dimensão da fiscalização, mas é necessário analisar individualmente os autos antes de afirmar a existência de infrações diferentes, reincidência ou um valor consolidado devido por determinada empresa.</p>
<h2>Pássaro Marron, Expresso Redenção, JSL e outras transportadoras aparecem na fiscalização</h2>
<p>Entre as empresas de maior porte identificadas nas publicações está a Empresa de Ônibus Pássaro Marron S.A., operadora conhecida por sua presença no transporte rodoviário e intermunicipal paulista.</p>
<p>Também consta a Expresso Redenção Transportes e Turismo Ltda., além da JSL S.A. e da Tecea Transportes Rodoviários Ltda.</p>
<p>A relação inclui outras empresas de transporte turístico, fretamento e locação, como Elite Transporte e Turismo, Viação Mimo, Viação Valeparaibana, Car Vans Transporte Locação &amp; Logística, Briza Tur Transportes e Turismo e Cardoso Transportes de Jacareí.</p>
<p>Os registros aparecem associados a autos administrativos e valores de R$ 10,42 por ocorrência.</p>
<p>Entre os exemplos que constam da publicação estão:</p>
<div>
<div>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Transportadora</th>
<th>Exemplo de registro publicado</th>
<th>Valor individual</th>
</tr>
<tr>
<td>Empresa de Ônibus Pássaro Marron</td>
<td>Auto 2906557-D</td>
<td>R$ 10,42</td>
</tr>
<tr>
<td>Expresso Redenção Transportes e Turismo</td>
<td>Auto 2906430-D</td>
<td>R$ 10,42</td>
</tr>
<tr>
<td>JSL</td>
<td>Auto 2906156-D</td>
<td>R$ 10,42</td>
</tr>
<tr>
<td>Tecea Transportes Rodoviários</td>
<td>Empresa relacionada na listagem de autos</td>
<td>R$ 10,42</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
<p>A referência a esses registros não significa que os exemplos representem a totalidade das autuações de cada empresa.</p>
<p>Também não se deve confundir os autos relacionados à fiscalização de transportadores com penalidades aplicadas por descumprimento de contratos de concessão.</p>
<p>As consequências administrativas podem ser diferentes, conforme a infração, o enquadramento legal, a situação do processo e as possibilidades de defesa.</p>
<p>A distinção interessa ao mercado porque uma empresa pode atuar em diferentes segmentos do transporte, sujeitos a regras e autorizações específicas.</p>
<p>Uma transportadora conhecida por suas linhas rodoviárias regulares, por exemplo, também pode manter operações autorizadas em outras modalidades.</p>
<p>A eventual autuação em determinado procedimento não deve ser automaticamente estendida a todas essas atividades.</p>
<h2>Artesp concede autorizações para fretamento eventual e contínuo por cinco anos</h2>
<p>Além das publicações referentes à fiscalização, a agência autorizou novos registros e renovações de empresas que atuam no transporte intermunicipal de passageiros sob fretamento.</p>
<p>O fretamento eventual atende viagens contratadas para determinada finalidade ou ocasião, como excursões, eventos e deslocamentos organizados.</p>
<p>Já o fretamento contínuo é utilizado em serviços contratados com regularidade, como o transporte de trabalhadores e outros grupos previamente definidos.</p>
<p>Ambas as modalidades são diferentes do transporte regular aberto ao público, em que há linhas, itinerários e condições de atendimento estabelecidos pelo poder público.</p>
<p>Entre as decisões publicadas estão:</p>
<div>
<div>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Empresa</th>
<th>Decisão</th>
<th>Modalidade</th>
<th>Validade</th>
</tr>
<tr>
<td>Universal Tour Locadora de Veículos</td>
<td>Renovação</td>
<td>Eventual e contínuo</td>
<td>5 anos a partir de 24/12/2026</td>
</tr>
<tr>
<td>Antonio Borges Pereira ME</td>
<td>Renovação</td>
<td>Eventual e contínuo</td>
<td>5 anos a partir da publicação</td>
</tr>
<tr>
<td>Melkor Service Comércio de Produtos Anticorrosivos</td>
<td>Novo registro</td>
<td>Fretamento próprio</td>
<td>5 anos a partir da publicação</td>
</tr>
<tr>
<td>R &amp; E Transporte e Turismo</td>
<td>Novo registro</td>
<td>Eventual e contínuo</td>
<td>5 anos a partir da publicação</td>
</tr>
<tr>
<td>Rodrigues &amp; Oliveira Transporte Rodoviário de Passageiros</td>
<td>Renovação</td>
<td>Eventual e contínuo</td>
<td>5 anos a partir de 24/12/2026</td>
</tr>
<tr>
<td>S.A. Transportes Gerais e Locação</td>
<td>Novo registro</td>
<td>Eventual e contínuo</td>
<td>5 anos a partir da publicação</td>
</tr>
<tr>
<td>WG Express Locadora de Veículos</td>
<td>Renovação</td>
<td>Eventual e contínuo</td>
<td>5 anos a partir de 03/01/2027</td>
</tr>
<tr>
<td>Alpha Fretamento de Veículos</td>
<td>Renovação</td>
<td>Eventual e contínuo</td>
<td>5 anos, conforme despacho</td>
</tr>
<tr>
<td>CV Tur Locação de Veículos</td>
<td>Renovação</td>
<td>Fretamento</td>
<td>Conforme despacho</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
<p>O caso da Melkor Service apresenta uma particularidade: o registro foi autorizado na modalidade de fretamento próprio.</p>
<p>Essa modalidade é voltada ao transporte vinculado às atividades do próprio titular autorizado, diferentemente da prestação comercial de fretamento eventual ou contínuo para terceiros.</p>
<p>A renovação da Universal Tour e da Rodrigues &amp; Oliveira também demonstra que a data de início da nova validade nem sempre coincide com a publicação.</p>
<p>Em ambos os casos, os certificados renovados passam a contar de 24 de dezembro de 2026.</p>
<p>Para a WG Express, a nova vigência foi estabelecida a partir de 3 de janeiro de 2027.</p>
<p>Essa diferença é importante porque permite identificar a continuidade dos períodos cadastrais sem presumir que todos os registros começam ou vencem no mesmo momento.</p>
<h2>Serviços especiais conveniados também recebem renovações</h2>
<p>A Artesp autorizou ainda renovações de empresas inscritas no Serviço Especial Conveniado, conhecido como SEC.</p>
<p>Entre as transportadoras contempladas estão:</p>
<div>
<div>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Empresa</th>
<th>Decisão</th>
<th>Validade</th>
</tr>
<tr>
<td>Lairso Hernandes Nazario Transportes</td>
<td>Renovação de registro SEC</td>
<td>1 ano</td>
</tr>
<tr>
<td>P A Castanon</td>
<td>Renovação de registro SEC</td>
<td>1 ano</td>
</tr>
<tr>
<td>Folha de Prata Serviços de Transporte</td>
<td>Renovação de registro SEC</td>
<td>1 ano</td>
</tr>
<tr>
<td>Gilson Marques Gonçalves &amp; Cia</td>
<td>Renovação de registro SEC</td>
<td>1 ano</td>
</tr>
<tr>
<td>João Batista Barbosa Transporte &amp; Cia</td>
<td>Renovação de registro SEC</td>
<td>1 ano</td>
</tr>
<tr>
<td>Julio Ascanio Castilho Cyrino Transportes</td>
<td>Renovação de registro SEC</td>
<td>1 ano</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
<p>Os certificados dessa categoria têm prazo de um ano a partir da publicação.</p>
<p>O enquadramento no Serviço Especial Conveniado é diferente do registro convencional de fretamento eventual e contínuo.</p>
<p>Por essa razão, as modalidades devem ser apresentadas separadamente, mesmo quando todas as decisões são publicadas pelo mesmo órgão regulador.</p>
<p>Os registros são parte dos instrumentos administrativos utilizados para acompanhar a situação das empresas autorizadas.</p>
<h2>Agência também nega registro de fretamento próprio</h2>
<p>Outra decisão publicada envolve a Congregação das Pequenas Missionárias de Maria Imaculada, CNPJ 24.471.554/0001-35.</p>
<p>A Artesp não autorizou o registro solicitado pela entidade na modalidade de fretamento próprio.</p>
<p>O despacho apresenta a decisão administrativa, mas não desenvolve os fundamentos técnicos que motivaram o indeferimento.</p>
<p>Assim, a negativa não pode ser atribuída, apenas com base nessa publicação, a problemas específicos com veículos, documentação, segurança ou qualquer outra hipótese.</p>
<p>O resultado também não deve ser apresentado como uma penalidade decorrente de fiscalização, uma vez que se trata de análise de solicitação de registro.</p>
<h2>Fiscalização e regularização cadastral têm objetivos diferentes</h2>
<p>A sequência de decisões publicadas pela Artesp evidencia duas frentes da atuação regulatória no transporte paulista.</p>
<p>A primeira envolve a fiscalização das atividades dos transportadores e a formalização de eventuais infrações.</p>
<p>A segunda é a administração dos registros necessários ao funcionamento dos serviços sujeitos à regulamentação estadual.</p>
<p>Para os operadores, a regularidade cadastral é um dos elementos necessários à prestação dos serviços autorizados, juntamente com o cumprimento das exigências técnicas, operacionais e de segurança aplicáveis.</p>
<p>Para o passageiro e os contratantes, a existência de um registro válido permite verificar que determinada empresa está cadastrada para atuar na modalidade indicada, mas não substitui a conferência das condições específicas da viagem.</p>
<p>Os serviços de fretamento devem respeitar as características das autorizações concedidas e não podem ser confundidos com linhas intermunicipais regulares de venda aberta de passagens.</p>
<p>Da mesma forma, autos de infração ainda sujeitos a procedimentos administrativos precisam ser tratados de acordo com sua situação processual, preservando o direito de defesa e a distinção entre autuação e decisão administrativa definitiva.</p>
<h2><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></h2>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>0</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/23/artesp-aplica-multas-a-empresas-de-onibus-e-fretamento-mas-tambem-autoriza-novos-registros-e-renova-cadastros-de-transportadoras-em-sao-paulo/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=540863</guid>
  </item>
  <item>
    <title>Câmara de São Paulo marca para 28 de outubro debate sobre orçamento de 2027 com Secretaria de Mobilidade e Transporte</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/23/camara-de-sao-paulo-marca-para-28-de-outubro-debate-sobre-orcamento-de-2027-com-secretaria-de-mobilidade-e-transporte/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Fri, 23 Oct 2026 12:30:06 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Audiência pública terá participação da pasta responsável pelos ônibus e trânsito; proposta orçamentária envolve financiamento de serviços, obras e projetos municipais ADAMO BAZANI A Câmara Municipal de São Paulo marcou para quarta-feira, 28 de outubro de 2026, às 10h, uma audiência pública sobre o orçamento municipal de 2027, com participação da Secretaria Municipal de Mobilidade [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="732" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260930_1132582.jpg?fit=1024%2C732&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260930_1132582.jpg?w=4077&amp;ssl=1 4077w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260930_1132582.jpg?resize=300%2C214&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260930_1132582.jpg?resize=1024%2C732&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260930_1132582.jpg?resize=150%2C107&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260930_1132582.jpg?resize=768%2C549&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260930_1132582.jpg?resize=1536%2C1098&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260930_1132582.jpg?resize=2048%2C1464&amp;ssl=1 2048w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260930_1132582.jpg?resize=400%2C286&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260930_1132582.jpg?w=3000&amp;ssl=1 3000w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Audiência pública terá participação da pasta responsável pelos ônibus e trânsito; proposta orçamentária envolve financiamento de serviços, obras e projetos municipais</em></p>
<p><em>ADAMO BAZANI</em></p>
<p>A Câmara Municipal de São Paulo marcou para quarta-feira, 28 de outubro de 2026, às 10h, uma audiência pública sobre o orçamento municipal de 2027, com participação da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Transporte. O encontro será realizado no Auditório Prestes Maia, na sede do Legislativo, e integrará a discussão do projeto enviado pelo prefeito Ricardo Nunes sobre as receitas e despesas previstas para o próximo ano.</p>
<p>A reunião terá como tema principal as mudanças climáticas e contará também com representantes da Secretaria Municipal de Planejamento e Eficiência, Secretaria Executiva de Mudanças Climáticas e Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente. A participação da área de mobilidade permite discutir a relação entre financiamento público, circulação de ônibus, infraestrutura urbana, projetos de transporte e medidas ambientais, incluindo a renovação tecnológica das frotas.</p>
<p>A audiência faz parte da tramitação do Projeto de Lei nº 752/2026, que estima a receita e fixa as despesas do Município de São Paulo para 2027.</p>
<p>O orçamento anual é um dos principais instrumentos de planejamento financeiro da Prefeitura.</p>
<p>É por meio dele que a administração organiza os recursos destinados à manutenção dos serviços municipais, investimentos e execução de políticas públicas.</p>
<h3>Transporte coletivo depende de recursos previstos no orçamento</h3>
<p>A Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Transporte é responsável por uma área que reúne despesas com gerenciamento, infraestrutura, trânsito e financiamento do transporte público.</p>
<p>Entre os temas de interesse dos passageiros estão os recursos para compensações tarifárias, contratos de prestação dos serviços, renovação da frota de ônibus e obras que possam melhorar as condições de circulação.</p>
<p>O orçamento também se relaciona com investimentos em infraestrutura viária, corredores de ônibus, sinalização e outras intervenções urbanas.</p>
<p>A execução dessas despesas envolve diferentes estruturas administrativas, incluindo a SPTrans e a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET).</p>
<h3>Eletrificação de ônibus e investimentos ambientais</h3>
<p>A participação da Secretaria de Mobilidade na audiência temática de mudanças climáticas permite discutir a relação entre transporte e políticas ambientais.</p>
<p>A Prefeitura de São Paulo mantém um programa de substituição progressiva dos ônibus movidos a diesel por veículos de tecnologias menos poluentes, incluindo ônibus elétricos.</p>
<p>A implantação desse tipo de frota envolve despesas relacionadas à aquisição dos veículos, infraestrutura de recarga, adequação de garagens e mecanismos de financiamento.</p>
<p>O planejamento também precisa considerar a capacidade das operadoras de incorporar os novos veículos e as condições de fornecimento de energia elétrica.</p>
<p>Além da renovação dos ônibus, a área de mobilidade se relaciona com iniciativas de redução de emissões, melhoria da circulação e priorização do transporte coletivo.</p>
<h3>Veja quando ocorrerá a audiência</h3>
<div>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Informação</th>
<th>Detalhamento</th>
</tr>
<tr>
<td>Data</td>
<td>28 de outubro de 2026</td>
</tr>
<tr>
<td>Horário</td>
<td>10h</td>
</tr>
<tr>
<td>Local</td>
<td>Auditório Prestes Maia</td>
</tr>
<tr>
<td>Endereço</td>
<td>Viaduto Jacareí, 100, Bela Vista, São Paulo</td>
</tr>
<tr>
<td>Tema</td>
<td>Orçamento de 2027 — Mudanças Climáticas</td>
</tr>
<tr>
<td>Projeto em discussão</td>
<td>PL 752/2026</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p>A audiência terá participação presencial e virtual, conforme as regras de funcionamento da Câmara Municipal.</p>
<p>A população poderá acompanhar as discussões e apresentar manifestações pelos canais disponibilizados pelo Legislativo.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>0</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/23/camara-de-sao-paulo-marca-para-28-de-outubro-debate-sobre-orcamento-de-2027-com-secretaria-de-mobilidade-e-transporte/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=539234</guid>
  </item>
  <item>
    <title>Reforma tributária: Prefeitura de São Paulo cria grupo para avaliar impacto nos contratos de ônibus e concessões; ARTESP e ANTT também preparam regras</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/23/reforma-tributaria-prefeitura-de-sao-paulo-cria-grupo-para-avaliar-impacto-nos-contratos-de-onibus-e-concessoes-artesp-e-antt-tambem-preparam-regras/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/23/reforma-tributaria-prefeitura-de-sao-paulo-cria-grupo-para-avaliar-impacto-nos-contratos-de-onibus-e-concessoes-artesp-e-antt-tambem-preparam-regras/#comments</comments>
    <pubDate>Fri, 23 Oct 2026 12:01:04 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Grupo municipal vai estabelecer critérios para analisar pedidos de reequilíbrio econômico-financeiro; mudança de tributos pode afetar remuneração de concessionárias, subsídios e custos públicos, enquanto agências estadual e federal discutem metodologias para 2027 e 2028 ADAMO BAZANI A Prefeitura de São Paulo criou um grupo de trabalho para avaliar os impactos da reforma tributária sobre os [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="775" height="496" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/biosrp.jpg?fit=775%2C496&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/biosrp.jpg?w=775&amp;ssl=1 775w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/biosrp.jpg?resize=300%2C192&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/biosrp.jpg?resize=150%2C96&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/biosrp.jpg?resize=768%2C492&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/biosrp.jpg?resize=400%2C256&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 775px) 100vw, 775px" /> <p><em>Grupo municipal vai estabelecer critérios para analisar pedidos de reequilíbrio econômico-financeiro; mudança de tributos pode afetar remuneração de concessionárias, subsídios e custos públicos, enquanto agências estadual e federal discutem metodologias para 2027 e 2028</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A Prefeitura de São Paulo criou um grupo de trabalho para avaliar os impactos da reforma tributária sobre os contratos públicos, incluindo concessões de transporte coletivo, serviços de infraestrutura e parcerias público-privadas. A iniciativa foi formalizada na edição do Diário Oficial da Cidade desta sexta-feira, 23 de outubro de 2026, e prevê a elaboração de metodologias para analisar possíveis pedidos de reequilíbrio econômico-financeiro apresentados por empresas contratadas pelo Município. A SPTrans está entre os órgãos que poderão participar das discussões, que envolvem mudanças nos tributos incidentes sobre custos, receitas e serviços.</p>
<p>A medida segue uma preocupação que também mobiliza a Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte do Estado de São Paulo (ARTESP) e a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), conforme vem mostrando o Diário do Transporte. A ARTESP abriu consulta pública para definir como serão avaliados os impactos tributários nos contratos de concessão estaduais em 2027 e 2028. Já a ANTT iniciou uma discussão semelhante sobre concessões de rodovias federais. As iniciativas procuram estabelecer critérios para verificar se a substituição de impostos altera as condições econômicas dos contratos e se essas alterações justificam recomposição financeira, sem que isso represente automaticamente aumento de tarifas, pedágios ou pagamentos às concessionárias.</p>
<p>A decisão da administração municipal está na Portaria nº 220, de 22 de outubro de 2026, assinada pelo secretário do Governo Municipal, Edson Aparecido dos Santos.</p>
<p>O documento constitui o Grupo de Trabalho Intersecretarial sobre o Reequilíbrio Econômico-Financeiro decorrente da Reforma Tributária, denominado GTI-RERT.</p>
<p>Embora a formalização tenha ocorrido nesta semana, a Prefeitura informa que as atividades começaram em 26 de agosto de 2026, quando foi realizada a reunião de instalação dos trabalhos.</p>
<p>A criação do grupo amplia o debate sobre as consequências da reforma tributária para contratos de longa duração, como os que envolvem serviços públicos de transporte, infraestrutura e outras atividades concedidas à iniciativa privada.</p>
<h3>Como a Prefeitura pretende avaliar os impactos da reforma nos contratos</h3>
<p>O grupo terá como uma de suas principais atribuições elaborar e atualizar um manual com diretrizes, metodologias e critérios para a análise técnica dos pedidos de reequilíbrio econômico-financeiro.</p>
<p>A intenção é estabelecer parâmetros que possam ser utilizados pelos órgãos municipais responsáveis por cada contrato, evitando que situações semelhantes recebam tratamentos diferentes sem justificativa técnica.</p>
<p>O manual deverá contemplar solicitações apresentadas pelas empresas contratadas e análises iniciadas pela própria administração municipal.</p>
<p>Na prática, uma concessionária poderá apresentar informações demonstrando que determinada alteração tributária modificou seus custos ou receitas.</p>
<p>A administração deverá verificar a efetiva repercussão dessas mudanças, observando as condições previstas no contrato, a legislação aplicável e a distribuição dos riscos entre o poder público e a empresa.</p>
<p>O trabalho também poderá considerar situações nas quais a reforma resulte em redução de encargos ou produza efeitos financeiros favoráveis à contratada.</p>
<p>Isso é importante porque o reequilíbrio econômico-financeiro não se destina exclusivamente a compensar aumentos de despesas. Sua finalidade é preservar as condições econômicas protegidas pelo contrato, observadas as hipóteses legais de revisão.</p>
<p>Além da elaboração do manual, o grupo acompanhará a legislação federal, estadual e municipal relacionada à reforma tributária, avaliará estudos técnicos e poderá propor orientações para a administração.</p>
<p>Outra atribuição é promover a troca de informações entre os gestores dos contratos e os órgãos especializados em finanças públicas, contratações e concessões.</p>
<h3>Fazenda coordenará os trabalhos; SPTrans poderá participar</h3>
<p>O grupo reúne representantes de quatro áreas da Prefeitura de São Paulo.</p>
<div>
<div>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Órgão municipal</th>
<th>Participação</th>
</tr>
<tr>
<td>Secretaria Municipal da Fazenda</td>
<td>Coordenação executiva e operacional</td>
</tr>
<tr>
<td>Secretaria Municipal de Gestão</td>
<td>Análise e apoio técnico</td>
</tr>
<tr>
<td>Procuradoria Geral do Município</td>
<td>Avaliação jurídica</td>
</tr>
<tr>
<td>Secretaria Executiva de Desestatização e Parcerias</td>
<td>Discussão sobre concessões e parcerias</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
<p>A Secretaria Municipal da Fazenda ficará responsável por convocar reuniões, coordenar as atividades e organizar os encaminhamentos.</p>
<p>A publicação também prevê a possibilidade de participação de representantes da SPTrans, da Agência Reguladora de Serviços Públicos do Município de São Paulo (SP Regula) e da São Paulo Parcerias S.A.</p>
<p>Esses órgãos poderão ser convidados de acordo com os contratos e temas examinados.</p>
<p>O grupo poderá receber especialistas e representantes de outras entidades públicas ou privadas quando suas contribuições forem consideradas necessárias.</p>
<p>Um ponto importante é que a comissão não terá poder para conceder diretamente o reequilíbrio de contratos.</p>
<p>A decisão sobre cada solicitação continuará sob responsabilidade dos órgãos e entidades que administram os respectivos ajustes.</p>
<p>Também ficam fora das atribuições do grupo as discussões ordinárias sobre reajustes e repactuações que não estejam relacionadas especificamente aos efeitos da reforma tributária.</p>
<p>O manual será aprovado por instrumento conjunto das secretarias envolvidas. Caso haja divergências entre os participantes, a decisão final sobre seu conteúdo caberá ao secretário municipal da Fazenda.</p>
<h3>ARTESP abriu consulta pública para avaliar impactos nas concessões de São Paulo</h3>
<p>A iniciativa municipal ocorre apenas dois dias depois de a ARTESP abrir uma consulta pública relacionada ao mesmo tema.</p>
<p>Como mostrou o Diário do Transporte em 21 de outubro, a agência estadual pretende definir um cronograma e uma metodologia provisória para avaliar os possíveis desequilíbrios financeiros decorrentes da substituição do PIS e da Cofins pela Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS).</p>
<p>A proposta está concentrada inicialmente nos exercícios de 2027 e 2028.</p>
<p>A consulta pública nº 012/2026 recebe contribuições até 19 de novembro.</p>
<p>O procedimento poderá envolver contratos de concessão regulados pela agência, conforme sua abrangência e as regras que vierem a ser aprovadas.</p>
<p>Entre as atividades reguladas pela ARTESP estão concessões de rodovias e serviços metropolitanos de transporte, sujeitos a modelos específicos de remuneração e obrigações contratuais.</p>
<p>A preocupação é que a mudança dos tributos interfira na composição econômica dos contratos, exigindo uma metodologia capaz de avaliar seus efeitos reais.</p>
<p>Cada concessão possui características próprias, incluindo estrutura de custos, receitas, investimentos e formas de financiamento.</p>
<p>Consequentemente, os impactos da reforma poderão ser diferentes de uma empresa para outra.</p>
<p>Veja a cobertura do Diário do Transporte:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/10/21/reforma-tributaria-artesp-abre-consulta-sobre-impactos-da-cbs-nos-contratos-de-concessao-de-transportes-de-sao-paulo-em-2027-e-2028/?utm_source=chatgpt.com">Reforma tributária: ARTESP abre consulta sobre impactos da CBS nos contratos de concessão de transportes de São Paulo em 2027 e 2028</a></p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/10/20/reforma-tributaria-artesp-prepara-revisao-financeira-de-contratos-de-concessao-de-transportes-em-sao-paulo-para-2027-e-2028/amp/?utm_source=chatgpt.com">Reforma tributária: ARTESP prepara revisão financeira de contratos de concessão de transportes em São Paulo para 2027 e 2028</a></p>
<h3>ANTT também discute efeitos tributários sobre concessões de rodovias federais</h3>
<p>Na esfera federal, a ANTT iniciou uma discussão sobre os impactos econômico-financeiros da reforma tributária nos contratos de concessão de rodovias.</p>
<p>O assunto foi abordado pelo Diário do Transporte em reportagem publicada em 16 de outubro.</p>
<p>A agência marcou uma reunião participativa para 22 de outubro, com o objetivo de discutir uma proposta de metodologia para apuração e recomposição cautelar dos impactos projetados da reforma tributária nos exercícios de 2027 e 2028.</p>
<p>A proposta foi apresentada pela Superintendência de Infraestrutura Rodoviária.</p>
<p>O prazo anunciado para o encaminhamento de contribuições escritas termina nesta sexta-feira, 23 de outubro, às 18h, pelo horário de Brasília.</p>
<p>O objetivo é estabelecer critérios para calcular os efeitos financeiros previstos e definir como eventuais desequilíbrios poderão ser tratados nos contratos de concessão.</p>
<p>Para empresas de ônibus interestaduais, o assunto também tem importância porque as concessionárias rodoviárias administram infraestrutura utilizada regularmente pelo transporte de passageiros.</p>
<p>Mudanças nos contratos de rodovias podem repercutir nas condições econômicas da infraestrutura, embora a discussão anunciada pela ANTT não estabeleça, por si só, aumento de pedágios ou passagens.</p>
<p>A iniciativa federal trata especificamente de concessões rodoviárias e não deve ser confundida com os processos de autorização de linhas interestaduais de ônibus.</p>
<p>Veja a reportagem:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/10/16/antt-abre-discussao-sobre-impactos-da-reforma-tributaria-em-concessoes-de-rodovias-para-2027-e-2028/?utm_source=chatgpt.com">ANTT abre discussão sobre impactos da reforma tributária em concessões de rodovias para 2027 e 2028</a></p>
<h3>O que muda na tributação a partir de 2027</h3>
<p>A reforma tributária sobre o consumo foi instituída pela Emenda Constitucional nº 132, de dezembro de 2023, e regulamentada, em sua etapa principal, pela Lei Complementar nº 214, de janeiro de 2025.</p>
<p>O novo sistema prevê a substituição gradual de tributos existentes por um modelo de Imposto sobre Valor Agregado (IVA) dual.</p>
<p>Esse modelo envolve dois tributos principais.</p>
<p>A Contribuição sobre Bens e Serviços, de competência federal, substituirá o PIS e a Cofins.</p>
<p>Já o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), compartilhado entre estados e municípios, substituirá progressivamente o ICMS e o ISS.</p>
<p>A implantação ocorre por etapas.</p>
<p>Em 2026, o sistema passa por um período de transição e adaptação.</p>
<p>A partir de 2027, a CBS substituirá os tributos federais previstos na reforma.</p>
<p>Entre 2029 e 2032, ocorrerá a substituição gradual dos tributos estaduais e municipais pelo IBS, com conclusão da transição prevista para 2033.</p>
<p>Para os contratos de concessão, essas mudanças exigem examinar não apenas as alíquotas, mas também a incidência dos tributos, os mecanismos de aproveitamento de créditos fiscais e a composição das despesas.</p>
<p>Uma empresa pode ter custos tributários diferentes conforme os serviços prestados, os insumos adquiridos e as características de sua atividade.</p>
<p>O mesmo vale para empresas que realizam investimentos elevados em equipamentos, veículos, tecnologia e infraestrutura.</p>
<h3>Como a reforma poderá afetar o transporte coletivo de São Paulo</h3>
<p>No sistema municipal de ônibus da capital, a questão ganha importância por causa do modelo de remuneração das concessionárias e da participação dos recursos públicos no financiamento da operação.</p>
<p>As empresas possuem despesas com trabalhadores, manutenção, combustíveis, energia, veículos, peças, tecnologia e outros serviços.</p>
<p>Essas despesas compõem a estrutura de custos utilizada na relação contratual com o Município, observadas as regras específicas de remuneração.</p>
<p>Se a reforma modificar encargos tributários incidentes sobre determinados componentes, será necessário avaliar o efeito líquido sobre a concessionária e verificar como o contrato trata essa alteração.</p>
<p>A discussão também envolve os investimentos na renovação da frota.</p>
<p>São Paulo possui uma política de substituição de ônibus movidos a diesel por veículos menos poluentes, especialmente elétricos, e prevê investimentos relacionados ao uso de biometano.</p>
<p>A aquisição de ônibus, baterias, carregadores e demais equipamentos pode envolver cadeias de fornecimento e estruturas tributárias diferentes daquelas existentes na operação convencional.</p>
<p>Por isso, a avaliação dos impactos financeiros precisa considerar as características de cada atividade.</p>
<p>O mesmo raciocínio vale para concessões de infraestrutura e contratos de prestação de serviços especializados.</p>
<p>No caso da SPTrans, a eventual participação nas discussões poderá contribuir com informações relacionadas à estrutura de gestão e aos contratos municipais de transporte coletivo.</p>
<h3>Reequilíbrio não significa automaticamente aumento de passagem</h3>
<p>Uma das principais questões para os passageiros é como eventuais mudanças financeiras nos contratos poderão repercutir sobre o valor das tarifas.</p>
<p>No transporte público, é necessário diferenciar o preço pago pelo usuário da remuneração contratual da empresa operadora.</p>
<p>Em sistemas subsidiados, parte dos custos pode ser coberta por recursos orçamentários, enquanto a arrecadação tarifária constitui outra fonte de financiamento.</p>
<p>Assim, uma eventual alteração na remuneração das empresas não corresponde necessariamente a uma mudança no preço da passagem.</p>
<p>Dependendo das regras contratuais e das decisões do poder público, o reequilíbrio pode envolver diferentes mecanismos de compensação.</p>
<p>Também é possível que determinada alteração tributária não produza impacto relevante ou que seus efeitos já estejam contemplados nas condições contratuais.</p>
<p>Por isso, as metodologias em discussão na Prefeitura, na ARTESP e na ANTT são importantes para estabelecer critérios transparentes.</p>
<p>A análise deverá considerar os interesses das empresas, as obrigações do poder público e os direitos dos usuários, especialmente a continuidade, a qualidade e a sustentabilidade econômica dos serviços.</p>
<p>As iniciativas dos três níveis de administração mostram que a implementação da reforma tributária começa a produzir uma nova agenda regulatória para as concessões de transporte e infraestrutura.</p>
<p>Nos próximos anos, a forma de calcular esses impactos poderá influenciar decisões sobre remuneração contratual, investimentos e utilização de recursos públicos.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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    <title>Tribunal de Contas de São Paulo retoma análise de contrato da SPTrans para obras em pontos de ônibus; processo terá voto de desempate</title>
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    <pubDate>Fri, 23 Oct 2026 11:31:04 +0000</pubDate>
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	<description><![CDATA[Fiscalização envolve serviços de pavimentação em concreto, recuperação de calçadas, guias e sarjetas em paradas fora dos corredores exclusivos; contrato foi firmado com a J Z Engenharia e Comércio ADAMO BAZANI O Tribunal de Contas do Município de São Paulo voltou a colocar em análise um contrato da SPTrans com a empresa J Z Engenharia [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="789" height="493" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/8055.jpg?fit=789%2C493&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/8055.jpg?w=789&amp;ssl=1 789w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/8055.jpg?resize=300%2C187&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/8055.jpg?resize=150%2C94&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/8055.jpg?resize=768%2C480&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/8055.jpg?resize=400%2C250&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 789px) 100vw, 789px" /> <p><em>Fiscalização envolve serviços de pavimentação em concreto, recuperação de calçadas, guias e sarjetas em paradas fora dos corredores exclusivos; contrato foi firmado com a J Z Engenharia e Comércio</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>O Tribunal de Contas do Município de São Paulo voltou a colocar em análise um contrato da SPTrans com a empresa J Z Engenharia e Comércio Ltda. para obras de melhoria da infraestrutura viária em pontos de ônibus da capital. O processo, incluído novamente na pauta publicada nesta sexta-feira, 23 de outubro de 2026, envolve a substituição do asfalto convencional por pavimento rígido, além da reforma de calçadas, guias, sarjetas e outros serviços nas áreas de parada dos coletivos localizadas fora dos corredores segregados.</p>
<p>O acompanhamento contratual está em fase de julgamento e retorna para a apresentação de voto de desempate do conselheiro Ricardo Torres, vice-presidente do Tribunal, no exercício da Presidência. A fiscalização examina se a execução dos serviços ocorreu conforme as exigências legais e as condições estabelecidas no contrato firmado pela SPTrans. O relator é o conselheiro Domingos Dissei. A inclusão na pauta representa a continuidade da análise pelo órgão de controle e não uma decisão definitiva sobre a regularidade das obras.</p>
<p>O acompanhamento do Tribunal tramita desde 2021.</p>
<p>O objeto reúne intervenções importantes para o funcionamento do transporte coletivo, especialmente nas áreas onde os ônibus precisam parar repetidamente para embarque e desembarque de passageiros.</p>
<h3>Por que os pontos de ônibus precisam de pavimento mais resistente</h3>
<p>A substituição de pavimento flexível por pavimento rígido tem uma justificativa técnica relacionada às características da operação dos ônibus.</p>
<p>O pavimento flexível, normalmente constituído por camadas asfálticas, pode apresentar deformações quando submetido de maneira repetitiva a esforços concentrados de frenagem, parada e aceleração de veículos pesados.</p>
<p>Nas paradas de ônibus, esses esforços se concentram praticamente nos mesmos pontos da pista, uma vez que os veículos precisam se aproximar da guia para atender aos passageiros.</p>
<p>Com o tempo, podem surgir afundamentos, ondulações, trincas e desníveis que prejudicam a operação.</p>
<p>O pavimento rígido, geralmente executado em concreto, apresenta características estruturais distintas e pode ser uma alternativa para áreas sujeitas a solicitações intensas.</p>
<p>Sua utilização, entretanto, exige projeto adequado, execução correta e condições de drenagem e manutenção compatíveis com o tráfego esperado.</p>
<p>A eficiência dessa solução depende de fatores como a espessura das placas, a capacidade de suporte do solo, as juntas de dilatação, a qualidade dos materiais e a execução dos serviços.</p>
<p>No caso examinado pelo Tribunal de Contas, o contrato não se limita à substituição do revestimento da pista.</p>
<p>Também envolve intervenções nos passeios, guias, sarjetas e serviços complementares nas vias onde estão localizadas as paradas.</p>
<p>Essa combinação é importante porque a qualidade de um ponto de ônibus depende tanto das condições de circulação dos veículos quanto da segurança e acessibilidade para os passageiros.</p>
<h3>Obras estão fora dos corredores segregados</h3>
<p>Uma característica do contrato é sua abrangência sobre pontos de ônibus localizados fora dos corredores segregados do sistema municipal.</p>
<p>Essas paradas fazem parte da rede viária utilizada pelos ônibus em circulação compartilhada com outros veículos ou em vias que não possuem segregação física integral para o transporte coletivo.</p>
<p>São situações em que a passagem constante de ônibus pode provocar desgaste localizado, mesmo quando o restante da pista apresenta condições satisfatórias.</p>
<p>A recuperação dessas áreas ajuda a preservar a infraestrutura de parada e pode contribuir para reduzir irregularidades que dificultam a aproximação dos veículos da calçada.</p>
<p>Para pessoas idosas, passageiros com deficiência, usuários de cadeira de rodas e pessoas com mobilidade reduzida, a relação entre o posicionamento do ônibus, a altura da calçada e as condições do pavimento é especialmente importante.</p>
<p>Desníveis, buracos e deformações podem dificultar o embarque e o desembarque e também interferir no uso de equipamentos de acessibilidade.</p>
<p>As intervenções nos passeios e guias precisam observar essas necessidades, além das exigências de segurança viária.</p>
<h3>Tribunal examina cumprimento das condições do contrato</h3>
<p>O acompanhamento contratual tem como finalidade verificar se os serviços foram executados de acordo com as normas legais e as cláusulas estabelecidas entre a SPTrans e a J Z Engenharia.</p>
<p>Isso envolve a análise da conformidade da execução contratual com as obrigações pactuadas, dentro dos critérios de fiscalização adotados pelo Tribunal.</p>
<p>Na nova inclusão em pauta, o Tribunal informa que os autos foram encaminhados ao conselheiro Ricardo Torres para voto de desempate, por determinação tomada durante a 81ª sessão ordinária não presencial.</p>
<p>O relator original é o conselheiro Domingos Dissei.</p>
<p>A retomada não permite antecipar o resultado da análise. A deliberação final poderá esclarecer o entendimento do Tribunal sobre a execução contratual e eventuais providências decorrentes do julgamento.</p>
<p>O acompanhamento é relevante para a fiscalização dos gastos públicos e para a avaliação da qualidade dos serviços de infraestrutura relacionados ao transporte coletivo.</p>
<p>Também interessa diretamente aos passageiros, pois as condições físicas dos pontos de ônibus influenciam a segurança, a acessibilidade e a regularidade da operação.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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