<?xml version="1.0"?><rss xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/" xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/" xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" version="2.0">
<channel>
	<title>Diário do Transporte</title>
	<link>https://diariodotransporte.com.br</link>
	<description>Página destinada à cobertura jornalística dos principais fatos relacionados aos transportes, com notícias, informações de última hora, coberturas exclusivas, opinião, estudos técnicos e história.</description>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
  <lastBuildDate>Thu, 01 Jan 2026 03:53:52 +0000</lastBuildDate>
  <atom:link href="https://diariodotransporte.com.br/2025/09/06/empresas-de-fretamento-e-turismo-vao-realizar-em-sao-paulo-forum-para-debater-impactos-da-reforma-tributaria-e-mudancas-do-stf-na-lei-do-motorista/" rel="self" type="application/rss+xml" />
  <item>
    <title>Demanda de passageiros do transporte público em Londrina cresce 9,31% em 2025 com investimentos em frota, tecnologia e gestão</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/01/01/demanda-de-passageiros-do-transporte-publico-em-londrina-cresce-931-em-2025-com-investimentos-em-frota-tecnologia-e-gestao/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/01/01/demanda-de-passageiros-do-transporte-publico-em-londrina-cresce-931-em-2025-com-investimentos-em-frota-tecnologia-e-gestao/#comments</comments>
    <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 03:53:52 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao Diário do Transporte que recuperação é superior à média nacional ADAMO BAZANI Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="623" height="407" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?fit=623%2C407&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?w=623&amp;ssl=1 623w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=300%2C196&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=150%2C98&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=400%2C261&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 623px) 100vw, 623px" /> <p><em>Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao <strong>Diário do Transporte</strong> que recuperação é superior à média nacional</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><em><strong>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</strong></em></p>
<div style="width: 480px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-494300-1" width="480" height="848" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4?_=1" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4</a></video></div>
<p>A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros do transporte público, após quedas sucessivas em decorrência da pandemia de covid-19.</p>
<p>Em 2025, o crescimento da demanda foi de 9,31%.</p>
<p>Em 2024, o total registrado foi de 1,4 milhão (1.482.380) de passageiros equivalentes. Em 2025, essa média subiu para 1,6 milhão (1.620.394), considerando a apuração dos últimos quatro meses.</p>
<p>O conceito “passageiros equivalentes” significa o número real de pagantes de um sistema de transportes. Ou seja, são usuários que não foram atraídos por benefícios ou gratuidades.</p>
<p>Ao repórter e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, nesta última semana de dezembro de 2025, o diretor de uma das concessionárias de transportes do município, Paulo Sergio Bongiovanni, da TCGL (Transportes Coletivos Grande Londrina,) conta que a média de recuperação de demanda de usuários no pós-pandemia, em Londrina tem sido superior à nacional, com os números totais quase se igualando ao período anterior da crise sanitária.</p>
<p><strong><em>“Em 2025, o total de passageiros em Londrina cresceu mais de 9,31%. Enquanto no restante do País, em relação a 2019, no pré-pandemia, os sistemas de transportes operam com 80% a 81% do que era transportado antes da covd-19, nós estamos em torno de 90%. Então, as respostas vêm quando o transporte é bom.&#8221;</em></strong> – disse Paulo Bongiovanni.</p>
<p>O sistema de transportes de Londrina é operado por duas empresas de ônibus: a TCGL (Transporte Coletivo Grande Londrina), com 244 veículos, e a Londrisul, com 138 coletivos.</p>
<p>Bongiovanni acredita que o crescimento do total de usuários acima do ritmo da média nacional não ocorreu simplesmente pela volta das atividades econômicas que foram desaquecidas com a pandemia ou pela redução dos dias trabalhados pela população em sistema de <em>“home office”.</em></p>
<p>O empresário citou investimentos feitos em tecnologia, com sistemas de gerenciamento inteligentes e informações aos passageiros, ampliação do acesso à bilhetagem eletrônica, modernizações dos terminais de ônibus e renovação de frota.</p>
<p><strong><em>“Hoje temos mais de 85 telas informativas, mais de 550 câmeras espalhadas em todos os nove terminais da cidade, onde todo mundo brinca que o lugar mais seguro da cidade é o Terminal Central. Nós temos internet dentro dos ônibus e nos terminais, alguns viraram um coworking, onde as pessoas vão para trabalhar” –</em></strong> contou.</p>
<p>Somente a TCGL, por exemplo, fez recentemente um investimento mais amplo em ônibus 0 km. Foram 96 coletivos novos entre 2023 e 2024 e mais 92 unidades entre 2024 e 2025.</p>
<p>Segundo Bongiovanni, quase 60% da frota da companhia em operação, possuem ar-condicionado.</p>
<p>Os mais recentes são ônibus novos têm chassis Mercedes-Benz OF-1726L, com suspensão a ar, vidro colado, e motores com o padrão tecnológico obrigatório no Brasil, Euro 6, com emissões de poluentes de 75%, em média, em comparação com os veículos a diesel com a norma anterior Euro 5, cuja produção para o mercado interno foi descontinuada em 2023.</p>
<p>Os coletivos ainda contam com quatro câmeras de segurança cada, tomadas USB-C tipo A e tipo C para recarga de celulares, entre outros itens de conforto e segurança.</p>
<p>O empresário ainda destacou a necessidade de gestores públicos e empresas de transportes atuarem em conjunto para ampliar o nível de satisfação dos usuários. Segundo Bongiovanni, parte dos custos operacionais é subsidiada pela prefeitura.</p>
<p><strong><em>“Em junho deste ano de 2025, fizemos atualizações em 100 linhas simultaneamente num dia só e não tivemos uma só reclamação. A qualidade no transporte atrair a população e transporte de qualidade é aquele onde a prefeitura sabe investir. Londrina foi muito bem nisso”</em></strong> – disse o empresário.</p>
<p>Os contratos atuais foram assinados no fim de 2019, prestes ao pior da pandemia.</p>
<p>Alguns investimentos durante a crise sanitária tiveram de ser postergados, mas quando ocorreram, segundo o empresário, tiveram efeito positivo na percepção do passageiro do sistema.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
<p><strong><em>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</em></strong></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>1</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/01/01/demanda-de-passageiros-do-transporte-publico-em-londrina-cresce-931-em-2025-com-investimentos-em-frota-tecnologia-e-gestao/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=494300</guid>
  </item>
  <item>
    <title>Esteira rolante na Estação Paulista Pernambucanas de metrô será interditada a partir desta quarta-feira (3)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2024/01/02/esteira-rolante-na-estacao-paulista-pernambucanas-de-metro-sera-interditada-a-partir-desta-quarta-feira-3/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2024/01/02/esteira-rolante-na-estacao-paulista-pernambucanas-de-metro-sera-interditada-a-partir-desta-quarta-feira-3/#comments</comments>
    <pubDate>Tue, 02 Jan 2024 19:01:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metrô]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8) VINÍCIUS DE OLIVEIRA A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8). A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="739" height="415" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?fit=739%2C415&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?w=739&amp;ssl=1 739w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 739px) 100vw, 739px" /> 
<p><em>Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8)</em></p>



<p><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>



<p>A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8).</p>



<p>A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha 2-Verde, estará temporariamente interditada </p>



<p>Os ajustes têm como intuito manter o conforto e a segurança dos passageiros.</p>



<p>Os serviços acontecem nesta semana em razão do menor fluxo de pessoas nas estações.</p>



<p><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>1</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2024/01/02/esteira-rolante-na-estacao-paulista-pernambucanas-de-metro-sera-interditada-a-partir-desta-quarta-feira-3/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=358722</guid>
  </item>
  <item>
    <title>Tarifa zero nos ônibus intermunicipais de São Paulo tem parecer favorável por relator da Comissão de Constituição da Alesp e projeto avança</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/06/tarifa-zero-nos-onibus-intermunicipais-de-sao-paulo-tem-parecer-favoravel-por-relator-da-comissao-de-constituicao-da-alesp-e-projeto-avanca/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/06/tarifa-zero-nos-onibus-intermunicipais-de-sao-paulo-tem-parecer-favoravel-por-relator-da-comissao-de-constituicao-da-alesp-e-projeto-avanca/#comments</comments>
    <pubDate>Wed, 06 May 2026 09:48:30 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[BRT]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[EMTU]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[proposta ainda deve ser votada por outras comissões antes de ir a plenário ADAMO BAZANI Um projeto de lei que prevê a adoção gradual de tarifa zero nos ônibus intermunicipais metropolitanos no Estado de São Paulo recebeu parecer favorável do deputado Antônio de Olin, relator da proposta na CCJR &#8211; Comissão de Constituição, Justiça e [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="698" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/20260426_162259.jpg?fit=1024%2C698&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/20260426_162259.jpg?w=3424&amp;ssl=1 3424w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/20260426_162259.jpg?resize=300%2C204&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/20260426_162259.jpg?resize=1024%2C698&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/20260426_162259.jpg?resize=150%2C102&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/20260426_162259.jpg?resize=768%2C523&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/20260426_162259.jpg?resize=1536%2C1047&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/20260426_162259.jpg?resize=2048%2C1395&amp;ssl=1 2048w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/20260426_162259.jpg?resize=400%2C273&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/20260426_162259.jpg?w=3000&amp;ssl=1 3000w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>proposta ainda deve ser votada por outras comissões antes de ir a plenário</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>Um projeto de lei que prevê a adoção gradual de tarifa zero nos ônibus intermunicipais metropolitanos no Estado de São Paulo recebeu parecer favorável do deputado Antônio de Olin, relator da proposta na CCJR &#8211; Comissão de Constituição, Justiça e Redação, da Alesp – Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo.</p>
<p>Com isso, o projeto avança e a reunião deliberativa foi marcada para esta quarta-feira, 06 de maio de 2026.</p>
<p>O <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> mostrou a inclusão da propositura em primeira-mão.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/01/14/tarifa-zero-nos-onibus-intermunicipais-metropolitanos-de-sao-paulo-para-todos-os-passageiros-em-quatro-anos-projeto-sera-votado-em-2026-na-alesp-2/">https://diariodotransporte.com.br/2026/01/14/tarifa-zero-nos-onibus-intermunicipais-metropolitanos-de-sao-paulo-para-todos-os-passageiros-em-quatro-anos-projeto-sera-votado-em-2026-na-alesp-2/</a></p>
<p>Além da CCJR, vão analisar o projeto a   “CTC &#8211; Comissão de Transportes e Comunicações”, e  “CFOP &#8211; Comissão de Finanças, Orçamento e Planejamento”, antes de ir a plenário.</p>
<p>Pelo projeto, em quatro anos, todos os ônibus metropolitanos do Estado de São Paulo terão tarifa-zero para todos os passageiros e em todos os dias da semana.</p>
<p>Para isso, deverão ser realizados estudos, neste período, para preparar o sistema, tanto em relação a fontes de custeio que devem ser externas, como sobre dimensionamento da frota e os impactos nas redes de trilhos.</p>
<p>Neste período de quatro anos também, pela propositura, deverá ser promovida a redução gradual das tarifas.</p>
<p>A proposta institui o <em>“Programa Estadual de Incentivo ao Uso do Transporte Público Coletivo por Ônibus e autoriza a implementação da tarifa zero no serviço do transporte público metropolitano coletivo por ônibus”.</em></p>
<p>O PL (Projeto de Lei) protocolado em 28 de outubro de 2025 pela deputada estadual Paula Nunes dos Santos, da Bancada Feminista do PSOL, já teve as comissões designadas.</p>
<p>Dois exemplos foram citados para a defesa do Tarifa-Zero: Maricá (RJ) e São Caetano do Sul (SP), entre as mais de 130 cidades no País que adota, gratuidades.</p>
<p>Mas São Caetano do Sul (SP) deve ser a “água no chopp” da tarifa-zero.</p>
<p>O <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> mostrou que a cidade de São Caetano do Sul, no ABC Paulista, deve restringir a gratuidade hoje aplicada para qualquer pessoa que embarcar em um dos ônibus da concessionária municipal Vipe (Viação Padre Eustáquio) em qualquer dia da semana e horário, desde 1º de novembro de 2023.</p>
<p>A intenção é reduzir a abrangência da gratuidade apenas para quem mora na cidade de cerca de 200 mil habitantes na região metropolitana de São Paulo.</p>
<p>O prefeito Tite Campanella encaminhou à Câmara Municipal, um projeto de lei com a restrição.</p>
<p>Os moradores devem ter de se cadastrar previamente e obter um bilhete eletrônico.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2025/12/23/tarifa-zero-em-onibus-de-sao-caetano-do-sul-deixara-de-ser-para-todos-e-sera-restrito-a-apenas-moradores-da-cidade-de-acordo-com-projeto-de-prefeito/">https://diariodotransporte.com.br/2025/12/23/tarifa-zero-em-onibus-de-sao-caetano-do-sul-deixara-de-ser-para-todos-e-sera-restrito-a-apenas-moradores-da-cidade-de-acordo-com-projeto-de-prefeito/</a></p>
<p><strong>TARIFA ZERO COM EFEITOS DO BOLSO FAMÍLIA</strong></p>
<p>Os efeitos da aplicação de uma Tarifa Zero nacional nos ônibus de todo o País para a economia brasileira podem ser semelhantes aos gerados pela Bolsa Família com a injeção no comércio, serviços e renda das pessoas na ordem de R$ 60,3 bilhões por ano. Mas, anualmente, a política custaria US$ 78 bilhões.</p>
<p>A conclusão é de um estudo denominado <strong><em>“A Tarifa Zero no Transporte Público como Política de Distribuição de Renda”</em></strong>, divulgado oficialmente nesta terça-feira, 05 de maio de 2026, coordenado por equipes da Universidade de Brasília (UnB), Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ): Thiago Trindade (UnB) &#8211; Coordenador geral; Ana Luísa Coelho Moreira (UnB); Breitner Luiz Tavares (UnB); Daniel Caribé (UnB); Daniel Santini (USP); Juciano Martins Rodrigues (UFRJ); Letícia Birchal Domingues (UnB); Lucio Rennó (UnB);  Paulo Cesar Marques da Silva (UnB); Paulo Henrique da Silva Santarém (UnB)</p>
<p>Ainda de acordo com o trabalho, a injeção imediata de recursos na economia seria de R$ 45,6 bilhões.</p>
<p>Relembre:</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="de6o6yCVbS"><p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/05/05/tarifa-zero-nos-onibus-em-todo-o-brasil-pode-ter-efeitos-semelhantes-ao-bolsa-familia-e-injetar-mais-de-r-60-bilhoes-na-economia/">Tarifa Zero nos ônibus em todo o Brasil pode ter efeitos semelhantes ao Bolsa Família e injetar mais de R$ 60 bilhões na economia</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;Tarifa Zero nos ônibus em todo o Brasil pode ter efeitos semelhantes ao Bolsa Família e injetar mais de R$ 60 bilhões na economia&#8221; &#8212; Diário do Transporte" src="https://diariodotransporte.com.br/2026/05/05/tarifa-zero-nos-onibus-em-todo-o-brasil-pode-ter-efeitos-semelhantes-ao-bolsa-familia-e-injetar-mais-de-r-60-bilhoes-na-economia/embed/#?secret=Zpe0lZD220#?secret=de6o6yCVbS" data-secret="de6o6yCVbS" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p><strong>“TARIFAS ZERO PONTUAIS”            </strong></p>
<p>Em 28 de abril de 2026, o <strong><em>Diário do Transporte </em></strong>mostrou o lançamento de uma linha de ônibus em Santo André, no ABC Paulista, com tarifa-zero. Mas a cidade decidiu não adotar em todo o sistema de transportes. Preferiu identificar onde, inicialmente, as pessoas teriam mais necessidade. Chamado de “Circular Luzitinha”,  é um micro-ônibus que liga sem cobrança de tarifa comunidades carentes ao terminal do maior bairro próximo, o Terminal Vila Luzita, numa área onde não havia transportes e de difícil acesso.</p>
<p>A estimativa é que por morador beneficiado, a prefeitura desembolse somente R$ 2  (dois reais) por mês.</p>
<p>Agora, a cidade já pensa em outro tipo de gratuidade pontual: vincular o transporte aos dados do SUS e não cobrar a tarifa nos dias da consulta na linha Circular da Saúde B45 (Hospital Mário Covas – Bairro Paraíso / Vila Luzita – Jardim Represa), que liga 10 unidades de saúde da cidade e hoje tem tarifa normal.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/04/29/entrevista-santo-andre-sp-estuda-ampliar-linhas-com-tarifa-zero-vincular-gratuidade-nos-onibus-a-consultas-medicas-e-licitar-vila-luzita-ate-outubro/">https://diariodotransporte.com.br/2026/04/29/entrevista-santo-andre-sp-estuda-ampliar-linhas-com-tarifa-zero-vincular-gratuidade-nos-onibus-a-consultas-medicas-e-licitar-vila-luzita-ate-outubro/</a></p>
<p><strong>ELEIÇÕES:</strong></p>
<p>O tema tarifa-zero deve ser um dos mais citados em meio às eleições, inclusive em nível federal.</p>
<p>O presidente Luís Inácio Lula Silva, que tenta a reeleição, deve adotar o discurso.</p>
<p>Lula pediu ao seu ministro da Fazenda, o ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, em público, durante reunião ministerial em 26 de agosto de 2025, que levantasse custos e possibilidades de uma tarifa-zero nacional.</p>
<p>O pedido de Lula deixou o titular da pasta da Fazenda em situação de constrangimento, que, na conversa com presidente, disse que há restrições orçamentárias para bancar isso no momento, mas prometeu estudar a questão.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2025/08/27/lula-pede-a-haddad-que-calcule-custos-de-uma-tarifa-zero-de-onibus-e-trilhos-para-todo-o-pais/">https://diariodotransporte.com.br/2025/08/27/lula-pede-a-haddad-que-calcule-custos-de-uma-tarifa-zero-de-onibus-e-trilhos-para-todo-o-pais/</a></p>
<p>Nem a equipe de Lula acredita que, neste momento, seja possível uma tarifa zero nacional.</p>
<p>O secretário Nacional de Mobilidade Urbana, Denis Eduardo Andia, também revelar ponderação sobre o tema, após o ministro das Cidades, Jader Filho, demonstrar  preocupação com o tom do debate sob o risco de se <em>“vender uma ilusão para a população”</em> e que uma <em>“tarifa zero nacional”</em> dependeria neste momento de diversos fatores, como análise da situação econômica de estados e municípios e os impactos no crescimento da demanda de passageiros (Relembre: <a href="https://diariodotransporte.com.br/2025/10/22/video-para-ministro-das-cidades-de-lula-tarifa-zero-so-depois-de-analise-da-situacao-financeira-dos-estados-e-municipios-e-que-primeiro-e-necessario-elevar-a-qualidade/">https://diariodotransporte.com.br/2025/10/22/video-para-ministro-das-cidades-de-lula-tarifa-zero-so-depois-de-analise-da-situacao-financeira-dos-estados-e-municipios-e-que-primeiro-e-necessario-elevar-a-qualidade/</a> ),.</p>
<p>Para Andia, não se pode dar terceiro passo antes do segundo ou do primeiro.  O gestor está acostumado a ver os relatos sobre a realidade da mobilidade dos municípios e com experiência como prefeito no currículo (como prefeito reeleito por Santa Bárbara d&#8217;Oeste (SP) e presidente da RMCampinas, que reúne outros colegas da região),</p>
<p>O secretário diz que neste momento, uma tarifa zero nacional parece não ser possível e que a busca deve ser modicidade tarifária, ou seja, reduzir os custos das passagens para a população.</p>
<p>Andia ainda diz que o “rótulo tarifa zero” não seria mais adequado para o momento e que, além da modicidade tarifária, o foco deve ser melhoria dos serviços de transportes.</p>
<p>A declaração foi dada num evento sobre Mobilidade que ocorreu na capital paulista, em agosto de 2025, após a participar do lançamento da primeira linha de chassis de ônibus elétricos com uma marca de origem e capital nacionais, a Eletra, de São Bernardo do Campo (SP). A empresa também apresentou o Eletra Consult, serviço de consultoria que, antes mesmo de indicar o modelo de ônibus mais indicado para cada operação, orienta companhias de ônibus e gestores públicos quanto à escolha das obras e equipamentos de infraestrutura de rede e carregamentos mais adequados, linhas de financiamento disponíveis no mercado e ainda dá treinamento dentro da fábrica a motoristas e equipes de manutenção das viações e cuida do pós-venda.</p>
<p>Veja detalhes dos lançamentos neste link:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2025/10/28/consultoria-para-implantacao-de-onibus-eletricos-eletra-consult-e-linha-de-chassis-proprios-da-eletra-ja-recebem-contatos-de-empresarios-e-gestores-de-publicos/">https://diariodotransporte.com.br/2025/10/28/consultoria-para-implantacao-de-onibus-eletricos-eletra-consult-e-linha-de-chassis-proprios-da-eletra-ja-recebem-contatos-de-empresarios-e-gestores-de-publicos/</a></p>
<p><strong>CUSTOS</strong></p>
<p>Um estudo conduzido por pesquisadores da UnB &#8211; Universidade de Brasília, UFMG – Universidade Federal de Minas Gerais e USP – Universidade de São Paulo, divulgado em 26 de novembro de 2025, aponta que para bancar tarifa zero nos ônibus que atendem ao menos 706 cidades com 50 mil habitantes ou mais no Brasil, seriam necessários ao menos R$ 78 bilhões por ano, levando em conta aumento da demanda de passageiros e a aplicação  de um novo modelo de financiamento: a cobrança de uma taxa fixa por empregado de empresas públicas e privadas com 10 funcionários ou mais. Esta taxa deveria substituir o vale-transporte e do universo de todas as empresas registradas no Brasil, seriam isentas desta cobrança, 81,5% das companhias, uma vez que a grande maioria das empresas no País é de pequeno porte. A medida poderia alcançar em torno de 124 milhões de pessoas nestes 706 municípios. O estudo não leva em conta metrô e trem que possuem custo estimado em R$ 15 bilhões por ano para operação.</p>
<p>Atualmente, em média, somando estas 706 cidades, os transportes públicos por ano custam para ser operados em torno de R$ 65 bilhões. Mas com a tarifa-zero e o aumento do número de passageiros, seria necessário ampliar também o número de ônibus, estruturas e funcionários dos transportes. Esse aumento de demanda e de frota custaria, portanto, R$ 13 bilhões por ano a mais em comparação com os valores atuais. Já considerando ônibus e sistema de trilhos, o custo total do transporte público passa de R$ 65 bilhões para R$ 80 bilhões atualmente e, na mesma proporção do aumento da demanda, com a tarifa zero, poderia ser de R$ 96 bilhões por ano.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-496380" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/01/2-4.jpg?resize=1414%2C2000&#038;ssl=1" alt="" width="1414" height="2000" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/01/2-4.jpg?w=1414&amp;ssl=1 1414w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/01/2-4.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/01/2-4.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/01/2-4.jpg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/01/2-4.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/01/2-4.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/01/2-4.jpg?resize=400%2C566&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/01/2-4.jpg?resize=150%2C212&amp;ssl=1 150w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-496381" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/01/3-4.jpg?resize=1414%2C2000&#038;ssl=1" alt="" width="1414" height="2000" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/01/3-4.jpg?w=1414&amp;ssl=1 1414w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/01/3-4.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/01/3-4.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/01/3-4.jpg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/01/3-4.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/01/3-4.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/01/3-4.jpg?resize=400%2C566&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/01/3-4.jpg?resize=150%2C212&amp;ssl=1 150w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-496382" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/01/4-3.jpg?resize=1414%2C2000&#038;ssl=1" alt="" width="1414" height="2000" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/01/4-3.jpg?w=1414&amp;ssl=1 1414w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/01/4-3.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/01/4-3.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/01/4-3.jpg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/01/4-3.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/01/4-3.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/01/4-3.jpg?resize=400%2C566&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/01/4-3.jpg?resize=150%2C212&amp;ssl=1 150w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-496383" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/01/5-3.jpg?resize=1414%2C2000&#038;ssl=1" alt="" width="1414" height="2000" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/01/5-3.jpg?w=1414&amp;ssl=1 1414w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/01/5-3.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/01/5-3.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/01/5-3.jpg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/01/5-3.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/01/5-3.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/01/5-3.jpg?resize=400%2C566&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/01/5-3.jpg?resize=150%2C212&amp;ssl=1 150w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
<p><strong>QUANTO CUSTARIA?</strong></p>
<p><strong>Tarifa-zero em todo o Brasil é possível? Gratuidade custaria R$ 78 bilhões por ano e empresas com mais de nove funcionários bancariam para todos os passageiros, aponta estudo inédito</strong></p>
<p><em>Trabalho foi conduzido por especialistas da USP, UnB e UFMG e divulgado pela frente Parlamentar em Defesa da Tarifa Zero, considerando aumento de demanda. Segundo os trabalhos, em média, cada empresa com 10 ou mais funcionários desembolsaria em média R$ 255 por funcionário a cada mês. <strong> Como transporte coletivo prevê a divisão de custos pela demanda, os cálculos mostraram que pela quantidade de passageiros, anualmente cada usuário no modelo de tarifa zero por meio do CadUnico “seria mais caro” que cada passageiro em todo sistema, sem distinção</strong></em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>Para bancar tarifa zero nos ônibus que atendem ao menos 706 cidades com 50 mil habitantes ou mais no Brasil, seriam necessários ao menos R$ 78 bilhões por ano, levando em conta aumento da demanda de passageiros e a aplicação  de um novo modelo de financiamento: a cobrança de uma taxa fixa por empregado de empresas públicas e privadas com 10 funcionários ou mais. Esta taxa deveria substituir o vale-transporte e do universo de todas as empresas registradas no Brasil, seriam isentas desta cobrança, 81,5% das companhias, uma vez que a grande maioria das empresas no País é de pequeno porte. A medida poderia alcançar em torno de 124 milhões de pessoas nestes 706 municípios. O estudo não leva em conta metrô e trem que possuem custo estimado em R$ 15 bilhões por ano para operação.</p>
<p>Atualmente, em média, somando estas 706 cidades, os transportes públicos por ano custam para ser operados em torno de R$ 65 bilhões. Mas com a tarifa-zero e o aumento do número de passageiros, seria necessário ampliar também o número de ônibus, estruturas e funcionários dos transportes. Esse aumento de demanda e de frota custaria, portanto, R$ 13 bilhões por ano a mais em comparação com os valores atuais. Já considerando ônibus e sistema de trilhos, o custo total do transporte público passa de R$ 65 bilhões para R$ 80 bilhões atualmente e, na mesma proporção do aumento da demanda, com a tarifa zero, poderia ser de R$ 96 bilhões por ano.</p>
<p>A conclusão é de um estudo conduzido pelos pesquisadores Letícia Birchal Domingues (UnB &#8211; Universidade de Brasília), Thiago Trindade (UnB – Universidade de Brasília), André Veloso (ALMG &#8211; Assembleia Legislativa de Minas Gerais), Roberto Andrés (UFMG) – Universidade Federal de Minas Gerais) e Daniel Santini (USP – Universidade de São Paulo) e foi financiado pela Frente Parlamentar em Defesa da Tarifa Zero, divulgado nesta última quarta-feira, 26 de novembro de 2025.</p>
<p>Segundo os trabalhos, em média, cada empresa com 10 ou mais funcionários desembolsaria R$ 255 por funcionário a cada mês.</p>
<p>O modelo de financiamento é inspirado num sistema adotado na França desde 1971 que permite com que gratuidades e benefícios tarifários não entrem para o Orçamento Geral Público da arrecadação de impostos e nem gerou a necessidade de criação de novos tributos, chamado de Versement transport (Versement mobilité).</p>
<p>Trata-se de uma contribuição regional urbana hipotecária sobre a folha de pagamento, cobrada sobre o total dos salários brutos de todos os funcionários de empresas com mais de 11 funcionários.</p>
<p>Segundo os pesquisadores, o modelo seria mais vantajoso não apenas para os passageiros que deixariam de desembolsar a tarifa, mas também para as empresas que pagariam esta taxa, que, sendo de R$ 255 por mês, ficaria abaixo do que muitas delas pagam pelo atual vale-transporte dos trabalhadores, que deixaria de existir com a nova contribuição.</p>
<p>Outra alternativa é destinar a tarifa-zero apenas para pessoas inscritas no CadÚnico (Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal). Neste caso, em vez de 124 milhões de pessoas, o benefício atingiria 24 milhões de passageiros e, em vez de R$ 78 bilhões por ano, seria de R$ 58 bilhões.</p>
<p>Mas, bancar a Tarifa Zero somente para beneficiários do CadUnico teria alguns problemas, de acordo com o estudo, ente os quais:</p>
<p><strong><em>&#8211; Não haveria clareza sobre quem precisaria mesmo ou não de preferência em ser beneficiado pelas gratuidades;</em></strong></p>
<p><strong><em>&#8211; Como transporte coletivo prevê a divisão de custos pela demanda, os cálculos mostraram que pela quantidade de passageiros, anualmente cada usuário no modelo de tarifa zero por meio do CadUnico “seria mais caro” que cada passageiro em todo sistema, sem distinção. Pelo modelo destinado somente a usuários inscritos no CadUnico, cada passageiro custaria R$ 1,2 mil e, no caso da Tarifa Zero para todos, este valor seria de R$ 827. Por isso a diferença grande entre passageiros beneficiados (124 milhões no universal e 24 milhões no CadUnico) e proporcionalmente menor de custos (R$ 78 bilhões no universal e R$ 58 bilhões no CadUnico).</em></strong></p>
<p><strong><em>&#8211; A remuneração das empresas de ônibus seria por passageiro transportado no caso da tarifa zero só para CadUnico, o que poderia resultar em coletivos mais lotados e aumento de frota inferior ao necessário, além de problemas de falta de transparência e operacionalidade na Bilhetagem Eletrônica. No Tarifa Zero para todos, as viações seriam pagas pelos serviços prestados e não pela demanda de passageiros. Ou seja, quanto mais ônibus colocam nas ruas, mais elas recebem. A quantidade de ônibus seria definida pelas prefeituras.</em></strong></p>
<p><strong><em>&#8211; Entre os benefícios da tarifa zero universal, de acordo com os estudos, estão que mais pessoas deixariam carros e motos em casa e passariam a usar mais os ônibus, impactando positivamente na redução do trânsito e da poluição, e haveria maior circulação das pessoas em comércios e estabelecimentos de cultura e lazer, com reflexos de ganho na economia. Somente com tarifa zero pelo CadUnico, não haveria atração ao transporte público, porque pela renda das pessoas, elas em geral já usam os ônibus. Mas com a tarifa zero universal, quem gasta dinheiro no carro e moto, seria induzido a economizar este recurso.</em></strong></p>
<p>O Brasil tem hoje 137 cidades com tarifa zero, entre total ou parcial (para alguns grupos de passageiros ou em dias específicos para todos, sem contar com as gratuidades previstas e lei federal), sendo o país com mais municípios do mundo com gratuidades nos ônibus, ainda de acordo com o levantamento.</p>
<p>Como tem mostrado o <strong><em>Diário do Transporte,</em></strong> após ser incentivado por Tatto, que já foi secretário municipal de transportes da capital paulista, mas nunca implantou a gratuidade nos ônibus do sistema SPTrans (São Paulo Transporte), o presidente da República Luís Inácio Lula da Silva determinou que a equipe do ministro da Fazenda, Fernando Haddad (que foi prefeito e teve Tatto como secretário), estude a viabilidade de uma tarifa zero em todo o Brasil, inicialmente aos domingos e feriados nacionais.</p>
<p>Apesar do entusiasmo de Lula, nem mesmo dentro do Governo Federal a forma como tem sido apresentado o tema está agradando.</p>
<p>Atuando diretamente com a realidade dos municípios, tanto o ministro das Cidades, Renan Filho, como o secretário Nacional de Mobilidade da mesma pasta, Denis Andia, dizem quem antes de se pensar em gratuidade, é necessário atrair demanda com a melhoria dos serviços, capitalizar os sistemas de transportes e, posteriormente, em vez de gratuidades, se buscar “modicidade tarifária”, ou seja, redução dos valores pagos pelos passageiros.</p>
<p>Veja abaixo:</p>
<h2><strong>RISCO DE DEGRADAÇÃO E VENDER ILUSÃO:</strong></h2>
<p>Em audiência pública na Câmara dos Deputados, convocada por Jilmar Tato, no dia 21 de outubro de 2025, especialistas apontaram vantagens em Tarifa Zero nacional, mas dizem que neste momento, seria vender ilusão para a população com risco de degradação dos serviços.</p>
<p>No encontro, foi apresentado um estudo da NTU, associação das empresas de ônibus, que mostra que atualmente, existem 170 cidades brasileiras com algum tipo de gratuidade nos transportes, além do que é determinado por leis federais, como para idosos e pessoas com deficiência. Destas, 132 cidades possuem a chamada tarifa zero universal, ou seja, para todos os usuários e em todos os dias da semana. Entretanto, destas cidades, 72% têm apenas até 50 mil habitantes.</p>
<p>Relembre: <a href="https://diariodotransporte.com.br/2025/10/21/tarifa-zero-nao-podemos-vender-ilusao-para-as-pessoas-e-ha-risco-de-degradacao-alertam-autoridades-em-audiencia-publica-na-camara-dos-deputados-videos/">https://diariodotransporte.com.br/2025/10/21/tarifa-zero-nao-podemos-vender-ilusao-para-as-pessoas-e-ha-risco-de-degradacao-alertam-autoridades-em-audiencia-publica-na-camara-dos-deputados-videos/</a></p>
<p>O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, autorizou, na ocasião, a formação da Comissão Especial da Tarifa Zero para debater a viabilidade ou não da gratuidade em todo o País do acesso aos transportes coletivos por ônibus, trens e metrôs.</p>
<h2><strong>ATÉ EQUIPE DE LULA VÊ COM PONDERAÇÃO:</strong></h2>
<p>O secretário Nacional de Mobilidade Urbana, Denis Eduardo Andia, também revelar ponderação sobre o tema, após o ministro das Cidades, Jader Filho, demonstrar  preocupação com o tom do debate sob o risco de se <em>“vender uma ilusão para a população”</em> e que uma <em>“tarifa zero nacional”</em> dependeria neste momento de diversos fatores, como análise da situação econômica de estados e municípios e os impactos no crescimento da demanda de passageiros (Relembre: <a href="https://diariodotransporte.com.br/2025/10/22/video-para-ministro-das-cidades-de-lula-tarifa-zero-so-depois-de-analise-da-situacao-financeira-dos-estados-e-municipios-e-que-primeiro-e-necessario-elevar-a-qualidade/">https://diariodotransporte.com.br/2025/10/22/video-para-ministro-das-cidades-de-lula-tarifa-zero-so-depois-de-analise-da-situacao-financeira-dos-estados-e-municipios-e-que-primeiro-e-necessario-elevar-a-qualidade/</a> ),.</p>
<p>Para Andia, não se pode dar terceiro passo antes do segundo ou do primeiro.  O gestor está acostumado a ver os relatos sobre a realidade da mobilidade dos municípios e com experiência como prefeito no currículo (como prefeito reeleito por Santa Bárbara d&#8217;Oeste (SP) e presidente da RMCampinas, que reúne outros colegas da região),</p>
<p>O secretário diz que neste momento, uma tarifa zero nacional parece não ser possível e que a busca deve ser modicidade tarifária, ou seja, reduzir os custos das passagens para a população.</p>
<p>Andia ainda diz que o “rótulo tarifa zero” não seria mais adequado para o momento e que, além da modicidade tarifária, o foco deve ser melhoria dos serviços de transportes.</p>
<p>A declaração foi dada num evento  sobre Mobilidade que ocorreu na capital paulista, em agosto de 2025, após a participar do lançamento da primeira linha de chassis de ônibus elétricos com uma marca de origem e capital nacionais, a Eletra, de São Bernardo do Campo (SP). A empresa também apresentou o Eletra Consult, serviço de consultoria que, antes mesmo de indicar o modelo de ônibus mais indicado para cada operação, orienta companhias de ônibus e gestores públicos quanto à escolha das obras e equipamentos de infraestrutura de rede e carregamentos mais adequados, linhas de financiamento disponíveis no mercado e ainda dá treinamento dentro da fábrica a motoristas e equipes de manutenção das viações e cuida do pós-venda.</p>
<p>Veja detalhes dos lançamentos neste link:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2025/10/28/consultoria-para-implantacao-de-onibus-eletricos-eletra-consult-e-linha-de-chassis-proprios-da-eletra-ja-recebem-contatos-de-empresarios-e-gestores-de-publicos/">https://diariodotransporte.com.br/2025/10/28/consultoria-para-implantacao-de-onibus-eletricos-eletra-consult-e-linha-de-chassis-proprios-da-eletra-ja-recebem-contatos-de-empresarios-e-gestores-de-publicos/</a></p>
<p><div style="width: 848px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-514163-2" width="848" height="480" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Video-2025-10-30-at-10.18.59.mp4?_=2" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Video-2025-10-30-at-10.18.59.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Video-2025-10-30-at-10.18.59.mp4</a></video></div></p>
<p><strong>QUEM DIRIA, ANTES CRITICAVAM, AGORA, EMPRESÁRIOS DE ÔNIBUS DEFENDEM TARIFA ZERO QUE VIROU TÁBUA DE SALVAÇÃO PARA AS VIAÇÕES:</strong></p>
<p>Algo que jamais se pensaria em meio aos protestos de junho de 2013, quando em diversas partes do País, movimentos sociais contestaram em ao menos 50 cidades os reajustes das passagens de ônibus urbanos e metropolitanos, passa a ocorrer agora: a tarifa zero passa a ser defendida pelas próprias viações.</p>
<p><strong>“Rei do Ônibus do Rio de Janeiro”, Jacob Barata Filho, sai em defesa do Tarifa Zero e sugere “Vale Mobilidade”</strong></p>
<p><em>Tema ganhou força após pedido de Lula para equipe de Haddad fazer cálculos. Entidades veem com preocupação</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>O empresário Jacob Barata Filho, que chegou a ser classificado como “Rei do Ônibus do Rio de Janeiro”, herdeiro de Jacob Barata, o primeiro a receber este título, e, agora, dada sua influência no sistema de transportes e abrangência, se posicionou em defesa da possibilidade da implantação de tarifa zero ou, antes, da criação de um fundo de custeio e de uma espécie de “Vale Mobilidade”, que bancasse a maior parte das operações.</p>
<p>O tema ganhou força após pedido do presidente Luís Inácio Lula da Silva para a equipe do Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, fazer cálculos. Entidades veem com preocupação a forma como o debate tem sido conduzido e não há consenso nem mesmo dentro do Governo Federal (Veja mais abaixo).</p>
<p>O posicionamento de Jacob Barata Filho está registado em suas redes sociais oficiais com uma publicação com o título<em>: <strong>“Projetar o futuro: Fundo de Mobilidade + Vale Mobilidade = mobilidade sustentável e viável”.</strong></em></p>
<p>Na publicação, o empresário de ônibus cita exemplos de locais onde por fundos de transportes e com a contribuição do recolhimento de empregadores para geração de recursos para estes fundos.</p>
<p>Entre os casos relacionados por Barata estão a cidade de Montpellier, na França, que implementou tarifa zero em dezembro de 2023, e o “PL do Busão 0800”, debatido em Belo Horizonte (MG), que propõe que empresas com 10 ou mais funcionários contribuam com cerca de R$ 185 por colaborador ao fundo municipal de transporte.</p>
<p>Veja a publicação completa do empresário:</p>
<p><strong>Projetar o futuro: Fundo de Mobilidade + Vale Mobilidade = mobilidade sustentável e viável</strong></p>
<p>Jacob Barata Filho</p>
<p>Diretor na Viação UTIL</p>
<p>17 de outubro de 2025</p>
<p><em>Imagine uma lei clara, objetiva e inovadora: um Fundo de Mobilidade Urbana dedicado exclusivamente ao custeio da operação do transporte público — e um Vale Mobilidade que alimenta esse fundo com contribuições previsíveis.</em></p>
<p><em>Não, não é delírio nem utopia, como se ouve muito por aí, basta observar alguns exemplos que inspiram:</em></p>
<ul>
<li><em> Distrito Federal (2024): a Lei nº 7.467/2024 criou o Fundo Distrital de Transporte Público e Mobilidade Urbana (FDTPMU), com receitas vinculadas — como 1 % do IPVA, lucros de estacionamentos privatizados e multas de trânsito —, destinadas a melhorias estruturais, passe livre estudantil, faixas exclusivas e construção de paradas. O modelo prevê participação da sociedade civil no conselho gestor, garantindo transparência e eficiência.</em></li>
<li><em> Belo Horizonte (2025): o “PL do Busão 0800” propõe que empresas com 10 ou mais funcionários contribuam com cerca de R$ 185 por colaborador ao fundo municipal de transporte. O valor substituiria o vale-transporte e sustentaria a operação do sistema, liberando os usuários da tarifa e assegurando receita estável às operadoras.</em></li>
<li><em> França (desde 1971): o modelo “Versement Mobilité” financia até 70 % dos sistemas de transporte público via contribuição patronal obrigatória. Na cidade de Montpellier, após implementar a tarifa zero em dezembro de 2023, os passageiros saltaram de 84 milhões para 110 milhões de viagens em um ano — um aumento de 30 % na demanda.</em></li>
</ul>
<p><em>E por que isso importaria? Bem, a simplicidade legislativa: a lei estabelece claramente fontes de financiamento, um fundo específico, e um mecanismo (vale) que redistribui o custo sem onerar empresas ou usuários. O modelo garante estabilidade e transparência uma vez que o fundo evita depender exclusivamente do orçamento público ou de tarifas flutuantes.</em></p>
<p><em>E mais importante do que tudo os resultados concretos podem ser medidos: mais gente circulando, menos carros na rua, acesso ampliado — como demonstram os crescimentos de viagens em Montpellier e os avanços no DF e BH.</em></p>
<p><em>Esse modelo é viável, moderno e escalável — basta ciência política, articulação e coragem para transformar essa estrutura em lei. O transporte público como direito social não encontra elos mais fortes do que estes.</em></p>
<p>O diretor do Rio Ônibus, sindicato que reúne as empresas de ônibus da cidade do Rio de Janeiro, Paulo Valente, voltou a defender nesta sexta-feira, 08 de agosto de 2025, a gratuidade nos transportes coletivos, inclusive para a capital fluminense.</p>
<p>Em artigo, o dirigente diz que a não cobrança a quem ingressa nos ônibus, buscando outras formas de bancar o transporte coletivo, faz muito mais sentido hoje em dia que a “catracada”.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2025/08/09/tarifa-zero-nos-onibus-do-rio-de-janeiro-passa-a-ser-defendida-pelas-empresas-viacoes-para-manter-transportes-e-resolver-crise-da-bilhetagem/">https://diariodotransporte.com.br/2025/08/09/tarifa-zero-nos-onibus-do-rio-de-janeiro-passa-a-ser-defendida-pelas-empresas-viacoes-para-manter-transportes-e-resolver-crise-da-bilhetagem/</a></p>
<p>A própria NTU (Asociação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos), que representa mais de mil viações em todo o Brasil, já amenizou bem o discurso antes severamente contrário às gratuidades, mas também aponta entraves e a necessidade de o debate amadurecer.</p>
<p>Especialistas, não ligados a movimentos sociais, também veem cenários positivos para tarifa zero irrestrita em cidades de médio e grande portes. Mas é necessário antes estruturar bem as formas de financiamento.</p>
<p>O engenheiro, mestre e doutorando em engenharia de transportes pela COPPE/URFJ, e pesquisador de temas da mobilidade urbana, Thadeu André Melo, analisou a pesquisa recente da Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU), intitulada <em>&#8220;Tarifa zero nas cidades do Brasil&#8221;,</em> lançada em 2025</p>
<p>Segundo o levantamento, até maio de 2025, 154 cidades em todo o país haviam implementado a tarifa zero, seja de forma universal ou parcial. Ainda de acordo com os dados, 73% desses casos iniciaram há menos de cinco anos, com uma concentração expressiva entre 2021 e maio de 2025.</p>
<p>A pesquisa da NTU, no entanto, também apontou uma desaceleração no crescimento da “tarifa zero” a partir de 2024, com apenas dez novas iniciativas registradas naquele ano eleitoral, contrastando com os 18 casos de 2023. A maior parte das cidades que adotam a tarifa zero é de pequeno porte, com 79% (121) possuindo população total de até 100 mil habitantes. Embora a modalidade tenha aumentado na última década, ela ainda não atinge grande parte da população, pois as 12 cidades com mais de 100 mil habitantes que adotaram a tarifa zero universal reúnem menos de dois milhões de habitantes, um número muito menor que o das grandes metrópoles como Fortaleza, Rio de Janeiro e São Paulo.</p>
<p>A cidade de São Paulo, entretanto, oferece tarifa zero irrestrita de forma parcial: aos domingos, no Natal, Ano Novo e no aniversário da cidade, em 25 de janeiro.</p>
<p>Para o especialista, uma verdadeira ampliação sustentável das gratuidades irrestritas seria possível com medidas como a criação de um Fundo Nacional de Mobilidade Urbana.</p>
<p>Thadeu André Melo citou exemplos recentes de “tarifas zero” que desidrataram ou pioraram os transportes por falta justamente de um base a sustentasse o sistema.</p>
<p><em>“O grande ponto é que o modelo atual não é escalável para cidades médias e grandes. Das 307 cidades brasileiras com mais de 100 mil habitantes, apenas 12 oferecem gratuidade total em todas as linhas. Isso é menos de 4% das cidades com mais de 100 mil habitantes atendidas por sistemas de transporte coletivo por ônibus. Sem fontes estáveis de custeio e planejamento técnico, o risco de precarização do serviço é muito alto. Vimos isso acontecer em Caucaia (CE) e Assis (SP), que precisaram reduzir frota e frequência para conter custos. A tarifa zero não pode ser vista apenas como uma decisão político-eleitoral pontual, mas sim como uma política pública estruturada, sustentada em bases técnicas, econômicas e legais”.</em> – disse, na ocasião.</p>
<p>Em diversas cidades, empresas de ônibus relatam melhorias nos investimentos e oferta de transportes com a tarifa zero.</p>
<p><div id="attachment_477434" style="width: 1166px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-477434" class="size-full wp-image-477434" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2023-11-03-at-09.50.03.jpeg?resize=1156%2C868&#038;ssl=1" alt="" width="1156" height="868" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2023-11-03-at-09.50.03.jpeg?w=1156&amp;ssl=1 1156w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2023-11-03-at-09.50.03.jpeg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2023-11-03-at-09.50.03.jpeg?resize=1024%2C769&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2023-11-03-at-09.50.03.jpeg?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2023-11-03-at-09.50.03.jpeg?resize=768%2C577&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2023-11-03-at-09.50.03.jpeg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><p id="caption-attachment-477434" class="wp-caption-text">Ônibus da Vipe (Viação Padre Eustáquio), de São Caetano do Sul (SP), cidade &#8220;rica&#8221; da Região Metropolitana de São Paulo que possui gratuitade irrestrita nos ônibus.</p></div></p>
<p>Em São Caetano do Sul, no ABC Paulista, a Vipe (Viação Padre Eustáquio), concessionária dos serviços municipais não só ampliou a frota e os horários, como tem renovado os ônibus. Na cidade, nenhum passageiro paga em qualquer dia da semana. O município é pequeno, com cerca de 170 mil habitantes, mas está na maior e mais importante região metropolitana brasileira, a de São Paulo.</p>
<p>Há um descompasso, porém, na procura pelos trens da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) e, em especial, dos ônibus intermunicipais metropolitanos operados pela NEXT Mobilidade, de outro grupo empresarial.</p>
<p>Dependendo do deslocamento, as pessoas têm preferido andar parte do trajeto a pé entre um ônibus municipal da Vipe gratuito, até o limite da cidade, e depois pegarem um municipal da cidade vizinha, que, em geral, possui tarifa menor que a do metropolitano e do trem.</p>
<p>Apesar de nem o Governo do Estado de São Paulo e nem a prefeitura da capital paulista divulgarem de forma explícita os impactos no Metrô e nos trens da tarifa zero dos ônibus municipais gerenciados pela SPTrans (São Paulo Transporte), a demanda dos coletivos sobre pneus aumentou aos domingos e muitos passageiros dizem que deixam de usar os trilhos.</p>
<p>Sendo assim, em cidades como Rio de Janeiro e São Paulo, não basta apenas que um sistema seja gratuito, já que os diferentes serviços são interligados, tantos os municipais como os metropolitanos.</p>
<p><strong>PEDIDO DE LULA, HADDAD CONSTRANGIDO, EX-SECRETÁRIO TATTO QUE DEFENDE, MAS NUNCA IMPLANTOU:</strong></p>
<p>Como ostrou recentemente o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, foi uma visita à cidade de Maricá (RJ), onde há gratuidade nos ônibus da EPT (Empresa Pública de Transportes), que empolgou o presidente Luís Inácio Lula da Silva, a pedir ao ministro da Fazenda, Fernando Haddad, estudos dos custos para auxiliar as cidades e Estados a concederem tarifa-zero aos domingos e feriados nacionais. A ida de Lula à cidade da região metropolitana do Rio de Janeiro foi ao lado ddo deputado federal Jilmar Tatto (PT-SP).</p>
<p>Nas administrações da capital paulista, tanto durante o governo municipal de Marta Suplicy, como de Haddad, Tatto nunca implantou gratuidades.</p>
<p>Na cidade de São Paulo, a tarifa zero aos domingos e em três feriados para todos os passageiros foi instaurada em dezembro de 2023, na gestão do prefeito Ricardo Nunes. Na capital paulista, o custo estimado por ano é de quase R$ 600 milhões. Os feriados são: Ano Novo, Aniversário da cidade (25 de janeiro) e Natal.</p>
<p>O pedido de Lula a Haddad, que foi em público, durante reunião ministerial em 26 de agosto de 2025, deixou o titular da pasta da Fazenda em situação de constrangimento, que, na conversa com presidente, disse que há restrições orçamentárias para bancar isso no momento, mas prometeu estudar a questão.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2025/08/27/lula-pede-a-haddad-que-calcule-custos-de-uma-tarifa-zero-de-onibus-e-trilhos-para-todo-o-pais/">https://diariodotransporte.com.br/2025/08/27/lula-pede-a-haddad-que-calcule-custos-de-uma-tarifa-zero-de-onibus-e-trilhos-para-todo-o-pais/</a></p>
<p>Faltam definição do custo atual e estudos de impacto de crescimento da demanda pelos transportes. Onde foi instituída a Tarifa Zero cresceu o número de passageiros. O que é bom por um lado, também não deixa de significar uma elevação de custos imediatos operacionais, já que são necessários mais ônibus operando, mais motoristas, mais infraestrutura, o que custa dinheiro.</p>
<p>Uma das questões é que o retorno econômico de uma cidade esperado pela tarifa zero, com mais movimentação no comércio e menos trânsito, pode demorar um pouco para ser sentido enquanto a elevação dos gastos com frota maior de coletivos, mão de obra, estrutura e insumos é imediata. Assim, não deixa de ser uma aposta que precisa ser bancada e sem saber se os ganhos econômicos para as cidades seriam na mesma proporção que a elevação dos custos. Muito embora a tarifa zero tendo de ser encarada não apenas como medida econômica, mas de inclusão social e até incentivo cultural, o aspecto financeiro é importante de ser pensado, caso contrário, o benefício não se sustentaria.</p>
<p>Além disso, com o “cobertor-curto” das finanças da União, Estados e municípios, não só diante da arrecadação, mas das diversas necessidades em diferentes áreas, é preciso saber sobre o que é prioridade.</p>
<p>Na área de mobilidade, o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, sobre este aspecto trouxe a seguinte notícia na reportagem <strong>“O que é melhor? Tarifa zero aos domingos ou infraestrutura para a mobilidade e ônibus e trens novos?”</strong>: Na mesma semana em que pediu ao ministro da Fazenda, Fernando Haddad, estudos para implantar uma tarifa zero nacional nos ônibus e trens aos domingos e feriados, enviando recursos para Estados e Municípios, o presidente Luís Inácio Lula da Silva mandou ao Congresso a proposta para o Orçamento de 2026 que reduz  dinheiro do Ministério das Cidades, pasta que financia a construção de corredores BRT, metrôs e cuida de recursos que estimulam a aquisição de ônibus e trens novos, por exemplo.</p>
<p>A redução proposta foi de cerca de R$ 5 bilhões em relação a previsão Orçamentária de 2025. A previsão para o Ministério das Cidades foi consolidada em R$ 18,95 bilhões. Para 2026, a peça orçamentária prevê R$ 13,9 bilhões. O valor pode mudar com a votação final pelo Congresso e as emendas parlamentares, mas habitualmente, não sai muito do patamar proposto.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2025/09/08/video-o-que-e-melhor-tarifa-zero-aos-domingos-ou-infraestrutura-para-a-mobilidade-e-onibus-e-trens-novos/">https://diariodotransporte.com.br/2025/09/08/video-o-que-e-melhor-tarifa-zero-aos-domingos-ou-infraestrutura-para-a-mobilidade-e-onibus-e-trens-novos/</a></p>
<p>O <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> ouviu o Superintendente da ANTP (Associação Nacional de Transportes Públicos), Luiz Carlos Néspoli, sobre a tarifa zero. Segundo o especialista, a estimativa hoje de uma tarifa-zero aos domingos e feriados nacionais em todo o País teria um custo menor que a redução de R$ 5 bilhões do Orçamento de 2026 para o Ministério das Cidades: R$ 3,5 bilhões por ano. A estimativa é com base na demanda e nos custos operacionais, em média, dos transportes nas principais cidades do País.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2025/08/29/ouca-tarifa-zero-nacional-aos-domingos-como-lula-quer-custaria-hoje-r-35-bilhoes-por-ano/">https://diariodotransporte.com.br/2025/08/29/ouca-tarifa-zero-nacional-aos-domingos-como-lula-quer-custaria-hoje-r-35-bilhoes-por-ano/</a></p>
<p>Mas outros apontamentos mostram que os valores podem ser maiores.</p>
<p>De acordo com cálculos da XP Investimentos, a gratuidade total no País, considerando todos os dias na semana, poderia custar R$ 57 bilhões por ano. Se fosse aos sábados e domingos, a gratuidade nas catracas custaria em torno de R$ 11,8 bilhões, e apenas aos domingos aproximadamente R$ 5,5 bilhões.</p>
<h2><strong>ESTUDO APONTA CUSTOS E CENÁRIOS: NÚMEROS MOSTRAM QUE CADA PASSAGEIRO CUSTARIA MENOS SE A TARIFA ZERO FOR PARA TODOS QUE SE FOSSE SÓ DESTINADA A QUEM ESTÁ NO CADUNICO</strong></h2>
<p>Para bancar tarifa zero nos ônibus que atendem ao menos 706 cidades com 50 mil habitantes ou mais no Brasil, seriam necessários ao menos R$ 78 bilhões por ano, levando em conta aumento da demanda de passageiros e de um novo modelo de financiamento: a cobrança de uma taxa fixa por funcionário de empresas públicas e privadas com 10 funcionários ou mais. Esta taxa deveria substituir o vale-transporte e do universo de todas as empresas registradas no Brasil, seriam isentas desta cobrança, 81,5% das companhias, uma vez que a grande maioria das empresas no País é de pequeno porte. A medida poderia alcançar em torno de 124 milhões de pessoas nestes 706 municípios. O estudo não leva em conta metrô e trem que possuem custo estimado em R$ 15 bilhões por ano.</p>
<p>Atualmente, em média, somando estas 706 cidades, os transportes públicos por ano custam para ser operados em torno de R$ 65 milhões. Mas com a tarifa-zero e o aumento do número de passageiros, seria necessário ampliar também o número de ônibus, estruturas e funcionários dos transportes. Esse aumento de demanda e de frota custaria, portanto, R$ 13 bilhões por ano a mais em comparação com os valores atuais. Já considerando ônibus e sistema de trilhos, o custo total do transporte público passa de R$ 65 bilhões para R$ 80 bilhões atualmente e, na mesma proporção do aumento da demanda, com a tarifa zero, poderia ser de R$ 96 bilhões por ano.</p>
<p>A conclusão é de um estudo conduzido pelos pesquisadores Letícia Birchal Domingues (UnB 0 Universidade de Brasília), Thiago Trindade (UnB – Universidade de Brasília), André Veloso (ALMG &#8211; Assembleia Legislativa de Minas Gerais), Roberto Andrés (UFMG) – Universidade Federal de Minas Gerais) e Daniel Santini (USP – Universidade de São Paulo) e foi financiado pelo Frente Parlamentar em Defesa da Tarifa Zero, divulgado em 26 de novembro de 2025.</p>
<p>Segundo os trabalhos, em média, cada empresa com 10 ou mais funcionários desembolsaria em média R$ 255 por funcionário a cada mês.</p>
<p>O modelo de financiamento é inspirado num sistema adotado na França desde 1971 que permite com que gratuidades e benefícios tarifários não entrem para o Orçamento Geral Público da arrecadação de impostos e nem gerou a necessidade de criação de novos tributos, chamado de Versement transport (Versement mobilité).</p>
<p>Trata-se de uma contribuição regional urbana hipotecária sobre a folha de pagamento, cobrada sobre o total dos salários brutos de todos os funcionários de empresas com mais de 11 funcionários.</p>
<p>Segundo os pesquisadores, o modelo seria mais vantajoso não apenas para os passageiros que deixariam de desembolsar a tarifa, mas também para as empresas que pagariam esta taxa, que, sendo de R$ 255 por mês, ficaria abaixo do que muitas delas pagam pelo atual vale-transporte dos trabalhadores, que deixaria de existir com a nova contribuição.</p>
<p>Outra alternativa é destinar a tarifa-zero apenas para pessoas inscritas no CadÚnico (Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal). Neste caso, em vez de 124 milhões de pessoas, o benefício atingiria 24 milhões de passageiros e, em vez de R$ 78 bilhões por ano, seria de R$ 58 bilhões.</p>
<p>Mas, bancar a Tarifa Zero somente para beneficiários do CadUnico teria alguns problemas, de acordo com o estudo, ente os quais:</p>
<p><strong><em>&#8211; Não haveria clareza sobre quem precisaria mesmo ou não de preferência em ser beneficiado pelas gratuidades;</em></strong></p>
<p><strong><em>&#8211; Como transporte coletivo prevê a divisão de custos pela demanda, os cálculos mostraram que pela quantidade de passageiros, anualmente cada usuário no modelo de tarifa zero por meio do CadUnico “seria mais caro” que cada passageiro em todo sistema, sem distinção. Pelo modelo destinado somente a usuários inscritos no CadUnico, cada passageiro custaria R$ 1,2 mil e, no caso da Tarifa Zero para todos, este valor seria de R$ 827. Por isso a diferença grande entre passageiros beneficiados (124 milhões no universal e 24 milhões no CadUnico) e proporcionalmente menor de custos (R$ 78 bilhões no universal e R$ 58 bilhões no CadUnico).</em></strong></p>
<p><strong><em>&#8211; A remuneração das empresas de ônibus seria por passageiro transportado no caso da tarifa zero só para CadUnico, o que poderia resultar em coletivos mais lotados e aumento de frota inferior ao necessário, além de problemas de falta de transparência e operacionalidade na Bilhetagem Eletrônica. No Tarifa Zero para todos, as viações seriam pagas pelos serviços prestados e não pela demanda de passageiros. Ou seja, quanto mais ônibus colocam nas ruas, mais elas recebem. A quantidade de ônibus seria definida pelas prefeituras.</em></strong></p>
<p><strong><em>&#8211; Entre os benefícios da tarifa zero universal, de acordo com os estudos, estão que mais pessoas deixariam carros e motos em casa e passariam a usar mais os ônibus, impactando positivamente na redução do trânsito e da poluição, e haveria maior circulação das pessoas em comércios e estabelecimentos de cultura e lazer, com reflexos de ganho na economia. Somente com tarifa zero pelo CadUnico, não haveria atração ao transporte público, porque pela renda das pessoas, elas em geral já usam os ônibus. Mas com a tarifa zero universal, quem gasta dinheiro no carro e moto, seria induzido a economizar este recurso.</em></strong></p>
<p>O Brasil tem hoje 137 cidades com tarifa zero, entre total ou parcial (para alguns grupos de passageiros ou em dias específicos para todos, sem contar com as gratuidades previstas e lei federal), sendo o país com mais municípios do mundo com gratuidades nos ônibus, ainda de acordo com o levantamento.</p>
<h2><strong>ÔNIBUS COM TARIFA ZERO:</strong></h2>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-482762" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-21-at-19.01.55.jpeg?resize=716%2C403&#038;ssl=1" alt="" width="716" height="403" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-21-at-19.01.55.jpeg?w=716&amp;ssl=1 716w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-21-at-19.01.55.jpeg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-21-at-19.01.55.jpeg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-21-at-19.01.55.jpeg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 716px) 100vw, 716px" /></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-475094" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/09/9c29e25b-076d-42f7-90d7-63fabf585dc4.jpg?resize=1600%2C1192&#038;ssl=1" alt="" width="1600" height="1192" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/09/9c29e25b-076d-42f7-90d7-63fabf585dc4.jpg?w=1600&amp;ssl=1 1600w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/09/9c29e25b-076d-42f7-90d7-63fabf585dc4.jpg?resize=300%2C224&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/09/9c29e25b-076d-42f7-90d7-63fabf585dc4.jpg?resize=1024%2C763&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/09/9c29e25b-076d-42f7-90d7-63fabf585dc4.jpg?resize=150%2C112&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/09/9c29e25b-076d-42f7-90d7-63fabf585dc4.jpg?resize=768%2C572&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/09/9c29e25b-076d-42f7-90d7-63fabf585dc4.jpg?resize=1536%2C1144&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/09/9c29e25b-076d-42f7-90d7-63fabf585dc4.jpg?resize=400%2C298&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-475093" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/09/a696a2d1-eb81-4da1-b91b-917808dc27c2.jpg?resize=1600%2C1200&#038;ssl=1" alt="" width="1600" height="1200" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/09/a696a2d1-eb81-4da1-b91b-917808dc27c2.jpg?w=1600&amp;ssl=1 1600w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/09/a696a2d1-eb81-4da1-b91b-917808dc27c2.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/09/a696a2d1-eb81-4da1-b91b-917808dc27c2.jpg?resize=1024%2C768&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/09/a696a2d1-eb81-4da1-b91b-917808dc27c2.jpg?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/09/a696a2d1-eb81-4da1-b91b-917808dc27c2.jpg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/09/a696a2d1-eb81-4da1-b91b-917808dc27c2.jpg?resize=1536%2C1152&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/09/a696a2d1-eb81-4da1-b91b-917808dc27c2.jpg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-475092" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/09/9ed47504-ee4b-4be0-9494-e170da1ff384.jpg?resize=1600%2C1200&#038;ssl=1" alt="" width="1600" height="1200" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/09/9ed47504-ee4b-4be0-9494-e170da1ff384.jpg?w=1600&amp;ssl=1 1600w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/09/9ed47504-ee4b-4be0-9494-e170da1ff384.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/09/9ed47504-ee4b-4be0-9494-e170da1ff384.jpg?resize=1024%2C768&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/09/9ed47504-ee4b-4be0-9494-e170da1ff384.jpg?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/09/9ed47504-ee4b-4be0-9494-e170da1ff384.jpg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/09/9ed47504-ee4b-4be0-9494-e170da1ff384.jpg?resize=1536%2C1152&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/09/9ed47504-ee4b-4be0-9494-e170da1ff384.jpg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-475091" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/09/a93a0325-8060-4b60-809a-4a432279d0cc.jpg?resize=1600%2C1236&#038;ssl=1" alt="" width="1600" height="1236" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/09/a93a0325-8060-4b60-809a-4a432279d0cc.jpg?w=1600&amp;ssl=1 1600w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/09/a93a0325-8060-4b60-809a-4a432279d0cc.jpg?resize=300%2C232&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/09/a93a0325-8060-4b60-809a-4a432279d0cc.jpg?resize=1024%2C791&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/09/a93a0325-8060-4b60-809a-4a432279d0cc.jpg?resize=150%2C116&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/09/a93a0325-8060-4b60-809a-4a432279d0cc.jpg?resize=768%2C593&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/09/a93a0325-8060-4b60-809a-4a432279d0cc.jpg?resize=1536%2C1187&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/09/a93a0325-8060-4b60-809a-4a432279d0cc.jpg?resize=400%2C309&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-475090" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/09/91d53bad-1a92-478d-be47-8ecd9d23f54d.jpg?resize=1600%2C1200&#038;ssl=1" alt="" width="1600" height="1200" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/09/91d53bad-1a92-478d-be47-8ecd9d23f54d.jpg?w=1600&amp;ssl=1 1600w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/09/91d53bad-1a92-478d-be47-8ecd9d23f54d.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/09/91d53bad-1a92-478d-be47-8ecd9d23f54d.jpg?resize=1024%2C768&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/09/91d53bad-1a92-478d-be47-8ecd9d23f54d.jpg?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/09/91d53bad-1a92-478d-be47-8ecd9d23f54d.jpg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/09/91d53bad-1a92-478d-be47-8ecd9d23f54d.jpg?resize=1536%2C1152&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/09/91d53bad-1a92-478d-be47-8ecd9d23f54d.jpg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-475089" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/09/a6547007-2a64-4200-9374-3ec74f4bade3.jpg?resize=1600%2C1200&#038;ssl=1" alt="" width="1600" height="1200" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/09/a6547007-2a64-4200-9374-3ec74f4bade3.jpg?w=1600&amp;ssl=1 1600w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/09/a6547007-2a64-4200-9374-3ec74f4bade3.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/09/a6547007-2a64-4200-9374-3ec74f4bade3.jpg?resize=1024%2C768&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/09/a6547007-2a64-4200-9374-3ec74f4bade3.jpg?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/09/a6547007-2a64-4200-9374-3ec74f4bade3.jpg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/09/a6547007-2a64-4200-9374-3ec74f4bade3.jpg?resize=1536%2C1152&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/09/a6547007-2a64-4200-9374-3ec74f4bade3.jpg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-475088" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/09/d89d9bbf-0722-41fc-b2f0-30c360f16dc9.jpg?resize=1600%2C1166&#038;ssl=1" alt="" width="1600" height="1166" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/09/d89d9bbf-0722-41fc-b2f0-30c360f16dc9.jpg?w=1600&amp;ssl=1 1600w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/09/d89d9bbf-0722-41fc-b2f0-30c360f16dc9.jpg?resize=300%2C219&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/09/d89d9bbf-0722-41fc-b2f0-30c360f16dc9.jpg?resize=1024%2C746&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/09/d89d9bbf-0722-41fc-b2f0-30c360f16dc9.jpg?resize=150%2C109&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/09/d89d9bbf-0722-41fc-b2f0-30c360f16dc9.jpg?resize=768%2C560&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/09/d89d9bbf-0722-41fc-b2f0-30c360f16dc9.jpg?resize=1536%2C1119&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/09/d89d9bbf-0722-41fc-b2f0-30c360f16dc9.jpg?resize=400%2C292&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-475087" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/09/0b265b87-03df-404d-aa41-982f1a912864.jpg?resize=1600%2C1066&#038;ssl=1" alt="" width="1600" height="1066" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/09/0b265b87-03df-404d-aa41-982f1a912864.jpg?w=1600&amp;ssl=1 1600w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/09/0b265b87-03df-404d-aa41-982f1a912864.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/09/0b265b87-03df-404d-aa41-982f1a912864.jpg?resize=1024%2C682&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/09/0b265b87-03df-404d-aa41-982f1a912864.jpg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/09/0b265b87-03df-404d-aa41-982f1a912864.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/09/0b265b87-03df-404d-aa41-982f1a912864.jpg?resize=1536%2C1023&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/09/0b265b87-03df-404d-aa41-982f1a912864.jpg?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
<h3></h3>
<h3><strong><em>ADAMO BAZANI, jornalista especializado em transportes – MTB 31.521 (formação superior)</em></strong></h3>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>0</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/06/tarifa-zero-nos-onibus-intermunicipais-de-sao-paulo-tem-parecer-favoravel-por-relator-da-comissao-de-constituicao-da-alesp-e-projeto-avanca/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=514163</guid>
  </item>
  <item>
    <title>Ônibus colide na traseira de bitrem e interdita faixa em rodovia de Piracicaba (SP)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/06/onibus-colide-na-traseira-de-bitrem-e-interdita-faixa-em-rodovia-de-piracicaba-sp/</link>
	<dc:creator><![CDATA[sennayuri]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/06/onibus-colide-na-traseira-de-bitrem-e-interdita-faixa-em-rodovia-de-piracicaba-sp/#comments</comments>
    <pubDate>Wed, 06 May 2026 09:27:37 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Acidente ocorreu durante a madrugada e mobilizou equipes de resgate e perícia no km 5 da SPI-162/308 YURI SENA Um ônibus colidiu na traseira de um bitrem na madrugada desta terça-feira, no km 5 da rodovia SPI-162/308, em Piracicaba, no interior de São Paulo. De acordo com informações da Polícia Militar Rodoviária, o coletivo seguia [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="618" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/dfd4b636-639f-4ef4-bc95-81dd6b908e6d-e1778059642845.jpg?fit=1024%2C618&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><i><span style="font-weight: 400;">Acidente ocorreu durante a madrugada e mobilizou equipes de resgate e perícia no km 5 da SPI-162/308</span></i></p>
<p><b><i>YURI SENA</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um ônibus colidiu na traseira de um bitrem na madrugada desta terça-feira, no km 5 da rodovia SPI-162/308, em Piracicaba, no interior de São Paulo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com informações da Polícia Militar Rodoviária, o coletivo seguia pela faixa 2 no sentido norte quando, por motivos ainda a serem apurados, ocorreu a batida.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Após o impacto, o ônibus ficou imobilizado sobre a própria faixa de rolamento, enquanto o bitrem parou no acostamento. Por volta das 2h45, um guincho pesado realizou a remoção do coletivo para o acostamento, mas a faixa 2 permaneceu interditada devido à presença de destroços na pista.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Equipes da concessionária e da Polícia Militar Rodoviária atuaram no atendimento da ocorrência e na organização do tráfego. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Às 3h18, a Polícia Técnica chegou ao local para iniciar os trabalhos de perícia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A quantidade de passageiros envolvidos foi revisada pelas equipes no local, mas não houve detalhamento oficial sobre o estado das vítimas até o momento. As causas do acidente seguem sob investigação.</span></p>
<p><b><i>Yuri Sena, para o Diário do Transporte</i></b></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>0</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/06/onibus-colide-na-traseira-de-bitrem-e-interdita-faixa-em-rodovia-de-piracicaba-sp/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=514158</guid>
  </item>
  <item>
    <title>Novo PAC tem transferências obrigatórias definidas para compra de ônibus em diversas cidades, corredores para São Bernardo do Campo e trens da linha 7</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/06/novo-pac-tem-transferencias-obrigatorias-definidas-para-compra-de-onibus-em-diversas-cidades-corredores-para-sao-bernardo-do-campo-e-trens-da-linha-7/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/06/novo-pac-tem-transferencias-obrigatorias-definidas-para-compra-de-onibus-em-diversas-cidades-corredores-para-sao-bernardo-do-campo-e-trens-da-linha-7/#comments</comments>
    <pubDate>Wed, 06 May 2026 08:56:32 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Também foram incluídos 100 ônibus elétricos para a Região Metropolitana de Recife e coletivos para capitais ADAMO BAZANI O Comitê Gestor do Programa de Aceleração do Crescimento publicou em Diário Oficial da União desta quarta-feira, 06 de maio de 2026, as transferências de recursos para estados e municípios que passam, agora, a ser obrigatórias e [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="593" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/tedxtiot.jpg?fit=1024%2C593&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/tedxtiot.jpg?w=1058&amp;ssl=1 1058w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/tedxtiot.jpg?resize=300%2C174&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/tedxtiot.jpg?resize=1024%2C593&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/tedxtiot.jpg?resize=150%2C87&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/tedxtiot.jpg?resize=768%2C445&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/tedxtiot.jpg?resize=400%2C232&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Também foram incluídos 100 ônibus elétricos para a Região Metropolitana de Recife e coletivos para capitais</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>O Comitê Gestor do Programa de Aceleração do Crescimento publicou em Diário Oficial da União desta quarta-feira, 06 de maio de 2026, as transferências de recursos para estados e municípios que passam, agora, a ser obrigatórias e serão incluídas no Sistema Integrado de Planejamento e Orçamento &#8211; SIOP pela Secretaria de Orçamento Federal.</p>
<p>São ações em diversas áreas, como saúde, mobilidade urbana, saneamento básica, urbanização e educação.</p>
<p>No caso da mobilidade, entre as liberações que se tornam obrigatórias estão recursos para a PPP (Parceria Público Privada) da linha 7-Rubi, concedida no Pacote do Trem Intercidades São Paulo (SP) x Campinas (SP), 100 ônibus elétricos para a região metropolitana de Recife, centenas de ônibus para diversas cidades, incluindo capitais, e corredores de ônibus em São Bernardo do Campo (SP), incluindo os Corredores Montanhão e 31 de Março</p>
<table class="dou-table">
<tbody>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Cidades Sustentáveis e Resilientes</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Mobilidade Urbana Sustentável</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Semáforos Inteligentes para Priorização do Transporte Público Coletivo</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">MCID</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Natal/RN</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Cidades Sustentáveis e Resilientes</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Mobilidade Urbana Sustentável</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Implantação de Centro de Controle Operacional e abrigos em paradas de ônibus</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">MCID</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Rio Grande/RS</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Cidades Sustentáveis e Resilientes</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Mobilidade Urbana Sustentável</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Faixa Exclusiva &#8211; Binário Rua Monsenhor Gercino e Rua Florianópolis</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">MCID</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Joinville/SC</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Cidades Sustentáveis e Resilientes</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Mobilidade Urbana Sustentável</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Corredor de ônibus do Montanhão</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">MCID</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">São Bernardo do Campo/SP</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Cidades Sustentáveis e Resilientes</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Mobilidade Urbana Sustentável</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Corredor de ônibus 31 de Março</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">MCID</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">São Bernardo do Campo/SP</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Cidades Sustentáveis e Resilientes</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Mobilidade Urbana Sustentável</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Requalificação da Linha 7 Rubi no escopo da PPP do Trem Intercidades</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">MCID</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">São Paulo, Franco da Rocha, Francisco Morato e Jundiaí/SP</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table class="dou-table">
<tbody>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Cidades Sustentáveis e Resilientes</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Mobilidade Urbana Sustentável</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Aquisição 100 ônibus elétricos para Região Metropolitana de Recife/PE</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">MCID</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Recife/PE</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Cidades Sustentáveis e Resilientes</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Mobilidade Urbana Sustentável</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Aquisição de Ônibus para Transporte Público Coletivo Urbano</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">MCID</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Manaus/AM</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Cidades Sustentáveis e Resilientes</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Mobilidade Urbana Sustentável</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Aquisição de Ônibus para Transporte Público Coletivo Urbano</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">MCID</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Fortaleza/CE</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Cidades Sustentáveis e Resilientes</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Mobilidade Urbana Sustentável</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Aquisição de Ônibus para Transporte Público Coletivo Urbano</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">MCID</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Colatina/ES</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Cidades Sustentáveis e Resilientes</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Mobilidade Urbana Sustentável</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Aquisição de Ônibus para Transporte Público Coletivo Urbano</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">MCID</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Viçosa/MG</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Cidades Sustentáveis e Resilientes</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Mobilidade Urbana Sustentável</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Aquisição de Ônibus para Transporte Público Coletivo Urbano</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">MCID</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Belo Horizonte/MG</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Cidades Sustentáveis e Resilientes</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Mobilidade Urbana Sustentável</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Aquisição de Ônibus para Transporte Público Coletivo Urbano</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">MCID</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Belo Horizonte/MG</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table class="dou-table">
<tbody>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Cidades Sustentáveis e Resilientes</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Mobilidade Urbana Sustentável</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Aquisição de Ônibus para Transporte Público Coletivo Urbano</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">MCID</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Ubá, Visconde do Rio Branco e Tocantins/MG</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Cidades Sustentáveis e Resilientes</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Mobilidade Urbana Sustentável</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Aquisição de Ônibus para Transporte Público Coletivo Urbano</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">MCID</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Cuiabá/MT</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Cidades Sustentáveis e Resilientes</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Mobilidade Urbana Sustentável</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Aquisição de Ônibus para Transporte Público Coletivo Urbano</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">MCID</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Recife, Camaragibe e</p>
<p class="dou-paragraph">São Lourenço da Mata/PE</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Cidades Sustentáveis e Resilientes</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Mobilidade Urbana Sustentável</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Aquisição de Ônibus para Transporte Público Coletivo Urbano</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">MCID</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Itamaracá, Araçoiaba, Itapissuma, Igarassu, Abreu e Lima, Paulista, Olinda e Recife/PE</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Cidades Sustentáveis e Resilientes</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Mobilidade Urbana Sustentável</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Aquisição de Ônibus para Transporte Público Coletivo Urbano</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">MCID</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Cianorte/PR</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Cidades Sustentáveis e Resilientes</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Mobilidade Urbana Sustentável</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Aquisição de Ônibus para Transporte Público Coletivo Urbano</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">MCID</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Curitiba/PR</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Cidades Sustentáveis e Resilientes</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Mobilidade Urbana Sustentável</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Aquisição de Ônibus para Transporte Público Coletivo Urbano</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">MCID</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Toledo/PR</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Cidades Sustentáveis e Resilientes</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Mobilidade Urbana Sustentável</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Aquisição de Ônibus para Transporte Público Coletivo Urbano</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">MCID</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Curitiba, Colombo e Bocaiuva do Sul/PR</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Cidades Sustentáveis e Resilientes</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Mobilidade Urbana Sustentável</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Aquisição de Ônibus para Transporte Público Coletivo Urbano</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">MCID</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Curitiba e Pinhais/PR</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Cidades Sustentáveis e Resilientes</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Mobilidade Urbana Sustentável</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Aquisição de Ônibus para Transporte Público Coletivo Urbano</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">MCID</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Campo Mourão/PR</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Cidades Sustentáveis e Resilientes</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Mobilidade Urbana Sustentável</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Aquisição de Ônibus para Transporte Público Coletivo Urbano</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">MCID</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Araucária e Curitiba/PR</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Cidades Sustentáveis e Resilientes</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Mobilidade Urbana Sustentável</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Aquisição de Ônibus para Transporte Público Coletivo Urbano</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">MCID</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Petrópolis/RJ</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Cidades Sustentáveis e Resilientes</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Mobilidade Urbana Sustentável</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Aquisição de Ônibus para Transporte Público Coletivo Urbano</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">MCID</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Porto Alegre/RS</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Cidades Sustentáveis e Resilientes</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Mobilidade Urbana Sustentável</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Aquisição de Ônibus para Transporte Público Coletivo Urbano</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">MCID</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Porto Alegre/RS</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Cidades Sustentáveis e Resilientes</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Mobilidade Urbana Sustentável</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Aquisição de Ônibus para Transporte Público Coletivo Urbano</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">MCID</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Porto Alegre/RS</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Cidades Sustentáveis e Resilientes</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Mobilidade Urbana Sustentável</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Aquisição de Ônibus para Transporte Público Coletivo Urbano</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">MCID</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Ijuí/RS</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Cidades Sustentáveis e Resilientes</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Mobilidade Urbana Sustentável</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Aquisição de Ônibus para Transporte Público Coletivo Urbano</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">MCID</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Gramado/RS</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Cidades Sustentáveis e Resilientes</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Mobilidade Urbana Sustentável</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Aquisição de Ônibus para Transporte Público Coletivo Urbano</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">MCID</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Aracaju, Nossa Senhora do Socorro e Barra dos Coqueiros/SE</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Cidades Sustentáveis e Resilientes</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Mobilidade Urbana Sustentável</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Aquisição de Ônibus para Transporte Público Coletivo Urbano</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">MCID</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Itapecerica da Serra e São Paulo/SP</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Cidades Sustentáveis e Resilientes</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Mobilidade Urbana Sustentável</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Aquisição de Ônibus para Transporte Público Coletivo Urbano</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">MCID</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Guarulhos e São Paulo/SP</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Cidades Sustentáveis e Resilientes</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Mobilidade Urbana Sustentável</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Aquisição de Ônibus para Transporte Público Coletivo Urbano</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">MCID</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Guarulhos/SP</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Cidades Sustentáveis e Resilientes</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Mobilidade Urbana Sustentável</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Aquisição de Ônibus para Transporte Público Coletivo Urbano</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">MCID</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Guarulhos/SP</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Cidades Sustentáveis e Resilientes</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Mobilidade Urbana Sustentável</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Aquisição de Ônibus para Transporte Público Coletivo Urbano</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">MCID</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Mogi das Cruzes, Guararema, Arujá, Santa Isabel, Igaratá, Jacareí, São José dos Campos e Caçapava/SP</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Cidades Sustentáveis e Resilientes</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Mobilidade Urbana Sustentável</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Aquisição de Ônibus para Transporte Público Coletivo Urbano</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">MCID</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Caieiras/SP</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p class="dou-paragraph">
<p class="dou-paragraph">
<table class="dou-table">
<tbody>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Cidades Sustentáveis e Resilientes</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Mobilidade Urbana Sustentável</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Aquisição de Ônibus para Transporte Público Coletivo Urbano</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">MCID</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Itapecerica da Serra e São Paulo/SP</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Cidades Sustentáveis e Resilientes</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Mobilidade Urbana Sustentável</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Aquisição de Ônibus para Transporte Público Coletivo Urbano</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">MCID</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">São José do Rio Preto/SP</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Cidades Sustentáveis e Resilientes</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Mobilidade Urbana Sustentável</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Aquisição de Ônibus para Transporte Público Coletivo Urbano</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">MCID</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">São Paulo/SP</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Cidades Sustentáveis e Resilientes</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Mobilidade Urbana Sustentável</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Aquisição de Ônibus para Transporte Público Coletivo Urbano</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">MCID</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">São Paulo/SP</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Cidades Sustentáveis e Resilientes</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Mobilidade Urbana Sustentável</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Aquisição de Ônibus para Transporte Público Coletivo Urbano</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">MCID</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">São Paulo/SP</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>0</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/06/novo-pac-tem-transferencias-obrigatorias-definidas-para-compra-de-onibus-em-diversas-cidades-corredores-para-sao-bernardo-do-campo-e-trens-da-linha-7/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=514153</guid>
  </item>
  <item>
    <title>EXCLUSIVO: Guerino Seiscento e a briga contra gigantes: Foram 307 mercados liberados na primeira janela da ANTT</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/06/exclusivo-guerino-seiscento-e-a-briga-contra-gigantes-foram-307-mercados-liberados-na-primeira-janela-da-antt/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/06/exclusivo-guerino-seiscento-e-a-briga-contra-gigantes-foram-307-mercados-liberados-na-primeira-janela-da-antt/#comments</comments>
    <pubDate>Wed, 06 May 2026 08:30:47 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[ANTT]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Reportagens Especiais]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Autorizações travam concorrência com Penha, Princesa do Norte e Expresso de Prata (Grupo Comporte); Gontijo, Garcia, Expresso Nordeste, entre outras ADAMO BAZANI A empresa de ônibus rodoviários Guerino Sesicento, de Tupã, no interior de São Paulo, já pegou uma fama no mercado de ônibus: ser “boa de briga”, o que não significa necessariamente ganhar sempre, [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="733" height="522" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-05-at-20.39.46.jpeg?fit=733%2C522&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-05-at-20.39.46.jpeg?w=733&amp;ssl=1 733w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-05-at-20.39.46.jpeg?resize=300%2C214&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-05-at-20.39.46.jpeg?resize=150%2C107&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-05-at-20.39.46.jpeg?resize=400%2C285&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 733px) 100vw, 733px" /> <p><em>Autorizações travam concorrência com Penha, Princesa do Norte e Expresso de Prata (Grupo Comporte); Gontijo, Garcia, Expresso Nordeste, entre outras</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A empresa de ônibus rodoviários Guerino Sesicento, de Tupã, no interior de São Paulo, já pegou uma fama no mercado de ônibus: ser “boa de briga”, o que não significa necessariamente ganhar sempre, mas não ter medo.</p>
<p>A primeira janela para solicitação de novos trechos de linhas rodoviárias interestaduais aberta pela ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) reforça essa característica da companhia.</p>
<p>A Guerino Seiscento obteve a liberação de 307 mercados.</p>
<p>No “caminho” grandes grupos empresariais. Deste total, 268 mercados são, até então, sem atendimento, o que não significa que não haja linhas nas regiões abrangidas em estados como Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná e São Paulo, além do Distrito Federal.</p>
<p>Já para mercados que têm uma empresa só atendendo até agora, são 39 trechos liberados.</p>
<p>Aí, dá para sentir a vontade de competir da Guerino. Entre os futuros concorrentes nos trechos, por exemplo, estão Empresa Nossa Senhora da Penha, Princesa do Norte e Expresso de Prata (Grupo Comporte); Gontijo, Viação Garcia, Expresso Nordeste.</p>
<p>Com uma frota de cerca de 450 veículos, entre rodoviários e urbanos-suburbanos não é pequena, mas não se compara a gigantes grupos empresariais que atuam há décadas no segmento.</p>
<p>A companhia também está há décadas, desde 1946 na atividade, levando hoje o nome do fundador.</p>
<p>Por diversas ocasiões, o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> mostra que a companhia bate de frente, muitas vezes com as brigas parando em tribunais, contra grupos de muito maior porte, como o Grupo Comporte, da família de Constantino de Oliveira, fundador da Gol Linhas Aéreas, com quase 10 mil ônibus e concessões nas áreas de trem e metrô.</p>
<p>O argumento basicamente foi o mesmo em todos os processos: que tais grandes grupos querem manter monopólios e oligopólios e impedir menores de operar.</p>
<p>Até mesmo no CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), a Guerino tentou impedir a incorporação das empresas Reunidas Paulista e Expresso Fênix pela Viação Piracicabana, uma das maiores do Grupo Comporte&#8230;..Mas não conseguiu e o órgão do Ministério da Justiça entendeu que não se tratou se concentração inadequada.</p>
<p>O editor-chefe e criador do Diário do Transporte, Adamo Bazani, tem atualizado as informações sobre o procedimento que, na aposta da ANTT, deve ampliar o atendimento em todo o País e a concorrência, muito embora, segundo advogados especialistas ouvidos pelo site, na prática, os números de novos serviços aos cidadão serão menores que o anunciado pela agência federal, já que muitas empresas não vão atender a todas exigências para a operação e alguns destes mercados são isolados, não conseguem compor linhas e conexões e não devem ter viabilidade econômica ou técnica. A ANTT aprovou 47.291 mercados. Desse total, 38.379 referem-se a mercados até então não atendidos, chamados pela agência de “mercados desatendidos”.  Outros 8.912 mercados são atualmente operados por apenas uma empresa e foram classificados pela ANTT como “mercados monopolistas”. Além disso, 5.459 mercados (11,5% do total) serão submetidos a processo seletivo público.</p>
<p><strong>Mercados até então sem atendimento: </strong>268</p>
<p>Exemplos</p>
<p>Aparecida do Taboado (MS) x Curitiba (PR) e Araçatuba (SP); Belo Horizonte (MG) x Andradina (SP) e Lins (SP); Brasilândia (MS) x Curitiba (PR); Brasília (DF) x Aparecida do Taboado (MS); Campo Grande (MS) x Jales (SP); Costa Rica (MS) x Londrina (PR e Maringá (PR); Goiânia (GO) x Tupã (SP); Ponta Grossa (PR) x São Carlos (SP);</p>
<p>Mercados com uma empresa até então: 39</p>
<p>Exemplos</p>
<p>Belo Horizonte (MG) x Araçatuba (SP) – Gontijo; Campo Mourão (PR) x Limeira (SP) – Expresso Nordeste; Curitiba (PR) x Adamantina (SP) – Penha com conexão Expresso de Prata/Grupo Comporte; Paranaíba (MS) x Presidente Prudente (SP) – LopesSul; Ponta Grossa (PR) x Jaú (SP) – Princesa do Norte/Grupo Comporte; Maringá (PR) x Barretos (SP) – Viação Garcia</p>
<p style="text-align: center;"><strong>GRUPOS TRADICIONAIS X &#8220;START UPS&#8221;</strong></p>
<p>A ANTT aprovou 47.291 mercados. Desse total, 38.379 referem-se a mercados até então não atendidos, chamados pela agência de “mercados desatendidos”.  Outros 8.912 mercados são atualmente operados por apenas uma empresa e foram classificados pela ANTT como “mercados monopolistas”. Com isso, o total de mercados autorizados administrativamente deverá saltar de 33.961 para 72.340 — um crescimento de 113%. Além disso, 5.459 mercados (11,5% do total) serão submetidos a processo seletivo público.</p>
<p>Cada &#8220;janela da ANTT&#8221; é uma oportunidade para, de acordo com as atuais regras do setor, que as empresas solicitem autorizações para operar, privilegiando trechos onde não há nenhum tipo de atendimento ainda ou apenas uma companhia atuando.</p>
<p>Com a marca própria Flixbus, a gigante alemã conseguiu 1158 mercados onde não havia oferta até então e 72 mercados onde já há uma oferta, somando 1230 mercados. A FlixBus está no Brasil desde 2021, mas a atuação na Europa começou em 2011 e hoje se tornou gigante, tendo, inclusive frota própria de ônibus e operando até mesmo ferrovias.</p>
<p>A Buser, criada no Brasil em 2017, obteve 27 mercados autorizados, sendo 26 onde não havia atendimento e um para concorrer onde há uma empresa apenas. Mas as liberações não foram para a Buser em si, mas para duas empresas de linhas regulares que comprou, a Transportes Santa Maria, de São Bernardo do Campo, no ABC Paulista; e Expresso JK, do Distrito Federal. Ambas já atuavam no setor dessas linhas. O aplicativo Buser se caracterizou pelo que chama de &#8220;fretamento colaborativo&#8221;, modelo que é alvo de um debate jurídico sobre se é legal ou não no Brasil.</p>
<p><strong>Veja os detalhes:</strong></p>
<p>Em 28 de abril de 2026, o criador e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, Adamo Bazani, mostrou que o aplicativo  Buser vai operar 27 mercados.</p>
<p>As operações se darão por meio da compra recente pelo aplicativo das empresas Transportes Santa Maria, de São Bernardo do Campo, no ABC Paulista; e Expresso JK, do Distrito Federal.</p>
<p>Somente em relação aos chamados mercados “desatendidos”, que são ligações para as quais não havia nenhuma oferta, são 26, sendo 18 pela empresa do ABC e oito pela JK.</p>
<p>Barbacena (MG) x Santo André (SP); Campo Belo (MG) x São Bernardo do Campo (SP); Formiga (MG) x São José do Rio Preto (SP); são alguns exemplos pela Santa Maria e; Morrinhos (MG) x Belo Horizonte (MG); Pinhas (PR) x Registro (SP) e Rio de Janeiro (RJ) x Itaquaquecetuba (SP), pela JK, são casos dos mercados antes sem oferta de ligações.</p>
<p>Já entre os mercados que tinham a atuação de uma só empresa, a Buser vai operar, pela Expresso JK, a ligação Contagem (MG) x Três Rios (RJ).</p>
<p>Relembre:</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="PtFhYkRIpj"><p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/04/28/exclusivo-buser-ganhou-mais-27-mercados-de-onibus-de-linhas-regulares-interestaduais-com-janelas-da-antt/">EXCLUSIVO: Buser ganhou mais 27 mercados de ônibus de linhas regulares interestaduais com janelas da ANTT</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;EXCLUSIVO: Buser ganhou mais 27 mercados de ônibus de linhas regulares interestaduais com janelas da ANTT&#8221; &#8212; Diário do Transporte" src="https://diariodotransporte.com.br/2026/04/28/exclusivo-buser-ganhou-mais-27-mercados-de-onibus-de-linhas-regulares-interestaduais-com-janelas-da-antt/embed/#?secret=pLavPCsVJ6#?secret=PtFhYkRIpj" data-secret="PtFhYkRIpj" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>No dia 27 de abril de 2026, Adamo Bazani mostrou que a plataforma internacional Flixbus conseguiu autorizações para operar diretamente linhas de ônibus nestas janelas.</p>
<p>Foram 1158 mercados onde não havia oferta até então, que são chamados pela ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), de mercados desatendidos, tendo a Flixbus como contemplada 1.: Alagoinhas (BA) x Jaboatão dos Guararapes (PE); Balneário Camboriú (SC) x Umbaúba (SE); Bayeux (PB) x Santo André (SP); Camapuã (MS) x Cascavel (PR) estão entre os exemplos.</p>
<p>A plataforma também vai atender 72 mercados onde já há uma oferta, como Curitiba (PR) x São Vicente.</p>
<p>Relembre:</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="zS9hcCq2KL"><p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/04/27/em-primeira-mao-janelas-da-antt-flixbus-tem-1158-mercados-antes-sem-atendimento-e-gontijo-3024-sobre-monopolistas-aguia-branca-vai-coincidir-com-rotas-da-itapemirim/">EM PRIMEIRA-MÃO: Janelas da ANTT: Flixbus tem 1158 mercados antes sem atendimento e, Gontijo 3024. Sobre “monopolistas”, Águia Branca vai coincidir com rotas da Itapemirim</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;EM PRIMEIRA-MÃO: Janelas da ANTT: Flixbus tem 1158 mercados antes sem atendimento e, Gontijo 3024. Sobre “monopolistas”, Águia Branca vai coincidir com rotas da Itapemirim&#8221; &#8212; Diário do Transporte" src="https://diariodotransporte.com.br/2026/04/27/em-primeira-mao-janelas-da-antt-flixbus-tem-1158-mercados-antes-sem-atendimento-e-gontijo-3024-sobre-monopolistas-aguia-branca-vai-coincidir-com-rotas-da-itapemirim/embed/#?secret=SXjRFd2l7H#?secret=zS9hcCq2KL" data-secret="zS9hcCq2KL" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>Os modelos de negócios foram escolhidos de forma diferente.</p>
<p>Enquanto a Flixbus fez as solicitações diretas por sua marca, a Buser foi contemplada por meio das compras de viações de linhas regulares que fez.</p>
<p>O criador e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> noticiou em primeira mão, de forma oficial, a aquisição.</p>
<p>Relembre:</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="6dbKwP5oE0"><p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/03/29/holding-da-buser-adquire-cnpj-da-transportes-santa-maria-do-abc-paulista-para-operacoes-rodoviarias-interestaduais-regulares-jk-ja-havia-sido-adquirida/">Holding da Buser adquire CNPJ da Transportes Santa Maria, do ABC Paulista, para operações rodoviárias interestaduais regulares. JK já havia sido adquirida</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;Holding da Buser adquire CNPJ da Transportes Santa Maria, do ABC Paulista, para operações rodoviárias interestaduais regulares. JK já havia sido adquirida&#8221; &#8212; Diário do Transporte" src="https://diariodotransporte.com.br/2026/03/29/holding-da-buser-adquire-cnpj-da-transportes-santa-maria-do-abc-paulista-para-operacoes-rodoviarias-interestaduais-regulares-jk-ja-havia-sido-adquirida/embed/#?secret=QWOOh3ZueC#?secret=6dbKwP5oE0" data-secret="6dbKwP5oE0" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>O <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> mostrou também que mesmo com participação da Buser e Flixbus na primeira janela da ANTT, associação que reúne aplicativos vê resultados com cautela.</p>
<p>Segundo Amobitec (Associação Brasileira de Mobilidade e Tecnologia), não há evidências ainda de que os benefícios para empresas e para os passageiros serão reais e muitos destes mercados não serão possíveis.</p>
<p>Relembre:</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="KrT4Lx3Q3t"><p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/05/01/mesmo-com-participacao-da-buser-e-flixbus-na-primeira-janela-da-antt-associacao-que-reune-aplicativos-ve-resultados-com-cautela/">Mesmo com participação da Buser e Flixbus na primeira janela da ANTT, associação que reúne aplicativos vê resultados com cautela</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;Mesmo com participação da Buser e Flixbus na primeira janela da ANTT, associação que reúne aplicativos vê resultados com cautela&#8221; &#8212; Diário do Transporte" src="https://diariodotransporte.com.br/2026/05/01/mesmo-com-participacao-da-buser-e-flixbus-na-primeira-janela-da-antt-associacao-que-reune-aplicativos-ve-resultados-com-cautela/embed/#?secret=ExbFK2VZX0#?secret=KrT4Lx3Q3t" data-secret="KrT4Lx3Q3t" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>O criador e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte,</em></strong> Adamo Bazani, conversou em uma reportagem especial de <strong><em>“pós-divulgação dos resultados dos mercados aprovados”</em></strong> com vários advogados especializados neste setor e em segurança jurídica.</p>
<p>Todos entendem que houve avanços, mas também entendem ser necessária cautela e aliaram riscos jurídicos e operacionais.</p>
<p><strong><em>“Grande parte dos mercados concedidos não vai ser operada, porque muitos destes mercados não são viáveis ou não conseguem compor uma linha rentável na prática. Resumindo: a janela no final pode ser uma grande ilusão” </em></strong>– explicou o advogado especializado em transportes rodoviários, considerado uma das referências no setor, Ilo Löbel da Luz.</p>
<p>Por este motivo, a advogada especializada em direito empresarial, Liana Variani, aponta também que, além da viabilidade econômica toda nova operação precisa ser avaliada pelo ponto de vista de risco jurídico.</p>
<p><strong><em>“Toda regulamentação nova requer uma análise aprofundada por equipes de advogados especializados. Esta avaliação deve considerar as novas regras em si, a tal letra fria, mas as realidades próprias da empresa, levando em conta o contexto operacional, organizacional, concorrencial e até mesmo geográfico de determina operação. Vale a pena, então, entender o texto e o contexto de forma ampla e individualizada ao mesmo tempo”</em></strong> – disse.</p>
<p><strong><em>“Para empresas que nunca operaram no modal rodoviário interestadual — como parece ser o caso de pelo menos parte das contempladas nesta rodada —, a curva de aprendizado regulatório pode ser longa e custosa. Infrações no início da operação, mesmo que involuntárias, geram autuações com penalidades significativas, suspensões e até cassação da autorização”. </em></strong>– detalhou a advogada especializada no setor rodoviário, Rita Januzzi.</p>
<p>Segundo o especialista em direito voltado para a área de transportes, o advogado Lucas Turquino, haverá acirramento concorrencial riscos de litígio.</p>
<p><strong><em>“Um ponto que merece atenção jurídica é o acirramento competitivo que os resultados desta janela revelam — e em alguns casos, explicitamente agravam. Alguns novos vão aparecer outros vão se ampliar”</em></strong> – disse.</p>
<p>A matéria especial você acessa neste link:</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="DGENOhFXa4"><p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/05/01/primeira-janela-de-onibus-rodoviarios-da-antt-pode-ser-pura-ilusao-grande-parte-dos-mercados-aprovados-nao-vai-virar-realidade-e-vai-ter-muita-briga-na-justica/">ENTREVISTAS: Primeira janela de ônibus rodoviários da ANTT pode ser “pura ilusão”, grande parte dos mercados aprovados não vai virar realidade e vai ter muita briga na Justiça</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;ENTREVISTAS: Primeira janela de ônibus rodoviários da ANTT pode ser “pura ilusão”, grande parte dos mercados aprovados não vai virar realidade e vai ter muita briga na Justiça&#8221; &#8212; Diário do Transporte" src="https://diariodotransporte.com.br/2026/05/01/primeira-janela-de-onibus-rodoviarios-da-antt-pode-ser-pura-ilusao-grande-parte-dos-mercados-aprovados-nao-vai-virar-realidade-e-vai-ter-muita-briga-na-justica/embed/#?secret=VCxrWtglHs#?secret=DGENOhFXa4" data-secret="DGENOhFXa4" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p><strong>O QUE SÃO JANELAS E QUANTAS SÃO:</strong></p>
<p>As chamadas &#8216;janelas de entrada&#8217; são períodos predefinidos pela agência durante os quais empresas de transporte rodoviário interestadual e internacional de passageiros podem apresentar requerimentos para obter novas autorizações de linhas ou para a ampliação de serviços já existentes. Fora dessas janelas, o sistema regulatório é, em regra, fechado para novos pedidos.</p>
<p>Como mostrou o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, em 24 de abril de 2026, a ANTT aprovou 47.291 mercados. Desse total, 38.379 referem-se a mercados até então não atendidos, chamados pela agência de “mercados desatendidos”.  Outros 8.912 mercados são atualmente operados por apenas uma empresa e foram classificados pela ANTT como “mercados monopolistas”. Com isso, o total de mercados autorizados administrativamente deverá saltar de 33.961 para 72.340 — um crescimento de 113%.</p>
<p>A reportagem completa do editor e criador do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, Adamo Bazani, sobre as janelas, você confere neste link:</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="SYehAb2vy0"><p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/04/26/antt-publica-resultados-de-abertura-de-janelas-extraordinarias-de-mercado-de-onibus-rodoviarios-e-estima-aumento-de-52-no-numero-de-empresas/">ANTT publica resultados de abertura de janelas extraordinárias de mercado de ônibus rodoviários e estima aumento de 52% no número de empresas</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;ANTT publica resultados de abertura de janelas extraordinárias de mercado de ônibus rodoviários e estima aumento de 52% no número de empresas&#8221; &#8212; Diário do Transporte" src="https://diariodotransporte.com.br/2026/04/26/antt-publica-resultados-de-abertura-de-janelas-extraordinarias-de-mercado-de-onibus-rodoviarios-e-estima-aumento-de-52-no-numero-de-empresas/embed/#?secret=53q6S1bR3d#?secret=SYehAb2vy0" data-secret="SYehAb2vy0" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>1</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/06/exclusivo-guerino-seiscento-e-a-briga-contra-gigantes-foram-307-mercados-liberados-na-primeira-janela-da-antt/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=514130</guid>
  </item>
  <item>
    <title>EXCLUSIVO: Marcopolo prevê crescimento no segundo semestre de 2026 em especial por causa de rodoviários e do Caminho da Escola. Transmilênio na mira</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/06/exclusivo-marcopolo-preve-crescimento-no-segundo-semestre-de-2026-em-especial-por-causa-de-rodoviarios-e-do-caminho-da-escola-transmilenio-na-mira/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/06/exclusivo-marcopolo-preve-crescimento-no-segundo-semestre-de-2026-em-especial-por-causa-de-rodoviarios-e-do-caminho-da-escola-transmilenio-na-mira/#comments</comments>
    <pubDate>Wed, 06 May 2026 08:18:22 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[O “efeito Trump” tem sido devastador para urbanos. Inclusão de ônibus no MOVE II deve antecipar compras ADAMO BAZANI A “salvação” do setor de ônibus no Brasil para este ano de 2026 virá de duas fontes: Caminho da Escola, programa do Governo Federal para habilitação de Estados e Municípios para adquirir ônibus escolares, e também [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="376" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Design-sem-nome.png?fit=800%2C376&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Design-sem-nome.png?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Design-sem-nome.png?resize=300%2C141&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Design-sem-nome.png?resize=150%2C71&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Design-sem-nome.png?resize=768%2C361&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Design-sem-nome.png?resize=400%2C188&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /> <p><em>O “efeito Trump” tem sido devastador para urbanos. Inclusão de ônibus no MOVE II deve antecipar compras</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A “salvação” do setor de ônibus no Brasil para este ano de 2026 virá de duas fontes: Caminho da Escola, programa do Governo Federal para habilitação de Estados e Municípios para adquirir ônibus escolares, e também dos modelos rodoviários. No mercado internacional, um dos focos que podem trazer maiores volumes é a licitação para a compra de frota no sistema Transmilênio, de Bogotá, na Colômbia.</p>
<p>Estes três fatores reforçam a aposta da fabricante de carrocerias e ônibus integrais Marcopolo, de Caxias (RS).</p>
<p>A estimativa é de crescimento para o segundo semestre de 2026, tanto em volume como em lucratividade. A previsão foi divulgada em conferência para o mercado e investidores, que teve a cobertura do criador e editor-chefe do<strong><em> Diário do Transporte</em></strong>, Adamo Bazani, na manhã desta terça-feira, 05 de maio de 2026.</p>
<p>Como já havia mostrado o <strong><em>Diário do Transporte,</em></strong> companhia divulgou nesta segunda-feira (04), que registrou um lucro líquido consolidado de R$ 264,6 milhões no período, marcando o crescimento de 8,8% em comparação aos R$ 243,1 milhões do primeiro trimestre de 2025.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/05/04/lucro-liquido-da-marcopolo-cresce-88-no-primeiro-trimestre-de-2026-e-alcanca-r-2646-milhoes/">https://diariodotransporte.com.br/2026/05/04/lucro-liquido-da-marcopolo-cresce-88-no-primeiro-trimestre-de-2026-e-alcanca-r-2646-milhoes/</a></p>
<p><strong>CAMINHO DA ESCOLA:</strong></p>
<p>Somente em relação ao Caminho da Escola, executivos da companhia explicaram que a Marcopolo direta ou indiretamente foi habilitada para o fornecimento de 7.210 unidades, das quais, 620 já montados com a marca Volare, 2200 com dimensões de urbanos encarroçados sobre diferentes marcas de chassis e 4370 encarroçados também na categoria micro-ônibus.</p>
<p>Como mostrou o Diário do Transporte, após um ano de entraves e desencontros, finalmente, em 14 de abril de 2026, ocorreu a sessão de ofertas para a licitação bilionária do Ministério da Educação. Agora, está em andamento a fase de envio de documentação e análise por parte do Ministério.</p>
<p>Ao todo, são 13 modelos totalizando 7.470 veículos.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/04/15/exclusivo-confira-os-lances-da-licitacao-bilionaria-do-caminho-da-escola-para-a-compra-de-7-470-onibus-escolares-volkswagen-com-88/">https://diariodotransporte.com.br/2026/04/15/exclusivo-confira-os-lances-da-licitacao-bilionaria-do-caminho-da-escola-para-a-compra-de-7-470-onibus-escolares-volkswagen-com-88/</a></p>
<p>No Caminho da Escola, a Marcopolo fornece com as marcas Volare e Neobus.</p>
<p>Na conferência, os executivos da fabricante disseram que o volume do Caminho da Escola deve impactar positivamente nos resultados da companhia no segundo semestre de 2026 e ao longo do ano de 2027.</p>
<p><strong>RODOVIÁRIOS:</strong></p>
<p>Os rodoviários, que em volume têm menores quantidades em todo o mercado de ônibus, mas possuem maior valor agregado (são mais caros), também levantam boas perspectivas para o ano de 2026, de acordo com a Marcopolo.</p>
<p>São diversos fatores, desde os impactos do conflito no Oriente Médio sobre os preços do combustível de aviação e migração dos passageiros para as rodoviárias, a sazonalidade natural para a demanda maior de usuários de fim de ano e uma demanda reprimida por renovação de frota. Em geral, os ônibus das rodovias ainda estão com idade acima do habitual, reflexo residual da pandemia de covid-19 (2018-2023)</p>
<p><strong>URBANOS:</strong></p>
<p>O capítulo negativo para o ano de 2026 será em relação ao segmento de urbanos, que já está abaixo das expectativas que eram positivas por causa das eleições.</p>
<p>Neste caso, o “efeito Trump” tem sido devastador com a guerra no Oriente Médio.</p>
<p>O peso da inflação sobre o óleo diesel é mais sentido pelo segmento de urbanos que não espera migrações de outros meios de transportes (como do avião para o rodoviário).</p>
<p>Além disso, os reajustes de tarifas e subsídios são, em geral, anuais. Assim, os custos maiores têm sido “engolidos” por operadores. Para compensar os custos maiores, a estratégia é deixar mais para a frente as compras de ônibus novos planejadas.</p>
<p>Como o cenário é incerto, ou seja, não se saber quando o presidente norte-americano, Donald Trump, e o Irã vão de fato entrar num acordo e encerrar a guerra, não há sequer como prever reaquecimento.</p>
<p><strong>MOVE BRASIL:</strong></p>
<p>Os executivos da Marcopolo que realizaram a apresentação dos resultados na teleconferência também destacaram como positiva a inclusão de ônibus na fase 2 do Programa MOVE, do Governo Federal.</p>
<p>Segundo a fabricante, o custo de crédito do MOVE está melhor que de linhas atuais como Finame ou crédito direto.</p>
<p>Com isso, na visão dos representantes da produtora, o MOVE também deve ser decisivo em algumas compras antecipadas e, mais uma vez, é o segmento de ônibus rodoviários que, em geral, possui menos linhas de financiamento que urbanos, não contando, por exemplo, com recursos do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) e Refrota, do Governo Federal.</p>
<p>Como já havia anunciado o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> nas últimas semanas, nesta quinta-feira, 30 de abril de 2026, o Governo Federal anunciou a segunda fase do MOVE Brasil, programa para renovação de frota de veículos pesados, um dia antes do fim da validade da medida provisória que havia instituído a primeira etapa, desta vez, com mais que o dobro do valor disponível: R$ 21,2 bilhões ante R$ 10 bilhões da primeira versão.</p>
<p>Além de taxas de juros mais baixas e maiores prazos de carência e de período para diluir as parcelas, uma das diferenças foi a inclusão de implementos rodoviários e de ônibus.</p>
<p>Para os veículos de transportes coletivos de passageiros, destes R$ 21,2 bilhões, esta nova etapa prevê R$ 2 bilhões.</p>
<p>Pode parecer uma pequena parcela, mas foi vista positivamente por donos de empresas de ônibus e fabricantes.</p>
<p>Ao editor-chefe e criador do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, Adamo Bazani, o presidente da Fabus, associação que reúne os fabricantes de carrocerias de ônibus, Rubens Bisi, disse que desde o ano passado o setor trabalhava para esta inclusão.</p>
<p>A primeira versão só contemplava caminhões.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/05/01/entrevista-inclusao-de-onibus-no-move-2-foi-trabalhada-desde-o-ano-passado-e-e-conquista-do-setor/">https://diariodotransporte.com.br/2026/05/01/entrevista-inclusao-de-onibus-no-move-2-foi-trabalhada-desde-o-ano-passado-e-e-conquista-do-setor/</a></p>
<p><strong>TRANSMILÊNIO:</strong></p>
<p>Em relação ao mercado externo, a Marcopolo sinalizou como positivas algumas situações e outras com perspectivas menos otimistas.</p>
<p>Os mercados mexicano, com a forte concorrência e ainda a consolidação da linha de rodoviários da Geração 8 (G8), e argentino, com retração econômica são sinais de dúvidas para 2026.</p>
<p>Já entre os cenários positivos estão a Austrália, que ainda deve ser um dos principais volumes para a Marcopolo e a Colômbia, esta em especial por causa da licitação da compra de milhares de ônibus para renovação e expansão de frota do sistema da capital Bogotá e região, Transmilênio.</p>
<p>Umas das preocupações é que as compras vão focar em modelos menos poluentes ou de emissão zero, em especial, elétricos.</p>
<p>Apesar de a Marcopolo atuar no segmento de eletromobilidade, com o modelo integral Attivi, a aposta vai ser no encarroçamento.</p>
<p>A fabricante vai ter de competir com fabricantes chineses que conseguem grandes volumes e preços menores.</p>
<p>Um dos caminhos é estabelecer parcerias com os chineses no encarroçamento e carroceria, mas, muitos destes fabricantes optam por modelos monoblocos (feitos integralmente), o que não é cultura ainda na Colômbia, mas também não era no Chile e os modelos viraram predominantes no sistema de Santiago, como mostrou o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>. O mercado latino-americano de ônibus elétricos está nos radares dos gigantes chineses.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/04/03/china-avanca-pela-america-latina-yutong-exporta-600-onibus-a-diesel-para-a-nicaragua-diario-do-transporte-conferiu-de-perto-e-presencialmente-o-fenomeno-em-paises-como-colombia-e-chile/">https://diariodotransporte.com.br/2026/04/03/china-avanca-pela-america-latina-yutong-exporta-600-onibus-a-diesel-para-a-nicaragua-diario-do-transporte-conferiu-de-perto-e-presencialmente-o-fenomeno-em-paises-como-colombia-e-chile/</a></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-513986" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/2-2.png?resize=800%2C450&#038;ssl=1" alt="" width="800" height="450" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/2-2.png?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/2-2.png?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/2-2.png?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/2-2.png?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/2-2.png?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /> <img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-513985" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/3-1.png?resize=800%2C450&#038;ssl=1" alt="" width="800" height="450" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/3-1.png?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/3-1.png?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/3-1.png?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/3-1.png?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/3-1.png?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /> <img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-513983" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1-2.png?resize=800%2C450&#038;ssl=1" alt="" width="800" height="450" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1-2.png?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1-2.png?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1-2.png?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1-2.png?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1-2.png?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<h1>A HISTÓRIA DO G 8:</h1>
<p><u>O <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> cobriu o evento antes mesmo da abertura oficial ao público em geral, com atividades apenas para imprensa especializada mundial a partir do dia 02, tendo viajado a convite da Mercedes-Benz do Brasil. O repórter Adamo Bazani, do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, foi um dos poucos jornalistas brasileiros presencialmente na Busworld, a maior feira de ônibus do mundo.</u></p>
<p>Por causa do convite da Mercedes-Benz, foi possível para o Brasil trazer informações em primeira mão, inclusive da Marcopolo.</p>
<p>Em 03 de outubro de 2025, antes mesmo da abertura geral ao público, em dia dedicado à imprensa especializada, o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> gerou matéria do estande da Marcopolo revelando que a marca comercializou 5 mil unidades da Geração 8, desde o lançamento em 20 de julho de 2021, em meio a pandemia de covid-19.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2025/10/03/video-exclusivo-marcopolo-alcanca-5-mil-unidades-do-g-8-e-faz-lancamento-na-busworld-2025/">https://diariodotransporte.com.br/2025/10/03/video-exclusivo-marcopolo-alcanca-5-mil-unidades-do-g-8-e-faz-lancamento-na-busworld-2025/</a></p>
<p><div style="width: 1276px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-514008-3" width="1276" height="720" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/10/MARCOPOLO-BUS-WORLD-SEXTA-03-1.mp4?_=3" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/10/MARCOPOLO-BUS-WORLD-SEXTA-03-1.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/10/MARCOPOLO-BUS-WORLD-SEXTA-03-1.mp4</a></video></div></p>
<p>No dia seguinte, em 04 de outubro de 2025, o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> trazia uma entrevista exclusiva com os executivos da marca, <strong><em>Ricardo Portolan</em></strong> e <strong><em>João Paulo Ledur</em></strong>, que detalharam os planos da empresa para a Europa. Segundo eles, já houve contatos e negociações com empresários e operadores europeus para as primeiras vendas, que devem se concretizar em breve.</p>
<p>As entregas iniciais estão previstas para ocorrer a partir do último trimestre de 2026, após a finalização de todas as homologações. França, Itália, Espanha e Portugal devem ser os primeiros mercados. Os executivos também comentaram sobre os planos em relação ao urbano elétrico Attivi e sobre a perspectiva da Marcopolo quanto às normas de redução de emissões na Europa. Como mostrou o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, um dos grandes desafios tem sido a infraestrutura para os chamados veículos de classe três, que são os ônibus rodoviários de longa distância.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2025/10/04/entrevista-g8-da-marcopolo-na-europa-ja-tem-consultas-de-operadores-e-primeiras-entregas-ocorrem-a-partir-de-setembro-de-2026/">https://diariodotransporte.com.br/2025/10/04/entrevista-g8-da-marcopolo-na-europa-ja-tem-consultas-de-operadores-e-primeiras-entregas-ocorrem-a-partir-de-setembro-de-2026/</a></p>
<p>e</p>
<p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=5dPGQvlmYnM">https://www.youtube.com/watch?v=5dPGQvlmYnM</a></p>
<p>No mesmo dia, o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> também trouxe outro destaque da Marcopolo S.A.: HORSE Powertrain, em parceria com a Volare, da Marcopolo, apresentaram uma tecnologia de motores híbridos (a etanol + eletricidade) que promete praticamente dobrar a autonomia das baterias.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2025/10/04/volare-marcopolo-e-horse-apresentam-tecnologia-hibrida-que-promete-dobrar-a-autonomia-de-baterias/">https://diariodotransporte.com.br/2025/10/04/volare-marcopolo-e-horse-apresentam-tecnologia-hibrida-que-promete-dobrar-a-autonomia-de-baterias/</a></p>
<p>e</p>
<p><a href="https://youtu.be/oLPDl08zyTM">https://youtu.be/oLPDl08zyTM</a></p>
<p><strong>O LANÇAMENTO DO G 8:</strong></p>
<p>Apresentado oficialmente em 20 de julho de 2021, com a Viação Águia Branca, do Espírito Santo, a adquirir a primeira unidade comercial, a Geração 8 da Marcopolo prometeu diversas inovações: Faróis com maior alcance, carroceria mais leve e com nova aerodinâmica, novo tipo de reclinação de poltronas pneumática, acabamento que evita trepidações, dutos de ar-condicionado que não ocupam porta-pacotes, quatro centrais elétricas, plásticos com deformidade programada em vez de fibra de vidro estão entre as novidades que, segundo empresa, provavam que nova geração vai além de mudanças estéticas.</p>
<p>Relembre:</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="FBWsKIRzuA"><p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2021/07/20/entrevista-e-mais-de-20-fotos-marcopolo-lanca-geracao-8-com-celula-de-sobrevivencia-ao-motorista-espaco-interno-ampliado-para-passageiros-e-aerodinamica-que-reduz-consumo-de-diesel/">ENTREVISTA e mais de 20 fotos: Marcopolo lança Geração 8 com célula de sobrevivência ao motorista, espaço interno ampliado para passageiros e aerodinâmica que reduz consumo de diesel </a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;ENTREVISTA e mais de 20 fotos: Marcopolo lança Geração 8 com célula de sobrevivência ao motorista, espaço interno ampliado para passageiros e aerodinâmica que reduz consumo de diesel &#8221; &#8212; Diário do Transporte" src="https://diariodotransporte.com.br/2021/07/20/entrevista-e-mais-de-20-fotos-marcopolo-lanca-geracao-8-com-celula-de-sobrevivencia-ao-motorista-espaco-interno-ampliado-para-passageiros-e-aerodinamica-que-reduz-consumo-de-diesel/embed/#?secret=ssCQiyJ8gG#?secret=FBWsKIRzuA" data-secret="FBWsKIRzuA" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p><strong>O MILÉSIMO G 8:</strong></p>
<p>Pouco menos de oito meses após o lançamento, a Geração 8 de ônibus rodoviários da Marcopolo atingia a marca de mil unidades produzidas, entre as diferentes versões do Viaggio e do Paradiso.</p>
<p>No dia 19 de abril de 2023, a Marcopolo comunicou de forma oficial que o milésimo ônibus foi um Double Decker – modelo de dois andares – comprado pela Viação Garcia, do Grupo Viação Garcia Brasil Sul.</p>
<p>A milésima unidade da Geração 8 da Marcopolo fez parte de um pedido de 53 novos ônibus do Grupo Garcia-Brasil Sul (Viação Garcia e Brasil Sul), sendo 28 Paradiso G8 1800 DD, 19 veículos Paradiso G8 1200 e seis Viaggio G7 900, para linhas rodoviárias interestaduais e intermunicipais e em serviço de fretamento contínuo (Viaggio 900).</p>
<p>Relembre:</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="SnO5Oiq3zS"><p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2023/04/19/garcia-renova-com-mais-53-onibus-e-adquire-a-milesima-unidade-do-g8/">Garcia renova com mais 53 ônibus e adquire a milésima unidade do G8</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;Garcia renova com mais 53 ônibus e adquire a milésima unidade do G8&#8221; &#8212; Diário do Transporte" src="https://diariodotransporte.com.br/2023/04/19/garcia-renova-com-mais-53-onibus-e-adquire-a-milesima-unidade-do-g8/embed/#?secret=WPANkYLyTG#?secret=SnO5Oiq3zS" data-secret="SnO5Oiq3zS" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p><strong>QUATRO MIL ÔNIBUS EM TRÊS ANOS:</strong></p>
<p>A oitava geração de ônibus rodoviários da Marcopolo, chamada de G8, atingiu em agosto de 2024, mais de quatro mil unidades vendidas desde quando foi lançada em 20 de julho de 2021.</p>
<p>O número foi revelado pela Marcopolo na Lat.Bus 2024, evento de mobilidade que ocorreu entre os dias 06 e 08 de agosto na capital paulista.</p>
<p>Na feira, foi apresentado oficialmente o modelo Viaggio 1050, da linha de produtos G8, e, como noticiou em primeira mão o <em><strong>Diário do Transporte</strong></em>, já com 50 unidades vendidas.</p>
<p>Relembre:</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="bnrpcxP1Aq"><p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2024/08/06/viaggio-g8-1050-ja-tem-mais-de-50-unidades-vendidas-e-e-um-dos-destaques-da-marcopolo-da-latbus-2024/">Viaggio G8 1050 já tem mais de 50 unidades vendidas e é um dos destaques da Marcopolo da LatBus 2024</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;Viaggio G8 1050 já tem mais de 50 unidades vendidas e é um dos destaques da Marcopolo da LatBus 2024&#8221; &#8212; Diário do Transporte" src="https://diariodotransporte.com.br/2024/08/06/viaggio-g8-1050-ja-tem-mais-de-50-unidades-vendidas-e-e-um-dos-destaques-da-marcopolo-da-latbus-2024/embed/#?secret=4Tj250zDuy#?secret=bnrpcxP1Aq" data-secret="bnrpcxP1Aq" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>Com o lançamento, a linha de carrocerias G8 passa a contar com os seguintes modelos: Viaggio 800, Viaggio 1050, Paradiso 1050, Paradiso 1200, Paradiso 1350, Paradiso 1600 LD (Low Driver) – amplos bagageiros, Paradiso 1800 DD (Double Decker) – dois andares.</p>
<p>O ônibus de dois andares responde por 2,2 mil unidades de todas as cerca de quatro mil entre todos os modelos da Geração 8.</p>
<p>No mesmo período, foram aproximadamente 900 ônibus G8 exportados.</p>
<p><strong>UM DOS MAIS BONITOS DO MUNDO, EVENTOS INTERNACIONAIS E CINCO MIL UNIDADES:</strong></p>
<p>A linha da Geração 8, da brasileira Marcopolo, pode ser considerada uma das mais bonitas para ônibus rodoviários do Planeta e integrou um dos principais painéis mundiais sobre tendências de design para veículos deste tipo.</p>
<p>Não é exagero.</p>
<p>A Marcopolo participou da Busworld 2025, em Bruxelas, na Bélgica, não apenas expondo os veículos, como já havia mostrado do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> – Relembre: <a href="https://diariodotransporte.com.br/2025/10/04/entrevista-g8-da-marcopolo-na-europa-ja-tem-consultas-de-operadores-e-primeiras-entregas-ocorrem-a-partir-de-setembro-de-2026/">https://diariodotransporte.com.br/2025/10/04/entrevista-g8-da-marcopolo-na-europa-ja-tem-consultas-de-operadores-e-primeiras-entregas-ocorrem-a-partir-de-setembro-de-2026/</a></p>
<p>A fabricante nacional integrou o Congresso 2025 da feira mais importante do setor de transportes por ônibus do mundo.</p>
<p>O diretor de Engenharia, Luciano Resner, expôs o case da geração 8 (G8) no painel “Trends in exterior and interior coach design and infotainment” – “Tendências do design e entretenimento exterior e interior em ônibus rodoviários).</p>
<p><u>A Busworld é o evento mais relevante de ônibus em todo o Planeta. O <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> foi um dos poucos veículos de comunicação profissional do Brasil a cobrir presencialmente, indo à feira a convite da <strong>Mercedes-Benz.</strong> Pelos corredores da Busworld foi possível ver pessoas de todas as regiões do Planeta. O que vai ser o futuro dos transportes globalmente passa pela Busworld.</u></p>
<p>Na ocasião, sobre a Marcopolo, o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> conversou com os executivos da marca, Ricardo Portolan e João Paulo Ledur, que detalharam os planos da empresa para a Europa. Segundo eles, já houve contatos e negociações com empresários e operadores europeus para as primeiras vendas, que devem se concretizar em breve.</p>
<p>As entregas iniciais estão previstas para ocorrer a partir do último trimestre de 2026, após a finalização de todas as homologações. França, Itália, Espanha e Portugal devem ser os primeiros mercados.</p>
<p>Já sobre o painel, a Marcopolo diz que Luciano Resner apresentou o processo de desenvolvimento do design exterior e interior dos ônibus da marca, reconhecido internacionalmente pelo superior conforto, segurança e tecnologia.</p>
<p>Luciano enfatizou o desenvolvimento da aerodinâmica, feito em túnel de vento para se alcançar um dos mais baixos coeficientes de penetração para um veículo de mais de 3.000mm de altura e área frontal de cerca de 10 m2.</p>
<p><strong><em>“No processo de desenvolvimento do design dos ônibus Marcopolo focamos em cinco pilares: Sofisticação, Tecnologia, Segurança, Conforto e Experiência. E, por intermédio do equilíbrio entre esses pontos vitais para a concepção do veículo, alcançamos o modelo ideal”,</em></strong> destaca Luciano Resner.</p>
<p>Assim, a Marcopolo definiu as linhas da Geração 8, com desenho limpo e linhas fluidas e aerodinâmicas. O resultado é um veículo com melhor eficiência energética, menor consumo de combustível e pneus, maior espaço interno e para bagagens, e conforto e segurança para os ocupantes.</p>
<p>A Geração 8 de ônibus rodoviários Marcopolo foi lançada em meio a pandemia de covid 19, em 20 de julho de 2021, e já conta com mais de 5 mil unidades produzidas, das quais cerca de 1.600 exportadas para mais de 20 países.</p>
<p>Sobre o fato de ter alcançado 5 mil unidades, o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> trouxe a informação em primeira mão na Busworld 2025.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2025/10/03/video-exclusivo-marcopolo-alcanca-5-mil-unidades-do-g-8-e-faz-lancamento-na-busworld-2025/">https://diariodotransporte.com.br/2025/10/03/video-exclusivo-marcopolo-alcanca-5-mil-unidades-do-g-8-e-faz-lancamento-na-busworld-2025/</a></p>
<p><strong>Busworld 2023:</strong></p>
<p>A Marcopolo já havia participado de uma Busworld com o G8. Foi na edição anterior, a de 2023.</p>
<p>Segundo o diretor de Engenharia, Luciano Resner, o conforto interno dos modelos da Geração 8 se destaca pela ergonomia, poltronas que envolvem o passageiro, espaço para circulação, capacidade dos porta-pacotes e acessibilidade. “<strong><em>Na edição da Busworld de 2023, todos os visitantes e participantes que estiveram no nosso estande se surpreenderam com o conforto, segurança e tecnologia do modelo Paradiso 1800 DD que apresentamos”,</em> </strong>comenta Luciano.</p>
<p><strong><em>Aspectos como mais conforto para curtas, médias e grandes viagens, ergonomia com poltronas que se ajustam ao corpo, materiais exclusivos para mais sofisticação e opções integradas ao assento foram estudados e trabalhados para alcançar os melhores resultados aos passageiros.</em></strong> &#8211; complementou</p>
<p><strong>iF Design Award</strong></p>
<p>O design da Geração 8 Marcopolo, em 2022, recebeu o prêmio iF AWARD 2022, um dos mais importantes de design de todo o mundo. Um júri independente de especialistas internacionais em design elegeu os projetos premiados com base em cinco critérios (Ideia, Forma, Função, Diferenciação, Impacto).</p>
<p><em> <strong>“Essa conquista demonstra a vanguarda internacional do ônibus Marcopolo, combinando estilo à funcionalidade do veículo para a concepção de um produto inédito e exclusivo que consolida a identidade e valores da marca”</strong>, </em>enfatiza o Luciano Resner.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><div style="width: 1276px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-514008-4" width="1276" height="720" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/10/MARCOPOLO-BUS-WORLD-SEXTA-03.mp4?_=4" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/10/MARCOPOLO-BUS-WORLD-SEXTA-03.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/10/MARCOPOLO-BUS-WORLD-SEXTA-03.mp4</a></video></div></p>
<p>O <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> viajou à BusWorld 2025, na Bélgica, a convite da Mercedes-Benz do Brasil.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-479742" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/10/MARCOPOLO-BUS-WORLD-0310-4.jpg?resize=800%2C600&#038;ssl=1" alt="" width="800" height="600" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/10/MARCOPOLO-BUS-WORLD-0310-4.jpg?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/10/MARCOPOLO-BUS-WORLD-0310-4.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/10/MARCOPOLO-BUS-WORLD-0310-4.jpg?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/10/MARCOPOLO-BUS-WORLD-0310-4.jpg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/10/MARCOPOLO-BUS-WORLD-0310-4.jpg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-479744" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/10/MARCOPOLO-BUS-WORLD-0310-2.jpg?resize=800%2C600&#038;ssl=1" alt="" width="800" height="600" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/10/MARCOPOLO-BUS-WORLD-0310-2.jpg?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/10/MARCOPOLO-BUS-WORLD-0310-2.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/10/MARCOPOLO-BUS-WORLD-0310-2.jpg?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/10/MARCOPOLO-BUS-WORLD-0310-2.jpg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/10/MARCOPOLO-BUS-WORLD-0310-2.jpg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-479743" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/10/MARCOPOLO-BUS-WORLD-0310-3.jpg?resize=800%2C600&#038;ssl=1" alt="" width="800" height="600" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/10/MARCOPOLO-BUS-WORLD-0310-3.jpg?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/10/MARCOPOLO-BUS-WORLD-0310-3.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/10/MARCOPOLO-BUS-WORLD-0310-3.jpg?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/10/MARCOPOLO-BUS-WORLD-0310-3.jpg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/10/MARCOPOLO-BUS-WORLD-0310-3.jpg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-479745" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/10/MARCOPOLO-BUS-WORLD-0310-1.jpg?resize=800%2C600&#038;ssl=1" alt="" width="800" height="600" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/10/MARCOPOLO-BUS-WORLD-0310-1.jpg?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/10/MARCOPOLO-BUS-WORLD-0310-1.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/10/MARCOPOLO-BUS-WORLD-0310-1.jpg?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/10/MARCOPOLO-BUS-WORLD-0310-1.jpg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/10/MARCOPOLO-BUS-WORLD-0310-1.jpg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-479746" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/10/MARCOPOLO-BUS-WORLD-0310.jpg?resize=800%2C600&#038;ssl=1" alt="" width="800" height="600" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/10/MARCOPOLO-BUS-WORLD-0310.jpg?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/10/MARCOPOLO-BUS-WORLD-0310.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/10/MARCOPOLO-BUS-WORLD-0310.jpg?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/10/MARCOPOLO-BUS-WORLD-0310.jpg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/10/MARCOPOLO-BUS-WORLD-0310.jpg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p>O ano era 2021, ápice da pandemia de covid-19. Ninguém sabia para onde o mundo iria. Ninguém sabia se o mercado de ônibus conseguiria se recuperar.</p>
<p>A principal excelência do transporte, o passageiro, havia sumido. E o passageiro mostrou mais uma vez que é o ponto fundamental de tudo.</p>
<p>A partir daí, indústria, operadores e gestores públicos começaram a fazer o que deveriam já ter realizado há décadas e décadas, olhar com mais carinho os usuários.</p>
<p>Diante das incertezas, a Marcopolo fez uma jogada. Lançou em pleno auge da crise uma nova família de produtos, a geração 8.</p>
<p>A apresentação ocorreu no espaço natural do passageiro, o terminal rodoviário e o maior da América Latina, o Tietê.</p>
<p>Hoje, a Marcopolo vê os frutos da aposta. A pandemia foi superada, talvez nem tudo ainda se recuperou, mas o mercado de ônibus rodoviários voltou a ter fôlego. E enquanto as outras tentavam fazer futurologia, a Marcopolo apostou no presente e colheu no futuro.</p>
<p>Na Busworld 2025, que acontece na Bélgica, a empresa anuncia 5 mil unidades dos diversos ônibus rodoviários da geração 8.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>0</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/06/exclusivo-marcopolo-preve-crescimento-no-segundo-semestre-de-2026-em-especial-por-causa-de-rodoviarios-e-do-caminho-da-escola-transmilenio-na-mira/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=514008</guid>
  </item>
  <item>
    <title>Consórcio Anhanguera é autorizado a paralisar temporariamente duas linhas entre Itapevi e Osasco*</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/06/consorcio-anhanguera-e-autorizado-a-paralisar-temporariamente-duas-linhas-entre-itapevi-e-osasco/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/06/consorcio-anhanguera-e-autorizado-a-paralisar-temporariamente-duas-linhas-entre-itapevi-e-osasco/#comments</comments>
    <pubDate>Wed, 06 May 2026 07:52:02 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Atendimentos 350BI1 e 350EX1 poderão ser suspensos por 180 dias a partir de 07 de maio de 2026 ALEXANDRE PELEGI A ARTESP autorizou parcialmente o pedido do Consórcio Anhanguera para a paralisação temporária de dois atendimentos metropolitanos entre Itapevi e Osasco, na Grande São Paulo. A decisão foi publicada no Diário Oficial do Estado de [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="635" height="451" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2023-01-16-at-18.04.11.jpeg?fit=635%2C451&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2023-01-16-at-18.04.11.jpeg?w=635&amp;ssl=1 635w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2023-01-16-at-18.04.11.jpeg?resize=300%2C213&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2023-01-16-at-18.04.11.jpeg?resize=150%2C107&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2023-01-16-at-18.04.11.jpeg?resize=400%2C284&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 635px) 100vw, 635px" /> 
<p><br>Atendimentos 350BI1 e 350EX1 poderão ser suspensos por 180 dias a partir de 07 de maio de 2026<br><br>ALEXANDRE PELEGI<br><br>A ARTESP autorizou parcialmente o pedido do Consórcio Anhanguera para a paralisação temporária de dois atendimentos metropolitanos entre Itapevi e Osasco, na Grande São Paulo.<br><br>A decisão foi publicada no Diário Oficial do Estado de São Paulo desta quarta-feira, 06 de maio de 2026, no Caderno Executivo, seção Atos Normativos.<br><br>De acordo com o despacho, a paralisação vale por um período inicial de 180 dias, a partir de 07 de maio de 2026.<br><br>As linhas intermunicipais mencionadas são operadas pela empresa Benfica BBTT, integrante do Consórcio Anhanguera. As operações são coordenadas pela EMTU (Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos de São Paulo), responsável pelo gerenciamento do transporte metropolitano por ônibus na Região Metropolitana de São Paulo.<br><br>Os atendimentos autorizados à suspensão temporária são:<br><br>C-350BI1-000-R – Itapevi (Vila Gioia) x Osasco (Vila Yara), via Estrada Velha de Itapevi. A linha realiza ligação entre bairros de Itapevi e a região de Vila Yara, em Osasco, utilizando a antiga estrada que conecta os municípios.<br><br>C-350EX1-000-R – Itapevi (Cohab) x Osasco (Terminal Vila Yara), via Hospital Regional Rota dos Bandeirantes, em Barueri. O serviço possui característica mais expressa e atende importantes polos urbanos e de saúde da região.<br><br>A decisão não extingue as linhas, mas autoriza a paralisação temporária dos atendimentos pelo prazo inicial definido pela agência reguladora.<br><br>Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes</p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>0</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/06/consorcio-anhanguera-e-autorizado-a-paralisar-temporariamente-duas-linhas-entre-itapevi-e-osasco/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=514150</guid>
  </item>
  <item>
    <title>ANTT autoriza Princesa do Norte e Itamarati em novas linhas interestaduais, homologa renúncias da Viação Sete e Emtram e nega pedidos da Eucatur</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/06/antt-autoriza-princesa-do-norte-e-itamarati-em-novas-linhas-interestaduais-homologa-renuncias-da-viacao-sete-e-emtram-e-nega-pedidos-da-eucatur/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/06/antt-autoriza-princesa-do-norte-e-itamarati-em-novas-linhas-interestaduais-homologa-renuncias-da-viacao-sete-e-emtram-e-nega-pedidos-da-eucatur/#comments</comments>
    <pubDate>Wed, 06 May 2026 07:45:26 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Decisões da SUPAS foram publicadas no Diário Oficial da União desta quarta-feira, 06 de maio de 2026 A ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) publicou no Diário Oficial da União desta quarta-feira, 06 de maio de 2026, uma série de decisões da SUPAS envolvendo o transporte rodoviário interestadual de passageiros. Entre os atos, a agência [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="792" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/20260426_172347.jpg?fit=1024%2C792&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/20260426_172347.jpg?w=2657&amp;ssl=1 2657w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/20260426_172347.jpg?resize=300%2C232&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/20260426_172347.jpg?resize=1024%2C792&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/20260426_172347.jpg?resize=150%2C116&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/20260426_172347.jpg?resize=768%2C594&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/20260426_172347.jpg?resize=1536%2C1189&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/20260426_172347.jpg?resize=2048%2C1585&amp;ssl=1 2048w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/20260426_172347.jpg?resize=400%2C310&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> 
<p><br><br>Decisões da SUPAS foram publicadas no Diário Oficial da União desta quarta-feira, 06 de maio de 2026<br><br>A ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) publicou no Diário Oficial da União desta quarta-feira, 06 de maio de 2026, uma série de decisões da SUPAS envolvendo o transporte rodoviário interestadual de passageiros.<br><br>Entre os atos, a agência emitiu novos Termos de Autorização para a Empresa Princesa do Norte e para a Expresso Itamarati, homologou renúncias da Viação Sete e da Emtram e indeferiu pedidos da Eucatur (Solimões Transportes de Passageiros e Cargas) para operação conjunta com linha intermunicipal em Rondônia.<br><br>Pela Decisão SUPAS nº 768, de 28 de abril de 2026, a ANTT emitiu o TAR nº SPSC0059029 à Empresa Princesa do Norte para a linha Botucatu (SP) – Florianópolis (SC). O anexo da decisão lista 90 seções, envolvendo mercados entre cidades de São Paulo, Paraná e Santa Catarina, como Avaré, Botucatu, Itaí, Itaporanga, Taquarituba, Arapoti, Castro, Jaguariaíva, Piraí do Sul, Ponta Grossa, Curitiba, Joinville, Itajaí, Balneário Camboriú, Itapema e Florianópolis.<br><br>Já pela Decisão SUPAS nº 769, também de 28 de abril de 2026, a agência emitiu o TAR nº SPRO0100028 à Expresso Itamarati para a linha São Paulo (SP) – Porto Velho (RO). O anexo reúne 633 seções, abrangendo mercados entre São Paulo, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Goiás e Rondônia, com ligações envolvendo cidades como Porto Velho, Vilhena, Cacoal, Ariquemes, Cuiabá, Várzea Grande, Cáceres, Rondonópolis, Aparecida do Taboado, Paranaíba, Campinas, Rio Claro, São José do Rio Preto, Jundiaí e São Paulo.<br><br>As empresas autorizadas deverão iniciar os serviços em até 30 dias, contados do início da vigência dos respectivos TARs. O prazo pode ser prorrogado uma única vez, por igual período, desde que haja justificativa. O descumprimento das condições pode levar à revogação da autorização.<br><br>A ANTT também homologou renúncias de linhas.<br><br>Pela Decisão SUPAS nº 765, foi deferido o pedido da Viação Sete de renúncia ao TAR nº PIMA0183007, referente à linha Teresina (PI) – Sucupira do Norte (MA) e suas seções. A decisão entra em vigor em 20 de maio de 2026.<br><br>Pela Decisão SUPAS nº 766, a mesma empresa teve deferida a renúncia ao TAR nº MAPI0183020, da linha Sucupira do Norte (MA) – Teresina (PI), com entrada em vigor em 19 de maio de 2026.<br><br>Também foi homologada, pela Decisão SUPAS nº 767, a renúncia da Emtram – Empresa de Transporte Macaubense ao TAR nº BARJ0023002, da linha Xique-Xique (BA) – Rio de Janeiro (RJ) e suas seções. A decisão entra em vigor em 14 de maio de 2026.<br><br>Nos casos de renúncia, as empresas devem cumprir as garantias relacionadas ao cancelamento de bilhetes de viagens programadas para período posterior ao encerramento das atividades, conforme a Resolução ANTT nº 6.033/2023. A homologação implica o cancelamento de todas as operações vinculadas aos respectivos TARs.<br><br>A Emtram também teve deferido, pela Decisão SUPAS nº 770, pedido para modificar o TAR nº BASP0023004, da linha Seabra (BA) – São Paulo (SP), com implantação de novas seções intermediárias. O anexo inclui mercados envolvendo Boninal, Piatã, Abaíra, Jussiape, Livramento de Nossa Senhora, Brumado, Caetité e Seabra, na Bahia, com destinos em Betim, Perdões e Pouso Alegre, em Minas Gerais, além de Atibaia e São Paulo.<br><br>A SUPAS ainda indeferiu cinco pedidos da Eucatur para realizar operação conjunta de linhas interestaduais com a linha intermunicipal Vilhena (RO) – Porto Velho (RO), no trecho de Vilhena para Porto Velho.<br><br>Foram negados os pedidos envolvendo as seguintes linhas:<br><br>– Alta Floresta (MT) – Porto Velho (RO), prefixo MTRO0018055;<br>– Colatina (ES) – Porto Velho (RO), via Brasília (DF), prefixo ESRO0018034;<br>– Colatina (ES) – Porto Velho (RO), prefixo ESRO0018039;<br>– Curitiba (PR) – Porto Velho (RO), prefixo PRRO0018044;<br>– Cascavel (PR) – Porto Velho (RO), prefixo PRRO0018042.<br><br>Em todos os casos, a ANTT apontou inobservância à Resolução nº 6.033, de 21 de dezembro de 2023.<br><br>Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes</p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>0</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/06/antt-autoriza-princesa-do-norte-e-itamarati-em-novas-linhas-interestaduais-homologa-renuncias-da-viacao-sete-e-emtram-e-nega-pedidos-da-eucatur/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=514146</guid>
  </item>
  <item>
    <title>Consórcio Conecta Santo Amaro assina contrato de R$ 98,2 milhões para terceira fase de requalificação da Avenida Santo Amaro em São Paulo</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/06/consorcio-conecta-santo-amaro-assina-contrato-de-r-982-milhoes-para-terceira-fase-de-requalificacao-da-avenida-santo-amaro-em-sao-paulo/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/06/consorcio-conecta-santo-amaro-assina-contrato-de-r-982-milhoes-para-terceira-fase-de-requalificacao-da-avenida-santo-amaro-em-sao-paulo/#comments</comments>
    <pubDate>Wed, 06 May 2026 07:43:14 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category>    
	
	<description><![CDATA[_Obras abrangem reforma do corredor de ônibus entre a Rua Periquito e a Avenida dos Bandeirantes; projeto faz parte da continuidade da modernização do eixo viário da Zona Sul paulistana_ ALEXANDRE PELEGI A Prefeitura de São Paulo, por meio da São Paulo Obras (SPObras), formalizou contrato de R$ 98,28 milhões para a execução das obras [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="768" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/nova-santo-amaro-scaled28129.jpg?fit=1024%2C768&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/nova-santo-amaro-scaled28129.jpg?w=2560&amp;ssl=1 2560w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/nova-santo-amaro-scaled28129.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/nova-santo-amaro-scaled28129.jpg?resize=1024%2C768&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/nova-santo-amaro-scaled28129.jpg?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/nova-santo-amaro-scaled28129.jpg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/nova-santo-amaro-scaled28129.jpg?resize=1536%2C1152&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/nova-santo-amaro-scaled28129.jpg?resize=2048%2C1536&amp;ssl=1 2048w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/nova-santo-amaro-scaled28129.jpg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> 
<p><br><br>_Obras abrangem reforma do corredor de ônibus entre a Rua Periquito e a Avenida dos Bandeirantes; projeto faz parte da continuidade da modernização do eixo viário da Zona Sul paulistana_<br><br>ALEXANDRE PELEGI<br><br>A Prefeitura de São Paulo, por meio da São Paulo Obras (SPObras), formalizou contrato de R$ 98,28 milhões para a execução das obras de requalificação da Avenida Santo Amaro e reforma do corredor de ônibus no trecho entre a Rua Periquito e a Avenida dos Bandeirantes, na Zona Sul da capital paulista.<br><br>O extrato do Contrato nº 007/SPOBRAS/2026 foi publicado nesta terça-feira, 06 de maio de 2026, no Diário Oficial.<br><br>A vencedora da Licitação foi o Consórcio Conecta Santo Amaro (Talude/Soebe).<br><br>Segundo o documento oficial, o objeto do contrato é a “execução das obras de requalificação da Avenida Santo Amaro e reforma do corredor de ônibus, no trecho entre Rua Periquito e Avenida dos Bandeirantes”, conforme previsto no Termo de Referência da licitação. O prazo de execução será de 21 meses.<br><br>A contratação confirma oficialmente a terceira fase da revitalização da Avenida Santo Amaro, cuja definição da empresa vencedora havia sido antecipada pelo Diário do Transporte em março deste ano. Na ocasião, já havia sido informado que o investimento ficaria próximo de R$ 98 milhões e envolveria a continuidade da modernização do tradicional corredor de ônibus da Zona Sul paulistana.&nbsp; <br><br>A Avenida Santo Amaro é um dos mais importantes eixos estruturais de transporte coletivo de São Paulo, conectando bairros como Santo Amaro, Brooklin, Campo Belo, Moema e Itaim Bibi ao Centro expandido da capital. O corredor de ônibus da via começou a operar em meados da década de 1980 como uma das principais intervenções de priorização do transporte coletivo na cidade.&nbsp; <br><br>As intervenções fazem parte do programa de requalificação urbana da avenida, que inclui ampliação de calçadas, modernização do corredor de ônibus, adequações viárias, melhorias de acessibilidade, enterramento de redes aéreas em alguns trechos e reorganização do espaço urbano ao longo da via. A primeira fase das obras foi entregue em 2024 e a segunda etapa segue em andamento desde o início de 2025.&nbsp; <br><br>Além do impacto urbanístico, a expectativa da administração municipal é melhorar a fluidez operacional dos ônibus em um dos corredores mais movimentados da cidade, utilizado diariamente por milhares de passageiros vindos principalmente da Zona Sul.<br><br>Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes</p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>0</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/06/consorcio-conecta-santo-amaro-assina-contrato-de-r-982-milhoes-para-terceira-fase-de-requalificacao-da-avenida-santo-amaro-em-sao-paulo/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=514145</guid>
  </item>
  <item>
    <title>Eletra promove demonstrações de ônibus elétricos na Região Metropolitana do Recife (PE) e Araucária (PR)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/05/eletra-promove-demonstracoes-de-onibus-eletricos-na-regiao-metropolitana-do-recife-pe-e-araucaria-pr/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/05/eletra-promove-demonstracoes-de-onibus-eletricos-na-regiao-metropolitana-do-recife-pe-e-araucaria-pr/#comments</comments>
    <pubDate>Wed, 06 May 2026 01:00:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Um dos coletivos elétricos iniciou as operações experimentais no Grande Recife nesta terça-feira (05), na linha 1981 – TI (Terminal de Integração) Rio Doce/TI Joana Bezerra VINÍCIUS DE OLIVEIRA Engajada em fomentar a cultura da eletromobilidade e expandir sua atuação nacional, a Eletra, líder brasileira em eletrificação de transporte público, realiza uma série de demonstrações [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="566" height="321" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/unnamed-4.jpg?fit=566%2C321&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/unnamed-4.jpg?w=566&amp;ssl=1 566w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/unnamed-4.jpg?resize=300%2C170&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/unnamed-4.jpg?resize=150%2C85&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/unnamed-4.jpg?resize=400%2C227&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 566px) 100vw, 566px" /> <p><i>Um dos coletivos elétricos iniciou as operações experimentais no Grande Recife nesta terça-feira (05), na linha 1981 – TI (Terminal de Integração) Rio Doce/TI Joana Bezerra</i></p>
<p><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>
<p>Engajada em fomentar a cultura da eletromobilidade e expandir sua atuação nacional, a Eletra, líder brasileira em eletrificação de transporte público, realiza uma série de demonstrações de ônibus elétricos em diversas regiões do País. A empresa lidera a frota nacional de ônibus elétricos, com 75% de participação no mercado.</p>
<p>Eletromobilidade é mais do que ônibus elétricos: é uma transformação no transporte público em prol de mais conforto para os passageiros, da eliminação da poluição atmosférica, da redução do ruído urbano e da eficiência energética com economia — uma vez que esses modelos têm custos operacionais até cinco vezes menores e durabilidade até duas vezes maior em comparação com veículos a diesel ou movidos a gás natural veicular (GNV).</p>
<p>&#8220;Estamos levando a cultura do transporte limpo, confortável, moderno e sustentável de Norte a Sul do País. Nossos ônibus operam em Belém, no Pará, na região Norte; em grandes frotas na capital paulista; e em Porto Alegre, no Sul. Sabe por quê? Porque somente uma empresa com tecnologia 100% nacional tem a flexibilidade de adaptar seus modelos para realidades operacionais, climáticas e geográficas tão diferentes&#8221;, afirma Milena Braga Romano, diretora-presidente da Eletra.</p>
<p>Entre os sistemas que receberam recentemente os modelos estão a Região Metropolitana do Recife (PE) e Araucária (PR).</p>
<p>&#8220;Quando a população, os gestores e os operadores de transportes veem nossos ônibus pela primeira vez, a admiração é grande por diferentes motivos. A tecnologia e o conforto chamam a atenção dos passageiros. A simplicidade na manutenção e a redução expressiva dos custos de operação fascinam os operadores. A eficiência energética e os ganhos de imagem, com a valorização das cidades, encantam os gestores públicos&#8221;, complementa Ieda Oliveira, diretora comercial da Eletra.</p>
<p><strong>Araucária</strong></p>
<p>O prefeito de Araucária, Luiz Gustavo Botogoski, e outros representantes da administração municipal vistoriaram na manhã da última sexta-feira, 1º de maio, no Parque Cachoeira, onde ocorreu a Festa do Trabalhador, modelos de ônibus de diferentes portes e trações.</p>
<p>Um deles foi o e_Millennium, 100% elétrico e com tecnologia integralmente brasileira, fabricado pela Eletra, de São Bernardo do Campo (SP). No modelo, também são produzidos no Brasil a plataforma (Mercedes-Benz, em São Bernardo do Campo-SP), a carroceria (Caio, em Botucatu-SP) e as baterias e motores (WEG, de Jaraguá do Sul-SC).</p>
<p>Com autonomia entre 250 km e 300 km e tempo de recarga completa em até quatro horas, o e_Millennium tem capacidade para 76 passageiros, entre sentados e em pé. O veículo conta com piso baixo, ar-condicionado, Wi-Fi, entradas USB para recarga de celulares, iluminação em LED e vidros colados com proteção contra raios ultravioleta (UV). Os motores rendem o equivalente a 380 cv e são instalados nos eixos, acoplados às rodas. O ônibus não emite poluentes durante a operação e opera com baixo nível de ruído.</p>
<p>A unidade apresentada possui a configuração exigida pela SPTrans (São Paulo Transporte), gerenciadora do sistema de transporte da capital paulista. Segundo a Eletra, o veículo foi o que mais chamou a atenção do público pelo nível de conforto e pela tecnologia embarcada.</p>
<p><strong>Grande Recife</strong></p>
<p>Nesta terça-feira, 5 de maio de 2026, passou a operar experimentalmente em uma das linhas mais importantes da Região Metropolitana do Recife um ônibus 100% elétrico, também com tecnologia integralmente brasileira: plataforma Mercedes-Benz, carroceria Caio e motores e baterias WEG, com integração da Eletra. O modelo é semelhante ao apresentado em Araucária, mas recebeu a padronização visual do sistema de transportes da região.</p>
<p>O coletivo circula na linha 1981 – TI (Terminal de Integração) Rio Doce / TI Joana Bezerra, com saídas do TI Rio Doce nos horários de 6h10, 9h25, 13h10, 15h30 e 18h25.</p>
<p>De acordo com o Grande Recife Transportes, consórcio liderado pelo Governo do Estado de Pernambuco e responsável pelo gerenciamento das operações, o modelo tem autonomia de cerca de 250 km por dia e pode realizar até cinco viagens diárias, com tempo de recarga entre 3h e 3h30. &#8220;O modelo é moderno, silencioso e não emite poluentes, contribuindo para um transporte mais limpo. Por dentro, a experiência também muda: ar-condicionado, suspensão que reduz os impactos do trajeto e entradas USB para mais comodidade durante a viagem&#8221;, destaca o representante do consórcio em comunicado à imprensa.</p>
<p><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>0</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/05/eletra-promove-demonstracoes-de-onibus-eletricos-na-regiao-metropolitana-do-recife-pe-e-araucaria-pr/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=514012</guid>
  </item>
  <item>
    <title>CMN regulamenta MOVE Brasil 2 nesta terça (05). Veja taxas e prazos, com R$ 21,1 bilhões para caminhões e ônibus</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/05/cmn-regulamenta-move-brasil-2-nesta-terca-05-veja-taxas-e-prazos-com-r-211-bilhoes-para-caminhoes-e-onibus/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/05/cmn-regulamenta-move-brasil-2-nesta-terca-05-veja-taxas-e-prazos-com-r-211-bilhoes-para-caminhoes-e-onibus/#comments</comments>
    <pubDate>Wed, 06 May 2026 00:17:26 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Somente veículos de transportes coletivos terão R$ 2 bilhões para créditos ADAMO BAZANI O Conselho Monetário Nacional (CMN) realizou reunião nesta terça-feira, 05 de maio de 2026, e aprovou a regulamentação da Medida Provisória nº 1.353, de 2026, que institui a nova etapa do programa Move Brasil, voltado ao financiamento da renovação da frota de [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="676" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/20260326_1500221.jpg?fit=1024%2C676&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/20260326_1500221.jpg?w=3327&amp;ssl=1 3327w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/20260326_1500221.jpg?resize=300%2C198&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/20260326_1500221.jpg?resize=1024%2C676&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/20260326_1500221.jpg?resize=150%2C99&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/20260326_1500221.jpg?resize=768%2C507&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/20260326_1500221.jpg?resize=1536%2C1013&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/20260326_1500221.jpg?resize=2048%2C1351&amp;ssl=1 2048w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/20260326_1500221.jpg?resize=400%2C264&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/20260326_1500221.jpg?w=3000&amp;ssl=1 3000w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Somente veículos de transportes coletivos terão R$ 2 bilhões para créditos</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>O Conselho Monetário Nacional (CMN) realizou reunião nesta terça-feira, 05 de maio de 2026, e aprovou a regulamentação da Medida Provisória nº 1.353, de 2026, que institui a nova etapa do programa Move Brasil, voltado ao financiamento da renovação da frota de transporte de carga e de passageiro, rodoviário e urbano no país.</p>
<p>Como já havia anunciado o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> nas últimas semanas, nesta quinta-feira, 30 de abril de 2026, o Governo Federal anunciou a segunda fase do MOVE Brasil, programa para renovação de frota de veículos pesados, um dia antes do fim da validade da medida provisória que havia instituído a primeira etapa, desta vez, com mais que o dobro do valor disponível: R$ 21,2 bilhões ante R$ 10 bilhões da primeira versão.</p>
<p>Além de taxas de juros mais baixas e maiores prazos de carência e de período para diluir as parcelas, uma das diferenças foi a inclusão de implementos rodoviários e de ônibus.</p>
<p>Para os veículos de transportes coletivos de passageiros, destes R$ 21,2 bilhões, esta nova etapa prevê R$ 2 bilhões.</p>
<p>Segundo as normas aprovadas, os financiamentos serão realizados de forma indireta, por meio de instituições financeiras habilitadas pelo BNDES, que assumirão o risco das operações de crédito.</p>
<p>Em sua nova fase o Move Brasil contempla:</p>
<p>&#8211; transportadores autônomos de cargas e pessoas físicas associadas a cooperativas;</p>
<p>&#8211; empresários individuais;</p>
<p>&#8211; empresas do setor de transporte rodoviário e urbano de cargas e passageiros.</p>
<p><strong>As taxas de remuneração das fontes públicas variam conforme o perfil do mutuário da linha e critérios de sustentabilidade:</strong></p>
<p>&#8211; 1% ao ano: para autônomos que adquirirem veículos novos ou seminovos com comprovação de sucateamento do veículo antigo;</p>
<p>&#8211; 2% ao ano: para autônomos na aquisição de veículos seminovos sem contrapartida ambiental;</p>
<p>&#8211; 3% ao ano: para empresas que adquirirem veículos novos com comprovação de sucateamento;</p>
<p>&#8211; 5,5% ao ano: para empresas sem contrapartida ambiental.</p>
<p>Já com relação às instituições financeiras, as taxas de remuneração variam da seguinte forma:</p>
<p>&#8211; até 8,8% ao ano para operações com transportadores autônomos;</p>
<p>&#8211; até 3% ao ano para operações com empresas;</p>
<p>&#8211; até 1,25% ao ano para o BNDES.</p>
<p>Os critérios de sustentabilidade – especialmente o encaminhamento de veículos antigos para desmontagem – resultam em taxas significativamente mais baixas, incentivando a renovação da frota com menor impacto ambiental.</p>
<p>Os critérios ainda exigirão conteúdo nacional nos veículos a serem financiados e níveis e emissões de poluentes alinhados ao Programa de Controle de Emissões Veiculares (Proconve), conforme regulamentação a ser feita pelo Ministério do Desenvolvimento da Indústria, Serviços e Comércio.</p>
<p>Finalmente, os prazos de financiamento variam conforme o público e buscam atender a reivindicações do setor de transportadores autônomos de carga, considerando também o funcionamento das linhas do programa em sua primeira edição. Na nova proposta os novos prazos de financiamento, conforme a categoria, foram definidos da seguinte maneira:</p>
<p>&#8211; até 120 meses, com até 12 meses de carência, para transportadores autônomos;</p>
<p>&#8211; até 60 meses, com até 6 meses de carência, para empresas.</p>
<p>Em todas as operações manteve-se a restrição de valor máximo do financiamento de até R$ 50 milhões por mutuário.</p>
<p>O Move Brasil busca fortalecer a resiliência do setor de transporte frente a choques externos, reduzir custos operacionais e contribuir para a sustentabilidade ambiental e econômica. A medida integra a estratégia do Governo Federal de modernização da infraestrutura produtiva e de promoção da eficiência logística nacional.</p>
<p>Ao editor-chefe e criador do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, Adamo Bazani, o presidente da Fabus, associação que reúne os fabricantes de carrocerias de ônibus, Rubens Bisi, disse que desde o ano passado o setor trabalhava para esta inclusão.</p>
<p>A primeira versão só contemplava caminhões.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><strong><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/05/01/entrevista-inclusao-de-onibus-no-move-2-foi-trabalhada-desde-o-ano-passado-e-e-conquista-do-setor/">https://diariodotransporte.com.br/2026/05/01/entrevista-inclusao-de-onibus-no-move-2-foi-trabalhada-desde-o-ano-passado-e-e-conquista-do-setor/</a> </strong></p>
<p><strong>VEJA A RESOLUÇÃO NA ÍNTEGRA:</strong></p>
<h2 class="titulo-pagina cormorant">Resolução CMN n° 5.300 de 5/5/2026</h2>
<div id="conteudoTexto">
<div class="text-center mb-3">RESOLUÇÃO CMN N° 5.300, DE 5 DE MAIO DE 2026</div>
<div class="row mb-3">
<div class="col-sm-7 offset-sm-5">
<div>Estabelece as condições, os encargos financeiros, os prazos e as demais normas regulamentadoras aplicáveis às linhas de financiamento para aquisição dos itens de que trata o art. 3º da Medida Provisória nº 1.353, de 30 de abril de 2026.</div>
</div>
</div>
<div>
<div class="ExternalClass388795AA89414D1DA83B74A496CB768A">
<p>O Banco Central do Brasil, na forma do art. 9º da Lei nº 4.595, de 31 de dezembro de 1964, torna público que o Conselho Monetário Nacional, em sessão extraordinária realizada em 5 de maio de 2026, tendo em vista o disposto no art. 4º, <em>caput</em>, inciso VI, da Lei nº 4.595, de 31 de dezembro de 1964, e com base na Medida Provisória nº 1.353, de 30 de abril de 2026,</p>
<p>R E S O L V E U :</p>
<p>Art. 1º  Esta Resolução estabelece as definições, as composições das fontes de recursos, os encargos financeiros, as condições e as demais normas regulamentadoras aplicáveis às linhas de financiamento para aquisição de caminhões, caminhões-tratores, ônibus, micro-ônibus e implementos rodoviários, de que trata o art. 3º da Medida Provisória nº 1.353, de 30 de abril de 2026.</p>
<p>Parágrafo único.  Os recursos a que se refere o art. 3º, <em>caput</em>, da Medida Provisória nº 1.353, de 30 de abril de 2026, para a disponibilização das linhas de financiamento de que trata esta Resolução, serão combinados com recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES para a concessão das referidas linhas de financiamento, conforme disposto no art. 3º desta Resolução, observadas as condições nela estabelecidas.</p>
<p>Art. 2º  Para os efeitos desta Resolução, consideram-se:</p>
<p>I &#8211; beneficiários: o transportador autônomo de cargas, as pessoas físicas associadas a cooperativas de transporte rodoviário de cargas, o empresário individual ou a pessoa jurídica de direito privado do setor de transporte rodoviário ou urbano de cargas ou de passageiros; e</p>
<p>II &#8211; financiamento: operações de crédito, realizadas exclusivamente de forma indireta, por meio de instituições financeiras habilitadas pelo BNDES, para aquisição de caminhões e caminhões-tratores novos ou seminovos, bem como de ônibus, micro-ônibus e implementos rodoviários novos, seguro do bem e seguro prestamista, quando contratados em conjunto com o referido bem, e eventuais tributos federais incidentes sobre as operações de financiamento realizadas, nos termos do disposto no art. 3º, § 7º, da Medida Provisória nº 1.353, de 30 de abril de 2026, observada a norma prevista no art. 3º, § 14, da referida Medida Provisória.</p>
<p>Art. 3º  A composição de fontes de recursos para disponibilização das linhas de financiamentos de que trata esta Resolução observará:</p>
<p>I &#8211; para transportador autônomo de cargas e pessoas físicas associadas a cooperativa de transporte rodoviário de cargas, 100% (cem por cento) provenientes dos recursos de que trata o art. 3º, <em>caput,</em> da Medida Provisória nº 1.353, de 30 de abril de 2026; e</p>
<p>II &#8211; para os demais beneficiários:</p>
<p>a) 65% (sessenta e cinco por cento) provenientes dos recursos de que trata o art. 3º, <em>caput,</em> da Medida Provisória nº 1.353, de 30 de abril de 2026; e</p>
<p>b) 35% (trinta e cinco por cento) provenientes de recursos do BNDES.</p>
<p>Art. 4º  Aplicam-se encargos financeiros aos mutuários, a título de remuneração das fontes de recursos, pela média ponderada das seguintes taxas, conforme proporção definida no art. 3º desta Resolução:</p>
<p>I &#8211; a título de remuneração da fonte de recursos de que trata o art. 3º, <em>caput,</em> da Medida Provisória nº 1.353, de 30 de abril de 2026:</p>
<p>a) 1% a.a. (um por cento ao ano) para transportador autônomo de cargas e pessoas físicas associadas a cooperativa de transporte rodoviário de cargas que adquiram caminhões, caminhões-tratores ou implementos rodoviários novos;</p>
<p>b) 1% a.a. (um por cento ao ano) para transportador autônomo de cargas e pessoas físicas associadas a cooperativa de transporte rodoviário de cargas que adquiram caminhões ou caminhões-tratores seminovos e comprovem o encaminhamento do veículo entregue como contrapartida à pessoa jurídica de desmontagem de veículos terrestres automotores, observada a norma prevista no art. 4º, parágrafo único, da Medida Provisória nº 1.353, de 30 de abril de 2026;</p>
<p>c) 2% a.a. (dois por cento ao ano) para transportador autônomo de cargas e pessoas físicas associadas a cooperativa de transporte rodoviário de cargas que adquiram caminhões ou caminhões-tratores seminovos;</p>
<p>d) 3% a.a. (três por cento ao ano) para empresário individual e pessoa jurídica do setor de transporte rodoviário ou urbano, de cargas ou de passageiros, que adquiram caminhões, caminhões-tratores, ônibus, micro-ônibus ou implementos rodoviários novos e comprovem o encaminhamento do veículo entregue como contrapartida à pessoa jurídica de desmontagem de veículos terrestres automotores, observada a norma prevista no art. 4º, parágrafo único, da Medida Provisória nº 1.353, de 30 de abril de 2026; e</p>
<p>e) 5,5% a.a. (cinco inteiros e cinco décimos por cento ao ano) para empresário individual e pessoa jurídica do setor de transporte rodoviário ou urbano, de cargas ou de passageiros, que adquiram caminhões, caminhões-tratores, ônibus, micro-ônibus ou implementos rodoviários novos; e</p>
<p>II &#8211; para cobertura de custo financeiro dos recursos do BNDES de que trata o art. 3º, <em>caput</em>, inciso II, alínea “b”, aplicam-se as condições financeiras vigentes para os recursos do BNDES, conforme sua regulamentação específica.</p>
<p>Art. 5º  Aplicam-se encargos financeiros aos mutuários, a título de remuneração das instituições financeiras:</p>
<p>I &#8211; do BNDES: até 1,25% a.a. (um inteiro e vinte e cinco centésimos por cento ao ano); e</p>
<p>II &#8211; da instituição financeira habilitada pelo BNDES:</p>
<p>a) para transportador autônomo de cargas e pessoas físicas associadas a cooperativa de transporte rodoviário de cargas: até 8,8% a.a. (oito inteiros e oito décimos por cento ao ano); e</p>
<p>b) para empresário individual e pessoa jurídica de direito privado do setor de transporte rodoviário ou urbano de cargas ou de passageiros: até 3% a.a. (três por cento ao ano).</p>
<p>Art. 6º  Aplicam-se, ainda, as seguintes condições às linhas de financiamento de que trata esta Resolução:</p>
<p>I &#8211; prazo de reembolso:</p>
<p>a) para transportador autônomo de cargas e pessoas físicas associadas a cooperativa de transporte rodoviário de cargas: até cento e vinte meses, incluídos até doze meses de carência de principal; e</p>
<p>b) para empresário individual e pessoa jurídica de direito privado do setor de transporte rodoviário ou urbano de cargas ou de passageiros: até sessenta meses, incluídos até seis meses de carência de principal;</p>
<p>II &#8211; valor máximo de financiamento por mutuário: até R$50.000.000,00 (cinquenta milhões de reais);</p>
<p>III &#8211; risco da operação: da instituição financeira habilitada pelo BNDES, permanecendo o BNDES responsável perante a fonte de recursos de que trata o art. 3º, <em>caput</em>, da Medida Provisória nº 1.353, de 30 de abril de 2026, pelo pagamento de principal e da remuneração de que trata o art. 4º, <em>caput</em>, inciso I, desta Resolução;</p>
<p>IV &#8211; as taxas de juros dos contratos de financiamento serão calculadas mediante a conversão em fatores dos encargos previstos nos arts. 4º e 5º, conforme aplicável, e sua posterior multiplicação; e</p>
<p>V &#8211; não é admitida a capitalização dos encargos financeiros durante o período de carência.</p>
<p>Art. 7º  O BNDES e as instituições financeiras por ele habilitadas poderão cobrar dos mutuários, além dos encargos financeiros previstos no art. 5º, outros encargos ou comissões usualmente praticadas em suas operações, conforme suas políticas operacionais, inclusive encargo por reserva de crédito, quando previsto contratualmente, observadas as hipóteses de incidência e os valores divulgados em suas respectivas páginas oficiais na internet.</p>
<p>Art. 8º  As condições previstas nesta Resolução aplicam-se aos financiamentos contratados até o prazo de que trata o art. 5º da Medida Provisória nº 1.353, de 30 de abril de 2026.</p>
<p>Art. 9º  Os financiamentos de que trata esta Resolução devem respeitar os critérios de sustentabilidade ambiental, social e econômica, observada a norma prevista no art. 3º, § 3º, da Medida Provisória nº 1.353, de 30 de abril de 2026.</p>
<p>Art. 10.  Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.</p>
<p>GABRIEL MURICCA GALÍPOLO<br />
Presidente do Banco Central do Brasil</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>0</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/05/cmn-regulamenta-move-brasil-2-nesta-terca-05-veja-taxas-e-prazos-com-r-211-bilhoes-para-caminhoes-e-onibus/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=514135</guid>
  </item>
</channel>
</rss>