<?xml version="1.0"?><rss xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/" xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/" xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" version="2.0">
<channel>
	<title>Diário do Transporte</title>
	<link>https://diariodotransporte.com.br</link>
	<description>Página destinada à cobertura jornalística dos principais fatos relacionados aos transportes, com notícias, informações de última hora, coberturas exclusivas, opinião, estudos técnicos e história.</description>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
  <lastBuildDate>Thu, 01 Jan 2026 03:53:52 +0000</lastBuildDate>
  <atom:link href="https://diariodotransporte.com.br/2025/08/31/video-manutencao-preventiva-salva-vidas-e-e-120-vantajoso-economicamente-para-frotistas-diz-especialista/" rel="self" type="application/rss+xml" />
  <item>
    <title>Demanda de passageiros do transporte público em Londrina cresce 9,31% em 2025 com investimentos em frota, tecnologia e gestão</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/01/01/demanda-de-passageiros-do-transporte-publico-em-londrina-cresce-931-em-2025-com-investimentos-em-frota-tecnologia-e-gestao/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/01/01/demanda-de-passageiros-do-transporte-publico-em-londrina-cresce-931-em-2025-com-investimentos-em-frota-tecnologia-e-gestao/#comments</comments>
    <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 03:53:52 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao Diário do Transporte que recuperação é superior à média nacional ADAMO BAZANI Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="623" height="407" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?fit=623%2C407&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?w=623&amp;ssl=1 623w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=300%2C196&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=150%2C98&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=400%2C261&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 623px) 100vw, 623px" /> <p><em>Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao <strong>Diário do Transporte</strong> que recuperação é superior à média nacional</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><em><strong>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</strong></em></p>
<div style="width: 480px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-494300-1" width="480" height="848" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4?_=1" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4</a></video></div>
<p>A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros do transporte público, após quedas sucessivas em decorrência da pandemia de covid-19.</p>
<p>Em 2025, o crescimento da demanda foi de 9,31%.</p>
<p>Em 2024, o total registrado foi de 1,4 milhão (1.482.380) de passageiros equivalentes. Em 2025, essa média subiu para 1,6 milhão (1.620.394), considerando a apuração dos últimos quatro meses.</p>
<p>O conceito “passageiros equivalentes” significa o número real de pagantes de um sistema de transportes. Ou seja, são usuários que não foram atraídos por benefícios ou gratuidades.</p>
<p>Ao repórter e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, nesta última semana de dezembro de 2025, o diretor de uma das concessionárias de transportes do município, Paulo Sergio Bongiovanni, da TCGL (Transportes Coletivos Grande Londrina,) conta que a média de recuperação de demanda de usuários no pós-pandemia, em Londrina tem sido superior à nacional, com os números totais quase se igualando ao período anterior da crise sanitária.</p>
<p><strong><em>“Em 2025, o total de passageiros em Londrina cresceu mais de 9,31%. Enquanto no restante do País, em relação a 2019, no pré-pandemia, os sistemas de transportes operam com 80% a 81% do que era transportado antes da covd-19, nós estamos em torno de 90%. Então, as respostas vêm quando o transporte é bom.&#8221;</em></strong> – disse Paulo Bongiovanni.</p>
<p>O sistema de transportes de Londrina é operado por duas empresas de ônibus: a TCGL (Transporte Coletivo Grande Londrina), com 244 veículos, e a Londrisul, com 138 coletivos.</p>
<p>Bongiovanni acredita que o crescimento do total de usuários acima do ritmo da média nacional não ocorreu simplesmente pela volta das atividades econômicas que foram desaquecidas com a pandemia ou pela redução dos dias trabalhados pela população em sistema de <em>“home office”.</em></p>
<p>O empresário citou investimentos feitos em tecnologia, com sistemas de gerenciamento inteligentes e informações aos passageiros, ampliação do acesso à bilhetagem eletrônica, modernizações dos terminais de ônibus e renovação de frota.</p>
<p><strong><em>“Hoje temos mais de 85 telas informativas, mais de 550 câmeras espalhadas em todos os nove terminais da cidade, onde todo mundo brinca que o lugar mais seguro da cidade é o Terminal Central. Nós temos internet dentro dos ônibus e nos terminais, alguns viraram um coworking, onde as pessoas vão para trabalhar” –</em></strong> contou.</p>
<p>Somente a TCGL, por exemplo, fez recentemente um investimento mais amplo em ônibus 0 km. Foram 96 coletivos novos entre 2023 e 2024 e mais 92 unidades entre 2024 e 2025.</p>
<p>Segundo Bongiovanni, quase 60% da frota da companhia em operação, possuem ar-condicionado.</p>
<p>Os mais recentes são ônibus novos têm chassis Mercedes-Benz OF-1726L, com suspensão a ar, vidro colado, e motores com o padrão tecnológico obrigatório no Brasil, Euro 6, com emissões de poluentes de 75%, em média, em comparação com os veículos a diesel com a norma anterior Euro 5, cuja produção para o mercado interno foi descontinuada em 2023.</p>
<p>Os coletivos ainda contam com quatro câmeras de segurança cada, tomadas USB-C tipo A e tipo C para recarga de celulares, entre outros itens de conforto e segurança.</p>
<p>O empresário ainda destacou a necessidade de gestores públicos e empresas de transportes atuarem em conjunto para ampliar o nível de satisfação dos usuários. Segundo Bongiovanni, parte dos custos operacionais é subsidiada pela prefeitura.</p>
<p><strong><em>“Em junho deste ano de 2025, fizemos atualizações em 100 linhas simultaneamente num dia só e não tivemos uma só reclamação. A qualidade no transporte atrair a população e transporte de qualidade é aquele onde a prefeitura sabe investir. Londrina foi muito bem nisso”</em></strong> – disse o empresário.</p>
<p>Os contratos atuais foram assinados no fim de 2019, prestes ao pior da pandemia.</p>
<p>Alguns investimentos durante a crise sanitária tiveram de ser postergados, mas quando ocorreram, segundo o empresário, tiveram efeito positivo na percepção do passageiro do sistema.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
<p><strong><em>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</em></strong></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>1</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/01/01/demanda-de-passageiros-do-transporte-publico-em-londrina-cresce-931-em-2025-com-investimentos-em-frota-tecnologia-e-gestao/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=494300</guid>
  </item>
  <item>
    <title>Esteira rolante na Estação Paulista Pernambucanas de metrô será interditada a partir desta quarta-feira (3)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2024/01/02/esteira-rolante-na-estacao-paulista-pernambucanas-de-metro-sera-interditada-a-partir-desta-quarta-feira-3/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2024/01/02/esteira-rolante-na-estacao-paulista-pernambucanas-de-metro-sera-interditada-a-partir-desta-quarta-feira-3/#comments</comments>
    <pubDate>Tue, 02 Jan 2024 19:01:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metrô]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8) VINÍCIUS DE OLIVEIRA A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8). A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="739" height="415" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?fit=739%2C415&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?w=739&amp;ssl=1 739w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 739px) 100vw, 739px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8)</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha 2-Verde, estará temporariamente interditada </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os ajustes têm como intuito manter o conforto e a segurança dos passageiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os serviços acontecem nesta semana em razão do menor fluxo de pessoas nas estações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>1</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2024/01/02/esteira-rolante-na-estacao-paulista-pernambucanas-de-metro-sera-interditada-a-partir-desta-quarta-feira-3/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=358722</guid>
  </item>
  <item>
    <title>Scania Serviços Financeiros anuncia condições especiais para clientes durante a Lat.Bus 2026</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/08/08/scania-servicos-financeiros-anuncia-condicoes-especiais-para-clientes-durante-a-lat-bus-2026/</link>
	<dc:creator><![CDATA[sennayuri]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/08/08/scania-servicos-financeiros-anuncia-condicoes-especiais-para-clientes-durante-a-lat-bus-2026/#comments</comments>
    <pubDate>Sat, 08 Aug 2026 12:00:26 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Banco, consórcio e seguros terão ofertas específicas para empresas de transporte de passageiros durante o evento em São Paulo YURI SENA A Scania Serviços Financeiros Brasil apresentará, durante a Lat.Bus 2026, condições especiais para empresas de transporte de passageiros interessadas em renovar ou ampliar suas frotas. O evento será realizado de 11 a 13 de [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="533" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/unnamed-6.jpg?fit=800%2C533&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/unnamed-6.jpg?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/unnamed-6.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/unnamed-6.jpg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/unnamed-6.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/unnamed-6.jpg?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /> <p><i><span style="font-weight: 400;">Banco, consórcio e seguros terão ofertas específicas para empresas de transporte de passageiros durante o evento em São Paulo</span></i></p>
<p><b><i>YURI SENA</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Scania Serviços Financeiros Brasil apresentará, durante a Lat.Bus 2026, condições especiais para empresas de transporte de passageiros interessadas em renovar ou ampliar suas frotas. O evento será realizado de 11 a 13 de agosto, no São Paulo Expo, na capital paulista.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entre as opções oferecidas pelo Scania Banco está o Refrota, programa federal que utiliza recursos do FGTS para financiar a ampliação e modernização do transporte público coletivo urbano. Durante a feira, a condição anunciada prevê taxa de 9% ao ano, equivalente a 0,72% ao mês, financiamento de até 95% do valor do veículo e prazo de até 60 meses, com possibilidade de seis meses de carência.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para veículos movidos a biometano e eletricidade, o CDC Verde terá taxa de 1,09% ao mês, com financiamento de até 100% do valor do bem, prazo de até 60 meses e carência de até seis meses. A instituição também disponibilizará condições diferenciadas no CDC e opções do BNDES Finame com taxas pré e pós-fixadas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Scania Consórcio também terá condições promocionais durante a Lat.Bus. No Grupo 2175, por exemplo, serão oferecidas parcelas de R$ 3.800,50 da primeira à sexta prestação, com seguro incluído, para uma carta de crédito de R$ 1.007.463,60.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, novas cotas cuja primeira parcela seja paga até 20 de agosto terão direito a um voucher equivalente a 2% do valor do crédito no programa Frota de Elite, que poderá ser utilizado para aquisição de peças em uma concessionária Scania. Para a carta de crédito de R$ 1.007.463,60, o benefício corresponde a R$ 20.149,27, disponibilizado após o pagamento da sexta parcela.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outra alternativa apresentada será o Seguro Prestamista, da Scania Corretora, destinado a operações de financiamento e cotas de consórcio. Em caso de sinistro coberto, o seguro pode liquidar ou amortizar o contrato, conforme as condições da apólice.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo Oscar Jaern, presidente da Scania Serviços Financeiros Brasil, a decisão de renovar ou ampliar uma frota envolve fatores que vão além da aquisição dos veículos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Ela envolve disponibilidade, previsibilidade de caixa, proteção do investimento e continuidade da operação”, afirmou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A programação da Scania na Lat.Bus também terá a participação de executivos das áreas de banco e consórcio, que apresentarão as alternativas financeiras destinadas ao segmento de transporte de passageiros.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A empresa afirma que a proposta é reunir, em um mesmo portfólio, financiamento, consórcio e seguros, oferecendo alternativas para diferentes etapas do ciclo de renovação e expansão das frotas de ônibus.</span></p>
<p><b><i>Yuri Sena, para o Diário do Transporte</i></b></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>0</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/08/08/scania-servicos-financeiros-anuncia-condicoes-especiais-para-clientes-durante-a-lat-bus-2026/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=528138</guid>
  </item>
  <item>
    <title>REPORTAGEM ESPECIAL: Não dá pra deixar o cidadão refém de um só meio de transporte: Banco Mundial e ITDP mostram que BRT e trilhos devem andar juntos</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/08/08/reportagem-especial-nao-da-pra-deixar-o-cidadao-refem-de-um-so-meio-de-transporte-banco-mundial-e-itdp-mostram-que-brt-e-trilhos-devem-andar-juntos/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/08/08/reportagem-especial-nao-da-pra-deixar-o-cidadao-refem-de-um-so-meio-de-transporte-banco-mundial-e-itdp-mostram-que-brt-e-trilhos-devem-andar-juntos/#comments</comments>
    <pubDate>Sat, 08 Aug 2026 10:01:56 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[BRT]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Eletromobilidade]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Reportagens Especiais]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[SPTrans]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Corredores de ônibus de alta capacidade ampliam a área de influência de metrôs e trens, distribuem passageiros e oferecem alternativas em situações de interrupção operacional, apontam organismos internacionais ADAMO BAZANI Durante muitos anos, parte do debate sobre mobilidade urbana foi pautada pela ideia de que corredores de ônibus de alta capacidade (BRT) competiriam com metrôs [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="683" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-04-at-10.22.12-1.jpeg?fit=1024%2C683&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-04-at-10.22.12-1.jpeg?w=1536&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-04-at-10.22.12-1.jpeg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-04-at-10.22.12-1.jpeg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-04-at-10.22.12-1.jpeg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-04-at-10.22.12-1.jpeg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-04-at-10.22.12-1.jpeg?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p>Corredores de ônibus de alta capacidade ampliam a área de influência de metrôs e trens, distribuem passageiros e oferecem alternativas em situações de interrupção operacional, apontam organismos internacionais</p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>Durante muitos anos, parte do debate sobre mobilidade urbana foi pautada pela ideia de que corredores de ônibus de alta capacidade (BRT) competiriam com metrôs e trens. Entretanto, estudos produzidos por organismos internacionais, bancos multilaterais e entidades especializadas em planejamento urbano apontam justamente o contrário: quando planejados como parte de uma rede integrada, os dois modais se complementam e aumentam a capacidade do sistema de transporte coletivo como um todo.</p>
<p>A mais recente greve de trabalhadores das linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), iniciada na última terça-feira, 04 de agosto de 2026, foi mais uma prova disso.</p>
<p>Principalmente em trechos mais distantes do centro da cidade de São Paulo, nos extremos da zona leste da capital e a partir das cidades de Poá, Itaquaquecetuba, Ferraz de Vasconcelos, Suzano, Mogi das Cruzes e Guarulhos, os passageiros encontraram as maiores dificuldades.</p>
<p>O que mais se ouvia era “O trem é a única opção”.</p>
<p>Está certo isso, deixar o cidadão refém de um único meio de transporte.</p>
<p>Num mundo ideal, as pessoas não deveriam precisar se deslocar tanto para trabalhar, estudar, tratar da saúde, se divertir. Mas até nos melhores dos mundos, o mundo não é ideal.</p>
<p>Não se trata de sobreposições desnecessárias, mas oferecer rotas a conexões alternativas para o cidadão ter mais opções e o direito de decidir se vai ou não de trilhos, ônibus ou os dois, <strong><u>mas em mais de um trecho como alternativa.</u></strong></p>
<p>O Banco Mundial defende que projetos de transporte de massa devem ser concebidos como redes compostas por metrôs, ferrovias urbanas, BRTs, ônibus alimentadores, ciclovias e sistemas para pedestres. Segundo a instituição, a integração entre esses modais amplia o acesso da população a empregos, educação e serviços, reduz congestionamentos, emissões de poluentes e tempos de viagem.</p>
<p>O ITDP (Institute for Transportation and Development Policy), uma das principais referências mundiais em mobilidade urbana, também adota essa visão. A entidade avalia corredores de BRT, metrôs, trens urbanos e outros sistemas de média e alta capacidade dentro de uma mesma lógica de rede, considerando que cada tecnologia atende demandas diferentes conforme o volume de passageiros, a distância das viagens e o custo de implantação.</p>
<p>Na prática, os trilhos costumam atender os maiores fluxos em viagens mais longas, enquanto os corredores de ônibus distribuem os passageiros para outras regiões da cidade, alimentam as estações e oferecem novas opções de deslocamento onde a construção de uma linha ferroviária seria economicamente mais difícil. E, claro, com uma rede que amplie as opções de caminhos entre os mesmos dois extremos.</p>
<p>Essa lógica também aumenta a resiliência do sistema. Em casos de falhas operacionais, interrupções ou greves, corredores de ônibus podem absorver parte da demanda dos trilhos, reduzindo os impactos sobre os passageiros.</p>
<p><strong>Radial Leste é um exemplo em São Paulo</strong></p>
<p>Um dos exemplos mais claros dessa complementaridade pode ser visto em São Paulo.</p>
<p>O futuro BRT Radial Leste seguirá praticamente paralelo à Linha 3-Vermelha do Metrô e às linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade da CPTM.</p>
<p>À primeira vista, pode parecer uma duplicação de infraestrutura. No entanto, especialistas afirmam que o corredor terá outra função dentro da rede.</p>
<p>Além de atender passageiros que hoje dependem exclusivamente dos ônibus, o BRT poderá distribuir usuários para diferentes estações metroferroviárias, reduzir a pressão sobre alguns trechos da Linha 3-Vermelha e oferecer uma alternativa operacional sempre que houver interrupções no sistema sobre trilhos, como ocorreu durante a greve desta terça-feira (04).</p>
<p>Também permitirá viagens entre bairros sem que o passageiro precise necessariamente acessar o sistema ferroviário em todos os deslocamentos.</p>
<p><strong>BRT-ABC amplia conexões com metrô e trem</strong></p>
<p>Outro projeto que segue esse conceito é o BRT-ABC.</p>
<p>O corredor ligará municípios do ABC Paulista à capital paulista estabelecendo conexões com importantes polos de transporte sobre trilhos.</p>
<p>Entre eles estão a Estação Tamanduateí, integrada à Linha 10-Turquesa da CPTM e à Linha 2-Verde do Metrô, além da Estação Sacomã, também da Linha 2-Verde.</p>
<p>O traçado ainda prevê integração com a futura Linha 20-Rosa, ampliando a conectividade da rede.</p>
<p>Nesse caso, o corredor não substitui nenhuma linha ferroviária existente. Sua função é captar passageiros em áreas não atendidas pelos trilhos, levá-los às estações e ampliar o alcance da rede metroferroviária.</p>
<p><strong>Exemplos internacionais</strong></p>
<p>Diversas cidades que são referência em mobilidade urbana utilizam exatamente esse modelo.</p>
<p>Em Bogotá, na Colômbia, o TransMilenio foi concebido como espinha dorsal do sistema de ônibus e está sendo integrado ao metrô atualmente em construção. A expectativa é que os dois sistemas funcionem de forma complementar, compartilhando estações e integração tarifária.</p>
<p>Na Cidade do México, o Metrobús conecta diversas linhas do Metro e do Trem Suburbano, permitindo que passageiros utilizem diferentes modais na mesma viagem.</p>
<p>Em Guangzhou, na China, um dos corredores de BRT mais movimentados do mundo foi projetado para funcionar em conjunto com a extensa rede de metrô, aumentando a capacidade do transporte coletivo sem duplicar investimentos.</p>
<p>O Guangzhou BRT é o maior sistema de ônibus de trânsito rápido da Ásia e o segundo maior do mundo, inaugurado em 10 de fevereiro de 2010. Ele transporta mais de 800.000 passageiros por dia em um corredor de 22,5 quilômetros</p>
<p>Brisbane, na Austrália, adotou corredores exclusivos de ônibus (busways) conectados ao sistema ferroviário metropolitano, permitindo que linhas de ônibus expressem utilizem a infraestrutura segregada e façam distribuição de passageiros para diferentes estações de trem. O sistema é considerado uma das referências mundiais em integração entre ônibus de alta capacidade e trilhos.</p>
<p>Em Ottawa, no Canadá, durante décadas o Transitway funcionou como complemento da rede ferroviária e, posteriormente, parte dos corredores foi convertida para receber o sistema de VLT, enquanto outros permaneceram operando como BRT integrado aos trilhos.</p>
<p>Mesmo Curitiba, cidade que criou o conceito moderno de BRT, planejou seu sistema como elemento estruturador do desenvolvimento urbano e da integração com outros modais de transporte coletivo. O modelo curitibano tornou-se referência mundial em planejamento orientado ao transporte (TOD), influenciando dezenas de cidades.</p>
<p><strong>Papel de cada modal</strong></p>
<p>A tendência observada em grandes cidades é estabelecer uma hierarquia de funções para cada tecnologia.</p>
<table>
<thead>
<tr>
<td><strong>Modal</strong></td>
<td><strong>Função predominante</strong></td>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Metrô e trem urbano</td>
<td>Grandes volumes de passageiros e deslocamentos estruturais de longa distância</td>
</tr>
<tr>
<td>BRT</td>
<td>Distribuição regional, alimentação dos trilhos e atendimento de corredores de alta demanda</td>
</tr>
<tr>
<td>Ônibus convencionais</td>
<td>Alimentação dos corredores estruturais e atendimento aos bairros</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Nesse modelo, uma mesma viagem pode ser realizada utilizando três níveis de transporte: um ônibus de bairro leva o passageiro até um corredor de BRT, que, por sua vez, o conecta a uma estação de metrô ou trem.</p>
<p>Segundo o Banco Mundial, redes integradas desse tipo aumentam significativamente a acessibilidade da população aos empregos e serviços urbanos, ao mesmo tempo em que reduzem congestionamentos, emissões de gases de efeito estufa e custos operacionais do transporte coletivo.</p>
<p>Os projetos em implantação na Região Metropolitana de São Paulo seguem essa lógica. Em vez de substituir o transporte sobre trilhos, corredores como o BRT Radial Leste e o BRT-ABC tendem a ampliar a área de influência das linhas ferroviárias, distribuir melhor os passageiros e oferecer maior flexibilidade operacional para um sistema que transporta milhões de pessoas diariamente.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>0</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/08/08/reportagem-especial-nao-da-pra-deixar-o-cidadao-refem-de-um-so-meio-de-transporte-banco-mundial-e-itdp-mostram-que-brt-e-trilhos-devem-andar-juntos/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=527272</guid>
  </item>
  <item>
    <title>EXCLUSIVO: Prefeitura de São Paulo aciona Senado e TCU e acusa Governo Federal de reter financiamentos para ônibus elétricos &#8211; Veja documentos</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/08/07/exclusivo-prefeitura-de-sao-paulo-aciona-senado-e-tcu-e-acusa-governo-federal-de-reter-financiamentos-para-onibus-eletricos/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/08/07/exclusivo-prefeitura-de-sao-paulo-aciona-senado-e-tcu-e-acusa-governo-federal-de-reter-financiamentos-para-onibus-eletricos/#comments</comments>
    <pubDate>Sat, 08 Aug 2026 01:03:13 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Eletromobilidade]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Reportagens Especiais]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Município diz que operações com BID e Banco Mundial estão paradas na Casa Civil desde abril, apesar de pareceres favoráveis do Tesouro e da PGFN; recursos para eletrificação somam US$ 496,6 milhões e autorizações correm risco de perder validade em 25 de agosto ADAMO BAZANI Colaborou Arthur Ferrari A Prefeitura de São Paulo acionou o [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="762" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/20250123_120539.jpg?fit=1024%2C762&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/20250123_120539.jpg?w=3335&amp;ssl=1 3335w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/20250123_120539.jpg?resize=300%2C223&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/20250123_120539.jpg?resize=1024%2C762&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/20250123_120539.jpg?resize=150%2C112&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/20250123_120539.jpg?resize=768%2C572&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/20250123_120539.jpg?resize=1536%2C1143&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/20250123_120539.jpg?resize=2048%2C1524&amp;ssl=1 2048w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/20250123_120539.jpg?resize=400%2C298&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/20250123_120539.jpg?w=3000&amp;ssl=1 3000w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Município diz que operações com BID e Banco Mundial estão paradas na Casa Civil desde abril, apesar de pareceres favoráveis do Tesouro e da PGFN; recursos para eletrificação somam US$ 496,6 milhões e autorizações correm risco de perder validade em 25 de agosto</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><em><strong>Colaborou Arthur Ferrari</strong></em></p>
<p>A Prefeitura de São Paulo acionou o Senado Federal e o TCU (Tribunal de Contas da União) para tentar destravar operações internacionais de crédito destinadas, principalmente, à compra e implantação de ônibus elétricos na capital paulista.</p>
<p>Em documentos obtidos pelo <em><strong>Diário do Transporte</strong></em>, a gestão do prefeito Ricardo Nunes atribui ao Governo Federal uma demora que estaria impedindo o prosseguimento dos financiamentos e chega a classificar a atuação da Casa Civil da Presidência da República como “retenção indevida”, “inércia administrativa” e “conduta procrastinatória”.</p>
<p>A prefeitura sustenta que os processos estão tecnicamente concluídos no âmbito do Ministério da Fazenda e aguardam desde abril de 2026 o envio das mensagens presidenciais ao Senado.</p>
<p>Somente as duas operações destinadas à eletrificação dos ônibus representam US$ 496,6 milhões: US$ 248,3 milhões relacionados ao BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento) e outros US$ 248,3 milhões vinculados ao BIRD (Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento), instituição do Grupo Banco Mundial.</p>
<p>Além delas, há uma terceira operação, de US$ 205,3 milhões, com o BID para o programa Avança Saúde SP II. Assim, segundo os dados apresentados pela prefeitura, os três financiamentos totalizam US$ 701,9 milhões.</p>
<p>O ponto considerado mais urgente pelo município é o prazo: os Pedidos de Verificação de Limites e Condições (PVLs) têm validade até 25 de agosto de 2026. A prefeitura argumenta que, se o processo não avançar, poderá ser necessário refazer etapas administrativas, com impacto sobre o cronograma de eletrificação.</p>
<p><strong>PREFEITURA PEDE INTERVENÇÃO DO SENADO</strong></p>
<p>Em ofício datado de 23 de julho de 2026, Ricardo Nunes comunicou diretamente ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre, o que classificou como “retenção indevida e mora desproporcional do Governo Federal”. O documento cita expressamente o financiamento do programa de eletrificação da frota de ônibus.</p>
<p>São três processos:</p>
<table>
<thead>
<tr>
<td><strong>Finalidade</strong></td>
<td><strong>Instituição</strong></td>
<td><strong>Valor</strong></td>
<td><strong>Processo</strong></td>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Eletrificação da frota de ônibus</td>
<td>BID</td>
<td>US$ 248,3 milhões</td>
<td>17944.001713/2025-08</td>
</tr>
<tr>
<td>Eletrificação da frota de ônibus</td>
<td>BIRD/Banco Mundial</td>
<td>US$ 248,3 milhões</td>
<td>17944.001357/2025-14</td>
</tr>
<tr>
<td>Avança Saúde SP II</td>
<td>BID</td>
<td>US$ 205,3 milhões</td>
<td>17944.000128/2025-82</td>
</tr>
<tr>
<td>Total</td>
<td></td>
<td>US$ 701,9 milhões</td>
<td></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Os documentos mostram que os dois primeiros empréstimos são destinados especificamente à eletrificação do transporte público por ônibus. O terceiro é destinado à saúde.</p>
<p>De acordo com o ofício, a Secretaria Municipal da Fazenda encaminhou em 10 de março de 2026 a documentação solicitada pela STN (Secretaria do Tesouro Nacional). A análise complementar foi concluída dez dias depois, em 20 de março.</p>
<p>A prefeitura afirma ainda que a PGFN (Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional) emitiu pareceres favoráveis às três operações e à concessão da garantia da União.</p>
<p>Depois dessa etapa, o Ministério da Fazenda encaminhou as exposições de motivos à Casa Civil. Uma chegou em 2 de abril e as outras duas, em 24 de abril de 2026.</p>
<p>É neste ponto que, segundo a administração municipal, os processos pararam.</p>
<p><strong>CASA CIVIL É ALVO DE REPRESENTAÇÃO NO TCU</strong></p>
<p>Além de recorrer ao Senado, a Prefeitura de São Paulo apresentou representação com pedido de medida cautelar ao TCU.</p>
<p>No documento, o município atribui à Casa Civil da Presidência da República um “ato omissivo ilegal e conduta procrastinatória” e aponta risco de caducidade dos PVLs em 25 de agosto. Essas são alegações da prefeitura, que ainda precisam ser analisadas pelo Tribunal.</p>
<p>Segundo a representação, depois das análises técnicas e jurídicas do Ministério da Fazenda, os três processos permanecem na Casa Civil desde abril, dependendo da elaboração das mensagens do Executivo ao Senado.</p>
<p>A prefeitura afirma ainda que realizou contatos com órgãos federais, mas que não recebeu justificativa para a demora.</p>
<p>A administração municipal sustenta que o artigo 25 da Resolução nº 43/2001 do Senado estabelece prazo máximo de 30 dias úteis para o encaminhamento dos pleitos ao Legislativo após o recebimento da documentação completa.</p>
<p>Pelos cálculos apresentados na representação, o prazo teria terminado em 23 de abril de 2026.</p>
<p><strong>RISCO PARA O PROGRAMA DE ÔNIBUS ELÉTRICOS</strong></p>
<p>O município diz que a demora pode afetar diretamente o cronograma de aquisição de ônibus elétricos.</p>
<p>Isso ocorre porque, mesmo após a chegada das mensagens ao Congresso, ainda há etapas a cumprir.</p>
<p>Os pedidos precisam passar pela CAE (Comissão de Assuntos Econômicos) e pelo Plenário do Senado. Posteriormente, é necessária a resolução autorizativa e a formalização da garantia da União.</p>
<p>A prefeitura alerta que os PVLs vencem em 25 de agosto de 2026 e afirma que o intervalo restante é insuficiente caso a tramitação continue parada.</p>
<p>No pedido cautelar, a gestão Nunes solicita que o TCU determine à Casa Civil e ao Ministério da Fazenda que concluam e enviem as mensagens ao Senado em até cinco dias.</p>
<p>Também pede que sejam solicitados esclarecimentos aos órgãos federais sobre os motivos da demora e, posteriormente, que o Tribunal declare irregular a eventual mora e apure a responsabilidade dos agentes públicos envolvidos.</p>
<p>Isso significa que a prefeitura não está pedindo ao TCU que aprove os empréstimos. O objetivo da representação é fazer com que o Tribunal intervenha sobre a tramitação administrativa federal para que os processos sejam encaminhados ao Senado, a quem constitucionalmente cabe autorizar operações externas dessa natureza.</p>
<p><strong>SENADO TAMBÉM É PRESSIONADO</strong></p>
<p>No ofício encaminhado a Davi Alcolumbre, Nunes pede que o Senado adote providências para requisitar imediatamente ao Governo Federal as mensagens presidenciais e os processos.</p>
<p>Como alternativa, a prefeitura solicita que, caso persista a omissão atribuída ao Executivo, o Senado avalie a possibilidade de avocar os autos já instruídos e dar prosseguimento à análise pela CAE e pelo Plenário.</p>
<p>A prefeitura diz que, sem a tramitação até 25 de agosto, pode ocorrer a perda de validade da verificação dos PVLs, afetando as negociações dos financiamentos e o programa de substituição dos ônibus a diesel.</p>
<p><strong>CAPACIDADE DE PAGAMENTO É B E ENDIVIDAMENTO TEM NOTA A</strong></p>
<p>Um dos argumentos apresentados pela administração municipal é a situação fiscal da cidade.</p>
<p>Documento oficial da Secretaria do Tesouro Nacional, de 1º de julho de 2026, atribui à cidade de São Paulo classificação geral B na Capag (Capacidade de Pagamento).</p>
<p>Mais importante para a discussão dos empréstimos, o próprio Tesouro registra que, com essa classificação, São Paulo está elegível para contratar operações de crédito com garantia da União.</p>
<p>Na composição da nota, São Paulo recebeu:</p>
<ul>
<li>Endividamento: A;</li>
<li>Poupança Corrente: B;</li>
<li>Liquidez Relativa: B;</li>
<li>Capag final: B;</li>
<li>Elegível à garantia da União: sim.</li>
</ul>
<p>O indicador de endividamento ficou em 37,43, classificado como A pelo Tesouro. A memória de cálculo registra dívida consolidada bruta de aproximadamente R$ 37,67 bilhões e Receita Corrente Líquida de cerca de R$ 100,65 bilhões em 2025.</p>
<p>Dados mais recentes apresentados pela prefeitura, referentes a abril de 2026, mostram ainda dívida consolidada líquida equivalente a 13,97% da Receita Corrente Líquida ajustada, ante 19,64% em dezembro de 2025.</p>
<p><strong>ELETRIFICAÇÃO EM SÃO PAULO</strong></p>
<p>A disputa ocorre enquanto São Paulo acelera a incorporação de ônibus elétricos.</p>
<p>Em junho de 2026, a prefeitura apresentou um lote de 500 veículos e informou ter chegado a 1.759 ônibus elétricos em operação.</p>
<p>O Diário do Transporte também vem mostrando que a prefeitura tem autorizado recursos para financiar a eletrificação das frotas das concessionárias. Em 17 de julho, por exemplo, foram autorizados R$ 89,4 milhões para cinco empresas.</p>
<p>A eletrificação, entretanto, exige recursos em escala elevada não apenas para os veículos, mas para infraestrutura de recarga e adequações nas garagens.</p>
<p>A própria prefeitura afirma que a substituição de um ônibus a diesel por um elétrico evita o consumo de aproximadamente 35 mil litros de diesel por ano e a emissão de cerca de 87 toneladas de CO₂. Segundo a gestão Nunes, o efeito ambiental anual de cada veículo seria equivalente ao de aproximadamente 6,4 mil árvores. Em evento realizado em março, a prefeitura já havia utilizado publicamente a equivalência de 6,4 mil árvores por ônibus elétrico.</p>
<p>O impasse ocorre apesar de União e Prefeitura terem anunciado anteriormente outras linhas de financiamento para a eletrificação. Em novembro de 2024, o Governo Federal anunciou, dentro de um pacote de mobilidade para São Paulo, apoio financeiro do BNDES para a aquisição de 1.300 ônibus elétricos.</p>
<p>Agora, a controvérsia envolve operações externas com BID e BIRD e a necessidade de garantia da União e autorização do Senado.</p>
<p>O <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> procurou informações públicas sobre eventual manifestação da Casa Civil ou do Governo Federal especificamente a respeito das acusações contidas nos documentos. Até a pesquisa realizada para esta reportagem, não foi localizada resposta oficial que explicasse a razão da permanência dos três processos na Casa Civil desde abril.</p>
<p>Em nota, a Casa Civil da Presidencia da República disse que &#8220;Todos os processos submetidos à análise seguem os trâmites administrativos e técnicos previstos&#8221;. &#8220;Após a conclusão dessa etapa, os processos são encaminhados para as instâncias subsequentes, conforme os procedimentos legais aplicáveis.&#8221;, competa o comunicado.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-527932" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/1-2.jpg?resize=724%2C1024&#038;ssl=1" alt="" width="724" height="1024" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/1-2.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/1-2.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/1-2.jpg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/1-2.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/1-2.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/1-2.jpg?resize=400%2C566&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/1-2.jpg?resize=150%2C212&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/1-2.jpg?w=1414&amp;ssl=1 1414w" sizes="auto, (max-width: 724px) 100vw, 724px" /> <img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-527933" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/2-2.jpg?resize=724%2C1024&#038;ssl=1" alt="" width="724" height="1024" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/2-2.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/2-2.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/2-2.jpg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/2-2.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/2-2.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/2-2.jpg?resize=400%2C566&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/2-2.jpg?resize=150%2C212&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/2-2.jpg?w=1414&amp;ssl=1 1414w" sizes="auto, (max-width: 724px) 100vw, 724px" /> <img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-527934" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/3-1.jpg?resize=724%2C1024&#038;ssl=1" alt="" width="724" height="1024" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/3-1.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/3-1.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/3-1.jpg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/3-1.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/3-1.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/3-1.jpg?resize=400%2C566&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/3-1.jpg?resize=150%2C212&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/3-1.jpg?w=1414&amp;ssl=1 1414w" sizes="auto, (max-width: 724px) 100vw, 724px" /> <img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-527935" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/4-1.jpg?resize=724%2C1024&#038;ssl=1" alt="" width="724" height="1024" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/4-1.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/4-1.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/4-1.jpg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/4-1.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/4-1.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/4-1.jpg?resize=400%2C566&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/4-1.jpg?resize=150%2C212&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/4-1.jpg?w=1414&amp;ssl=1 1414w" sizes="auto, (max-width: 724px) 100vw, 724px" /> <img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-527936" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/5-1.jpg?resize=724%2C1024&#038;ssl=1" alt="" width="724" height="1024" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/5-1.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/5-1.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/5-1.jpg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/5-1.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/5-1.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/5-1.jpg?resize=400%2C566&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/5-1.jpg?resize=150%2C212&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/5-1.jpg?w=1414&amp;ssl=1 1414w" sizes="auto, (max-width: 724px) 100vw, 724px" /> <img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-527937" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/6-1.jpg?resize=724%2C1024&#038;ssl=1" alt="" width="724" height="1024" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/6-1.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/6-1.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/6-1.jpg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/6-1.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/6-1.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/6-1.jpg?resize=400%2C566&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/6-1.jpg?resize=150%2C212&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/6-1.jpg?w=1414&amp;ssl=1 1414w" sizes="auto, (max-width: 724px) 100vw, 724px" /> <img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-527938" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/7-1.jpg?resize=724%2C1024&#038;ssl=1" alt="" width="724" height="1024" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/7-1.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/7-1.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/7-1.jpg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/7-1.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/7-1.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/7-1.jpg?resize=400%2C566&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/7-1.jpg?resize=150%2C212&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/7-1.jpg?w=1414&amp;ssl=1 1414w" sizes="auto, (max-width: 724px) 100vw, 724px" /> <img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-527939" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/8-1.jpg?resize=724%2C1024&#038;ssl=1" alt="" width="724" height="1024" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/8-1.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/8-1.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/8-1.jpg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/8-1.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/8-1.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/8-1.jpg?resize=400%2C566&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/8-1.jpg?resize=150%2C212&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/8-1.jpg?w=1414&amp;ssl=1 1414w" sizes="auto, (max-width: 724px) 100vw, 724px" /> <img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-527940" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/9-1.jpg?resize=724%2C1024&#038;ssl=1" alt="" width="724" height="1024" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/9-1.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/9-1.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/9-1.jpg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/9-1.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/9-1.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/9-1.jpg?resize=400%2C566&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/9-1.jpg?resize=150%2C212&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/9-1.jpg?w=1414&amp;ssl=1 1414w" sizes="auto, (max-width: 724px) 100vw, 724px" /> <img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-527941" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/10-1.jpg?resize=724%2C1024&#038;ssl=1" alt="" width="724" height="1024" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/10-1.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/10-1.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/10-1.jpg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/10-1.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/10-1.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/10-1.jpg?resize=400%2C566&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/10-1.jpg?resize=150%2C212&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/10-1.jpg?w=1414&amp;ssl=1 1414w" sizes="auto, (max-width: 724px) 100vw, 724px" /> <img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-527942" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/11-1.jpg?resize=724%2C1024&#038;ssl=1" alt="" width="724" height="1024" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/11-1.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/11-1.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/11-1.jpg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/11-1.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/11-1.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/11-1.jpg?resize=400%2C566&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/11-1.jpg?resize=150%2C212&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/11-1.jpg?w=1414&amp;ssl=1 1414w" sizes="auto, (max-width: 724px) 100vw, 724px" /> <img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-527943" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/12-1.jpg?resize=724%2C1024&#038;ssl=1" alt="" width="724" height="1024" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/12-1.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/12-1.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/12-1.jpg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/12-1.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/12-1.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/12-1.jpg?resize=400%2C566&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/12-1.jpg?resize=150%2C212&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/12-1.jpg?w=1414&amp;ssl=1 1414w" sizes="auto, (max-width: 724px) 100vw, 724px" /> <img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-527944" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/13-1.jpg?resize=724%2C1024&#038;ssl=1" alt="" width="724" height="1024" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/13-1.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/13-1.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/13-1.jpg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/13-1.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/13-1.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/13-1.jpg?resize=400%2C566&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/13-1.jpg?resize=150%2C212&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/13-1.jpg?w=1414&amp;ssl=1 1414w" sizes="auto, (max-width: 724px) 100vw, 724px" /> <img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-527945" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/14-1.jpg?resize=724%2C1024&#038;ssl=1" alt="" width="724" height="1024" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/14-1.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/14-1.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/14-1.jpg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/14-1.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/14-1.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/14-1.jpg?resize=400%2C566&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/14-1.jpg?resize=150%2C212&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/14-1.jpg?w=1414&amp;ssl=1 1414w" sizes="auto, (max-width: 724px) 100vw, 724px" /> <img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-527946" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/15.jpg?resize=724%2C1024&#038;ssl=1" alt="" width="724" height="1024" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/15.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/15.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/15.jpg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/15.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/15.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/15.jpg?resize=400%2C566&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/15.jpg?resize=150%2C212&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/15.jpg?w=1414&amp;ssl=1 1414w" sizes="auto, (max-width: 724px) 100vw, 724px" /> <img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-527947" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/16.jpg?resize=724%2C1024&#038;ssl=1" alt="" width="724" height="1024" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/16.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/16.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/16.jpg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/16.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/16.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/16.jpg?resize=400%2C566&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/16.jpg?resize=150%2C212&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/16.jpg?w=1414&amp;ssl=1 1414w" sizes="auto, (max-width: 724px) 100vw, 724px" /> <img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-527948" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/17.jpg?resize=724%2C1024&#038;ssl=1" alt="" width="724" height="1024" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/17.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/17.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/17.jpg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/17.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/17.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/17.jpg?resize=400%2C566&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/17.jpg?resize=150%2C212&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/17.jpg?w=1414&amp;ssl=1 1414w" sizes="auto, (max-width: 724px) 100vw, 724px" /> <img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-527949" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/18.jpg?resize=724%2C1024&#038;ssl=1" alt="" width="724" height="1024" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/18.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/18.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/18.jpg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/18.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/18.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/18.jpg?resize=400%2C566&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/18.jpg?resize=150%2C212&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/18.jpg?w=1414&amp;ssl=1 1414w" sizes="auto, (max-width: 724px) 100vw, 724px" /> <img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-527950" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/19.jpg?resize=724%2C1024&#038;ssl=1" alt="" width="724" height="1024" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/19.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/19.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/19.jpg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/19.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/19.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/19.jpg?resize=400%2C566&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/19.jpg?resize=150%2C212&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/19.jpg?w=1414&amp;ssl=1 1414w" sizes="auto, (max-width: 724px) 100vw, 724px" /></p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>3</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/08/07/exclusivo-prefeitura-de-sao-paulo-aciona-senado-e-tcu-e-acusa-governo-federal-de-reter-financiamentos-para-onibus-eletricos/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=527916</guid>
  </item>
  <item>
    <title>MetrôRio tem mudanças na operação deste final de semana (08 e 09) durante jogos do Brasileirão</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/08/07/metrorio-tem-mudancas-na-operacao-deste-final-de-semana-08-e-09-durante-jogos-do-brasileirao/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/08/07/metrorio-tem-mudancas-na-operacao-deste-final-de-semana-08-e-09-durante-jogos-do-brasileirao/#comments</comments>
    <pubDate>Sat, 08 Aug 2026 01:00:47 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metrô]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Nos dois dias, a Linha 2 vai operar entre Pavuna e Botafogo, e as linhas 1 e 4 seguirão o trajeto Uruguai-Jardim Oceânico/Barra da Tijuca VINÍCIUS DE OLIVEIRA Neste fim de semana (08 e 09/08), o MetrôRio funcionará das 5h à meia-noite, no sábado; e das 7h às 23h, no domingo. Nos dois dias, a [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="768" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2023/01/Divulgacao-Credito-MetroRio-2-e1674660517302.jpg?fit=1024%2C768&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2023/01/Divulgacao-Credito-MetroRio-2-e1674660517302.jpg?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2023/01/Divulgacao-Credito-MetroRio-2-e1674660517302.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2023/01/Divulgacao-Credito-MetroRio-2-e1674660517302.jpg?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2023/01/Divulgacao-Credito-MetroRio-2-e1674660517302.jpg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2023/01/Divulgacao-Credito-MetroRio-2-e1674660517302.jpg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Nos dois dias, a Linha 2 vai operar entre Pavuna e Botafogo, e as linhas 1 e 4 seguirão o trajeto Uruguai-Jardim Oceânico/Barra da Tijuca</em></p>
<p><em><strong>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</strong></em></p>
<p>Neste fim de semana (08 e 09/08), o MetrôRio funcionará das 5h à meia-noite, no sábado; e das 7h às 23h, no domingo. Nos dois dias, a Linha 2 vai operar entre Pavuna e Botafogo, e as linhas 1 e 4 seguirão o trajeto Uruguai-Jardim Oceânico/Barra da Tijuca. A transferência entre as linhas 1 e 2 poderá ser feita no trecho entre as estações Central do Brasil/Centro e Botafogo.</p>
<p>No sábado (08/08), o Botafogo enfrenta o Fluminense, às 21h, no Nilton Santos (Engenhão), pela 22ª rodada do Campeonato Brasileiro. Para atender aos clientes que vão assistir ao jogo no estádio, a concessionária vai estender o horário de embarque na estação Central do Brasil/Centro, que faz integração com o serviço dos Trens RJ, após o término da partida, até 0h30, para as linhas 1 e 4. O embarque no sistema metroviário será feito exclusivamente pelo acesso A (Central do Brasil). As demais estações do sistema funcionarão normalmente, das 5h à meia-noite. Após esse horário, permanecerão abertas apenas para desembarque.</p>
<p><strong>Jogo domingo no Maracanã</strong></p>
<p>No domingo (09/08), será a vez de Flamengo e Vitória entrarem em campo, a partir das 19h30, também pela 22ª rodada do Campeonato Brasileiro. O metrô é a melhor opção para chegar ao evento utilizando a Linha 2. A concessionária vai reforçar o efetivo de segurança e de operadores de estação em todo o período nas estações Maracanã e São Cristóvão para oferecer mais comodidade e facilidade ao público.</p>
<p>O MetrôRio orienta ainda que os clientes utilizem métodos de pagamento por aproximação ou comprem e recarreguem seus cartões com antecedência para evitar filas. Outra dica importante é usar o aplicativo do MetrôRio, disponível para Android e iOS, para planejar os trajetos e acompanhar, em tempo real, a operação do sistema metroviário. Os clientes podem consultar a ferramenta “Planeje sua viagem” no site da concessionária neste <a href="https://www.metrorio.com.br/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.metrorio.com.br/&amp;source=gmail&amp;ust=1786205828343000&amp;usg=AOvVaw2A-YJP4L2H3s8siooQaTTc">Link</a>.</p>
<p><strong>Serviço</strong></p>
<p><strong>Funcionamento do metrô neste fim de semana (08 e 09/08)</strong></p>
<p><strong>MetrôRio &#8211; Linhas 1, 2 e 4 </strong></p>
<p><strong>Sábado (08/08): </strong>das 5h à meia-noite,<strong> </strong>com extensão de horário para embarque na estação Central até 0h30 para linhas 1 e 4; e as demais estações apenas para desembarque após meia-noite.</p>
<p><strong>Domingo (09/08):</strong> das 7 às 23h</p>
<p><strong>Transferência entre as linhas 1 e 2</strong></p>
<p><strong>Sábado (08/08) e domingo (09/08): </strong>no trecho compartilhado entre Pavuna e Botafogo, com transferência entre as linhas 1 e 2 na estação Botafogo.</p>
<p><em><strong>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>0</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/08/07/metrorio-tem-mudancas-na-operacao-deste-final-de-semana-08-e-09-durante-jogos-do-brasileirao/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=528011</guid>
  </item>
  <item>
    <title>Prefeitura amplia Rio Rotativo Digital para a orla da Zona Sul</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/08/07/prefeitura-amplia-rio-rotativo-digital-para-a-orla-da-zona-sul/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/08/07/prefeitura-amplia-rio-rotativo-digital-para-a-orla-da-zona-sul/#comments</comments>
    <pubDate>Sat, 08 Aug 2026 00:00:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Novo sistema de estacionamento rotativo por aplicativo começa a operar na segunda-feira (10) entre o Leme e o Leblon e no fim do mês chegará a São Conrado, Barra da Tijuca e Tijuca VINÍCIUS DE OLIVEIRA A Prefeitura do Rio, por meio da Secretaria Municipal de Transportes (SMTR), amplia, a partir da próxima segunda-feira (10/8), [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="683" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/55447143398_f31bce818b_o.jpg-e1786120276173.jpeg?fit=1024%2C683&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><em>Novo sistema de estacionamento rotativo por aplicativo começa a operar na segunda-feira (10) entre o Leme e o Leblon e no fim do mês chegará a São Conrado, Barra da Tijuca e Tijuca</em></p>
<p><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>
<p>A Prefeitura do Rio, por meio da Secretaria Municipal de Transportes (SMTR), amplia, a partir da próxima segunda-feira (10/8), a operação do Rio Rotativo Digital na Zona Sul. Na nova etapa, o sistema passa a operar mais de 1,7 mil vagas da orla dos bairros do Leme, Copacabana, Ipanema e Leblon, com o apoio de 80 guardadores credenciados, avançando no processo de modernização da gestão do estacionamento público na cidade. A primeira fase aconteceu na Lagoa Rodrigo de Freitas. No fim do mês chegará a São Conrado, Barra da Tijuca e Tijuca.</p>
<p>&#8220;O projeto piloto do Rio Rotativo Digital na Lagoa Rodrigo de Freitas mostrou que estamos no caminho certo. A população aderiu ao sistema e usou o aplicativo Jaé para estacionar de forma segura e prática. Agora vamos ampliar essa experiência para a Orla e para outras regiões como Barra, São Conrado e Tijuca, levando mais organização, agilidade e facilidade para quem circula pela cidade. Com planejamento,, chegaremos a todas as regiões da cidade&#8221;, destaca o prefeito Eduardo Cavaliere.</p>
<p>A expansão representa mais uma fase da implantação gradual do Rio Rotativo Digital, que substitui definitivamente os antigos talões de papel por um sistema totalmente digital, integrado ao aplicativo Jaé. Com pagamento pelo celular, fiscalização eletrônica e monitoramento em tempo real da ocupação das vagas, o novo modelo oferece mais praticidade aos motoristas, amplia a transparência na utilização do espaço público e favorece a rotatividade dos veículos nas áreas de maior demanda.</p>
<p>O funcionamento permanece o mesmo adotado desde o início da operação, na Lagoa Rodrigo de Freitas. Ao estacionar em uma vaga sinalizada, o motorista deve acessar o aplicativo Jaé, selecionar a opção Rio Rotativo, confirmar automaticamente o endereço identificado pelo GPS, informar a placa do veículo e escolher o período de permanência. O pagamento pode ser realizado por Pix ou cartão de crédito diretamente no aplicativo.</p>
<p>A tarifa é de R$ 2 para até duas horas de estacionamento, podendo ser renovada até o limite máximo de seis horas, conforme as regras do sistema. Após esse período, o veículo estará sujeito às normas previstas no Código de Trânsito Brasileiro.</p>
<p>&#8220;O Rio Rotativo Digital representa um avanço importante na modernização da mobilidade da cidade. Estamos oferecendo um serviço mais simples, seguro e transparente para o motorista, ao mesmo tempo em que utilizamos tecnologia para tornar a gestão das vagas públicas mais eficiente. Essa expansão para a orla da Zona Sul é mais um passo na construção de um sistema moderno, que melhora a experiência do cidadão e qualifica o uso do espaço público&#8221;, destaca o secretário municipal de Transportes, Jorge Arraes.</p>
<p>Os 80 guardadores credenciados atuarão orientando os motoristas sobre o funcionamento do sistema e a utilização do aplicativo Jaé. Eles não recebem qualquer tipo de pagamento dos usuários. A aquisição do período de estacionamento é realizada exclusivamente pelo aplicativo.</p>
<p>Além do atendimento aos motoristas, os guardadores auxiliam a Prefeitura do Rio na coleta de informações sobre a ocupação das vagas por meio da plataforma tecnológica do Rio Rotativo Digital, contribuindo para o monitoramento da operação.</p>
<p>Os guardadores credenciados não possuem poder de fiscalização nem podem aplicar multas. Os autos de infração continuam sendo emitidos exclusivamente pela autoridade de trânsito, com base nas imagens e registros gerados pela plataforma tecnológica.</p>
<p>A implantação da nova área também contou com a instalação de placas específicas de sinalização para orientar os motoristas e identificar as vagas operadas pelo Rio Rotativo Digital.</p>
<p><strong>Próxima etapa da expansão</strong></p>
<p>Depois da atuação na Lagoa e na Orla, a expansão do Rio Rotativo Digital seguirá e, no próximo dia 24 de agosto, o sistema passará a operar também na orla de São Conrado, na Barra da Tijuca e no bairro da Tijuca. A nova etapa integra o cronograma de implantação gradual do sistema, ampliando sua cobertura em diferentes regiões da cidade e oferecendo mais comodidade aos motoristas, maior controle sobre a ocupação das vagas e mais eficiência na gestão do estacionamento rotativo.</p>
<p><strong>Mais de 37 mil validação na Lagoa</strong></p>
<p>Implantado no dia 17 de julho em cerca de 900 vagas no entorno da Lagoa Rodrigo de Freitas, o projeto piloto do Rio Rotativo Digital já contabiliza mais de 37 mil validações de períodos de estacionamento de duas horas. A experiência permitiu aperfeiçoar a operação antes da expansão para outras regiões da cidade, consolidando um modelo de estacionamento mais moderno, digital e eficiente.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-07-at-07.32.55.jpeg?resize=1024%2C603&#038;ssl=1" class="alignnone size-large wp-image-528000" width="1024" height="603" alt="" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-07-at-07.32.55.jpeg?resize=1024%2C603&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-07-at-07.32.55.jpeg?resize=300%2C177&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-07-at-07.32.55.jpeg?resize=150%2C88&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-07-at-07.32.55.jpeg?resize=768%2C452&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-07-at-07.32.55.jpeg?resize=400%2C236&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-07-at-07.32.55.jpeg?w=1075&amp;ssl=1 1075w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
<p><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>0</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/08/07/prefeitura-amplia-rio-rotativo-digital-para-a-orla-da-zona-sul/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=527998</guid>
  </item>
  <item>
    <title>ENTREVISTA: Executivos da Suzantur, JCA, Rodonaves e LP Guizilim desenvolvem metodologia de inclusão de imigrantes para reduzir escassez de motoristas</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/08/07/entrevista-executivos-da-suzantur-jca-rodonaves-e-lp-guizilim-desenvolvem-metodologia-de-inclusao-de-imigrantes-para-reduzir-escassez-de-motoristas/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/08/07/entrevista-executivos-da-suzantur-jca-rodonaves-e-lp-guizilim-desenvolvem-metodologia-de-inclusao-de-imigrantes-para-reduzir-escassez-de-motoristas/#comments</comments>
    <pubDate>Fri, 07 Aug 2026 23:33:04 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Reportagens Especiais]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Projeto faz parte de curso do SEST SENAT. Metodologia é específica para o transporte urbano e rodoviário e gerou até e-book. Especialista em Direito dá dicas de cuidados ADAMO BAZANI Colaborou Yuri Sena OUÇA: Uma metodologia em quatro etapas para contratação, capacitação, acolhimento e retenção de imigrantes e refugiados no transporte rodoviário de cargas e [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="682" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-07-at-20.02.29-1.jpeg?fit=1024%2C682&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-07-at-20.02.29-1.jpeg?w=1280&amp;ssl=1 1280w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-07-at-20.02.29-1.jpeg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-07-at-20.02.29-1.jpeg?resize=1024%2C682&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-07-at-20.02.29-1.jpeg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-07-at-20.02.29-1.jpeg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-07-at-20.02.29-1.jpeg?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Projeto faz parte de curso do SEST SENAT. Metodologia é específica para o transporte urbano e rodoviário e gerou até e-book. Especialista em Direito dá dicas de cuidados</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><strong><em>Colaborou Yuri Sena</em></strong></p>
<p><strong>OUÇA:</strong></p>
<p><audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-528127-1" preload="none" style="width: 100%;" controls="controls"><source type="audio/mpeg" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Audio-2026-08-07-at-20.18.26-mp3cut.net_.mp3?_=1" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Audio-2026-08-07-at-20.18.26-mp3cut.net_.mp3">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Audio-2026-08-07-at-20.18.26-mp3cut.net_.mp3</a></audio></p>
<p>Uma metodologia em quatro etapas para contratação, capacitação, acolhimento e retenção de imigrantes e refugiados no transporte rodoviário de cargas e de passageiros foi desenvolvida por executivos da Suzantur, JCA, Rodonaves e LP Guizilim como uma das alternativas para enfrentar a falta de motoristas e de trabalhadores em outras funções operacionais.</p>
<p>O projeto, denominado Rotas de Inclusão, resultou também em um e-book de 16 páginas destinado às empresas, com orientações sobre documentação, treinamento, acolhimento e mensuração do retorno social da contratação.</p>
<p>Um dos responsáveis pelo trabalho, o gerente operacional da Suzantur, Wagner Militani da Silva, explicou com exclusividade ao Diário do Transporte que o grupo não partiu apenas de estudos teóricos. Foram realizadas pesquisas de campo, entrevistas com imigrantes e refugiados e benchmarking em empresas que já possuem programas de contratação desse público.</p>
<p>Entre as experiências estudadas estão as da JSL (Júlio Simões Logística) e da fabricante de carrocerias de ônibus Comil.</p>
<p><strong><em>“A metodologia que a gente escolheu foi a seguinte: fizemos um benchmarking nas maiores empresas do mercado, como a Júlio Simões [JSL Logística] e na Comil. A Comil tem um programa para contratação de refugiados e imigrantes fantástico, um case de sucesso. Um terço do quadro da Comil é de refugiados e imigrantes. E eu, pessoalmente, fui a Porto Alegre e depois fui ao centro de refugiados e imigrantes entrevistá-los também”</em></strong>, explicou o gerente operacional da Suzantur, Wagner Militani da Silva, ao Diário do Transporte.</p>
<p>Segundo Militani, a pesquisa também incluiu entrevistas em um centro de atendimento a imigrantes em São Paulo.</p>
<p><strong><em>“Foi feito benchmarking nas maiores empresas do País que têm programa voltado para imigrantes. Foi feita uma entrevista no Centro do Imigrante, lá em São Paulo, eu também realizei as entrevistas e, diante disso, a gente desenvolveu uma metodologia em quatro etapas para contratação desses refugiados e imigrantes, inserção deles no mercado de trabalho, no transporte rodoviário de cargas e de passageiros, que é uma dor do setor de transporte como um todo”</em></strong>, complementou.</p>
<p>O projeto foi elaborado por participantes da 71ª turma da Especialização em Gestão de Negócios, em São Paulo. O curso faz parte do Programa Avançado de Capacitação do Transporte, coordenado pelo ITL (Instituto de Transporte e Logística), promovido pelo SEST SENAT e ministrado pela FDC (Fundação Dom Cabral).</p>
<p>Participaram do desenvolvimento a gerente de SESMT (Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho) da Rodonaves, Jacqueline Queiroz; o diretor executivo da Opção JCA, Carlos Lacerda; o supervisor de Logística da LP Guizilim, Bruno da Silva Santos; a coordenadora de Controladoria da JCA, Cibele Thais Telles; e o gerente operacional da Suzantur, Wagner Militani da Silva.</p>
<p><strong>E-BOOK MOSTRA COMO ESTRUTURAR CONTRATAÇÃO</strong></p>
<p>O trabalho não ficou restrito à apresentação acadêmica. Os participantes produziram um manual para orientar empresas interessadas em estruturar programas semelhantes.</p>
<p>O material reúne informações desde o recrutamento até o acompanhamento do profissional depois da contratação.</p>
<p><strong><em>“No final, a gente lançou um e-book que tem 16 páginas, que é um manual de como você fazer uma contratação de imigrante: a parte de documentação, a parte de treinamento, a parte de acolhimento, a parte do ROI social”</em></strong>, detalhou o gerente operacional da Suzantur, Wagner Militani da Silva, ao Diário do Transporte.</p>
<p>Militani também foi responsável por parte das pesquisas de campo e pela apresentação final do projeto.</p>
<p>A metodologia é dividida em quatro etapas: recrutamento e regularização documental; capacitação técnica e linguística e sensibilização das equipes; mentoria e integração cultural; e avaliação contínua por indicadores de desempenho.</p>
<p>Também estão previstas parcerias com entidades de acolhimento, instituições de formação de motoristas e órgãos públicos.</p>
<p>O guia inclui modelos de plano de ação 5W2H, checklists de conformidade legal, kits de integração e painéis de indicadores que podem ser adaptados pelas transportadoras.</p>
<p>Outra ferramenta prevista é o SROI (Social Return on Investment, ou Retorno Social sobre o Investimento), utilizado para mensurar impactos para trabalhadores, empresas, famílias, comunidades e poder público.</p>
<p><strong>ADVOGADA ALERTA PARA DOCUMENTAÇÃO E IGUALDADE DE DIREITOS</strong></p>
<p>A contratação de trabalhadores estrangeiros, entretanto, exige atenção à situação migratória e à documentação.</p>
<p>Em análise exclusiva para o Diário do Transporte, a advogada especializada em Direito Empresarial, Liana Variani, explica que, uma vez legalmente habilitado para trabalhar no Brasil, o imigrante deve receber o mesmo tratamento trabalhista dispensado ao brasileiro.</p>
<p><strong><em>“A contratação de mão de obra de imigrantes no Brasil exige garantir que o profissional possua visto ou autorização de residência válida com permissão de trabalho, CPF, Carteira de Trabalho Digital e a Carteira de Registro Nacional Migratório (CRNM). A lei brasileira garante aos estrangeiros os mesmos direitos trabalhistas aplicados aos nacionais. Aplique integralmente a CLT, garantindo salário, 13º salário, férias, FGTS e eSocial sem distinção de nacionalidade”</em></strong>, explica a advogada especializada em Direito Empresarial, Liana Variani.</p>
<p>A orientação também é para que a empresa não considere encerrado o acompanhamento documental depois da admissão.</p>
<p><strong><em>“Monitore a validade dos documentos temporários do colaborador para assegurar renovações oportunas junto à Polícia Federal. O imigrante precisa ter visto adequado ou autorização de residência para fins laborais, emitido pelos órgãos competentes do governo brasileiro. Exija a apresentação do CPF, da Carteira de Trabalho Digital e do CRNM, antigo RNE. O trabalhador recém-chegado com visto específico deve realizar o registro migratório obrigatório”</em></strong>, acrescenta Liana Variani.</p>
<p><strong>COMIL FOI ESTUDADA PELO PROJETO E JÁ HAVIA MOSTRADO EXPERIÊNCIA AO DIÁRIO DO TRANSPORTE</strong></p>
<p>Uma das referências utilizadas pelos executivos no desenvolvimento do Rotas de Inclusão foi a Comil, fabricante de carrocerias de ônibus instalada em Erechim (RS).</p>
<p>O Diário do Transporte esteve na fábrica em março de 2026 e mostrou como a contratação de imigrantes, principalmente venezuelanos, passou a ser utilizada pela empresa diante da dificuldade para preencher postos de trabalho.</p>
<p>Na ocasião, a Comil informou possuir 2.170 funcionários, dos quais aproximadamente 1.600 atuavam diretamente na produção. Cerca de 600 trabalhadores eram imigrantes contratados com auxílio de projetos de inclusão, sendo a maioria venezuelana. A empresa relatou que havia vagas disponíveis e dificuldade de encontrar trabalhadores locais e afirmou que os imigrantes recebem a mesma remuneração e os mesmos direitos dos demais funcionários.</p>
<p>O programa começou com apoio da ADRA e posteriormente passou a utilizar canais oficiais, entre eles a Operação Acolhida, o Exército Brasileiro e a OIM (Organização Internacional para as Migrações), ligada às Nações Unidas. A Comil também relatou ações de moradia, alimentação, saúde, matrícula de filhos em escolas, treinamento profissional e preparação das equipes locais para receber os novos trabalhadores.</p>
<p>Na entrevista ao criador e editor-chefe do Diário do Transporte, Adamo Bazani, a gerente de Recursos Humanos da Comil Ônibus, Fernanda Parmeggiani, disse ainda que a retenção dos trabalhadores imigrantes era superior à observada entre profissionais locais. Empresas de ônibus que também enfrentam falta de motoristas e profissionais de manutenção passaram a procurar a fabricante para conhecer a experiência.</p>
<p>RELEMBRE:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/03/23/entrevista-com-dificuldades-para-achar-mao-de-obra-comil-encontra-solucao-na-contratacao-de-imigrantes-a-maioria-venezuelanos/?utm_source=chatgpt.com">ENTREVISTA: Com dificuldades para achar mão de obra, Comil encontra solução na contratação de imigrantes, a maioria venezuelanos</a></p>
<p><strong>FALTA DE MOTORISTAS ATINGE CARGAS E PASSAGEIROS</strong></p>
<p>A iniciativa dos executivos ocorre em um cenário no qual a dificuldade para contratar motoristas deixou de ser restrita a uma empresa ou segmento.</p>
<p>Dados apresentados pela CNT (Confederação Nacional do Transporte) apontam que 65,1% das empresas pesquisadas identificam a função de motorista como a principal carência de mão de obra.</p>
<p>No transporte rodoviário de cargas, 44,6% das empresas mantêm vagas abertas e, entre estas, mais da metade possui cinco ou mais postos sem preenchimento.</p>
<p>O problema também aparece no transporte de passageiros: segundo os dados apresentados pela CNT na divulgação do Rotas de Inclusão, 53,4% das empresas do segmento enfrentam dificuldades para contratar profissionais.</p>
<p>O modal rodoviário responde por 64,85% da matriz de transporte de cargas do País e emprega aproximadamente 1,3 milhão de trabalhadores formalizados, segundo a Confederação. Em 2025, foram gerados 47.440 empregos no segmento.</p>
<p>Para a gerente de SESMT da Rodonaves, Jacqueline Queiroz, trabalhadores estrangeiros já estão presentes nas operações, mas nem sempre a contratação faz parte de uma política estruturada.</p>
<p><strong><em>“Falta um programa de acolhimento, capacitação e acompanhamento. Isso dificulta a retenção desses profissionais e limita o potencial de contribuição que eles podem oferecer ao setor”</em></strong>, afirma a gerente de SESMT da Rodonaves, Jacqueline Queiroz.</p>
<p>Segundo a executiva, a falta de profissionais foi considerada pelo grupo ao definir o objeto do trabalho.</p>
<p><strong><em>“Identificamos a oportunidade de estruturar um programa voltado para esse público em um momento em que o setor enfrenta uma escassez significativa de profissionais e pode se beneficiar diretamente dessa força de trabalho”</em></strong>, acrescenta Jacqueline Queiroz.</p>
<p>O diretor executivo do ITL, João Victor Mendes, afirma que o objetivo do trabalho acadêmico é produzir ferramentas que possam ser aplicadas pelas empresas.</p>
<p><strong><em>“Nosso objetivo é conectar teoria e prática para gerar resultados concretos. O Rotas de Inclusão transforma conhecimento em uma metodologia capaz de ajudar as empresas a enfrentar a escassez de mão de obra, fortalecer sua competitividade e contribuir para um transporte mais eficiente”</em></strong>, diz o diretor executivo do ITL, João Victor Mendes.</p>
<p><strong>DE ONDE VÊM OS IMIGRANTES</strong></p>
<p>Os dados oficiais mostram que existe uma corrente migratória que pode ampliar o contingente de trabalhadores disponíveis no País, mas é necessário fazer uma distinção: entrada pela fronteira, registro de residência, pedido de refúgio e autorização para trabalho são indicadores diferentes e não devem ser somados como se representassem o mesmo universo de pessoas.</p>
<p>Para observar o perfil de quem efetivamente busca residência no Brasil, uma das referências é o SisMigra (Sistema Nacional de Registro Migratório), da Polícia Federal, sistematizado pelo OBMigra (Observatório das Migrações Internacionais), ligado ao Ministério da Justiça e Segurança Pública.</p>
<p>Os dados de 2025 mantiveram os venezuelanos como principal nacionalidade nos registros de residência. Em janeiro, a sequência das quatro principais origens foi Venezuela, Bolívia, Argentina e Haiti. Já em dezembro, os três primeiros lugares foram Venezuela, Bolívia e Haiti.</p>
<p>Assim, considerando a recorrência entre as principais nacionalidades nos registros oficiais ao longo de 2025, o panorama é:</p>
<table>
<thead>
<tr>
<td><strong>Posição</strong></td>
<td><strong>Origem</strong></td>
<td><strong>Situação observada nos registros oficiais</strong></td>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>1º</td>
<td>Venezuela</td>
<td>Principal nacionalidade nos registros de residência</td>
</tr>
<tr>
<td>2º</td>
<td>Bolívia</td>
<td>Aparece de forma recorrente imediatamente depois dos venezuelanos</td>
</tr>
<tr>
<td>3º/4º</td>
<td>Haiti</td>
<td>Entre as principais origens; terminou dezembro em terceiro</td>
</tr>
<tr>
<td>3º/4º</td>
<td>Argentina</td>
<td>Entre as quatro principais no início de 2025</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O quadro não deve ser interpretado como um ranking de toda a população estrangeira residente no Brasil. Trata-se do perfil dos fluxos recentes registrados pelo sistema migratório. O próprio OBMigra informa que, desde janeiro de 2025, adotou uma nova série para registros de residência que exclui refugiados e determinados registros ligados a alterações de status migratório, razão pela qual comparações precisam respeitar a metodologia.</p>
<p>Há ainda uma dinâmica diferente entre imigração e refúgio. Em dezembro de 2025, por exemplo, venezuelanos, bolivianos e haitianos lideraram os registros de residência, enquanto cubanos foram a principal nacionalidade entre os solicitantes de reconhecimento da condição de refugiado, com volume superior ao triplo dos pedidos apresentados por venezuelanos naquele mês.</p>
<p>No início de 2026, cubanos e venezuelanos continuaram como as principais nacionalidades entre os solicitantes de refúgio, enquanto Boa Vista e Pacaraima, em Roraima, São Paulo e Oiapoque, no Amapá, figuraram entre as principais portas de entrada registradas pelo levantamento oficial.</p>
<p>Esse cenário ajuda a explicar por que programas empresariais de contratação têm recorrido a organizações especializadas e canais oficiais: a existência de fluxo migratório não significa que todo imigrante esteja automaticamente disponível ou legalmente habilitado para ocupar uma vaga de motorista.</p>
<p>No caso específico da condução profissional de ônibus e caminhões, além da regularidade migratória e dos requisitos trabalhistas destacados por Liana Variani, permanecem aplicáveis as exigências brasileiras para habilitação e exercício profissional da atividade.</p>
<p>É justamente a tentativa de organizar esse caminho — da identificação do candidato à documentação, capacitação, acolhimento e retenção — que os executivos responsáveis pelo Rotas de Inclusão dizem pretender oferecer às empresas de transporte por meio da metodologia e do e-book.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>1</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/08/07/entrevista-executivos-da-suzantur-jca-rodonaves-e-lp-guizilim-desenvolvem-metodologia-de-inclusao-de-imigrantes-para-reduzir-escassez-de-motoristas/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=528127</guid>
  </item>
  <item>
    <title>Ônibus elétricos chineses da CRRC ampliam testes em linhas de Planaltina e Sobradinho a partir de segunda-feira (10), no DF</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/08/07/onibus-eletricos-chineses-da-crrc-ampliam-testes-em-linhas-de-planaltina-e-sobradinho-a-partir-de-segunda-feira-10-no-df/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/08/07/onibus-eletricos-chineses-da-crrc-ampliam-testes-em-linhas-de-planaltina-e-sobradinho-a-partir-de-segunda-feira-10-no-df/#comments</comments>
    <pubDate>Fri, 07 Aug 2026 22:49:56 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Eletromobilidade]]></category><category><![CDATA[Metrô]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Seis dos 90 veículos adquiridos pela Viação Piracicabana, do Grupo Comporte, serão avaliados em trajetos de maior extensão; regiões também recebem três novas linhas, duas delas expressas para o Plano Piloto ADAMO BAZANI Seis ônibus elétricos chineses da CRRC adquiridos pela Viação Piracicabana, empresa do Grupo Comporte, começam a operar em caráter experimental em linhas [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="784" height="531" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/124982.jpg?fit=784%2C531&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/124982.jpg?w=784&amp;ssl=1 784w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/124982.jpg?resize=300%2C203&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/124982.jpg?resize=150%2C102&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/124982.jpg?resize=768%2C520&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/124982.jpg?resize=400%2C271&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 784px) 100vw, 784px" /> <p data-section-id="1blk1kp" data-start="127" data-end="329"><em>Seis dos 90 veículos adquiridos pela Viação Piracicabana, do Grupo Comporte, serão avaliados em trajetos de maior extensão; regiões também recebem três novas linhas, duas delas expressas para o Plano Piloto</em></p>
<p data-start="331" data-end="343"><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p data-start="345" data-end="599">Seis ônibus elétricos chineses da CRRC adquiridos pela Viação Piracicabana, empresa do Grupo Comporte, começam a operar em caráter experimental em linhas de Planaltina e Sobradinho, no Distrito Federal, a partir desta segunda-feira, 10 de agosto de 2026.</p>
<p data-start="601" data-end="781">Os veículos serão distribuídos em nove linhas: 0.620, 620.1, 640.2, 600.7, 501.3, 518.1, 0.517, 512.1 e 0.501. Quatro ônibus ficarão em serviços de Planaltina e dois em Sobradinho.</p>
<p data-start="783" data-end="930">Segundo o Governo do Distrito Federal, a operação servirá para avaliar o desempenho dos ônibus elétricos em linhas com percursos de maior extensão.</p>
<p data-start="932" data-end="1158">Os veículos são fabricados pela chinesa CRRC (China Railway Rolling Stock Corporation), grupo industrial que atua na fabricação de equipamentos de transporte ferroviário e também possui atuação no segmento de ônibus elétricos.</p>
<p data-start="1160" data-end="1349">Os primeiros ônibus elétricos da CRRC comprados pela Viação Piracicabana começaram a transportar passageiros no Distrito Federal em 24 de junho de 2026, como mostrou o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>.</p>
<p data-start="1351" data-end="1493">Na ocasião, os veículos começaram a operar em linhas que atendem regiões como Plano Piloto, Cruzeiro, Sudoeste, Octogonal, Guará e Estrutural.</p>
<p data-start="1495" data-end="1504">RELEMBRE:</p>
<p data-start="1506" data-end="1778"><a class="decorated-link" href="https://diariodotransporte.com.br/2026/06/24/primeiros-onibus-eletricos-da-crrc-da-viacao-piracicabana-comecam-a-operar-nesta-quarta-24-no-distrito-federal/" target="_new" rel="noopener" data-start="1506" data-end="1778">Primeiros ônibus elétricos da CRRC da Viação Piracicabana começam a operar nesta quarta (24) no Distrito Federal</a></p>
<p data-start="1780" data-end="1834"><strong data-start="1780" data-end="1834">PLANALTINA E SOBRADINHO TAMBÉM GANHAM NOVAS LINHAS</strong></p>
<p data-start="1836" data-end="1970">Além dos testes com os ônibus elétricos, Planaltina e Sobradinho passam a contar com três novas linhas a partir de segunda-feira (10).</p>
<p data-start="1972" data-end="2050">Neste caso, os serviços serão realizados por ônibus convencionais a combustão.</p>
<p data-start="2052" data-end="2135">Duas linhas serão expressas para o Plano Piloto e uma funcionará como alimentadora.</p>
<p data-start="2137" data-end="2245">Em Planaltina, a linha 620.2 fará o trajeto entre a Rodoviária de Planaltina e a Rodoviária do Plano Piloto.</p>
<p data-start="2247" data-end="2446">O ônibus fará embarques e desembarques até o final da Avenida Independência. Depois de acessar a BR-020, seguirá diretamente para a Rodoviária do Plano Piloto, pelo Eixão, sem paradas intermediárias.</p>
<p data-start="2448" data-end="2495">Serão 14 viagens por dia, sete em cada sentido.</p>
<p data-start="2497" data-end="2711">A linha 066.8 funcionará como alimentadora e distribuidora entre a região dos Buritis e o Terminal de Planaltina. Entre as funções do serviço está levar passageiros até o terminal para conexão com a linha expressa.</p>
<p data-start="2713" data-end="2822">Em Sobradinho, a nova linha 518.3 ligará Sobradinho II à Rodoviária do Plano Piloto, passando por Sobradinho.</p>
<p data-start="2824" data-end="2961">Os embarques e desembarques serão realizados dentro das regiões administrativas. Na BR-020, o serviço seguirá sem paradas intermediárias.</p>
<p data-start="2963" data-end="3014">Serão quatro viagens diárias, duas em cada sentido.</p>
<p data-start="3016" data-end="3060"><strong data-start="3016" data-end="3060">CONFIRA OS HORÁRIOS DOS ÔNIBUS ELÉTRICOS</strong></p>
<p data-start="3062" data-end="3076"><strong data-start="3062" data-end="3076">PLANALTINA</strong></p>
<p data-start="3078" data-end="3089">Linha 620.1</p>
<p data-start="3091" data-end="3173">Saídas de Planaltina: 5h13, 5h40, 8h21, 10h32, 11h04, 12h56, 13h28, 15h20 e 15h52.</p>
<p data-start="3175" data-end="3263">Saídas da Rodoviária do Plano Piloto: 6h30, 7h, 9h12, 9h44, 11h44, 12h16, 14h08 e 14h40.</p>
<p data-start="3265" data-end="3276">Linha 0.620</p>
<p data-start="3278" data-end="3304">Saída de Planaltina: 7h42.</p>
<p data-start="3306" data-end="3372">Saídas da Rodoviária do Plano Piloto: 16h37, 17h07, 17h37 e 17h52.</p>
<p data-start="3374" data-end="3385">Linha 640.2</p>
<p data-start="3387" data-end="3413">Saída de Planaltina: 5h40.</p>
<p data-start="3415" data-end="3426">Linha 600.7</p>
<p data-start="3428" data-end="3454">Saída de Planaltina: 6h39.</p>
<p data-start="3456" data-end="3477"><strong data-start="3456" data-end="3477">SOBRADINHO I E II</strong></p>
<p data-start="3479" data-end="3490">Linha 501.3</p>
<p data-start="3492" data-end="3529">Saídas de Sobradinho II: 5h10 e 7h40.</p>
<p data-start="3531" data-end="3571">Saídas do Terminal Asa Sul: 6h25 e 9h12.</p>
<p data-start="3573" data-end="3584">Linha 518.1</p>
<p data-start="3586" data-end="3616">Saída de Sobradinho II: 10h30.</p>
<p data-start="3618" data-end="3629">Linha 512.1</p>
<p data-start="3631" data-end="3669">Saída de Sobradinho – Quadra 18: 6h34.</p>
<p data-start="3671" data-end="3682">Linha 0.517</p>
<p data-start="3684" data-end="3717">Saída do Terminal Asa Sul: 17h30.</p>
<p data-start="3719" data-end="3730">Linha 0.501</p>
<p data-start="3732" data-end="3768">Saídas de Sobradinho: 13h35 e 16h10.</p>
<p data-start="3770" data-end="3819">Saídas do Terminal Asa Sul: 12h22, 14h47 e 17h24.</p>
<p data-start="3821" data-end="3850"><strong data-start="3821" data-end="3850">HORÁRIOS DAS NOVAS LINHAS</strong></p>
<p data-start="3852" data-end="3866"><strong data-start="3852" data-end="3866">PLANALTINA</strong></p>
<p data-start="3868" data-end="3928">Linha 620.2 – Expressa Planaltina/Rodoviária do Plano Piloto</p>
<p data-start="3930" data-end="3994">Saídas de Planaltina: 4h52, 5h05, 5h22, 5h31, 5h54, 5h59 e 6h39.</p>
<p data-start="3996" data-end="4081">Saídas da Rodoviária do Plano Piloto: 16h45, 17h, 17h22, 17h45, 18h07, 18h30 e 18h53.</p>
<p data-start="4083" data-end="4127">Linha 066.8 – Terminal de Planaltina/Buritis</p>
<p data-start="4129" data-end="4209">Saídas de Planaltina: 4h20, 4h30, 4h40, 4h50, 5h, 5h10, 5h20, 5h30, 5h40 e 5h50.</p>
<p data-start="4211" data-end="4225"><strong data-start="4211" data-end="4225">SOBRADINHO</strong></p>
<p data-start="4227" data-end="4292">Linha 518.3 – Expressa Sobradinho II-I/Rodoviária do Plano Piloto</p>
<p data-start="4294" data-end="4331">Saídas de Sobradinho II: 5h29 e 6h41.</p>
<p data-start="4333" data-end="4385">Saídas da Rodoviária do Plano Piloto: 17h21 e 17h55.</p>
<p>A CRRC é sócia do Grupo Comporte na TIC Trens, concessionária do TIC (Trem Intercidades), entre a capital paulista e Campinas, no interior de São Paulo, e para renovação da frota da linha 7-Rubi, de trens metropolitanos.</p>
<p>A importação destes ônibus foi facilitada por esta sociedade.</p>
<p>Os veículos são 100% elétricos, com piso baixo e capacidade para 74 passageiros. Equipados com motor traseiro, contam com suspensão a ar, freios ABS e frenagem auxiliar elétrica. A previsão é que os primeiros veículos liberados comecem a circular no mês de maio.</p>
<p>Os ônibus ficam na garagem da Piracicabana no Plano Piloto, onde há estrutura para recarga simultânea de baterias para quatro veículos por vez. Assim que chegarem, os veículos foram para a garagem da empresa na Hípica, próxima ao Zoológico. O local conta com 18 carregadores de 240 kW e 3 transformadores de 1.750 kVA. Para o atendimento da nova demanda energética, estimada em 4.500 kVA (pico), também foi necessária a ampliação da subestação da Neoenergia, empresa de distribuição de energia elétrica do DF. Além disso, serão instalados quatro carregadores no Terminal da Asa Sul (TAS).</p>
<p>Todos estes ônibus estão em conformidade com as normas brasileiras de transporte público. Já vieram enumerados e adesivados de fábrica, com toda a sinalização interna e a identidade visual própria do transporte coletivo do DF.</p>
<p>Como mostrou o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, em 25 de março de 2026, durante a apresentação das instalações da chinesa CRRC, em Araraquara (SP), para produção de trens, o vice-presidente e até então titular da pasta, Geraldo Alckmin, disse que fabricantes receberão financiamentos por meio do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), além de apoios para aquisição de terrenos, contato com custeio até mesmo das desapropriações.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/03/25/governo-federal-diz-que-quer-atrair-mais-fabricas-de-trens-para-o-brasil-e-que-nao-vai-apenas-financiar-via-bndes-mas-ceder-areas-e-bancar-desapropriacoes/">https://diariodotransporte.com.br/2026/03/25/governo-federal-diz-que-quer-atrair-mais-fabricas-de-trens-para-o-brasil-e-que-nao-vai-apenas-financiar-via-bndes-mas-ceder-areas-e-bancar-desapropriacoes/</a></p>
<p>A reportagem do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> mostrou na ocasião também que técnicos do próprio Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, abertura das portas do Brasil para a indústria internacional de trens e de implementos metroferroviários também pode ampliar a produção de outros veículos e equipamentos voltados ao transporte público, como ônibus elétricos.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/04/07/exclusivo-incentivo-a-industria-de-trens-no-brasil-tambem-pode-abrir-as-portas-para-ampliar-producao-de-onibus-eletricos-por-outras-marcas/">https://diariodotransporte.com.br/2026/04/07/exclusivo-incentivo-a-industria-de-trens-no-brasil-tambem-pode-abrir-as-portas-para-ampliar-producao-de-onibus-eletricos-por-outras-marcas/</a></p>
<p><strong>DIVERSAS MARCAS:</strong></p>
<p>Além da própria CRRC, outras gigantes que atuam nas produções metroferroviárias também fazem ônibus elétricos e a hidrogênio.</p>
<p>A própria Hyundai, com o braço ferroviário Rotem, possui unidade dedicada a ônibus elétricos.</p>
<p>A Mitsubishi Electric BV fabrica trens, composições de metrô e pela Mitsubishi Fuso Truck and Bus Corporation, da Daimler Truck, que, por sua vez, controla A Mercedes-Benz também tem forte atuação em ônibus elétricos.</p>
<p>A fabricante espanhola de trens CAF é proprietária da Solaris, com tecnologia de ônibus elétricos.</p>
<p>Não significa necessariamente que estas marcas se interessarão por plantas no Brasil, mas o Governo Federal sinalizou a disposição de, caso haja interesse, juntamente com o negócio metroferroviário, também incentivar o desenvolvimento local de ônibus elétricos a bateria e a hidrogênio.</p>
<p>O BNDES disponibilizou linhas de financiamentos que já somaram R$ 6,6 bilhões para ônibus elétricos e projeta mais ampliações de frotas. Várias licitações locais já pedem coletivos menos poluentes.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
<p data-start="4387" data-end="4440" data-is-last-node="" data-is-only-node="">Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>1</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/08/07/onibus-eletricos-chineses-da-crrc-ampliam-testes-em-linhas-de-planaltina-e-sobradinho-a-partir-de-segunda-feira-10-no-df/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=528121</guid>
  </item>
  <item>
    <title>Regiões do Distrito Federal contarão com 22 novos ônibus zebrinhas a partir de segunda-feira (10)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/08/07/regioes-do-distrito-federal-contarao-com-22-novos-onibus-zebrinhas-a-partir-de-segunda-feira-10/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/08/07/regioes-do-distrito-federal-contarao-com-22-novos-onibus-zebrinhas-a-partir-de-segunda-feira-10/#comments</comments>
    <pubDate>Fri, 07 Aug 2026 22:00:57 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Operação será da Viação Marechal, que conta com coletivos equipados com ar-condicionado e motor Euro 6 VINÍCIUS DE OLIVEIRA A partir de segunda-feira, 10 de agosto, as regiões de Ceilândia, Sol Nascente/Pôr do Sol, Taguatinga e Guará, no Distrito Federal, passam a ser atendidas por 22 novos ônibus zebrinhas do sistema de transporte público. Oito [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="682" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/04/WhatsApp-Image-2024-09-12-at-11.10.03-1-e1744154396909.jpeg?fit=1024%2C682&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><em>Operação será da Viação Marechal, que conta com coletivos equipados com ar-condicionado e motor Euro 6</em></p>
<p><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>
<p>A partir de segunda-feira, 10 de agosto, as regiões de Ceilândia, Sol Nascente/Pôr do Sol, Taguatinga e Guará, no Distrito Federal, passam a ser atendidas por 22 novos ônibus zebrinhas do sistema de transporte público.</p>
<p>Oito linhas serão operadas exclusivamente por esses novos veículos, equipados com ar-condicionado e motor Euro 6, menos poluente. Além disso, haverá ampliação do número de viagens.</p>
<p>As novidades fazem parte do processo de renovação da frota da Viação Marechal, que vai permitir a ampliação da oferta e a alteração do itinerário das linhas do Sistema de Transporte Público Coletivo (STPC).</p>
<p>No Guará, a 157.1 (que faz o trajeto entre o Guará II e o Cruzeiro) passa a operar com dois zebrinhas e uma viagem a mais em dias úteis.</p>
<p>Em Taguatinga, a 0.357 (Taguatinga Sul-Nova QNL) vai funcionar com três ônibus novos, mais sete viagens de segunda a sexta e uma aos sábados, enquanto os passageiros que utilizam a 357.1 (Taguatinga Sul/Norte-Católica) vão contar com mais 15 horários nos dias úteis e quatro aos sábados.</p>
<p>Já a 351.6 (Corujão), que faz o percurso entre Taguatinga e Águas Claras, funcionará com um ônibus zebrinha, nos mesmos horários atuais.</p>
<p>Em Ceilândia, as linhas que vão receber os novos zebrinhas e o reforço dos horários têm como origem ou destino o Setor P Sul.</p>
<p>A linha 933.2, que tem origem no P Sul e também atende os passageiros do Pôr do Sol, vai operar com sete zebrinhas, com uma viagem a mais nos dias úteis e reforço de um horário aos sábados. Enquanto a 933.3, cujo trajeto passa pela Vila Madureira com destino à Avenida Hélio Prates, vai ter o reforço de seis viagens de segunda a sexta, além de rodar com quatro ônibus novos.</p>
<p>Já as linhas 0.019 e 0.020, que vão do P Sul até o JK Shopping, terão reforço dos horários e alteração de itinerário. Ambas já funcionam com zebrinhas.</p>
<p>A 0.019 terá mais seis viagens em dias úteis e cinco aos sábados. Além disso, deixará de circular pelas vias P4 e P2 e Guariroba, passando a operar pela P3 e pela P1. Já a 0.020 passa a funcionar também aos domingos, com 13 viagens, e deixará de circular pelas vias P3 e P1 e Ceilândia Centro, passando a operar pela P4, pela Elmo Serejo (Centro Administrativo – CAD), pela QNJ, pelo Taguacenter e pelo JK Shopping.</p>
<p>Por fim, as linhas 933.7 e 0.933 (Corujão), cujos trajetos partem do P Sul e de Taguatinga Norte, respectivamente, vão passar a operar com um ônibus zebrinha cada uma, com os mesmos horários atuais.</p>
<p>Todas as informações vão estar disponíveis no DF no Ponto, quando as novidades estiverem em vigor.</p>
<p>A partir de segunda (10/08):</p>
<p><strong>Guará</strong></p>
<p>157.1 — Guará II/Lúcio Costa/SIA/Feira dos Importados/Cruzeiro</p>
<p>Sai: 1 veículo midiônibus</p>
<p>Entram: 2 veículos miniônibus (zebrinhas)</p>
<p>Viagens: mais um horário nos dias úteis.</p>
<p><strong>Taguatinga</strong></p>
<p>0.357 — Taguatinga Sul (UCB)/Taguatinga (Centro-Comercial-Av. Hélio Prates)/Nova QNL</p>
<p>Saem: 2 midiônibus</p>
<p>Entram: 3 miniônibus (zebrinhas)</p>
<p>Viagens: mais sete horários em dias úteis e um aos sábados.</p>
<p><strong>357.1 – Taguatinga Sul-Norte/Nova QNL/Comercial/Católica</strong></p>
<p>Saem: 2 midiônibus</p>
<p>Entram: 3 miniônibus (zebrinhas)</p>
<p>Viagens: mais 15 saídas em dias úteis e 4 aos sábados.</p>
<p><strong>351.6 — Taguatinga Norte-Sul/Areal (Pistão Sul)/Águas Claras (Corujão)</strong></p>
<p>Sai: 1 midiônibus</p>
<p>Entra: 1 miniônibus (zebrinha)</p>
<p>Viagens: não haverá alterações.</p>
<p>Ceilândia (Setor P Sul)</p>
<p><strong>933.2 — Setor P Sul/Por do Sol/Hospital Regional da Ceilândia/Shopping JK</strong></p>
<p>Saem: 6 midiônibus</p>
<p>Entram: 7 miniônibus (zebrinhas)</p>
<p>Viagens: mais um horário em dias úteis e dois aos sábados.</p>
<p><strong>933.3 — Setor P Sul/Vila Madureira/P Sul (P4, P3, P2)/Ceilândia Leste/AV. Hélio Prates</strong></p>
<p>Saem: 3 midiônibus</p>
<p>Entram: 4 miniônibus (zebrinhas)</p>
<p>Viagens: mais seis saídas em dias úteis.</p>
<p><strong>933.7 — Setor P Sul/Rancho Preguiça (Instituto AMPB)</strong></p>
<p>Sai: 1 miniônibus</p>
<p>Entra: 1 miniônibus (zebrinhas)</p>
<p>Viagens: não haverá alterações.</p>
<p><strong>0.933 — Taguatinga Norte/Setor P Sul (Corujão)</strong></p>
<p>Sai: 1 midiônibus</p>
<p>Entra: 1 miniônibus (zebrinha)</p>
<p>Viagens: não haverá alterações.</p>
<p><strong>0.019 — Setor P Sul (P3, P1)/Metrô (Ceilândia Centro)/JK Shopping</strong></p>
<p>Viagens: serão criadas mais seis saídas em dias úteis e cinco aos sábados.</p>
<p>Mudança de itinerário: deixará de circular pelas vias P4 e P2 e pela Guariroba, passando a operar pelas vias P3 e P1.</p>
<p>0.020 — Setor P Sul (P4)/Pôr do Sol/Metrô (Centro Metropolitano)/QNJ/Taguacenter/JK Shopping</p>
<p><strong>Viagens: será criado o atendimento aos domingos, com 13 horários.</strong></p>
<p>Mudança de itinerário: deixará de circular pelas vias P3 e P1 e Ceilândia Centro, passando a operar pela P4, pela Elmo Serejo (Centro Administrativo — CAD), pela QNJ, pelo Taguacenter e pelo JK Shopping.</p>
<p><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>0</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/08/07/regioes-do-distrito-federal-contarao-com-22-novos-onibus-zebrinhas-a-partir-de-segunda-feira-10/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=528102</guid>
  </item>
  <item>
    <title>Leilão da Itapemirim: Águia Branca pede suspensão, Administradora Judicial defende realização e Cade diz que compra terá análise concorrencial</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/08/07/leilao-da-itapemirim-aguia-branca-pede-suspensao-administradora-judicial-defende-realizacao-e-cade-diz-que-compra-tera-analise-concorrencial/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/08/07/leilao-da-itapemirim-aguia-branca-pede-suspensao-administradora-judicial-defende-realizacao-e-cade-diz-que-compra-tera-analise-concorrencial/#comments</comments>
    <pubDate>Fri, 07 Aug 2026 21:03:49 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[ANTT]]></category><category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Reportagens Especiais]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Empresa capixaba afirma que uma vez esclarecidas todas as questões regulatórias e jurídicas, é mais vantajoso assumir em vez da realização imediata do leilão, já que diz possuir plenas condições técnicas, operacionais e financeiras ADAMO BAZANI O processo para o leilão definitivo da UPI (Unidade Produtiva Isolada) Operação Itapemirim ganhou novas manifestações com posições diferentes [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="553" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-07-at-17.53.33.jpeg?fit=1024%2C553&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-07-at-17.53.33.jpeg?w=1156&amp;ssl=1 1156w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-07-at-17.53.33.jpeg?resize=300%2C162&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-07-at-17.53.33.jpeg?resize=1024%2C553&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-07-at-17.53.33.jpeg?resize=150%2C81&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-07-at-17.53.33.jpeg?resize=768%2C415&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-07-at-17.53.33.jpeg?resize=400%2C216&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Empresa capixaba afirma que uma vez esclarecidas todas as questões regulatórias e jurídicas, é mais vantajoso assumir em vez da realização imediata do leilão, já que diz possuir plenas condições técnicas, operacionais e financeiras</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>O processo para o leilão definitivo da UPI (Unidade Produtiva Isolada) Operação Itapemirim ganhou novas manifestações com posições diferentes sobre o momento de realização do certame das linhas, mercados e demais ativos relacionados às operações rodoviárias do Grupo Itapemirim, que teve a falência decretada em 2022.</p>
<p>Documentos do processo analisados pelo Diário do Transporte mostram que a Viação Águia Branca pediu que o leilão seja suspenso até a definição de questões jurídicas e regulatórias ainda pendentes.</p>
<p>Já a EXM Partners, Administradora Judicial da falência, entende que não existe impedimento jurídico para a continuidade do procedimento e defende a publicação do edital e realização do leilão.</p>
<p>O Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), por sua vez, informou à Justiça que a minuta do edital atende às sugestões apresentadas pelo órgão, mas que a operação deverá ser submetida à análise concorrencial após a definição da empresa ou grupo econômico vencedor.</p>
<p>O processo tramita na 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais da Comarca de São Paulo.</p>
<p>Como mostrou o Diário do Transporte em 28 de julho de 2026, a EXM Partners havia pedido rapidez na realização do leilão e alertado que a indefinição poderia reduzir a atratividade dos ativos e prejudicar os credores. A Administradora Judicial sustentou que nenhum dos recursos ainda em andamento possui efeito suspensivo capaz de impedir a continuidade do procedimento.</p>
<p>RELEMBRE:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/07/28/exclusivo-administradora-da-falencia-da-itapemirim-pede-rapidez-para-que-leilao-ocorra-e-cita-inseguranca-juridica-e-prejuizos-aos-credores/">EXCLUSIVO: Administradora da falência da Itapemirim pede rapidez para que leilão ocorra e cita insegurança jurídica e prejuízos aos credores</a></p>
<p><strong>ÁGUIA BRANCA PEDE A NÃO REALIZAÇÃO DO LEILÃO</strong></p>
<p>Em manifestação protocolada em 22 de julho de 2026, a Viação Águia Branca defendeu que o leilão definitivo seja suspenso até que sejam definidas questões jurídicas e regulatórias ainda pendentes.</p>
<p>A empresa capixaba foi escolhida em procedimento competitivo para assumir provisoriamente a Operação Itapemirim no lugar da Suzantur.</p>
<p>O contrato da Águia Branca prevê pagamento de R$ 3,02 milhões por mês à massa falida.</p>
<p>A homologação ocorreu em 22 de agosto de 2025 e o contrato foi assinado cinco dias depois. A transição operacional chegou a ser preparada, mas foi interrompida por decisão do STJ (Superior Tribunal de Justiça), de 11 de setembro de 2025, que havia restabelecido provisoriamente o contrato com a Suzantur.</p>
<p>Em 09 de junho de 2026, a Primeira Turma do STJ revogou a liminar, restabelecendo os efeitos da decisão que homologou o contrato com a Águia Branca. O acórdão foi publicado em 03 de julho.</p>
<p>Apesar disso, a Águia Branca informou à Justiça que a mudança de operadora não pode ocorrer automaticamente.</p>
<p>Segundo a empresa, as providências que haviam sido iniciadas para a transição tiveram de ser paralisadas e posteriormente desfeitas por causa da decisão judicial que manteve a Suzantur.</p>
<p>Assim, seria necessário reiniciar as medidas de transição, com novo cronograma e retomada das reuniões entre Águia Branca, Suzantur e Administradora Judicial. Também existem, segundo a empresa, questões regulatórias e concorrenciais envolvendo ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) e Cade.</p>
<p>É justamente neste ponto que a realização do leilão definitivo interfere na troca de operadoras.</p>
<p>A Águia Branca argumenta que, caso o leilão seja realizado nas próximas semanas, não haveria justificativa para mobilizar estrutura e fazer investimentos para assumir provisoriamente as linhas, uma vez que uma nova empresa poderia vencer o certame definitivo.</p>
<p>Na avaliação da companhia, isso poderia resultar em sucessivas transições operacionais. Por esse motivo, a Águia Branca defende que a Justiça decida primeiro se o leilão será realizado imediatamente ou se deverá aguardar os recursos ainda existentes.</p>
<p>A empresa ressalta que não pretende deixar de cumprir o contrato homologado e afirma permanecer apta a assumir a operação caso seja determinado.</p>
<p>De acordo com a Águia Branca, uma vez esclarecidas todas as questões regulatórias e jurídicas, é mais vantajoso assumir as operações do que o leilão ser realizado de forma preciptada.</p>
<p><strong><em>A suspensão ora pleiteada é pontual e não implica paralisação da Operação Itapemirim ou interrupção da geração de receitas em favor da massa falida. Ao contrário, o contrato de arrendamento homologado com a Viação Águia Branca prevê contraprestação mensal de R$ 3.020.000,00 assegurando relevante ingresso de recursos enquanto se aguarda a definição das controvérsias relacionadas à alienação definitiva da UPI. A medida permite, portanto, conciliar a geração imediata de receitas com a futura alienação do ativo em condições mais seguras e competitivas. Superadas as questões pendentes, a massa falida poderá receber também o produto da venda definitiva da UPI, potencialmente em cenário mais favorável à maximização do preço.</em></strong></p>
<p><strong>R$ 3,02 MILHÕES POR MÊS</strong></p>
<p>Outro argumento apresentado pela Águia Branca envolve os valores destinados aos credores durante o período de arrendamento.</p>
<p>A proposta homologada prevê pagamento mensal fixo de R$ 3,02 milhões.</p>
<p>Considerando esse valor, a empresa calcula que a massa falida receberia R$ 36,24 milhões em 12 meses, equivalentes a aproximadamente 35,8% da avaliação de R$ 101,111 milhões atribuída à UPI.</p>
<p>Em 24 meses, seriam R$ 72,48 milhões, correspondentes a aproximadamente 71,7% do valor de avaliação, sem considerar eventual arrecadação posterior com a venda definitiva.</p>
<p>Por isso, a companhia defende que o arrendamento poderia continuar gerando recursos enquanto são resolvidas as controvérsias que envolvem o leilão.</p>
<p>Caso a Justiça decida realizar o certame imediatamente, a Águia Branca pede que sejam considerados ajustes anteriormente solicitados no edital, relacionados, entre outros pontos, ao pagamento e indisponibilidade do preço, fiança bancária, atualização da avaliação da UPI e participação de interessados por meio de consórcio.</p>
<p><strong>ADMINISTRADORA JUDICIAL TEM POSIÇÃO DIFERENTE</strong></p>
<p>A EXM Partners apresentou entendimento diferente.</p>
<p>Em manifestação de 27 de julho de 2026, revelada em primeira mão pelo Diário do Transporte, a Administradora Judicial informou que, na avaliação dela, não existe impedimento jurídico para o prosseguimento do procedimento competitivo.</p>
<p>Segundo a EXM Partners, a minuta do edital já foi adaptada às determinações do TJSP (Tribunal de Justiça de São Paulo), incluindo atualização da regulamentação da ANTT, esclarecimentos sobre a atualização econômica do valuation e retirada de disposições que pudessem ser interpretadas como vantagem concorrencial decorrente do antigo contrato da Suzantur.</p>
<p>A Administradora Judicial reconhece que ainda existem recursos pendentes, mas afirma que nenhum possui efeito suspensivo ou determinação para interromper o leilão.</p>
<p>No caso de um dos recursos da Suzantur, permanecem pendentes embargos de declaração contra acórdão que rejeitou as pretensões da empresa.</p>
<p>Situação semelhante ocorre com recurso apresentado pela ANTT, também com embargos de declaração pendentes e sem efeito suspensivo.</p>
<p>A EXM Partners também cita decisão da Primeira Turma do STJ que rejeitou a concessão de efeito suspensivo ao Recurso Especial relacionado ao caso.</p>
<p>Para a Administradora Judicial, aguardar o encerramento definitivo de todas as discussões recursais poderia prolongar a venda dos ativos sem que exista atualmente uma decisão determinando essa paralisação.</p>
<p>Ao final da manifestação, a EXM Partners pede autorização para publicação do edital e realização do leilão.</p>
<p>A Administradora Judicial ressalva que, caso a Justiça determine posteriormente alguma alteração em razão de decisão de instância superior, os ajustes poderão ser realizados.</p>
<p><strong>CADE CONSIDERA EDITAL ADEQUADO, MAS QUER ANALISAR COMPRADOR</strong></p>
<p>Outra manifestação apresentada no processo veio do Cade.</p>
<p>Em documento protocolado em 24 de julho de 2026, o órgão informou que a minuta do edital foi analisada por sua área técnica.</p>
<p>Segundo a manifestação, a Superintendência-Geral concluiu que o edital para primeiro, segundo e terceiro leilões incorporou as sugestões de aprimoramento feitas anteriormente pelo Cade.</p>
<p>Entre os pontos está a previsão de que o resultado do leilão configura ato de concentração sujeito à análise concorrencial.</p>
<p>Isso significa que a definição de um vencedor no leilão não encerra todas as etapas relacionadas à aquisição.</p>
<p>O Cade afirma que a empresa ou grupo econômico vencedor deverá notificar a operação ao órgão.</p>
<p>A Presidência do Conselho entende que uma avaliação dos efeitos concorrenciais somente poderá ser realizada depois que o comprador for conhecido e estiverem definidos os contornos concretos da operação.</p>
<p>Segundo o Cade, a aquisição da UPI se enquadra como transferência de controle sobre uma atividade econômica autônoma.</p>
<p>O órgão também ressalta que possui competência para determinar a submissão de atos de concentração até um ano depois de sua consumação mesmo em determinadas situações nas quais a operação não alcance os critérios de faturamento previstos para notificação obrigatória.</p>
<p>Por isso, o Cade pediu à Justiça que reconheça a adequação do edital, determine que o vencedor notifique o Conselho e estabeleça que a operação seja submetida à apreciação formal do órgão depois de definidos os contornos finais da aquisição.</p>
<p><strong>ANTT E AS LINHAS</strong></p>
<p>Outra questão presente no processo envolve a natureza das autorizações para exploração das linhas interestaduais.</p>
<p>Segundo manifestação reproduzida pela Águia Branca, a ANTT sustenta que os direitos de exploração das linhas não constituem ativos da massa falida, uma vez que o transporte rodoviário interestadual é serviço público federal explorado mediante autorização da agência, em caráter pessoal, precário e intransferível.</p>
<p>A Águia Branca também cita esclarecimentos apresentados pela ANTT sobre pedido administrativo da Suzantur para regularização das linhas.</p>
<p>De acordo com o documento da Águia Branca, a agência informou que a Suzantur não reuniria os requisitos para a regularização pretendida porque não é autora das ações judiciais relacionadas à legitimidade das linhas e não possui outorga prévia para os respectivos mercados.</p>
<p>Ainda segundo a manifestação, a ANTT informou que eventual deferimento do pedido transferiria a titularidade das linhas para a Suzantur, afetando o valor econômico dos ativos envolvidos no procedimento de alienação.</p>
<p><strong>O QUE ESTÁ EM JOGO NO LEILÃO</strong></p>
<p>A UPI Operação Itapemirim envolve as linhas de ônibus, guichês, marcas, prefixos, serviços diferenciados, seções principais e secundárias, itinerários, pontos de venda, salas VIP, áreas destinadas a cargas em rodoviárias e ônibus relacionados às antigas operações do Grupo Itapemirim.</p>
<p>A avaliação citada nos documentos é de R$ 101,111 milhões.</p>
<p>Como mostrou o Diário do Transporte, a malha envolve 125 linhas e 746 mercados de ônibus interestaduais. A falência do Grupo Itapemirim foi decretada em setembro de 2022 e as dívidas acumuladas se aproximavam de R$ 3 bilhões.</p>
<p>A decisão sobre realizar imediatamente o leilão, aguardar os recursos pendentes ou estabelecer outras providências cabe agora à 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais de São Paulo.</p>
<p>Até o momento retratado nos documentos, não há data definida para o leilão definitivo.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-528089" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-1.jpg?resize=1414%2C2000&#038;ssl=1" alt="" width="1414" height="2000" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-1.jpg?w=1414&amp;ssl=1 1414w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-1.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-1.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-1.jpg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-1.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-1.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-1.jpg?resize=400%2C566&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-1.jpg?resize=150%2C212&amp;ssl=1 150w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-528090" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-2.jpg?resize=1414%2C2000&#038;ssl=1" alt="" width="1414" height="2000" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-2.jpg?w=1414&amp;ssl=1 1414w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-2.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-2.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-2.jpg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-2.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-2.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-2.jpg?resize=400%2C566&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-2.jpg?resize=150%2C212&amp;ssl=1 150w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-528091" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-3.jpg?resize=1414%2C2000&#038;ssl=1" alt="" width="1414" height="2000" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-3.jpg?w=1414&amp;ssl=1 1414w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-3.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-3.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-3.jpg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-3.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-3.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-3.jpg?resize=400%2C566&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-3.jpg?resize=150%2C212&amp;ssl=1 150w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-528092" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-4.jpg?resize=1414%2C2000&#038;ssl=1" alt="" width="1414" height="2000" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-4.jpg?w=1414&amp;ssl=1 1414w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-4.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-4.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-4.jpg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-4.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-4.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-4.jpg?resize=400%2C566&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-4.jpg?resize=150%2C212&amp;ssl=1 150w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-528093" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-5.jpg?resize=1414%2C2000&#038;ssl=1" alt="" width="1414" height="2000" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-5.jpg?w=1414&amp;ssl=1 1414w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-5.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-5.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-5.jpg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-5.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-5.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-5.jpg?resize=400%2C566&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-5.jpg?resize=150%2C212&amp;ssl=1 150w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-528094" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-6.jpg?resize=1414%2C2000&#038;ssl=1" alt="" width="1414" height="2000" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-6.jpg?w=1414&amp;ssl=1 1414w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-6.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-6.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-6.jpg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-6.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-6.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-6.jpg?resize=400%2C566&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-6.jpg?resize=150%2C212&amp;ssl=1 150w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-528095" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-7.jpg?resize=1414%2C2000&#038;ssl=1" alt="" width="1414" height="2000" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-7.jpg?w=1414&amp;ssl=1 1414w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-7.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-7.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-7.jpg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-7.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-7.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-7.jpg?resize=400%2C566&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-7.jpg?resize=150%2C212&amp;ssl=1 150w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-528096" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-8.jpg?resize=1414%2C2000&#038;ssl=1" alt="" width="1414" height="2000" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-8.jpg?w=1414&amp;ssl=1 1414w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-8.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-8.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-8.jpg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-8.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-8.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-8.jpg?resize=400%2C566&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-8.jpg?resize=150%2C212&amp;ssl=1 150w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-528097" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-9.jpg?resize=1414%2C2000&#038;ssl=1" alt="" width="1414" height="2000" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-9.jpg?w=1414&amp;ssl=1 1414w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-9.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-9.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-9.jpg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-9.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-9.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-9.jpg?resize=400%2C566&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-9.jpg?resize=150%2C212&amp;ssl=1 150w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-528098" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-10.jpg?resize=1414%2C2000&#038;ssl=1" alt="" width="1414" height="2000" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-10.jpg?w=1414&amp;ssl=1 1414w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-10.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-10.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-10.jpg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-10.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-10.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-10.jpg?resize=400%2C566&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-10.jpg?resize=150%2C212&amp;ssl=1 150w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-528099" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-11.jpg?resize=1414%2C2000&#038;ssl=1" alt="" width="1414" height="2000" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-11.jpg?w=1414&amp;ssl=1 1414w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-11.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-11.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-11.jpg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-11.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-11.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-11.jpg?resize=400%2C566&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-11.jpg?resize=150%2C212&amp;ssl=1 150w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-528100" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-12.jpg?resize=1414%2C2000&#038;ssl=1" alt="" width="1414" height="2000" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-12.jpg?w=1414&amp;ssl=1 1414w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-12.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-12.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-12.jpg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-12.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-12.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-12.jpg?resize=400%2C566&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-12.jpg?resize=150%2C212&amp;ssl=1 150w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-528101" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-13.jpg?resize=1414%2C2000&#038;ssl=1" alt="" width="1414" height="2000" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-13.jpg?w=1414&amp;ssl=1 1414w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-13.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-13.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-13.jpg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-13.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-13.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-13.jpg?resize=400%2C566&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/docs-07ago-13.jpg?resize=150%2C212&amp;ssl=1 150w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
<h1><strong>CONFIRA O HISTÓRICO RECENTE:</strong></h1>
<p>A Primeira Turma do STJ (Superior Tribunal de Justiça) decidiu em 09 de junho de 2026, que a Viação Águia Branca, do Espírito Santo, deve assumir o novo arrendamento das 125 linhas e 746 mercados de ônibus interestaduais correspondentes à malha que era de responsabilidade do Grupo Itapemirim, que faliu em 2022. Foram 3 votos em favor da Águia Branca e dois em favor da Suzantur, que deve sair.</p>
<p>Cabe recurso. A decisão ocorreu pelo provimento das alegações do empresa capixaba.</p>
<p>A troca não é imediata. Além de haver a possibilidade de recurso, há transições a seguir.</p>
<p>O julgamento teve início com a manifestação do ministro Gurgel de Faria, tinha pedido vistas, que divergiu do relator ministro Sergio Kukina, sendo favorável para que o novo arrendamento seja válido para a Viação Águia Branca assumir as linhas. Gurgel de Faria seguiu o entendimento do Tribunal de Justiça de São Paulo.</p>
<p>Sergio Kukina destacou que ainda tem dúvidas sobre a competência da Primeira Turma sobre o assunto, mas compreendeu que o tema necessita de uma análise urgente. O relator ainda reconheceu que a proposta econômica da Águia Branca ser mais vantajosa aos credores, mas se disse preocupado se a troca de empresas poderia prejudicar os serviços e o que ocorreria com os funcionários registrados pela Suzantur.</p>
<p>Em seguida, a ministra Regina Helena Costa se manifestou e acompanhou a divergência de Faria, sendo favorável a Viação Águia Branca.</p>
<p>O ministro Paulo Sérgio Domingues foi o terceiro e se manifestou também em prol da Águia Branca no arrendamento. O ministro Benedito Gonçalves foi a favor da Suzatur.</p>
<p>Todos os ministros manifestaram estranheza no fato de que o recurso foi remetido à Primeira Turma, mas entenderam a necessidade de votar.</p>
<p>Como havia mostrado em primeira-mão o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, a continuação do julgamento ocorreu nesta terça-feira após três adiamentos.</p>
<p>O STJ suspendeu o julgamento porque os ministros pediram destaque de vistas, ou seja, mais tempo para analisar. Em 02 de março de 2026, o pedido foi do ministro Benedito Gonçalves e, em 07 de abril de 2026, foi a vez do ministro Gurgel de Faria.</p>
<p>Não tinham votado ainda a ministra Regina Helena Costa e os ministros Paulo Sérgio Domingues e Benedito Gonçalves.</p>
<p>A data do leilão não foi definida, mas como mostrou o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, a administradora judicial da falência EXM Partners apresentou uma nova proposta de edital, que ainda será julgada.</p>
<p>O ministro-relator do processo, Sérgio Kukina, votou por atender um recurso da atual arrendatária Suzantur (Transportadora Turística Suzano) contra uma decisão da Justiça de São Paulo que autorizou um novo arrendamento que teve a Viação Águia Branca, do Espírito Santo, como selecionada, após um processo de concorrência judicial.</p>
<p>VEJA OS VOTOS:</p>
<p><div style="width: 1040px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-528106-2" width="1040" height="576" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/JULGAMENTO-STJ-090626.mp4?_=2" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/JULGAMENTO-STJ-090626.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/JULGAMENTO-STJ-090626.mp4</a></video></div></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Como havia mostrado em primeira-mão o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, a continuação do julgamento foi remarcado para esta terça-feira após três adiamentos.</p>
<p>O STJ suspendeu o julgamento porque os ministros pediram destaque de vistas, ou seja, mais tempo para analisar. Em 02 de março de 2026, o pedido foi do ministro Benedito Gonçalves e, em 07 de abril de 2026, foi a vez do ministro Gurgel de Faria.</p>
<p>Não tinham votado ainda a ministra Regina Helena Costa e os ministros Paulo Sérgio Domingues e Benedito Gonçalves.</p>
<p>A data do leilão não foi definida, mas como mostrou o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, a administradora judicial da falência EXM Partners apresentou uma nova proposta de edital, que ainda será julgada.</p>
<p>O ministro-relator do processo, Sérgio Kukina, votou por atender um recurso da atual arrendatária Suzantur (Transportadora Turística Suzano) contra uma decisão da Justiça de São Paulo que autorizou um novo arrendamento que teve a Viação Águia Branca, do Espírito Santo, como selecionada, após um processo de concorrência judicial.</p>
<p>Como tinha mostrado o <strong><em>Diário do Transporte,</em></strong> o contrato de arrendamento para a Viação Águia Branca pela operação das linhas referentes à malha que era operada pelo Grupo Itapemirim renderia para os credores, em um ano, 3,5 vezes mais que todo o período de três anos e meio do contrato atual da Suzantur. O período considera desde quando a proposta foi homologada pela Justiça paulista, em abril de 2025, até 16 de abril de 2026, e desde quando a Suzantur começou a fazer os depósitos, em setembro de 2022, até 16 de abril de 2026 – levantamento mais recente finalizado.</p>
<p>De 16 de abril de 2025 a 16 de abril de 2026, o arrendamento pela proposta da Águia Branca, de R$ 3,02 milhões mensas, já teria acumulado R$ 42,2 milhões (R$ 42.280.000,00) em 12 meses. Já em 42 meses do arrendamento para a Suzantur, toda a arrecadação foi de R$ 11,9 milhões (R$ 11.935.436,57).</p>
<p>O arrendamento para a Suzantur, empresa de ônibus do ABC Paulista, das 125 linhas e 746 mercados na malha de ônibus interestaduais correspondente às operações do Grupo Itapemirim, que faliu em 2022, prevê depósitos mensais de R$ 200 mil ou 1,5% das vendas físicas de passagens pela companhia, que atua no segmento de transporte por ônibus urbanos. Vale o que for mais vantajoso.</p>
<p>O primeiro depósito ocorreu, em setembro de 2025, desde quando ocorreu a autorização pela ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) das operações, que de fato ocorreram a partir de 04 de março de 2023.</p>
<p>Entre setembro de 2022 e outubro de 2024, de acordo com as folhas do processo, os depósitos mensais sempre foram de R$ 200 mil. Os valores começaram a ser maiores a partir de novembro de 2024, quando foram depositados R$ 292.405,02, ainda de acordo com os dados no STJ.</p>
<p>O maior valor, ainda de acordo com o andamento processual, foi em janeiro de 2025: R$ 474.513,55</p>
<p>Já o contrato com a Águia Branca, cujos efeitos tinham sido suspensos, prevê o pagamento fixo mensal de R$ 3,02 milhões pela operação.</p>
<p>O Grupo Comporte (família de Constantino de Oliveira) e Viação Águia Branca, do Espírito Santo, ofereceram valores maiores que os pagos pela Suzantur para um novo arrendamento.</p>
<p>Comporte ofereceu R$ 1,71 milhão por mês ou 5,01% sobre a receita líquida de vendas de passagens. A Viação Águia Branca ofereceu R$ 3,02 milhões por mês. A Íntese Empreendimentos, do dono da Frotanobre, Luiz Ferreira Marangon Macedo, <strong><u>&#8211; QUE ADORA INTIMIDAR JORNALISTAS  &#8211;</u></strong> que propôs R$ 3,05 milhões, mas que não atendeu critérios técnicos. Marangon tem o hábito de acionar a Justiça contra matérias jornalísticas por supostos erros, sendo que poderia poupar dinheiro e tempo do judiciário só mandando uma nota de resposta.</p>
<p>O contrato com a Suzantur, com validade prevista inicialmente para ser se dois anos contanto a partir de 27 de fevereiro de 2023, no entendimento da Justiça, prevê um valor mínimo de R$ 200 mil ou 1,5% sobre as vendas físicas de passagens, sem contar as comercializações por meios virtuais, como em aplicativo ou site.</p>
<p><strong>O PASSO A PASSO EM RESUMO:</strong></p>
<p><strong>09 de junho de 2026:</strong> A Primeira Turma do STJ (Superior Tribunal de Justiça) decidiu nesta terça-feira, 09 de junho de 2026, que a Viação Águia Branca, do Espírito Santo, deve assumir o novo arrendamento das 125 linhas e 746 mercados de ônibus interestaduais correspondentes à malha que era de responsabilidade do Grupo Itapemirim, que faliu em 2022. Foram 3 votos em favor da Águia Branca e dois em favor da Suzantur, que deve sair. Cabe recurso</p>
<p>Relembre: <a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/06/09/stj-decide-que-viacao-aguia-branca-deve-assumir-linhas-da-itapemirim-e-que-a-suzantur-deve-sair/">https://diariodotransporte.com.br/2026/06/09/stj-decide-que-viacao-aguia-branca-deve-assumir-linhas-da-itapemirim-e-que-a-suzantur-deve-sair/</a></p>
<p><strong>18 de maio de 2026: </strong>O <strong><em>Diário do Transporte,</em></strong> com exclusividade, revelou que contrato de arrendamento para a Viação Águia Branca pela operação das linhas referentes à malha que era operada pelo Grupo Itapemirim renderia para os credores, em um ano, 3,5 vezes mais que todo o período de três anos e meio do contrato atual da Suzantur. O período considera desde quando a proposta foi homologada pela Justiça paulista, em abril de 2025, até 16 de abril de 2026, e desde quando a Suzantur começou a fazer os depósitos, em setembro de 2022, até 16 de abril de 2026 – levantamento mais recente finalizado.</p>
<p>De 16 de abril de 2025 a 16 de abril de 2026, o arrendamento pela proposta da Águia Branca, de R$ 3,02 milhões mensas, já teria acumulado R$ 42,2 milhões (R$ 42.280.000,00) em 12 meses. Já em 42 meses do arrendamento para a Suzantur, toda a arrecadação foi de R$ 11,9 milhões (R$ 11.935.436,57).</p>
<p>O arrendamento para a Suzantur, empresa de ônibus do ABC Paulista, das 125 linhas e 746 mercados na malha de ônibus interestaduais correspondente às operações do Grupo Itapemirim, que faliu em 2022, prevê depósitos mensais de R$ 200 mil ou 1,5% das vendas físicas de passagens pela companhia, que atua no segmento de transporte por ônibus urbanos. Vale o que for mais vantajoso.</p>
<p>O primeiro depósito ocorreu, em setembro de 2025, desde quando ocorreu a autorização pela ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) das operações, que de fato ocorreram a partir de 04 de março de 2023.</p>
<p>Entre setembro de 2022 e outubro de 2024, de acordo com as folhas do processo, os depósitos mensais sempre foram de R$ 200 mil. Os valores começaram a ser maiores a partir de novembro de 2024, quando foram depositados R$ 292.405,02, ainda de acordo com os dados no STJ.</p>
<p>O maior valor, ainda de acordo com o andamento processual, foi em janeiro de 2025: R$ 474.513,55</p>
<p>Já o contrato com a Águia Branca, cujos efeitos tinham sido suspensos, prevê o pagamento fixo mensal de R$ 3,02 milhões pela operação.</p>
<p>O Grupo Comporte (família de Constantino de Oliveira) e Viação Águia Branca, do Espírito Santo, ofereceram valores maiores que os pagos pela Suzantur para um novo arrendamento.</p>
<p>Comporte ofereceu R$ 1,71 milhão por mês ou 5,01% sobre a receita líquida de vendas de passagens. A Viação Águia Branca ofereceu R$ 3,02 milhões por mês. A Íntese Empreendimentos, do dono da Frotanobre, Luiz Ferreira Marangon Macedo, <strong><u>&#8211; QUE ADORA INTIMIDAR JORNALISTAS  &#8211;</u></strong> que propôs R$ 3,05 milhões, mas que não atendeu critérios técnicos. Marangon tem o hábito de acionar a Justiça contra matérias jornalísticas por supostos erros, sendo que poderia poupar dinheiro e tempo do judiciário só mandando uma nota de resposta.</p>
<p>O contrato com a Suzantur, com validade prevista inicialmente para ser se dois anos contanto a partir de 27 de fevereiro de 2023, no entendimento da Justiça, prevê um valor mínimo de R$ 200 mil ou 1,5% sobre as vendas físicas de passagens, sem contar as comercializações por meios virtuais, como em aplicativo ou site.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/05/18/arrendamento-das-linhas-da-itapemirim-para-suzantur-rendeu-r-119-milhoes-com-proposta-da-agua-branca-seriam-r-422-milhoes-diz-dado-no-stj/">https://diariodotransporte.com.br/2026/05/18/arrendamento-das-linhas-da-itapemirim-para-suzantur-rendeu-r-119-milhoes-com-proposta-da-agua-branca-seriam-r-422-milhoes-diz-dado-no-stj/</a></p>
<p><strong>14 de maio de 2026: </strong>O criador e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte,</em></strong> Adamo Bazani, com a colaboração do repórter Yuri Sena trazem em primeira mão nesta quinta-feira, 14 de maio de 2026: acaba de ser marcada a retomada do julgamento pelo STJ sobre o arrendamento das linhas, mercados e estruturas da Viação Itapemirim, que será a partir de 09 de junho de 2026. Será julgamento presencial.</p>
<p><strong>07 de abril de 2026:</strong> Retomado o julgamento do recurso da Suzantur contra decisão da Justiça de São Paulo que permitiu que a Águia Branca, após um procedimento de concorrência judicial, assumisse um novo. Mas de novo foi adiada decisão sobre se a Viação Águia Branca assume arrendamento da Itapemirim no lugar da Suzantur. Em sessão que ocorreu em 07 de abril de 2026, o ministro Gurgel de Faria pede de novo vistas. Uma nova data será marcada. Já foi o segundo adiamento. A ministra Regina Helena Costa levantou na sessão dúvidas sobre se o processo deveria mesmo ser pela Primeira Turma, por ser de natureza falimentar.</p>
<p><strong>12 de março de 2026:</strong> Remarcado o julgamento</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/03/12/exclusivo-no-diario-do-transporte-stj-marca-nova-data-para-julgar-se-e-a-suzantur-ou-a-aguia-branca-que-vao-atuar-a-frente-das-linhas-da-itapemirim/">https://diariodotransporte.com.br/2026/03/12/exclusivo-no-diario-do-transporte-stj-marca-nova-data-para-julgar-se-e-a-suzantur-ou-a-aguia-branca-que-vao-atuar-a-frente-das-linhas-da-itapemirim/</a></p>
<p><strong>02 de março de 2026:</strong> Ministro Gurgel de Faria, do STJ, pediu vistas para melhor análise do processo, suspendendo a sessão virtual que teve início em 23 de fevereiro de 2026.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/03/12/exclusivo-no-diario-do-transporte-stj-marca-nova-data-para-julgar-se-e-a-suzantur-ou-a-aguia-branca-que-vao-atuar-a-frente-das-linhas-da-itapemirim/">https://diariodotransporte.com.br/2026/03/12/exclusivo-no-diario-do-transporte-stj-marca-nova-data-para-julgar-se-e-a-suzantur-ou-a-aguia-branca-que-vao-atuar-a-frente-das-linhas-da-itapemirim/</a></p>
<p><strong>24 de fevereiro de 2026:</strong> o ministro-relator do processo, Sergio Kukina, votou favoravelmente a permanência da Suzantur frente às operações arrendadas da Itapemirim até o leilão das linhas, marcas e guichês, mas ainda faltam outros ministros para votar.</p>
<p>Relembre: <a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/02/24/stj-kukina-vota-pela-permanencia-da-suzantur-frente-ao-arrendamento-da-itapemirim-ate-leilao-mas-outros-magistrados-ainda-nao-se-manifestaram/">https://diariodotransporte.com.br/2026/02/24/stj-kukina-vota-pela-permanencia-da-suzantur-frente-ao-arrendamento-da-itapemirim-ate-leilao-mas-outros-magistrados-ainda-nao-se-manifestaram/</a></p>
<p><strong>09 de setembro de 2025</strong>: De forma monocrática (sozinho) e em liminar (decisão provisória) o ministro relator Sérgio Kukina atendeu ao pedido da Suzantur e manteve a viação no arrendamento até o julgamento por parte da corte, justamente este concluído em 03 de março de 2026, e noticiado <strong>em primeira-mão pelo DIÁRIO DO TRANSPORTE.</strong></p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2025/09/10/exclusivo-no-diario-do-transporte-stj-atende-suzantur-e-determina-continuidade-das-operacoes-na-itapemirim-e-que-seja-marcado-leilao-definitivo/">https://diariodotransporte.com.br/2025/09/10/exclusivo-no-diario-do-transporte-stj-atende-suzantur-e-determina-continuidade-das-operacoes-na-itapemirim-e-que-seja-marcado-leilao-definitivo/</a></p>
<p><strong>07 de abril 2025:</strong>  O juiz Marcelo Stabel de Carvalho Hannoun, da 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais, do TJSP (Tribunal de Justiça de São Paulo atendeu recurso da Águia Branca e decidiu homologar a proposta da empresa para assumir no lugar da viação de urbanos do ABC.</p>
<p>As propostas foram:</p>
<p>&#8211; <strong>Viação Águia Branca</strong> ofereceu R$ 3,02 milhões por mês, independentemente da receita;</p>
<p>&#8211; <strong>Grupo Comporte,</strong> pela Expresso União, ofereceu R$ 1,71 milhão por mês ou 5,01% sobre a receita líquida de vendas de passagens</p>
<p>&#8211; <strong>Íntese Empreendimentos</strong>, do dono inoperante Frotanobre, Luiz Ferreira Marangon Macedo, que propôs R$ 3,05 milhões, mas que não atendeu critérios técnicos. O empresário tem o hábito de acionar a Justiça contra jornalistas. Funcionários, entretanto, reclamam de falta de pagamento.</p>
<p><strong>04 de março de 2023:</strong> Da garagem provisória da Suzantur, em Santo André, parte o primeiro ônibus da fase de retomada de linhas. O veículo, de dois andares e quatro eixos, fez a linha São Paulo x Curitiba, inaugurando a era da administração do diretor da Suzantur, Claudinei Brogliato, frente às operações interestaduais com o nome Nova Itapemirim.</p>
<p>O <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> acompanhou a saída da garagem provisória de Santo André (SP) com exclusividade. Relembre: <a href="https://diariodotransporte.com.br/2023/03/04/em-primeira-mao-videos-e-entrevista-confira-o-primeiro-onibus-e-o-primeiro-motorista-que-marcam-o-retorno-da-viacao-itapemirim-kaissara-sob-arrendamento-da-suzantur-sao-pauloxcuritiba/">https://diariodotransporte.com.br/2023/03/04/em-primeira-mao-videos-e-entrevista-confira-o-primeiro-onibus-e-o-primeiro-motorista-que-marcam-o-retorno-da-viacao-itapemirim-kaissara-sob-arrendamento-da-suzantur-sao-pauloxcuritiba/</a></p>
<p><strong>27 de fevereiro de 2023:</strong> Depois de longa batalha jurídica contra a ANTT e empresas de ônibus concorrentes, como as que formam o Grupo Comporte (família Constantino de Oliveira), Grupo Garcia Brasil Sul (Paraná) e Grupo Águia Branca (Espírito Santo), a Suzantur (São Paulo) consegue liberação da ANTT para gradativamente retomar as operações de todas as 125 linhas de ônibus interestaduais que haviam sido paralisadas entre as gestões da família do fundador da Itapemirim, Camilo Cola, e do empresário Sidnei Piva de Jesus (que era dono da Itapemirim na data da falência)</p>
<p><strong>05 de outubro de 2022</strong>: A administradora judicial da falência do Grupo Itapemirim, EXM Partners, protocola o contrato de arrendamento das linhas de ônibus interestaduais junto à ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres).</p>
<p><strong>29 de setembro de 2022</strong>: É assinado o contrato de arrendamento entre a Suzantur e a massa falida do Grupo Itapemirim. O objetivo do arrendamento é gerar recursos para a massa falida.</p>
<p><strong>21 de setembro de 2022:</strong> As viações Itapemirim e Kaissara pertencem ao Grupo Itapemirim, que teve falência decretada pela Justiça, em 21 de setembro de 2022. Na mesma decisão, o juiz João de Oliveira Rodrigues Filho, da 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais, até então responsável pelo processo em primeira instância, aceitou proposta da empresa de ônibus urbanos, Suzantur, de Santo André, no ABC Paulista, a operar por dois anos as linhas por arrendamento como forma de angariar recursos para os credores. O Grupo Itapemirim acumulou dívidas demais de R$ 3 bilhões.</p>
<p><strong>LEILÃO NÃO VAI NEM &#8220;ARRANHAR A SUPERFÍCIE&#8221; DE DÍVIDAS DO GRUPO ITAPEMIRIM</strong></p>
<p>O leilão do Grupo Itapemirim é para garantir recursos aos credores da falência que foi decretada pela Justiça em 21 de setembro de 2022, mas a estimativa de arrecadação não vai nem “arranhar a superfície” do endividamento deixado pelas administrações anteriores, como a família do fundador Camilo Cola e, posteriormente, os empresários Sidnei Piva e Camila Valdívia (que se retirou da sociedade antes da falência). As dívidas deixadas, com fornecedores, trabalhadores, bancos, passivos judiciais e impostos se aproximam de R$ 3 bilhões. A mais recente avaliação da EXM Partners, publicada em outubro de 2025, cotava a UPI em R$ 101,1 milhões como lance mínimo, mas o valor deve ser revisto.</p>
<p>Também para garantir parte dos recursos, já foram realizados leilões de ônibus usados e imóveis com arrecadação estimada de R$ 77,2 milhões (Relembre: <a href="https://diariodotransporte.com.br/2024/03/06/oficial-leilao-da-itapemirim-tem-arrecadacao-estimada-de-r-772-milhoes-com-os-lances-encerrados-nesta-quarta-06/">https://diariodotransporte.com.br/2024/03/06/oficial-leilao-da-itapemirim-tem-arrecadacao-estimada-de-r-772-milhoes-com-os-lances-encerrados-nesta-quarta-06/</a> ), mas há contestações judiciais sobre alguns bens. Além disso, em 27 de outubro de 2022 passou a valer o arrendamento por dois anos das linhas para a empresa de ônibus urbanos Suzantur, de Santo André (SP), cujo contrato estipula um pagamento mínimo de R$ 200 mil à massa falia ou 1,5% sobre as vendas físicas de passagens (guichês e agências) – o que for maior. Diante da não realização do leilão o contrato foi postergado. A Viação Águia Branca, de Cariacica (ES), obteve na Justiça o reconhecimento de que o contrato com a Suzantur havia acabado e, também, conseguiu que fosse homologada sua proposta de R$ 3,02 milhões por mês para um novo arrendamento. Mas a Suzantur recorreu e o SJT (Superior Tribunal de Justiça) determinou que a empresa ficasse no arrendamento até a conclusão do leilão.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>1</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/08/07/leilao-da-itapemirim-aguia-branca-pede-suspensao-administradora-judicial-defende-realizacao-e-cade-diz-que-compra-tera-analise-concorrencial/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=528106</guid>
  </item>
  <item>
    <title>VÍDEO DO EXATO MOMENTO: Acidente grave na GO-010 entre ônibus da Guanabara e caminhão deixa mortos e dezenas de feridos em Luziânia nesta sexta-feira (07)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/08/07/video-do-exato-momento-acidente-grave-na-go-010-entre-onibus-da-guanabara-e-caminhao-deixa-mortos-e-dezenas-de-feridos-em-luziania-nesta-sexta-feira-07/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/08/07/video-do-exato-momento-acidente-grave-na-go-010-entre-onibus-da-guanabara-e-caminhao-deixa-mortos-e-dezenas-de-feridos-em-luziania-nesta-sexta-feira-07/#comments</comments>
    <pubDate>Fri, 07 Aug 2026 20:00:01 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Coletivo operava na rota Taguatinga x Uberlândia; número de óbitos subiu para cinco VINÍCIUS DE OLIVEIRA Na manhã desta sexta-feira, 07 de agosto, ao menos cinco pessoas morreram e cerca de 45 ficaram feridas em um acidente envolvendo um ônibus rodoviário da empresa Guanabara, um caminhão e dois carros na rodovia GO-010, próximo do município [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="538" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/ede66495-f16c-43f4-a103-c9ad960bead0-e1786132831492.jpg?fit=800%2C538&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><em>Coletivo operava na rota Taguatinga x Uberlândia; número de óbitos subiu para cinco</em></p>
<p><em><strong>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</strong></em></p>
<p><div style="width: 640px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-528015-3" width="640" height="576" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Video-2026-08-07-at-16.56.01.mp4?_=3" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Video-2026-08-07-at-16.56.01.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Video-2026-08-07-at-16.56.01.mp4</a></video></div></p>
<p>Na manhã desta sexta-feira, 07 de agosto, ao menos cinco pessoas morreram e cerca de 45 ficaram feridas em um acidente envolvendo um ônibus rodoviário da empresa Guanabara, um caminhão e dois carros na rodovia GO-010, próximo do município de Luziânia, em Goiânia.</p>
<p>Dos óbitos confirmados, duas vítimas estavam no caminhão e três no ônibus, sendo uma delas um bebê.</p>
<p>Tanto o coletivo como a carreta tombaram, esta última bloqueou por completo a via.</p>
<p>Equipes do 5º Batalhão de Bombeiros Militar e unidades de apoio da região atenderam a ocorrência.</p>
<p>A orientação é de que os motoristas que seguem pela GO-010 rumo a Vianópolis evitem o trecho.</p>
<p>Já para aqueles que tem Goiânia como destino, a melhor opção é ir por Gama.</p>
<p>Em nota ao <strong>Diário do Transporte</strong>, a Guanabara informou que o ônibus envolvido no acidente atende a linha Taguatinga x Uberlândia<em>.</em></p>
<p><em>&#8220;A Real Expresso, empresa do Grupo Guanabara, informa que, por volta nesta sexta-feira (7/8), o ônibus de prefixo 11876, que operava na rota Taguatinga x Uberlândia, tendo partido as 07:00 hrs, se envolveu em um acidente na rodovia na altura do município de Luziânia (GO).</em></p>
<p><em>O veículo transportava 45 adultos e três crianças. A equipe de atendimento da empresa seguiu para o local com todos os profissionais de atendimento incluído psicólogo e até o presente momento foram registados 3 óbitos no ônibus.</em></p>
<p><em>Os passageiros feridos foram levados para o Hospital Regional de Luziânia para atendimento. A carreta que colidiu no ônibus continha uma dupla de motoristas que também vieram à obito. As causas do acidente ainda estão sendo apuradas, e a empresa está colaborando integralmente com as autoridades competentes.</em></p>
<p><em>Disponibilizamos o SAC 0800 728 1992 disponível 24 horas para informações aos familiares.&#8221;</em></p>
<p>Segundo informações preliminares do Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Goiás (CBMGO), oito vítimas estão em estado grave e outras aproximadamente 25 tiveram ferimentos leves ou moderados. Equipes de resgate permanecem no local realizando o atendimento e encaminhamento dos feridos para unidades de saúde. Confira abaixo a íntegra da nota divulgada pelo CBMGO:</p>
<p><em>&#8220;O Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Goiás (CBMGO) segue atuando no atendimento a um grave acidente de trânsito na GO-010, nas proximidades do Povoado de Samambaia.</em></p>
<p><em>A ocorrência envolve um caminhão, um ônibus com aproximadamente 40 passageiros e dois veículos de passeio.</em></p>
<p><em>Até o momento, o balanço preliminar aponta cinco óbitos no local, sendo:</em></p>
<p><em>2 homens que ocupavam o caminhão;</em><br />
<em>2 mulheres que estavam no ônibus;</em><br />
<em>1 bebê que também estava no ônibus.</em></p>
<p><em>Além das vítimas fatais, oito vítimas em estado grave estão sendo atendidas pelas equipes de resgate. As vítimas mais graves estão sendo encaminhadas diretamente ao Hospital Estadual. Uma aeronave do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) presta apoio à operação, realizando o transporte aeromédico, com médico a bordo para avaliação e estabilização dos pacientes.</em></p>
<p><em>Também foi solicitado apoio para o transporte de aproximadamente 25 vítimas com ferimentos leves e moderados para unidades de saúde de Luziânia. Ambulâncias do município reforçam o atendimento.</em></p>
<p><em>Para a ocorrência, o CBMGO mobilizou equipes do 5º Batalhão Bombeiro Militar, em Luziânia, além de militares de outras unidades da região, empregando:</em></p>
<p><em>1 Auto Bomba Tanque Salvamento (ABTS);</em><br />
<em>2 viaturas ASA;</em><br />
<em>3 Unidades de Resgate (UR) de Luziânia;</em><br />
<em>1 Unidade de Resgate (UR) de Silvânia;</em><br />
<em>1 unidade do SAMU;</em><br />
<em>1 aeronave do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF).</em></p>
<p><em>As equipes permanecem no local realizando o desencarceramento de vítimas, atendimento pré-hospitalar e transporte dos feridos.</em></p>
<p><em>As informações são preliminares e poderão ser atualizadas conforme o andamento da operação e a consolidação dos dados pelas equipes de atendimento.&#8221;</em></p>
<p><div style="width: 1008px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-528015-4" width="1008" height="576" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Video-2026-08-07-at-18.16.57.mp4?_=4" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Video-2026-08-07-at-18.16.57.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Video-2026-08-07-at-18.16.57.mp4</a></video></div></p>
<p><div style="width: 576px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-528015-5" width="576" height="1040" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Video-2026-08-07-at-13.52.00.mp4?_=5" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Video-2026-08-07-at-13.52.00.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Video-2026-08-07-at-13.52.00.mp4</a></video></div></p>
<p><em><strong>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>2</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/08/07/video-do-exato-momento-acidente-grave-na-go-010-entre-onibus-da-guanabara-e-caminhao-deixa-mortos-e-dezenas-de-feridos-em-luziania-nesta-sexta-feira-07/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=528015</guid>
  </item>
</channel>
</rss>