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	<title>Diário do Transporte</title>
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	<description>Página destinada à cobertura jornalística dos principais fatos relacionados aos transportes, com notícias, informações de última hora, coberturas exclusivas, opinião, estudos técnicos e história.</description>
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    <title>Demanda de passageiros do transporte público em Londrina cresce 9,31% em 2025 com investimentos em frota, tecnologia e gestão</title>
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    <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 03:53:52 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao Diário do Transporte que recuperação é superior à média nacional ADAMO BAZANI Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="623" height="407" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?fit=623%2C407&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?w=623&amp;ssl=1 623w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=300%2C196&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=150%2C98&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=400%2C261&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 623px) 100vw, 623px" /> <p><em>Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao <strong>Diário do Transporte</strong> que recuperação é superior à média nacional</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><em><strong>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</strong></em></p>
<div style="width: 480px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-494300-1" width="480" height="848" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4?_=1" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4</a></video></div>
<p>A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros do transporte público, após quedas sucessivas em decorrência da pandemia de covid-19.</p>
<p>Em 2025, o crescimento da demanda foi de 9,31%.</p>
<p>Em 2024, o total registrado foi de 1,4 milhão (1.482.380) de passageiros equivalentes. Em 2025, essa média subiu para 1,6 milhão (1.620.394), considerando a apuração dos últimos quatro meses.</p>
<p>O conceito “passageiros equivalentes” significa o número real de pagantes de um sistema de transportes. Ou seja, são usuários que não foram atraídos por benefícios ou gratuidades.</p>
<p>Ao repórter e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, nesta última semana de dezembro de 2025, o diretor de uma das concessionárias de transportes do município, Paulo Sergio Bongiovanni, da TCGL (Transportes Coletivos Grande Londrina,) conta que a média de recuperação de demanda de usuários no pós-pandemia, em Londrina tem sido superior à nacional, com os números totais quase se igualando ao período anterior da crise sanitária.</p>
<p><strong><em>“Em 2025, o total de passageiros em Londrina cresceu mais de 9,31%. Enquanto no restante do País, em relação a 2019, no pré-pandemia, os sistemas de transportes operam com 80% a 81% do que era transportado antes da covd-19, nós estamos em torno de 90%. Então, as respostas vêm quando o transporte é bom.&#8221;</em></strong> – disse Paulo Bongiovanni.</p>
<p>O sistema de transportes de Londrina é operado por duas empresas de ônibus: a TCGL (Transporte Coletivo Grande Londrina), com 244 veículos, e a Londrisul, com 138 coletivos.</p>
<p>Bongiovanni acredita que o crescimento do total de usuários acima do ritmo da média nacional não ocorreu simplesmente pela volta das atividades econômicas que foram desaquecidas com a pandemia ou pela redução dos dias trabalhados pela população em sistema de <em>“home office”.</em></p>
<p>O empresário citou investimentos feitos em tecnologia, com sistemas de gerenciamento inteligentes e informações aos passageiros, ampliação do acesso à bilhetagem eletrônica, modernizações dos terminais de ônibus e renovação de frota.</p>
<p><strong><em>“Hoje temos mais de 85 telas informativas, mais de 550 câmeras espalhadas em todos os nove terminais da cidade, onde todo mundo brinca que o lugar mais seguro da cidade é o Terminal Central. Nós temos internet dentro dos ônibus e nos terminais, alguns viraram um coworking, onde as pessoas vão para trabalhar” –</em></strong> contou.</p>
<p>Somente a TCGL, por exemplo, fez recentemente um investimento mais amplo em ônibus 0 km. Foram 96 coletivos novos entre 2023 e 2024 e mais 92 unidades entre 2024 e 2025.</p>
<p>Segundo Bongiovanni, quase 60% da frota da companhia em operação, possuem ar-condicionado.</p>
<p>Os mais recentes são ônibus novos têm chassis Mercedes-Benz OF-1726L, com suspensão a ar, vidro colado, e motores com o padrão tecnológico obrigatório no Brasil, Euro 6, com emissões de poluentes de 75%, em média, em comparação com os veículos a diesel com a norma anterior Euro 5, cuja produção para o mercado interno foi descontinuada em 2023.</p>
<p>Os coletivos ainda contam com quatro câmeras de segurança cada, tomadas USB-C tipo A e tipo C para recarga de celulares, entre outros itens de conforto e segurança.</p>
<p>O empresário ainda destacou a necessidade de gestores públicos e empresas de transportes atuarem em conjunto para ampliar o nível de satisfação dos usuários. Segundo Bongiovanni, parte dos custos operacionais é subsidiada pela prefeitura.</p>
<p><strong><em>“Em junho deste ano de 2025, fizemos atualizações em 100 linhas simultaneamente num dia só e não tivemos uma só reclamação. A qualidade no transporte atrair a população e transporte de qualidade é aquele onde a prefeitura sabe investir. Londrina foi muito bem nisso”</em></strong> – disse o empresário.</p>
<p>Os contratos atuais foram assinados no fim de 2019, prestes ao pior da pandemia.</p>
<p>Alguns investimentos durante a crise sanitária tiveram de ser postergados, mas quando ocorreram, segundo o empresário, tiveram efeito positivo na percepção do passageiro do sistema.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
<p><strong><em>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</em></strong></p>
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    <title>Esteira rolante na Estação Paulista Pernambucanas de metrô será interditada a partir desta quarta-feira (3)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2024/01/02/esteira-rolante-na-estacao-paulista-pernambucanas-de-metro-sera-interditada-a-partir-desta-quarta-feira-3/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 02 Jan 2024 19:01:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metrô]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8) VINÍCIUS DE OLIVEIRA A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8). A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="739" height="415" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?fit=739%2C415&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?w=739&amp;ssl=1 739w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 739px) 100vw, 739px" /> 
<p><em>Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8)</em></p>



<p><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>



<p>A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8).</p>



<p>A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha 2-Verde, estará temporariamente interditada </p>



<p>Os ajustes têm como intuito manter o conforto e a segurança dos passageiros.</p>



<p>Os serviços acontecem nesta semana em razão do menor fluxo de pessoas nas estações.</p>



<p><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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    <title>Aportes em transportes chegam a 0,71% do PIB e projetam R$ 400 bilhões até 2030</title>
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    <pubDate>Tue, 05 May 2026 14:00:56 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Estruturação de projetos reduz prazos e amplia participação de recursos públicos e privados no setor ARTHUR FERRARI Os investimentos no setor de transportes no Brasil alcançaram 0,71% do Produto Interno Bruto (PIB) no período entre 2023 e 2026, segundo balanço apresentado pelo ministro George Santoro durante evento no Centro de Debate de Políticas Públicas, em [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="768" height="386" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/bb56861c-1421-4066-9842-ee2e765a2819.jpg?fit=768%2C386&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/bb56861c-1421-4066-9842-ee2e765a2819.jpg?w=768&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/bb56861c-1421-4066-9842-ee2e765a2819.jpg?resize=300%2C151&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/bb56861c-1421-4066-9842-ee2e765a2819.jpg?resize=150%2C75&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/bb56861c-1421-4066-9842-ee2e765a2819.jpg?resize=400%2C201&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 768px) 100vw, 768px" /> <p><em>Estruturação de projetos reduz prazos e amplia participação de recursos públicos e privados no setor</em></p>
<p><em><strong>ARTHUR FERRARI</strong></em></p>
<p>Os investimentos no setor de transportes no Brasil alcançaram 0,71% do Produto Interno Bruto (PIB) no período entre 2023 e 2026, segundo balanço apresentado pelo ministro George Santoro durante evento no Centro de Debate de Políticas Públicas, em São Paulo (SP), nesta segunda-feira (04/05).</p>
<p>De acordo com o Ministério dos Transportes do Brasil, a ampliação dos aportes está associada à reestruturação da carteira de projetos rodoviários e ferroviários, que projeta cerca de R$ 400 bilhões em investimentos até 2030. O volume representa crescimento de 174% na soma de recursos federais e privados destinados à área.</p>
<p>“O Ministério padronizou todos os editais e contratos, e as matrizes de risco seguem uma lógica muito parecida. Um projeto antes levava sete anos entre o início e a colocação no mercado. Hoje, esse prazo é de, no máximo, dois anos e meio”, afirmou George Santoro.</p>
<p>As medidas adotadas nos últimos anos incluem mudanças no planejamento e na modelagem de concessões, com foco em ampliar a previsibilidade dos projetos e atrair investidores. A estratégia também considera a necessidade de preparar a infraestrutura logística para eventos climáticos extremos, como os registrados no Rio Grande do Sul em 2024.</p>
<p>“Foram ouvidos todos os bancos e instituições financeiras logo no início da gestão, estruturados mecanismos de concessões rodoviárias e ferroviárias, dando direcionamento à agência reguladora e aos estruturadores sobre como deveriam ser viabilizados os projetos. O diferencial foi realizar isso com governança”, completou o ministro.</p>
<p>Entre as iniciativas destacadas está a destinação mínima de 1% da receita bruta das concessões rodoviárias para projetos voltados à resiliência da infraestrutura. Também foram implementadas mudanças no modelo de obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), com simplificação de प्रक्रimentos e redução de custos.</p>
<p>O planejamento do setor também leva em conta o crescimento da demanda logística no país, com projeção de mais de 800 milhões de toneladas destinadas à exportação até 2050, exigindo maior equilíbrio entre modais rodoviário e ferroviário.</p>
<p>“A pasta construiu diretrizes por meio de portarias colocadas em consulta, a partir de um diagnóstico elaborado com o mercado, instituições financeiras e a própria agência reguladora do setor. Esse processo também ouviu a academia e a população para orientar as decisões”, finalizou George Santoro.</p>
<p><em><strong>Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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    <title>Mauá (SP) recebe 60 ônibus 0 km financiados com recursos federais na quinta (07)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/05/maua-sp-recebe-60-onibus-0-km-financiados-com-recursos-federais-na-quinta-07/</link>
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    <pubDate>Tue, 05 May 2026 13:52:22 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Veículos integram total de 88 unidades. Outra parte da frota será distribuída entre cidades do ABC ADAMO BAZANI A prefeitura de Mauá, no ABC Paulista, e a empresa concessionária de transportes da cidade, Suzantur, apresentam na próxima quinta-feira, 07 de maio de 2026, uma frota de 60 ônibus 0 km para renovação dos veículos das [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="450" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1-1.png?fit=800%2C450&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1-1.png?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1-1.png?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1-1.png?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1-1.png?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1-1.png?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /> <p><em>Veículos integram total de 88 unidades. Outra parte da frota será distribuída entre cidades do ABC</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A prefeitura de Mauá, no ABC Paulista, e a empresa concessionária de transportes da cidade, Suzantur, apresentam na próxima quinta-feira, 07 de maio de 2026, uma frota de 60 ônibus 0 km para renovação dos veículos das linhas municipais.</p>
<p>O <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> noticiou ainda no início de abril de 2026 a compra destes ônibus.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/04/06/abc-paulista-recebe-mais-88-onibus-0-km-da-suzantur-financiados-por-linha-federal/">https://diariodotransporte.com.br/2026/04/06/abc-paulista-recebe-mais-88-onibus-0-km-da-suzantur-financiados-por-linha-federal/</a></p>
<p>É um lote total de 88 ônibus financiados com recursos federais previstos no Programa Novo PAC &#8211; Mobilidade Urbana, Subeixo Renovação de Frota, destinado ao setor privado. Já 28 coletivos serão distribuídos entre outras cidades que a empresa opera no ABC.</p>
<p>A linha é de R$ 71,55 milhões, que cobre parte dos investimentos que serão ressarcidos pela empresa. A classificação da companhia no rigoroso processo de seleção foi noticiada pelo <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> em julho de 2025.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2025/07/12/marechal-df-hp-transportes-go-e-suzantur-sp-estao-entre-as-empresas-que-receberam-maiores-valores-do-pac-para-modernizacao-da-frota/">https://diariodotransporte.com.br/2025/07/12/marechal-df-hp-transportes-go-e-suzantur-sp-estao-entre-as-empresas-que-receberam-maiores-valores-do-pac-para-modernizacao-da-frota/</a></p>
<p>Segundo nota da prefeitura de Mauá, desde o início da atual gestão do prefeito Marcelo Oliveira, o índice de renovação da frota chega a 80% e a idade média dps ônibus da Suzantur na cidade passa a ser de dois anos.</p>
<p><strong><em>A Prefeitura de Mauá vai entregar mais 60 ônibus zero quilômetro para a população. Com isso, o governo do prefeito Marcelo Oliveira atinge a marca de 80% na renovação da frota, que tem uma idade média de dois anos.   Os novos veículos possuem a Tecnologia Sustentável Euro6, que reduz a emissão de poluentes em até 75%. Os veículos contam ainda com Wi-Fi, carregador USB para celulares, câmera traseira, acessibilidade e sistema de climatização.  </em></strong></p>
<p>Não há ar-condicionado, mas os veículos possuem sistema de recirculação de ar natural que permite redução de temperatura interna.</p>
<p>Deste lote, 78 são convencionais com capacidade para 76 passageiros cada, e 10 são do tipo midi (micrão) para 58 passageiros. Os veículos do tipo midi são menores que os convencionais e maiores que os micro-ônibus, sendo indicados para áreas de mais difícil manobra, sem perder significativamente a capacidade e com a mesma largura de bancos e corredor com conforto semelhante na comparação com os modelos convencionais neste quesito.</p>
<p>Os ônibus ainda contam com motores de tecnologia Euro 6, que poluem 75% menos em comparação com a geração anterior e também emitem menos ruído. As carrocerias são Marcopolo modelo Torino, e os chassis são Mercedes-Benz.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-513976" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/2-1.png?resize=800%2C450&#038;ssl=1" alt="" width="800" height="450" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/2-1.png?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/2-1.png?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/2-1.png?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/2-1.png?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/2-1.png?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p>Os chassis dos ônibus convencionais são modelo OF1721L e os midi OF1619L.</p>
<p>Contando com o ciclo anterior de 101 unidades em 2025, já são 189 veículos 0 km colocados pela Suzantur desde então.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2025/05/13/entrevista-gerente-operacional-da-suzantur-explica-compra-de-101-onibus-0-km-para-o-abc-paulista-ouca/">https://diariodotransporte.com.br/2025/05/13/entrevista-gerente-operacional-da-suzantur-explica-compra-de-101-onibus-0-km-para-o-abc-paulista-ouca/</a></p>
<p>A Suzantur foi a primeira empresa do País, ainda em 2017, a aderir e assinar contrato por meio do Refrota (Programa de Renovação de Frota do Transporte Público Coletivo Urbano), que é uma linha de financiamento federal, integrante do BNDES Pró-Transporte, destinada à aquisição de novos ônibus urbanos. Com recursos do FGTS, visa modernizar o transporte, reduzir a idade média da frota, diminuir a emissão de poluentes e aumentar o conforto dos usuários.</p>
<p>O <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> mostrou em primeira-mão na época.</p>
<p>Na ocasião, foram liberados R$ 30,3 milhões para 100 ônibus com contrapartida pela companhia.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2017/06/12/suzantur-assina-primeiro-contrato-do-pais-do-refrota-com-a-caixa-e-vai-comprar-onibus-para-maua/">https://diariodotransporte.com.br/2017/06/12/suzantur-assina-primeiro-contrato-do-pais-do-refrota-com-a-caixa-e-vai-comprar-onibus-para-maua/</a></p>
<p>A Suzantur, com isso, reduz a idade média da frota.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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  </item>
  <item>
    <title>Mogi das Cruzes (SP) adequa linha C202 para atendimento ao novo Hospital da Mulher</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/05/mogi-das-cruzes-sp-adequa-linha-c202-para-atendimento-ao-novo-hospital-da-mulher/</link>
	<dc:creator><![CDATA[arthursabadinferrari]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 05 May 2026 12:39:09 +0000</pubDate>
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	<description><![CDATA[Mudança no itinerário inclui parada em frente à unidade de saúde recém-inaugurada ARTHUR FERRARI A Prefeitura de Mogi das Cruzes (SP) vai alterar o trajeto da linha de ônibus C202 (Conjunto Santo Ângelo via Braz Cubas) para atender diretamente a Maternidade e Hospital da Mulher e da Criança Leila Caran Costa. A mudança entra em [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="464" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/2026050416332369f8f48317e0c-e1777984733239.jpeg?fit=800%2C464&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><em>Mudança no itinerário inclui parada em frente à unidade de saúde recém-inaugurada</em></p>
<p><em><strong>ARTHUR FERRARI</strong></em></p>
<p>A Prefeitura de Mogi das Cruzes (SP) vai alterar o trajeto da linha de ônibus C202 (Conjunto Santo Ângelo via Braz Cubas) para atender diretamente a Maternidade e Hospital da Mulher e da Criança Leila Caran Costa. A mudança entra em vigor no dia 11 de maio, dois dias após a inauguração oficial do equipamento público, prevista para sábado (09/05).</p>
<p>Com a adequação, os ônibus passarão a circular pela rua Francisco Affonso de Melo nos dois sentidos, facilitando o acesso de pacientes e acompanhantes à unidade. Para isso, foram implantados dois novos pontos de parada: um ao lado da maternidade e outro na calçada oposta, próximo ao hospital municipal.</p>
<p>No sentido centro-bairro, o itinerário incluirá as ruas Guttermann, Francisco Affonso de Melo, Paulo Yassuo Too, rua do Agricultor e Padre Álvaro Quiñonez Zuninga. Já no trajeto inverso, os veículos seguirão pelas vias Capitão Francisco de Almeida, Paulo Yassuo Too e Francisco Affonso de Melo.</p>
<p>“A Maternidade e Hospital da Mulher e da Criança de Mogi das Cruzes é uma conquista histórica para a cidade, que trará mais respeito e qualidade de vida para as mulheres de nossa cidade. Facilitar o acesso da população a este importante serviço, com o serviço de transporte coletivo, também faz parte das ações da Prefeitura para beneficiar a população”, destacou Felício Kamiyama, secretário municipal de Mobilidade e Trânsito.</p>
<p>A nova unidade de saúde, localizada no bairro Braz Cubas, terá início de atendimento ao público no dia 25 de maio, com oferta de consultas, exames e serviços nas áreas de obstetrícia, pediatria, psicologia, nutrição, vacinação e banco de leite, voltados principalmente às gestantes atendidas pelo programa municipal.</p>
<p><em><strong>Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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    <title>Tarifa Zero nos ônibus em todo o Brasil pode ter efeitos semelhantes ao Bolsa Família e injetar mais de R$ 60 bilhões na economia</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/05/tarifa-zero-nos-onibus-em-todo-o-brasil-pode-ter-efeitos-semelhantes-ao-bolsa-familia-e-injetar-mais-de-r-60-bilhoes-na-economia/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 05 May 2026 10:56:03 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[BRT]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Reportagens Especiais]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Conclusão é de estudo da Universidade de Brasília (UnB) e da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Custo das gratuidades seria de R$ 78 bilhões ADAMO BAZANI Colaborou Arthur Ferrai Os efeitos da aplicação de uma Tarifa Zero nacional nos ônibus de todo o País para a economia brasileira podem ser semelhantes aos gerados [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="767" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-05-at-07.53.18-e1777978485371.jpeg?fit=1024%2C767&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><em>Conclusão é de estudo da Universidade de Brasília (UnB) e da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Custo das gratuidades seria de R$ 78 bilhões</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><strong><em>Colaborou Arthur Ferrai</em></strong></p>
<p>Os efeitos da aplicação de uma Tarifa Zero nacional nos ônibus de todo o País para a economia brasileira podem ser semelhantes aos gerados pela Bolsa Família com a injeção no comércio, serviços e renda das pessoas na ordem de R$ 60,3 bilhões por ano. Mas, anualmente, a política custaria US$ 78 bilhões.</p>
<p>A conclusão é de um estudo denominado <strong><em>“A Tarifa Zero no Transporte Público como Política de Distribuição de Renda”</em></strong>, divulgado oficialmente nesta terça-feira, 05 de maio de 2026, coordenado por equipes da Universidade de Brasília (UnB), Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ): Thiago Trindade (UnB) &#8211; Coordenador geral; Ana Luísa Coelho Moreira (UnB); Breitner Luiz Tavares (UnB); Daniel Caribé (UnB); Daniel Santini (USP); Juciano Martins Rodrigues (UFRJ); Letícia Birchal Domingues (UnB); Lucio Rennó (UnB);  Paulo Cesar Marques da Silva (UnB); Paulo Henrique da Silva Santarém (UnB)</p>
<p>Ainda de acordo com o trabalho, a injeção imediata de recursos na economia seria de R$ 45,6 bilhões:</p>
<p><strong><em>Principais achados e resultados A partir do cruzamento de dados da PEMOB (2024), IBGE e indicadores operacionais de sistemas de ônibus e trilhos, o estudo revela que:</em></strong></p>
<p><strong><em>&#8211; Na hipótese da implementação de uma política da Tarifa Zero em âmbito nacional, considerando apenas o recorte territorial adotado pelo estudo, estimamos que haveria uma injeção de R$ 60,3 bilhões na economia brasileira, considerando as tarifas predominantes praticadas em abril de 2026. Atualmente, porém, com as isenções e gratuidades já existentes (idosos, estudantes, etc.) cerca de R$ 14,7 bilhões já circulam na economia nacional. </em></strong></p>
<p><strong><em>&#8211; Nesse sentido, a implementação da Tarifa Zero em escala nacional tem o potencial de injetar, de imediato, mais R$ 45,6 bilhões anuais na economia brasileira. Este valor representa o dinheiro que deixaria de ser gasto compulsoriamente com o transporte coletivo e passa a ser destinado a outras necessidades urgentes do cotidiano.</em></strong></p>
<p>Para os pesquisadores, a Tarifa Zero deve ser encarada não apenas como política de mobilidade urbana, mas de distribuição de renda. Por isso, a pesquisa faz a relação direta com o Bolsa Família.</p>
<p><strong><em>O estudo conclui que a Tarifa Zero deve ser compreendida não apenas como uma política de mobilidade, mas como uma poderosa ferramenta de distribuição de renda. No cenário atual de incertezas globais e desafios crescentes, a Tarifa Zero pode ter um papel tão relevante para o Brasil quanto o Programa Bolsa Família teve no início do século XXI, atuando como um motor de dignidade e cidadania, além de contribuir para amenizar desigualdades regionais. Em consonância com os demais estudos já publicados no âmbito desta pesquisa, recomenda-se a criação de mecanismos de financiamento extra-tarifários que permitam a desoneração total dos usuários, transformando a mobilidade em um direito social efetivo. Ao converter o gasto com passagens em renda disponível, o Estado promove uma injeção de liquidez capaz de dinamizar o mercado interno, reduzir a segregação racial e espacial e consolidar um novo patamar de desenvolvimento inclusivo para as metrópoles brasileiras.</em></strong></p>
<p>O estudo foi financiado pela Frente Parlamentar em Defesa da Tarifa Zero no Congresso Nacional, e conta com o apoio da Fundação Rosa Luxemburgo.</p>
<p><strong><em>Esta publicação é parte integrante do projeto de pesquisa “Tarifa zero e suas possibilidades de expansão no Brasil” , desenvolvido no âmbito do Instituto de Ciência Política (IPOL) e do Programa de Pós-Graduação em Ciência Política (PPGCP) da Universidade de Brasília (UnB). A pesquisa é conduzida pelo Grupo de Pesquisa Geopolítica e Urbanização Periférica (GeoUrb) e pelo Núcleo Brasília do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INCT) Observatório das Metrópoles em parceria com a Frente Parlamentar em Defesa da Tarifa Zero do Congresso Nacional, responsável pelo financiamento. Os gabinetes financiadores são: Deputado Federal Jilmar Tatto (PT-SP); Deputada Federal Luiza Erundina (PSOL-SP); Deputada Federal Érika Kokay (PT-DF); Deputada Federal Talíria Petrone (PSOL-DF). O projeto conta também com apoio da Fundação Rosa Luxemburgo.</em></strong></p>
<p>Ainda de acordo com o estudo, o atual modelo de tarifas de ônibus amplia as desigualdades sociais e a pobreza com o comprometimento dos ganhos das famílias de menor renda ou a exclusão dos sistemas de transportes que, na prática, acaba sendo exclusão do acesso ao emprego, saúde, educação, lazer, entre outros direitos básicos:</p>
<p><strong><em>Os dados e análises apresentados ao longo deste texto evidenciam que a tarifa do transporte coletivo, longe de ser um mero instrumento de financiamento do sistema, atua como um mecanismo ativo de manutenção e de ampliação das desigualdades sociais. Ao impor um custo desproporcional justamente sobre aqueles grupos que mais dependem do transporte público – em especial a população negra, as mulheres e os segmentos de menor renda –, o modelo tarifário vigente amplia a pobreza, restringe o acesso a oportunidades, limita a circulação e, em última instância, compromete o exercício pleno de direitos fundamentais. Assim, à semelhança do impacto estrutural provocado pelo PBF no início do século XXI, a implementação da Tarifa Zero possui o potencial de inaugurar um novo ciclo de combate às desigualdades e à pobreza no Brasil. Sob a ótica da justiça distributiva, a desoneração do transporte público atua como um mecanismo de transferência de renda indireta, ampliando o poder de consumo das famílias em situação de pobreza ao liberar recursos anteriormente vinculados à mobilidade urbana. A implementação da Tarifa Zero em escala nacional reforçaria o protagonismo do Brasil na vanguarda das experiências globais de redução de desigualdades e aprofundamento democrático. Esta política alinha-se aos paradigmas contemporâneos de desenvolvimento, que visam articular a equidade social e o combate às desigualdades raciais com a transição ecológica. Ao desestimular o transporte individual motorizado e contribuir para incentivar o modal coletivo, a Tarifa Zero não apenas atende às demandas históricas de movimentos e organizações civis, mas também consolida uma proposta de cidade democrática e sustentável fundamentada no acesso universal e na justiça distributiva.</em></strong></p>
<p><strong>FINANCIAMENTOS:</strong></p>
<p>Mas de onde viria o dinheiro?</p>
<p>Para os pesquisadores, uma das formas de financiar uma Tarifa Zero Nacional seria trocar o atual modelo de Vale-Transporte por uma contribuição obrigatória sobre empregadores com dez ou mais funcionários.</p>
<p>Segundo estimativa dos coordenadores da pesquisa, 81,5% dos estabelecimentos industriais e comercias do Brasil são de menor porte e estariam de fora.</p>
<p>O <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> mostrou em 29 de abril de 2026 que criar uma contribuição sobre a folha dos pagamentos de empregados em vez de o modelo de vale-transporte tradicional poderia reduzir em até pela metade as tarifas de ônibus, trens e metrôs de todo o Brasil. É o que aponta um estudo do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) divulgado nesta semana pelo Governo Federal.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/04/29/contribuicao-sobre-folha-pode-deixar-tarifas-de-onibus-mais-baixas-mas-para-o-trabalhador-que-ja-gasta-muito-com-transporte-peso-no-bolso-ia-aumentar-mais/">https://diariodotransporte.com.br/2026/04/29/contribuicao-sobre-folha-pode-deixar-tarifas-de-onibus-mais-baixas-mas-para-o-trabalhador-que-ja-gasta-muito-com-transporte-peso-no-bolso-ia-aumentar-mais/</a></p>
<p><strong>“TARIFAS ZERO PONTUAIS”            </strong></p>
<p>Em 28 de abril de 2026, o <strong><em>Diário do Transporte </em></strong>mostrou o lançamento de uma linha de ônibus em Santo André, no ABC Paulista, com tarifa-zero. Mas a cidade decidiu não adotar em todo o sistema de transportes. Preferiu identificar onde, inicialmente, as pessoas teriam mais necessidade. Chamado de “Circular Luzitinha”,  é um micro-ônibus que liga sem cobrança de tarifa comunidades carentes ao terminal do maior bairro próximo, o Terminal Vila Luzita, numa área onde não havia transportes e de difícil acesso.</p>
<p>A estimativa é que por morador beneficiado, a prefeitura desembolse somente R$ 2  (dois reais) por mês.</p>
<p>Agora, a cidade já pensa em outro tipo de gratuidade pontual: vincular o transporte aos dados do SUS e não cobrar a tarifa nos dias da consulta na linha Circular da Saúde B45 (Hospital Mário Covas – Bairro Paraíso / Vila Luzita – Jardim Represa), que liga 10 unidades de saúde da cidade e hoje tem tarifa normal.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/04/29/entrevista-santo-andre-sp-estuda-ampliar-linhas-com-tarifa-zero-vincular-gratuidade-nos-onibus-a-consultas-medicas-e-licitar-vila-luzita-ate-outubro/">https://diariodotransporte.com.br/2026/04/29/entrevista-santo-andre-sp-estuda-ampliar-linhas-com-tarifa-zero-vincular-gratuidade-nos-onibus-a-consultas-medicas-e-licitar-vila-luzita-ate-outubro/</a></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-513915" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1.jpg?resize=724%2C1024&#038;ssl=1" alt="" width="724" height="1024" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1.jpg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1.jpg?resize=400%2C566&amp;ssl=1 400w, 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<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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    <slash:comments>0</slash:comments>
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  <item>
    <title>Viação Águia Branca conquista 1526 mercados e acirra briga com Itapemirim e Gontijo na primeira janela de linhas rodoviárias da ANTT</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/05/viacao-aguia-branca-conquista-1526-mercados-e-acirra-briga-com-itapemirim-e-gontijo-na-primeira-janela-de-linhas-rodoviarias-da-antt/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 05 May 2026 09:39:39 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[ANTT]]></category><category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Maior parte é em trechos sem atendimento na origem e destino, mas com potencial de retirar passageiros de concorrentes ADAMO BAZANI A primeira janela para a criação de novas rotas em linhas rodoviárias de ônibus interestaduais, além de poder abrir oportunidades de atendimentos até então não contemplados, vai acirrar brigas históricas entre grandes grupos empresariais. [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="502" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/f5cdb38e-2627-4658-95ad-7340882eba16-e1777934398590.jpg?fit=800%2C502&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><em>Maior parte é em trechos sem atendimento na origem e destino, mas com potencial de retirar passageiros de concorrentes</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A primeira janela para a criação de novas rotas em linhas rodoviárias de ônibus interestaduais, além de poder abrir oportunidades de atendimentos até então não contemplados, vai acirrar brigas históricas entre grandes grupos empresariais.</p>
<p>O procedimento é de responsabilidade da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), do Governo Federal.</p>
<p>A Viação Águia Branca, gigante do Espírito Santo, veio para peitar rivais históricos e relativamente recentes.</p>
<p>A companhia capixaba, sozinha, apenas com sua marca, obteve da ANTT a liberação de 1526 mercados de ônibus rodoviários, que, simplificando a explicação, são trechos dentro de linhas entre diferentes estados.</p>
<p>A empresa briga de frente nestas liberações com outras companhias, como a Gontijo, e a Viação Itapemirim. Mas haverá concorrência também com outros grupos, como a Viação Bragança.</p>
<p>No caso da Gontijo, há uma disputa antiga pelos territórios atendidos. Já no cenário da Itapemirim, a concorrência territorial não é tão nova também, mas o acirramento da animosidade se dá por questões mais novas.</p>
<p>Trata-se da briga judicial pelo controle das operações e marcas da Viação Itapemirim, que faliu.</p>
<p>A rivalidade é entre a família Chieppe e o empresário José Garcia Netto, pela Suzantur (Transportadora Turística Suzano Ltda), atual arrendatária das 125 linhas e 746 mercados rodoviários interestaduais, muito embora, Netto não apareça formalmente no controle da Itapemirim.</p>
<p>Desde março de 2023, a Suzantur, empresa de ônibus urbanos do ABC Paulista, opera as linhas por meio de arrendamento judicial, com o contrato estabelecendo pagamento mínimo de R$ 200 mil ou 1,5% sobre a receita líquida das vendas físicas de passagens. Em 2025, a Águia Branca convenceu a Justiça Paulista que a Suzantur não tinha mais direito ao arrendamento porque se passaram dois anos, conforme contrato. Oferecendo R$ 3,2 milhões por mês, após uma disputa estabelecida em edital pelo juízo responsável pelo processo de falência, a Águia Branca conseguiu um novo arrendamento até o leilão definitivo das marcas e linhas da Itapemirim. Mas a Suzantur conseguiu suspender este novo arrendamento no STJ (Superior Tribunal de Justiça). A Águia Branca recorreu e, pela segunda vez, após pedido de vistas de dois ministros, que pediram mais tempo para estudar o caso, o julgamento em Brasília foi suspenso. Não há previsão de desfecho.</p>
<p>Uma das estratégias da Águia Branca, tanto em mercados sem nenhum atendimento até o momento (chamados pela ANTT de mercados desatendidos) como em mercados só com uma viação apenas (chamados de mercados monopolistas) é escolher cidades de regiões metropolitanas ou próximas de “hubs” de capitais que, na prática, acabam passando em cima de linhas já existentes das concorrentes.</p>
<p>Nesta estratégia, a Águia Branca aproveitaria, inclusive, sua própria estrutura de operação e linhas.</p>
<p>Isso ocorre porque a ANTT não libera apenas linhas na origem e destino, mas mercados (trechos).</p>
<p>Para se ter uma ideia, apesar de haver exceções, a grande maioria dos mercados conquistados pela Águia Branca nesta “primeira janela” está justamente em Estados onde a empresa já tem forte atuação e em territórios onde já tem linhas, em especial (mas não somente) nos Estados da Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo e São Paulo.</p>
<p>Destes 1526 mercados, 1469 são em trechos sem nenhum atendimento e 57 onde já há uma empresa operando.</p>
<p><strong>Mercados até então sem nenhuma ligação direta: 1469</strong></p>
<p>Exemplos</p>
<p>Águia Branca (ES) x Belo Horizonte (MG), Coronel Fabriciano (MG), Governador Valadares (MG), Ipatinga (MG) e João Monlevade (MG); Barra do Piraí (RJ) x Osasco (RJ), Santo André (SP), São Bernardo do Campo (SP), São Caetano do Sul (SP) e Santos (SP); Belford Roxo (RJ) x Estância (ES); Belo Campo (BA) x Santo André (SP), São Bernardo do Campo (SP), São Caetano do Sul (SP); Belo Horizonte (MG) x São João do Meriti (RJ); Cachoeiro de Itapemirim x Duque de Caxias (RJ),  Camaçari (BA) x Itapemirim (ES), Vila Velha (ES) e Viana (ES); Campos dos Goytacazes (RJ) x ABC Paulista; Caratinga (MG) x São Caetano do Sul (SP); Cariacica (ES) x Aracaju (SE); Cariacica (ES) x Campinas; Colatina (ES) x Niterói (RJ), ABC Paulista e Santos (SP); Duque de Caxias (RJ) x ABC Paulista; Feira de Santana (BA) x Santo André (SP); Guarapari (ES) x Arraial do Cabo (RJ); Ilhéus (BA) x Cariacica (ES) e Itapemirim (ES); Itabuna (BA) x Itapemirim (ES); Itapemirim (ES) x Rio de Janeiro (ES), São Paulo (SP) e ABC Paulista; Lauro de Freitas (BA) x Itapemirim (ES)</p>
<p><strong>Mercados onde só há até agora uma única empresa operando: 57</strong></p>
<p>Exemplos</p>
<p>Alegre (ES) x Belo Horizonte (MG); Além Paraíba (MG) x Barra Mansa (RJ); Anchieta (ES) x João Monlevade (MG) e Belo Horizonte (MG); Barbacena (MG), Juiz de Folra (MG). e Conselheiro Lafaiete (MG) x Magé (RJ); Belo Campo (BA) x Osasco (SP); Cachoeiro do Itapemirim (ES) x João Monlevade (MG) e Manhumirim (MG); Camaçari (BA) x Rio de Janeiro (RJ); Caratinga (MG) x Campinas (SP); Conceição da Barra (ES) x Rio de Janeiro (RJ); Cordeiros (BA) x Osasco (SP); Esplanada (BA) x Cristinápolis (SE); Estiva (MG) x São Paulo (SP); Guacuí (ES) x Belo Horizonte (MG);  Macaé (RJ x São José dos Campo (SP), Taubaté (SP); Marataízes (ES) x Manhumirim (MG); Rio de Janeiro (RJ x Guaratinguetá (SP); Vila Velha (ES), Ponte Nova (MG); Vitória da Conquista (BA) x Itaobim (MG) e Medina (MG)</p>
<p>O editor-chefe e criador do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, Adamo Bazani, tem atualizado as informações sobre o procedimento que, na aposta da ANTT, deve ampliar o atendimento em todo o País e a concorrência, muito embora, segundo advogados especialistas ouvidos pelo site, na prática, os números de novos serviços aos cidadão serão menores que o anunciado pela agência federal, já que muitas empresas não vão atender a todas exigências para a operação e alguns destes mercados são isolados, não conseguem compor linhas e conexões e não devem ter viabilidade econômica ou técnica. A ANTT aprovou 47.291 mercados. Desse total, 38.379 referem-se a mercados até então não atendidos, chamados pela agência de “mercados desatendidos”.  Outros 8.912 mercados são atualmente operados por apenas uma empresa e foram classificados pela ANTT como “mercados monopolistas”. Além disso, 5.459 mercados (11,5% do total) serão submetidos a processo seletivo público.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>GRUPOS TRADICIONAIS X &#8220;START UPS&#8221;</strong></p>
<p>A ANTT aprovou 47.291 mercados. Desse total, 38.379 referem-se a mercados até então não atendidos, chamados pela agência de “mercados desatendidos”.  Outros 8.912 mercados são atualmente operados por apenas uma empresa e foram classificados pela ANTT como “mercados monopolistas”. Com isso, o total de mercados autorizados administrativamente deverá saltar de 33.961 para 72.340 — um crescimento de 113%. Além disso, 5.459 mercados (11,5% do total) serão submetidos a processo seletivo público.</p>
<p>Cada &#8220;janela da ANTT&#8221; é uma oportunidade para, de acordo com as atuais regras do setor, que as empresas solicitem autorizações para operar, privilegiando trechos onde não há nenhum tipo de atendimento ainda ou apenas uma companhia atuando.</p>
<p>Com a marca própria Flixbus, a gigante alemã conseguiu 1158 mercados onde não havia oferta até então e 72 mercados onde já há uma oferta, somando 1230 mercados. A FlixBus está no Brasil desde 2021, mas a atuação na Europa começou em 2011 e hoje se tornou gigante, tendo, inclusive frota própria de ônibus e operando até mesmo ferrovias.</p>
<p>A Buser, criada no Brasil em 2017, obteve 27 mercados autorizados, sendo 26 onde não havia atendimento e um para concorrer onde há uma empresa apenas. Mas as liberações não foram para a Buser em si, mas para duas empresas de linhas regulares que comprou, a Transportes Santa Maria, de São Bernardo do Campo, no ABC Paulista; e Expresso JK, do Distrito Federal. Ambas já atuavam no setor dessas linhas. O aplicativo Buser se caracterizou pelo que chama de &#8220;fretamento colaborativo&#8221;, modelo que é alvo de um debate jurídico sobre se é legal ou não no Brasil.</p>
<p><strong>Veja os detalhes:</strong></p>
<p>Em 28 de abril de 2026, o criador e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, Adamo Bazani, mostrou que o aplicativo  Buser vai operar 27 mercados.</p>
<p>As operações se darão por meio da compra recente pelo aplicativo das empresas Transportes Santa Maria, de São Bernardo do Campo, no ABC Paulista; e Expresso JK, do Distrito Federal.</p>
<p>Somente em relação aos chamados mercados “desatendidos”, que são ligações para as quais não havia nenhuma oferta, são 26, sendo 18 pela empresa do ABC e oito pela JK.</p>
<p>Barbacena (MG) x Santo André (SP); Campo Belo (MG) x São Bernardo do Campo (SP); Formiga (MG) x São José do Rio Preto (SP); são alguns exemplos pela Santa Maria e; Morrinhos (MG) x Belo Horizonte (MG); Pinhas (PR) x Registro (SP) e Rio de Janeiro (RJ) x Itaquaquecetuba (SP), pela JK, são casos dos mercados antes sem oferta de ligações.</p>
<p>Já entre os mercados que tinham a atuação de uma só empresa, a Buser vai operar, pela Expresso JK, a ligação Contagem (MG) x Três Rios (RJ).</p>
<p>Relembre:</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="MFFbl0YP7V"><p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/04/28/exclusivo-buser-ganhou-mais-27-mercados-de-onibus-de-linhas-regulares-interestaduais-com-janelas-da-antt/">EXCLUSIVO: Buser ganhou mais 27 mercados de ônibus de linhas regulares interestaduais com janelas da ANTT</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;EXCLUSIVO: Buser ganhou mais 27 mercados de ônibus de linhas regulares interestaduais com janelas da ANTT&#8221; &#8212; Diário do Transporte" src="https://diariodotransporte.com.br/2026/04/28/exclusivo-buser-ganhou-mais-27-mercados-de-onibus-de-linhas-regulares-interestaduais-com-janelas-da-antt/embed/#?secret=dz4Wgzxuht#?secret=MFFbl0YP7V" data-secret="MFFbl0YP7V" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>No dia 27 de abril de 2026, Adamo Bazani mostrou que a plataforma internacional Flixbus conseguiu autorizações para operar diretamente linhas de ônibus nestas janelas.</p>
<p>Foram 1158 mercados onde não havia oferta até então, que são chamados pela ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), de mercados desatendidos, tendo a Flixbus como contemplada 1.: Alagoinhas (BA) x Jaboatão dos Guararapes (PE); Balneário Camboriú (SC) x Umbaúba (SE); Bayeux (PB) x Santo André (SP); Camapuã (MS) x Cascavel (PR) estão entre os exemplos.</p>
<p>A plataforma também vai atender 72 mercados onde já há uma oferta, como Curitiba (PR) x São Vicente.</p>
<p>Relembre:</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="o5iAY2yMQ5"><p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/04/27/em-primeira-mao-janelas-da-antt-flixbus-tem-1158-mercados-antes-sem-atendimento-e-gontijo-3024-sobre-monopolistas-aguia-branca-vai-coincidir-com-rotas-da-itapemirim/">EM PRIMEIRA-MÃO: Janelas da ANTT: Flixbus tem 1158 mercados antes sem atendimento e, Gontijo 3024. Sobre “monopolistas”, Águia Branca vai coincidir com rotas da Itapemirim</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;EM PRIMEIRA-MÃO: Janelas da ANTT: Flixbus tem 1158 mercados antes sem atendimento e, Gontijo 3024. Sobre “monopolistas”, Águia Branca vai coincidir com rotas da Itapemirim&#8221; &#8212; Diário do Transporte" src="https://diariodotransporte.com.br/2026/04/27/em-primeira-mao-janelas-da-antt-flixbus-tem-1158-mercados-antes-sem-atendimento-e-gontijo-3024-sobre-monopolistas-aguia-branca-vai-coincidir-com-rotas-da-itapemirim/embed/#?secret=pOmikjFj6L#?secret=o5iAY2yMQ5" data-secret="o5iAY2yMQ5" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>Os modelos de negócios foram escolhidos de forma diferente.</p>
<p>Enquanto a Flixbus fez as solicitações diretas por sua marca, a Buser foi contemplada por meio das compras de viações de linhas regulares que fez.</p>
<p>O criador e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> noticiou em primeira mão, de forma oficial, a aquisição.</p>
<p>Relembre:</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="uED3JH7j9m"><p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/03/29/holding-da-buser-adquire-cnpj-da-transportes-santa-maria-do-abc-paulista-para-operacoes-rodoviarias-interestaduais-regulares-jk-ja-havia-sido-adquirida/">Holding da Buser adquire CNPJ da Transportes Santa Maria, do ABC Paulista, para operações rodoviárias interestaduais regulares. JK já havia sido adquirida</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;Holding da Buser adquire CNPJ da Transportes Santa Maria, do ABC Paulista, para operações rodoviárias interestaduais regulares. JK já havia sido adquirida&#8221; &#8212; Diário do Transporte" src="https://diariodotransporte.com.br/2026/03/29/holding-da-buser-adquire-cnpj-da-transportes-santa-maria-do-abc-paulista-para-operacoes-rodoviarias-interestaduais-regulares-jk-ja-havia-sido-adquirida/embed/#?secret=JKDCo9Qu1K#?secret=uED3JH7j9m" data-secret="uED3JH7j9m" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>O <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> mostrou também que mesmo com participação da Buser e Flixbus na primeira janela da ANTT, associação que reúne aplicativos vê resultados com cautela.</p>
<p>Segundo Amobitec (Associação Brasileira de Mobilidade e Tecnologia), não há evidências ainda de que os benefícios para empresas e para os passageiros serão reais e muitos destes mercados não serão possíveis.</p>
<p>Relembre:</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="aovqy1wjSG"><p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/05/01/mesmo-com-participacao-da-buser-e-flixbus-na-primeira-janela-da-antt-associacao-que-reune-aplicativos-ve-resultados-com-cautela/">Mesmo com participação da Buser e Flixbus na primeira janela da ANTT, associação que reúne aplicativos vê resultados com cautela</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;Mesmo com participação da Buser e Flixbus na primeira janela da ANTT, associação que reúne aplicativos vê resultados com cautela&#8221; &#8212; Diário do Transporte" src="https://diariodotransporte.com.br/2026/05/01/mesmo-com-participacao-da-buser-e-flixbus-na-primeira-janela-da-antt-associacao-que-reune-aplicativos-ve-resultados-com-cautela/embed/#?secret=8yAfKBrJ7K#?secret=aovqy1wjSG" data-secret="aovqy1wjSG" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>O criador e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte,</em></strong> Adamo Bazani, conversou em uma reportagem especial de <strong><em>“pós-divulgação dos resultados dos mercados aprovados”</em></strong> com vários advogados especializados neste setor e em segurança jurídica.</p>
<p>Todos entendem que houve avanços, mas também entendem ser necessária cautela e aliaram riscos jurídicos e operacionais.</p>
<p><strong><em>“Grande parte dos mercados concedidos não vai ser operada, porque muitos destes mercados não são viáveis ou não conseguem compor uma linha rentável na prática. Resumindo: a janela no final pode ser uma grande ilusão” </em></strong>– explicou o advogado especializado em transportes rodoviários, considerado uma das referências no setor, Ilo Löbel da Luz.</p>
<p>Por este motivo, a advogada especializada em direito empresarial, Liana Variani, aponta também que, além da viabilidade econômica toda nova operação precisa ser avaliada pelo ponto de vista de risco jurídico.</p>
<p><strong><em>“Toda regulamentação nova requer uma análise aprofundada por equipes de advogados especializados. Esta avaliação deve considerar as novas regras em si, a tal letra fria, mas as realidades próprias da empresa, levando em conta o contexto operacional, organizacional, concorrencial e até mesmo geográfico de determina operação. Vale a pena, então, entender o texto e o contexto de forma ampla e individualizada ao mesmo tempo”</em></strong> – disse.</p>
<p><strong><em>“Para empresas que nunca operaram no modal rodoviário interestadual — como parece ser o caso de pelo menos parte das contempladas nesta rodada —, a curva de aprendizado regulatório pode ser longa e custosa. Infrações no início da operação, mesmo que involuntárias, geram autuações com penalidades significativas, suspensões e até cassação da autorização”. </em></strong>– detalhou a advogada especializada no setor rodoviário, Rita Januzzi.</p>
<p>Segundo o especialista em direito voltado para a área de transportes, o advogado Lucas Turquino, haverá acirramento concorrencial riscos de litígio.</p>
<p><strong><em>“Um ponto que merece atenção jurídica é o acirramento competitivo que os resultados desta janela revelam — e em alguns casos, explicitamente agravam. Alguns novos vão aparecer outros vão se ampliar”</em></strong> – disse.</p>
<p>A matéria especial você acessa neste link:</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="eho6NSZhLc"><p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/05/01/primeira-janela-de-onibus-rodoviarios-da-antt-pode-ser-pura-ilusao-grande-parte-dos-mercados-aprovados-nao-vai-virar-realidade-e-vai-ter-muita-briga-na-justica/">ENTREVISTAS: Primeira janela de ônibus rodoviários da ANTT pode ser “pura ilusão”, grande parte dos mercados aprovados não vai virar realidade e vai ter muita briga na Justiça</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;ENTREVISTAS: Primeira janela de ônibus rodoviários da ANTT pode ser “pura ilusão”, grande parte dos mercados aprovados não vai virar realidade e vai ter muita briga na Justiça&#8221; &#8212; Diário do Transporte" src="https://diariodotransporte.com.br/2026/05/01/primeira-janela-de-onibus-rodoviarios-da-antt-pode-ser-pura-ilusao-grande-parte-dos-mercados-aprovados-nao-vai-virar-realidade-e-vai-ter-muita-briga-na-justica/embed/#?secret=OeiBaPO62f#?secret=eho6NSZhLc" data-secret="eho6NSZhLc" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p><strong>O QUE SÃO JANELAS E QUANTAS SÃO:</strong></p>
<p>As chamadas &#8216;janelas de entrada&#8217; são períodos predefinidos pela agência durante os quais empresas de transporte rodoviário interestadual e internacional de passageiros podem apresentar requerimentos para obter novas autorizações de linhas ou para a ampliação de serviços já existentes. Fora dessas janelas, o sistema regulatório é, em regra, fechado para novos pedidos.</p>
<p>Como mostrou o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, em 24 de abril de 2026, a ANTT aprovou 47.291 mercados. Desse total, 38.379 referem-se a mercados até então não atendidos, chamados pela agência de “mercados desatendidos”.  Outros 8.912 mercados são atualmente operados por apenas uma empresa e foram classificados pela ANTT como “mercados monopolistas”. Com isso, o total de mercados autorizados administrativamente deverá saltar de 33.961 para 72.340 — um crescimento de 113%.</p>
<p>A reportagem completa do editor e criador do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, Adamo Bazani, sobre as janelas, você confere neste link:</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="S2NvS1N1iU"><p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/04/26/antt-publica-resultados-de-abertura-de-janelas-extraordinarias-de-mercado-de-onibus-rodoviarios-e-estima-aumento-de-52-no-numero-de-empresas/">ANTT publica resultados de abertura de janelas extraordinárias de mercado de ônibus rodoviários e estima aumento de 52% no número de empresas</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;ANTT publica resultados de abertura de janelas extraordinárias de mercado de ônibus rodoviários e estima aumento de 52% no número de empresas&#8221; &#8212; Diário do Transporte" src="https://diariodotransporte.com.br/2026/04/26/antt-publica-resultados-de-abertura-de-janelas-extraordinarias-de-mercado-de-onibus-rodoviarios-e-estima-aumento-de-52-no-numero-de-empresas/embed/#?secret=aHCYWxhN1U#?secret=S2NvS1N1iU" data-secret="S2NvS1N1iU" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>3</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/05/viacao-aguia-branca-conquista-1526-mercados-e-acirra-briga-com-itapemirim-e-gontijo-na-primeira-janela-de-linhas-rodoviarias-da-antt/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=513835</guid>
  </item>
  <item>
    <title>Governo Federal vai dar prêmio a prefeituras, Estados, empresas de ônibus, estudantes e ONGs por projetos em segurança no trânsito</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/05/governo-federal-vai-dar-premio-a-prefeituras-estados-empresas-de-onibus-estudantes-e-ongs-por-projetos-em-seguranca-no-transito/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/05/governo-federal-vai-dar-premio-a-prefeituras-estados-empresas-de-onibus-estudantes-e-ongs-por-projetos-em-seguranca-no-transito/#comments</comments>
    <pubDate>Tue, 05 May 2026 08:48:05 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[BRT]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Concurso foi lançado pela Senatran e é atividade do Maio Amarelo. Prêmios vão desde dinheiro para professores orientadores a certificados e selos para poder público ADAMO BAZANI Colaborou Arthur Ferrari O Governo Federal, por meio da Senatran (Secretaria Nacional de Trânsito), do Ministério dos Transportes, lançou um concurso nacional para premiar projetos, iniciativas e planos [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="679" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/20260502_114650.jpg?fit=1024%2C679&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/20260502_114650.jpg?w=3511&amp;ssl=1 3511w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/20260502_114650.jpg?resize=300%2C199&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/20260502_114650.jpg?resize=1024%2C679&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/20260502_114650.jpg?resize=150%2C99&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/20260502_114650.jpg?resize=768%2C509&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/20260502_114650.jpg?resize=1536%2C1018&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/20260502_114650.jpg?resize=2048%2C1357&amp;ssl=1 2048w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/20260502_114650.jpg?resize=400%2C265&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/20260502_114650.jpg?w=3000&amp;ssl=1 3000w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Concurso foi lançado pela Senatran e é atividade do Maio Amarelo. Prêmios vão desde dinheiro para professores orientadores a certificados e selos para poder público</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><strong><em>Colaborou Arthur Ferrari</em></strong></p>
<p>O Governo Federal, por meio da Senatran (Secretaria Nacional de Trânsito), do Ministério dos Transportes, lançou um concurso nacional para premiar projetos, iniciativas e planos voltados para segurança do trânsito, envolvendo ações como redução de mortes e acidentes, ampliação do uso de transporte coletivo por ônibus, trens e metrô, estímulo da mobilidade ativa (caminhada e bicicletas), ciclovias, segurança de motociclistas, entres outros.</p>
<p>Podem participar órgãos públicos, instituições de ensino, ONGs e, conforme as regras, até mesmo empresas de ônibus de caminhão e associações destas companhias, conforme publicação oficial.</p>
<p><strong><em> Organismos não governamentais, organizações da sociedade civil de interesse público, instituições educacionais públicas ou privadas, empresas do setor de transporte coletivo (passageiros ou cargas), por aplicativo, logístico, associações, federações e organismos prestadores de serviços.</em></strong></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-513879" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/cirit.jpg?resize=894%2C517&#038;ssl=1" alt="" width="894" height="517" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/cirit.jpg?w=894&amp;ssl=1 894w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/cirit.jpg?resize=300%2C173&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/cirit.jpg?resize=150%2C87&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/cirit.jpg?resize=768%2C444&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/cirit.jpg?resize=400%2C231&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 894px) 100vw, 894px" /></p>
<p>O edital foi publicado nesta terça-feira, 05 de maio de 2026, e o concurso faz parte do Maio Amarelo, mês da Segurança no Trânsito.</p>
<p>Uma das categorias vai reconhecer ações de prioridade ao transporte coletivo voltadas a redução de acidentes.</p>
<p><strong><em><u>Pilar 2: Vias Seguras: inovações em sinalização de trânsito; soluções para infraestrutura viária segura com base em preceitos de sistema seguro e visão zero; implementação de Ruas Completas em cidades, e programas que estimulem a priorização da mobilidade ativa e transporte público coletivo e a priorização dos usuários vulneráveis.</u></em></strong></p>
<p>São sete categorias<strong> (veja mais abaixo), </strong>as inscrições são entre 25 de junho e 27 de julho de 2026, com resultado final sendo divulgado em 25 de novembro e cerimônia premiação em 03 de dezembro.</p>
<p>Pelo link: <a href="https://www.gov.br/transportes/pt-br/assuntos/transito/senatran" target="_blank" rel="noopener">https://www.gov.br/transportes/pt-br/assuntos/transito/senatran</a></p>
<p>Podem participar órgão de prefeituras, governos de Estados, além de estudantes de diferentes níveis e ONGs (Organizações Não Governamentais).</p>
<p>No caso dos órgãos públicos e ONGs não haverá premiação em dinheiro, mas selos, certificados e troféus</p>
<p><em>&#8211; um troféu Prêmio Senatran, destinado às instituições/responsáveis pela iniciativa;</em></p>
<p><em>&#8211; certificados individuais de premiação destinados aos ganhadores;</em></p>
<p><em>&#8211; certificados individuais de premiação destinados aos co-autores, desde que devidamente informados quando da submissão;</em></p>
<p><em>&#8211; o direito ao uso do Selo Prêmio Senatran nos materiais de divulgação impressa ou eletrônica das iniciativas premiadas; e</em></p>
<p><em>&#8211; passarão a compor o Repositório Institucional da Senatran.</em></p>
<p>Para o setor acadêmico, será um prêmio de R$ 5 mil, simbólico para professores orientadores</p>
<p><em>Produção acadêmica na área de segurança no trânsito relacionada aos pilares do Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito &#8211; Pnatrans.</em></p>
<p><em>Acadêmicos (relação completa de habilitados encontra-se no sub-item 5.3.1.). 1º lugar: R$ 15.000,00 (quinze mil reais);</em></p>
<p><em>Professor orientador: R$ 5.000,00 (cinco mil reais).</em></p>
<p class="dou-paragraph"><strong>CRONOGRAMA DE EXECUÇÃO</strong></p>
<table class="dou-table">
<tbody>
<tr>
<td colspan="2" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Cronograma de Execução</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Publicação do edital no DOU</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">5 de maio de 2026</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Prazo inicial para impugnação do Edital</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">5 de maio de 2026</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Prazo final para impugnação do Edital</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">15 de maio de 2026</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Período das inscrições e envio dos trabalhos</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">das 8h do dia 25 de junho às 17h do dia 27 de julho de 2026</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Período de Julgamento dos trabalhos</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">28 de julho a 10 de agosto 2026</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Publicação do Resultado Preliminar</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">3 de novembro de 2026</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Prazo para apresentação de recurso contra o Resultado Preliminar</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">4 a 9 de novembro de 2026</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Publicação do Resultado Preliminar após recurso</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">12 de novembro de 2026</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Para que os ganhadores encaminhem as informações previstas nos subitem 13.3. do Edital</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">13 a 17 de novembro de 2026</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Publicação chamamento eventual dos segundos colocados para aqueles que não atenderam os subitem 13.3. do Edital</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">17 de novembro de 2026</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Prazo para que os segundos lugares encaminhem as informações previstas nos subitem 13.3. do Edital</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">18 a 23 de novembro de 2026</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Publicação do Resultado Final</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">25 de novembro de 2026</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">Cerimônia de premiação</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">3 de dezembro de 2026</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>CATEGORIAS:</strong></p>
<ol start="5">
<li>CATEGORIAS</li>
</ol>
<p>5.1. GRUPO 1 &#8211; GESTÃO DA SEGURANÇA NO TRÂNSITO</p>
<p>5.1.1. CATEGORIA 1 &#8211; órgãos e entidades municipais, estaduais e federais, cadastrados no Sistema de Gestão do Pnatrans, com maior número de lançamentos de iniciativas, novos produtos, e resultados no cumprimento dos objetivos do Pnatrans.</p>
<p>Público Alvo: Órgãos e entidades cadastrados no Sistema de Gestão do Pnatrans.</p>
<p>Inscrição: Estão inscritos automaticamente todos os órgãos e entidades cadastradas no Sistema de Gestão do Pnatrans.</p>
<p>Requisitos:</p>
<p>Os órgãos concorrerão na esfera de atuação: municipal, estadual ou federal, com premiação à instituição destaque em cada uma das três esferas;</p>
<p>Constar na relação dos órgãos e entidades cadastradas no Sistema de Gestão do Pnatrans;</p>
<p>Cada resultado lançado deve estar diretamente relacionado aos produtos e ações do Plano;</p>
<p>Os resultados indicados deverão estar diretamente relacionados aos produtos e ações indicados, com possibilidade de comprovação factual;</p>
<p>Serão considerados os lançamentos realizados entre 1º de outubro de 2025 e 30 de outubro de 2026.</p>
<p>5.1.2. CATEGORIA 2 &#8211; órgãos e entidades que compõem o Sistema Nacional de Trânsito &#8211; SNT e demais órgãos e entidades que efetuam o registro de sinistros de trânsito, que apuram suas circunstâncias ou prestam atendimento às suas vítimas, constantes na Resolução Contran nº 808, de 2020, com a maior periodicidade e qualidade de lançamentos no Registro Nacional de Sinistro e Estatísticas de Trânsito &#8211; Renaest.</p>
<p>Público Alvo: Órgãos do Sistema Nacional de Trânsito e demais entidades integradas pela Resolução Contran nº 808, de 2020.</p>
<p>Inscrição: Estão inscritos automaticamente todos os órgãos e entidades integrados ao Renaest.</p>
<p>Requisitos:</p>
<p>Constar na relação dos órgãos e entidades integrados ao Renaest.</p>
<p>Seguir as regras do Manual do Sistema Renaest e as orientações do Manual de Gestão de Estatísticas de Sinistro de Trânsito.</p>
<p>Serão considerados os lançamentos realizados entre 1º de outubro de 2025 e 30 de outubro de 2026.</p>
<p>5.1.3. CATEGORIA 3 &#8211; Redução do índice de mortes no trânsito em Estados e Municípios.</p>
<p>Público Alvo: órgãos federais, Estados e Municípios com maior índice percentual de redução de mortes no trânsito.</p>
<p>A premiação será entregue aos representantes:</p>
<p>do órgão federal;</p>
<p>do governo estadual, no caso dos Estados; e</p>
<p>ao representante da prefeitura municipal, no caso dos Municípios.</p>
<p>Inscrição: Estão inscritos automaticamente todos os órgãos federais, os Estados e os Municípios integrantes do SNT.</p>
<p>Premiação:</p>
<p>&#8211; O segmento de rodovia federal, por circunscrição estadual, com maior índice percentual de redução de mortes no trânsito no ano de 2025.</p>
<p>&#8211; O Estado com maior índice percentual de redução de mortes no trânsito no ano de 2024.</p>
<p>&#8211; um município com população entre 30 e 250 mil habitantes, com maior índice de redução de mortes no trânsito no ano de 2024.</p>
<p>&#8211; um município com população entre 250 e 450 mil habitantes, com maior índice de redução de mortes no trânsito no ano de 2024.</p>
<p>&#8211; um município com população acima de 450 mil habitantes, com maior índice de redução de mortes no trânsito no ano de 2024.</p>
<p>Requisitos:</p>
<p>Estar integrado ao SNT.</p>
<p>5.2. GRUPO 2 &#8211; VIAS SEGURAS</p>
<p>5.2.1. CATEGORIA 4 &#8211; Iniciativas, soluções tecnológicas e/ou projetos relacionados à infraestrutura viária, já implementados, que efetivamente reduziram o número de mortes no trânsito, em suas respectivas circunscrições, promovidos nos anos de 2025 e/ou 2026.</p>
<p>Público Alvo: órgãos públicos do Poder Executivo das esferas federal, estadual e municipal e empresas públicas e privadas.</p>
<p>Inscrição: Deverão ser apresentados, no ato de inscrição, os seguintes documentos:</p>
<p>Empresas públicas e privadas:</p>
<ul>
<li>Documentos comprobatórios da condição jurídica (CNPJ, estatuto, CCM, MEI);</li>
<li>Certidão de regularidade fiscal da Fazenda Federal &#8211; CND (quando obrigatório da condição jurídica);</li>
<li>Certificado de regularidade do FGTS &#8211; CRF (quando obrigatório da condição jurídica);</li>
<li>Certificado de regularidade Fiscal da Fazenda estadual (quando obrigatório da condição jurídica);</li>
<li>A inscrição no Prêmio Senatran deverá ser formalizada por responsável legal da instituição ou por representante com procuração firmada para essa finalidade. A documentação comprobatória deverá ser anexada à proposta;</li>
<li>Termo de Cessão de Direitos de Uso de Propriedade Intelectual &#8211; Pessoa Jurídica, devidamente assinado (Anexo II);</li>
<li>O responsável deve realizar a inscrição da empresa, como pessoa jurídica, registrando os seguintes dados: CNPJ, razão social, endereço completo, nome do responsável pela iniciativa e telefone para contato.</li>
</ul>
<p>Órgãos Públicos:</p>
<p>. Realizada por servidor vinculado e autorizado pelo órgão no Portal da Senatran.</p>
<ul>
<li>Termo de Cessão de Direitos de Uso de Propriedade Intelectual &#8211; Pessoa Jurídica, devidamente assinado (Anexo II).</li>
</ul>
<p>. O responsável deve realizar a inscrição do órgão, registrando os seguintes dados: Identificação do órgão, endereço completo, nome do servidor responsável e telefone para contato.</p>
<p>Requisitos:</p>
<ul>
<li>Somente serão aceitas iniciativas/projetos já implementados;</li>
</ul>
<p>. A iniciativa/projeto não poderá envolver sinalização de trânsito experimental e/ou não prevista na legislação vigente;</p>
<ul>
<li>A propriedade intelectual deve pertencer, única e exclusivamente, ao órgão público/empresa privada responsável pela iniciativa;</li>
<li>Apresentar resultados já mensurados, por meio de indicadores objetivos e comprováveis;</li>
<li>A iniciativa/projeto não pode ter sido premiada em edições anteriores do Concurso;</li>
<li>Somente serão aceitas iniciativas/projetos inéditos e integralmente originais.</li>
<li>Os projetos práticos, iniciativas ou soluções deverão ser acompanhados de projeto base contendo, no mínimo, a seguinte estrutura:</li>
</ul>
<p>Formatação: No máximo 10 páginas, contendo obrigatoriamente os seguintes itens:</p>
<p>Justificativa: fundamentar a pertinência e a relevância da iniciativa como resposta a um problema ou necessidade identificada de maneira objetiva, evidenciando os aspectos qualitativos e quantitativos e evitando dissertações genéricas sobre o tema.</p>
<p>Metodologia: explicar, sucintamente, como a iniciativa/projeto foi desenvolvido (ações/atividades previstas, meios de realização), detalhar como as diferentes etapas foram implementadas e qual a inter-relação entre elas, indicar os mecanismos de acompanhamento e avaliação e citar as parcerias envolvidas no projeto.</p>
<p>Objetivo: definir de forma clara o que se pretende alcançar com a iniciativa.</p>
<p>Público-alvo: identificar o público-alvo ao qual se destina a iniciativa.</p>
<p>Proposta: definir de forma clara as ações implementadas.</p>
<p>Estratégia de implementação: apresentar os métodos de implementação da iniciativa e os indicadores de esforços e resultados utilizados.</p>
<p>Cronograma de execução: descrever o tempo considerado para o desenvolvimento de cada ação da iniciativa.</p>
<p>Desenvolvimento: detalhar as ações executadas;</p>
<p>Resultado: apresentar os resultados obtidos;</p>
<p>Materiais complementares: fotos, vídeos e demais materiais elaborados para a execução da iniciativa; e</p>
<p>Bibliografia: referenciar o material utilizado para a produção do trabalho.</p>
<ul>
<li>O projeto deve ser redigido na 3ª pessoa;</li>
<li>Os trabalhos deverão ser encaminhados como arquivo em extensão .pdf. É facultado o uso de outros formatos de arquivo para envio de materiais complementares.</li>
</ul>
<p>5.3. GRUPO 3 &#8211; Pnatrans</p>
<p>5.3.1. CATEGORIA 5 &#8211; Produção acadêmica na área de segurança no trânsito relacionada aos pilares do Pnatrans, desenvolvida no ano de 2025 e/ou 2026.</p>
<p>Público Alvo: Discentes regularmente matriculados na educação superior ou com certificado de conclusão dos últimos 18 meses, da rede pública ou privada, acompanhados de um professor orientador, vinculados à mesma instituição de ensino.</p>
<p>Inscrição &#8211; Deverão ser apresentados, no ato de inscrição, as informações e documentos descritos abaixo:</p>
<ul>
<li>Comprovante de regularidade de matrícula no curso ou diploma/comprovante de colação de grau a partir de 1º de janeiro de 2025 (discente);</li>
<li>Comprovante de vínculo empregatício com a instituição de ensino do aluno orientado (docente);</li>
<li>Termo de Cessão de Direitos de Uso de Propriedade Intelectual &#8211; Pessoa Física, devidamente assinado (Anexo I).</li>
</ul>
<p>Requisitos:</p>
<p>. Serão aceitos nesta categoria artigos científicos baseados em trabalhos acadêmicos de conclusão de curso de graduação e pós-graduação avaliados por instituição de ensino reconhecida pelo Ministério da Educação &#8211; MEC; artigos científicos baseados em trabalhos publicados de conclusão de Mestrados ou Doutorados; e artigos científicos devidamente avaliados por instituições de ensino superior ou de educação profissional e tecnológica, credenciados pelo MEC.</p>
<p>. Todos os trabalhos devem estar relacionados a um dos pilares do Pnatrans, conforme descrito a seguir:</p>
<p>&#8211; Pilar 1: Gestão da Segurança no Trânsito: fortalecer a mobilidade segura e sustentável; realizar o lançamento de produtos no Sistema de Gestão do Pnatrans; aprimorar o Registro Nacional de Sinistros e Estatísticas de Trânsito &#8211; Renaest.</p>
<p>&#8211; Pilar 2: Vias Seguras: inovações em sinalização de trânsito; soluções para infraestrutura viária segura com base em preceitos de sistema seguro e visão zero; implementação de Ruas Completas em cidades, e programas que estimulem a priorização da mobilidade ativa e transporte público coletivo e a priorização dos usuários vulneráveis.</p>
<p>&#8211; Pilar 3: Segurança Veicular: Aprimorar a segurança veicular, incorporando parâmetros mais seguros aos veículos no Brasil e inovações tecnológicas, aprimorar os itens de segurança veicular e equipamentos para usuários vulneráveis.</p>
<p>&#8211; Pilar 4: Educação para o Trânsito: integração do ensino de trânsito na formação de crianças, jovens e adultos; desenvolvimento de projetos, programas e ações de educação para o trânsito; e cursos de capacitação e qualificação.</p>
<p>&#8211; Pilar 5: Vigilância, Promoção da Saúde e Atendimento às Vítimas no Trânsito: ações e inciativas que fortaleçam a atuação preventiva e o atendimento pós sinistro.</p>
<p>&#8211; Pilar 6: Normatização e Fiscalização: aprimorar a legislação sobre segurança viária, prever a implementação de novas tecnologias de operação e fiscalização de trânsito.</p>
<ul>
<li>Não serão aceitas produções em desenvolvimento ou não avaliadas pela instituição de ensino;</li>
<li>Produções científicas publicadas em revistas especializadas suprem a necessidade de comprovação da avaliação pela instituição de ensino;</li>
</ul>
<p>. Os trabalhos acadêmicos devem ter, no mínimo, a seguinte estrutura:</p>
<p>Formatação: No máximo 10 páginas;</p>
<p>Elementos textuais: tema, problema, hipótese, objetivos, justificativa, referencial teórico, metodologia, recursos, cronograma. Elementos pós-textuais: referências, apêndices e anexos.</p>
<ul>
<li>Somente serão aceitas iniciativas/projetos inéditos e integralmente originais;</li>
</ul>
<p>. A iniciativa não pode ter sido premiada em edições anteriores do Concurso;</p>
<ul>
<li>Os trabalhos acadêmicos devem ter sido executados em conformidade à legislação vigente e de acordo com as Normas Brasileiras de produções de textos acadêmicos e científicos da ABNT;</li>
<li>A propriedade intelectual deve pertencer, única e exclusivamente, ao responsável pela iniciativa;</li>
<li>O artigo deve ser redigido na 3ª pessoa.</li>
<li>Os trabalhos deverão ser encaminhados como arquivo em extensão .pdf. É facultado o uso de outros formatos de arquivo para envio de materiais complementares.</li>
</ul>
<p>5.4. GRUPO 4 &#8211; EDUCAÇÃO PARA O TRÂNSITO</p>
<p>5.4.1. CATEGORIA 6 &#8211; Projetos, campanhas e/ou ações de Educação para Trânsito, promovidos no ano de 2025 e/ou 2026.</p>
<p>Público Alvo: órgãos públicos, órgãos do SNT, empresas públicas ou privadas, organismos não governamentais, organizações da sociedade civil de interesse público, instituições educacionais públicas ou privadas, associações, federações e organismos prestadores de serviços.</p>
<p>Inscrição &#8211; Deverão ser apresentados, no ato de inscrição, as informações e documentos descritos abaixo:</p>
<ul>
<li>Documentos comprobatórios da condição jurídica (CNPJ, estatuto e outros);</li>
<li>A inscrição no Prêmio Senatran deverá ser formalizada por responsável legal da instituição ou por representante com procuração firmada para essa finalidade. A documentação comprobatória deverá ser anexada à proposta;</li>
</ul>
<p>. O responsável deve realizar a inscrição da empresa, como pessoa jurídica, registrando os seguintes dados: CNPJ, razão social, endereço completo, nome do responsável pela iniciativa e telefone para contato.</p>
<p>Órgãos públicos:</p>
<p>. Realizada por servidor vinculado e autorizado pelo órgão. O servidor deve realizar a inscrição do órgão, registrando os seguintes dados: Identificação do órgão, endereço completo, nome do servidor responsável, e-mail e telefone para contato;</p>
<ul>
<li>Termo de Cessão de Direitos de Uso de Propriedade Intelectual &#8211; Pessoa Jurídica, devidamente assinado (Anexo II);</li>
</ul>
<p>. Comprovante com o número de registro da escola junto ao Ministério da Educação &#8211; MEC, no caso de Instituição Escolar.</p>
<p>Requisitos:</p>
<ul>
<li>Serão aceitos nesta categoria projetos, programas, campanhas, ou ações de Educação para o Trânsito executadas com o objetivo de reduzir mortes e sinistros no trânsito, mobilizando a população para um trânsito mais seguro, inclusivo e democrático, como foco na prevenção de comportamentos de risco, na humanização do trânsito, na mudança comportamental e na promoção da cidadania.</li>
<li>Serão consideradas apenas as iniciativas promovidas durante o ano de 2025 e/ou 2026, preferencialmente, com o tema definido pelas resoluções do Contran para os anos referenciados;</li>
</ul>
<p>. O projeto base deve inter-relacionar, de forma clara, a iniciativa desenvolvida ao objetivo da Categoria 6;</p>
<ul>
<li>Projetos em parceria devem delimitar de forma clara a atuação de cada participante na consecução das ações;</li>
<li>A iniciativa não pode ter sido premiada em edições anteriores do Concurso;</li>
<li>Somente serão aceitas iniciativas/projetos inéditos e integralmente originais;</li>
<li>Os projetos, programas ou ações deverão ser acompanhados de projeto base contendo, no mínimo, a seguinte estrutura:</li>
</ul>
<p>Formatação: No máximo 10 páginas, contendo obrigatoriamente os seguintes itens:</p>
<p>Justificativa: fundamentar a pertinência e a relevância da iniciativa como resposta a um problema ou necessidade identificada de maneira objetiva, evidenciando os aspectos qualitativos e quantitativos e evitando dissertações genéricas sobre o tema.</p>
<p>Metodologia: explicar, sucintamente, como a iniciativa/projeto foi desenvolvido (ações/atividades previstas, meios de realização), detalhar como as diferentes etapas foram implementadas e qual a inter-relação entre elas, indicar os mecanismos de acompanhamento e avaliação e citar as parcerias envolvidas no projeto.</p>
<p>Objetivo: definir de forma clara o que se pretende alcançar com a iniciativa.</p>
<p>Público-alvo: identificar o público-alvo ao qual se destina a iniciativa.</p>
<p>Proposta: definir de forma clara as ações implementadas.</p>
<p>Estratégia de implementação: apresentar os métodos de implementação da iniciativa.</p>
<p>Cronograma de execução: descrever o tempo considerado para o desenvolvimento de cada ação da iniciativa.</p>
<p>Desenvolvimento: detalhar as ações executadas.</p>
<p>Resultado: apresentar os resultados obtidos.</p>
<p>Materiais complementares: É fundamental o envio de fotos, vídeos, recursos pedagógicos e demais materiais elaborados para a execução da iniciativa; e</p>
<p>Bibliografia: referenciar o material utilizado para a produção do trabalho.</p>
<ul>
<li>Os trabalhos deverão ser encaminhados como arquivo em extensão .pdf. É facultado o uso de outros formatos de arquivo para envio de materiais complementares.</li>
<li>O projeto deve ser redigido na 3ª pessoa.</li>
</ul>
<p>5.5. GRUPO 5 &#8211; PRÊMIO DESTAQUE</p>
<p>5.5.1. CATEGORIA 7 &#8211; Destaque em projeto de mobilidade urbana segura no trânsito, já implementado nos anos de 2025 e/ou 2026.</p>
<p>Público Alvo: órgãos e entidades públicas do Poder Executivo da esfera municipal.</p>
<p>Inscrição:</p>
<p>&#8211; Deverá ser realizada por servidor vinculado e autorizado pelo órgão no Portal da Senatran.</p>
<p>&#8211; A Senatran poderá inscrever órgãos, entidades e Municípios que considerar referência em projetos de mobilidade urbana no trânsito.</p>
<p>Requisitos:</p>
<p>Municípios brasileiros que implementaram projetos de mobilidade urbana, com soluções e referências técnicas para a segurança no trânsito, baseadas nos preceitos de um sistema seguro e na mobilidade segura e sustentável, com a efetiva redução de sinistros e mortes no trânsito nos anos de 2025 e/ou 2026.</p>
<p>Premiação:</p>
<p>&#8211; um município com população entre 30 e 250 mil habitantes;</p>
<p>&#8211; um município com população entre 250 e 450 mil habitantes;</p>
<p>&#8211; um município com população acima de 450 mil habitantes.</p>
<ol start="6">
<li>DISPOSIÇÕES GERAIS SOBRE A SUBMISSÃO DOS PROJETOS</li>
</ol>
<p>6.1. Os resultados e comunicados desse concurso serão publicados no seguinte endereço eletrônico: <a href="https://www.gov.br/transportes/pt-br/assuntos/transito/senatran" rel="nofollow">https://www.gov.br/transportes/pt-br/assuntos/transito/senatran</a>.</p>
<p>6.2. Os inscritos no Prêmio Senatran autorizam a utilização, por quaisquer meios, do nome, da imagem e voz dos profissionais envolvidos, bem como dos trabalhos submetidos, na íntegra ou em partes, seja para fins de pesquisa, conferência, seminário ou de divulgação em qualquer meio de comunicação, independentemente do resultado final da premiação.</p>
<p>6.3. As iniciativas premiadas poderão fazer uso do resultado alcançado na premiação para fins de promoção e divulgação de seus trabalhos.</p>
<p>6.4. O mesmo projeto não poderá ser submetido a mais de uma categoria.</p>
<p>6.5. Todos os inscritos poderão participar em mais de uma categoria, desde que com projetos distintos.</p>
<p>6.6. Durante a realização desse concurso, a Senatran, por meio do Comissão Julgadora de que trata o item 11 desse edital, reserva-se o direito de averiguar a veracidade e a consistência das informações apresentadas, podendo solicitar dados complementares e documentação comprobatória à instituição ou responsável executório da iniciativa.</p>
<p>6.7. Não podem ser inscritos trabalhos que já tenham sido premiados em edições anteriores do Prêmio Senatran.</p>
<p>6.8. Trabalhos que forem apresentados com uso de elementos que atentem contra a moral, os bons costumes e/ou que constituam crime serão automaticamente eliminados, sem prejuízo das sanções penais cabíveis.</p>
<p>6.9. Todas as iniciativas finalistas receberão um certificado para disporem em futuras apresentações, utilização em mídias sociais e página da internet da instituição.</p>
<p>6.10. Todos os trabalhos descritos devem ser apresentados em língua portuguesa, em conformidade com as regras ortográficas e gramaticais vigentes no Brasil.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-513881" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1.png?resize=724%2C1024&#038;ssl=1" alt="" width="724" height="1024" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1.png?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1.png?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1.png?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1.png?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1.png?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1.png?resize=400%2C566&amp;ssl=1 400w, 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<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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    <title>VÍDEO: Linha 7-Rubi opera com restrições devido a furto de cabos nesta terça-feira (05)</title>
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	<dc:creator><![CDATA[arthursabadinferrari]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 05 May 2026 08:24:36 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Trens circulam com velocidade reduzida e maior tempo de parada; sistema de sinalização é afetado ARTHUR FERRARI Quem utiliza a linha 7-Rubi de trens metropolitanos em São Paulo, operada pela concessionária TIC Trens, enfrenta dificuldades desde às 5h11 desta terça-feira, 5 de maio de 2026, quando a operação passou a ser prejudicada por uma falha [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="600" height="450" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Texto-Adamo-Bazani-Diario-do-Transporte.png?fit=600%2C450&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Texto-Adamo-Bazani-Diario-do-Transporte.png?w=600&amp;ssl=1 600w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Texto-Adamo-Bazani-Diario-do-Transporte.png?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Texto-Adamo-Bazani-Diario-do-Transporte.png?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Texto-Adamo-Bazani-Diario-do-Transporte.png?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /> <p><em>Trens circulam com velocidade reduzida e maior tempo de parada; sistema de sinalização é afetado</em></p>
<p><em><strong>ARTHUR FERRARI</strong></em></p>
<p><div style="width: 478px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-513870-2" width="478" height="850" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/7-Furto-de-cabos-5-MAI-26.mp4?_=2" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/7-Furto-de-cabos-5-MAI-26.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/7-Furto-de-cabos-5-MAI-26.mp4</a></video></div></p>
<p>Quem utiliza a linha 7-Rubi de trens metropolitanos em São Paulo, operada pela concessionária TIC Trens, enfrenta dificuldades desde às 5h11 desta terça-feira, 5 de maio de 2026, quando a operação passou a ser prejudicada por uma falha de sinalização.</p>
<p>De acordo com a operadora, o problema acontece após o furto de cabos do sistema, afetando a circulação dos trens principalmente entre as estações Francisco Morato e Jundiaí. As composições operam com velocidade reduzida e maior tempo de parada.</p>
<p>O <em><strong>Diário do Transporte</strong></em> procurou a TIC Trens, que disse por meio de nota que o crime ocorreu ainda na noite de sagunda (04) na região de Botujuru. A concessionária lamentou os transtornos gerados aos passageiros.</p>
<p><strong>Nota da TIC Trens na íntegra</strong></p>
<p><em>Devido a furto de cabos, que aconteceu no fim da noite desta segunda (4), na região de Botujuru, a Linha 7-Rubi opera com maiores intervalos entre Francisco Morato e Jundiaí desde às 5h11 desta terça-feira (5).</em></p>
<p><em>Lamentamos os transtornos causados aos passageiros e informamos que as equipes de manutenção estão atuando para restabelecer a operação normal no menor tempo possível.</em></p>
<p><em>A TIC Trens reforça que ações criminosas como o furto de cabos impactam diretamente a circulação dos trens e a regularidade do serviço, prejudicando os passageiros.</em></p>
<p><em><strong>Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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    <title>Setor concentrado tenta usar o CADE para barrar inovação e concorrência</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/05/setor-concentrado-tenta-usar-o-cade-para-barrar-inovacao-e-concorrencia/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 05 May 2026 08:00:34 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[ANTT]]></category><category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Informe Publicitário]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Ação articulada por associações do setor rodoviário expõe tentativa das viações tradicionais de barrar concorrência, inovação e preços mais baixos no transporte rodoviário. Informe publicitário Em mais um capítulo da resistência histórica à concorrência no transporte rodoviário brasileiro, empresas e associações ligadas aos grupos tradicionais do setor tentam agora levar ao Conselho Administrativo de Defesa [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="848" height="478" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/FLIX.jpeg?fit=848%2C478&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/FLIX.jpeg?w=848&amp;ssl=1 848w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/FLIX.jpeg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/FLIX.jpeg?resize=150%2C85&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/FLIX.jpeg?resize=768%2C433&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/FLIX.jpeg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 848px) 100vw, 848px" /> <p><em>Ação articulada por associações do setor rodoviário expõe tentativa das viações tradicionais de barrar concorrência, inovação e preços mais baixos no transporte rodoviário.</em></p>
<p><strong>Informe publicitário</strong></p>
<p>Em mais um capítulo da resistência histórica à concorrência no transporte rodoviário brasileiro, empresas e associações ligadas aos grupos tradicionais do setor tentam agora levar ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica uma disputa que, na prática, expõe o incômodo com a entrada de novos competidores, tecnologia e preços mais acessíveis para a população.</p>
<p>A ofensiva ganhou novo fôlego após uma denúncia encaminhada pela Agência Nacional de Transportes Terrestres ao órgão antitruste, a partir de provocação da Associação Brasileira das Empresas de Transporte Terrestre de Passageiros, entidade que representa os interesses das viações tradicionais e historicamente atua para frear a abertura do setor. A acusação tenta associar novos modelos operacionais e preços mais baixos a supostas práticas anticoncorrenciais — uma tese já contestada judicialmente e derrubada pela Justiça.</p>
<p>A lógica é antiga: quando a concorrência cresce e o preço cai, os grupos historicamente dominantes reagem. Hoje, mais de 75% dos mercados regulados pela ANTT operam em regime de monopólio. Cerca de 90% contam com apenas um ou dois operadores — muitas vezes do mesmo grupo econômico. O contexto regulatório favorece monopólios e exclui a inovação, contrariando a lei, o entendimento do Supremo Tribunal Federal e a demanda dos cidadãos, que seguem pagando caro por um serviço limitado e, em muitos casos, defasado.</p>
<p>O temor da concorrência — prevista em lei — faz com que grandes viações, organizadas em torno de uma meia dúzia de associações, tentem impedir a entrada de novos operadores. Dizem defender competição justa, mas apenas quando são elas que ditam as regras.</p>
<p>Amparadas por influência política, institucional e econômica, empresas tradicionais e suas associações moldam regras, pressionam reguladores e criam barreiras artificiais à concorrência. O objetivo é claro: preservar privilégios, blindar mercados já altamente concentrados e dificultar a entrada de empresas que ameaçam seu domínio com preços mais baixos e inovação.</p>
<p>Entre acordos velados, divisão de mercado e retaliação a concorrentes, os oligarcas do transporte seguem impondo barreiras à competição e travando a modernização do setor. Sob a cobertura de um lobby ativo e enraizado há décadas, essa influência se espalha por toda a cadeia: do guichê da rodoviária, que se recusa a vender passagens de novos operadores, às plataformas digitais pressionadas a limitar sua comercialização.</p>
<p>A deslealdade no setor é explícita. A Resolução 6.033 da ANTT, aprovada sob o discurso de modernização, se transformou em símbolo de um marco regulatório desenhado para dificultar a abertura do mercado e atender às pressões dos oligopólios. O texto foi sendo desfigurado ao longo do processo, ignorando contribuições técnicas, especialistas e alertas de órgãos de controle.</p>
<p>A distorção foi tão evidente que o Ministério Público Federal precisou intervir, apontando riscos de captura regulatória e regras que favorecem operadores já estabelecidos. A regulação também afronta o entendimento do STF e ignora alertas do Tribunal de Contas da União contra medidas que restringem a concorrência e aprofundam a concentração do setor.</p>
<p>O que deveria ser celebrado como solução para as limitações de mobilidade no país virou alvo de perseguição. Entre 2019 e 2021, a abertura do mercado mostrou resultados concretos: redução média de 9% a 15% nas tarifas, casos de queda de até 30% e aumento de 22% nas conexões. Isso é concorrência funcionando.</p>
<p>Criado para ampliar a oferta e regularizar um setor historicamente travado, o regime de autorizações nasceu para abrir o mercado — mas vem sendo desfigurado para produzir o efeito oposto. Defender esse modelo é defender mais opções, tarifas mais baixas e mobilidade real. Regular é necessário. Fechar o mercado para proteger privilégios, não.</p>
<p>Há uma tentativa clara de pintar a inovação como ameaça ao interesse público. Mas a verdade é simples: a única coisa realmente em risco com o aumento da concorrência é o lucro dos oligopólios.</p>
<p>Até quando o privilégio de poucas empresas falará mais alto que o interesse da população?</p>
<p><strong>Informe publicitário FlixBus</strong></p>
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    <title>Metrô de São Paulo leiloa trilhos, dormentes e sucata em pregão online marcado para 27 de maio</title>
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    <pubDate>Tue, 05 May 2026 07:45:46 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Companhia abre venda de bens móveis — de materiais ferrosos a peças operacionais — com visitação prévia nos pátios Jabaquara e Itaquera ALEXANDRE PELEGI A Companhia do Metropolitano de São Paulo – Metrô publicou aviso de licitação para a realização do Leilão nº 02/2026 (Licitação 10023750), voltado à venda de bens móveis considerados inservíveis ou [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="768" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/IMG_20190629_084444991_HDR.jpg?fit=1024%2C768&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/IMG_20190629_084444991_HDR.jpg?w=4160&amp;ssl=1 4160w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/IMG_20190629_084444991_HDR.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/IMG_20190629_084444991_HDR.jpg?resize=1024%2C768&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/IMG_20190629_084444991_HDR.jpg?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/IMG_20190629_084444991_HDR.jpg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/IMG_20190629_084444991_HDR.jpg?resize=1536%2C1152&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/IMG_20190629_084444991_HDR.jpg?resize=2048%2C1536&amp;ssl=1 2048w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/IMG_20190629_084444991_HDR.jpg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/IMG_20190629_084444991_HDR.jpg?w=3000&amp;ssl=1 3000w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Companhia abre venda de bens móveis — de materiais ferrosos a peças operacionais — com visitação prévia nos pátios Jabaquara e Itaquera</em></p>
<p><strong><em>ALEXANDRE PELEGI</em></strong></p>
<p>A Companhia do Metropolitano de São Paulo – Metrô publicou aviso de licitação para a realização do Leilão nº 02/2026 (Licitação 10023750), voltado à venda de bens móveis considerados inservíveis ou desmobilizados. O certame será realizado no dia 27 de maio de 2026, às 10h, exclusivamente em formato online.</p>
<p>A disputa ocorrerá por meio da plataforma digital Nosso Leilão, sob condução do leiloeiro oficial Paulo César de Carvalho, em conformidade com a Lei nº 13.303/2016 e com o regulamento interno de contratações da companhia.</p>
<p>Os itens ofertados refletem o processo contínuo de renovação e manutenção do sistema metroviário e incluem uma ampla gama de materiais, como:</p>
<p>Trilhos de aço e dormentes de madeira<br />
Discos de freio e peças de empilhadeiras<br />
Materiais ferrosos e não ferrosos<br />
Baterias, lâmpadas e placas técnicas<br />
Papelão e outros insumos diversos</p>
<p>Os bens serão vendidos no estado em que se encontram, prática comum nesse tipo de alienação patrimonial por empresas públicas.</p>
<p>A visitação para interessados ocorrerá entre os dias 18 e 22 de maio de 2026, mediante agendamento prévio, nos pátios operacionais do metrô localizados nos bairros do Jabaquara e Itaquera, em horários comerciais.</p>
<p>A iniciativa se insere na política de gestão de ativos da companhia, que busca dar destinação econômica a materiais fora de uso, ao mesmo tempo em que libera espaço físico e gera receita acessória.</p>
<p><em><strong>Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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    <title>ARTESP, SPI e SEMIL criam programa integrado para prevenção e combate a incêndios em rodovias paulistas</title>
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    <pubDate>Tue, 05 May 2026 07:34:07 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzão]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Nova portaria estabelece regras obrigatórias para concessionárias e DER-SP, com foco em monitoramento, aceiros e resposta rápida durante período crítico de seca ALEXANDRE PELEGI O Governo de São Paulo instituiu, por meio de portaria conjunta da ARTESP, da Secretaria de Parcerias em Investimentos (SPI) e da Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística (SEMIL), o [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="984" height="554" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/whatsapp-image-2022-07-20-at-17.29.48.webp?fit=984%2C554&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/whatsapp-image-2022-07-20-at-17.29.48.webp?w=984&amp;ssl=1 984w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/whatsapp-image-2022-07-20-at-17.29.48.webp?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/whatsapp-image-2022-07-20-at-17.29.48.webp?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/whatsapp-image-2022-07-20-at-17.29.48.webp?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/whatsapp-image-2022-07-20-at-17.29.48.webp?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 984px) 100vw, 984px" /> <p><em>Nova portaria estabelece regras obrigatórias para concessionárias e DER-SP, com foco em monitoramento, aceiros e resposta rápida durante período crítico de seca</em></p>
<p>ALEXANDRE PELEGI</p>
<p>O Governo de São Paulo instituiu, por meio de portaria conjunta da ARTESP, da Secretaria de Parcerias em Investimentos (SPI) e da Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística (SEMIL), o Programa de Prevenção, Preparação, Monitoramento e Combate a Incêndios em Rodovias (PPMCI). A medida, publicada no Diário Oficial desta terça-feira (05), passa a valer imediatamente e se aplica tanto às rodovias concedidas quanto às administradas pelo DER-SP.</p>
<p>O objetivo central é estruturar uma política integrada e obrigatória para reduzir riscos e impactos de incêndios, especialmente no período crítico de seca, que vai de junho a outubro. A norma estabelece diretrizes que incluem cooperação entre órgãos públicos e concessionárias, padronização de critérios técnicos e reforço das ações preventivas como política transversal.</p>
<p>Entre os principais pontos, a portaria cria a Comissão de Prevenção, Preparação e Combate a Incêndios em Rodovias (CPPCIR), com participação de órgãos como Defesa Civil, Corpo de Bombeiros, CETESB, Polícia Militar Ambiental, DER-SP e representantes das concessionárias. Caberá à comissão coordenar ações emergenciais, monitorar ocorrências em tempo real e propor investimentos e intervenções.</p>
<p>Na prática, o programa impõe uma série de obrigações operacionais às concessionárias e ao poder público. Entre elas:</p>
<p>– Implantação de aceiros com largura variável conforme o tipo de entorno (de 3 a 15 metros);<br />
– Monitoramento contínuo com uso de tecnologia, mapas de calor e integração com centros de controle operacional;<br />
– Criação e manutenção de brigadas de incêndio nas rodovias;<br />
– Capacitação obrigatória de equipes;<br />
– Disponibilização de equipamentos e veículos adaptados para combate a incêndios;<br />
– Implantação de sistemas de alerta e comunicação rápida;<br />
– Manutenção de bases operacionais com tempo de resposta adequado;<br />
– Acesso a pontos de captação de água para emergências, com prazo de até 12 meses para adequação.</p>
<p>Outro destaque é a exigência de elaboração e atualização de instrumentos de gestão, como o Plano de Manejo Integrado do Fogo (PMIF) e o Plano de Prevenção e Combate a Incêndios Florestais, além da obrigatoriedade de mapeamento georreferenciado das áreas mais suscetíveis a incêndios.</p>
<p>A ARTESP terá papel central na coordenação do programa nas rodovias concedidas, incluindo o monitoramento das ações e a avaliação de eventuais impactos no equilíbrio econômico-financeiro dos contratos. Já a SPI e a SEMIL terão poder de decisão sobre medidas que extrapolem as obrigações contratuais.</p>
<p>A iniciativa reforça a articulação entre infraestrutura e meio ambiente, em um contexto de aumento da frequência e intensidade de incêndios, com impactos diretos na segurança viária, na operação logística e na preservação ambiental ao longo das rodovias do estado.</p>
<p><strong><em>Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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