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	<title>Diário do Transporte</title>
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	<description>Página destinada à cobertura jornalística dos principais fatos relacionados aos transportes, com notícias, informações de última hora, coberturas exclusivas, opinião, estudos técnicos e história.</description>
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    <title>Demanda de passageiros do transporte público em Londrina cresce 9,31% em 2025 com investimentos em frota, tecnologia e gestão</title>
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    <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 03:53:52 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao Diário do Transporte que recuperação é superior à média nacional ADAMO BAZANI Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="623" height="407" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?fit=623%2C407&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?w=623&amp;ssl=1 623w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=300%2C196&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=150%2C98&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=400%2C261&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 623px) 100vw, 623px" /> <p><em>Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao <strong>Diário do Transporte</strong> que recuperação é superior à média nacional</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><em><strong>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</strong></em></p>
<div style="width: 480px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-494300-1" width="480" height="848" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4?_=1" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4</a></video></div>
<p>A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros do transporte público, após quedas sucessivas em decorrência da pandemia de covid-19.</p>
<p>Em 2025, o crescimento da demanda foi de 9,31%.</p>
<p>Em 2024, o total registrado foi de 1,4 milhão (1.482.380) de passageiros equivalentes. Em 2025, essa média subiu para 1,6 milhão (1.620.394), considerando a apuração dos últimos quatro meses.</p>
<p>O conceito “passageiros equivalentes” significa o número real de pagantes de um sistema de transportes. Ou seja, são usuários que não foram atraídos por benefícios ou gratuidades.</p>
<p>Ao repórter e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, nesta última semana de dezembro de 2025, o diretor de uma das concessionárias de transportes do município, Paulo Sergio Bongiovanni, da TCGL (Transportes Coletivos Grande Londrina,) conta que a média de recuperação de demanda de usuários no pós-pandemia, em Londrina tem sido superior à nacional, com os números totais quase se igualando ao período anterior da crise sanitária.</p>
<p><strong><em>“Em 2025, o total de passageiros em Londrina cresceu mais de 9,31%. Enquanto no restante do País, em relação a 2019, no pré-pandemia, os sistemas de transportes operam com 80% a 81% do que era transportado antes da covd-19, nós estamos em torno de 90%. Então, as respostas vêm quando o transporte é bom.&#8221;</em></strong> – disse Paulo Bongiovanni.</p>
<p>O sistema de transportes de Londrina é operado por duas empresas de ônibus: a TCGL (Transporte Coletivo Grande Londrina), com 244 veículos, e a Londrisul, com 138 coletivos.</p>
<p>Bongiovanni acredita que o crescimento do total de usuários acima do ritmo da média nacional não ocorreu simplesmente pela volta das atividades econômicas que foram desaquecidas com a pandemia ou pela redução dos dias trabalhados pela população em sistema de <em>“home office”.</em></p>
<p>O empresário citou investimentos feitos em tecnologia, com sistemas de gerenciamento inteligentes e informações aos passageiros, ampliação do acesso à bilhetagem eletrônica, modernizações dos terminais de ônibus e renovação de frota.</p>
<p><strong><em>“Hoje temos mais de 85 telas informativas, mais de 550 câmeras espalhadas em todos os nove terminais da cidade, onde todo mundo brinca que o lugar mais seguro da cidade é o Terminal Central. Nós temos internet dentro dos ônibus e nos terminais, alguns viraram um coworking, onde as pessoas vão para trabalhar” –</em></strong> contou.</p>
<p>Somente a TCGL, por exemplo, fez recentemente um investimento mais amplo em ônibus 0 km. Foram 96 coletivos novos entre 2023 e 2024 e mais 92 unidades entre 2024 e 2025.</p>
<p>Segundo Bongiovanni, quase 60% da frota da companhia em operação, possuem ar-condicionado.</p>
<p>Os mais recentes são ônibus novos têm chassis Mercedes-Benz OF-1726L, com suspensão a ar, vidro colado, e motores com o padrão tecnológico obrigatório no Brasil, Euro 6, com emissões de poluentes de 75%, em média, em comparação com os veículos a diesel com a norma anterior Euro 5, cuja produção para o mercado interno foi descontinuada em 2023.</p>
<p>Os coletivos ainda contam com quatro câmeras de segurança cada, tomadas USB-C tipo A e tipo C para recarga de celulares, entre outros itens de conforto e segurança.</p>
<p>O empresário ainda destacou a necessidade de gestores públicos e empresas de transportes atuarem em conjunto para ampliar o nível de satisfação dos usuários. Segundo Bongiovanni, parte dos custos operacionais é subsidiada pela prefeitura.</p>
<p><strong><em>“Em junho deste ano de 2025, fizemos atualizações em 100 linhas simultaneamente num dia só e não tivemos uma só reclamação. A qualidade no transporte atrair a população e transporte de qualidade é aquele onde a prefeitura sabe investir. Londrina foi muito bem nisso”</em></strong> – disse o empresário.</p>
<p>Os contratos atuais foram assinados no fim de 2019, prestes ao pior da pandemia.</p>
<p>Alguns investimentos durante a crise sanitária tiveram de ser postergados, mas quando ocorreram, segundo o empresário, tiveram efeito positivo na percepção do passageiro do sistema.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
<p><strong><em>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</em></strong></p>
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    <title>Esteira rolante na Estação Paulista Pernambucanas de metrô será interditada a partir desta quarta-feira (3)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2024/01/02/esteira-rolante-na-estacao-paulista-pernambucanas-de-metro-sera-interditada-a-partir-desta-quarta-feira-3/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 02 Jan 2024 19:01:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metrô]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8) VINÍCIUS DE OLIVEIRA A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8). A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="739" height="415" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?fit=739%2C415&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?w=739&amp;ssl=1 739w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 739px) 100vw, 739px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8)</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha 2-Verde, estará temporariamente interditada </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os ajustes têm como intuito manter o conforto e a segurança dos passageiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os serviços acontecem nesta semana em razão do menor fluxo de pessoas nas estações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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    <title>Linha 7-Rubi opera com restrições devido a problemas nesta sexta-feira (12)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/06/12/linha-7-rubi-opera-com-restricoes-devido-a-problemas-nesta-sexta-feira-12/</link>
	<dc:creator><![CDATA[arthursabadinferrari]]></dc:creator>
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    <pubDate>Fri, 12 Jun 2026 12:57:44 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Trens circulam com velocidade reduzida e maior tempo de parada ARTHUR FERRARI Passageiros que utilizam a linha 7-Rubi de trens metropolitanos em São Paulo, operada pela TIC Trens, enfrentam dificuldades desde às 9h48 desta sexta-feira, 12 de junho de 2026, quando o serviço passou a ser afetado por uma falha. De acordo com a concessionária, [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="555" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Linha-7-possui-mao-inglesa-e1776374185722.jpeg?fit=1024%2C555&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><em>Trens circulam com velocidade reduzida e maior tempo de parada</em></p>
<p><strong><em>ARTHUR FERRARI</em></strong></p>
<p>Passageiros que utilizam a linha 7-Rubi de trens metropolitanos em São Paulo, operada pela TIC Trens, enfrentam dificuldades desde às 9h48 desta sexta-feira, 12 de junho de 2026, quando o serviço passou a ser afetado por uma falha.</p>
<p>De acordo com a concessionária, por meio de nota, um equipamento de via sofreu avaria na região de Francisco Morato. Passageiros que seguem no sentidno Jundiaí ou Palmeiras-Barra Funda devem realizar transferência obrigatória em Francisco Morato.</p>
<p>Ainda segundo a empresa, os intervalos entre trens não sofreram alterações. Trens ainda podem circular com velocidade reduzida e maior tempo de parada.</p>
<p><strong>Nota da TIC Trens na íntegra</strong></p>
<p><em>Devido à avaria em equipamento de via na região de Francisco Morato, desde às 9h48 desta sexta-feira (12), os passageiros da Linha 7-Rubi que seguem sentido Jundiaí ou Palmeiras-Barra Funda precisam realizar transferência obrigatória na estação Francisco Morato. Os intervalos entre as viagens permanecem mantidos.</em></p>
<p><em>Os passageiros estão sendo informados por meio de avisos sonoros nos trens e nas estações, além da orientação dos colaboradores nas plataformas.</em></p>
<p><em>A TIC Trens lamenta os transtornos causados e informa que as equipes estão atuando para restabelecer a operação normal o mais breve possível.</em></p>
<p><strong><em>Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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    <title>Greve de ônibus em Limeira (SP) prejudica milhares de passageiros nesta sexta-feira (12)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/06/12/greve-de-onibus-em-limeira-sp-prejudica-milhares-de-passageiros-nesta-sexta-feira-12/</link>
	<dc:creator><![CDATA[arthursabadinferrari]]></dc:creator>
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    <pubDate>Fri, 12 Jun 2026 12:47:15 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Paralisação envolve cerca de 100 trabalhadores; Prefeitura pede liminar à justiça para que frota volte às ruas ARTHUR FERRARI Os usuários do transporte coletivo de Limeira (SP) enfrentaram dificuldades para se deslocar na manhã desta sexta-feira (12) após a deflagração de uma greve dos motoristas do sistema municipal. A paralisação interrompeu praticamente toda a operação [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="572" height="348" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Sem-titulo-13.png?fit=572%2C348&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Sem-titulo-13.png?w=572&amp;ssl=1 572w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Sem-titulo-13.png?resize=300%2C183&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Sem-titulo-13.png?resize=150%2C91&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Sem-titulo-13.png?resize=400%2C243&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 572px) 100vw, 572px" /> <p><em>Paralisação envolve cerca de 100 trabalhadores; Prefeitura pede liminar à justiça para que frota volte às ruas</em></p>
<p><em><strong>ARTHUR FERRARI</strong></em></p>
<p>Os usuários do transporte coletivo de Limeira (SP) enfrentaram dificuldades para se deslocar na manhã desta sexta-feira (12) após a deflagração de uma greve dos motoristas do sistema municipal. A paralisação interrompeu praticamente toda a operação de ônibus na cidade, mantendo apenas o serviço Transporta em funcionamento.</p>
<p>De acordo com o sindicato da categoria, cerca de 100 ônibus permaneceram parados na garagem da concessionária desde as primeiras horas do dia. Aproximadamente 100 motoristas participaram do movimento, iniciando a mobilização por volta das 3h30.</p>
<p>A greve foi iniciada após o encerramento do período de estado de greve anunciado anteriormente pelos trabalhadores. Segundo o sindicato, a pauta de reivindicações foi apresentada à empresa em abril e aprovada em assembleia. Entre os principais pedidos estão reajuste salarial de 10%, aumento de 20% nos benefícios, como vale-alimentação e vale-refeição, ampliação da participação nos lucros, reajuste do abono relacionado à cobrança de passagens, melhorias nas condições de trabalho e mais oportunidades de mudança de função.</p>
<p>Ainda conforme a entidade sindical, a empresa teria oferecido inicialmente apenas a reposição inflacionária e, posteriormente, uma proposta de reajuste geral de 6%, considerada insuficiente pela categoria.</p>
<p>Sem uma decisão liminar da Justiça do Trabalho até o início da manhã, toda a frota permaneceu fora de operação. O sindicato informou que eventual determinação judicial poderá estabelecer a circulação de parte dos veículos, com percentual entre 50% e 70% da frota.</p>
<p>A paralisação surpreendeu passageiros que aguardavam ônibus nos pontos da cidade. Mesmo com o estado de greve já anunciado anteriormente e com o prazo legal transcorrendo nesta sexta-feira, moradores relataram dificuldades para chegar ao trabalho, escolas e demais compromissos.</p>
<p>Em nota, a concessionária Sou Limeira afirmou que a greve foi iniciada antes do prazo previsto pela Lei de Greve, o que teria impossibilitado a adoção de medidas para reduzir os impactos aos usuários. A empresa também declarou que a legislação prevê a manutenção de um nível mínimo de atendimento por se tratar de um serviço essencial.</p>
<p>Segundo a concessionária, o movimento foi motivado por reivindicações salariais acima dos índices praticados na região. A empresa informou ainda que ingressou com ação no Tribunal Regional do Trabalho (TRT) e declarou permanecer aberta às negociações em busca de um acordo compatível com as condições econômicas do contrato e a legislação vigente.</p>
<p>A Sou Limeira também lamentou os transtornos causados à população e afirmou que a interrupção das operações não representa o compromisso da empresa com a continuidade do serviço.</p>
<p>A Prefeitura de Limeira informou que acompanha o caso e protocolou pedido de liminar na Justiça para determinar a circulação integral da frota, com previsão de multa diária de R$ 50 mil em caso de descumprimento.</p>
<p><em><strong>Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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    <title>IGAPETUR recebe ônibus Busscar Panorâmico DD NB1 para operações em Rondônia</title>
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    <pubDate>Fri, 12 Jun 2026 12:23:43 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Veículo encarroçado sobre chassi Scania K410C B6X2 conta com poltronas leito, conectividade e recursos voltados a viagens de longa distância ARTHUR FERRARI A empresa IGAPETUR, que atua no transporte rodoviário de passageiros em Rondônia, recebeu uma nova unidade do ônibus Panorâmico DD NB1, modelo de dois andares produzido pela Busscar. O veículo foi desenvolvido para [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="673" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/post_Igapetur-PAN-DD-1.jpg?fit=1024%2C673&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/post_Igapetur-PAN-DD-1.jpg?w=1079&amp;ssl=1 1079w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/post_Igapetur-PAN-DD-1.jpg?resize=300%2C197&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/post_Igapetur-PAN-DD-1.jpg?resize=1024%2C673&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/post_Igapetur-PAN-DD-1.jpg?resize=150%2C99&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/post_Igapetur-PAN-DD-1.jpg?resize=768%2C505&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/post_Igapetur-PAN-DD-1.jpg?resize=400%2C263&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Veículo encarroçado sobre chassi Scania K410C B6X2 conta com poltronas leito, conectividade e recursos voltados a viagens de longa distância</em></p>
<p><em><strong>ARTHUR FERRARI</strong></em></p>
<p>A empresa IGAPETUR, que atua no transporte rodoviário de passageiros em Rondônia, recebeu uma nova unidade do ônibus Panorâmico DD NB1, modelo de dois andares produzido pela Busscar. O veículo foi desenvolvido para operações de longa distância e reúne itens voltados ao conforto dos passageiros, acessibilidade e tecnologia embarcada.</p>
<p>Montado sobre chassi Scania K410C B6X2 com padrão de emissões Euro 6, o ônibus passa a integrar a frota da transportadora com uma configuração que contempla dois salões de passageiros e diferentes categorias de poltronas.</p>
<p>No piso superior, o veículo conta com poltronas Class Leito Turismo Busscar equipadas com espuma viscoelástica, apoio de cabeça ampliado, apoio para pernas e pés, braços escamoteáveis, porta-copos e outros recursos voltados ao conforto durante viagens prolongadas. Já no salão inferior foram instaladas poltronas Leito com características ergonômicas semelhantes.</p>
<p>O projeto também inclui dispositivos de acessibilidade, como elevador para cadeirantes, espaços reservados para pessoas com deficiência, identificação tátil e cintos de segurança retráteis de três pontos. Segundo a fabricante, o objetivo é garantir condições adequadas de embarque e deslocamento para diferentes perfis de passageiros.</p>
<p>Entre os equipamentos instalados estão sistema de ar-condicionado com filtro antipólen, dois tetos solares, iluminação interna em LED com cromoterapia, sanitário equipado com detector de fumaça, geladeiras distribuídas nos dois pavimentos, bares e lixeiras embutidas.</p>
<p>Na área de conectividade e entretenimento, o modelo oferece central multimídia touchscreen de nove polegadas, integração com smartphones, acesso à internet via Wi-Fi, monitores de alta definição, sistema de áudio distribuído e tomadas USB individuais em todas as poltronas.</p>
<p>A cabine do motorista reúne itens de assistência à operação, como monitoramento por câmeras com visão noturna, exibição de velocidade no para-brisa, poltrona com suspensão pneumática e comandos eletrônicos para acionamento de portas, iluminação e compartimentos de bagagem.</p>
<p>Externamente, o ônibus dispõe de conjunto de iluminação composto por faróis auxiliares de longo alcance posicionados entre os para-brisas, além de faróis de neblina e luzes diurnas. O veículo também conta com suspensão pneumática e sistemas de segurança voltados à operação, incluindo bloqueador de portas.</p>
<p>De acordo com a Busscar, a entrega reforça a estratégia de desenvolvimento de veículos personalizados para atender às demandas específicas das empresas de transporte rodoviário. O modelo entregue à IGAPETUR recebeu acabamento interno com combinação de tecido e couro sintético.</p>
<p>“Essa entrega para a IGAPETUR reforça nosso compromisso em oferecer ao mercado soluções cada vez mais completas, que unem inovação, segurança e uma experiência superior ao passageiro. O Panorâmico DD NB1 é resultado do trabalho contínuo da BUSSCAR em evoluir seus produtos, sempre alinhados às necessidades dos nossos clientes e às tendências do setor”, afirmou Paulo Corso, diretor comercial da Busscar.</p>
<p><em><strong>Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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    <title>Enquanto mobilidade avança com Marco Legal, fim da escala 6 x 1 e medida de Lula de incentivo a mototáxis preocupam, diz presidente da Fetpesp</title>
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    <pubDate>Fri, 12 Jun 2026 11:32:24 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[De acordo com Mauro Herszkowicz, custos para os passageiros com novo regime podem subir 30%. Diário do Transporte já havia retratado o “morde e assopra” da mobilidade ADAMO BAZANI Os empresários do setor de transportes de passageiros estão com um “sentimento misto” : de otimismo com preocupação. E a maior parte da razão disso vem [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="450" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Luis-Otavio-Vicente-DominguesOnibus-Brasil_20260612_082039_0000.png?fit=800%2C450&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Luis-Otavio-Vicente-DominguesOnibus-Brasil_20260612_082039_0000.png?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Luis-Otavio-Vicente-DominguesOnibus-Brasil_20260612_082039_0000.png?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Luis-Otavio-Vicente-DominguesOnibus-Brasil_20260612_082039_0000.png?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Luis-Otavio-Vicente-DominguesOnibus-Brasil_20260612_082039_0000.png?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Luis-Otavio-Vicente-DominguesOnibus-Brasil_20260612_082039_0000.png?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /> <p><em>De acordo com Mauro Herszkowicz, custos para os passageiros com novo regime podem subir 30%. <strong>Diário do Transporte</strong> já havia retratado o “morde e assopra” da mobilidade</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>Os empresários do setor de transportes de passageiros estão com um “sentimento misto” : de otimismo com preocupação.</p>
<p>E a maior parte da razão disso vem das legislações e movimentos políticos.</p>
<p>De acordo com o presidente da Fetpsp, a federação que representa as companhias de ônibus no estado de São Paulo, Mauro Herszkowicz, enquanto a mobilidade avança com Marco Legal do Transporte Público, que traz regras que podem melhorar os serviços com custeios extra-tarfários e com modernização dos contratos; o fim da escala 6 x 1 e medida de Lula de incentivo a mototáxis preocupam.</p>
<p><strong><em>“Após a expectativa positiva com a aprovação do Marco Legal, que busca promover um serviço de excelência a todos os brasileiros, com segurança e modicidade tarifária, as operadoras do transporte de passageiros podem enfrentar uma mudança na jornada de trabalho, que tende a causar um expressivo impacto nos custos operacionais, e assistem a um incompreensível estímulo ao transporte individual inseguro, que pode provocar um crescente número de acidentes e óbitos nos sistemas viários de nosso Estado”</em></strong> &#8211; disse</p>
<p>O <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> já havia entrevistado especialistas e agentes do setor que também demonstravam preocupações. A reportagem foi ao ar no fim de maio com o título: <strong><em>O morde e assopra do transporte coletivo vai continuar condenando as cidades brasileiras a ficarem estagnadas, poluídas e violentas para sempre? – ESPECIAL</em></strong></p>
<p>Relembre no link:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/05/23/zurb-entrevistas-o-morde-e-assopra-do-transporte-coletivo-vai-continuar-condenando-as-cidades-brasileiras-a-ficarem-estagnadas-poluidas-e-violentas-para-sempre-especial/">https://diariodotransporte.com.br/2026/05/23/zurb-entrevistas-o-morde-e-assopra-do-transporte-coletivo-vai-continuar-condenando-as-cidades-brasileiras-a-ficarem-estagnadas-poluidas-e-violentas-para-sempre-especial/</a></p>
<p>Para Herszkowicz, muitas das medidas para alterar leis são tomadas sem um debate amplo com especialistas e todos os agentes do setor de mobilidade, o que pode comprometer avanços reais.</p>
<p><strong><em>“Mais uma vez, estamos vendo o transporte público coletivo virar refém de medidas incompatíveis com todo o esforço de modernização de um setor essencial à mobilidade da população das cidades brasileiras”</em></strong> – disse em artigo.</p>
<p>A advogada especializada em risco empresarial, Liana Variani, explica que historicamente os setores técnicos acabam ficando em segundo plano em relação a decisões de cunho político.</p>
<p>Liana diz que independentemente das decisões tomadas na esfera política, empresas e trabalhadores devem se preparar e ampliar o diálogo.</p>
<p><strong><em>“É muito importante sempre estar atento ao noticiário especializado e já ir desenhando cenários com equipes especializadas nos campos jurídicos, operacionais, financeiros e de recursos humanos. O fato de trabalhadores e empregadores muitas vezes terem posições diferentes nunca deve impedir o diálogo e a tentativa de, dentro da lei, encontrar soluções em conjunto”</em></strong> – disse Liana Variani.</p>
<p>Sobre o Marco Legal do Transporte Público, o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> mostrou que o projeto ainda aguarda a sanção do presidente Lula e que amplia a participação da União no auxílio ao custeio dos serviços de ônibus, trens e metrôs em conjunto com municípios e Estados.</p>
<p>Caso seja sancionado na íntegra, o projeto 3278/2021, que já passou pelo Congresso depois de cinco anos de tramitação, terá um ano para implementação.</p>
<p>Até então, a expectativa era de aprovação sem vetos, mas o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> obteve uma informação, confirmada por uma fonte direta do Governo Federal de que a pasta da Fazenda fez apontamentos sobre como foi colocada no texto a previsibilidade do uso da Cide-Combustíveis para financiar o transporte público.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/06/11/pautas-bombas-podem-adiar-planos-do-tarifa-zero-nacional-e-ministerio-da-fazenda-esta-preocupado-com-redacao-sobre-cide-no-marco-legal/">https://diariodotransporte.com.br/2026/06/11/pautas-bombas-podem-adiar-planos-do-tarifa-zero-nacional-e-ministerio-da-fazenda-esta-preocupado-com-redacao-sobre-cide-no-marco-legal/</a></p>
<p>Como tinha mostrado a reportagem, havia uma estimativa de sanção sem vetos até 10 de junho de 2026, o que não ocorreu. O prazo-limite, entretanto, é 16 de junho.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/05/21/zurb-marco-legal-do-transporte-publico-deve-ter-sancao-de-lula-ate-10-de-junho-de-2026/">https://diariodotransporte.com.br/2026/05/21/zurb-marco-legal-do-transporte-publico-deve-ter-sancao-de-lula-ate-10-de-junho-de-2026/</a></p>
<p><strong><em>“Aprovado pelo Senado, no final de 2024, e pela Câmara dos Deputados, em 2026, o Marco Legal deverá entrar em vigor um ano após a sanção presidencial, que pode ocorrer ainda neste mês de junho. Nesse período, as empresas operadoras e o poder concedente deverão analisar os contratos sob a ótica da nova organização proposta no Marco Legal e promover a adequação à nova legislação, visando a retomada do equilíbrio contratual e a oferta de um serviço de qualidade à população”</em></strong> – disse Herszkowicz.</p>
<p>Sobre as mototáxis, o presidente Luís Inácio Lula da Silva editou uma medida provisória que afrouxa regras podendo fazer com que acidentes explodam, na visão do empresário. Exigências como idade mínima de 21 anos para atividades remuneradas com motos, dois anos de CNH carteira A e cursos obrigatórios caíram.</p>
<p>Relembre os detalhes:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/05/19/lula-afrouxa-regras-sobre-mototaxis-e-anuncia-r-30-bilhoes-para-motoristas-de-aplicativo-e-taxistas-comprarem-carros-0-km/">https://diariodotransporte.com.br/2026/05/19/lula-afrouxa-regras-sobre-mototaxis-e-anuncia-r-30-bilhoes-para-motoristas-de-aplicativo-e-taxistas-comprarem-carros-0-km/</a></p>
<p>A questão do fim da escala 6 x1 e a redução da jornada de trabalho semanal de 44 horas para 40 horas é mais polêmica e contrapõem explicitamente sindicatos de trabalhadores e de empresas.</p>
<p>Se empresários vão pressionar para o Fim da Escala 6 x 1 não passar no Senado, os partidos da base de apoio do presidente Luís Inácio Lula da Silva, que usa a medida como uma das principais bandeiras na corrida eleitoral de 2026, e representações de trabalhadores querem que a proposta da Câmara prevaleça.</p>
<p>A CNTT (Confederação Nacional do Trabalhadores em Transporte) defende que a falta de mão de obra pode ser revertida pelo fato de as atividades de motoristas, mecânicos, fiscais, carregadores, cobradores e bilheteiros serem muito extenuantes.</p>
<p>Devido ao que considera baixos salários e pouco reconhecimento, fatores somados às cargas horárias atuais, o trabalho em transportes se torna desinteressante, ainda mais para novas gerações e pessoas com mais acesso à educação e qualificação profissional.</p>
<p>A CNTTL (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transportes e Logística) classificou a aprovação na Câmara como um avanço nas relações trabalhistas deixando o Brasil no mesmo patamar que nações desenvolvidas.</p>
<p>A CNT (Confederação Nacional do Transporte), que reúne tanto as transportadoras de cargas como de passageiros, em todo o Brasil, afirmou, em nota, que o Fim da Escala 6 x1 e a redução da jornada de trabalho das atuais 44 horas para 40 horas semanais podem representar um aumento de aproximadamente R$ 11 bilhões nos custos de mão de obra e provocar retração de até R$ 9,6 bilhões no PIB do setor.</p>
<p>A NTU, que reúne as empresas de ônibus urbanos e metropolitanos em todo o Brasil, diz que a redução da jornada de trabalho e o fim da escala 6 x 1, além de agravarem a alegada falta de mão de obra no setor e dificultar a reorganização da oferta de serviços à população, também podem resultar em aumento de tarifas e subsídios, mesmo com a previsão no artigo oitavo de reequilíbrio econômico nos contratos de concessão. Os recursos deste reequilíbrio terão de vir de alguma fonte, seja de tarifa, remuneração pelos serviços e subsídios pelos cofres públicos.</p>
<p>De acordo com o presidente da Fetpesp, Mauro Herszkowicz, é necessário ampliar o debate e criar um regime de transição.</p>
<p><strong><em>“A Fetpesp manifestou a sua preocupação com a aprovação acelerada da mudança trabalhista e com a ausência de um programa de transição, que leve em conta as peculiaridades dos serviços de transporte de passageiros, uma atividade essencial e estratégica”.</em></strong> – disse</p>
<p>O empresário afirmou que os custos para os passageiros podem aumentar com a medida.</p>
<p><strong><em>“Reconhecendo a importância deste debate, a Fetpesp também alertou para os efeitos que a medida pode trazer à mobilidade da população, com o agravamento da escassez de mão de obra qualificada e o aumento significativo dos custos dos serviços em mais de 30%, com implicações na tarifa cobrada dos usuários pagantes”. </em></strong>– concluiu.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
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    <title>SPTrans vai permitir ônibus elétrico de piso alto e degraus em exceções. Dois modelos são avaliados e, apesar de inclusão de layout, ainda não estão aprovados</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/06/12/sptrans-vai-permitir-onibus-eletrico-de-piso-alto-e-degraus-em-excecoes-dois-modelos-sao-avaliados-e-apesar-de-inclusao-de-layout-ainda-nao-estao-aprovados/</link>
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    <pubDate>Fri, 12 Jun 2026 10:12:01 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Carrocerias]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Eletromobilidade]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Reportagens Especiais]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[SPTrans]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Configuração é considerada menos acessível que piso baixo. Entre modelos em análise está uma versão de 12 metros (Caio e-Apache Vip). Gestora também avalia novos ônibus de piso baixo (Mascarello Horizon) ADAMO BAZANI Colaborou Arthur Ferrari A SPTrans (São Paulo Transporte), gerenciadora dos transportes por ônibus da cidade de São Paulo, confirmou que vai permitir [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="600" height="450" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Texto_-Adamo-Bazani-Diario-do-Transporte_20260612_065411_0004.png?fit=600%2C450&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Texto_-Adamo-Bazani-Diario-do-Transporte_20260612_065411_0004.png?w=600&amp;ssl=1 600w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Texto_-Adamo-Bazani-Diario-do-Transporte_20260612_065411_0004.png?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Texto_-Adamo-Bazani-Diario-do-Transporte_20260612_065411_0004.png?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Texto_-Adamo-Bazani-Diario-do-Transporte_20260612_065411_0004.png?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /> <p><em>Configuração é considerada menos acessível que piso baixo. Entre modelos em análise está uma versão de 12 metros (Caio e-Apache Vip). Gestora também avalia novos ônibus de piso baixo (Mascarello Horizon)</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><strong><em>Colaborou Arthur Ferrari</em></strong></p>
<p>A SPTrans (São Paulo Transporte), gerenciadora dos transportes por ônibus da cidade de São Paulo, confirmou que vai permitir a circulação de modelos elétricos de piso alto com degraus e elevadores pela capital paulista.</p>
<p>Entretanto, de acordo com resposta da gerenciadora aos questionamentos do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, nesta quinta-feira, 11 de junho de 2026, estes veículos serão permitidos apenas em exceções, nos locais onde trafegar com modelos de piso baixo for mais difícil.</p>
<p><strong><em>Os veículos de piso alto com plataforma elevatória devem ser utilizados em caráter de exceção, onde as condições viárias inviabilizem a operação dos coletivos de piso baixo</em></strong>. – informou em nota-resposta.</p>
<p>Os ônibus de piso alto, apesar de terem elevadores, são considerados menos acessíveis do que as configurações com piso baixo dotados de rampa.</p>
<p>Isso porque, na prática, a acessibilidade nos ônibus de piso alto acaba sendo direcionada a quem está em cadeira de rodas somente por meio das plataformas elevatórias.</p>
<p>Já a configuração de piso baixo com rampas também facilita o acesso das pessoas que possuem dificuldades de locomoção e não estão em cadeiras de rodas, como casos de idosos, quem está em recuperação de cirurgias, com deficiências menos severas e pessoas com restrições na visão.</p>
<p>A SPTrans confirmou que dois modelos de piso alto estão em análise para a inclusão no sistema.</p>
<p>Tratam-se de duas versões do e-Caio Apache Vip V, com tecnologia Blu Eletric. Tanto a encarroçadora Caio como a eletrificadora Blu Eletric são relacionadas a grupos empresariais que operam ônibus na cidade de São Paulo.</p>
<p>Os chassis são da Volkswagen.</p>
<p>Chama a atenção que uma das versões de elétrico de piso alto é de 12,1 metros de comprimento.</p>
<p>É mais comum que nestas áreas de mais difícil acesso, onde podem ser liberados os modelos de piso alto, rodem as versões midi (de cerca de 10 metros de comprimento) e não de 12 metros.</p>
<p>Os modelos tiveram a inclusão dos desenhos nos manuais técnicos da SPTrans, mas segundo a gestora, ainda na resposta, não foram aprovados para rodar.</p>
<p>Um modelo de piso baixo da Mascarello, o Horizon, em duas versões (10 m e básico-padron) também é avaliado, segundo a nota-resposta ao <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>.</p>
<p><strong><em>O veículo da empresa Blu Eletric, modelo eApache Vip V, e o veículo da empresa Mascarello, modelo Horizon, encontram-se em processo de avaliação e ainda não foram aprovados. Apenas a identidade visual foi aprovada para consulta no site da SPTrans. </em></strong>– informou.</p>
<p>Segundo ainda a SPTrans, constantemente são avaliadas novas opções para ampliar a frota de ônibus elétricos na cidade, que se aproxima de 1,3 mil.<br />
<strong><em>A Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Transporte (SMT) e a SPTrans trabalham para ampliar a frota de ônibus elétricos da cidade de São Paulo, que já é a maior do país com 1.259 veículos, e avaliam diferentes modelos para garantir a conformidade com o padrão exigido pela gestão.</em></strong></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-519605" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Luis-Otavio-Vicente-Domingues_Onibus-Brasil_20260612_063007_0000.png?resize=800%2C450&#038;ssl=1" alt="" width="800" height="450" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Luis-Otavio-Vicente-Domingues_Onibus-Brasil_20260612_063007_0000.png?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Luis-Otavio-Vicente-Domingues_Onibus-Brasil_20260612_063007_0000.png?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Luis-Otavio-Vicente-Domingues_Onibus-Brasil_20260612_063007_0000.png?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Luis-Otavio-Vicente-Domingues_Onibus-Brasil_20260612_063007_0000.png?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Luis-Otavio-Vicente-Domingues_Onibus-Brasil_20260612_063007_0000.png?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p>Versões de piso alto possuem elevadores e degraus</p>
<p><strong>PISO BAIXO MASCARELLO</strong></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-519610" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Texto_-Adamo-Bazani-Diario-do-Transporte_20260612_065411_0000.png?resize=600%2C450&#038;ssl=1" alt="" width="600" height="450" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Texto_-Adamo-Bazani-Diario-do-Transporte_20260612_065411_0000.png?w=600&amp;ssl=1 600w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Texto_-Adamo-Bazani-Diario-do-Transporte_20260612_065411_0000.png?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Texto_-Adamo-Bazani-Diario-do-Transporte_20260612_065411_0000.png?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Texto_-Adamo-Bazani-Diario-do-Transporte_20260612_065411_0000.png?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /> <img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-519609" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Texto_-Adamo-Bazani-Diario-do-Transporte_20260612_065411_0001.png?resize=600%2C450&#038;ssl=1" alt="" width="600" height="450" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Texto_-Adamo-Bazani-Diario-do-Transporte_20260612_065411_0001.png?w=600&amp;ssl=1 600w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Texto_-Adamo-Bazani-Diario-do-Transporte_20260612_065411_0001.png?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Texto_-Adamo-Bazani-Diario-do-Transporte_20260612_065411_0001.png?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Texto_-Adamo-Bazani-Diario-do-Transporte_20260612_065411_0001.png?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>PISO ALTO </strong></p>
<p><strong>CAIO</strong></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-519608" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Texto_-Adamo-Bazani-Diario-do-Transporte_20260612_065411_0002.png?resize=600%2C450&#038;ssl=1" alt="" width="600" height="450" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Texto_-Adamo-Bazani-Diario-do-Transporte_20260612_065411_0002.png?w=600&amp;ssl=1 600w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Texto_-Adamo-Bazani-Diario-do-Transporte_20260612_065411_0002.png?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Texto_-Adamo-Bazani-Diario-do-Transporte_20260612_065411_0002.png?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Texto_-Adamo-Bazani-Diario-do-Transporte_20260612_065411_0002.png?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /> <img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-519607" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Texto_-Adamo-Bazani-Diario-do-Transporte_20260612_065411_0003.png?resize=600%2C450&#038;ssl=1" alt="" width="600" height="450" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Texto_-Adamo-Bazani-Diario-do-Transporte_20260612_065411_0003.png?w=600&amp;ssl=1 600w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Texto_-Adamo-Bazani-Diario-do-Transporte_20260612_065411_0003.png?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Texto_-Adamo-Bazani-Diario-do-Transporte_20260612_065411_0003.png?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Texto_-Adamo-Bazani-Diario-do-Transporte_20260612_065411_0003.png?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p><strong><u>ÔNIBUS ELÉTRICOS EM SÃO PAULO: DINHEIRO TEM, MAS FALTA DE INFRAESTRUTURA FRUSTROU METAS</u></strong></p>
<p>A prefeitura remunera as empresas pela aquisição de forma indireta bancando a diferença entre os modelos a diesel correspondentes do mesmo porte e os elétricos, que são mais caros.</p>
<p>Não são valores praticados necessariamente no mercado, que costumam ser maiores, mas são calculados com base no contrato.</p>
<p>Os novos preços vão retroagir à subvenção de compras realizadas a partir de maio de 2026.</p>
<p>Pelo modelo contratual da cidade, os empresários pagam os valores referentes a um similar a diesel, que seria em torno de 1/3 do elétrico, e os outros 2/3 quem banca é a prefeitura.</p>
<p>A gestão Ricardo Nunes diz que obteve linhas de crédito de quase R$ 7 bilhões para este financiamento em instituições bancárias e de fomento nacionais e internacionais e que estes valores são subsídios à parte, ou seja, não entram na conta dos subsídios para a tarifa e operações, que recentemente, representam cerca de R$ 7 bilhões (dados consolidados de 2025).</p>
<p>Apesar de haver dinheiro, a frota não avança como planejado pela prefeitura, que havia colocado como meta 2,6 mil elétricos até dezembro de 2024. Atualmente, março de 2026, são em torno de 1,3 mil.</p>
<p>O maior problema está na falta de infraestrutura de recarga, que não dá conta da elevação da demanda de energia elétrica.</p>
<p>Como mostrou o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, anunciou em 1º de junho de 2026, que cidade deve contar com mais 500 ônibus elétricos a partir deste mês.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/06/01/ouca-a-partir-deste-mes-de-junho-de-2026-sao-paulo-tera-mais-500-onibus-eletricos-diz-nunes-em-coletiva-brt-radial-leste-vai-ter-entrega-neste-ano/">https://diariodotransporte.com.br/2026/06/01/ouca-a-partir-deste-mes-de-junho-de-2026-sao-paulo-tera-mais-500-onibus-eletricos-diz-nunes-em-coletiva-brt-radial-leste-vai-ter-entrega-neste-ano/</a></p>
<p>A cidade de São Paulo possui cerca de 80% da frota nacional de ônibus elétricos, com aproximadamente 1,3 mil unidades.</p>
<p>Apesar do número expressivo, é bem abaixo da meta que deveria ser alcançada em dezembro de 2024, com 2,6 mil unidades.</p>
<p>A prefeitura atribui este atraso principalmente a falta de infraestrutura para dar conta da tensão de energia na rede da ENEL.</p>
<p>Desde 17 de outubro de 2022, as viações estão proibidas de comprar ônibus a diesel. Como a elétrica não avança no ritmo necessário, a frota circulante envelhece. A SPTrans (São Paulo Transporte), gerenciadora do sistema municipal, ampliou a idade máxima permitida dos ônibus de 10 anos para 13 anos de modelo e, no caso dos mídis (micrões), este limite passou para 14 anos de modelo e 15 anos de fabricação.</p>
<p>Agora, a meta é nova, mais modesta: mais 2,2 mil ônibus menos poluentes até 2028, considerando a possibilidade de ônibus a biometano (combustível obtido na decomposição de resíduos).</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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  </item>
  <item>
    <title>Linha 11-Coral opera normalmente nesta sexta-feira (12); mais cedo problemas afetaram atendimento</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/06/12/linha-11-coral-opera-normalmente-nesta-sexta-feira-12-mais-cedo-problemas-afetaram-atendimento/</link>
	<dc:creator><![CDATA[arthursabadinferrari]]></dc:creator>
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    <pubDate>Fri, 12 Jun 2026 09:41:33 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Trens circularam com velocidade reduzida e maior tempo de parada ARTHUR FERRARI Quem utiliza a linha 11-Coral de trens metropolitanos em São Paulo enfrentou dificuldades das 6h às 7h20 desta sexta-feira, 12 de junho de 2026, durante falha no sistema de sinalização. De acordo com a CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), por meio de [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="450" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/03/CPTM-Linha-11-Coral-usar-e1733219546380.png?fit=800%2C450&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><em>Trens circularam com velocidade reduzida e maior tempo de parada</em></p>
<p><em><strong>ARTHUR FERRARI</strong></em></p>
<p>Quem utiliza a linha 11-Coral de trens metropolitanos em São Paulo enfrentou dificuldades das 6h às 7h20 desta sexta-feira, 12 de junho de 2026, durante falha no sistema de sinalização.</p>
<p>De acordo com a CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), por meio de nota, os trens circularam com velocidade reduzida e maior tempo de parada entre as estações Brás e Palmiras-Barra Funda.</p>
<p>Durante o problema, alguns trens da linha tiveram como destino a Estação da Luz, portanto os passageiros que tinham como destino a Estação Palmeiras-Barra Funda precisaram utilizar os trens da Linha 10-Turquesa.</p>
<p>Técnicos da estatal atuaram para normalizar a operação.</p>
<p><strong>Notas da CPTM na íntegra</strong></p>
<p><strong>Falha &#8211; 6h</strong></p>
<p><em>Nesta sexta-feira (12/06), por volta das 6h, foi identificada uma falha de sinalização na região da Barra Funda, na Linha 11-Coral. Para atuação da equipe de manutenção, os trens circulam com velocidade reduzida entre as estações Palmeiras-Barra Funda e Brás. Além disso, alguns trens da linha terão como destino a Estação da Luz. Desta forma, os passageiros que têm como destino a Estação Palmeiras-Barra Funda, devem utilizar os trens da Linha 10-Turquesa. A CPTM pede desculpas pelos transtornos gerados.</em></p>
<p><strong>Normalização &#8211; 7h20</strong></p>
<p><em>A circulação da Linha 11-Coral está em processo de normalização na manhã desta sexta-feira (12/06). </em></p>
<p><em>Entre 6h e 7h20 foi identificada uma falha de sinalização na região da Barra Funda, na Linha 11-Coral. Para a atuação da equipe de manutenção, os trens circularam com velocidade reduzida entre as estações Palmeiras Barra-Funda e Brás. Além disso, alguns trens da linha tiveram como destino a Estação da Luz. Durante este período, os passageiros que tinham como destino a Estação Palmeiras-Barra Funda utilizaram os trens da Linha 10-Turquesa. A CPTM pede desculpas pelos transtornos gerados.</em></p>
<p><em><strong>Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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    <title>Expresso Central tem negada autorização para linhas regulares interestaduais pela ANTT</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/06/12/expresso-central-tem-negada-autorizacao-para-linhas-regulares-interestaduais-pela-antt/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Fri, 12 Jun 2026 08:40:14 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[ANTT]]></category><category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Empresa pode recorrer ou fazer outra requisição ADAMO BAZANI A ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) negou pedido da empresa Expresso Central Transporte, do Centro Oeste, para fazer linhas interestaduais de ônibus por não enquadramento a todas as atuais normas exigidas para este tipo de autorização. A decisão foi publicada nesta sexta-feira, 12 de junho [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="728" height="519" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/cutt.jpg?fit=728%2C519&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/cutt.jpg?w=728&amp;ssl=1 728w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/cutt.jpg?resize=300%2C214&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/cutt.jpg?resize=150%2C107&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/cutt.jpg?resize=400%2C285&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 728px) 100vw, 728px" /> <p><em>Empresa pode recorrer ou fazer outra requisição</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) negou pedido da empresa Expresso Central Transporte, do Centro Oeste, para fazer linhas interestaduais de ônibus por não enquadramento a todas as atuais normas exigidas para este tipo de autorização.</p>
<p>A decisão foi publicada nesta sexta-feira, 12 de junho de 2026.</p>
<p>A empresa pode recorrer administrativamente ou fazer outra requisição para conseguir o TAR (Termo de Autorização de Serviço Regular).</p>
<p><strong>SUPERINTENDÊNCIA DE SERVIÇOS DE TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE PASSAGEIROS </strong></p>
<p><strong>DECISÃO SUPAS Nº 869, DE 3 DE JUNHO DE 2026 </strong></p>
<p>O Superintendente de Serviços de Transporte Rodoviário de Passageiros da Agência Nacional de Transportes Terrestres &#8211; ANTT, no uso de suas atribuições, em conformidade com o art. 3º e o inciso X do art. 8º, ambos do Anexo da Resolução nº 5.818, de 3 de maio de 2018; com o inciso IV do art. 29, e inciso VIII do art. 105, ambos da Resolução nº 5.976, de 7 de abril de 2022, e pelo o que consta no processo nº 50505.046201/2026-98, decide:</p>
<p>Art. 1º Indeferir o pedido de emissão do Termo de Autorização à EXPRESSO CENTRAL TRANSPORTE LTDA, CNPJ nº 25.299.930/0001-19, para prestação do serviço regular de transporte rodoviário coletivo interestadual de passageiros, sob o regime de autorização, constante do processo nº 50505.046201/2026-98, uma vez que os mercados objetos do pleito não são autorizados à requerente, em inobservância ao disposto na Resolução nº 6.033, de 21 de dezembro de 2023.</p>
<p>Art. 2º Esta Decisão entra em vigor na data de sua publicação.</p>
<p>JULIANO DE BARROS SAMÔR</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
]]></content:encoded>

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  </item>
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    <title>EXCLUSIVO NO DIÁRIO DO TRANSPORTE: STJ notifica formalmente a ANTT que Água Branca vai assumir linhas da Itapemirim no lugar da Suzantur</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/06/12/exclusivo-stj-notifica-formalmente-a-antt-que-agua-branca-vai-assumir-linhas-da-itapemirim-no-lugar-da-suzantur/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/06/12/exclusivo-stj-notifica-formalmente-a-antt-que-agua-branca-vai-assumir-linhas-da-itapemirim-no-lugar-da-suzantur/#comments</comments>
    <pubDate>Fri, 12 Jun 2026 07:51:51 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[ANTT]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Reportagens Especiais]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Como, em primeira-mão noticiou o Diário do Transporte, por maioria de votos Primeira Turma revalidou decisão da Justiça Paulista que concedeu à companhia direito a operar a malha até fim de leilão ADAMO BAZANI Colaborou Yuri Sena O STJ (Superior Tribunal de Justiça) notificou formalmente a ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) sobre a decisão [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="442" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/67583ccc-05cd-4b45-83c4-e62125d188f9-e1781025226567.jpg?fit=800%2C442&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><em>Como, em primeira-mão noticiou o <strong>Diário do Transporte</strong>, por maioria de votos Primeira Turma revalidou decisão da Justiça Paulista que concedeu à companhia direito a operar a malha até fim de leilão</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><strong><em>Colaborou Yuri Sena</em></strong></p>
<p>O STJ (Superior Tribunal de Justiça) notificou formalmente a ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) sobre a decisão que permite, na prática, que a Viação Águia Branca, do Espírito Santo, assuma as 125 linhas e 746 mercados correspondentes à malha interestadual que era de responsabilidade do Grupo Itapemirim, que teve a falência decretada em 21 de setembro de 2022.</p>
<p><strong><u>A notificação é datada de 10 de junho de 2026, sendo incluída no sistema nesta quinta-feira (11), e trazida de FORMA EXCLUSIVA PELO DIÁRIO DO TRANSPORTE.</u></strong></p>
<p>Como mostrou a reportagem em primeira-mão, na última terça-feira (09), por maioria de votos (3 x 2), a Primeira Turma da Corte concluiu o julgamento que revalidou decisão da Justiça Paulista que concedeu à Águia Branca o direito das operações por arrendamento até a realização de um leilão para determinar quem vai ficar definitivamente com a marca e as linhas da Itapemirim.</p>
<p>A Águia Branca, pela decisão, assume no lugar da atual arrendatária das linhas, a Suzantur (Transportadora Turística Suzano Ltda), da região do ABC Paulista.</p>
<p>A Suzantur tenta se manter à frente das operações que ocorrem desde março de 2023 e deve recorrer. A Justiça Paulista entendeu que o arrendamento para a empresa do ABC, pelo contrato, tinha a duração de dois anos e que o prazo já venceu.</p>
<p>Foi realizado um processo de disputa e a Águia Branca ofereceu repasses mensais aos credores da massa falida de R$ 3,02 milhões. O contrato com a Suzantur prevê no mínimo R$ 200 mil por mês ou 1,5% das vendas físicas de passagens.</p>
<p>A partir da notificação, a ANTT poderá autorizar a transferência de linhas e a nova operação.</p>
<p>A data do leilão definitivo, que já sofreu diversos adiamentos, ainda não foi marcada.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-519576" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Documento-A4-Branco-e-Lilas-33.jpg?resize=1414%2C2000&#038;ssl=1" alt="" width="1414" height="2000" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Documento-A4-Branco-e-Lilas-33.jpg?w=1414&amp;ssl=1 1414w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Documento-A4-Branco-e-Lilas-33.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Documento-A4-Branco-e-Lilas-33.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Documento-A4-Branco-e-Lilas-33.jpg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Documento-A4-Branco-e-Lilas-33.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Documento-A4-Branco-e-Lilas-33.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Documento-A4-Branco-e-Lilas-33.jpg?resize=400%2C566&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Documento-A4-Branco-e-Lilas-33.jpg?resize=150%2C212&amp;ssl=1 150w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
<p>A Primeira Turma do STJ (Superior Tribunal de Justiça) decidiu nesta terça-feira, 09 de junho de 2026, que a Viação Águia Branca, do Espírito Santo, deve assumir o novo arrendamento das 125 linhas e 746 mercados de ônibus interestaduais correspondentes à malha que era de responsabilidade do Grupo Itapemirim, que faliu em 2022. Foram 3 votos em favor da Águia Branca e dois em favor da Suzantur, que deve sair.</p>
<p>Cabe recurso. A decisão ocorreu pelo provimento das alegações do empresa capixaba.</p>
<p>A troca não é imediata. Além de haver a possibilidade de recurso, há transições a seguir.</p>
<p>O julgamento teve início com a manifestação do ministro Gurgel de Faria, tinha pedido vistas, que divergiu do relator ministro Sergio Kukina, sendo favorável para que o novo arrendamento seja válido para a Viação Águia Branca assumir as linhas. Gurgel de Faria seguiu o entendimento do Tribunal de Justiça de São Paulo.</p>
<p>Sergio Kukina destacou que ainda tem dúvidas sobre a competência da Primeira Turma sobre o assunto, mas compreendeu que o tema necessita de uma análise urgente. O relator ainda reconheceu que a proposta econômica da Águia Branca ser mais vantajosa aos credores, mas se disse preocupado se a troca de empresas poderia prejudicar os serviços e o que ocorreria com os funcionários registrados pela Suzantur.</p>
<p>Em seguida, a ministra Regina Helena Costa se manifestou e acompanhou a divergência de Faria, sendo favorável a Viação Águia Branca.</p>
<p>O ministro Paulo Sérgio Domingues foi o terceiro e se manifestou também em prol da Águia Branca no arrendamento. O ministro Benedito Gonçalves foi a favor da Suzatur.</p>
<p>Todos os ministros manifestaram estranheza no fato de que o recurso foi remetido à Primeira Turma, mas entenderam a necessidade de votar.</p>
<p>Como havia mostrado em primeira-mão o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, a continuação do julgamento ocorreu nesta terça-feira após três adiamentos.</p>
<p>O STJ suspendeu o julgamento porque os ministros pediram destaque de vistas, ou seja, mais tempo para analisar. Em 02 de março de 2026, o pedido foi do ministro Benedito Gonçalves e, em 07 de abril de 2026, foi a vez do ministro Gurgel de Faria.</p>
<p>Não tinham votado ainda a ministra Regina Helena Costa e os ministros Paulo Sérgio Domingues e Benedito Gonçalves.</p>
<p>A data do leilão não foi definida, mas como mostrou o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, a administradora judicial da falência EXM Partners apresentou uma nova proposta de edital, que ainda será julgada.</p>
<p>O ministro-relator do processo, Sérgio Kukina, votou por atender um recurso da atual arrendatária Suzantur (Transportadora Turística Suzano) contra uma decisão da Justiça de São Paulo que autorizou um novo arrendamento que teve a Viação Águia Branca, do Espírito Santo, como selecionada, após um processo de concorrência judicial.</p>
<p>VEJA OS VOTOS:</p>
<p><div style="width: 1040px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-519577-2" width="1040" height="576" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/JULGAMENTO-STJ-090626.mp4?_=2" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/JULGAMENTO-STJ-090626.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/JULGAMENTO-STJ-090626.mp4</a></video></div></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Como havia mostrado em primeira-mão o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, a continuação do julgamento foi remarcado para esta terça-feira após três adiamentos.</p>
<p>O STJ suspendeu o julgamento porque os ministros pediram destaque de vistas, ou seja, mais tempo para analisar. Em 02 de março de 2026, o pedido foi do ministro Benedito Gonçalves e, em 07 de abril de 2026, foi a vez do ministro Gurgel de Faria.</p>
<p>Não tinham votado ainda a ministra Regina Helena Costa e os ministros Paulo Sérgio Domingues e Benedito Gonçalves.</p>
<p>A data do leilão não foi definida, mas como mostrou o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, a administradora judicial da falência EXM Partners apresentou uma nova proposta de edital, que ainda será julgada.</p>
<p>O ministro-relator do processo, Sérgio Kukina, votou por atender um recurso da atual arrendatária Suzantur (Transportadora Turística Suzano) contra uma decisão da Justiça de São Paulo que autorizou um novo arrendamento que teve a Viação Águia Branca, do Espírito Santo, como selecionada, após um processo de concorrência judicial.</p>
<p>Como tinha mostrado o <strong><em>Diário do Transporte,</em></strong> o contrato de arrendamento para a Viação Águia Branca pela operação das linhas referentes à malha que era operada pelo Grupo Itapemirim renderia para os credores, em um ano, 3,5 vezes mais que todo o período de três anos e meio do contrato atual da Suzantur. O período considera desde quando a proposta foi homologada pela Justiça paulista, em abril de 2025, até 16 de abril de 2026, e desde quando a Suzantur começou a fazer os depósitos, em setembro de 2022, até 16 de abril de 2026 – levantamento mais recente finalizado.</p>
<p>De 16 de abril de 2025 a 16 de abril de 2026, o arrendamento pela proposta da Águia Branca, de R$ 3,02 milhões mensas, já teria acumulado R$ 42,2 milhões (R$ 42.280.000,00) em 12 meses. Já em 42 meses do arrendamento para a Suzantur, toda a arrecadação foi de R$ 11,9 milhões (R$ 11.935.436,57).</p>
<p>O arrendamento para a Suzantur, empresa de ônibus do ABC Paulista, das 125 linhas e 746 mercados na malha de ônibus interestaduais correspondente às operações do Grupo Itapemirim, que faliu em 2022, prevê depósitos mensais de R$ 200 mil ou 1,5% das vendas físicas de passagens pela companhia, que atua no segmento de transporte por ônibus urbanos. Vale o que for mais vantajoso.</p>
<p>O primeiro depósito ocorreu, em setembro de 2025, desde quando ocorreu a autorização pela ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) das operações, que de fato ocorreram a partir de 04 de março de 2023.</p>
<p>Entre setembro de 2022 e outubro de 2024, de acordo com as folhas do processo, os depósitos mensais sempre foram de R$ 200 mil. Os valores começaram a ser maiores a partir de novembro de 2024, quando foram depositados R$ 292.405,02, ainda de acordo com os dados no STJ.</p>
<p>O maior valor, ainda de acordo com o andamento processual, foi em janeiro de 2025: R$ 474.513,55</p>
<p>Já o contrato com a Águia Branca, cujos efeitos tinham sido suspensos, prevê o pagamento fixo mensal de R$ 3,02 milhões pela operação.</p>
<p>O Grupo Comporte (família de Constantino de Oliveira) e Viação Águia Branca, do Espírito Santo, ofereceram valores maiores que os pagos pela Suzantur para um novo arrendamento.</p>
<p>Comporte ofereceu R$ 1,71 milhão por mês ou 5,01% sobre a receita líquida de vendas de passagens. A Viação Águia Branca ofereceu R$ 3,02 milhões por mês. A Íntese Empreendimentos, do dono da Frotanobre, Luiz Ferreira Marangon Macedo, <strong><u>&#8211; QUE ADORA INTIMIDAR JORNALISTAS  &#8211;</u></strong> que propôs R$ 3,05 milhões, mas que não atendeu critérios técnicos. Marangon tem o hábito de acionar a Justiça contra matérias jornalísticas por supostos erros, sendo que poderia poupar dinheiro e tempo do judiciário só mandando uma nota de resposta.</p>
<p>O contrato com a Suzantur, com validade prevista inicialmente para ser se dois anos contanto a partir de 27 de fevereiro de 2023, no entendimento da Justiça, prevê um valor mínimo de R$ 200 mil ou 1,5% sobre as vendas físicas de passagens, sem contar as comercializações por meios virtuais, como em aplicativo ou site.</p>
<p><strong>O PASSO A PASSO EM RESUMO:</strong></p>
<p><strong>09 de junho de 2026:</strong> A Primeira Turma do STJ (Superior Tribunal de Justiça) decidiu nesta terça-feira, 09 de junho de 2026, que a Viação Águia Branca, do Espírito Santo, deve assumir o novo arrendamento das 125 linhas e 746 mercados de ônibus interestaduais correspondentes à malha que era de responsabilidade do Grupo Itapemirim, que faliu em 2022. Foram 3 votos em favor da Águia Branca e dois em favor da Suzantur, que deve sair. Cabe recurso</p>
<p>Relembre: <a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/06/09/stj-decide-que-viacao-aguia-branca-deve-assumir-linhas-da-itapemirim-e-que-a-suzantur-deve-sair/">https://diariodotransporte.com.br/2026/06/09/stj-decide-que-viacao-aguia-branca-deve-assumir-linhas-da-itapemirim-e-que-a-suzantur-deve-sair/</a></p>
<p><strong>18 de maio de 2026: </strong>O <strong><em>Diário do Transporte,</em></strong> com exclusividade, revelou que contrato de arrendamento para a Viação Águia Branca pela operação das linhas referentes à malha que era operada pelo Grupo Itapemirim renderia para os credores, em um ano, 3,5 vezes mais que todo o período de três anos e meio do contrato atual da Suzantur. O período considera desde quando a proposta foi homologada pela Justiça paulista, em abril de 2025, até 16 de abril de 2026, e desde quando a Suzantur começou a fazer os depósitos, em setembro de 2022, até 16 de abril de 2026 – levantamento mais recente finalizado.</p>
<p>De 16 de abril de 2025 a 16 de abril de 2026, o arrendamento pela proposta da Águia Branca, de R$ 3,02 milhões mensas, já teria acumulado R$ 42,2 milhões (R$ 42.280.000,00) em 12 meses. Já em 42 meses do arrendamento para a Suzantur, toda a arrecadação foi de R$ 11,9 milhões (R$ 11.935.436,57).</p>
<p>O arrendamento para a Suzantur, empresa de ônibus do ABC Paulista, das 125 linhas e 746 mercados na malha de ônibus interestaduais correspondente às operações do Grupo Itapemirim, que faliu em 2022, prevê depósitos mensais de R$ 200 mil ou 1,5% das vendas físicas de passagens pela companhia, que atua no segmento de transporte por ônibus urbanos. Vale o que for mais vantajoso.</p>
<p>O primeiro depósito ocorreu, em setembro de 2025, desde quando ocorreu a autorização pela ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) das operações, que de fato ocorreram a partir de 04 de março de 2023.</p>
<p>Entre setembro de 2022 e outubro de 2024, de acordo com as folhas do processo, os depósitos mensais sempre foram de R$ 200 mil. Os valores começaram a ser maiores a partir de novembro de 2024, quando foram depositados R$ 292.405,02, ainda de acordo com os dados no STJ.</p>
<p>O maior valor, ainda de acordo com o andamento processual, foi em janeiro de 2025: R$ 474.513,55</p>
<p>Já o contrato com a Águia Branca, cujos efeitos tinham sido suspensos, prevê o pagamento fixo mensal de R$ 3,02 milhões pela operação.</p>
<p>O Grupo Comporte (família de Constantino de Oliveira) e Viação Águia Branca, do Espírito Santo, ofereceram valores maiores que os pagos pela Suzantur para um novo arrendamento.</p>
<p>Comporte ofereceu R$ 1,71 milhão por mês ou 5,01% sobre a receita líquida de vendas de passagens. A Viação Águia Branca ofereceu R$ 3,02 milhões por mês. A Íntese Empreendimentos, do dono da Frotanobre, Luiz Ferreira Marangon Macedo, <strong><u>&#8211; QUE ADORA INTIMIDAR JORNALISTAS  &#8211;</u></strong> que propôs R$ 3,05 milhões, mas que não atendeu critérios técnicos. Marangon tem o hábito de acionar a Justiça contra matérias jornalísticas por supostos erros, sendo que poderia poupar dinheiro e tempo do judiciário só mandando uma nota de resposta.</p>
<p>O contrato com a Suzantur, com validade prevista inicialmente para ser se dois anos contanto a partir de 27 de fevereiro de 2023, no entendimento da Justiça, prevê um valor mínimo de R$ 200 mil ou 1,5% sobre as vendas físicas de passagens, sem contar as comercializações por meios virtuais, como em aplicativo ou site.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/05/18/arrendamento-das-linhas-da-itapemirim-para-suzantur-rendeu-r-119-milhoes-com-proposta-da-agua-branca-seriam-r-422-milhoes-diz-dado-no-stj/">https://diariodotransporte.com.br/2026/05/18/arrendamento-das-linhas-da-itapemirim-para-suzantur-rendeu-r-119-milhoes-com-proposta-da-agua-branca-seriam-r-422-milhoes-diz-dado-no-stj/</a></p>
<p><strong>14 de maio de 2026: </strong>O criador e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte,</em></strong> Adamo Bazani, com a colaboração do repórter Yuri Sena trazem em primeira mão nesta quinta-feira, 14 de maio de 2026: acaba de ser marcada a retomada do julgamento pelo STJ sobre o arrendamento das linhas, mercados e estruturas da Viação Itapemirim, que será a partir de 09 de junho de 2026. Será julgamento presencial.</p>
<p><strong>07 de abril de 2026:</strong> Retomado o julgamento do recurso da Suzantur contra decisão da Justiça de São Paulo que permitiu que a Águia Branca, após um procedimento de concorrência judicial, assumisse um novo. Mas de novo foi adiada decisão sobre se a Viação Águia Branca assume arrendamento da Itapemirim no lugar da Suzantur. Em sessão que ocorreu em 07 de abril de 2026, o ministro Gurgel de Faria pede de novo vistas. Uma nova data será marcada. Já foi o segundo adiamento. A ministra Regina Helena Costa levantou na sessão dúvidas sobre se o processo deveria mesmo ser pela Primeira Turma, por ser de natureza falimentar.</p>
<p><strong>12 de março de 2026:</strong> Remarcado o julgamento</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/03/12/exclusivo-no-diario-do-transporte-stj-marca-nova-data-para-julgar-se-e-a-suzantur-ou-a-aguia-branca-que-vao-atuar-a-frente-das-linhas-da-itapemirim/">https://diariodotransporte.com.br/2026/03/12/exclusivo-no-diario-do-transporte-stj-marca-nova-data-para-julgar-se-e-a-suzantur-ou-a-aguia-branca-que-vao-atuar-a-frente-das-linhas-da-itapemirim/</a></p>
<p><strong>02 de março de 2026:</strong> Ministro Gurgel de Faria, do STJ, pediu vistas para melhor análise do processo, suspendendo a sessão virtual que teve início em 23 de fevereiro de 2026.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/03/12/exclusivo-no-diario-do-transporte-stj-marca-nova-data-para-julgar-se-e-a-suzantur-ou-a-aguia-branca-que-vao-atuar-a-frente-das-linhas-da-itapemirim/">https://diariodotransporte.com.br/2026/03/12/exclusivo-no-diario-do-transporte-stj-marca-nova-data-para-julgar-se-e-a-suzantur-ou-a-aguia-branca-que-vao-atuar-a-frente-das-linhas-da-itapemirim/</a></p>
<p><strong>24 de fevereiro de 2026:</strong> o ministro-relator do processo, Sergio Kukina, votou favoravelmente a permanência da Suzantur frente às operações arrendadas da Itapemirim até o leilão das linhas, marcas e guichês, mas ainda faltam outros ministros para votar.</p>
<p>Relembre: <a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/02/24/stj-kukina-vota-pela-permanencia-da-suzantur-frente-ao-arrendamento-da-itapemirim-ate-leilao-mas-outros-magistrados-ainda-nao-se-manifestaram/">https://diariodotransporte.com.br/2026/02/24/stj-kukina-vota-pela-permanencia-da-suzantur-frente-ao-arrendamento-da-itapemirim-ate-leilao-mas-outros-magistrados-ainda-nao-se-manifestaram/</a></p>
<p><strong>09 de setembro de 2025</strong>: De forma monocrática (sozinho) e em liminar (decisão provisória) o ministro relator Sérgio Kukina atendeu ao pedido da Suzantur e manteve a viação no arrendamento até o julgamento por parte da corte, justamente este concluído em 03 de março de 2026, e noticiado <strong>em primeira-mão pelo DIÁRIO DO TRANSPORTE.</strong></p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2025/09/10/exclusivo-no-diario-do-transporte-stj-atende-suzantur-e-determina-continuidade-das-operacoes-na-itapemirim-e-que-seja-marcado-leilao-definitivo/">https://diariodotransporte.com.br/2025/09/10/exclusivo-no-diario-do-transporte-stj-atende-suzantur-e-determina-continuidade-das-operacoes-na-itapemirim-e-que-seja-marcado-leilao-definitivo/</a></p>
<p><strong>07 de abril 2025:</strong>  O juiz Marcelo Stabel de Carvalho Hannoun, da 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais, do TJSP (Tribunal de Justiça de São Paulo atendeu recurso da Águia Branca e decidiu homologar a proposta da empresa para assumir no lugar da viação de urbanos do ABC.</p>
<p>As propostas foram:</p>
<p>&#8211; <strong>Viação Águia Branca</strong> ofereceu R$ 3,02 milhões por mês, independentemente da receita;</p>
<p>&#8211; <strong>Grupo Comporte,</strong> pela Expresso União, ofereceu R$ 1,71 milhão por mês ou 5,01% sobre a receita líquida de vendas de passagens</p>
<p>&#8211; <strong>Íntese Empreendimentos</strong>, do dono inoperante Frotanobre, Luiz Ferreira Marangon Macedo, que propôs R$ 3,05 milhões, mas que não atendeu critérios técnicos. O empresário tem o hábito de acionar a Justiça contra jornalistas. Funcionários, entretanto, reclamam de falta de pagamento.</p>
<p><strong>04 de março de 2023:</strong> Da garagem provisória da Suzantur, em Santo André, parte o primeiro ônibus da fase de retomada de linhas. O veículo, de dois andares e quatro eixos, fez a linha São Paulo x Curitiba, inaugurando a era da administração do diretor da Suzantur, Claudinei Brogliato, frente às operações interestaduais com o nome Nova Itapemirim.</p>
<p>O <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> acompanhou a saída da garagem provisória de Santo André (SP) com exclusividade. Relembre: <a href="https://diariodotransporte.com.br/2023/03/04/em-primeira-mao-videos-e-entrevista-confira-o-primeiro-onibus-e-o-primeiro-motorista-que-marcam-o-retorno-da-viacao-itapemirim-kaissara-sob-arrendamento-da-suzantur-sao-pauloxcuritiba/">https://diariodotransporte.com.br/2023/03/04/em-primeira-mao-videos-e-entrevista-confira-o-primeiro-onibus-e-o-primeiro-motorista-que-marcam-o-retorno-da-viacao-itapemirim-kaissara-sob-arrendamento-da-suzantur-sao-pauloxcuritiba/</a></p>
<p><strong>27 de fevereiro de 2023:</strong> Depois de longa batalha jurídica contra a ANTT e empresas de ônibus concorrentes, como as que formam o Grupo Comporte (família Constantino de Oliveira), Grupo Garcia Brasil Sul (Paraná) e Grupo Águia Branca (Espírito Santo), a Suzantur (São Paulo) consegue liberação da ANTT para gradativamente retomar as operações de todas as 125 linhas de ônibus interestaduais que haviam sido paralisadas entre as gestões da família do fundador da Itapemirim, Camilo Cola, e do empresário Sidnei Piva de Jesus (que era dono da Itapemirim na data da falência)</p>
<p><strong>05 de outubro de 2022</strong>: A administradora judicial da falência do Grupo Itapemirim, EXM Partners, protocola o contrato de arrendamento das linhas de ônibus interestaduais junto à ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres).</p>
<p><strong>29 de setembro de 2022</strong>: É assinado o contrato de arrendamento entre a Suzantur e a massa falida do Grupo Itapemirim. O objetivo do arrendamento é gerar recursos para a massa falida.</p>
<p><strong>21 de setembro de 2022:</strong> As viações Itapemirim e Kaissara pertencem ao Grupo Itapemirim, que teve falência decretada pela Justiça, em 21 de setembro de 2022. Na mesma decisão, o juiz João de Oliveira Rodrigues Filho, da 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais, até então responsável pelo processo em primeira instância, aceitou proposta da empresa de ônibus urbanos, Suzantur, de Santo André, no ABC Paulista, a operar por dois anos as linhas por arrendamento como forma de angariar recursos para os credores. O Grupo Itapemirim acumulou dívidas demais de R$ 3 bilhões.</p>
<p><strong>LEILÃO NÃO VAI NEM &#8220;ARRANHAR A SUPERFÍCIE&#8221; DE DÍVIDAS DO GRUPO ITAPEMIRIM</strong></p>
<p>O leilão do Grupo Itapemirim é para garantir recursos aos credores da falência que foi decretada pela Justiça em 21 de setembro de 2022, mas a estimativa de arrecadação não vai nem “arranhar a superfície” do endividamento deixado pelas administrações anteriores, como a família do fundador Camilo Cola e, posteriormente, os empresários Sidnei Piva e Camila Valdívia (que se retirou da sociedade antes da falência). As dívidas deixadas, com fornecedores, trabalhadores, bancos, passivos judiciais e impostos se aproximam de R$ 3 bilhões. A mais recente avaliação da EXM Partners, publicada em outubro de 2025, cotava a UPI em R$ 101,1 milhões como lance mínimo, mas o valor deve ser revisto.</p>
<p>Também para garantir parte dos recursos, já foram realizados leilões de ônibus usados e imóveis com arrecadação estimada de R$ 77,2 milhões (Relembre: <a href="https://diariodotransporte.com.br/2024/03/06/oficial-leilao-da-itapemirim-tem-arrecadacao-estimada-de-r-772-milhoes-com-os-lances-encerrados-nesta-quarta-06/">https://diariodotransporte.com.br/2024/03/06/oficial-leilao-da-itapemirim-tem-arrecadacao-estimada-de-r-772-milhoes-com-os-lances-encerrados-nesta-quarta-06/</a> ), mas há contestações judiciais sobre alguns bens. Além disso, em 27 de outubro de 2022 passou a valer o arrendamento por dois anos das linhas para a empresa de ônibus urbanos Suzantur, de Santo André (SP), cujo contrato estipula um pagamento mínimo de R$ 200 mil à massa falia ou 1,5% sobre as vendas físicas de passagens (guichês e agências) – o que for maior. Diante da não realização do leilão o contrato foi postergado. A Viação Águia Branca, de Cariacica (ES), obteve na Justiça o reconhecimento de que o contrato com a Suzantur havia acabado e, também, conseguiu que fosse homologada sua proposta de R$ 3,02 milhões por mês para um novo arrendamento. Mas a Suzantur recorreu e o SJT (Superior Tribunal de Justiça) determinou que a empresa ficasse no arrendamento até a conclusão do leilão.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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    <slash:comments>2</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/06/12/exclusivo-stj-notifica-formalmente-a-antt-que-agua-branca-vai-assumir-linhas-da-itapemirim-no-lugar-da-suzantur/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=519577</guid>
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  <item>
    <title>Rio Branco (AC) abre nova contratação emergencial para o transporte coletivo e busca substituir atual operadora</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/06/11/rio-branco-ac-abre-nova-contratacao-emergencial-para-o-transporte-coletivo-e-busca-substituir-atual-operadora/</link>
	<dc:creator><![CDATA[sennayuri]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/06/11/rio-branco-ac-abre-nova-contratacao-emergencial-para-o-transporte-coletivo-e-busca-substituir-atual-operadora/#comments</comments>
    <pubDate>Fri, 12 Jun 2026 01:01:56 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Edital prevê contrato de até 12 meses e remuneração máxima inicial de R$ 11,56 por quilômetro rodado; Ricco Transportes deve deixar o sistema em julho YURI SENA A Prefeitura de Rio Branco deu início a mais uma tentativa de reorganizar o transporte coletivo urbano da capital acreana. Por meio da Superintendência Municipal de Transportes e [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="598" height="323" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/02/7760a02b-01f5-4b35-8e89-63c43ec8805f.jpg?fit=598%2C323&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/02/7760a02b-01f5-4b35-8e89-63c43ec8805f.jpg?w=598&amp;ssl=1 598w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/02/7760a02b-01f5-4b35-8e89-63c43ec8805f.jpg?resize=300%2C162&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/02/7760a02b-01f5-4b35-8e89-63c43ec8805f.jpg?resize=150%2C81&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/02/7760a02b-01f5-4b35-8e89-63c43ec8805f.jpg?resize=400%2C216&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 598px) 100vw, 598px" /> <p><i><span style="font-weight: 400;">Edital prevê contrato de até 12 meses e remuneração máxima inicial de R$ 11,56 por quilômetro rodado; Ricco Transportes deve deixar o sistema em julho</span></i></p>
<p><b><i>YURI SENA</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Prefeitura de Rio Branco deu início a mais uma tentativa de reorganizar o transporte coletivo urbano da capital acreana. Por meio da Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (RBTrans), foi publicado nesta quinta-feira, 11 de junho de 2026, no Diário Oficial do Estado (DOE), um edital de chamamento público para a contratação emergencial de uma empresa que assumirá a operação do sistema de ônibus.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A nova contratação terá vigência de até 12 meses e deverá substituir a atual operadora, a Ricco Transportes, cuja saída do sistema está prevista para julho. A medida busca evitar a interrupção do serviço enquanto o município trabalha na estruturação de uma solução definitiva para o transporte público da cidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com o edital, a remuneração máxima inicial da futura contratada será de R$ 11,56 por quilômetro efetivamente rodado. O valor servirá de referência para a proposta financeira das empresas interessadas em participar do chamamento emergencial.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A publicação ocorre em meio a uma crise que afeta o transporte coletivo de Rio Branco há cerca de seis anos. Nesse período, o sistema enfrentou dificuldades operacionais, redução da oferta de viagens, incertezas contratuais e sucessivas discussões sobre a necessidade de reformulação do modelo de prestação do serviço.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Pelas regras do processo, as empresas interessadas deverão apresentar documentação que comprove capacidade técnica e operacional para assumir a operação da rede municipal. A seleção levará em consideração aspectos técnicos e financeiros, diante da urgência em garantir a continuidade do atendimento à população.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A expectativa da administração municipal é que a transição entre as operadoras ocorra sem impactos significativos aos passageiros. A futura contratada ficará responsável por manter a circulação das linhas urbanas e atender aos parâmetros estabelecidos pela RBTrans quanto à qualidade e regularidade do serviço.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A contratação emergencial deverá funcionar como uma medida temporária até a conclusão de uma licitação definitiva para o transporte coletivo de Rio Branco. Enquanto isso, milhares de usuários seguem dependendo do sistema diariamente para deslocamentos relacionados ao trabalho, estudos e acesso a serviços essenciais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A publicação do novo edital representa mais um capítulo da busca por estabilidade no transporte público da capital acreana, um dos principais desafios da mobilidade urbana enfrentados pelo município nos últimos anos.</span></p>
<p><b><i>Yuri Sena, para o Diário do Transporte</i></b></p>
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    <title>BNDES terá linha de financiamento de até 40 anos para impulsionar projetos ferroviários no Brasil</title>
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    <pubDate>Thu, 11 Jun 2026 23:30:33 +0000</pubDate>
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	<description><![CDATA[Anúncio foi apresentado durante evento do Ministério dos Transportes na B3 e integra estratégia para ampliar investimentos e fortalecer os corredores logísticos do país  YURI SENA O setor ferroviário brasileiro ganhará um novo instrumento para estimular a expansão da malha nacional. Durante o evento “Novos Caminhos sobre Trilhos: O Futuro das Ferrovias no Brasil”, realizado [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="768" height="511" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/dd2d2108-e3bb-4f15-afcb-1030c8665425.jpeg?fit=768%2C511&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/dd2d2108-e3bb-4f15-afcb-1030c8665425.jpeg?w=768&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/dd2d2108-e3bb-4f15-afcb-1030c8665425.jpeg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/dd2d2108-e3bb-4f15-afcb-1030c8665425.jpeg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/dd2d2108-e3bb-4f15-afcb-1030c8665425.jpeg?resize=400%2C266&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 768px) 100vw, 768px" /> <p><i><span style="font-weight: 400;">Anúncio foi apresentado durante evento do Ministério dos Transportes na B3 e integra estratégia para ampliar investimentos e fortalecer os corredores logísticos do país</span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> </span><b><i>YURI SENA</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O setor ferroviário brasileiro ganhará um novo instrumento para estimular a expansão da malha nacional. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Durante o evento “Novos Caminhos sobre Trilhos: O Futuro das Ferrovias no Brasil”, realizado nesta quinta-feira, 11 de junho de 2026, na Arena B3, em São Paulo, foi anunciada uma nova linha de financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) com prazo de até 40 anos para projetos ferroviários.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A iniciativa faz parte da agenda do Ministério dos Transportes para ampliar a participação da iniciativa privada no desenvolvimento da infraestrutura logística do país e criar condições mais adequadas para empreendimentos que exigem elevados investimentos e apresentam retorno financeiro de longo prazo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo a pasta, o encontro reuniu representantes do mercado financeiro, operadores logísticos, transportadores de carga e agentes do setor ferroviário para apresentar oportunidades de investimento, novos projetos e mecanismos capazes de ampliar a conectividade dos corredores logísticos brasileiros.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A nova modalidade de crédito do BNDES busca atender uma demanda histórica do segmento ferroviário. Diferentemente de outros empreendimentos de infraestrutura, projetos sobre trilhos exigem extensos períodos de implantação e maturação, o que torna o acesso a financiamentos de longo prazo um fator decisivo para a viabilidade econômica das concessões e autorizações.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O anúncio ocorre em um momento de expectativa em torno da expansão ferroviária no país. O Ministério dos Transportes trabalha na estruturação de novos projetos e defende que o fortalecimento da malha ferroviária é fundamental para aumentar a competitividade da economia brasileira, reduzir custos logísticos e melhorar a integração entre regiões produtoras, centros consumidores e áreas portuárias.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além de apresentar alternativas de financiamento, o evento teve como objetivo aproximar investidores do portfólio de empreendimentos previstos para os próximos anos, ampliando a segurança jurídica e a previsibilidade para futuros parceiros do setor.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A expectativa é que o BNDES divulgue, posteriormente, os detalhes operacionais da nova linha de crédito, incluindo critérios de acesso, condições de contratação, prazos de carência e demais requisitos para os interessados em financiar projetos ferroviários.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com a adoção de instrumentos financeiros mais alinhados à realidade dos empreendimentos sobre trilhos, o governo federal aposta na aceleração dos investimentos e no fortalecimento das ferrovias como elemento estratégico para o desenvolvimento da infraestrutura nacional.</span></p>
<p><b><i>Yuri Sena, para o Diário do Transporte</i></b></p>
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