Eletra com Caio lidera emplacamentos de ônibus elétricos em 2026, seguida por BYD e Mercedes-Benz; mercado cresce 75,04%, aponta Fenabrave
Publicado em: 5 de novembro de 2026
Parceria brasileira Eletra/Caio, registrada como Induscar, soma 354 veículos e 31,55% do mercado entre janeiro e outubro; BYD registra 328 e Mercedes-Benz 265, enquanto importação de 90 ônibus CRRC pelo Grupo Comporte influencia ranking
ADAMO BAZANI
A fabricante brasileira Eletra, em parceria com a encarroçadora Caio, lidera os emplacamentos de ônibus elétricos no Brasil no acumulado de janeiro a outubro de 2026, segundo balanço divulgado nesta quarta-feira, 4 de novembro, pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Foram 354 ônibus com tecnologia de tração e chassis Eletra, carrocerias Caio e faturamento realizado pela Caio Induscar, denominação que aparece no levantamento da entidade. O volume representa 31,55% do mercado nacional de ônibus elétricos registrados nos dez primeiros meses do ano.
A BYD aparece na segunda posição, com 328 ônibus e participação de 29,23%, seguida pela Mercedes-Benz, com 265 veículos e 23,62%. As três empresas concentram 947 dos 1.122 ônibus elétricos emplacados no Brasil entre janeiro e outubro de 2026, equivalentes a 84,40% do segmento. No total, o mercado de ônibus elétricos cresceu 75,04% em relação ao mesmo período de 2025, quando haviam sido registrados 641 veículos. O avanço ocorre apesar da retração de 2,99% nos emplacamentos gerais de ônibus no País.
A diferença entre a evolução dos elétricos e o comportamento do mercado total demonstra a expansão da eletrificação nas frotas, embora a tecnologia ainda represente uma parcela minoritária dos registros nacionais.
Os elétricos corresponderam a aproximadamente 4,89% de todos os ônibus emplacados nos dez primeiros meses de 2026.
No mesmo período de 2025, a participação era de aproximadamente 2,71%.
A eletrificação, portanto, ganhou 2,18 pontos percentuais na composição dos emplacamentos.
É importante esclarecer que os números da Fenabrave representam veículos registrados, não necessariamente a quantidade de ônibus fabricados, vendidos ou contratados no mesmo período.
Em grandes operações de renovação de frota, a compra pode ser realizada em um exercício, a fabricação ocorrer nos meses seguintes e o emplacamento acontecer posteriormente.
O levantamento também classifica os veículos conforme a marca utilizada no registro e faturamento, o que exige atenção às particularidades da indústria brasileira de ônibus.
Eletra/Caio tem 31,55% do mercado e abre vantagem de 26 veículos sobre a BYD
A Eletra/Caio encerrou outubro na liderança acumulada, com 354 emplacamentos.
A BYD, que havia alcançado a primeira colocação no acumulado até agosto, aparece agora com 328 veículos.
A diferença entre as duas empresas é de 26 ônibus.
A Mercedes-Benz ocupa a terceira posição, com 265 unidades, 63 a menos que a BYD.
Ranking nacional de ônibus elétricos – janeiro a outubro de 2026
| Fabricante / tecnologia | Emplacamentos | Participação |
|---|---|---|
| Eletra/Caio – Induscar | 354 | 31,55% |
| BYD | 328 | 29,23% |
| Mercedes-Benz | 265 | 23,62% |
| CRRC | 91 | 8,11% |
| Volkswagen Caminhões e Ônibus | 52 | 4,63% |
| Higer | 15 | 1,34% |
| Marcopolo | 12 | 1,07% |
| Volvo | 4 | 0,36% |
| Agrale | 1 | 0,09% |
| Total | 1.122 | 100% |
A concentração nas três primeiras marcas também demonstra que boa parte do mercado de ônibus elétricos está vinculada a fornecedores que desenvolveram estruturas de produção, integração tecnológica e atendimento aos operadores brasileiros.
A participação, entretanto, não deve ser confundida com a totalidade dos contratos de fornecimento.
As empresas possuem encomendas e programas de entrega que podem não estar integralmente refletidos nos registros da Fenabrave.
Por que os ônibus Eletra aparecem como Induscar nos dados da Fenabrave?
A identificação Induscar, presente no levantamento da Fenabrave, corresponde aos ônibus elétricos com tecnologia de tração e chassis desenvolvidos pela Eletra e carrocerias produzidas pela Caio.
A Caio Induscar é responsável pelo faturamento dos veículos completos nessa configuração.
Por isso, a Fenabrave registra as unidades sob a denominação Induscar, embora o sistema elétrico e a integração sejam da Eletra.
A distinção é importante porque a indústria brasileira de ônibus trabalha com diferentes formas de integração entre chassis, sistemas de propulsão e carrocerias.
Em ônibus convencionais, por exemplo, veículos encarroçados pela Caio ou pela Marcopolo podem aparecer nos emplacamentos sob a marca Mercedes-Benz ou Volkswagen, conforme o fabricante do chassi.
Na parceria Eletra/Caio, o faturamento dos veículos completos pela Caio Induscar determina a classificação utilizada pela Fenabrave.
Assim, os 354 registros de Induscar no segmento elétrico devem ser compreendidos como veículos Eletra com carroceria Caio.
O Diário do Transporte já havia destacado essa particularidade em reportagens anteriores sobre os rankings mensais.
A Eletra, sediada em São Bernardo do Campo (SP), desenvolve chassis e sistemas elétricos para diferentes aplicações no transporte coletivo.
A empresa também ampliou sua estrutura industrial e tecnológica, incluindo uma nova geração de plataformas elétricas apresentada durante a Lat.Bus 2026.
Além da tradicional parceria com a Caio, a fabricante passou a trabalhar com a Mascarello, de Cascavel (PR), ampliando as possibilidades de configuração das carrocerias.
Esse modelo industrial permite integrar componentes de diferentes fornecedores e desenvolver veículos destinados a diferentes condições operacionais.
A presença da Eletra no ranking também demonstra a participação da engenharia brasileira no processo de eletrificação.
Trata-se de um mercado no qual atuam tanto empresas nacionais quanto fabricantes internacionais, com diferentes graus de produção local e importação de componentes.
Liderança mudou ao longo do ano: BYD estava na frente em agosto
O comportamento dos emplacamentos mostra que a disputa entre as principais fabricantes mudou ao longo de 2026.
No acumulado de janeiro a agosto, a BYD liderava com 301 ônibus elétricos e participação de 32,30%.
A Eletra/Caio aparecia em segundo lugar, com 275 unidades e 29,51%.
A Mercedes-Benz ocupava a terceira posição, com 191 veículos e 20,49%.
A diferença entre BYD e Eletra/Caio era de 26 unidades favoráveis à fabricante chinesa.
Em setembro, a Eletra/Caio ultrapassou a BYD.
O acumulado passou a ser de 334 veículos para a Eletra/Caio e 325 para a BYD, conforme o levantamento daquele mês.
Em outubro, a Eletra/Caio ampliou a vantagem, chegando a 354 veículos, contra 328 da concorrente.
Isso significa que a diferença acumulada passou a ser de 26 unidades, agora favorável à parceria brasileira.
A Mercedes-Benz também ampliou seus registros no período, passando de 191 unidades até agosto para 265 até outubro.
Essas mudanças mostram que o ritmo mensal de emplacamentos pode alterar a liderança acumulada, especialmente quando as fabricantes entregam lotes concentrados em determinados períodos.
O ranking de outubro reflete os registros efetivamente realizados até o décimo mês do ano, não uma projeção para o encerramento de 2026.
Mercedes-Benz lidera somente outubro, com 65 ônibus elétricos
No recorte exclusivo de outubro, a liderança foi da Mercedes-Benz.
A fabricante registrou 65 ônibus elétricos, com participação de 73,86% dos emplacamentos do segmento no mês.
A Eletra/Caio ficou em segundo lugar, com 20 unidades e 22,73%.
A BYD registrou três veículos, correspondentes a 3,41%.
Emplacamentos de ônibus elétricos – outubro de 2026
| Fabricante / tecnologia | Unidades | Participação |
|---|---|---|
| Mercedes-Benz | 65 | 73,86% |
| Eletra/Caio – Induscar | 20 | 22,73% |
| BYD | 3 | 3,41% |
| Total | 88 | 100% |
A liderança mensal da Mercedes-Benz não altera a primeira colocação da Eletra/Caio no acumulado.
É necessário distinguir os dois indicadores.
A Mercedes-Benz possui modelos elétricos urbanos desenvolvidos para o mercado brasileiro, incluindo o eO500U, além de ampliar sua atuação com projetos de veículos articulados.
A empresa tem planta industrial em São Bernardo do Campo (SP), município que também abriga a Eletra.
O ABC Paulista, portanto, concentra duas empresas com presença relevante no mercado nacional de eletrificação de ônibus.
O desenvolvimento de tecnologias e a existência de estruturas industriais locais possuem importância para a produção, manutenção e fornecimento de componentes.
Entretanto, os dados da Fenabrave não permitem identificar os destinos de todos os veículos registrados por cada fabricante.
Mercado cresce 75,04% no ano, mas outubro apresenta desaceleração
O crescimento acumulado dos ônibus elétricos ocorre apesar do desempenho mais fraco em outubro.
Foram registrados 88 veículos no décimo mês de 2026.
Em setembro, haviam sido 102.
A redução mensal foi de 13,73%.
Na comparação com outubro de 2025, quando foram emplacados 87 ônibus elétricos, houve aumento de apenas 1,15%.
Evolução dos ônibus elétricos no Brasil
| Indicador | Quantidade |
|---|---|
| Outubro de 2026 | 88 |
| Setembro de 2026 | 102 |
| Outubro de 2025 | 87 |
| Janeiro a outubro de 2026 | 1.122 |
| Janeiro a outubro de 2025 | 641 |
| Variação mensal | -13,73% |
| Variação anual de outubro | +1,15% |
| Variação acumulada | +75,04% |
O resultado mostra que o crescimento do mercado não ocorre de maneira uniforme em todos os meses.
As compras de ônibus elétricos envolvem processos de financiamento, fabricação, implantação de carregadores, adequações de garagens e planejamento operacional.
Esses fatores podem produzir concentração de entregas.
Assim, um mês de queda não significa necessariamente redução do total de encomendas existentes.
Por outro lado, também não é possível afirmar que todos os projetos anunciados resultarão em emplacamentos ainda em 2026.
O desempenho dependerá dos cronogramas efetivos de entrega e regularização dos veículos.
CRRC tem 91 registros ligados principalmente à importação de 90 ônibus pelo Grupo Comporte
A quarta posição do ranking de ônibus elétricos é ocupada pela fabricante chinesa CRRC, com 91 emplacamentos no acumulado de janeiro a outubro.
O número tem uma característica específica.
A maior parte dos registros está relacionada à importação de um lote de 90 ônibus elétricos pela Viação Piracicabana, empresa do Grupo Comporte, para operação no Distrito Federal.
A unidade adicional está relacionada à apresentação e à operação experimental de um veículo em Santos (SP), na Baixada Santista.
O Diário do Transporte acompanhou a chegada dos ônibus ao Brasil e o início da operação em Brasília.
Os veículos foram fabricados na cidade chinesa de Qingdao e enviados ao Brasil por transporte marítimo.
A chegada ocorreu pelo Porto de Vitória (ES), antes do deslocamento das unidades para o Distrito Federal.
A operação também envolveu investimentos em infraestrutura de recarga, com equipamentos de alta potência e adequações no fornecimento de energia.
No Distrito Federal, os veículos passaram a integrar a operação da Viação Piracicabana, responsável por linhas que atendem diferentes regiões administrativas.
A utilização dos ônibus foi alvo de questionamento judicial.
Em outubro, o Diário do Transporte mostrou que a Justiça do Distrito Federal determinou a revisão do planejamento de distribuição dos 90 veículos para contemplar também as regiões de Planaltina e Arapoanga.
O governo recebeu prazo para apresentar nova organização da frota, observando critérios técnicos.
Na Baixada Santista, o Grupo Comporte também possui atuação no transporte coletivo, incluindo serviços associados a Santos e Praia Grande.
A documentação pública examinada, entretanto, confirma a unidade apresentada em Santos e o lote de 90 veículos para o Distrito Federal, sem permitir afirmar que parte desses 91 emplacamentos foi destinada especificamente a Praia Grande.
Essa distinção é importante porque a concentração de 91 registros da CRRC não representa necessariamente uma sequência de vendas independentes ao mercado brasileiro.
Trata-se principalmente de uma importação pontual vinculada a um comprador.
A CRRC possui relação comercial com o Grupo Comporte também no setor ferroviário.
As empresas participam do empreendimento relacionado ao Trem Intercidades entre São Paulo e Campinas e à concessão da Linha 7-Rubi.
A parceria entre o conglomerado brasileiro e a fabricante chinesa contribuiu para a expansão das relações comerciais também no segmento de ônibus elétricos.
Marcopolo aparece com 12 elétricos, mas número não representa toda sua atuação na eletrificação
A Marcopolo ocupa a sétima posição no ranking dos ônibus elétricos, com 12 unidades emplacadas diretamente sob sua marca entre janeiro e outubro.
O número corresponde à classificação da Fenabrave, mas não representa necessariamente o total de ônibus elétricos que receberam carrocerias fabricadas pela empresa.
A Marcopolo atua tanto com modelos de plataforma própria quanto com carrocerias destinadas a veículos de outras fabricantes.
No segmento elétrico, a companhia desenvolveu a família Attivi, além de participar de diferentes projetos de fornecimento para operadores urbanos.
A empresa também mantém relações industriais com fabricantes de chassis convencionais e elétricos.
Por isso, ônibus que recebem carrocerias Marcopolo podem aparecer nos registros sob outras marcas.
No mercado geral, a companhia registrou 2.387 ônibus diretamente sob sua marca entre janeiro e outubro, ocupando a quarta posição na classificação da Fenabrave.
Esse resultado inclui produtos como os da linha Volare, mas não representa todo o volume de carrocerias fornecidas pela Marcopolo para terceiros.
Em apresentações de resultados acompanhadas pelo Diário do Transporte, a fabricante destacou suas expectativas para o segmento rodoviário, para as entregas relacionadas ao Caminho da Escola e para o crescimento de produtos de maior valor agregado.
A eletrificação também integra seus investimentos, mas a análise dessa atividade exige considerar os veículos completos e os projetos de carrocerias utilizados por diferentes operadores.
Uma comparação exclusivamente baseada no campo de fabricante da Fenabrave não consegue representar todos os vínculos industriais existentes no setor.
Produção nacional e importações disputam espaço na eletrificação
O mercado brasileiro de ônibus elétricos reúne diferentes modelos industriais.
A Eletra desenvolve tecnologia e chassis no Brasil, utilizando carrocerias produzidas por empresas nacionais, como Caio e Mascarello.
A Mercedes-Benz fabrica plataformas elétricas no ABC Paulista.
A Volkswagen Caminhões e Ônibus também desenvolve modelos de propulsão elétrica para transporte coletivo.
A Marcopolo participa com produtos próprios e carrocerias para diferentes plataformas.
A BYD possui estrutura industrial no Brasil e atuação internacional na produção de sistemas de propulsão, baterias e veículos elétricos.
A CRRC e a Higer aparecem entre as marcas associadas à importação de veículos completos.
Essas diferenças têm implicações para a cadeia de fornecedores, a geração de empregos, os investimentos em engenharia e a manutenção das frotas.
A produção brasileira de chassis, sistemas elétricos e carrocerias pode contribuir para o desenvolvimento de fornecedores locais e para a formação de profissionais especializados.
A importação de veículos completos, por outro lado, amplia a variedade de produtos disponíveis e a concorrência entre fabricantes.
A avaliação dessas alternativas depende de aspectos como custo total de propriedade, capacidade de manutenção, disponibilidade de peças, autonomia, garantia, infraestrutura de recarga e adequação às condições operacionais.
Os emplacamentos, isoladamente, não permitem determinar qual configuração apresenta menor custo ou maior eficiência.
Essas conclusões exigem avaliações técnicas e financeiras dos veículos em operação.
Eletrificação avança mesmo com queda do mercado total de ônibus
A comparação entre o mercado total e o segmento elétrico mostra a dimensão da transformação em andamento.
De janeiro a outubro de 2026, os emplacamentos gerais de ônibus caíram 2,99%.
No mesmo intervalo, os elétricos cresceram 75,04%.
Em números absolutos, entretanto, a maior parte do mercado ainda é formada por ônibus de outras tecnologias.
Dos 22.952 veículos emplacados entre janeiro e outubro, 1.122 foram classificados como elétricos.
Isso corresponde a 4,89% do total.
O segmento também depende de programas de renovação de frotas, decisões administrativas e disponibilidade de financiamento.
O crescimento dos veículos elétricos ocorre em um cenário no qual diferentes cidades brasileiras passaram a estabelecer metas de redução de emissões e aquisição de ônibus de novas tecnologias.
São Paulo concentra parte importante da frota elétrica nacional e recebeu novos lotes ao longo de 2026.
Outras cidades, como Belo Horizonte, Recife e São José dos Campos, também possuem projetos de eletrificação em diferentes etapas de contratação e entrega.
A consolidação dessas encomendas dependerá da execução dos contratos e das condições necessárias para colocar os veículos em serviço.
Entre elas estão a preparação das garagens, a instalação de carregadores, o fornecimento de energia e a formação dos trabalhadores.
A existência de ônibus fabricados ou vendidos não significa que todos já estejam disponíveis para transportar passageiros.
Mercado chega ao fim de 2026 com liderança acumulada da Eletra/Caio e disputa entre três fabricantes
O balanço de outubro confirma que a Eletra/Caio está na primeira posição dos emplacamentos acumulados de ônibus elétricos em 2026.
A BYD aparece em segundo lugar e a Mercedes-Benz em terceiro.
As três fabricantes concentram mais de 84% dos registros.
A liderança acumulada, entretanto, não significa domínio de todos os meses.
A BYD ocupou a primeira posição até agosto, a Eletra/Caio assumiu a liderança posteriormente e a Mercedes-Benz registrou o maior volume específico de outubro.
Essas alterações refletem o ritmo de emplacamento dos veículos, que pode variar conforme as entregas dos lotes contratados.
O resultado também evidencia a necessidade de compreender como os ônibus são classificados.
Os modelos identificados como Induscar correspondem à tecnologia Eletra com carrocerias Caio.
A Marcopolo possui participação industrial mais ampla do que os registros diretamente sob sua marca.
E a CRRC aparece com 91 unidades principalmente em razão da importação realizada pelo Grupo Comporte.
Com essas diferenças esclarecidas, o balanço mostra que a eletrificação continua avançando, embora ainda represente menos de 5% do mercado total de ônibus.
O desempenho dos dois últimos meses de 2026 definirá se o crescimento acumulado dos elétricos será mantido e como ficará a participação de cada fabricante no fechamento do ano.
Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes


