Juros e “invasão chinesa” são preocupações da indústria de ônibus

Declaração é do presidente da Anfavea, Igor Calvet, na abertura da Lat.Bus 2026

ADAMO BAZANI

Colaborou Arthur Ferrari

Resiliência, essa é a palavra para o setor de transportes utilizada pelo presidente da Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), Igor Calvet, durante a abertura da Lat.Bus e Seminário Nacional da NTU 2026, nesta terça-feira, 11 de agosto de 2026.

O executivo destacou que o setor de ônibus tem agora o registro de 11% de quedas de emplacamentos. Segundo Igor Calvet, além de instabilidades internas, dois fatores preocupam muito o setor. Entre eles os juros altos da economia.

Mesmo após o Banco Central reduzir a taxa para 14% na última semana, ainda assim os juros são altos e o crédito é difícil. Além disso, Igor Calvet destacou que a invasão chinesa, que, com produtos mais baratos, trazem uma competição desigual.

Já o presidente da FABUS, Ruben Antônio Bisi, destacou na mesma abertura que o setor de carrocerias tenta retomar o mercado que gostaria. Entretanto, ainda tem encontrado dificuldades por questões relacionadas à indústria automotiva e também à mobilidade urbana, em especial o financiamento dos custos operacionais.

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

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Comentários

Comentários

  1. Lro A C disse:

    Onibus chinês não pode mas Alemão e Sueco podem.
    Vai entender

  2. Rodrigo Zika! disse:

    Que piada quando a BYD começou seus testes em SP na Transwolff ninguém disse nada, só depois que a Eletra e outras empresas acordaram e se a BYD vende mais barato elas que corram atrás.

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