A2 Transportes inicia testes com midibus elétrico Ankai na zona sul de São Paulo
Publicado em: 18 de junho de 2025
Este é o segundo ônibus da Ankai em testes na A2; desde 14 de maio empresa passou a rodar com um modelo de micro-ônibus elétrico, um OE-08, de 8,7 metros
ALEXANDRE PELEGI
O Ankai OE-10, um midibus (micrão) de 10,5 metros 100% elétrico, começou a rodar em caráter de teste com a A2 Transportes. Durante este mês, a empresa realizará avaliações detalhadas para entender o desempenho do veículo na rotina de suas linhas.
A A2 Transportes opera no subsistema local do lote 6, com diversas linhas na zona sul da cidade de São Paulo, integrando bairros como Santo Amaro, Grajaú, Interlagos, entre outros.
O período de testes visa analisar diversos aspectos, desde a autonomia do ônibus até o conforto dos passageiros que embarcam.
De acordo com a A2 Transportes, o modelo será operado em testes em todas as linhas que forem compatíveis com a tecnologia.
Equipado com comodidades modernas, o Ankai OE-10 possui portas USB para carregamento, ar-condicionado e todos os itens de série exigidos pela SPTrans, que gerencia o sistema de transporte da capital.
Este é o segundo ônibus da Ankai que está em testes na A2 Transportes. Como mostrou o Diário do Transporte, desde 14 de maio de 2025 a empresa passou a rodar com um modelo de micro-ônibus elétrico: um OE-08, de 8,7 metros.
A Ankai declarou já estar com três modelos de ônibus elétricos movidos com baterias aprovados pela SPTrans (São Paulo Transporte), gerenciadora do sistema pela prefeitura. Com isso, os veículos já podem ser comprados e operados pelas empresas que atuam na capital paulista.
Segundo a Ankai, os modelos são um básico com dimensões aproximadas de 12 metros de comprimento, denominado comercialmente pela empresa de OE-12; um midibus (micrão) de 10,5 metros (OE-10) e um micro-ônibus, OE-08, de 8,7 metros.
Relembre:
A Ankai, do conglomerado do qual que integra a JAC Motors, representada no Brasil pelo Grupo SHC, apresentou a linha de modelos de ônibus elétricos em 11 de abril de 2024.
O Diário do Transporte esteve na cobertura.
Relembre:
Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes


Este tipo de coletivo tem motor muito fraco, não desenvolve, os passageiros compromissados sempre atrasam quando usam este ônibus…
É o futuro chegando rápido… Esses veículos provavelmente são maravilhosos para os profissionais do volante… Sem ruído, sem trepidação exagerada, sem troca de marcha, sem pedalada de embreagem o dia todo. Sem cheiro de diesel entrando nariz a dentro… Mas…. Tem o outro lado… Vai gerar desemprego dentro das manutenções nas garagens… Vamos vendo, nós não temos controle diante das revoluções !!!!
Eu vi um Ankai passando aqui na ZL todo verde sem logo de empresa, pena que aqui não testaram ainda porque acho bem bonito, se não for morro nem íngreme as ruas, vai rodar tranquilamente.
Essa questão de ratear em subidas, certamente tem a ver com o fato de as unidades empregadas estarem projetadas para cidades de topografia plana.
É o caso de se combinar junto ao fabricante as adequações necessárias (maior potência) à nossa geografia.
Um dos grandes trunfos da industria chinesa, é a sua inigualável capacidade de adequar produtos globais às necessidades locais de cada cliente.