Rio de Janeiro inicia transição no transporte público com retomada de linhas de ônibus mal avaliadas
Publicado em: 30 de abril de 2025
Intervenção começará na Zona Oeste com 23 linhas, enquanto cidade prepara nova licitação para modernizar o sistema
YURI SENA
A Prefeitura do Rio de Janeiro anunciou, nesta quarta-feira, 30 de abril de 2021, a antecipação do término dos contratos de concessão de grande parte das linhas de ônibus da cidade.
A medida, firmada em acordo com os quatro consórcios operacionais — Transcarioca, Transoeste, Intersul e Internorte — durante audiência no Tribunal de Justiça, ainda será homologada pelo Ministério Público.
Inicialmente, 23 linhas da Zona Oeste serão assumidas pela administração municipal a partir de junho.
A operação das linhas será realizada pela MOBI-Rio, empresa pública que administra o sistema de BRTs, ou por meio do aluguel de veículos de outras empresas até a realização de novas licitações.
A iniciativa atende a uma promessa de campanha do prefeito e visa melhorar a qualidade dos serviços prestados aos usuários.
O Diário do Transporte noticiou uma audiência de conciliação realizada no Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ) na segunda-feira, 28 de abril. No caso, a medida não resultou em um entendimento entre o Município do Rio de Janeiro e os quatro consórcios de transporte que operam o serviço de ônibus na capital. A disputa judicial foi conduzida pela juíza Alessandra Cristina Tufvesson Peixoto, da 8ª Vara de Fazenda Pública do TJRJ.
Relembre:
Segundo o vice-prefeito Eduardo Cavaliere, a escolha das linhas prioriza aquelas que apresentam o pior desempenho, conforme avaliação do Índice de Qualidade de Transportes (IQT) — métrica que considera aspectos como conservação dos veículos, idade da frota e cumprimento da quantidade de coletivos exigidos.
Entre as primeiras linhas a serem retomadas estão: 731 (Campo Grande — Marechal Hermes), 765 (Mendanha — Deodoro), 870 (Sepetiba — Santa Cruz), 804 (Campo Grande — Nova Sepetiba) e 893 (Jardim Palmares — Campo Grande).
A expectativa é que, até o fim do ano, a prefeitura também assuma linhas na Ilha do Governador. Em 2027 e 2028, a troca de operadores se estenderá para as zonas Norte e Sul da cidade.
Confira as primeiras linhas que terão os operadores substituídos:
731 (Campo Grande — Marechal Hermes)
765 (Mendanha — Deodoro)
770 (Campo Grande — Coelho Neto)
771 (Campo Grande — Coelho Neto)
790 (Campo Grande — Cascadura)
796 (Campo Grande — Deodoro)
798 (Campo Grande — Deodoro)
804 (Campo Grande — Curral Falso)
821 (Campo Grande — Corcundinha)
822 (Campo Grande — Corcundinha)
825 (Campo Grande — Jesuítas)
826 (Campo Grande — Carobinha)
833 (Campo Grande — Manguariba)
840 (Campo Grande — São Fernando)
841 (Campo Grande — Inhoaíba)
842 (Campo Grande — Paciência)
849 (Campo Grande — Base Aérea de Santa Cruz)
868 (Campo Grande — Urucânia)
869 (Campo Grande — Santa Margarida)
870 (Sepetiba — Santa Cruz)
Yuri Sena, para o Diário do Transporte


Faz o seguinte: estatiza tudo de uma só vez !!!!! Privatizar só dá problemas !!!!! Depois que a CTC foi vendida, PIOROU o transporte público coletivo no Rio de Janeiro, assim como a privatização da TELERJ piorou as telecomunicações no Rio de Janeiro, a do BANERJ também e entre outras estatais…
Será que Realengo será contemplado? As linhas estão horríveis ou sumiram, ex:739,742,744,391,367 sumiram. 383,741,743,794,801,803,745,746 791 horríveis
A linha 870 já existe mais não funciona tem um tempo de demora de quase 1h ônibus velhos e sujos desde a época da pandemia o bairro de sepetiba está largado não temos uma condução direta para o centro da cidade desde que tiraram o 390 para o centro da cidade temos que pegar ou trem ou 388 em Santa cruz perdemos quase 1 h ou o frescao que custa 23,00 total absurdo