OFICIAL – EM PRIMEIRA MÃO: Transwolff e UPBus serão definitivamente substituídas. Nunes não aceita defesa das empresas suspeitas de ligação com o PCC

Permanecem intervenções já em curso nas concessionárias. Dessa forma, estão garantidos os serviços prestados à população, bem como os pagamentos dos funcionários e fornecedores, segundo prefeitura. Empresas vão recorrer na Justiça.

ADAMO BAZANI

A Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria de Mobilidade Urbana e Transporte (SMT), da SPTrans e dos interventores, informou na tarde desta quarta-feira, 29 de janeiro de 2025, que substituirá definitivamente a Transwolff e UPBus, empresas suspeitas de ligação com a facção criminosa PCC. O DIÁRIO DO TRANSPORTE TROUXE A INFORMAÇÃO EM PRIMEIRA MÃO.

Segundo a prefeitura, as defesas apresentadas pelas concessionárias Transwolff e UPBus não foram acolhidas, o que ensejará na substituição dessas empresas no sistema de transporte público da cidade de São Paulo”.  A contratação deve ser feita por meio de licitação. O procedimento ainda será definido com a formalização de todos os trâmites. Não há rompimento dos contratos. As empresas serão substituídas respeitando o contrato em vigor. – diz

A Prefeitura esclareceu ainda que permanecerão as intervenções já em curso nas concessionárias.

Dessa forma, estão garantidos os serviços prestados à população, bem como os pagamentos dos funcionários e fornecedores. A equipe técnica e jurídica dará prosseguimento à substituição da Transwolff e da UPBus, apresentando providências necessárias à manutenção do atendimento integral da população. – diz a nota.

A Transwolff tem cerca de 100 linhas na zona Sul, 1206 ônibus e é a terceira maior frota da cidade É originária da cooperativa CooperPam. A UpBus, empresa da zona Leste tem 13 linhas e 159 ônibus, chegou a se chamar Qualibus, e é originária da garagem 2 da Associação Paulistana.

Ambas companhias estão sob intervenção desde 09 de abril de 2024, quando foram alvos da Operação Fim da Linha, do Ministério Público de São Paulo, que investiga suposta ligação dos diretores com o PCC (Primeiro Comando da Capital), facção criminosa que atua dentro e fora dos presídios. A prefeitura não faz a análise do ponto de vista criminal, mas administrativo e operacional e relatórios elaborados pelas equipes da SPTrans e de uma verificadora externa independente mostraram, segundo a prefeitura, graves sinais de inviabilidade da manutenção destas duas viações no sistema.

Em nota, a Transwolff diz que vai contestar a decisão judicialmente A Transwolff recebe com indignação a decisão arbitrária da Prefeitura de São Paulo de decretar a caducidade de seus contratos públicos, medida tomada em total descompromisso com os princípios fundamentais do Direito.

Mesmo sem nenhuma comprovação da existência de qualquer vínculo da empresa e de seus dirigentes com organizações criminosas no processo judicial sigiloso em curso, a Prefeitura instaurou um procedimento administrativo repleto de inconstitucionalidades e desprovido de qualquer fundamento jurídico, utilizado como pretexto para justificar uma decisão administrativa injusta e ilegal.

Confiamos na Justiça e no Estado Democrático de Direito. A decisão ilegal da Prefeitura será contestada judicialmente. Confia-se no Poder Judiciário para restabelecer a legalidade e verdade dos fatos.

Veja nota na íntegra da Prefeitura de São Paulo

Nota à imprensa – Transwolff e UPBus

A Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria de Mobilidade Urbana e Transporte (SMT), da SPTrans e dos interventores, informa que as defesas apresentadas pelas concessionárias Transwolff e UPBus não foram acolhidas, o que ensejará na substituição dessas empresas no sistema de transporte público da cidade de São Paulo. 

A Prefeitura esclarece ainda que permanecerão as intervenções já em curso nas concessionárias. Dessa forma, estão garantidos os serviços prestados à população, bem como os pagamentos dos funcionários e fornecedores. 

A equipe técnica e jurídica dará prosseguimento à substituição da Transwolff e da UPBus, apresentando providências necessárias à manutenção do atendimento integral da população.

OPERAÇÕES ENVOLVENDO EMPRESAS DE ÔNIBUS

POR ADAMO BAZANI

– OPERAÇÃO FIM DA LINHA – MINISTÉRIO PÚBLICO DE SP (TRANSWOLFF E UPBUS)

Condução: Ministério Público com Receita Federal e Polícias Civil e Militar sobre a Transwolff, que tem cerca de 100 linhas na zona Sul, 1206 ônibus e é a terceira maior frota da cidade É originária da cooperativa CooperPam. A operação é também foi sobre a UpBus, empresa da zona Leste com 13 linhas e 159 ônibus, que chegou a se chamar Qualibus, originária da garagem 2 da Associação Paulistana

Deflagração da Fase I: 09 de abril de 2024.

O Ministério Público, a Receita Federal e as polícias Civil e Militar deflagraram a Operação “Fim da Linha” que identificou um suposto esquema de lavagem de dinheiro do tráfico de drogas e outros crimes sob responsabilidade do PCC (Primeiro Comando da Capital) por meio de diretores de duas empresas de ônibus (Transwolff e UpBus).

Foram presos no dia Luiz Carlos Efigênio Pacheco, o Pandora (um dos donos da Transwolff), ⁠Robson Flares Lopes Pontes (Transwolff), ⁠Joelson Santos da Silva (Transwolff), por causa dos mandados de prisão. Também houve prisões em flagrante por porte de armas. Sócio da UpBus, Alexandre Salles Brito, foi preso em 16 de abril de 2024

Já Silvio Luís Ferreira, o Cebola, sócio da Upbus, por não ser encontrado no dia, foi considerado foragido. Também teve a prisão decretada, outro sócio da UpBus, Decio Gouveia Luiz, apelidado de Décio Português.

Desdobramento em 25 de junho de 2024: O Ministério Público de São Paulo realizou EM 25 d122e junho de 2024, a apreensão de 23 armas de fogo atribuídas ao presidente afastado da empresa de transportes UpBus, Ubiratan Antônio da Cunha.

Foi um desdobramento da Operação Fim da Linha, deflagrada em 09 de abril de 2024, que investiga a possível relação de diretores da UpBus, e da Transwolff, que opera na zona Sul da capital paulista, com o PCC (Primeiro Comando da Capital), facção criminosa que atua dentro e fora de presídios.

Ubiratan Antônio da Cunha é um dos réus no processo que apura as supostas ligações entre parte dos transportes da cidade de São Paulo e o crime organizado.

Segundo o Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado ), do Ministério Público, a Polícia Civil havia sido procurada por integrantes da cooperativa Aliança Paulistana, que deu origem à UpBus por terem sido expulsos, com emprego de força física e intimidação verbal, da sede da empresa.

Ainda de acordo com a promotoria, a expulsão e a ameaça ocorreram no dia 05 de junho de 2024, por Ubiratan, mesmo sendo impedido por ordem da Justiça de frequentar a garagem.

Desdobramento em 16 de julho de 2024: Atendendo a pedido do MPSP, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), a Justiça decretou a prisão preventiva do presidente afastado da empresa de transportes Upbus, Ubiratan Antônio da Cunha. Um dos alvos da Operação Fim da Linha, deflagrada em abril de 2024, se tornou réu pela prática dos crimes de lavagem de dinheiro e organização criminosa. O mandado foi cumprido nesta terça-feira (16/7) pela 2ª Delegacia da Divisão de Investigações sobre Crimes contra o Patrimônio (DEIC), da Polícia Civil.

No dia 5 de junho, a Polícia Civil foi procurada por integrantes da cooperativa sucedida pela Upbus em razão de terem sido expulsos da sede da empresa pelo dirigente da sociedade, atualmente impedido por ordem da Justiça de frequentar o local. Os fatos foram comunicados ao Ministério Público.

Posteriormente, o MPSP descobriu que, na mesma semana, o interventor nomeado pelo município foi atraído por funcionários da Upbus sob o pretexto de tomarem um café em um estabelecimento nas redondezas da garagem. O dirigente esperava por ele no local, em afronta à decisão judicial.

02 de agosto de 2024: Em primeira mão, no dia 02 de agosto de 2024, o Diário do Transporte mostrou que a prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Executiva de Transporte e Mobilidade Urbana (SETRAM), contratou por R$ 1,54 milhão a Fundação Carlos Alberto Vanzolini para fazer uma avaliação externa independente nas empresas Transwolff e UPBus

31 de outubro de 2024: Em 31 de outubro de 2024, a prefeitura enviou notificação à Transwolff e UPBus, que desde 09 de abril de 2024 passaram a estar sob intervenção do poder público. Foi o primeiro passo para uma eventual (até então) possibilidade de extinção dos contratos com estas viações. O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, confirmou em 07 de novembro de 2024, que os contratos tinham o risco de fato de ser extintos. Nas palavras do prefeito, uma auditoria (avaliação externa) mostrou incapacidade financeira de a UpBus e a Transwolff continuarem operando na capital paulista.

“Ela (auditoria) demonstrou algumas inconsistências do ponto de vista de gestão, a incapacidade financeira delas continuarem avançando”.

20 de dezembro de 2024: Policiais militares da ROTA (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar) prenderam na sexta-feira 20 de dezembro de 2024, o presidente afastado da UPBus, Ubiratan Antônio da Cunha, que estava foragido da Operação Fim da Linha, deflagrada em 09 de abril e que investiga suposta ligação de empresas de ônibus de São Paulo com o PCC (Primero Comando da Capital). O homem foi encaminhado ao 30° Distrito Policial (Tatuapé).

23 de dezembro de 2024: A prefeitura de São Paulo decidiu em 23 de dezembro de 2024 abrir processo de caducidade dos contratos Transwolff, da zona Sul, e a UPBus, da zona Leste.

Ambas empresas são suspeitas de ligação com o PCC (Primeiro Comando da Capital), facção criminosa que atua dentro de fora de presídios, e foram alvos da Operação Fim da Linha, do Ministério Público de São Paulo, em 09 de abril e 2024, quando começou a intervenção da prefeitura sobre as administrações.

Foi aberto na ocasião prazo de 15 dias para que os administradores originais das duas companhias de ônibus apresentassem recurso para defesa.

Segundo a prefeitura, mesmo com a decisão, a operação de ônibus foi mantida sem prejuízo à população e pagamentos a funcionários e fornecedores também foram garantidos.

A decisão foi tomada pelo prefeito Ricardo Nunes nesta segunda-feira, 23 de dezembro de 2024, após reunião com o secretário de Mobilidade e Trânsito, Gilmar Pereira Miranda; o presidente da gerenciadora das linhas municipais, SPTrans (São Paulo Transporte), Levi Santos; e os interventores pela SPTrans, sendo eles, o diretor de Planejamento de Transporte da SPTrans, Valdemar Gomes de Melo, e o diretor de Operações da SPTrans, Wagner Chagas.

Também participaram da decisão a Secretaria da Fazenda, a CGM (Controladoria Geral do Município) e a PGM (Procuradoria Geral do Município).

27 de dezembro de 2024: O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), confirmou em 27 de dezembro de 2024, a assinatura do decreto que dá início oficial ao procedimento que foi o primeiro passo legal o rompimento definitivo dos contratos das empresas de ônibus Transwolff, da zona Sul da capital paulista, e UPBus, da zona Leste. Do ponto de vista criminal, o Gaeco, grupo do Ministério Público que investiga o crime organizado, apontou que diretores, sócios e contadores da Transwolff e da UpBus atuavam para lavar o dinheiro do tráfico de drogas, do tráfico de armas e de roubos a bancos e de cargas. Há até apurações de que estariam ligados a homicídios. Além disso, alguns destes diretores, de acordo com o MP, não só têm envolvimento como pertencem diretamente ao PCC (Primeiro Comando da Capital), facção criminosa que atua dentro e fora de presídios. Na mesma noite houve a publicação.

A prefeitura muito pouco tem a fazer sobre a questão criminal, mas tem a obrigação de atuar administrativamente. Tanto as análises da Fundação Carlos Alberto Vanzolini como das equipes de intervenção mostraram que Transwolff e UPBus possuem problemas financeiros, administrativos e operacionais que as impedem de continuar prestando serviços.

27 de janeiro de 2025: O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, disse que era quase certo o rompimento dos contratos das empresas Transwolff e UPBus, que estão sob intervenção da prefeitura desde 09 de abril de 2025, quando foram alvos da Operação Fim da Linha, do Ministério Público de São Paulo, que investiga suposta ligação entre as diretorias destas duas companhias do sistema de ônibus da cidade e a fação criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital). O dia 27 de janeiro de 2025 foi o prazo final para a

Proprietários de ônibus que integram ou integraram a frota da Transwolff, na zona Sul de São Paulo, fizeram um protesto e conversaram com o prefeito Ricardo Nunes e o secretário de transportes, Celso Caldeira. Estes donos de ônibus se dizem preocupados com o descredenciamento.

O prefeito disse que é muito difícil não ter o rompimento de contratos e que neste processo, os veículos destes proprietários devem ser absorvidos.

“Da defesa deles [diretorias da Transwolff e UPBUs] é que vamos decidir se vai ser decretada caducidade ou não [rompimento dos contratos]. Pelo que a gente tá vendo, é muito difícil não ter. Não tô querendo me antecipar, mas é um sentimento que estamos tendo. Pode ser que os técnicos achem uma justificativa para não ter a caducidade. Eu acho muito difícil. Com relação a Transwolff: boa parte de sua frota é formada por pessoas que têm CPF e fazem uma locação de seus ônibus. Como a gente vai conduzir esse processo? Como de 1200 ônibus, tem praticamente mil dentro deste cenário, vamos dialogar. O que a gente não pode é interromper o transporte. Se houver uma nova empresa, vamos tentar que estes ônibus sejam absorvidos. Tentar fazer com que não prejudique transportes e meu foco principal, não faltar transportes”

28 de janeiro de 2025: Ao Diário do Transporte, a SPTrans (São Paulo Transporte), que gerencia o sistema de ônibus na cidade de São Paulo, confirmou EM 28 de janeiro de 2025, que foi iniciada a análise das defesas que as diretorias da Transwolff, que atua na zona Sul, e da UPBus, da zona Leste, entregaram nos processos de caducidade (rompimento) dos contratos de operação.

O prefeito Ricardo Nunes voltou a falar, no mesmo dia, sobre a possibilidade de nesta semana ainda já anunciar o possível descredenciamento das duas companhias.

Nunes disse ainda que os serviços à população não serão interrompidos e que a gestão está atenta à movimentação de “pessoas inescrupulosas” que podem tentar tumultuar o procedimento e a transição.

“A gente sabe como, às vezes, algumas pessoas inescrupulosas agem e nós vamos estar muito atentos se houver alguma tentativa de alguém que queira fazer com que o transporte municipal aqui na cidade de São Paulo sofra algum problema, para que a gente possa agir rapidamente junto com aquilo que é necessário, de fazer as ações, para poder reestabelecer rapidamente, aliás nem para reestabelecer, para poder fazer com que não ocorram os problemas. O foco agora, nesse momento mais delicado, é de manter uma atenção especial para que não tenha descontinuidade do transporte na cidade, em especial com essas duas empresas” disse Nunes.

A administração confirmou ainda ao Diário do Transporte, em nota, que analisa as reivindicações de membros da Cooperam (Cooperativa dos Trabalhadores Autônomos em Transporte de São Paulo) apresentadas nesta segunda-feira (27). A CooperPam deu origem à Transwolff. Parte da frota atual pertence diretamente à empresa, como os ônibus maiores e os elétricos, e a maioria é de ex-cooperados que se tornaram sócios e atuam, principalmente com os coletivos de menor porte.

A Prefeitura de São Paulo, por meio da SPTrans, informa que as concessionárias UPBus e Transwolff apresentaram defesa dentro do prazo estipulado. As equipes técnicas analisarão os materiais para decidir sobre a continuidade do processo de caducidade iniciado em dezembro de 2024. Nesta segunda-feira (27/01), a Secretaria de Mobilidade Urbana e Transportes (SMT) recebeu representantes da Cooperativa dos Trabalhadores Autônomos em Transporte de São Paulo (CooperPam) que fizeram considerações sobre a prestação do serviço. A gestão municipal reafirma o compromisso com a qualidade do atendimento aos passageiros e a preservação dos empregos dos funcionários.  – diz a nota.

29 de janeiro de 2025:

A Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria de Mobilidade Urbana e Transporte (SMT), da SPTrans e dos interventores, informou na tarde desta quarta-feira, 29 de janeiro de 2025, que decidiu subsituir definitivamente a Transwolff e UPBus, empresas suspeitas de ligação com a facção criminosa PCC. O DIÁRIO DO TRANSPORTE TROUXE A INFORMAÇÃO EM PRIMEIRA MÃO.

Segundo a prefeitura, as defesas apresentadas pelas concessionárias Transwolff e UPBus não foram acolhidas, o que ensejará na substituição dessas empresas no sistema de transporte público da cidade de São Paulo”.  A contratação deve ser feita por meio de licitação. O procedimento ainda será definido com a formalização de todos os trâmites. Não há rompimento dos contratos. As empresas serão substituídas respeitando o contrato em vigor. – diz

A Prefeitura esclareceu ainda que permanecerão as intervenções já em curso nas concessionárias.

Dessa forma, estão garantidos os serviços prestados à população, bem como os pagamentos dos funcionários e fornecedores. A equipe técnica e jurídica dará prosseguimento à substituição da Transwolff e da UPBus, apresentando providências necessárias à manutenção do atendimento integral da população. – diz a nota.

A Transwolff tem cerca de 100 linhas na zona Sul, 1206 ônibus e é a terceira maior frota da cidade É originária da cooperativa CooperPam. A UpBus, empresa da zona Leste tem 13 linhas e 159 ônibus, chegou a se chamar Qualibus, e é originária da garagem 2 da Associação Paulistana.

Ambas companhias estão sob intervenção desde 09 de abril de 2024, quando foram alvos da Operação Fim da Linha, do Ministério Público de São Paulo, que investiga suposta ligação dos diretores com o PCC (Primeiro Comando da Capital), facção criminosa que atua dentro e fora dos presídios. A prefeitura não faz a análise do ponto de vista criminal, mas administrativo e operacional e relatórios elaborados pelas equipes da SPTrans e de uma verificadora externa independente mostraram, segundo a prefeitura, graves sinais de inviabilidade da manutenção destas duas viações no sistema.

Em nota, a Transwolff diz que vai contestar a decisão judicialmente A Transwolff recebe com indignação a decisão arbitrária da Prefeitura de São Paulo de decretar a caducidade de seus contratos públicos, medida tomada em total descompromisso com os princípios fundamentais do Direito.

Mesmo sem nenhuma comprovação da existência de qualquer vínculo da empresa e de seus dirigentes com organizações criminosas no processo judicial sigiloso em curso, a Prefeitura instaurou um procedimento administrativo repleto de inconstitucionalidades e desprovido de qualquer fundamento jurídico, utilizado como pretexto para justificar uma decisão administrativa injusta e ilegal.

Confiamos na Justiça e no Estado Democrático de Direito. A decisão ilegal da Prefeitura será contestada judicialmente. Confia-se no Poder Judiciário para restabelecer a legalidade e verdade dos fatos.

30 de janeiro de 2025:

NUNES CONFIRMA INFORMAÇÕES DO DIÁRIO DO TRANSPORTE

O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, disse na manhã desta quinta-feira, 30 de janeiro de 2025, que as empresas de ônibus que já atuam na cidade devem primeiro ter oportunidade de se manifestar se querem ficar com as linhas até então operadas pela Transwolff, na zona Sul, e UPBus, na zona Leste.  A declaração vai justamente na linha dos bastidores que foram divulgados pelo Diário do Transporte bem antes, no início da manhã. Relembre: https://diariodotransporte.com.br/2025/01/30/linhas-da-transwolff-e-upbus-devem-ser-assumidas-por-operadores-que-ja-estao-no-sistema-de-sao-paulo-mas-novos-empresarios-tambem-nao-devem-ser-surpresa-em-30-dias-prefeitura-quer/

Como tinha adiantado o Diário do Transporte, o prefeito disse que primeiro será dada oportunidade para as viações que já operam as outras linhas se manifestarem. Isso é previsto nos contratos do sistema de ônibus municipais geridos pela SPTrans (São Paulo Transporte). Somente depois, se não houver interesse, empresas de outros sistemas de transportes também podem tentar as linhas.

“Para seguir todo o trâmite com relação à defesa das empresas, agora a gente faz um processo seguindo toda a legislação e o que foi feito: Qual é?: De que as empresas que operam o sistema possam se manifestar sobre o interesse de assumir esses ônibus da Transwolff e UpBus. Se houver interesse, e a gente vai fazer uma análise sobre a capacidade financeira e técnica para assumir, é uma possibilidade. Uma vez ofertado a eles [as empresas que já operam o sistema] e não havendo interesse, ai a gente abre a licitação para abrir para outras empresas de qualquer lugar do Brasil virem assumir essas linhas.” – disse Nunes.

EMPRESAS – PERUEIROS E DIVISÃO DE LINHAS:

O Diário do Transporte já havia mostrado que entre os cenários possíveis está a possibilidade de haver uma espécie de reorganização e nova divisão das mais de 120 linhas destas duas empresas que atendem a quase 700 mil passageiros por dia em 1300 coletivos.

As maiores preocupações são em relação a Transwolff. Tanto pelo tamanho da frota (mais de 1200 ônibus e de 100 linhas) quanto pelas caraterísticas não uniformes da operação

Há um braço formado pelos “ex perueiros” da CooperPam, que engloba entre 800 e 900 ônibus e representa as linhas mais periféricas. A prefeitura estuda uma maneira de manter os coletivos deste grupo prestando serviços.

Há também as operações com ônibus maiores em linhas que, apesar de serem de distribuição local, têm características de articulação regional. Estas linhas podem despertar interesse de viações que operam nas mesmas regiões.

A Transwolff opera as áreas 6 (Sul – Azul Claro) e 7 (Sudoeste – Vinho), que têm os seguintes atendimentos:

Área 6 – Sul – Azul Claro: Viação Grajaú, Mobibrasil (ônibus maiores) e A2 (local).

Área 7 – Sudoeste – Vinho (Bordô): Viação Campo Belo, Viação Metrópole Paulista, Gatusa, e KBPX (ônibus maiores) e Transcap (local).

Já a UPBus opera a área 3.

Área 3 – Nordeste – Amarela: Viação Metrópole Paulista (ônibus maiores) e Transunião (local).

Não significa que necessariamente as linhas devem ser assumidas apenas pelas viações que já atuam nas áreas operacionais. Empresas que já prestam serviços na cidade, mas em outras áreas, também poderão se apresentar como interessadas no processo aberto pela prefeitura.

ELETRIFICAÇÃO:

Outro aspecto é a eletrificação. A Transwolff é considerada empresa piloto para implantação e ampliação dos ônibus elétricos na cidade.

Todas as fabricantes de ônibus elétricos, ainda mais no início das operações, testavam seus modelos na Transwolff para homologação (na verdade, o termo correto é aprovação, mas homologação é muito usado no mercado) pela SPTrans (São Paulo Transporte), gerenciadora do sistema.

Empresas ligadas a tecnologia e eletrificação que não atuam na operação direta dos ônibus da cidade de São Paulo, mas que têm experiência operacional, se interessam de perto pelo processo de substituição de companhias.

Entre as maiores fornecedoras de ônibus elétricos estão a chinesa BYD e a brasileira Eletra, de São Bernardo do Campo, do Grupo ABC, cujos sócios atuam na operação de linhas de transporte há mais de 100 anos e prestam serviços metropolitanos gerenciados pela EMTU (Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos), pela NEXT Mobilidade, ligando o ABC à Capital, e municipais em São Bernardo do Campo, pela BR 7 Mobilidade.

Na manhã desta quinta-feira (30), Nunes também criticou uma nota divulgada pela Transwolff à imprensa, inclusive ao Diário do Transporte, na qual classifica o descredenciamento da direção da empresa como ilegal e injusta. Transwolff diz que vai recorrer à Justiça.

Segundo Nunes, uma possível judicialização é esperada e a Transwolff antes de soltar nota, deveria fazer a lição de casa e ajustar suas contas. O prefeito diz que os relatórios feitos pelas equipes de intervenção e de uma empresa de verificação externa apontam que a Transwolff não teria condições de se sanear financeiramente.

“A Transwolff pode evidentemente fazer seus comentários, mas cabe a mim como prefeito até fazer um comentário: Eles deveriam, em vez de ficar fazendo nota, ter feito uma gestão com responsabilidade, com qualidade, com respeito aos seus funcionários e colaboradores, o que eles não fizeram. É uma empresa que não respeitou seus colaboradores, que não respeitou seus parceiros. Uma gestão péssima, que coloca em risco a questão financeira da empresa. Para se ter uma ideia, o fluxo de caixa previsto é de que esteja negativo nos próximos meses. Então eu acho que eles deveriam em vez de ficar fazendo nota, eles deveriam ter feito a lição de casa, ter honrado o contrato com a prefeitura de São Paulo. O que não fizeram, e por isso estão fora do sistema. A Transwolff está fora do sistema de transporte da cidade!”.  disse o prefeito.

Nota da Transwolff criticada por Nunes.

A Transwolff recebe com indignação a decisão arbitrária da Prefeitura de São Paulo de decretar a caducidade de seus contratos públicos, medida tomada em total descompromisso com os princípios fundamentais do Direito.

Mesmo sem nenhuma comprovação da existência de qualquer vínculo da empresa e de seus dirigentes com organizações criminosas no processo judicial sigiloso em curso, a Prefeitura instaurou um procedimento administrativo repleto de inconstitucionalidades e desprovido de qualquer fundamento jurídico, utilizado como pretexto para justificar uma decisão administrativa injusta e ilegal.

Confiamos na Justiça e no Estado Democrático de Direito. A decisão ilegal da Prefeitura será contestada judicialmente. Confia-se no Poder Judiciário para restabelecer a legalidade e verdade dos fatos.

A prefeitura de São Paulo pretende em 30 dias definir os chamamentos das empresas que devem operar no lugar da Transwolff, na zona Sul, e da UPBus, na zona Leste, que serão tiradas do sistema de ônibus da capital. Ambas viações estão sob intervenção da administração municipal desde 09 de abril de 2024, quando o Ministério Público de São Paulo deflagou a Operação Fim da Linha, que apura suposta ligação das diretorias das duas empresas com a facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital). Os diretores da Transwolff e da UPBus negam relacionamento com o crime organizado e agora vão tentar na Justiça reverter a decisão administrativa de substituir as empresas anunciada pela gestão do prefeito Ricardo Nunes nesta quarta-feira, 29 de janeiro de 2025, como mostrou em primeira mão o Diário do Transporte.

Relembre:

https://diariodotransporte.com.br/2025/01/29/oficial-em-primeira-mao-transwolff-e-upbus-serao-definitivamente-substituidas-nunes-nao-aceita-defesa-das-empresas-suspeitas-de-ligacao-com-o-pcc/

A estimativa é de publicação de manifestação de interesse, muito embora, nos bastidores do mercado de transportes já se apontam cenários que mesclam empresários de ônibus que já atuam na cidade em grandes viações e “novos operadores”, de grupos tradicionais, mas que ainda não trabalham diretamente no sistema gerido pela SPTrans (São Paulo Transporte), mas que indiretamente já marcam presença. Neste caso, um dos pivôs de interesse é a eletrificação da frota de ônibus, que foi capitaneada pela Transwolff, considerada como “empresa piloto” para a expansão dos coletivos com bateria, ainda mais na fase inicial.

O “desafio” é em relação aos “ex-perueiros”, membros da CooperPam, cooperativa que deu origem à Transwolff. Da frota de cerca de 1,2 mil ônibus que prestam serviços pela Trannswolff, entre 800 e 900 veículos, em especial os de menor porte, são destes proprietários.

Como mostrou o Diário do Transporte, a prefeitura recebeu membros da CooperPam e sinalizou que deve estudar a permanência de seus ônibus na cidade e que tenta um modelo de contratação que aproveitaria esta frota.

Relembre:

https://diariodotransporte.com.br/2025/01/29/ouca-pcc-e-transporte-coletivo-nunes-fala-de-novo-em-romper-com-transwolff-e-upbus-e-que-esta-atento-ao-movimento-de-inescrupulosos-no-transporte-audio/

Ocorre que esta sinalização precisaria ser melhor “alinhada” com alguns empresários das viações mais tradicionais interessados na malha da Transwolff e UPBus.

Alguns deles não querem “trabalhar” com os “ex-perueiros”.

Ainda nos bastidores, se pensa na possiblidade alternativa de uma pulverização.

A Transwolff tem cerca de 100 linhas na zona Sul, 1206 ônibus e é a terceira maior frota da cidade É originária da cooperativa CooperPam. A UpBus, empresa da zona Leste tem 13 linhas e 159 ônibus, chegou a se chamar Qualibus, e é originária da garagem 2 da Associação Paulista.

As linhas da UpBus, por não serem numerosas e haver vários serviços sobrepostos, não são problema. Quanto a Transwolff, o desafio de Ricardo Nunes é maior.

A questão dos “ex-perueiros” é a principal, mas não a única.

Assim, um cenário que poderia criar uma operação para a CooperPam, mais nas periferias; uma para o sistema de ônibus maiores, com atuais operadores; e ainda uma terceira com o foco no processo de eletrificação, não está totalmente fora da realidade.

Nada é oficial ainda.

O fato é que o núcleo administrativo político da gestão cobra do núcleo operacional e técnico que não haja afogadilhos, mas que as decisões e procedimentos rápidos.

– OPERAÇÃO ATARAXIA – DENARC (UPBUS)

Condução: Denarc – sobre UPBus (empresa da zona Leste com 13 linhas), que chegou a se chamar Qualibus, originária da garagem 2 da Associação Paulistana

Deflagração da Fase I: 02 de junho de 2022

Investigações começaram há mais de um ano a partir da morte Anselmo Santafausta, o Cara Preta, por questões ligadas ao crime organizado.

Segundo as apurações, boa parte dos mais de 60 sócios da empresa têm passagens pela polícia e ainda é envolvida com a criminalidade. A UPBus, de acordo coma Polícia, lava dinheiro de facções criminosas. O esquema também envolvia ganhos na Loteria Federal também para dar uma aparência legal ao dinheiro obtido em atividades criminosas.

Deflagração da Fase II: 15 de junho de 2022

Foram bloqueados entre R$ 40 milhões e R$ 45 milhões em imóveis e veículos da empresa de transportes urbanos UPBUS, que opera na zona Leste de São Paulo, e de investigados da “Operação Ataraxia”, que apura o uso da companhia de ônibus por uma facção criminosa para lavagem de dinheiro.

Todos os veículos da empresa UPBUS, dentre eles quase 250 ônibus, também foram objetos de sequestro, impedindo eventual a alienação dos veículos por parte da empresa. Estes ônibus poderão continuar operando, só que os ônibus não podem ser vendidos e a arrecadação da operação vai para conta judicial.

UPBus não se manifestou

OPERAÇÃO PRODITOR

Condução: Deic – sobre TransUnião (empresa da zona Leste com 524 ônibus), que surgiu da cooperativa Nova Aliança

Deflagração: 09 de junho de 2022

Investigações começaram após assassinato de Adauto Soares Jorge, ex-diretor, ocorrido em 04 de maio de 2020.

Polícia aponta que Adauto era “testa de ferro” do vereador Senival Moura (PT) na direção da empresa, que era utilizada para a lavagem de dinheiro de membros do PCC (Primeiro Comando da Capital). O próprio vereador era proprietário de 13 ônibus que prestavam serviços para a empresa. O parlamentar nega.

A Polícia chegou a apreender 18 ônibus, 14 operacionais e quatro que estavam na reserva em manutenção, mas os veículos foram devolvidos para operação.

A TransUnião não se manifestou.

MINISTÉRIO PÚBLICO:

O Gaeco, do Ministério Público do Estado de São Paulo, passou também investigar a possível ligação de empresas de ônibus da capital paulista com o crime organizado.

De acordo com o delegado-geral Oswaldo Nico Gonçalves, em 15 de junho de 2022, foi montada uma força-tarefa entre os promotores e a Polícia Civil.

CÂMARA MUNICIPAL:

Em 15 de junho de 2022, na Câmara Municipal de São Paulo, foi protocolado por um delegado da Polícia Civil um pedido na corregedoria da casa para investigar o vereador Senival Moura, do PT.

No dia 10 de junho de 2022, um pedido de abertura de CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) foi aberto pelo vereador Mario Palumbo Junior, o delegado Palumbo, do MDB. Houve poucas assinaturas no início: Fernando Holiday (Novo), Érica Hilton (PSOL), Sonaira Fernandes (Republicamos) e Marlon Luz (MDB), porém, Marlon Luz retirou sua assinatura.

Veja em:

https://diariodotransporte.com.br/2022/06/10/apos-operacoes-policiais-pedido-de-cpi-dos-onibus-de-sao-paulo-e-protocolado-na-camara-municipal/

CONTROLADORIA DO MUNICÍPIO:

A CGM (Controladoria Geral do Município) da capital paulista abriu sindicância para apurações internas sobre as empresas de ônibus que têm contrato com a prefeitura e que são investigadas pela Polícia Civil a respeito de um suposto envolvimento com o crime organizado em São Paulo.

De acordo com a prefeitura, haverá um compartilhamento de informações com as frentes policiais.

“A decisão foi tomada pela CGM após liderar reunião de representantes da gestão municipal com a Polícia Civil para compartilhamento das informações apuradas nas investigações sobre a utilização de empresa de transporte público para lavar dinheiro para organização criminosa”.

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

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Comentários

Comentários

  1. ARLINDO RESTA JUNIOR disse:

    Para maior esclarecimento.

    Durante toda a intervenção da SPTrans nas dependências da Transwolff, todos os colaboradores, gestores de todos os departamentos desenvolveu seus trabalhos arduamente, empenhando-se em manter o atendimento dos munícipes, supervisionado pela equipe da SPTRans, que não apontou nenhum incidente durante a intervenção, nenhum índice de crime, onde todos colaborou com a equipe indicada pelos interventores.
    Porém não sabemos se eles colocou isso no relatório que todos os gestores e colaboradores se colocaram a disposição o tempo todo, 24 horas na manutenção, operação e administração da empresa, somos a melhor operação na Zona sul, somos e temos a melhor frota, durante sete anos fomos considerados pela SPTRANS a melhor operação, mantemos hoje a média de mais de 90%. Está caducidade e desleal e descabida.

    CONTINUAREMOS A OPERAÇÃO.
    Não vamos prejudicar os nossos passageiros do extremo Sul de São Paulo, eles não tem culpa de intrigas e falta de bom senso de EGO e briga de poder, pois é isso que estamos interpretando.

    Estou na Transwolff a 29 anos, vou continuar até o final, trabalhando sendo exemplo e retidão, para muitos que me conhece e para minha família.

    Para afirmar, são as minhas palavras.

    Arlindo Resta Junior.’.

    1. VIVIANE ANTONIO FERNANDES MOURA disse:

      O VR menor desconta se manda atestado e aumentaram a carga horária das vans sem.direito a almoço e tem ainda hora negativa a me poupe

    2. Pedro disse:

      É arlindo vc é um lambe botas. Todo mundo sabe que o Milton leite tem participação na transwolff tudo em nome de laranjas que na epoca do descredenciamento da cooperauthom.na gestão Kassab vcs sabotaram os ônibus todos sabem que quem tinha 3,4 carros foi obrigado a sair do sistema não vou citar nomes mas trabalhei pra gente na area 6 e 7 pra pessoas que tinham 4,5 carros e hj é peão bate alavanca. Pq vc não reconhece que coloca carros quebrados pra abrir viagem pra receber da sptrans sem transportar ninguém prática recorrente em todas as linhas principalmente na 6034,6726,6115,6080,6074 entre outras fala que também faz isso com as vans do atende+ vans paradas na garagem com serviço aberto. Fala que voces sempre roubaram os trabalhadores roubaram.as horas extras pagam um VR menor que o das empresas como mobibrasil e campo belo, viação grajau sendo que nessa empresa maldita o motorista trabalha mais pois dirige e cobra e ganha um salario de merda.

      1. ARLINDO RESTA JUNIOR disse:

        Respeito todos os comentários, e reafirmo não falo sobre mim, sou profissional do transporte já a muitos anos, acompanhei ex a extinção da Coperauthon, como acompanhei a extinção, São Camilo, viação Parelheiros, não fiquei feliz em ver que até hoje muitos funcionários deixou de receber suas verbas rescisórias, só para deixar claro não se trata de ser lambe sal, como desrespeitosamente foi colocado, quando em qualquer empresa que entramos para trabalhar, sabemos o que vamos executar e quanto vamos receber pelo serviço que nos comprometemos e aceitamos, quando se trata de emprego muitas pessoas aceita apenas na experiência e esquece que não é um emprego e sim um trabalho a ser executado, em relação a salário e VR, vale refeição, isso é decidido em sala com sindicatos, não sou eu quem aplica.
        Todos nós somos livres para tomar decisões, quando eu não me sinto satisfeito seja em um emprego, em uma festa, em um culto religioso, ou uma partida de futebol eu posso me retirar quando eu quiser, por ser livre.
        Eu tenho um emprego sim, más todos os dias quando Deus, me permite mais um dia eu tenho um trabalho para executar assim vou manter o meu emprego, com respeito a mim a minha família e colegas de serviço.
        Não sou perfeito, acho que vossa senhoria não me conhece, isso é uma pena, eu poderia ter ajudado de alguma forma.

  2. PEDRO HENRIQUE VELOSO DOS SANTOS disse:

    Parabéns à prefeitura e ao prefeito Ricardo Nunes, toda empresa de prestação de serviços públicos que tiver ligação/envolvimento com criminosos, está deve ser extirpada do serviço público. Parabéns 👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻

  3. Juca disse:

    E nosso aumento de salário? Nosso VR?? Cadê nosso convênio médico??

  4. Rosangela disse:

    E como fica as pessoas que pega lotação que só passa em certo ligar que ônibus não passa

    1. Aldemir disse:

      Continua igual, só outra operadora fazer o serviço com o mesmo tipo de veiculo

  5. Santiago disse:

    A punição e o banimento devem ser aplicados apenas aos gestores envolvidos em irregularidades. Sem prejuízo ao patrimônio humano e material da empresa.
    Deve-se preservar os funcionários e os ativos da empresa, pois são estes que trabalham e garantem a prestação do serviço, e não têm qualquer culpa das irresponsabilidades que ocorram no comando da empresa.
    Estamos diante de uma transição que exigirá muita responsabilidade e bom senso.

  6. ANDERSON ALESSANDRO OLIVEIRA ARAUJO disse:

    O questionamento que faço é: quem estará sendo beneficiado desta vez? A CooperAuthon foi descredenciada após uma “série de incidentes e acidentes com uma suposta origem em negligência na manutenção dos ônibus” e, cujas linhas e veículos remanescentes foram absorvidos pela… CooperPam, que virou TransWolff…

    1. Pedro disse:

      Todo mundo sabe que foi sabotagem kassab descredenciou e fez vista grossa pra bandidagem. Pode escrever todas ex cooperativas fazem o mesmo que upbus e transwolff. Arrecadam dinheiro para o crime organizado só não vê quem nao quer

  7. Mariana disse:

    E claro q o Arlindo apoia termina frita dele lá né e pq não paga tickets direito no mesmo valor das outras empresas pq.osmfuncionario fica c horas negativado trabalhando q nem.loucos pq aumento a carga horária da van se e permitido só 7 horas e sem HR de almoço e pq tá descontando do ticket qdo se vai ao médico aff e população e o que os funcionários estão passando

  8. Sandro santos disse:

    Que entreguem as linhas para empresas de verdade como viação santa brigida, gato preto,transppass Campo belo, sambaíba. Pois se vacilar entra coisa ate pior que a Transwolff

  9. Diego Santos disse:

    Trabalhei por anos na transwollff e por fim me deram um justa causa sem motivo sai com a mão na frente outra atrás com duas crianças e aluguel pra pagar amei a decisão do prefeito amei Deus é justo na hora certa a justiça vem !!

  10. Amóis Pedro de Gusmão disse:

    Daqui uns meses , haverá outra empresa no lugar dessas . Como acontece com as demais empresas de São Paulo. A Rio Bonito virou bola branca depois cidade Dutra e agora é Grajaú é a mesma empresa mas já mudou várias vezes o nome CNPJ e outras também, exemplo : a paratodos virou Mobi Brasil. Enfim mudam o CNPJ o nome e vida que segue. Eu ainda acho que o Ricardo Nunes tem interesse em comprar essas empresas. Por isso esse movimento todo. Posso está enganado. Ele é dono do cartão de todos, vários prédios alugado para órgãos da prefeitura, as CEI é quase ou todas dele . Enfim deveriam investigar ele e seus patrimônios em nome de laranjas, vão achar o tamanho desse roubo que ele tá fazendo nos cofres público. Existe um ditado no mundo futebolístico :a melhor defesa é o ataque. Pra tirar os olhos de cima dele, ele pegou essas empresas como boi de piranha. Enquanto isso ele anda livremente nos negócios sujos dele.

  11. Márcia celestino soares disse:

    Nova licitação! Já estou vendo esse filme de novo um empresa que surge do nada no nome de um Zé ninguém igual o pandora assumindo tudo, quando forem ver é outra empresa de fachada lavando dinheiro pro PCC.

  12. Cansado disse:

    Se a empresa for mesmo do PCC, não irão parar de funcionar, e quero ver quem vai barrar os ônibus de circular!

  13. Josa disse:

    Vão judicializar até cair na mão de algum ministro do STF ai já sabe esses trabalham pro crime organizado..

  14. Bruno Marques disse:

    Querem saber de uma coisa ???? Que a CMTC volte !!!! Pelo menos no tempo dela, não tinha essas “palhaçadas” de empresas operadas por bandidos; desrespeito aos trabalhadores; frota mal conservada !!!! Ok, ela não era perfeita, nas algumas ideias eram tops !!!! Mas depois que o Paulo Maluf a vendeu, deram todos esses problemas !!!!

    CAIA FORA SPTrans !!!!

    QUEREMOS A CMTC DE VOLTA !!!!

    #VoltaCmtc

    1. Celso da cunha rodrigues disse:

      Falou pouco mas falou bonito no tempo da CMTC os passageiros eram mais respeitados depois que acabaram com ela esses lixo de empresas e cooperativas fazem o que querem

  15. Jânio disse:

    Jajá passam um monte de linha pra A2 outra “Empresa” do partido. Nao foi ato que o milton leite colocou Silvinho e o Silvão leite na camara dos vereadores pra dar continuidade nos seus negocios obscuros..

  16. Celso da cunha rodrigues disse:

    Todas as linhas são da prefeitura Atual SPTrans antiga CMTC e light essas cooperativas pensam que são donas das linhas e ficam brincando de empresa de ônibus deixando passageiros em apuros Sr prefeito precisa desativar também essa tal de allibuss que tem a pior linha da área 4 metro Guilhermina shopping Aricanduva 3737/10

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