Prefeitura decide que vai abrir processo de caducidade dos contratos da Transwolff e UPBus, suspeitas de ligação com o PCC. Serviços e pagamentos estão mantidos
Publicado em: 24 de dezembro de 2024
Decisão foi tomada nesta segunda-feira (23) pelo prefeito Ricardo Nunes após reunião com equipes das Secretaria de Mobilidade e Transportes; Secretaria da Fazenda, além de SPTrans, Procuradoria e Controladoria do Município
MATÉRIA PUBLICADA ORIGINALMENTE ÀS 18h31 PELO DIÁRIO DO TRANSPORTE NESTA SEGUNDA-FEIRA, 23 DE DEZEMBRO DE 2024
ADAMO BAZANI
1) Em primeira mão, Diário do Transporte mostrou que a prefeitura de São Paulo decidiu que vai abrir o processo de caducidade que acabar com os contratos da Transwolff e UPBUS, em 23 de dezembro de 2024,
2) As empresas têm 15 dias para apresentarem recursos de defesa,
3) Após a análise, se a prefeitura não se convencer, encampa as empresas, extingue definitivamente os contratos,
4) É aberta licitação para determinar novas empresas
A prefeitura de São Paulo decidiu nesta segunda-feira, 23 de dezembro de 2024, que vai abrir processo de caducidade dos contratos Transwolff, da zona Sul, e a UPBus, da zona Leste. É o primeiro passo para a extinção dos contratos e abertura de uma nova licitação.
Ambas empresas são suspeitas de ligação com o PCC (Primeiro Comando da Capital), facção criminosa que atua dentro de fora de presídios, e foram alvos da Operação Fim da Linha, do Ministério Público de São Paulo, em 09 de abril e 2024, quando começou a intervenção da prefeitura sobre as administrações.
A partir de agora, os administradores originais das duas companhias de ônibus têm 15 dias para apresentarem recurso para defesa, segundo a gestão Ricardo Nunes ao DIÁRIO DO TRANSPORTE.
Após a análise, se a prefeitura não se convencer das argumentações nos recursos, os contratos são extintos e aberta licitação para as linhas
Segundo a prefeitura, mesmo com a decisão, a operação de ônibus será mantida sem prejuízo à população e pagamentos a funcionários e fornecedores também estão garantidos.
A decisão foi tomada pelo prefeito Ricardo Nunes nesta segunda-feira, 23 de dezembro de 2024, após reunião com o secretário de Mobilidade e Trânsito, Gilmar Pereira Miranda; o presidente da gerenciadora das linhas municipais, SPTrans (São Paulo Transporte), Levi Santos; e os interventores pela SPTrans, sendo eles, o diretor de Planejamento de Transporte da SPTrans, Valdemar Gomes de Melo, e o diretor de Operações da SPTrans, Wagner Chagas.
Também participaram da decisão a Secretaria da Fazenda, a CGM (Controladoria Geral do Município) e a PGM (Procuradoria Geral do Município).
Veja nota completa da prefeitura:
Prefeitura de São Paulo dará início a processo de caducidade dos contratos das empresas de ônibus sob intervenção
Transwolff e UPBus estão sob intervenção desde abril e terão 15 dias para se manifestar. Operação de ônibus será continuada sem prejuízo à população e pagamentos a funcionários e fornecedores serão mantidos
A Prefeitura de São Paulo dará início à abertura de processo de caducidade dos contratos de concessão das concessionárias Transwolff e UPBus, que operam no sistema municipal de transporte coletivo na cidade de São Paulo. Desde o dia 9 de abril, a Transwolff e a UPBus estão sob intervenção. A decisão foi tomada em conjunto pela Secretaria Municipal da Fazenda, Secretaria Executiva de Transporte e Mobilidade Urbana (SETRAM), pela Procuradoria Geral do Município (PGM), Controladoria Geral do Município (CGM) e pela SPTrans, em reunião realizada na tarde desta segunda-feira, dia 22 de dezembro.
A Prefeitura dará prazo de ampla defesa de 15 dias úteis para as empresas se manifestarem, seguindo todos os trâmites legais. A Prefeitura informa que haverá a continuidade do serviço de transporte público à população sem qualquer prejuízo, bem como os pagamentos a funcionários e fornecedores das duas companhias.
Durante as fiscalizações realizadas nas empresas, foi detectada a existência de inconformidades financeiras e operacionais por parte das concessionárias. Em complemento, a Fundação Vanzolini, contratada para realização de consultoria, apontou a necessidade de uma série de mudanças de infraestrutura, manutenção veicular, qualificação das questões financeiras.
Atualmente, a Transwolff opera 142 linhas, com 1.146 veículos e transportam 583 mil passageiros por dia. Já a Upbus tem frota de 158 ônibus atendendo 13 linhas e transportando 73 mil passageiros por dia. Os comitês de intervenção seguem trabalhando para oferecer transporte de qualidade os passageiros.
*TRANSWOLFF:*
A Transwolff opera 142 linhas, com 1.146 veículos e transportam 583 mil passageiros por dia. É originária da cooperativa CooperPam. Entre os diretores investigados estão Luiz Carlos Efigênio Pacheco, o Pandora (um dos donos da Transwolff), Robson Flares Lopes Pontes (Transwolff), e o ex-contador da empresa Joelson Santos da Silva (a defesa tenta convencer a Justiça que ele não tem envolvimento nos fatos apurados).
Valdemar Gomes de Melo foi o interventor nomeado para atuar na Transwolff Transporte e Turismo Ltda., CNPJ nº 58.322.512/0001-54.
O servidor tem 45 anos de atuação nos transportes de São Paulo, desde a época da CMTC (Companhia Municipal de Transportes Coletivos) e, posteriormente SPTrans (São Paulo Transportes). Valdemar é atualmente diretor de Planejamento de Transportes da SPTrans.
Assessorou a intervenção na Transwolff, Barbarah da Silva Dantas pela Controladoria Geral do Município e a PGM (Procuradoria Geral do Município) também indicou um servidor.
*UPBUS:*
A UPBUs é uma empresa da zona Leste quetem frota de 158 ônibus atendendo 13 linhas e transportando 73 mil passageiros por dia, que chegou a se chamar Qualibus, originária da garagem 2 da Associação Paulistana. Entre os diretores investigados estão: Silvio Luís Ferreira, o Cebola, e Décio Gouveia Luiz, apelidado de Décio Português; Ubiratan Antônio da Cunha; Ahmed Hassan Saleh, conhecido como Mude.
Wagner Chagas Alves foi o interventor na empresa UpBus Qualidade em Transportes S.A., CNPJ nº 20.589.268/0001-18.
Também tendo atuado na CMTC, Wagner tem 40 anos de trabalhos no sistema de transportes da cidade de São Paulo e, atualmente, está no cargo de diretor de Operações da SPTrans.
Pela Controladoria Geral do Município foi nomeado o servidor Alessandro Lopes Soares e, pela Secretaria Municipal da Fazenda, foi nomeado na intervenção, Marcio Portal Longaray. A PGM (Procuradoria Geral do Município) também indicou um servidor.
OPERAÇÕES ENVOLVENDO EMPRESAS DE ÔNIBUS
POR ADAMO BAZANI
– OPERAÇÃO FIM DA LINHA – MINISTÉRIO PÚBLICO DE SP (TRANSWOLFF E UPBUS)
Condução: Ministério Público com Receita Federal e Polícias Civil e Militar sobre a Transwolff, que tem cerca de 100 linhas na zona Sul, 1206 ônibus e é a terceira maior frota da cidade É originária da cooperativa CooperPam. A operação é também foi sobre a UpBus, empresa da zona Leste com 13 linhas e 159 ônibus, que chegou a se chamar Qualibus, originária da garagem 2 da Associação Paulistana
Deflagração da Fase I: 09 de abril de 2024.
O Ministério Público, a Receita Federal e as polícias Civil e Militar deflagraram a Operação “Fim da Linha” que identificou um suposto esquema de lavagem de dinheiro do tráfico de drogas e outros crimes sob responsabilidade do PCC (Primeiro Comando da Capital) por meio de diretores de duas empresas de ônibus (Transwolff e UpBus).
Foram presos no dia Luiz Carlos Efigênio Pacheco, o Pandora (um dos donos da Transwolff), Robson Flares Lopes Pontes (Transwolff), Joelson Santos da Silva (Transwolff), por causa dos mandados de prisão. Também houve prisões em flagrante por porte de armas. Sócio da UpBus, Alexandre Salles Brito, foi preso em 16 de abril de 2024
Já Silvio Luís Ferreira, o Cebola, sócio da Upbus, por não ser encontrado no dia, foi considerado foragido. Também teve a prisão decretada, outro sócio da UpBus, Decio Gouveia Luiz, apelidado de Décio Português.
Desdobramento em 25 de junho de 2024: O Ministério Público de São Paulo realizou EM 25 de junho de 2024, a apreensão de 23 armas de fogo atribuídas ao presidente afastado da empresa de transportes UpBus, Ubiratan Antônio da Cunha.
Foi um desdobramento da Operação Fim da Linha, deflagrada em 09 de abril de 2024, que investiga a possível relação de diretores da UpBus, e da Transwolff, que opera na zona Sul da capital paulista, com o PCC (Primeiro Comando da Capital), facção criminosa que atua dentro e fora de presídios.
Ubiratan Antônio da Cunha é um dos réus no processo que apura as supostas ligações entre parte dos transportes da cidade de São Paulo e o crime organizado.
Segundo o Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado ), do Ministério Público, a Polícia Civil havia sido procurada por integrantes da cooperativa Aliança Paulistana, que deu origem à UpBus por terem sido expulsos, com emprego de força física e intimidação verbal, da sede da empresa.
Ainda de acordo com a promotoria, a expulsão e a ameaça ocorreram no dia 05 de junho de 2024, por Ubiratan, mesmo sendo impedido por ordem da Justiça de frequentar a garagem.
Desdobramento em 16 de julho de 2024: Atendendo a pedido do MPSP, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), a Justiça decretou a prisão preventiva do presidente afastado da empresa de transportes Upbus, Ubiratan Antônio da Cunha. Um dos alvos da Operação Fim da Linha, deflagrada em abril de 2024, se tornou réu pela prática dos crimes de lavagem de dinheiro e organização criminosa. O mandado foi cumprido nesta terça-feira (16/7) pela 2ª Delegacia da Divisão de Investigações sobre Crimes contra o Patrimônio (DEIC), da Polícia Civil.
No dia 5 de junho, a Polícia Civil foi procurada por integrantes da cooperativa sucedida pela Upbus em razão de terem sido expulsos da sede da empresa pelo dirigente da sociedade, atualmente impedido por ordem da Justiça de frequentar o local. Os fatos foram comunicados ao Ministério Público.
Posteriormente, o MPSP descobriu que, na mesma semana, o interventor nomeado pelo município foi atraído por funcionários da Upbus sob o pretexto de tomarem um café em um estabelecimento nas redondezas da garagem. O dirigente esperava por ele no local, em afronta à decisão judicial.
02 de agosto de 2024: Em primeira mão, no dia 02 de agosto de 2024, o Diário do Transporte mostrou que a prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Executiva de Transporte e Mobilidade Urbana (SETRAM), contratou por R$ 1,54 milhão a Fundação Carlos Alberto Vanzolini para fazer uma avaliação externa independente nas empresas Transwolff e UPBus
31 de outubro de 2024: Em 31 de outubro de 2024, a prefeitura enviou notificação à Transwolff e UPBus, que desde 09 de abril de 2024 passaram a estar sob intervenção do poder público. Foi o primeiro passo para uma eventual (até então) possibilidade de extinção dos contratos com estas viações. O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, confirmou em 07 de novembro de 2024, que os contratos tinham o risco de fato de ser extintos. Nas palavras do prefeito, uma auditoria (avaliação externa) mostrou incapacidade financeira de a UpBus e a Transwolff continuarem operando na capital paulista.
“Ela (auditoria) demonstrou algumas inconsistências do ponto de vista de gestão, a incapacidade financeira delas continuarem avançando”.
20 de dezembro de 2024: Policiais militares da ROTA (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar) prenderam na sexta-feira 20 de dezembro de 2024, o presidente afastado da UPBus, Ubiratan Antônio da Cunha, que estava foragido da Operação Fim da Linha, deflagrada em 09 de abril e que investiga suposta ligação de empresas de ônibus de São Paulo com o PCC (Primero Comando da Capital). O homem foi encaminhado ao 30° Distrito Policial (Tatuapé).
23 de dezembro de 2024: A prefeitura de São Paulo decidiu em 23 de dezembro de 2024 abrir processo de caducidade dos contratos Transwolff, da zona Sul, e a UPBus, da zona Leste.
Ambas empresas são suspeitas de ligação com o PCC (Primeiro Comando da Capital), facção criminosa que atua dentro de fora de presídios, e foram alvos da Operação Fim da Linha, do Ministério Público de São Paulo, em 09 de abril e 2024, quando começou a intervenção da prefeitura sobre as administrações.
Foi aberto na ocasião prazo de 15 dias para que os administradores originais das duas companhias de ônibus apresentassem recurso para defesa.
Segundo a prefeitura, mesmo com a decisão, a operação de ônibus foi mantida sem prejuízo à população e pagamentos a funcionários e fornecedores também foram garantidos.
A decisão foi tomada pelo prefeito Ricardo Nunes nesta segunda-feira, 23 de dezembro de 2024, após reunião com o secretário de Mobilidade e Trânsito, Gilmar Pereira Miranda; o presidente da gerenciadora das linhas municipais, SPTrans (São Paulo Transporte), Levi Santos; e os interventores pela SPTrans, sendo eles, o diretor de Planejamento de Transporte da SPTrans, Valdemar Gomes de Melo, e o diretor de Operações da SPTrans, Wagner Chagas.
Também participaram da decisão a Secretaria da Fazenda, a CGM (Controladoria Geral do Município) e a PGM (Procuradoria Geral do Município).
– OPERAÇÃO ATARAXIA – DENARC (UPBUS)
Condução: Denarc – sobre UPBus (empresa da zona Leste com 13 linhas), que chegou a se chamar Qualibus, originária da garagem 2 da Associação Paulistana
Deflagração da Fase I: 02 de junho de 2022
Investigações começaram há mais de um ano a partir da morte Anselmo Santafausta, o Cara Preta, por questões ligadas ao crime organizado.
Segundo as apurações, boa parte dos mais de 60 sócios da empresa têm passagens pela polícia e ainda é envolvida com a criminalidade. A UPBus, de acordo coma Polícia, lava dinheiro de facções criminosas. O esquema também envolvia ganhos na Loteria Federal também para dar uma aparência legal ao dinheiro obtido em atividades criminosas.
Deflagração da Fase II: 15 de junho de 2022
Foram bloqueados entre R$ 40 milhões e R$ 45 milhões em imóveis e veículos da empresa de transportes urbanos UPBUS, que opera na zona Leste de São Paulo, e de investigados da “Operação Ataraxia”, que apura o uso da companhia de ônibus por uma facção criminosa para lavagem de dinheiro.
Todos os veículos da empresa UPBUS, dentre eles quase 250 ônibus, também foram objetos de sequestro, impedindo eventual a alienação dos veículos por parte da empresa. Estes ônibus poderão continuar operando, só que os ônibus não podem ser vendidos e a arrecadação da operação vai para conta judicial.
UPBus não se manifestou
OPERAÇÃO PRODITOR
Condução: Deic – sobre TransUnião (empresa da zona Leste com 524 ônibus), que surgiu da cooperativa Nova Aliança
Deflagração: 09 de junho de 2022
Investigações começaram após assassinato de Adauto Soares Jorge, ex-diretor, ocorrido em 04 de maio de 2020.
Polícia aponta que Adauto era “testa de ferro” do vereador Senival Moura (PT) na direção da empresa, que era utilizada para a lavagem de dinheiro de membros do PCC (Primeiro Comando da Capital). O próprio vereador era proprietário de 13 ônibus que prestavam serviços para a empresa. O parlamentar nega.
A Polícia chegou a apreender 18 ônibus, 14 operacionais e quatro que estavam na reserva em manutenção, mas os veículos foram devolvidos para operação.
A TransUnião não se manifestou.
MINISTÉRIO PÚBLICO:
O Gaeco, do Ministério Público do Estado de São Paulo, passou também investigar a possível ligação de empresas de ônibus da capital paulista com o crime organizado.
De acordo com o delegado-geral Oswaldo Nico Gonçalves, em 15 de junho de 2022, foi montada uma força-tarefa entre os promotores e a Polícia Civil.
CÂMARA MUNICIPAL:
Em 15 de junho de 2022, na Câmara Municipal de São Paulo, foi protocolado por um delegado da Polícia Civil um pedido na corregedoria da casa para investigar o vereador Senival Moura, do PT.
No dia 10 de junho de 2022, um pedido de abertura de CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) foi aberto pelo vereador Mario Palumbo Junior, o delegado Palumbo, do MDB. Houve poucas assinaturas no início: Fernando Holiday (Novo), Érica Hilton (PSOL), Sonaira Fernandes (Republicamos) e Marlon Luz (MDB), porém, Marlon Luz retirou sua assinatura.
Veja em:
CONTROLADORIA DO MUNICÍPIO:
A CGM (Controladoria Geral do Município) da capital paulista abriu sindicância para apurações internas sobre as empresas de ônibus que têm contrato com a prefeitura e que são investigadas pela Polícia Civil a respeito de um suposto envolvimento com o crime organizado em São Paulo.
De acordo com a prefeitura, haverá um compartilhamento de informações com as frentes policiais.
“A decisão foi tomada pela CGM após liderar reunião de representantes da gestão municipal com a Polícia Civil para compartilhamento das informações apuradas nas investigações sobre a utilização de empresa de transporte público para lavar dinheiro para organização criminosa”.
Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes


Boa tarde!
Depois de tantas irregularidades, ainda vai ter reunião?
Sobre a UPBus, não consigo opinar muito. Acho que no caso dela a chance de caducidade é muito alta. Já a Transwolff, as entrevistas dadas pelo Milton Leite já escancaram o apoio dele à empresa e provavelmente vai continuar operando normalmente
Seria bom igualar salário e vale refeição e principalmente rever o horário de trabalho que aumentaram sem consentimento dos funcionários paga menos pelos serviços do atende e ainda paga menos o vale refeição e obriga a trabalhar mais de nove horas vai Milton leite vamos fazer algo como faz na escola de samba o transporte precisamos muito mais aí o motorista trabalha cansado e os passageiros que paga
Já parou para pensar que seu emprego está para chegar ao fim, suas reivindicações são legítimas, mas o momento para discutir isso é inoportuno. O que é necessário é se houver a caducidade, ter a garantia de que todos empregos serão mantidos pelas próximas empresas.
Retiro o que disse rsrs
Eles deram 15 dias para eles apresentarem uma defesa depois desse prazo aí você vai ver nenhuma das duas vai sair do sistema vai continuar
Ao meu ver esses 15 dias para apresentar um recurso as duas empresas termina esse prazo aí eles lançam a nota informando que irá manter as empresas a princípio houve exagero nas investigações e apontaram provas contundentes para manter a empresa no sistema isso aí é só para mudar a opinião pública né é jogada política
Milton leite é socio da TW. A garagdm tbm é dele.
E um outro ponto: quem vai assumir as linhas da TransWolff? Vale lembrar que as linhas existentes hoje com eles são, na sua maioria, trajetos rejeitados por outras empresas (MP e VG, por exemplo)…
Milton leite é testa de ferro do comando envolvido ate a alma com a bandidagem vão recorrer e judicializar em todas instâncias até o caso car na mão de um ministro do partido sabemos quem pra fazer valer a vontade doa bandidagem
“Ministro do Partido”… o partido é G M?
As perguntas que ficam são:
Saindo as empresas, quem opera no lugar? As que já estão no sistema da SPTrans ou será relicitado de forma aberta?
Empregados como ficam?
Não vou perguntar se pensam em por uma cooperativa pública (tipo autarquia) pois sei que infelizmente este governo é liberalcuzinho.
Ligeiro, muita coisa pode acontecer até lá. Umas das hipóteses que eu não duvido de acontecer é, se realmente cancelarem o contrato, criar uma nova empresa com os ex sócios da Transwolff, só mudaria o nome. Tudo vai depender se a licitação vai ser para substituição da empresa ou das linhas, porque se for licitação das linhas, aí sim o que pode acontecer é empresas como Mobibrasil e Grajau aproveitarem para assumir linhas que sejam mais vantajosas para elas
A UPBUS, sendo sincero, não vejo sentido em licitar nada. É repassar as linhas para as empresas da ZL mesmo e tocar o barco
Sobre os empregados, não há lei que obrigue a nova empresa a mantê-los. Podem alegar falta de culturalidade ou falta de requisitos
Só vejo preocupação com essas empresas Ninguém falam dos funcionários que faz essas empresas rodar e como vai fica a situação deles? Empresa que for toma conta dessas linhas Será que vão garanti ou dar oportunidade para profissionais Tanto quem começou agora na área do transporte e precisa obter uma experiência e aqueles quem estão anos na área? Como que fica a situação desses servidores? Ex a questão… Tem muito pai de família que depende dessas empresas pra leva o sustento para sua casa.
Fernando, o que podemos discutir aqui é sobre as empresas porque elas são as prestadoras. Infelizmente não há muito que possamos discutir sobre os funcionários.
Não existe lei que obrigue que esses funcionários sejam contratados pela empresas que assumirem. O que há na verdade é um acordo para recolocação desses profissionais por mais algum tempo dentro das novas empresas. Mas nada impede que se isso acontecer, 2 ou 3 meses depois esses mesmos profissionais sejam demitidos do mesmo jeito.
Conversei com vários motoristas da Transwolff na época que já se falava de um possível cancelamento do contrato, e grande maioria disse que estavam já mandando currículo para outras empresas porque já estavam prevendo o pior
Entendo o que você está dizendo aqui, mas a realidade é essa que disse acima. Não ficou claro sequer os termos da licitação: vai trocar as empresas ou a licitação será pelas linhas, apenas? Ainda não sabemos, provavelmente apenas depois de mais um mês
Se for ficar pensando nisso o Brasil daqui dez anos, será o único a manter cobrador com dó de excluir a profissão, nem países vizinhos tem mais.
Acho que não vai dar nada! No máximo, vão trocar de mãos os controles das mesmas! A tal FACÇÃO que manda e desmanda em muita coisa, não vai “largar o osso” assim tão fácil… ! São muito poderes político e financeiro envolvidos … !
O pior é que aqui moro só teria a Transuniao pra assumir.