Após falência, Pluma, de transportes rodoviários, tem bens leiloados
Publicado em: 4 de novembro de 2024
Leilão foi determinado pela 26ª Vara Cível e Empresarial de Curitiba (PR)
VINÍCIUS DE OLIVEIRA
A 26ª Vara Cível e Empresarial de Curitiba (PR) determinou o leilão da massa falida da empresa paraense Pluma Conforto e Turismo S/A, uma das mais tradicionais da viação brasileira, especializada em viagens de longa distância. Foi pioneira em realizar trajetos rodoviários internacionais entre Porto Alegre e Buenos Aires.
O pregão, em primeira praça, contempla imóveis comerciais e industriais da empresa, localizados em cinco estados: Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e São Paulo. As propriedades têm valores iniciais entre R$ 290 mil e R$ 21,8 milhões, totalizando mais de R$ 120 milhões nos 16 ativos disponíveis.
A empresa decretou falência em agosto deste ano. O evento termina no dia 22 de novembro e a Kron Leilões é a responsável pela batida do martelo. Para participar, é necessário criar uma conta na plataforma Superbid Exchange.
Como noticiou o Diário do Transporte, o leilão acontecerá de forma online, com lotes que contam com lances iniciais entre R$ 290 mil e pouco mais de R$ 21 milhões.
Relembre:
Imóveis da massa falida da Pluma Conforto e Turismo, do Paraná, vão a leilão ainda em novembro
Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte


Eu trabalhei nesta empresa
Excelente empresa
Pena acabar como acabou
Lamentável
Eu trabalhei nessa empresa aqui no RJ, fiz muito turismo vai deixar saudades, muito boa empresa !
Lembro da Pluma nos anos 70 e 80, quando ela era uma das grandes referências nas rodovias brasileiras, e também internacionais!
Infelizmente nos anos 90 já se notava que algo não ia bem, pelo evidente envelhecimento da sua frota. Na contra-mão das outras empresas de primeira linha, que por regra sempre mantiveram (e mantém) as suas frotas atualizadas.
É uma pena mesmo. O fim de mais um importante capítulo da história dos nossos transportes.
Grandes empresas chegando ao fim será má gestão quais são os motivos dessas empresas e os ônibus qual será o fim deles