Novos modelos de ônibus elétricos, como o e-Volksbus e Attivi, são inseridos no Manual de Padronização Visual da SPTrans
Publicado em: 17 de agosto de 2024
Gerenciadora ainda informou ao Diário do Transporte que, atualmente, oito modelos estão em análise para a capital paulista
ADAMO BAZANI
Mais modelos de ônibus elétricos fazem parte do Manual de Padronização Visual da SPTrans (São Paulo Transporte), gerenciadora das linhas municipais da capital paulista.
Entre os veículos recentemente incluídos no documento oficial está o e-Volksbus 22L com carroceria Caio e-Millennium.
Como mostrou o Diário do Transporte, em junho, o veículo já estava preparado para rodar na cidade de São Paulo em testes.
Relembre:
O documento sobre o modelo foi assinado pela SPTrans em 02 de maio de 2024.
Também figuram entre os veículos que ainda não foram comercializados para empresas da cidade de São Paulo, um articulado elétrico da Mercedes-Benz com carroceria Caio, uma nova versão do Attivi Integral da Marcopolo, um Marcopolo Attivi com chassis Mercedes-Benz e um Padron BYD com careceria Mascarello.
A gerenciadora confirmou, em nota, ao Diário do Transporte nesta sexta-feira, 16 de agosto de 2024, que a colocação no manual não significa ainda aprovação dos modelos no sistema da capital, mas avaliação da identidade visual faz parte do procedimento de inclusão dos veículos.
Ainda de acordo com a SPTrans, “as plantas com as referências da identidade visual são incluídas no manual antes de um veículo ser apresentado para testes”.
O Diário do Transporte questionou quais os modelos estão em avaliação atualmente e se há ônibus que estão no manual e que ainda não tiveram os testes iniciados.
Segundo a SPTrans, os “modelos da Volkswagen, Attivi Integral da Marcopolo e o Attivi sobre chassis Mercedes-Benz estão em fase de testes. Já o Mercedes-Benz articulado e Mascarello com chassi BYD ainda não foram apresentados pelas respectivas montadoras para avaliação”.
A gestora ainda informou nesta sexta-feira (16) que, no momento, estão sendo analisados oito modelos de ônibus elétricos, fabricados por BYD, Marcopolo, Ankai e Higer.
Atualmente, estão aprovados no sistema de ônibus de São Paulo modelos padron com chassis e tecnologia BYD e carrocerias Marcopolo ou Caio, com chassis Mercedes-Benz e tecnologia Eletra com carroceria Caio, padron com chassis e tecnologia “pura” Mercedes-Benz, padron de 15 metros e três eixos com chassi Scania e tecnologia Eletra para carroceria Caio e uma versão padron do Attivi da Marcopolo.
A cidade possui cadastrados 382 veículos movidos à energia elétrica, dos quais 181 a bateria e 201 trólebus.
O número está bem longe da meta estabelecida pela gestão em 2021 pela qual, até o fim de 2024, estariam em circulação 2,6 mil ônibus elétricos, o que corresponde a cerca de 20% de todos os 13 mil ônibus aproximadamente do sistema municipal da capital paulista.
A falta de infraestrutura nas garagens e na rede de distribuição para a recarga de baterias é apontada como o principal entrave para o cumprimento da meta.
Confira abaixo a nota da SPTrans ao Diário do Transporte, na íntegra.
A SPTrans informa que, atualmente, 382 veículos movidos à energia elétrica compõem a frota do sistema de transporte coletivo da cidade de São Paulo, dos quais 181 a bateria e 201 são trólebus.
As plantas com as referências da identidade visual são incluídas no manual antes de um veículo ser apresentado para testes e não indica aprovação ou não para operar efetivamente. A avaliação da identidade visual faz parte do procedimento de inclusão de veículos verificando todas as conformidades apontadas nos manuais da SPTrans.
Os modelos da Volkswagen, Attivi Integral da Marcopolo e o Attivi sobre chassis Mercedes-Benz estão em fase de testes. Já o Mercedes-Benz articulado e Mascarello com chassi BYD ainda não foram apresentados pelas respectivas montadoras para avaliação. No momento, estão em análise pela SPTrans oito modelos de ônibus elétricos, fabricados por BYD, Marcopolo, Ankai e Higer.

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes



Excelente uma pena que nem todas empresas tem capacidade para coloca em prática, gostaria que dessem mais atenção na ex- cooperativas que andam fazendo a seus colaboradores trabalhar com verdadeiras carroças???
Boa iniciativa, mas já pequei ônibus novos elétricos desse verde que já tem porta que borracha não veda, barulho embaixo dos bancos tipo batendo no eixo de traz nas rodas, quanto o motorista para o veículo as portas dão uns estalos. Manutenção não existe pelo geito.