SPTrans amplia em dois anos idade máxima dos ônibus a diesel já que quantidade de ônibus elétricos não avança por falta de infraestrutura

Desde outubro de 2022, não podem ser comprados modelos a diesel 0 km, mas meta de elétricos não avança; Ampliação de idade dos veículos a diesel será para as empresas que comprovarem compra de modelos a eletricidade

ADAMO BAZANI/ALEXANDRE PELEGI

A Secretaria Municipal de Transportes ampliou em dois anos a idade máxima permitida para os ônibus a diesel continuarem circulando.

A medida foi publicada nesta terça-feira, 09 de abril de 2024, em forma de aditivo aos contratos com as companhias de transportes, e ocorre porque a frota de ônibus elétricos não avança por causa da falta de infraestrutura nas garagens e redes de distribuição.

A idade máxima dos micro-ônibus que era de sete anos, passa a ser de nove anos e a idade máxima dos ônibus básicos, padrons e articulados que era de 10 anos passa a ser de 12 anos.

Pelos aditivos aos contratos, ficam admitidos miniônibus (micros) de ano/modelo 2015 e os demais, de ano/modelo de 2012.

Para terem a idade dos coletivos prolongada, as viações devem apresentar uma compra equivalente de ônibus elétrico e a inclusão deste veículo no sistema da capital paulista deve ocorrer até 30 de junho de 2024.

Os ônibus mais velhos devem passar por mais vistorias e, preferencialmente, ficarem na reserva técnica, mas podem ser usados nas linhas.

Desde 17 de outubro de 2022, não podem ser comprados modelos a diesel 0 km, mas meta de elétricos não avançou. Dos 2,6 mil ônibus elétricos prometidos pela prefeitura até o fim desde ano, há apenas 117 unidades em circulação.

Não é a primeira vez que a SPTrans prolonga a idade dos ônibus.

Na pandemia de covid-19, pela crise gerada, foi também permitido o uso de coletivos mais velhos.

São aditivos a cada contrato. Veja um exemplo

Adamo Bazani e Alexandre Pelegi, jornalistas especializados em transportes

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Comentários

Comentários

  1. CLAUDIO MONTEIRO DE OLIVEIRA disse:

    Não e a toa que nas empresas há um número excessivos , de funcionários afastados por doenças como coluna e estresse .

  2. Luiz antonio da silva disse:

    Existe onibus tao velho caindo aos pedacos que sptrans por interesse proprio nao fiscaliza prejudica os usuarios cimo os profissionais que travalham neles pergunto qual e intetesse de fazer vistas grossas?

  3. Rodolfo Sampaio Pereira disse:

    Na verdade, tinha que haver uma proporção de aquisição: a cada 2 ônibus comprados, 1 é a diesel e outro, elétrico, a energia solar, a célula, a etanol… para acelerar a renovação.

  4. Rodrigo Zika disse:

    Ou seja a estrutura que é bom nada.

  5. brunomarquessdoc disse:

    Mas também as empresas não cuidam dos seus veículos direito, esses dão problemas aí é o ano da sua fabricação ??? Ou o relaxo das empresas mais omissões da SPTrans ??? Fico com a segunda 2° opção.

  6. Luis Antônio disse:

    Uma coisa é certa ônibus elétrico não vai funcionar!
    1 falta de infraestrutura;
    2 tempo de carregamento das baterias;
    3 manutenção já não funciona com os a diesel imagine nos elétricos que qualquer defeito é substituição das peças afetadas;
    4 Empresários que só visão o lucro( não que eu acha que estão errados porque ninguém vai montar empresa para ficar no prejuízo ou ajudar a população,isso qualquer ramo).
    O negócio é tirar essa lei ridícula de só veículos elétricos para que se possa fazer a renovação de frota.

  7. Ruy disse:

    Na verdade é apenas a oficialização de prática corrente neste mercado. Micro ônibus da linha 172 Y – Belém/Vl.Constança, da empresa NorteBus São em sua maioria velhos (mais de 12 anos), sem ar condicionado, (os que teem funcionam deficitariamente ou acima da temperatura, 33 graus por exemplo), além de sujos muito acima da média…

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